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Glam Magazine

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Jimmy P, Ninja Kore e Valas nos Melhores do Ano da rádio Nova Era

A 20ª edição da entrega dos prémios de música Melhores do Ano da Rádio Nova Era anuncia 3 novos nomes… Jimmy P, Ninja Kore e Valas juntam-se ao cartaz. Falta cada vez menos para dia 1 de abril e para o Pavilhão Rosa Mota voltar a celebrar a música.

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Jimmy P regressa aos Melhores do Ano, um evento que conhece bem e onde tem marcado presença nas últimas edições, onde foi já nomeado e vencedor. Presença obrigatória nesta 20.ª edição. Em 2016, lançou o seu terceiro álbum ”Essência” que inclui o recente single “Entre as Estrelas”, com a participação de Diogo Piçarra e soma já mais de 3 milhões de visualizações no YouTube.

 

Os Ninja Kore são um dos projetos nacionais de música eletrónica com mais edições regulares. Em 2016, lançaram duas remisturas com free download de Led Zeppelin e Infected Mushroom, o EP “Naban Trade” com a participação de duas bandas japonesas e preparam-se para lançar um outro EP com a participação de artistas portugueses como os Blasted Mechanism, Malaba e Young. Querem ainda lançar um novo álbum com edição prevista para o próximo mês de Março, acompanhado de novo espetáculo visual. Material novo para ver e ouvir a 1 de abril, nos Melhores do Ano da Nova Era.

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O ano de 2016 foi importante para Valas, com a edição do álbum “Raízes de Pedra” e o lançamento de “As Coisas (Prod. Lhast)”, o seu primeiro single depois de ter assinado contrato com a Universal Music Portugal. O videoclip de “As Coisas”, realizado por Ricardo Reis, leva já mais de 1 milhão e 600 mil visualizações no VEVO. Para este ano está previsto o lançamento de um novo álbum.

 

Já confirmados:

DVBBS, DJ Bl3nd, April Ivy, Bezegol, Bispo, D.A.M.A., DJ Oder, Jimmy P, Ninka Kore, Piruka, Valas

 

Festival RTP da Canção 2017…

Já foi realizado o sorteio das canções que concorrem às duas semi-finais do Festival RTP da Canção 2017. As semi-finais acontecem a 19 e 26 de fevereiro. A final, para a qual serão apuradas quatro canções em cada semi-final, está marcada para dia 5 de março.

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Primeira semi-final

1 Márcia

2 Samuel Úria

3 Nuno Feist

4 Rita Redshoes

5 Héber Marques

6 Pedro Saraiva

7 Luísa Sobral

8 Nuno Gonçalves

 

Segunda semi-final

1 Tóli César Machado

2 Pedro Silva Martins

3 Jorge Fernando

4 João Pedro Coimbra

5 João Só

6 Celina da Piedade

7 Nuno Figueiredo

8 Noiserv

 

Os intérpretes das canções e os seus títulos serão divulgados, um a um, a cada dia, a partir de hoje, 18 de janeiro.

At The Drive-In confirmados no Vodafone Paredes de Coura

Nome conhecido do pós-hardcore, os At The Drive-In combinam ritmos imprevisíveis numa profundidade musical e originalidade únicas. A banda do Texas lançou um par de EPs antes de “Acrobatic Tenement” (1996), “In/Casino/Out” (1998) e “Relationship of Command” (2000), trabalho que gerou ainda mais hype e influenciou as gerações seguintes, mas não evitou que fosse anunciada uma pausa por tempo indeterminado.

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Depois da separação, em 2001, Bixler e Rodriguez-Lopez formaram os The Mars Volta, enquanto Ward, Hajjar, e Hinojos seguiram com a banda Sparta. Em 2012, para surpresa de todos e alegria dos fãs, a banda voltou às atuações ao vivo, regresso ao qual acrescentaram, este ano, o anúncio de uma nova aventura em estúdio.

Do futuro novo álbum, o primeiro desde 2000, já se conhece “Governed by Contagions”, aperitivo para a atuação do quinteto no Vodafone Paredes de Coura, que marca a estreia da banda em Portugal.

Jamiroquai… nos 20 anos de MEO Sudoeste

O MEO Sudoeste celebra 20 anos em 2017 e a festa é feita com convidados de luxo. Jamiroquai, uma das maiores bandas de funk e soul das últimas décadas, faz questão de regressar à Zambujeira do Mar, dia 5 de agosto no Palco MEO e soprar as velas com os milhares de festivaleiros.

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Com mais de 26 milhões de álbuns vendidos em todo o mundo, detêm o recorde do Guinness com o álbum funk mais vendido de sempre. Para sempre associada a hinos como “You Give Me Something”, “Love Foolosophy”, “Virtual Insanity” ou “Cosmic Girl”, Jamiroquai está de volta em 2017 e fazem as malas para embarcar numa digressão de grandes festivais pela Europa, entre os quais o MEO Sudoeste.

Nome forte da história da música dos anos 90, e sinónimo de soul/funk, a banda de Jay Kay começou por dar que falar no Reino Unido, tendo conquistado rapidamente também o mercado norte-americano com a mistura de ritmos que se constroem entre o acid jazz, a soul e o funk, carregados da energia das pistas de dança dos anos 70. Um estilo que se entranhou primeiro em Londres, com os álbuns “Emergency on Planet Eart” e “The Return of the Space Cowboy”, e que com o aclamado “Travelling Without Moving” pôs os Jamiroquai nos tops dos Estados Unidos, tendo atingido vendas que lhe valeram o estatuto de disco de platina.

O hit “Virtual Insanity” ganhou 4 prémios nos MTV Video Music Awards em 1997, bem como o Grammy para Melhor Canção Pop por Duo ou Grupo. Com o Mundo já a dançar ao ritmo dos Jamiroquai, seguiram-se álbuns como “Synkronized” e “A Funk Odyssey”, que trouxeram mais uma mão cheia de hits, como “Canned Heat”, “Capricorn Day” e “Little L”, canções incontornáveis no repertório da banda liderada por Jay Kay.

Galo Cant'às Duas lançam single "Marcha dos que voam"

Depois do fenómeno quase inexplicável que abalou o rock nacional a norte do país, com Barcelos a fazer as vezes de Laurel Canyon como incubadora dos mais interessantes projectos psicadélicos nacionais, chegou a vez do interior dar cartas. Galo Cant'às Duas é uma ideia de Gonçalo Alegre e Hugo Cardoso, que são de Viseu - e fazem questão de o dizer.

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"Os Anjos Também Cantam" é o primeiro trabalho discográfico do duo, mas nem por isso terá pouca projecção editorial. Lançado pela Blitz Records e distribuído pela prestigiada Sony Music Entertainment, o álbum vem confirmar as esperanças já depositadas nos Galo Cant'Às Duas pelas performances ao vivo já conhecidas que não deixavam grande margem para dúvidas quanto à inegável ousadia e virtuosismo do duo. O carácter improvável e único, quase misterioso, da junção entre os dois músicos se ter dado num encontro artístico isolado da cidade, num local recôndito em Castro Daire, só poderia culminar num som igualmente singular.

Piscam o olho ao pós-rock e ao space rock. Riffs graves são repetidos até penetrarem nos nós cerebrais e finalmente rebentam em clímaxes com tanto de longamente antecipados como de inesperados e surpreendentes. O uso dos loops facilita a que uma outra nuance seja determinante no som dos Galo Cant'Às Duas: a criação de camadas de som, que o tornam intrincado, complexo e multifacetado. Ainda assim, essa repetição assalta-nos de forma inusitada e pouco usual. Ao contrário dos mui aclamados e também nacionais Memória de Peixe, que fazem uso do loop como método de aglomeração de riffs que acabam por culminar numa explosão de guitarras em duelo de espadas, a percussão de Hugo Cardoso e os instrumentos de cordas de Gonçalo Alegre têm no acumular das camadas de som o seu trunfo para moldar a vibe mais atmosférica e cerebral da banda.

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"Os Anjos Também Cantam" é um disco que, intencionalmente ou não, não deixa passar em claro a predilecção pelo cariz sensorial da música criada pelos Galo. É curioso atentar no uso constante do verbo nos títulos: "Os Anjos Também Cantam", "Marcha dos que Voam" e "Respira" deixam bem vincada a intenção dos Galo Cant'Às Duas convidarem o ouvinte a fazer parte da acção do disco. Fazerem deste álbum de estreia uma experiência, uma viagem. Se nos focarmos no aspecto sónico, essa viagem será provavelmente associada a um cariz cósmico, espacial. Em "Respira", por exemplo, os nossos ouvidos são irrompidos por um contrabaixo a fazer lembrar uns saudosos Raindogs, que a juntar ao estado de espírito ambient desta composição nos trazem o momento mais psicadélico e dreamy do disco.

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Contudo, virando os holofotes para um prisma mais conceptual, a viagem que este disco pretende representar pode muito bem ser temporal, do passado ao futuro. Pela "capa", ou neste caso pelo nome do duo, poderíamos ver uma alusão a elementos mais tradicionais, com uma expressão aparentemente tão familiar e quase conservadora como Galo Cant'Às Duas. Mas, abrindo o livro que é este "Os Anjos Também Cantam", ouvimos meia hora de canções que embora não sejam futuristas nas texturas ou no método, conseguem ser inovadoras e imprevisíveis na sua forma e estrutura. E, a espaços, sublimes. Os anjos também cantam, diz o nome do disco. O Galo só sentiu o impulso de o fazer na última canção do álbum. Mas nem necessitava: já há muito estávamos acordados.

 

Texto de Luis Sobrado

Fotografias de Joana Linhares

 

 

 

 

 

Trainspotting 2… Banda sonora lançada a 27 de Janeiro

Onze anos depois do primeiro “Trainspotting”, chega às salas de cinema portuguesas no dia 23 de fevereiro o novo “T2 Trainspotting”, novamente realizado por Danny Boyle e protagonizado pelo elenco original: Ewan McGregor, Ewen Bremmer, Johnny Lee Miller e Robert Carlyle.

A banda sonora deste muito aguardado filme será editada já a 27 de janeiro.

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A banda sonora volta a recuperar o icónico single “Lust for Life”, de Iggy Pop, mas desta vez através de uma remistura feita pelos Prodigy. Os Underworld, cujo “Born Slippy” ficou para sempre na história associado ao primeiro “Trainspotting”, voltam a contribuir para a banda sonora desta sequela com uma nova versão desse tema icónico, “Slow Slippy”, bem como com um original, Eventually But. O disco inclui ainda novos temas de projetos como Young Fathers e High Contrast, ou canções emblemáticas de Frankie Goes to Hollywood (“Relax”), Blondie (“Dreaming”), Queen (“Radio Ga Ga”), RUN-DMC (“It’s Like That”) ou The Clash [“(White Man) In Hammersmith Palais”].

 

T2 Trainspotting” é baseado nos livros “Trainspotting” e “Porno”, de Irvine Welsh, e estreia-se nas salas de cinema portuguesas a 23 de fevereiro.

 

01 “Lust For Life (The Prodigy Remix)” - Iggy Pop

02 “Shotgun Mouthwash” - High Contrast

03 “Silk” - Wolf Alice

04 “Get Up”- Young Fathers

05 “Relax” - Frankie Goes To Hollywood

06 “Eventually But” - Underworld and Ewen Bremner

07 “Only God Knows” - Young Fathers

08 “Dad’s Best Friend” - The Rubberbandits

09 “Dreaming” - Blondie

10 “Radio Ga Ga” - Queen

11 “It’s Like That” - RUN-DMC vs. Jason Nevins

12 “(White Man) In Hammersmith Palais” - The Clash

13 “Rain or Shine” - Young Fathers

14 “Whitest Boy on the Beach” - Fat White Family

15 “Slow Slippy” - Underworld

Riça… Apresentação Do "Bicho Com Mau Gosto" no Plano B

Após o lançamento em Novembro, Riça apresenta o seu EP de estreia “Bicho com mau gosto”, dia 20 de Janeiro no Plano B. A festa começa com dB, produtor de Vila Nova de Gaia e membro dos Conjunto Corona, seguido pelo colectivo valonguense G821.

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Riça irá fechar a noite, acompanhado por Kass e DJ Sir Cyber, num concerto cheio de energia e no qual será apresentado o vídeo de uma das faixas do EP. Neste trabalho, para além de algumas produções suas, Riça conta com as participações de Kass (G821), DJ SirCyber e Lazy (ambos do colectivo Corja Crew), Antiq (Microfome) e Extremista. Lazy foi também responsável pela produção, captação e mistura deste trabalho - masterizado ainda pelo rapper/produtor José ‘Kap’ Poças (Biruta) e entregue à imaginação plástica da Mariana Malhão

 

Plano B (Porto)

20 de Janeiro 2017 | 22.00h

BONS SONS 2017… Mais música para os teus ouvidos

A abrir o ano duas boas notícias. Uma, claro, é a confirmação de mais uma edição do Festival BONS SONS, a ter lugar na mítica aldeia de Cem Soldos, no Concelho de Tomar, entre 11 e 14 de Agosto. A outra é que, apenas até ao final de Fevereiro, o passe de 4 dias custa 25 euros. Entre Março e Agosto o valor será 40 euros, pelo que esta é uma oportunidade única para garantir a presença a preço especial.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Além destas duas boas razões para sorrir, muitas mais haverá quando divulgarmos as actuações nos 8 palcos do festival.

Na senda das nomeações para o Iberian Festival Awards 2017 – Melhor Festival de Média Dimensão, Melhor Alinhamento, Melhor Site para Campismo e Melhor Concerto (Jorge Palma), o BONS SONS não deixará os seus créditos por mãos alheias e, como é tradição, vai apresentar um cartaz em grande, na qualidade e na quantidade. Mais um ano para provar o enorme dinamismo e capacidade de renovação da música portuguesa, naquele que é um local de culto há mais de 10 anos.

 

As bilheteiras abrem já na próxima 5ª feira dia 19, e nós, Glam Magazine, marcamos encontro em Agosto para Viver a Aldeia mais uma vez

Genes anuncia datas para 2017….

Em Dezembro foi considerado pela Time Out Lisboa como uma das promessas nacionais para 2017, isto é suposto ser o prefácio perfeito para todos aqueles que pensaram que este jovem de 19 anos do Montijo não passaria de um mero fogo de vista.

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Com uma ética de trabalho pujante onde já admitiu trabalhar sozinho no agenciamento e promoção de Genes, Luís continua a desafiar clichés e status quo's à medida que desenvolve a sua visão peculiar daquilo que chama rap, um hip hop absolutamente deslocado do mercado convencinal e por vezes impenetrável do rap tuga, um esforço compreendido por poucos mas congratulado por muitos, por fim o primeiro grande triunfo alternativo do género.

 

Contradizendo um bocado o texto, para além de apresentar o seu EP de estreia na Casa Independente ao lado da rapper rebelde Tommy Genesis e no Intendente em Lisboa, toca em no Copenhagen, provavelmente o último sítio do mundo onde encontraríamos Luís D'alva Teixeira propagar música.

A Cachupa Tour cancelada… e a data no Plano B (porto) adiada para Abril.

Mirror People de volta aos palcos….

Mirror People surge no imaginário de Rui Maia, seu mentor, no meio da América durante uma tour com os X-Wife. Um projeto com um universo musical que juntasse influências do “disco-sound” dos anos 70 com sons atuais da música de dança.

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Depois do sucesso do álbum de estreia “Voyager”, um disco com várias colaborações, Rui Maia convidou a banda que o acompanha em palco (Maria do Rosário, João Pascoal e Hugo Azevedo) e o vocalista Jonny Abbey para juntos gravarem o seu sucessor. “Bring The Light” dá o título ao segundo longa duração de Mirror People com edição prevista para 2017.

 

Casa das Artes / Café Concerto (Famalicão)

21 de Janeiro 2017 | 23.30h

Jamiroquai… de regresso aos discos com “#Automaton” e aos palcos

Jamiroquai, sensação global da soul funk eletrónica, acabam de anunciar uma série de datas em festivais internacionais. Garantidos nalguns dos festivais mais procurados do verão, estas atuações serão as primeiras datas da banda em festivais em mais de seis anos, desde que lançaram o seu último álbum, “Rock Dust Star Ligjht”, em 2010. Confirmado está o regresso a Portugal, marcado para 5 de agosto, no MEO Sudoeste.

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Fundados em 1992 pelo vocalista Jay Kay, os pioneiros do “funk futurista” tomaram conta do mundo, afirmando-se como um dos grupos mais bem-sucedidos do planeta. Desde o lançamento do álbum de estreia, “Emergency on Planet Earth”, em 1993, que os Jamiroquai têm revigorado a música pop moderna, ao mesmo tempo que têm aberto caminho como grandes influenciadores de alguns dos artistas mais entusiasmantes dos nossos dias. Com admiradores célebres como Chance the Rapper, Pharrell, Tyler the creator, Jungle, Redman & The Internet, além de atuações históricas ao lado de Stevie Wonder & Diana Ross, os Jamiroquai têm provado ser um dos grupos mais venerados e inovadores do nosso tempo.

Com sete álbuns que já alcançaram o Top 10 de vendas do Reino Unido (e três deles chegaram ao 1.º lugar), vencedores de Grammys, nomeados para os Brits e tendo vendido mais de 26 milhões de álbuns em todo o mundo, os Jamiroquai mantêm o recorde do Guinness com o disco de funk mais vendido de sempre.

The Black Mamba apresentam novo single e vídeo… “I Wanna Be With You”

A menos de uma semana de se estrearem no Coliseu do Porto, com um concerto especial em que contarão com vários convidados, The Black Mamba apresentam novo single. “I Wanna Be With You” é o tema de avanço do terceiro álbum de originais da banda, a ser lançado este ano.

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O tema foi apresentado pela primeira vez num mini-concerto na TVI24, e fará também parte do alinhamento do concerto no Coliseu, dia 21 de Janeiro.

 

Ana Free apresenta video para “California”

Ana Free apresentou o videoclipe para “Califórnia”, single que sucede a “Killing Kind” e a “Say It To Me”, extraídos do último EP “The Weight of The Soul” lançado em 2016.

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Califórnia” é uma canção que se destaca pela história que retrata e pela forma como foi produzida. O produtor, Rodrigo Crespo, pediu que a demo desta canção fosse gravada em estúdio num só take mas como a gravação correu tão bem, acabou por ser usada desta forma e sem edição final. É este pormenor que faz com que a musicalidade do tema “California” se torne tão único – por um lado o facto de ter sido uma gravação espontânea e por outro lado, pela forma como absorve a essência de uma atuação ao vivo.

O video, realizado pelo argentino Mariano Dawidson, foi filmado, ele também, num só take numa roda gigante em Los Angeles. Por um lado, os tons e as cores frias do video marcam uma tendência artística característica do trabalho de Ana Free, por outro lado, o contraste entre o parque de diversões e o visual mais obscuro da artista reflete os conflitos retratados nesta canção.

 

Duquesa regressa aos discos com “Norte Litoral”

Foi na sua terra natal que Nuno Rodrigues atracou para o novo registo de longa-duração enquanto Duquesa, num regresso às paisagens com que cresceu descrito em voz carregada e tonalidades mais negras, sem nunca dispensar a ironia que sempre lhe pautou a expressão. Em “Norte Litoral”, título deste novo registo, Duquesa expõe as suas referências num documento pop de sete capítulos em que se estreia a escrever em português e explora a década de 80 com ganchos pop, arranjos arrebatadores e a produção que 2017 lhe exige.

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Como avanço, e para atestar a sua desenvoltura com a língua de Camões, chega-nos a canção homónima “Norte Litoral”, onde as paisagens do Minho servem de paisagem para amores e desamores agora revisitados. O vídeo, estreado nos canais da Antena 3, é assinado por Miguel Filgueiras, realizador por detrás de “Alto do Minho” e “Rendufe”, vive dos tons pitorescos desse mesmo Norte Litoral minhoto que une Duquesa ao realizador de Viana do Castelo.

Norte Litoral” tem edição prevista para o dia 6 de Fevereiro com selo da Lovers & Lollypops e Cultura FNAC, e apoio da Antena 3.

Filipe Felizardo & The Things Previous… ‘A Conference of Stones and Things Previous – VI’

Quando em entrevista em 2011 Filipe Felizardo referiu um “fascínio por coisas pomposas, extáticas” e no dilema de “criar objectos musicais monumentais, mas que vivem de uma contenção e um trabalho minucioso” ficou desde logo no ar patente uma ambição de fé que viria a informar com toda a causa e substância um fascinante percurso à guitarra. Na altura a conversa recaía em torno do recém lançado “III = 207.8°, bII = ?56.3°”, segundo e último registo do músico lisboeta em torno do drone numa cartografia exploratória que o levaria no ano seguinte a encontrar nos Apalaches, no delta do Mississipi e no deserto do Dead Man do Neil Young ou The Hired Hand do Bruce Langhorne os pontos cardeais para “Guitar Soli for the Moa and the Frog”. Álbum que escancarou com toda a ferocidade e lirismo as premissas que viriam a ser continuamente trabalhadas por Felizardo daí em diante.

FELIZARDO

Tomando o tempo, a repetição e o silêncio como pilares fulcrais para o som, Felizardo enterra os pés nos blues – do Blind Willie Johnson ao Loren Connors, com a sombra tutelar do Fahey sempre em fundo, para daí erguer uma homenagem sentida aos fantasmas que abençoam a sua música, com citações/recriações a Peter Green, José Afonso e ao próprio Fahey em “Volume II – Sede e Morte – Guitar Variations for the Thirsty and the Dead”, antes de se atirar com uma pompa, honestidade e bravura pouco vistas por estes lados ao colossal “Volume IV – The Invading Past and Other Dissolutions” – álbum duplo a encarar o infinito com a segurança dos grandes. Encontrando também em gente tão meritória como Margarida Garcia cúmplices para encontros mais ou menos ad hoc de comunicação simbiótica.

 

Galeria ZDB (Lisboa)

19 de Janeiro 2017 | 22.00h

 

Dulce Pontes lança "Nevoeiro"… primeiro single do álbum "Peregrinação"

Dulce Pontes volta a musicar um poema de Fernando Pessoa como fez em 1996 com "O Infante". Precisamente do livro "Mensagem", publicado em 1934, extrai "Nevoeiro" poema universal, numa composição com um forte ritmo sincopado onde se unem em crescendo piano, concertina, trio de saxofones e percussão.

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A voz de Dulce Pontes é mais “dura” do que o habitual para esta inspirada composição que culmina epicamente com o verso “É a hora”.

 

“Receitas Mês a Mês”… de Luís Saraiva

Ele tem duas grandes paixões… o desporto e, acima de tudo, a gastronomia. Para além de ser treinador de râguebi, o seu maior hobby consiste em andar pelos mercados em busca dos ingredientes mais frescos e cozinhar pratos imaginativos para a família e para os amigos. Licenciado em Economia, Luís Saraiva fez também o curso de Gestão Agrícola, que o sensibilizou para a necessidade de sabermos mais sobre o que comemos – desde a origem e produção dos alimentos às suas propriedades, passando pelas alturas do ano em que os devemos consumir com maior regularidade. Receitas Mês a Mês, o seu primeiro livro, cruza esses seus conhecimentos técnicos com o gosto pela cozinha.

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Dado que os produtos hortícolas e frutícolas têm um ciclo planeado, como podemos tirar o melhor partido dessa sazonalidade nas nossas refeições? Qual o peixe que devemos cozinhar em agosto sem prejudicar os ciclos de vida das espécies? Porque é que o borrego e o cabrito são mais consumidos entre dezembro e abril? Por que razão os bivalves devem ser excluídos da nossa dieta nos meses sem letra «R»...? E já agora: como transformar em 48 receitas deliciosas todo um calendário anual em perfeita harmonia com a Natureza e com tudo o que isso significa de mais frescura, mais sabor, mais autenticidade, mais equilíbrio?

 

Se os produtores planeiam a sua produção anual ajustando a oferta de determinado alimento em dada época do ano, nós, enquanto consumidores, só temos a ganhar se adaptarmos os nossos pratos e as nossas refeições àquilo que se produz e comercializa em cada estação e, no limite, em cada mês. Receitas Mês a Mês é o livro que o vai ajudar a acertar o passo na sua alimentação e na sua cozinha.

 

Edição: A Esfera dos Livros

Lançamento: 20 de Janeiro 2017

Frankie Chavez está de volta com novo single… “My Religion”

Estreia hoje na Antena 3 o novo single de Frankie Chavez, intitulado “My Religion” e que apresenta o novo álbum do músico, “Double or Nothing”, uma prova de fogo onde aposta todo o seu potencial e que chega às lojas no próximo mês de abril. O single fica hoje disponível nas lojas online e plataformas digitais, sendo que o novo vídeo já pode ser visto no canal VEVO do YouTube.

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My Religion” é uma canção que espelha o momento social conturbado que se vive atualmente, refletindo sobre os recentes ataques terroristas. “Escrevi esta canção no dia a seguir aos atentados em Paris e pelo tema da canção lembrei-me imediatamente de convidar o Poli Correia (Sam Alone) para a cantar comigo. Foi o primeiro tema, deste conjunto de canções, produzido em estúdio, numa ótica de trabalho para o disco”, revela o músico.

Frankie Chavez convidou o músico Benjamin para produzir “My Religion”, que acabou por ficar gravada numa só noite, no seu estúdio. “Apesar de encararmos aquilo como uma maqueta, foi essa versão que foi para o disco. Ficou com um imediatismo que já não conseguimos recriar posteriormente em trio. E o espírito que conseguimos naquela noite ditou de alguma forma o caminho do disco”, diz.

My Religion” é a primeira ponta do véu que é revelada do álbum “Double or Nothing”, o muito aguardado sucessor de “Heart & Spine”, editado há três anos

 

A estreia de George Marvinson com “Beni”

George Marvinson é o pseudónimo criado por Tiago Vilhena (baixista dos Savanna) para nos mostrar a sua visão do mundo em forma de canções. "Chill Wild Life" será o nome do álbum de estreia e permitir-nos-á acompanhar George nos seus dilemas, paixões e devaneios sob a forma de letras simples e honestas acompanhadas de uma musicalidade ora divertida ora nostálgica, sempre com um descomprometimento fora do vulgar.

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O disco foi gravado em família no estúdio da pontiaq pela mão do irmão Miguel Vilhena no final de 2016 e será lançado em Março de 2017 também pela pontiaq.

Enquanto esperamos por este primeiro longa duração podemos ouvir o primeiro avanço, o single “Beni” que reflecte a faceta mais sedutora deste George romântico e que pode ser ouvido aqui.

Jaques Morelenbaum CelloSambaTrio… a história do Samba em Lisboa, Coimbra e Estarreja

Figura de proa da música popular brasileira, o instrumentista, violoncelista, arranjador, produtor, compositor e maestro Jaques Morelenbaum regressa a Portugal, no próximo mês de Abril, para nos contar a história do samba.

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Nas três datas agendadas, Teatro Tivoli BBVA, em Lisboa, dia 18, Auditório do Conservatório de Música de Coimbra a 20 e Cine Teatro Estarreja a 21 de Abril, percorre-se reportório que vai de António Carlos Jobim a João Gilberto, passando por Caetano Veloso e Gilberto Gil, entre tantos outros, além de algumas composições originais.

 

Conhecido em todo o mundo pelas suas colaborações com Tom Jobim, Caetano Veloso ou Ryuichi Sakamoto e tendo colaborado também com nomes ligados ao Fado como Mariza ou Carminho (no álbum de versões de Jobim que esta última editou recentemente), Jaques Morelenbaum apresenta-se agora com o seu CelloSambaTrio. Traz um espectáculo que empresta ao samba o sabor intimista da música de câmara, contando com Lula Galvão no violão e Márcio Dhiniz na bateria. Adriana Calcanhotto participa como convidada no concerto do Teatro Tivoli BBVA. 

Saudade do Futuro Futuro da Saudade”, disco de Jaques Morelenbaum CelloSambaTrio, servirá de fio condutor a um espectáculo que enaltece a importância histórica do samba, enquanto soma perfeita da diversidade cultural do Brasil.