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Glam Magazine

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Philip King dos The Jesus and Mary Chain é o DJ convidado da primeiraRock ’n’ Roll Suicide

Philip King, membro dos já extintos Lush e Felt e atual baixista dos The Jesus and Mary Chain, é o DJ convidado da primeira Rock ‘n’ Roll Suicide, a nova festa do Sabotage Club que estreia no próximo sábado, dia 7 de Janeiro. O músico britânico junta-se ao jornalista e crítico de música Mário Lopes e a Nuno Rabino, DJ residente do Sabotage, no arranque da festa que promete trazer a Lisboa os grandes DJs de rock internacionais.

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photo: Meghan Paddock Farrell

 

Em 2017, o Sabotage Club reforça a programação internacional não só no plano dos concertos mas alargando-a também aos DJs. A Rock 'n' Roll Suicide surge assim como um novo espaço de programação que pretende convidar DJs reconhecidos internacionalmente dentro do vasto universo do rock. Depois de acompanhar a banda em tour, entre 1997 e 1998, Philip King passa a integrar definitivamente a formação dos The Jesus and Mary Chain em 2007, fazendo assim parte da criação e gravação do novo álbum do grupo: “Damage and Joy”, que será editado em Março de 2017.  

 

O nome da festa, Rock 'n' Roll Suicide, evoca dois ícones do rock mundial falecidos em 2016: David Bowie, através da referência ao seu belíssimo tema "Rock 'n' Roll Suicide", e Alan Vega dos Suicide.

 

Sabotage Club (Lisboa)

7 de Janeiro 2017

 

Throes + The Shine em rara atuação da banda em Lisboa este ano…

Depois de um ano que recebeu o terceiro álbum, "Wanga" (Discotexas) e largas dezenas de concertos pela Europa fora, os Throes + The Shine encontram-se a preparar 2017, e promete ser ainda mais explosivo.

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Com passagem confirmada no palco principal do Eurosonic 2017 e mais um extenso leque de atuações por esse mundo fora, o Musicbox irá receber uma rara atuação da trupe luso-angolana. O concerto acontece no dia 20 de Janeiro, numa noite que promete ser de tudo menos de inverno. Throes + The Shine são uma banda Luso Angolana que funde o Kuduro com rock e eletrónica, são Luanda via Porto, são dança e alegria. Quando eles chegam ao palco o limite é a estratosfera.

Depois do primeiro álbum que ligou o Rock ao Kuduro, chamado "Rockuduro" e uma passagem pela Europa, seguiu-se "Mambos de Outros Tipos", um álbum com ritmos quentes e uma brisa tropical que vai fazer os cabelos voar. 2016 recebeu "Wanga" que foi aclamado pela critica como um dos melhores álbuns do ano, 19º melhor disco de 2016 para a Glam Magazine.

O concerto está inserido nas comemorações dos 10 anos de Discotexas e acontece uma semana depois do espetáculo no Palco Principal do Eurosonic

 

Musicbox (Lisboa)

20 de Janeiro 2017 | 22.00h

Apresentação de “Ophelia” no Musicbox

3 anos depois da ópera-rock, “Odyssea”, aclamado disco-livro que a Time Out Porto classificou como “obra de arte”, o colectivo post-rock Barcelense está de regresso aos discos. “Ophelia”, a nova viagem, em breve disponível em edição vinil de capa dupla, teve o seu primeiro avanço no Festival Bons Sons, em Agosto passado e e primeira apresentação oficial no Hard Club no Porto, no qual tanto a banda como o público referem como concerto memorável. Com o trabalho anterior, indignu [do latim] marcou passagem de norte a sul do país, mas também por Espanha, França e Bélgica, onde deixou marca no Dunk!Festival, o maior festival post-rock da Europa.

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Ophelia” levanta o véu para a temática da bipolaridade humana, lembrando ao mesmo tempo que as maiores e mais desconcertantes viagens ocorrem, na maior parte das vezes, dentro de nós. “Ophelia” é uma mulher como que bipolar. Que transporta no peito dois mundos, dois hemisférios no seu cérebro, inderdependentes, mutuamente inclusivos. Quase que se de uma lado “A/Norte/Este” fosse delicada, planante, emocional, fazendo o ouvinte viajar para cenários sensoriais, clássicos, contemplativos. E do outro lado “B/Sul/Oeste” fosse agitada, desconcertante negra, transportando para uma viagem sofrida e excêntrica.

Gravado nos meses de Agosto de 2015 e Fevereiro e Março de 2016, “Ophelia” foi produzido por Paulo Miranda, conhecido podutor e responsável por trabalhos de The Legendary Tiger Man, peixe : avião, Old Jerusalem, entre outros, no Amp Studios, em Viana do Castelo, e masterizado por Miguel Marques, nos Estúdios Sá da Bandeira, Porto, que masterizou também discos de Capitão Fausto, Keep Razors Sharp, Glockenwise e Filho da Mãe.

 

indignu [lat.] é uma formação de Afonso Dorido (guitarra e baixo), Graça Carvalho (violino, metalofone e sintetizadores), Helena Silva (violino), Jimmy Moom (guitarra, baixo e metalofone), Mateus Nogueira (baixo, guitarra, piano) e Paulo Miranda (bateria).

 

Musicbox (Lisboa)

7 de Janeiro 2017  

The Black Mamba encerram tour com convidados de luxo no Coliseu já no dia 21 de Janeiro...

The Black Mamba encerram a digressão de quase três anos após o lançamento do disco “Dirty Little Brother”, com a estreia da banda no Coliseu do Porto no próximo dia 21 de Janeiro de 2017. Depois de passagens pelas mais emblemáticas salas de espetáculos e festivais nacionais e internacionais, a banda liderada por Pedro Tatanka vai tocar uma última vez as músicas do mais recente álbum na companhia de nomes incontornáveis do cenário musical português. Pedro Tatanka não esconde o entusiasmo “naquele que será o mais importante concerto da carreira da banda”. Nas palavras do intérprete, compositor e guitarrista “é uma honra partilhar o palco com nomes tão especiais como António Zambujo, Miguel Araújo, Rui Veloso, Diana Martinez, Diogo Brito e Faro e outros convidados que não posso revelar”.

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O segundo disco de originais de Black Mamba foi editado a 22 de setembro de 2014. Produzido entre Lisboa e Nova Iorque, “Dirty Little Brother” juntou 11 temas em que colaboram nomes como: Aurea, António Zambujo, Silk (Cais Sodré Funk Connection) e Orlanda Guilande. Ao longo de mais de dois anos a banda pisou mais de 40 palcos entre Portugal, Espanha e Brasil. A banda encontram-se já a preparar novo álbum, com saída prevista para este ano.

Diana Martinez, uma das convidadas para este concerto de ‘despedida’ lançou em Setembro “Put Your Love in Me”, terceiro single de avanço do álbum de estreia de Diana Martinez & The Crib. Depois dos sucessos “That’s Just How We Do It” e “Reverie”, a jovem artista juntou-se ao líder dos The Black Mamba, Pedro Tatanka.

 

O tema começou por ser interpretado acapella pela “dificuldade em vesti-lo de uma forma que não desqualificasse a sua essência” revela Diana Martinez. Mas o facto de se cruzar várias vezes com The Black Mamba em estúdio e em concerto levou à interpretação ao vivo do tema “A magia foi tão clara que tivemos de torná-la oficial” acrescenta a cantora, “até porque há uma relação fortíssima de amizade e admiração entre ambos”. Para ver e ouvir, certamente, no próximo dia 21 de Janeiro

 

 

No Musicbox… Curadoria mensal de Rita Maia olha o futuro da música de dança mundial

Migrant Sounds é o nome do novo espaço de clubbing com curadoria de Rita Maia, a DJ portuguesa que tem desbravado os caminhos da música de dança mundial a partir de Londres. Depois da estreia em Dezembro, a DJ e radialista convida THRIS TIAN, um dos fundadores da Boiler Room, aprendiz de Gilles Peterson e a voz e cérebro por detrás do seminal “Thristian’s Dark N’ Lovely Global Roots” da NTS.

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Juntando no palco diferentes personalidades musicais, entre DJ's, hosts, músicos convidados, cantores, dançarinos/as e live-acts, as noite Migrant Sounds procuraram criar um espaço que ligue projectos novos e músicos mais tradicionais, e trazer à cidade nomes que por cá não passam habitualmente. Rita Maia tem-se destacado na descoberta de novos nomes e espaços para a música de dança, a partir de Londres nos últimos 14 anos, onde é actualmente uma das vozes mais activas na mostra das novas cenas.

É um noite criada para fazer ligações entre a música de dança com linhagem da música negra, um espaço para ligar pessoas que partilham algumas ideias, juntar elementos desta comunidade de musica espalhada pelo mundo e a local. Lisboa sempre foi esse sitio onde diferentes culturas se encontram e fundem para criar outras coisas. A música pode viajar do Jazz ao Techno ou sons Afro futuristas ou mais tradicionais, com instrumentos ou máquinas. Há uma linha entre a música e as pessoas mas espaço para experimentação, espontaneidade e diversidade”, refere Rita Maia sobre a curadoria no Musicbox

 

O percurso internacional de Rita Maia, começa em meados dos anos 2000, com uma noite mensal no Notting Hill Arts Club, onde apresentou nomes como Disclosure, Funkineven ou Sampha (Young Turks) até pisar os palcos dos mais importantes clubs, festivais e radios da capital inglesa, como Residente do BBC club durante dois anos ou nome recorrente do mitico Carnaval de Notting Hill e do Worldwide Festival de Gilles Peterson assim como com o seu programa “Sine of Times”, que assina ha 6 anos na galardoada Resonance FM e tambem sindicado internacionalmente na Radio Oxigenio, tendo dado origem uma premiada compilacao para a qual prepara agora o segundo capitulo enquanto se encontra neste momento tambem a documentar a cena de música lisboeta onde cresceu.

 

É programadora do grupo internacional de mulheres na musica SheSaidSo para o qual desenvolve curadoria a volta do mundo e para que conhece os seu percurso depara-se com as suas mixes e charts nas principais plataformas de musica mundiais.

 

O segundo episódio de Migrant Sounds acontece a 14 de janeiro, no Musicbox em Lisboa.

Viva Belgrado no Cave 45

Oriundos de Córdoba (Espanha), os Viva Belgrado vêm ao Porto, à Cave mais acolhedora da cidade, no dia 19 de Janeiro (quinta-feira), para apresentar o seu mais recente e bombástico álbum, “Ulises”. No seu país de origem são já considerados "um caso exemplar e uma das bandas mais consistentes no panorama espanhol atual (...) os melhores representantes do Screamo dos últimos anos", nas palavras da reputada Mondo Sonoro.

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2016 tem sido um ano repleto de bons acontecimentos para o grupo, inclusive merecendo passar pelos palcos do Primavera Sound (Barcelona) e Resurrection Fest (Viveiro). Com uma tournée de invejar, na Europa de uma ponta à outra, o Porto foi um dos destinos escolhidos, num concerto que promete ser enérgico e acutilante.

 

Acompanhados pelos estreantes Aweless, músicos já provenientes de conhecidos ex-projetos do circuito, estes rapazes decidiram juntar-se para agitar o underground nacional com o seu disco de estreia, “I Only Love Those Who Leave”, considerado uma das revelações de 2016 pela Threshold Magazine.

 

Cave 45 (Porto)

19 de Janeiro 2017 | 22.00h

"Trust Surrender"... o novo single de :PAPERCUTZ

Chama-se “Trust Surrender” e é o novo single do projeto de Bruno Miguel :PAPERCUTZ. A nova vocalista, Catarina Miranda, conhecida pelo seu trabalho como Emmy Curl, é um dos elementos responsáveis pela reformulação, evocando harmonias pop e motivos corais encontrados em geografias não ocidentais. Polirritmia e melodias interpretadas por sintetizadores analógicos, batidas urbanas, texturas ambientais e percussões de raiz tribal são outros dos elementos que o tema introduz, e que se dispersam pelo sucessor de “The Blur Between Us”.

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photo: Maria Louceiro

 

Os novos temas serão apresentados ao vivo este ano no festival Eurosonic na Holanda, onde fazem parte da comitiva que representa Portugal, o país foco na edição deste ano, incluindo um showcase a convite da produção no evento paralelo Platosonic, e em Austin, no Texas, no South by Southwest (SXSW), onde retornam após terem participado na edição 2012. Apresentando-se ao vivo em formato trio com o percussionista André Coelho, o grupo propõe-se a interpretar o novo trabalho, "King Ruiner", gravado ao longo dos últimos dois anos entre Nova Iorque e Porto

Para 2017 está a ser preparada uma tournée em Portugal de apresentação do album “King Ruiner”, que promete levar o grupo de volta aos palcos nacionais.

 

Bruno Miguel é o mentor de PAPERCUTZ, um projeto de música pop electrónica, de sonoridades sonhadoras, cinemáticas com luz e sombras como as ruas do nobre, austero e sombrio Porto, cidade onde o projeto nasceu. Como produto de alguém que deseja ser um cidadão do mundo, os arranjos bebem inspiração de culturas modernas e próximas às mais distantes e históricas tentando criar através de instrumentos acústicos e digitais, canções com um pé no presente e passado da história da música pop mais aventureira.

Ra-Fa-El revela "Caught by Chance"…

Com um ano cheio e prestes a aventurar-se internacionalmente, uma vez mais com Glockenwise, Ra-Fa-El não deixou de tirar um pouco do seu tempo para nos mostrar "Caught by Chance", o primeiro marco da sua nova aventura, ainda descomprometida.

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Todos os instrumentos de "Caught by Chance", excepto a bateria gravada por Pedro Oliveira (peixe:avião, Green Machine), foram compostos e gravados por Ra-Fa-El, que ainda acumula a tarefa de co-produção com José Arantes, e abre a sua escrita para a voz de vários convidados. Como em equipa vencedora não se mexe, o primeiro interveniente neste novo projecto é Duquesa, com quem tem vindo a trabalhar desde sempre e nos sussurra 'I never meant to love you' como mais ninguém poderia fazer.