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Glam Magazine

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You Can’t Win, Charlie Brown apresentam “Marrow” no Theatro Circo

A noite de sábado de dia 21 de janeiro em Braga está há muito reservada para a visita dos You Can’t Win, Charlie Brown. A banda oriunda de Lisboa traz o novo disco “Marrow” na bagagem e todas as outras composições criadas até aos dias de hoje, para um dos espetáculos mais aguardados da programação de janeiro do Theatro Circo.

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photo: Vera Marmelo

 

Os You Can’t Win, Charlie Brown são Afonso Cabral, Salvador Menezes, Tomás Sousa, Luís Costa, David Santos (conhecido também pelo seu nome artístico Noiserv) e João Gil. Nasceram em 2009, mas é em 2010, durante a 15ª edição do Festival Termómetro, que os You Can’t Win, Charlie Brown davam os primeiros passos e preparavam o público português para aquilo que se viriam a tornar, um projeto que enche salas por todo o país marcando assim uma geração e públicos do novo milénio.

Em 2012 conseguem fazer parte de um dos festivais norte-americanos mais entusiasmantes, o SXSW (South by Southwest). Passados sete anos, um EP homónimo (editado pela Optimus Discos) e três álbuns (“Chromatic”; “Diffraction/Refraction” e “Marrow”), os You Can’t Win, Charlie Brown chegam ao Theatro Circo para apresentar o mais recente trabalho que lhes valeu os lugares cimeiros em variadíssimas listas de melhores do ano, nomeadamente o melhor disco nacional para a Rádio Radar, terceiro melhor disco para a Antena 3, 5º melhor para a Glam Magazine, entre tantas outras listas.

Por altura da edição de “Marrow”, o mesmo entrou para a liderança do top nacional de discos vendidos, lugar habitualmente tomado por outras sonoridades, revelando assim o potencial da banda lisboeta.

 

Theatro Circo (Braga)

21 de janeiro 2017 | 21.30h

Genes lança hoje novo single... "Inspector Max"

Sem nunca ultrapassar barreiras humanas ou pisar a linha ténue entre a presunção e a reverência, Genes lança hoje, 15 de janeiro 2017 "Inspector Max" como clara forma de protesto em direção a pessoas puderam, sem saber, condicionar o potencial do Luís pela simples idade dele. Usando a sarcasmo e a arrogância como mecanismo de defesa, evitando submissões e usando o comic release como aliado ou vaporizador de palavras.

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"Inspector Max" foi feito em parceria com o Canil Municipal do Montijo, que disponibilizou uma cadela chamada Tostada para aparecer na capa do single e ainda abriu a porta ás suas infra-estruturas para que a capa fosse tirada, de realçar que Genes incentiva a adoção de animais.

Carlos Mendes no Teatro Miguel Franco…

Carlos Mendes, autor, compositor e cantor de temas intemporais como “Festa da Vida”, “Amélia dos Olhos Doces”, “Ruas de Lisboa”, “Alcácer que vier”, ou “Meu Menino Povo”, tem um total de 20 discos gravados, somando duas vitórias no Festival da Canção, em 1968 com “Verão” e em 1972 com “A Festa da Vida”. Participou como autor em vários programas televisivos, tendo sido responsável pela criação e apresentação do talk-show 'Falas Tu ou Falo Eu', destacando-se, também, pela sua atividade no canto lírico, no qual tem vindo a especializar-se enquanto cantor e professor.

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Carlos Mendes apresenta agora um espetáculo intimista para comemoração dos seus 50 anos de carreira. A solo, ao piano, Carlos Mendes convida-nos à partilha sincera de uma vida cheia de histórias, de risos e celebrações que marcaram, inevitavelmente, a história da música popular portuguesa.

A “Festa da Vida” é um espetáculo diferente do habitual, mais próximo do público, onde se canta e se conta, onde se ouvem risos e libertam emoções; onde se brinca com o passado e se sonha com o futuro.

Uma voz. Um piano. Juntos, no grande palco da vida, da alegria e dos afetos.

 

Teatro Miguel Franco (Leiria)

17 de Fevereiro 2017 | 21.30h

“Dior by Christian Dior”…. O livro

“Dior by Christian Dior” é o título do primeiro volume de uma série de sete livros que a editora Assouline dedica à casa de moda francesa Dior, que este ano comemora 70 anos. Cada volume presta homenagem a um diretor criativo: de Christian Dior a Yves Saint Laurent, de John Galliano a Raf Simons, até Maria Grazia Chiuri, atual designer da casa.

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Em 1947, Christian Dior abriu a sua casa de Alta Costura em Paris e revolucionou a moda feminina, conferindo-lhe otimismo e sensualidade. A guerra tinha chegado ao fim e com ela a imagem de "mulher soldado”. No seu lugar surgiu a "mulher-flor" de Christian Dior, com cintura marcada e ancas arredondadas. Apelidada de "New Look", a silhueta ampulheta proposta por Dior começou por causar escândalo, pela quantidade de tecido necessária para a sua confeção, mas tornou-se rapidamente um sucesso e símbolo da década. É aqui que começa “Dior by Christian Dior”, o primeiro volume de uma série de sete livros que conta com a curadoria de Olivier Saillard, diretor do museu Palais Galliera de Paris, um dos mais conhecidos e respeitados historiadores de moda da atualidade.

 

Neste primeiro livro, cruzam-se imagens históricas a preto e branco com novas fotografias dos looks de Christian Dior da autoria de Laziz Hamani, sintetizando visualmente os códigos do ADN Dior. A obra inclui citações do próprio Christian Dior e informações precisas sobre materiais e instituições onde as peças estão conservadas. Oferece uma visão alargada das bases criativas lançadas por Christian Dior, desde o revolucionário “New Look” até à sua última coleção outono/inverno 1957, que serviram de inspiração para os designers que o viriam a suceder na direção criativa da casa Dior.

Ciclo Jazz+351 apresenta Afonso Pais & Rita Maria na Culturgest...

Afonso Pais, referência estabelecida na cena musical nacional, desenvolve desde o início da sua carreira artística um trabalho de composição exploratório das vertentes e possibilidades da música escrita e da improvisação. Viveu em Nova Iorque os primeiros cinco anos da sua vida profissional, período após o qual se estabeleceu em Lisboa. Tendo colaborado com cantautores como Edu Lobo, Ivan Lins, Rui Veloso ou JP Simões, partilhado o palco ou estúdio com cantores como Dee Dee Bridgewater, Camané e António Zambujo, e gravado com nomes maiores da música instrumental como por exemplo Peter Bernstein, Perico Sambeat ou João Paulo Esteves da Silva, Afonso Pais apresenta agora a sua parceria artística com a aclamada cantora Rita Maria, singular intérprete e improvisadora, com o projecto intitulado "Além das Horas".

capa_paraalmdashoras_mini.jpgRita Maria, por seu lado, conta com um percurso musical eclético, fruto do contacto que teve com as mais variadas culturas musicais, as quais encontrou nas temporadas que a levaram aos Estados Unidos, Índia e Ecuador, estando agora de regresso a Portugal. Ao longo dos últimos anos tem trabalhado com Mário Laginha, Carlos Bica, Ziv Ravitz, Elias Meister ou Maria Tejada, para citar alguns nomes, apurando a sua personalidade musical e expressão artística através do instrumento que a acompanha desde sempre: a Voz.

 

Mais do que uma combinação ou cruzamento de estilos musicais, o repertório reflecte uma assimilação, usando o formato de canção, a expressão da palavra cantada em português, abrangendo a improvisação, a unidade e interacção do grupo, sem compromissos de pertença a alguma tipologia musical pré-determinante ou predominante.

 

"Além das Horas" é editado em disco a 4 de Novembro de 2016 pela editora alemã ENJA Records. Nesta colecção de canções Portuguesas, com e sem letra, pontualmente instrumentais, cada composição introduz o seu universo musical sem contudo o delimitar. A narrativa musical leva-nos através das canções, pela voz de Rita Maria segundo o imaginário de Afonso Pais, decorrendo da cumplicidade musical e parceria de longa data que consubstancia esta colaboração artística.

 

Culturgest / Pequeno Auditório (Lisboa)

27 de janeiro 2017 | 21.30h

Second Home Lisboa… Lavradores de Feitoria “instala-se” no novo espaço de coworking

Inaugurado há pouco mais de um mês, o novo espaço de coworking de Lisboa prepara-se para receber mais um inquilino, a Lavradores de Feitoria (LF). O produtor duriense vai levar a alma e a excelência do Douro ao Second Home Lisboa, aquele que é o núcleo da criatividade do momento. A estada é de apenas um dia e acontece na próxima quinta-feira, 19 de Janeiro.

Mesa com gama LdF

Numa prova comentada e em ambiente descontraído, os “insiders” do Second Home Lisboa vão ficar a conhecer a versatilidade e o potencial dos vinhos da Lavradores de Feitoria, bem como o trabalho que há 16 anos têm vindo a desenvolver nas três sub-regiões do Douro e nas margens do seu admirável rio. Também a nova identidade da Lavradores de Feitoria será tema de conversa. Passeando pelo portefólio da empresa foram seis os vinhos eleitos, com destaque para o mais recente membro da Lavradores de Feitoria, o ‘Três Bagos Reserva tinto’ (de 2014). Um vinho muito sedutor, cheio de fruta e marcado pela seriedade e equilíbrio entre aromas, cuja segunda colheita acabou de ser lançada e que promete fazer jus às (excelentes) críticas que lhe têm sido tecidas. Com uma excelente relação qualidade/preço é uma proposta que marca pela identidade tão própria dos vinhos do Douro, e que promete não deixar nenhum dos presentes indiferentes.

 

Ainda da marca ‘Três Bagos’, estarão o ‘Três Bagos 2015’ e o ‘Três Bagos Sauvignon Blanc 2015’, dois vinhos brancos de referência e com uma excelente aceitação pelo público. Se o primeiro resulta de um blend tipicamente duriense, o Sauvignon Blanc transporta-nos para as referências vínicas mundiais. Com um perfil internacional, mas com o Douro bem presente, esta é uma proposta monovarietal exuberante e muito frutada. Um vinho com notas tropicais que lhe conferem o equilíbrio necessário. Volumoso, tem um final agradável e persistente tornando ideal para um final de tarde.

 

Porque os olhos também bebem e para alegrar a paleta de cores, não podia faltar um rosé, sendo o ‘Lavradores de Feitoria rosé 2015’, um vinho elegante e com um perfil mais internacional, outra das sugestões. Os residentes do Second Home Lisboa vão também provar e comprovar a qualidade de dois dos vinhos de terroir da Lavradores de Feitoria. O sublime e harmonioso ‘Meruge tinto 2014’, que com o seu perfil internacional se distancia dos vinhos tipicamente durienses, e o Douro em garrafa na pele do ‘Quinta da Costa das Aguaneiras tinto 2013’. Se falamos em vinhos durienses este é certamente um dos melhores exemplos do que a região pode transmitir às suas vinhas. Intenso e de cor profunda, este é um néctar exuberante onde predominam os aromas a fruta madura como a amora ou a ameixa. Rico e cheio é uma sugestão repleta de notas aromáticas e uma acidez bastante equilibrada. Um vinho complexo com uma identidade bem demarcada que pede um momento especial para ser apreciado.