Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

85º Aniversário Rivoli…

Comemora-se o 85º aniversário do Rivoli com uma festa que dura 15 horas e junta 115 participantes através de uma programação non-stop, dando ao público a oportunidade de descobrir novas criações, grande parte delas em estreia e imaginadas por artistas da nossa cidade. Com sete espetáculos (quatro deles para ver em família), quatro concertos, duas instalações, uma exposição e uma festa no final da noite, vamos poder circular livremente pelo Rivoli, percorrendo nove diferentes espaços. Dança, teatro, música e literatura,  as fundamentais áreas artísticas que pontuam toda a programação do Teatro, invadem todos os espaços do Teatro: os auditórios, os foyers, a sala de fumo no 2º piso, o café-concerto do 3º piso, o 5º piso, o sub-palco e até o wc dos homens.

JAN2017_BANNERS_SITE_85

Na manhã de sábado, quatro curtas apresentações compõem um percurso preparado para ser visto em família apresentados por Elisabeth Lambeck, Nuno Preto, Marta Bernardes e a Sonoscopia. No percurso da tarde, António Júlio, Drumming, Joclécio Azevedo e Valter Hugo Mãe tomam lugar, culminando com a inauguração da exposição do investigador e designer Nuno Coelho.

 

5ºCaderno – Ensaio sobre os Arquivos do Rivoli”, é um projeto curatorial que explora a ideia de arquivo expandido, revelando a público alguns dos fragmentos que estão no ADN e entranhas deste Teatro através de uma exposição e de uma publicação. Ao final da tarde Joana Gama, Luís Fernandes e Ricardo Jacinto juntam-se para o concerto “Harmonies”, celebrando os 150 anos do nascimento de Erik Satie, e é Marco da Silva Ferreira que tem as honras de espetáculo da casa no grande auditório Manoel de Oliveira. Depois de se ter tornado mediático ao vencer a primeira edição do concurso televisivo Achas que Sabes Dançar?, o jovem bailarino de Santa Maria da Feira destaca-se na cena da dança contemporânea nacional como coreógrafo, cujo percurso tem sido amadurecido e acompanhado pelo Teatro Municipal do Porto.  O promissor artista estreia a sua nova criação “Brother” que, ao concretizar uma fusão entre o vocabulário ancestral e o contemporâneo da dança, celebra também o tempo presente dos 85 anos do Rivoli.

 

Numa colaboração com a Matéria Prima, o UNDERSTAGE fará ecoar os espaços do teatro, propondo ao público um encontro inusitado entre homem do bombo Tiago Pereira, o Grupo de Percussão de Valhelhas, vindos da Serra da Estrela, e os Sensible Soccers

Os bilhetes são gratuitos e podem ser levantados na bilheteira do Teatro Rivoli no dia 21 a partir das 10h00. Cada espetador pode levantar até 2 bilhetes por percurso/espetáculo, sujeito à lotação do espaço.

As Musicbox Heineken Séries trazem Kero Kero Bonito a Portugal

A primeira Musicbox Heineken Series do ano acontece já no dia 27 de janeiro. A rúbrica mensal dedicada a abrir horizontes ao panorama musical emergente internacional até ao clubbing apresenta, em Janeiro, os ingleses Kero Kero Bonito.

Kero-Kero-Bonito

O trio londrino regressa assim a Lisboa como novo disco "Bonito Generation", lançado nos finais de 2016. Em estreia no Musicbox prometem muito J-pop, Dancehall, Synth Pop e o Video Game Music na pista. Inspirados pelos feed news das redes sociais, mas com uma dose de sátira através da voz doce da vocalista Sarah Midori Perry, que canta e rima em inglês e japonês, a ela juntam-se os beats e sonoridades de Jamie Bulled e Gus Lobban

O clubbing está por conta de Luisa Cativo, mais conhecida por CATXIBI fundadora da crew da Thug Unicorn. Os ‘sets’ esses tem inspiração divina do Tumblr, vagueiam entre Pop, R’n’B, Hip Hop com a dose certa de electrónica.Esta edição de MUSIC HEINEKEN SERIES acontece dia 27 de Janeiro, no Musicbox em Lisboa.

 

Desde 2011, passaram por estas noites nomes como Megafaun, Thundercat, Trophy Wife, Koreless, Fujia & Miyagi, Micro Audio Waves, Moon Duo, Matt Black, Nicola Conte, Nosaj Thing,  Hawk, Hacksaw, Panda Bear, Is Tropical, Jon Hopkins, Cooly G e agora é a vez de Kero Kero Bonito.

 

Musicbox (Lisboa)

27 de Janeiro 2017

"Zowee"… o novo single dos Ditch Days

"Zowee" é o terceiro single retirado do álbum de estreia dos Ditch Days. "Liquid Springs" foi lançado em Setembro de 2016 e dele foram já retirados "Melbourne", o single de estreia, e "Blue Chords".

26201d89-46e8-4f16-bf2e-37000fdb6f41

"Zowee" é o tema que mais espelha a rebeldia da juventude inerente dos Ditch Days. O vídeo reflecte sobre liberdade do caos e da prisão da vida quotidiana. Todos temos dois caminhos que podemos trilhar. Qual vamos escolher?

A banda prepara agora a sua digressão de Inverno que tem inicio em Sta. Maria da Feira e prossegue por Coimbra, São Pedro do Sul, Leiria, Lisboa, Portalegre e Évora.

Fevereiro no CCB…

A pouco mais de 2 semanas no inicio do mês de Fevereiro, já são conhecidos os traços gerais da programa do Centro Cultural de Belém para o segundo mês de 2017.

CCB

A música ocupa como habitualmente um lugar de destaque, e o mês de Fevereiro traz a palco duas propostas muito diferentes mas que marcaram a música Portuguesa no ano de 2016, a saber, Sean Riley & The Slowriders e Cristina Branco. Os primeiros sobem ao palco do pequeno auditório já no dia 4 de Fevereiro, concerto integrado no ciclo CCBEAT.Cristina Branco integra o ciclo “Há fado no cais” e sobe ao palco do grande auditório a 25 de Fevereiro.

O jazz esta igualmente em destaque em Fevereiro com o concerto agendado para o dia 24 de Brad Mehldau Trio, e a música erudita, sempre parte integrante da programação do CCB, toma conta do grande auditório pela partitura da Orquestra Sinfónica Portuguesa com o concerto “Cherubini | Tinoco | Mendelssohn” no dia 19 de Fevereiro.

 

O mês de Fevereiro aposta igualmente na dança, com a apresentação a 22 e 23 de “Rain” de Rosas/Anne Teresa de Keersmaeker no grande auditório. De 24 a 27 fevereiro, o teatro ocupa o pequeno auditório com “Despertar da Primavera, uma Tragédia de Juventude” pelo Teatro Praga.

A finalizar os destaques de Fevereiro, regressa o “Ciclo História da Europa” com Bernardo Vasconcelos e Sousa, Nuno Gonçalo Monteiro e Rui Ramos (a 7, 14, 21 e 28 de Fevereiro) na Sala Sophia de Mello Breyner Andresen.

 

 

 

 

Sean Riley & The Slowriders de regresso aos palcos….

10 meses depois da edição do seu aclamado disco homónimo, Sean Riley & The Slowriders regressam aos palcos de Lisboa em nome próprio no dia 4 de Fevereiro no CCB. De recordar que o álbum de Sean Riley & The Slowriders foi considerado o disco do ano para a Glam Magazine.

557px_e58776e35b83cb5371125

Este espectáculo celebra este mesmo disco, concentrando-se nele, mas inclui uma retrospectiva de carreira, exigida a uma banda que conta já com 4 álbuns de originais.

 

 

Próximos concertos:

4 de Fevereiro de 2017 - CCBeat, CCB (Lisboa)

5 de Fevereiro de 2017 - Cine-Teatro Avenida (Castelo Branco)

11 de Fevereiro 2017 - Casa das Artes (Famalicão)

 

“Filha de Emigrantes”… O novo single de MK Nocivo

Depois de “O Mesmo de Sempre” e “Se Eu Fosse Presidente”, é tempo de conhecermos “Filha de Emigrantes”, o mais recente single extraído do último álbum de MK Nocivo, “Pro Domo - Em Causa Própria”, que reflecte sobre a árdua vida de um emigrante e conta com a participação da cantora Vanessa Martins e produção de L.O.B. O vídeo oficial, lançado no final do ano passado, somou 200 mil visualizações num espaço de duas semanas apenas.

MK Nocivo_promo

Pro Domo – Em Causa Própria”, o novo álbum do rapper brigantino, já se encontra disponível em formato físico e para audição nas principais plataformas de streaming. O interesse de Jorge Rodrigues pelo Hip Hop despertou em 1998, depois de ouvir o clássico "It’s Like That" dos RUN DMC, e a sua primeira paixão foi o graffiti. Mas só em 2004 é que começou a escrever rimas e a produzir. A vontade de evoluir e aprender era enorme, assim como o sonho de possuir um registo em nome próprio. Ao longo dos anos foi criando faixas soltas, organizando uns concertos e juntando dinheiro para o seu primeiro registo a solo – o "Capítulo Obsceno", que saiu em 2007. O dinheiro obtido com esse trabalho deu para comprar algum material e montar um home studio e, a partir daí, editou várias mixtapes que disponibilizou online para download gratuito.

O projeto MK Nocivo nasceu oficialmente em maio de 2004 e o primeiro concerto aconteceu em outubro, no Dia Mundial da Música, no Teatro Municipal de Bragança. Em termos de discografia, conta já com inúmeros trabalhos e colaborações. Além disso, foi vencedor do Rock Rendez Worten 2008 e finalista do concurso de bandas Sumol Summer Fest, em 2014. No ano seguinte sagrou-se vencedor do NOS Live Act, tendo marcado presença no cartaz do festival. “A excepção à regra, a prova que do nada nasce tudo” é como o próprio MK Nocivo se define. Isso mesmo pode ser confirmado agora com a edição do seu novo álbum, “Pro Domo – Em Causa Própria”, antecedido pelos singles “O Mesmo de Sempre” e “Se Eu Fosse Presidente”.

“A Princesa e a Ervilha” na Fábrica das Artes do CCB

A companhia norueguesa Dybwikdans convida crianças e os pais a entrar no belo conto de fadas “A Princesa e a Ervilha”, de Hans Christian Andersen. Nesta versão, o grupo de dança leva-nos numa viagem mágica, na qual as crianças são encorajadas a usar a sua própria imaginação e a sua criatividade. Rodeados por um ambiente estético apelativo, teremos oportunidade para experimentar a arte de uma forma divertida, através do uso de disfarces e da interação

APrincesaEAErvilha_(c)MortenBerentsen

photo: Morten Berentsen

 

Desenvolvimento da ideia: Siri Dybwik

Música: Nils Christian Fossdal

Performers: Gerd Elin Aase e Nils Christian Fossdal

Cenografia: Kit Bjorn Petersen

Adereços: Robert Allsopp

Coprodução: RAS

 

Centro Cultural de Belém / Fábrica das Artes (Lisboa)

21 a 29 de janeiro 2017 | 10h e 11.30h

DJ Nigga Fox apresenta…. “15 Barras”

A Príncipe lança já no próximo dia 30 de Janeiro um novo disco do DJ Nigga Fox, intitulado “15 Barras”.

a2608562692_10

"15 Barras” é uma composição de longa duração que o Nigga Fox criou para uma instalação artística com a Príncipe, fruto de um convite endereçado no ano passado e entretanto não concretizada, por motivos alheios à vontade da editora e do produtor. O tema está agora fixado em vinil 12’’ com a música só em um dos lados, disponível exclusivamente a partir do bandcamp da Príncipe e numa edição limitada a 500 cópias, todas carimbadas à mão pelo Márcio Matos.

 

Entretanto a próxima Noite Príncipe no Musicbox acontece a 21 de Janeiro, contando com DJ Problemas (ao vivo), Bubas Produções, DJ Marfox e DJ NinOo + Puto Anderson + MC K30 no alinhamento da festa

oLUDO anunciam “Abraço”... o novo album

Abraço” é o novo trabalho de oLUDO, um álbum que personifica a encruzilhada entre o rock e o indie pop Português. O single de apresentação, com o nome homónimo do álbum, é uma desventura de ritmo marcado pelo fogo da paixão e da descoberta, com a serenidade da atualidade. O videoclipe é da autoria do estúdio criativo Ferro & Ferreirim.

Tendo “A minha grande Culpa” e “Fica não te vás daqui” como cartão de visita, oLUDO entra assim em 2017 com o seu 4º trabalho de estúdio, com atitude musical desconstruída do inecessário, forjada na pele, no coração e na resiliência.

Print

oLUDO nasceu em 2005 e são uma banda de indie pop rock portuguesa. Da sua formação atual fazem parte 4 dos seus membros fundadores. Davide Anjos, João Baptista, Paulo Ferreirim, Nuno Campos. Em 2009 lançaram o seu primeiro EP “Nascituro” onde se encontram temas como “Ao virar da página” e “A minha grande culpa”, tema que integrou a coletânea Novos Talentos FNAC do mesmo ano.

No ano seguinte, em 2010, são convidados por Henrique Amaro para gravar o segundo EP “Mil Tentações” através da plataforma Optimus Discos. A grande surpresa desta edição foi o tema instrumental “Muzar”, cujo videoclip foi premiado. Ainda em 2010, a convite da Antena3, gravam as sessões 3 Pistas onde recriam 4 temas com uma sonoridade minimalista e crua.

2011 fica marcado pelo lançamento do esperado primeiro álbum da banda “Almirante” de onde se retiram os singles “Fica não te vás daqui” e “Mais vale tarde”. Em 2014 junta-se à banda Luís Leal e dão inicio a um ciclo de concertos, “Latitude 37º”, onde contam com várias participações. Teresa Aleixo, acompanha oLUDO em vários concertos e é convidada para participar no novo trabalho de originais. “Abraço” é o 2º álbum d’oLUDO a ser lançado em Março de 2017 e o single de apresentação tem nome homónimo ao álbum

85º Aniversário Rivoli… “Estórias do pó” de Marta Bernardes

Estórias do pó” é uma experiência-oficina em ambiente cénico, pensada para crianças e famílias, centrada na exploração das muitas ideias de Tempo. A partir de um texto colagem criado pelos participantes, uma plataforma de desenho em tempo real é disponibilizada para que possam, em conjunto, experimentar um pequeno momento de improvisação que inclui a narrativa, o desenho e a composição sonora.

15665546_10211255516324277_8096985250312603824_n

Marta Bernardes licenciou-se em Pintura pela FBAUP em 2006 onde leccionou entre 2010 e 2012. Desde 2005, apresenta-se regularmente ao público tanto com trabalho plástico e audiovisual, como com peças de pendor performativo-teatral, poético e musical. Apresentou obras em Portugal, Espanha, Itália, Tunísia, França, Brasil, Marrocos e Canadá.

 

Textos e Desenhos: Marta Bernardes

Sonoplastia / Música em Tempo Real: Pedro Moura

Duração aprox. 20 min

 

Teatro Rivoli / Café Concerto (Porto)

85º Aniversário Rivoli

21 de Janeiro 2017 | 11.00h

85º Aniversário Rivoli… “Fomos ficando” de Nuno Preto

Eu sou vizinho de mil histórias que, tal como eu, foram ficando… bem perto. Testemunhas e testemunhos de que o meu corpo é bem mais do que uma pedra. Quero que me aprendas e me contes, que me contes como fui ficando. Como fomos ficando… Nuno Preto

evento_img586e45628ebd5

Nuno Preto nasceu em 1981 e formou-se na Escola Artística Soares dos Reis, no curso de cerâmica. É nessa altura membro fundador do grupo de artes circenses, Círculo de Fogo. Tirou o Curso de Teatro na vertente de interpretação na ESMAE. Membro fundador do Mau Artista, onde colaborou como ator, encenador e dramaturgo. Trabalha regularmente como professor convidado na ESMAE e FEUP. Desde 2011 que faz parte da companhia Teatro da Palmilha Dentada, com a qual tem vindo a realizar várias produções como ator.

 

Criação e Interpretação: Nuno Preto

Duração aprox. 20min

 

Teatro Rivoli / Sala de fumo 2º piso (Porto)

85º Aniversário Rivoli

21 de Janeiro 2017 | 11.00h

A estreia de Emma Ruth Rundle em Portugal já em Abril….

Encontramos na folk taciturna de Emma Ruth Rundle uma esperança difusa, talvez até imperceptível ao primeiro contacto, mas resoluta; uma luz ténue que percorre os intervalos de uma neblina de distorção e de uma tempestade de corações quebrados, de sufocos existenciais, de sentimentos de perda e de derrota.

blog2-535x756

É em “Marked for Death”, o mais recente trabalho, que esta luz tímida transparece de forma mais firme na discografia de Emma Ruth Rundle, transformando-o num instrumento de auto-conhecimento e de catarse. Se “Some Heavy Ocean”, o disco de estreia, se apoiava maioritariamente em cândidos lamentos folk, em “Marked for Death” há um adensar da sonoridade, com camadas de guitarra distorcida que sobem à tona para sublinhar a emoção crua e sem artifícios que Rundle comunica nas suas composições.

É para apresentar este novo disco que Emma Ruth Rundle sobe aos palcos portugueses, numa estreia há muito aguardada.

 

Sabotage Club (Lisboa)

20 de Abril 2017

 

Rivoli / Understage (Porto)

21 de Abril 2017

 

Club de Vila Real
22 de Abril 2017

85º Aniversário Rivoli… “Distraído” de Elisabeth Lambeck

Três amigos deslocam-se para a festa do 85º Aniversário… Durante a viagem, perdem a noção do tempo e espaço enquanto se distraem com os seus mundos imaginários, provocados pelas recordações de nascimentos e festas de aniversário. Com o apoio do público, flutuam entre a realidade e a fantasia, mas têm que prestar atenção ao tempo que passa para não chegarem tarde à festa de aniversário.

evento_img586e3f8d41d30

Elisabeth Lambeck trabalha como bailarina profissional desde 2000, logo após concluir o Curso Superior de Dança na Fontys Hogeschen, Tilburg (NL). Desde 2000 trabalhou com Carte Blanche, Dancetheatre of Nurnberg e Conny Janssen Danst, assim como com os coreógrafos Sharon Eyal, Stijn Celis, Jorma Elo, Conny Janssen, Daniela Kurz, Rui Horta e outros. Atualmente, é professora de Dança Contemporânea no Ginasiano Escola de Dança em Gaia e enquanto coreógrafa está a finalizar a sua nova criação "Harmida" para a companhia KALE. 

 

Coreografia: Elisabeth Lambeck

Intérpretes: Diana Vieira, Francisco Pinho, Joana Couto/Liliana Oliveira

Duração aprox.: 20 min

 

Teatro Rivoli / 5º piso (Porto)

85º Aniversário Rivoli

21 de Janeiro 2017 | 11.00h

Mafalda Veiga… Todas as palavras que tocam trinta anos de músicas e canções no Museu FC Porto

Escreve e intervém de forma muito intimista, muito pessoal, com uma relação de afeto com as suas próprias canções e com o público que sempre as tornou, também, “coisa sua”. Assim é Mafalda veiga, que vai ao Museu Futebol Clube do Porto, dia 19 de janeiro, para uma conversa-concerto ímpar, mesmo a calhar com a edição do seu mais recente álbum “Praia”, que se funde, na intensidade da escrita, com a sua “Planície”, de há 30 anos.

Mafalda, uma das grandes referências da música nacional, inaugura a edição de 2017 do Dar Letra à Música, com uma noite de palavras à superfície, tornando-as visíveis, como se fossem pele, capazes de ser tocadas e de tocar, nessa que é a sua arte maior, que é escrever canções. 

Mafalda Veiga - Praia - edicao standart.jpgNo Auditório Fernando sardoeira Pinto, no Museu FC Porto, vão soar temas pop, alternativa, mais tradicional e até fado, que marcaram a vida da cantautora, de outros autores e compositores, em especial sonoridades do seu último álbum “Praia”, composto por 9 temas, que “foram provocados por momentos quotidianos, uns mais leves e outros mais fundos, inspiradas por coisas tão simples como uma conversa entre amigos ou a vida inteira evocada pelo som de um navio a deixar o Porto de Lisboa", diz Mafalda. Estes temas comungam entre si o facto de terem sido escritos num impulso de caminho e de futuro, à procura da força intemporal das coisas boas da vida.

Mafalda Veiga, multifacetada, autora e intérprete, a solo ou lado a lado com nomes como Jorge Palma, Luís Represas, Sara Tavares, Tiago Bettencourt ou João Pedro Pais, teve sempre o rasgo e a humildade de se associar a outros cantores, compositores e produtores como no caso de “Pássaros do Sul” (produzido por Manuel Faria, dos Trovante); “Tatuagem” (Manuel Paulo Felgueiras, da Ala dos Namorados); “Na Alma e na Pele” (produção do ex-baixista dos Silence4) ou “Chão” (produzido em parceria com Miguel Ferreira, dos Clã), entre muitos outros. Mafalda já representou Portugal no Festival Internacional da RTP, na Jugoslávia; recebeu platina pelo seu “Chão”; fez a 1ª parte do Concerto de Suzanne Vega; foi Troféu Nova gente para Melhor Cantor; o seu segundo álbum “Cantar” foi Prémio Antena 1, para Melhor Disco; compôs temas para bandas sonoras de telenovelas em Portugal e no Brasil e chegou a interpretar em produções da Rede Globo.

 

Este 1º Dar Letra à Música do novo ano conta, como sempre, com a moderação, bem-humorada e provocadora da dupla de apresentadores Jorge Oliveira/Tito Couto, numa parceria com a Associação Sótão Paralelo (“Conta-me Histórias”).

NOS Primavera Sound 2017…. Line-up diário já conhecido

Já é possível consultar a programação por dia da sexta edição do NOS Primavera Sound 2017 que acontece entre 8 e 10 de Junho no Parque da Cidade no Porto.

15966053_573081972888055_3845351505469194297_n

O alinhamento pelos 3 dias do festival esta assim distribuido....

8 de Junho 2017: Cigarettes After Sex, Flying Lotus, Grandaddy, Justice, Miguel, Rodrigo Leão & Scott Matthew, Run The Jewels, Samuel Úria

9 de Junho 2017: Angel Olsen, Bon Iver, Cymbals Eat Guitars, First Breathe After Coma, Hamilton Leithauser, Jeremy Jay, Julien Baker, King Gizzard & The Lizard Wizard, Mano Le Tough, Nicolas Jaar, Nikki Lane, Pond, Richie Hawtin, Royal Trux, Skepta, Sleaford Mods, Swans, Teenage Fanclub, Whitney

10 de Junho 2017: Against Me!, Aphex Twin, Bicep, The Black Angels, Death Grips, Elza Soares, Evols, The Growlers, Japandroids, Lady Wray, The Make-Up, Metronomy, Mitski, Núria Graham, Operators, Sampha, Shellac, Tycho, Wand, Weyes Blood

MOMO… “Voá” é editado a 10 de Fevereiro

Tem no seu grupo de fãs nomes como como Patty Smith e David Byrne, gigantes que partilharam a sua música em playlists e murais de facebook, como quem quer fazer chegar um segredo aos amigos mais chegados. A viver em Portugal, em menos de um ano, já conseguiu aumentar esta lista e o boca a boca vai-se espalhando.

voa

Camané é um dos mais recentes fãs confessos. “Para além de amigo do Marcelo, fiquei fã da música do Momo. Passei a ouvir os seus discos em casa e a assistir aos seus concertos. É um excelente letrista, com sensibilidade para retratar o quotidiano, em especial, o de Alfama, onde viveu durante este último ano. É esse bairro – pelo qual o Momo é mais apaixonado do que a maioria dos portugueses – que dá nome à canção que me convidou para cantar com ele”, conta o fadista.

A pouco menos de um mês de ser editado, “Voá”, o novo álbum de Momo, já se encontra em pré-venda e, em contagem decrescente, serão revelados alguns dos temas do disco. O véu começou a ser levantado com “Esse Mar”, a canção que apresentou Momo no mercado nacional e que, a partir de hoje, será entregue a todos os que façam a encomenda do disco no iTunes.

No dia 25 de janeiro ficará disponível “Pensando Nele”, tema escrito em parceria com o escritor e poeta Thiago Camelo. Este é o primeiro single do disco, produzido por Marcelo Camelo, irmão de Thiago, com quem Momo compôs ainda os temas do disco: “Roseiras”, “Alvoreço”, “Esse Mar” e “Meu Menino”, o tema que ficará também disponível com a pré-venda do iTunes, no dia 3 de fevereiro. Em “Voá”, destaque ainda para a parceria com Rita Redshoes no tema “Mimo” e do compositor brasileiro Wado no tema “Nanã”.

 

ProfJam leva Workshop de criatividade e empreendedorismo digital a 36 escolas

"Criatividade e Empreendedorismo Digital" é o tema do workshop que o rapper ProfJam irá apresentar nas escolas por todo o país em parceria com o Moche e o Projeto80 no âmbito do Roadshow Moche DáTudo, que arranca hoje na Escola Secundária José Estevão em Aveiro. Durante nove semanas, o roadshow vai visitar 36 escolas, nos 18 distritos nacionais com sessões de boas práticas de sustentabilidade e estimulo ao empreendedorismo e associativismo destinadas a jovens entre os 13 e os 17 anos.

3af23854-7a92-41d8-9363-2d30430af1a8

Neste, ProfJam irá lançar aos jovens dois desafios: a criação de uma quadra rimática e a sugestão para o nome da sua Tour, e ainda dar um pequeno showcase junto dos alunos.

Consciente e ativo como no seu Rap, ProfJam pretende com este workshop contribuir para a construção do futuro dos jovens de forma sustentável, dando exemplos de como podem traçar o seu caminho através das ferramentas tecnológicas disponíveis nos dias de hoje. O calendário de escolas a visitar no roadshow e outras informações estão disponíveis aqui 

Mimicat…. Novo single chama-Se “Fire”

A cantora e compositora Mimicat acaba de lançar o seu novo single, “Fire”, uma canção que fala sobre auto-confiança e auto-conhecimento. Este tema é sobre sabermos e acreditarmos em quem somos.

Mimicat - Fire - imagem

Nas palavras de Mimicat: “É uma canção muito especial porque fala sobre um ponto de viragem na minha vida e na minha forma de olhar para o que está à minha volta. Espero que inspire e dê força a todas as pessoas que estão a passar por uma situação menos boa, seja com problemas de auto-estima, discriminação sexual, bullying ou outros problemas que infelizmente estão presentes na nossa sociedade.” Mimicat regressa com um registo mais pop, surpreendendo todos com uma imagem e uma atitude forte, cuja principal mensagem é: “Be who you are.”

Mimicat, alter-ego de Marisa é a já apelidada de coqueluche do jazz em Portugal. Cantora e compositora auto-didacta deste muito jovem, passou a adolescência entre escola e estúdios de gravação. Foi vocalista e autora da maioria das letras dos “The Casino Royal”, banda de Pedro Janela, compositor e produtor de Coimbra, e em 2009 licenciou-se em Som e Imagem pela Escola Superior de Artes e Design das Caldas da Rainha. Em 2014 apresentou o seu álbum de estreia, "For you", editado pela Sony Music Portugal, extraindo como primeiro single “Tell me Why”, canção que foi incluída na banda sonora da novela “Jardins Proibidos”.  Autora e compositora de todos os seus temas, deu-nos a conhecer uma voz madura, quente e forte, característica da Soul/Pop, de tradição anglo-saxônica. Em 2015, passou por alguns dos maiores palcos portugueses e  estreou-se nos palcos do Brasil, num dos maiores eventos de São Paulo, “Virada Cultural” tendo sido aclamada pela crítica brasileira e carinhosamente nomeada “ A Amy Winehouse do Tejo” por Jotabê Medeiros. Em 2016 lançou dois singles “Stay Strong” e “Gave Me Love”, num registo Pop, que serão incluídos no segundo álbum de estúdio, a sair este ano de 2017.

Fátima – Milagre ou construção?

Cem anos depois, Patrícia Carvalho questiona Fátima e as intenções por de trás do milagre. A 22 de janeiro, a Ideias de Ler publica “Fátima – Milagre ou construção?”, da jornalista Patrícia Carvalho. O lançamento realiza-se na Fnac do Norteshopping, no Porto, pelas 17:00, e conta com a apresentação do jornalista Manuel Carvalho.

image

Esta obra é fruto de uma investigação baseada nos mais variados documentos da época, incluindo imprensa, publicações, fotografias e depoimentos, que analisam as versões da Igreja, mas também hipóteses nunca comprovadas que foram levantadas pelos jornais da República que à data gritavam “farsa”. Nas páginas deste livro questiona-se se terá sido coincidência a Igreja ter tardado a abrir uma investigação ao caso e que, ainda antes de o fazer, tenha começado a adquirir terrenos e a projetar um santuário. Esta e muitas outras questões são levantadas pela autora que dedicou a sua investigação ao fenómeno religioso que marcou o séc. XX em Portugal e que, ainda hoje, atrai milhões de crentes.

Nas palavras da autora “A história de Fátima, tal como eu a  fiquei a conhecer, é o que irão encontrar nestas páginas, livres do carácter tantas vezes apologético dado às “aparições” por figuras da Igreja ou do ataque e acusações gratuitas que marcaram os primeiros trabalhos jornalísticos da  imprensa  republicana, quando Fátima se começou a impor. A informação que aqui vão encontrar é, julgo, suficientemente rica e clara para que cada um possa tirar as suas próprias conclusões.”

Esta obra leva os leitores a colocar uma incómoda pergunta: “Estarão oscrentes a alimentar uma mentira cuidadosamente planeada?”.