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Glam Magazine

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Blind Zero entram em 2017 com 150 mil pessoas no Porto…

Os Blind Zero despediram-se em grande de 2016 na Avenida dos Aliados, no Porto, perante 150 mil pessoas. Ao vivo, a banda de Miguel Guedes, Nuno Espinheira, Pedro Guedes, Vasco Espinheira e Bruno Macedo apresentou um espectáculo especial estreando duas músicas novas, que farão parte do oitavo disco dos Blind Zero a editar neste primeiro trimestre. Houve ainda tempo para recordar alguns dos mais importantes temas da carreira, e partilhar o palco com os Be-Dom, convidados especiais para esta noite de festa.

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photo: Sergio Magalhães

 

"Dificilmente haveria melhor forma de acabar 2016. Todos os nossos momentos no último dia do ano foram especiais. A Avenida dos Aliados, a gente da nossa cidade, a celebração. A emoção de virar o ano a tocar no Porto para mais de 150 mil pessoas não se esquece. Foi muito bonito. Obrigado! Sejam felizes em 2017. Sinal de que tudo estará bem", escreveram os Blind Zero, em jeito de balanço.

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photo: Sergio Magalhães 

 

De volta ao estúdio para finalizar o sucessor de "Kill Drama II", a banda convida todos os fãs para os primeiros concertos do ano, dia 4 de Fevereiro no Teatro Municipal de Vila do Conde; e dia 18 no Teatro de Vila Real, onde irão apresentar as músicas novas. 

O espetáculo infantil “Mão Verde” de Capicua e Pedro Geraldes no Theatro Circo

O público infantil é uma das prioridades para a programação do Theatro Circo no novo ano de 2017 e a confirmação disso é o espetáculo “Mão Verde” a acontecer dia 7 de janeiro (sábado, 16h30) dedicado às crianças com música de Pedro Geraldes (Linda Martini) e lenga lengas originais cantaroladas por Capicua.

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Todos se recordam da rapper portuense Ana Matos, mais conhecida por Capicua, que veio ditar uma nova tendência no panorama do hip hop nacional, refrescando velhos temas e criando novas aberturas no diálogo desta cultura urbana. No início do ano de 2016 edita “Mão Verde”, um disco/livro de música para crianças, em parceria com Pedro Geraldes, iniciando uma numa nova tour de concertos, para um novo público, com uma clara motivação ecologista. É a partir da educação dos mais novos que os resultados podem ser mais marcantes e Capicua e Pedro Geraldes vêm reforçar essa ideia, pensando em música e temas para a construção dos mais pequenos.

 

Mão Verde” é um concerto temático, em torno das plantas, da agricultura, da alimentação, dos cheiros das ervas aromáticas, da cor das flores e com uma clara motivação ecologista. Durante cerca de uma hora, sempre com momentos de interação com o público, sucedem-se canções alegres, com mensagens importantes, numa abordagem tão inteligente quanto engraçada dos temas quotidianos e do universo verde que nos rodeia; rimas, histórias, rap e jogos de palavras, sobre batidas coloridas e acompanhadas por diversos instrumentos tocados ao vivo. Ter a “mão verde” nasce da tradução de uma expressão francesa, que significa ter jeito para as plantas e talento para a jardinagem. Assim sendo, o “Mão Verde” é a celebração desse cuidado e serve para inspirar todos os pequenos jardineiros.”

Capicua é quem dá voz às letras por si criadas enquanto que Pedro Geraldes é o detentor das programações, da guitarra, do baixo, das teclas, da percussão, da música e arranjos. O som é esculpido por Ivo Magalhães a luz pela Virgínia Esteves.

 

Theatro Circo (Braga)

7 de Janeiro 2017 | 16.30h

Salvador Sobral arranca 2017 com novas datas de apresentação de “Excuse Me”

Na semana em que viu o single “Excuse Me”, que dá nome ao seu álbum de estreia ser nomeado para a categoria de Melhor Música Portuguesa 2016 pela Fantastic TV, ao lado de nomes como Deolinda, Rita Redshoes, Carlão ou Richie Campbell, Salvador Sobral anuncia as primeiras datas da digressão 2017. Torres Vedras (14 de Janeiro), Évora (25 de Fevereiro), Sintra (4 de Março), Olhão (17 de Março) e Seixal (29 de Abril) são os primeiros palcos confirmados pelo cantor que em 2016 se habituou a plateias generosas e salas cheias.

DSC_0261 (Cópia).jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

A voz sempre no lugar certo e um controlo absoluto e irrepreensível sobre a mesma, associado ao magnetismo com que cativa as pessoas em palco, têm-lhe valido as melhores críticas por parte da imprensa especializada, de colegas de profissão e, mais importante que tudo, do juiz final: o público.

"Excuse Me”, lançado em Março passado pela Valentim de Carvalho, é o disco de estreia de Salvador Sobral e representa todo um universo de canções compostas pelo próprio em colaboração com o talentoso compositor venezuelano Leonardo Aldrey. O jazz, a música brasileira e as sonoridades da américa latina em que mergulha para se inspirar, são também fortes influências na narrativa do disco, que oferece versões reinventadas de standards como "Autumn in New York" ou de preciosidades da música brasileira como "Nem Eu" de Dorival Caymmi, apresentado recentemente como segundo single do disco.

Grande Concerto de apoio a Estudantes Sírios

O Grande Concerto de apoio a Estudantes Sírios é uma iniciativa solidária com o programa de emergência de acolhimento de estudantes da Global Platform for Syrians Students, causa patrocinada pelo Dr. Jorge Sampaio, antigo Presidente da República Portuguesa, há vários anos.

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As Danças Plovtsianas, de Alexander Borodin, e a sinfonia “À Patria”, de José Vianna da Motta vão contribuir para que a esperança no futuro renasça e mais luzes se acendam nas vidas atormentadas de tantas famílias sírias.

 

"Quando soube que vinha estudar para Portugal, nem queria acreditar, foi como num sonho. De repetente, para mim e para a minha família inteira, foi como se uma luz ao fundo do túnel tivesse começado a brilhar. E aos pouco começámos a acreditar de novo no nosso futuro" (estudante síria)

 

Casa da Música (Porto)

14 de janeiro 2017 | 18.00h

Patrícia Costa apresenta “Fados” na Casa das Artes

Patrícia Costa é uma fadista de referência desta nova geração, famalicense a viver atualmente no Porto, onde atua diariamente. Assume-se como uma fadista tradicional, e o seu novo disco, "Fados", reflete exatamente essa influência estética.

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Assente no Fado mais puro, numas vezes recriando grandes clássicos (como "Novo Fado da Severa" ou "Povo que lavas no rio", para citar exemplos), noutras revestindo as melodias antigas com novos poemas, no seu repertório encontramos também fados novos - cujo carácter, tão marcado, nos faz sentir que já os conhecíamos há muito tempo -, e ainda uma paixão de berço desta natural do Minho: o folclore. Neste novo trabalho, somos ainda presenteados com dois belíssimos temas originais dedicados ao Porto, sendo de destacar aquele que é uma carta de amor a um dos recantos mais bucólicos dessa cidade: a Cantareira.

 

Em concerto, somos transportados para o universo mais fiel e tradicional do Fado. Sobriedade, estilo, genuinidade, rigor musical e, acima de tudo, muita emoção, serão a marca que ficará em todos os que ouvirem estes "Fados". Patrícia é acompanhada por Samuel Cabral (na guitarra portuguesa), Paulo Faria de Carvalho (viola de fado) e Sérgio Marques (baixo acústico), músicos que há anos a acompanham tanto em estúdio como ao vivo.

Para uma noite tão especial no palco da Casa das Artes, sua terra natal, Patrícia Costa conta com a participação de vários artistas convidados: Prof. Cristina Moreira da Silva (flauta transversal), Prof. Acácio Salero (bateria e percussão) e o Grupo de Folclore Rusga de Joane.

 

Casa das Artes (Famalicão)

13 de Janeiro 2017 | 21.30h

Os Clã revelam o "fantasminha" do teatro na nova produção do TNSJ

É hoje, 5 de janeiro, pelas 21h00, que se estreia a nova produção do Teatro Nacional São João (TNSJ). “”, em cena até 29 de janeiro no Teatro Carlos Alberto (TeCA), é um musical infanto/juvenil dirigido a miúdos e graúdos e parte de um convite de Nuno Carinhas, diretor artístico do TNSJ, que assume igualmente a encenação, figurinos e cenografia do espetáculo, aos Clã. A banda, liderada por Manuela Azevedo, além de interpretar as canções concebidas a partir do libreto de Regina Guimarães, também participa na interpretação, juntamente com os atores Pedro Frias, Maria Quintelas e João Monteiro.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

” guia-nos pela história de Sabina (Maria Quintelas), uma rapariga que sonha ser cantora desde criança, mas que se vê acometida por uma crise de desesperança. Sara (Manuela Azevedo), a sua irmã e estrela ‘Rock’, e Calu (Pedro Frias), o diretor de cena do Teatro onde a acção se desenrola, tentam convencê-la a perseguir a sua “quimera mais querida”, mas, durante os ensaios, Luca (João Monteiro) começa a pregar partidas a Sabina…. Deixando-a cada vez mais assustada. Ora caem chapéus da tela, ora ouvem-se gargalhadas, ora aparecem barcos e aviões de papel feitos a partir de partituras… etc…

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photo: Paulo Homem de Melo 

 

Em declarações, Nuno Carinhas refere que “tinha vontade de trabalhar com os Clã à muito tempo. Há 7 anos os Clã deram um concerto na apresentação da programação do Teatro e desde essa altura existiam alguns ‘afectos’, mas nunca tinha conseguido trabalhar com eles… agora achei que era o momento ideal pois tinha gostado muito do disco voador, e resolvi desafia-los para isto, exactamente à um ano atrás no natal.” Questionado se tinha sido fácil trabalhar com uma banda, Nuno Carinhas acrescenta “são super disciplinados, e têm os seus hábitos de trabalho e são muito atinados, pessoas com muita experiência…” Questionado sobre a experiência em palco de Manuela Azevedo, “Manuela é uma atriz, eu sempre achei isso, tem uma capacidade imensa de encarnar personagens, dar-se fisicamente, muito expressiva e tem sido um prazer trabalhar com ela…”

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photo: Paulo Homem de Melo 

 

Para Manuela Azevedo… “é mais uma aventura…e aventura é mesmo o nome certo pois estamos a pisar em territórios novos para os Clã, esta ‘coisa’ de fazer teatro mete sempre muito respeito… felizmente temos um elenco maravilhoso e generoso que nos tem ajudado muito, principalmente a manter os tempos e não fazer má figura…” reconhece ainda que ser actor “é uma arte difícil e não vamos sair daqui a ser atores, prefiro como é lógico cantar” Manuela Azevedo espera “que saiam daqui muitos fãs de teatro, pois acho que não estamos aqui apenas para conquistar os mais novos, mas é importante trazer gente de todas as idades ao teatro

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photo: Paulo Homem de Melo 

 

Com canções dos Clã, guião de Regina Guimarães e encenação de Nuno Carinhas, a nova produção do TNSJ é um espetáculo dedicado aos supernovos, mas que não causa urticária nem mortal aborrecimento a pais, parentes, educadores, vizinhos, padrinhos, madrinhas e demais companheiros. Brincando com os nossos medos do escuro e as nossas descobertas de luz, “” vai literalmente pôr-nos a “cantar, escrever palavras no ar, inventar frases de vento, moradas de pensamento”.

 

Teatro Carlos Alberto (Porto)

5 a 29 Janeiro 2017

The Poppers novo disco chega às lojas no final de Janeiro

"Lucifer” é o nome do novo disco dos The Poppers e estará nas lojas no final do mês de Janeiro. Gravado nos Blacksheep Studios e produzido por The Legendary Tigerman, o registo marca o regresso às edições do colectivo dos Olivais e é a prova viva de que o Rock N’ Roll é a religião que mais fé deposita nos seus apóstolos. O tema single, "In The Morning", já roda nas rádios nacionais desde Junho do ano passado.

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"Lucifer” será editado com o selo Discos Tigre e Blitz Records, e distribuição Sony Music. O artwork, é da responsabilidade de Tó Trips e tem por base uma fotografia de Kid Richards. Rock’n’roll não passa de moda, não entra em desuso e muito menos morre. Os The Poppers são a prova disso mesmo, agarrando na herança de um dos mais transversais géneros da música e transformando-a em provocação, intensidade e atitude. E sim é de palco que se fala aqui, esse que é terra natal para o quadrado composto por Rai, Bonés, Kid e Bruno. E sim também é sobre memórias que escrevemos: de vermos os The Poppers partilharem o palco com público e convidados especiais, de nos deixarmos arrebatar pela força da imprevisibilidade, e percebermos que a espontaneidade não é antónimo de perfeccionismo.

A história do novo disco começa em Londres, num dos mais referenciais estúdios da cidade, e na vontade da banda construir um disco que os catapultasse para outro universo. “Fomos para Londres com a esperança de gravar um disco com uma sonoridade diferente, não existiam ilusões, só a urgência de sair da nossa zona de conforto, trazer um disco que nos orgulhássemos. Viver uma experiência enquanto banda. Testar outros caminhos.“, esclarece Rai. “Foram dias intensos de gravação que se desencontraram com o resultado final. Começámos a receber as misturas e nada soava ao que tínhamos imaginado, tentámos várias abordagens na mistura, mas simplesmente não funcionou. Tivemos que tomar a difícil decisão de não editar o disco porque em momento algum iremos editar algo com o qual não estejamos confortáveis. A música é um retrato do que somos, do que sentimos e quando não há ligação emocional com os resultados, não faz sentido avançar “, acrescenta ainda.

 

Parar, respirar e recomeçar foi o caminho necessário escolhido pela banda até o encontro inevitável com Paulo Furtado que desde o primeiro dia assumiu a produção e incendiou o motor criativo de Rai e seu pares. Acabada a sessão de gravação ficou um enorme sentido de missão cumprida. O palco vai voltar a ouvir os The Poppers, num regresso que se faz com disco novo, declaradamente o melhor da banda, onde coração e tripas se misturam com elegância e pujança. O concerto de apresentação acontece no Musicbox a 28 de Janeiro.

 

Rita Redshoes recria ambiente cinematográfico de "Her" em salas emblemáticas de Lisboa e Porto

A digressão de apresentação de "Her", o quarto álbum de estúdio da cantora, compositora, letrista e multi-instrumentista Rita Redshoes teve início após o lançamento do álbum a 11 de Novembro de 2016 e regressa à estrada em 2017, com passagem garantida pelas duas principais cidades do país: no Porto, a 22 de Fevereiro, na Casa da Música e no dia seguinte em Lisboa no Teatro Tivoli BBVA.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Depois dos concertos em Aveiro, Póvoa de Varzim, Alcobaça e Vila Real, Rita Redshoes continua a mostrar com "Her" que tem uma palavra a dizer sobre o mundo e a sua actualidade, ao mesmo tempo que revela toda a elegância clássica que atravessa as canções de "Her". Ao vivo conta, pela primeira vez, com um quarteto de cordas, com dois violinos, viola e violoncelo, e com Nuno Lucas, no baixo, e Rui Freire, na bateria, dois músicos que habitualmente a acompanham ao vivo. Em "Her", Rita Redshoes recria a grandiosidade de ambientes cinematográficos para nos envolver nas suas histórias, tendo por cenário os arranjos de cordas de Knox Chandler (que já colaborou com REM, Depeche Mode, Marianne Faithful, The Psychedelic Furs, Siouxsie and the Banshees ou Cyndi Lauper). Arrisca como nunca, ao deixar emergir os seus conflitos interiores, de forma subtil mas intensa, ao interpretar pela primeira vez três temas na sua língua materna e ao tocar mais instrumentos do que nos seus anteriores álbuns: piano, teclados, omnichord e guitarra acústica.

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photo: Paulo Homem de Melo 

 

Gravado em Berlin, nos Riverside Studios, "Her" contou com a produção do australiano Victor Van Vugt, um dos produtores mais conceituados do mundo e colaborador de nomes como Nick Cave, Beth Orton, PJ Harvey ou Depeche Mode, referências para Rita Redshoes.

 

Casa da Música (Porto)

22 Fevereiro 2017 | 21h30

 

Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

23 Fevereiro 2017 | 21h30

 

Beja vai ter Museu da Banda Desenhada…

É difícil falar de Beja sem referir a relação que a cidade tem com Banda Desenhada. A existência da Bedeteca e do Festival Internacional de BD, reconhecido um pouco por toda a Europa, fazem de Beja um dos principais centros de difusores desta arte em Portugal.

Cartaz curto

Ciente desse rico património, o Município de Beja decidiu apostar na criação de um equipamento que confirme a vocação da cidade neste domínio. Um equipamento que permita fazer um percurso pela História da Banda Desenhada Portuguesa, de 1850 até à atualidade, tendo ao dispor dos visitantes várias obras originais e uma forte componente multimédia, promovendo desta forma a banda desenhada entre todos os públicos. O Museu de Banda Desenhada terá também ao dispor dos utentes vários ateliês, espaços de trabalho e galerias de exposições temporárias, entre outras valências.

A criação deste equipamento, que acolherá a Bedeteca de Beja, integra a estratégia de promoção, dinamização e valorização económica do Centro Histórico de Beja, pelo que o mesmo será instalado num edifício do município, situado em pleno Centro Histórico.

Rádio MEO Music transmite Martin Garrix Radio Show

Depois de ter garantido a sua presença no MEO Sudoeste, o melhor DJ do Mundo chega dia 8 de janeiro à Rádio MEO Music com um programa especial. Diretamente das maiores pistas de dança e dos melhores Festivais de música do mundo para a Rádio MEO Music: Martin Garrix. Todas as semanas no ar, na madrugada de sábado para domingo à meia-noite, o Martin Garrix Radio Show vai trazer as melhores novidades da EDM mundial, novas trilhas e remisturas produzidas pelo próprio. Repete de segunda para terça, também à meia-noite. Para ouvir em 100.08 em Lisboa, 102.7 no Porto.

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Com apenas 20 anos o DJ holandês chegou ao primeiro lugar da conceituada DJ Mag em 2016. Martijn Gerard Garritsen nasceu a 14 de maio de 1996 e o seu interesse pela EDM começou aos 8 anos depois de ver a Tiësto nos Jogos Olímpicos de Atenas, em 2004. Começou por pequenas festas, mas rapidamente deu nas vistas, e em 2012 assinou com a Spinnin' Records. É sob a chancela desta editora que grava “Animals”, tema que em 2013 o catapulta definitivamente para a fama, chegando à dupla platina nos EUA. Se já tinha dado nas vistas com “Error 404” e “Wizard” é com “Animals” que chega aos tops mundiais.

 

Em 2015 editou com UsherDon’t Look Down” e com o seu mentor Tiësto o hit “The Only Way Is Up”, e mais recentemente "In the Name of Love" com Bebe Rexha. Martin Garrix é presença garantida nas melhores cabines do planeta, como o Ultra Music Festival ou o Tomorrowland. Martin Garrix estreou-se na lista dos 100 melhores DJs do mundo em 2013 na posição 40, o sucesso nos anos seguintes o levou ao 4º e 3º lugares em 2014 e 2015, respectivamente. Em 2016 chegou ao nº1, tornando-se no DJ mais jovem a conseguir o feito, com apenas 20 anos de idade.

Eurosonic 2017 arranca dia 11 de Janeiro…

O Eurosonic Noordeslag 2017, maior showcase festival e feira profissional de música da Europa, tem início já na próxima semana. Acontece de 11 a 14 de janeiro em Groningen, norte da Holanda, e, nesta edição, tem como país de destaque (country focus) Portugal. Todos os anos, o país de destaque é diferente de forma a dar a conhecer a diversidade de talento musical existente na Europa.

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WHY Portugal, a plataforma de internacionalização da música portuguesa responsável pelo acompanhamento de toda a missão de internacionalização de 23 artistas nacionais e de uma comitiva alargada de profissionais da indústria da música portuguesa no Eurosonic Noorderslag 2017, organiza, também, um evento de celebração a Portugal como forma de receção do contry focus em Groningen.

 

Esta ação pretende dar a conhecer aos mais de 4.500 profissionais registados no Festival os delegados e artistas portugueses que fazem parte da comitiva de 2017, ano de foco em Portugal e na música feita no nosso país. O evento de celebração à cultura portuguesa está agendado para quinta-feira, dia 12 de janeiro, pelas 17H30 no Stadsschouwburg.

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O evento Portugal Reception tem como mote "há algo para todos na nova música portuguesa" e pretende demonstrar a variedade de estilos e talento que existe no Portugal contemporâneo. Assim, durante o evento, onde os convidados poderão falar e trocar impressões com mais de 50 delegados portugueses, a música estará a cargo do melhor que a indústria da música nacional tem para oferecer: desde novos talentos como a cantora e compositora Emmy Curl, passando por artistas mais experientes como The Gift, e terminando com o hip-hop/eletrónica de DJ Ride com Stereossauro, dupla mais conhecida por Beatbombers e campeões do mundo de scratch. Ainda nesta receção não poderá faltar o fado, aqui na voz de Gisela João, que abre o programa oficial de showcases Eurosonic no dia 12 após a Portugal Reception.