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Glam Magazine

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David Bowie…. Sempre!!!

Faz já no próximo dia 10 de janeiro, 1 ano que morreu David Bowie. No dia 8 de Janeiro deste ano o músico britânico faria igualmente 70 anos. São duas razões mais do que suficientes para celebrar e manter viva a estrela da música, uma das maiores celebridades da cultura popular!

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Este fim de semana em Lisboa acontecem duas homenagens ao “rei camaleão”… uma festa por um lado e conversas, música e excertos de filmes por outro. No dia 8 no CCB, David Fonseca apresenta ao vivo versões de Bowie e Nuno Galopim modera uma conversa com João Lopes, Xana e David Ferreira

 

Festa Bowie’s” Birthday no Roterdão Club

7 de Janeiro 2017 | 22.30h

 

Música conversada - Bowie: 70, no pequeno auditório do CCB

8 de Janeiro 2017 | 17.00h

De Paris para o NOS Alive 2017…. Phoenix

Phoenix são a mais recente confirmação para a 11.ª edição do NOS Alive. O ano de 2017 marca o regresso da banda parisiense aos palcos, depois da digressão do último disco “Bankrupt!” em 2014. A banda atua no Palco NOS dia 6 de julho, no mesmo dia dos já anunciados The Weeknd, The xx, alt-J e Ryan Adams.

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photo: Pascal Textiera

 

Phoenix são hoje um dos maiores contributos franceses para a música moderna, juntamente com os Air e Daft Punk. As suas atuações ao vivo são marcadas por uma energia única, que percorrem alguns dos maiores hits que, para muitos, são a maior banda sonora dos últimos quinze anos.

Christian Mazzalai, Deck d’Arcy, Laurent Brancowitz e Thomas Mars juntaram-se em 1995, tendo formado os Phoenix em 1999. Com 5 discos de originais editados, 2 ao vivo e 1 de remixes, foi o lançamento de "Wolfgang Amadeus Phoenix" em 2009 que trouxe o reconhecimento mundial e um GRAMMY de "Melhor Álbum de Música Alternativa", transformando a banda de culto indie num dos maiores nomes da cena atual. No dia seguinte a banda francesa passa pelo festival Bilbao BBK Live 2017, atuando no dia 8 de Julho em Château De Beauregard como primeira parte do concerto dos Placebo.

“My Scars and Stories” o novo album dos The Oafs

Surgem em 2013 em Vila Franca, Viana do Castelo, como resultado de uma combinação de diversos gostos musicais entre os vários membros da banda. Assumem-se claramente como uma banda que assenta a sua música no Indie/Folk, numa fusão única de 4 vozes e instrumentos como o clarinete, percussão, baixo e guitarra.

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Oaf” caracteriza uma pessoa desajeitada. Assumindo esta descrição o grupo pretende apelar à face mais descontraída de cada pessoa, a face que permite que esta se liberte e aproveite a sua música que apresentam. E tem sido longa a aventura de levar a sua música com passagens marcantes no Festival Folk Celta em Ponte da Barca ou no Agitágueda onde conquistaram um publico de uma forma descontraída.

Em finais de 2016 surge o álbum “My Scars and Stories”, onde, segundo os elementos dos The Oafs revelam, “contamos histórias e expomos as marcas, boas e más, que nos constroem como pessoas. Contamos desabafos que nos saem da alma, nos acordam de noite e nos obrigam a escrever”.

 

Eva Gomes (voz, guitarra e percussão), João Dias (guitarra e vozes), Afonso Carvalho (clarinete, percussão, vozes) e Raul Carvalho (baixo e vozes) são os elementos de uma banda que já conquistou o seu lugar no espaço folk nacional.

Fado Lelé apresentam… "Casa Portuguesa"

Os Fado Lelé são uma banda de música popular urbana com fortes raizes lusófonas. As suas melodias são inspiradas no fado dito castiço e vestidas a seu próprio gosto com as sonoridades peculiares do ukulele e bandolim. Gostam de muitos ritmos do mundo, de preferência os mais dançantes, e como tal o jazz manouche, o afro, o reggae, o samba e até mesmo o rockabilly ou o deltablues são convidados de honra nos arranjos musicais e concertos. São oriundos de Lisboa e formaram-se em 2011.

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Após várias mudanças na sua formação e alguns concertos realizados gravaram em 2014 a demo “A Tendinha” (versão renovada de um clássico de Hermínia Silva) que tocou em várias radios e cujo video caseiro chegou a primeiro lugar no Top de videos da plataforma Ethnocloud.

Em 2016 editam dois singles: "Amor Limão" e "Uma Casa Portuguesa". Este último é seleccionado para a banda sonora de "Amor Maior", da SIC. O verão é preenchido com concertos e a preparação do álbum de estreia.

2017 verá o longa-duração de Fado Lelé chegar aos escaparates físicos e digitais e tem o título provisório de "Fado Lelé, Portugal sabe o que é!". Conta com a produção de Miguel Castro. O recente e prematuro desaparecimento do baterista de Fado Lelé - José Barba - e a preenchida agenda de concertos ditaram o adiamento da edição para o ano que agora se inicia.

 

Manu Teixeira (bateria) é o novo elemento de Fado Lelé, acompanhando Ana Castelo (voz), Miguel Castro (ukulele barítono) e Filipe Silva (bandolim e trompete). O baixo é assegurado pelo convidado e amigo Luciano Barros.

“Dream Machine”… o regresso dos Tokio Hotel

Depois de terem vendido mais de 7 milhões de discos em todo o mundo e de terem conquistado uma fiel legião de fãs no nosso país, a banda alemã Tokio Hotel está de regresso com o seu novo álbum, “Dream Machine”, com data de lançamento a 3 de Março.

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O primeiro single deste novo álbum chama-se “What If” e chega agora às rádios. Os Tokio Hotel passaram pela terceira vez por Portugal em 2010, onde arrasaram, com um espetáculo no Meo Arena.