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Glam Magazine

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O melhor do Pop-Punk vai até Lisboa em Fevereiro…

Formados em 2010, os nova-iorquinos State Champs têm vindo a deixar a sua marca e são já considerados, por grande parte da crítica, uma das bandas responsáveis pelo renascer de um movimento com caraterísticas tão próprias como o movimento “Pop-Punk”, trazendo à memória álbuns como “Enema Of The State” de Blink 182.

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Para tornar esta data ainda mais especial, o line-up conta com os ingleses As It Is e o português We Bless This Mess, selecionado para a forte representação portuguesa na edição deste ano do festival Eurosonic, na Holanda, sob a orientação do movimento “Why Portugal”. Para este espetáculo, o projeto apresenta-se em formato banda.

Desde “Overslept” (EP, 2012), o seu segundo trabalho discográfico, que State Champs trabalha com a reputada Pure Noise Records e, desde então, fizeram uma série de digressões pelos EUA, entre as quais estiveram ao lado de nomes como New Found Glory ou A Loss For Words. No ano seguinte, compuseram o primeiro álbum, “The Finer Things”, que consta no “Billboard Top 200” (posição #131), tendo sido considerado um dos melhores álbuns do género a nível mundial. 

 

O seu segundo disco, "Around The World and Back", foi trabalhado em conjunto com o aclamado produtor Kyle Black (Paramore, All Time Low). Ao mesmo tempo que vão esgotando salas um pouco por toda a América, tendo já integrado duas edições da Vans Warped Tour (2014 e 2016) e intercalado com uma tour australiana com 5 Seconds Of Summer, é neste auge que State Champs chega pela primeira vez a Portugal, no dia 19 de Fevereiro, no RCA Club, pela mão da Ample Talent.

Half Waif em data única em Vila Real…

O trio formado por Nadine Rose Plunkett, Zack Levine e Adan Carlo editou em Maio de 2016 o seu segundo trabalho “Probable Depths” depois de colocar em circulação vários EP, um deles compartido com Deerhoof, e um disco de debute que já dava pistas sobre as intenções dos norte-americanos.

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O seu novo álbum serviu para definir as linhas mestras de uns Half Waif que nas vozes de Plunkett têm a chave sobre as que assentam as suas composições exemplares. Com Tori Amos como uma das suas principais influências e com muito de Kate Bush, a voz de Nandi Rose retorcesse entre as melodias que toca no seu piano conseguindo atrair toda a nossa atenção. Canções como “Turn Me, Around” (selecionada dentro das melhores cancões para a Pitchfork em 2016) ou “Nest” são claros exemplos do trabalho vocal (ligeiramente processado) e de uma base rítmica potente e eficaz que conduz o discurso.

Distintos meios falam de Art Pop por essa utilização do piano como elemento clássico junto de composições que apenas passam os 3 minutos, outros citam Julia Holter ou o primeiro Sufjan Stevens, e sem dúvida, estamos ante um trabalho excitante e de grande carater, sonhador, que nos prende à primeira e logo permanece com facilidade na memória. Em suma, um disco de pop arriscada com um pé no mundo clássico-moderno que converteu os Half Waif numa das sensações do momento.

 

Club de Vila Real

2 de Fevereiro 2017

Winter Folk Tour…

Juntos para uma tour de Inverno a decorrer durante o mês de Fevereiro, Fast Eddie Nelson (Nelson Oliveira), We Bless This Mess (Nelson Graf Reis) e Tio Rex (Miguel Reis), fazem-se à estrada para duas datas em Portugal e três datas em Espanha. Não é difícil entender o conceito e a energia presente em torno destes concertos. "Do It Ourselves", que significa exatamente "façamos nós mesmos", é o que a Oh Lee Music, sob a bandeira de um The Folk Collective, coloca em prática com a maior das alegrias.

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À semelhança de uma "Revival Tour" (USA) ou de uma "Restless Tour" (PT), os três artistas, num setlist em uníssono, interpretam as canções uns dos outros, sendo que o cantor "líder" é rotativo consoante o tema em causa. Em Setúbal, dia 10 de Fevereiro, The Fellow Man é o convidado especial.

 

Lembre-se que Portugal, o país em foco na edição deste ano do Festival Eurosonic, teve na sua comitiva o artista We Bless This Mess que, por sua vez, convidou o músico Fast Eddie Nelson para subir ao palco na sua atuação do dia 12 de Janeiro. Seja em bares ou em festivais, o espírito colaborativo mantém-se. Estão assim reunidos todos os ingredientes para uma terceira tour coletiva em que se celebra a amizade e a paixão pela música.

ModaLisboa BOUNDLESS 2017

A ModaLisboa apresenta BOUNDLESS, com a apresentação dos desfiles e coleções outono/inverno 17/18 dos nossos criadores. Dias 9, 10, 11 e 12 de março, no CCB. BOUNDLESS surge como um desafio para a forma como queremos continuar a olhar para a Moda em Portugal e no mundo. A Moda como algo que é infinito e interativo, que exige a intervenção de vários atores, e continua a sua ação muito para além da apresentação das coleções e dos desfiles. Uma indústria poderosa que se alimenta de criatividade e movimenta milhões de euros em todo o mundo. Num momento em que cada vez mais se criam muros, divisões e se fomentam fronteiras, em que o ato individual parece prevalecer sobre a criação global e coletiva, a ModaLisboa apresenta BOUNDLESS, a Moda sem limites, sem restrições e sem reservas.

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BOUNDLESS remete-nos para a essência da moda como uma expressão artística de todos e para todos. A Moda, que já era global antes da globalização, recupera a sua identidade e a sua autenticidade, refletindo um mundo que está realmente interligado e que não pode ser limitado por espaços, regras, calendário, geografia ou simples autoria. A Moda é o nosso património comum, a nossa linguagem universal, a nossa partilha emocional. BOUNDLESS é o apelo à participação, à interatividade, à extensão dos modelos e dos géneros. Para que todas as partes façam parte de um todo.

 

ModaLisboa BOUNDLESS FW 17/18

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

9 a 12 de Março 2017

 

A digressão "Her" de Rita Redshoes em 2017

A digressão "Her" de Rita Redshoes segue o seu caminho em 2017.

Rita Redshoes regressa aos palcos para apresentar este trabalho e já tem quase duas dezenas de concertos agendados. Todas as datas podem ser consultadas abaixo e novos espectáculos serão confirmados brevemente.

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photo: Paulo Homem de Melo

Pela primeira vez, a artista leva para a estrada um quarteto de cordas, com dois violinos, viola e violoncelo, ao qual se juntam Nuno Lucas, no baixo, e Rui Freire, na bateria, dois dos músicos que habitualmente acompanham Rita Redshoes ao vivo.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Gravado em Berlim, nos Riverside Studios, “Her” é o quarto LP de Rita Redshoes e tem Victor Van Vugt a liderar a produção – colaborador de Nick Cave, Beth Orton, PJ Harvey ou Depeche Mode. Em "Her", Rita Redshoes envolve-nos nas suas histórias tendo por cenário os arranjos de cordas de Knox Chandler(que já colaborou com REM, Depeche Mode, Marianne Faithful, The Psychedelic Furs, Siouxsie and the Banshees ou Cyndi Lauper). Arrisca como nunca, ao deixar emergir os seus conflitos interiores, de forma subtil mas intensa, ao interpretar pela primeira vez três temas na sua língua materna e ao tocar mais instrumentos do que nos seus anteriores álbuns: piano, teclados, omnichord e guitarra acústica.

 

Digressão “Her”

 

28 Janeiro 2017 - Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

4 Fevereiro 2017 - Teatro Diogo Bernardes, Ponte de Lima

11 Fevereiro 2017 - Cine Teatro Alba, Abergaria-a-Velha

22 Fevereiro 2017 - Casa da Música, Porto

23 Fevereiro 2017 - Teatro Tivoli BBVA, Lisboa

24 Fevereiro 2017 - Cine-Teatro Louletano, Loulé

3 Março 2017 - Theatro Circo de Braga

4 Março 2017 - Cine Teatro Alba (Albergaria-a-Velha)

11 Março 2017 - Teatro Stephens, Marinha Grande

25 Março 2017 - Cine Teatro Avenida, Castelo Branco

1 Abril 2017 - Cine Teatro António Lamoso (Santa Maria da Feira)

8 Abril 2017 -

20 Maio 2017 - Teatro Municipal, Guarda

27 Maio 2017 - Teatro José Lúcio da Silva, Leiria

16 Junho 2017 - Teatro das Figuras, Faro

17 Junho 2017 - Centro de Arte, Ovar

23 Setembro 2017 - Cine Teatro, Estarreja

30 Setembro 2017 - Teatro Micaelense, Ponta Delgada (Açores)

José James está de volta com novo álbum… “Love In A Time of Madness”

José James renasceu como uma das grandes vozes do r&b contemporâneo em “Love in a Time of Madness”, o seu vibrante novo álbum, que será lançado a 24 de fevereiro. O disco fica disponível a partir de hoje em regime de pré-venda com o single “Always There”, que fica imediatamente disponível a quem fizer a reserva do álbum. Mas as novidades não se ficam por aqui… José James também participou como ator no muito aguardado filme “As Cinquenta Sombras Mais Negras”, que estreia já a 9 de fevereiro, além de estar presente na banda sonora com o tema “They Can’t Take That Away From Me”.

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Até para um artista criativamente imparável como James, “Love in a Time of Madness” é algo novo: um disco de r&b repleto de soul, pop eletrónica, beats trap, com ocasionais influências da folk africana, do gospel americano e do funk de Minneapolis. E mesmo que a voz de James não esteja menos ágil nem a sua intuição menos aventurosa, na verdade este é o seu trabalho mais relacionável e sexy até à data, retratando os altos e baixos do amor sem se conter na emoção. “Quero que as pessoas dancem na pista. Podia fazer álbuns de jazz o resto da minha vida, mas quero chegar às pessoas. Tanto gosto de Jamie xx como de Miles Davis”, diz José James.

Love in a Time of Madness” sucede-se ao disco de tributo a Billie Holiday, de 2015, “Yesterday I Had the Blues” e ao álbum rock de 2014, “While You Were Sleeping”. Inicialmente, José James planeou que “Love in a Time of Madness” fosse um álbum duplo. Um seria focado no amor e outro nas turbulências sociais – uma resposta à violência sistémica e, muitas vezes, física de que são alvo os cidadãos norte-americanos não-brancos. Mas à medida que trabalhava no disco “a loucura estava ficar cada vez mais fora de controlo. Os assassinatos continuaram a acontecer, o que se tornou esmagador e deprimente”, lembra o músico. Em vez de se focar na dor, José James decidiu centrar-se na parte do álbum que poderia providenciar algum alento. O que não quer dizer que tudo sejam rosas, uma vez que neste álbum o romance nem sempre é romântico. José James quis contar toda a história do amor.

 

Sonicamente, James inspirou-se nas abordagens modernas à composição pop, podendo-se citar a visão holística de Grimes, o engenho criativo de Kanye West, a imagem personalizada de FKA Twigs, o cruzamento de géneros dos The Internet, o espaço sónico de Bryson Tiller, ou ainda as escolhas desafiantes de Ellie Goulding. Deixou para trás as bandas com que trabalhou nos últimos álbuns e decidiu colaborar com compositores e produtores de topo, como Tario (colaborador de Miguel) e Mikeminds (Pharoahe Monch, Anthony Hamilton). “Está a ressurgir algo que não via desde os anos 1990 ou anos 2000, quando o hip hop, r&b e pop convergiram em formas relativamente entusiasmantes através de nomes como Tribe, Erykah Badu ou D’Angelo”, diz José James. “Existe toda uma nova geração que não tem receio de misturar tudo. O mundo está novamente preparado para este tipo de trabalhos.”

Arcade Fire… “Reflektor Tapes” disponivel a 27 de Janeiro

A 17 de fevereiro o documentário “The Reflektor Tapes”, realizado por Khalil Joseph, e o concerto “Live At Earls Court”, serão lançados em formato digital, sendo que ambos os lançamentos também serão editados em DVD e Blu-ray já a 27 de janeiro.

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The Reflektor Tapes” é um documentário visualmente estonteante e hipnótico sobre o processo criativo do álbum “Reflektor”, de 2013. O documentário foi realizado por Khalil Joseph, que também realizou o filme “Lemonade”, de Beyoncé, além de ser responsável por telediscos de artistas como Kendrick Lamar, FKA Twigs ou Flying Lotus e de já ter sido premiado no Sundance Film Festival.

The Reflektor Tapes” estreou mundialmente em 2015 no Toronto International Film Festival. O filme reúne imagens das sessões de gravação do aclamado disco dos Arcade Fire, atuações ao vivo e registos da estadia do grupo no Haiti, país com o qual têm uma relação já duradoura. O documentário é acompanhado de “Live At Earls Court”, registo do concerto que a banda deu a 6 de junho de 2014 no Earls Court, em Londres, onde não faltaram canções como “Reflektor”, “No Cars Go”, “Rebellion (Lies)”,Neighbourhood #3 (Power Out)”,“The Suburbs”, “Wake Up”, “Afterlife”, “Ready to Start”, entre muitas outras. O concerto integrou a digressão de “Reflektor” e serve de complemento perfeito ao filme que agora é editado.

Boom volta a ser considerado um dos festivais mais sustentáveis do Mundo

O Boom Festival acaba de ser distinguido pela quinta edição consecutiva com o prémio “Outstanding Greener Festival Award“, uma iniciativa internacional que tem como objetivo premiar eventos exemplares para a indústria através das suas práticas de sustentabilidade. A distinção máxima foi atribuída a apenas dois festivais em todo o mundo, sendo o Boom Festival um deles. 

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photo: João Curiti

 

O pioneirismo do Boom Festival é reforçado pela conquista deste prémio, atribuído por um júri que avalia festivais de todo o mundo, tendo em conta aspetos como emissões de CO2, tratamento de águas, saneamento, gestão de resíduos, promoção de transportes públicos, utilização de materiais reutilizáveis, energias renováveis, assim como a promoção destas e outras medidas junto do seu público. Pelo mérito conquistado ao longo dos anos, a organização do Boom Festival foi ainda convidada a integrar o painel de discussão do Green Events & Innovations, que decorrerá no mês de março, em Londres. Esta conferência tem como objetivo discutir a sustentabilidade na indústria musical e de eventos.

 

O programa ambiental que valeu este reconhecimento é muito extenso e engloba desde a obrigatoriedade de todos os restaurantes usarem material biodegradável, passando pela criação de composto com restos de comida, saneamento, energias renováveis, reciclagem de comida, até um programa de revitalização da economia local. Em parceria com a Câmara de Idanha-a-Nova e juntas de freguesia locais, e no âmbito do Programa Recomeçar, o festival empregou 200 pessoas da região na edição de 2016. Entre 11 e 18 de agosto o público, proveniente de 154 países (15% são portugueses), pôde presenciar alguns dos projetos que fizeram o festival ganhar este prémio de mérito: mais árvores, resultantes do processo de reflorestação da Herdade da Granja, com a plantação, desde dezembro de 2015, de 550 novas espécies nativas. Além disso, usufruíram de 348 casas de banho compostáveis e de uma estrutura de apoio aos mais de 71 participantes ciclistas que vieram de várias partes da Europa para o festival de bicicleta – a Boom Bike Village. 

 

Em termos de alimentação, que é um dos focos não apenas da sustentabilidade mas também de saúde pública, o festival é reconhecido pela qualidade na seleção de restaurantes, possibilitando a fornecedores locais vender os seus produtos a espaços vindos de todo o mundo. Em 2016 77% das opções alimentares do festival foram vegetarianas. De realçar ainda as estações de painéis solares que produzem energia para determinadas áreas de trabalho da organização e ajudam na irrigação da Herdade, assim como o sistema inovador usado na filtragem de água.

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photo: João Curiti 

 

Em 2016, a organização do festival disponibilizou ainda 211 autocarros desde Lisboa, Madrid, várias cidades de França e Suíça, que transportaram cerca de 30% do público.

 

Para além das dezenas de projetos com foco na sustentabilidade ambiental, em 2016 o Boom Festival reforçou o seu papel em questões sociais: foram criados projetos de ação social e ambiental na Beira Baixa, encetaram-se esforços para empregar pessoas da região, foram privilegiados os produtos nacionais, locais e, no caso da alimentação, grande foco no biológico. Foram recebidas 44 pessoas com necessidades especiais, 532 crianças e ainda foram realizadas 28 ações de formação entre workshops e filmes sobre temáticas ambientais ou de mudança social. Paralelamente, como promotor cultural sem patrocínios, o Boom Festival apoiou mais uma vez a cultura independente portuguesa, com 70% da programação do palco de world music e 100% do palco de dança a incluírem projetos nacionais.

 

“Há um esforço crescente e uma preocupação da nossa parte para promover a consciencialização através do festival. E este prémio é o resultado de um trabalho árduo desenvolvido por uma equipa constituída por muitas pessoas, de um público fantástico, não esquecendo o apoio logístico que nos tem sido providenciado pelo município de Idanha-a-Nova”, realça Artur Mendes, membro da organização do Boom Festival.

 

Distinguido em 2008, 2010, 2012, 2014 e agora em 2016 com o “Outstanding Greener Festival Award”, o prémio mundial mais importante de eventos sustentáveis, atribuído por “A Greener Festival”, o Boom foi, ainda, a convite da UNEP – United Nations Environment Programme, organismo pertencente à ONU, membro da iniciativa “United Nations Music & Environment Stakeholder Initiative”. Ganhou também o European Festival Award 2010 – Green’n’Clean Festival e o Green Inspiration Award 2012. De salientar que o “O Greener Festival Award é o único prémio desta área onde os seus avaliadores se desalocam ao festival com uma matriz de avaliação extensa e minuciosa.

 

 

 

António Zambujo esgota dois concertos na Gulbenkian

A estreia em Portugal do espectáculo do último álbum de António Zambujo, “Até Pensei Que Fosse Minha”, vai ter uma terceira data na Gulbenkian Música. Assim, para além dos concertos dos dias 1 e 2 de Março, totalmente esgotados, será realizado um terceiro concerto no dia 3 de Março para apresentar ao vivo este álbum, inteiramente composto por temas de Chico Buarque e que em Portugal já atingiu a marca de Platina.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Lançado em Outubro de 2016, o disco apresenta vários clássicos do compositor brasileiro, contando com a participação de Carminho, Roberta Sá e o Trio Madeira Brasil, entre muitos outros músicos de renome. "Valsinha", que Zambujo já tinha por hábito interpretar nos seus concertos, é um dos temas incluídos em Até Pensei Que Fosse Minha.

 

Depois de, em 2012, ter estreado na Gulbenkian Música o repertório do seu álbum Quinto, António Zambujo está agora de regresso para revelar este disco especial na sua carreira. É já antiga a ligação de Zambujo à música brasileira, apresentando com frequência ao Brasil o seu fado muito particular, com um travo a samba e bossa nova. O mundo, aliás, despertaria em definitivo para o músico português depois de Caetano Veloso escrever que "é um jovem cantor de fado (…) que faz pensar em João Gilberto" e "é de arrepiar e fazer chorar"

 

Gulbenkian (Lisboa)

1 a 3 de Março 2017

Bloop comemora 10 Anos… com 10 Festas… em 10 Cidades

É um número redondo este que envolve a história da Bloop Recordings, editora que nasceu com os discos e que, hoje, vai bem para além do infinito que a simboliza.

DSC_0798 (Cópia).jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

“Fechem os olhos…

Contem até 10, estes 10 anos que são vossos. 10 anos de encontros, esperas ansiadas e revelações na pista. 10 anos de amizades que já não se contam pelos dedos, entrelaçados com a dança a mais de mil mãos. 10 anos de festas, as melhores festas, que ficam para a memória à boleia de conceitos, artistas e espaços trabalhados como poucos. 10 anos de vinil, de projecto desenhado, reinventado e fortalecido pela paixão pela música, essa que move pistas e multidões que, hoje, não são um número: são família”.

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10 anos marcam, por isso, um novo caminho para a Bloop. Um ano de pura celebração, com novos artistas, um novo espírito e essa mesma paixão de sempre. Um ano que se inicia com uma tour por 10 cidades, com 10 festas pautadas pela melhor música electrónica.

A próxima festa é já este sábado, dia 21 de Janeiro, em Braga, no Clube del Mar! A Magazino e Kaesar (Bloop) vão juntar-se Miguel Rendeiro e Soundprofile. Sempre das 15h às 22h.  E, depois de 10 festas pelo país fora, já há data marcada para o grande final do aniversário: dia 25 de Março, a Bloop regressa a Lisboa!

The Poppers editam “Peyote” o novo single de “Lúcifer”

"Peyote” é o nome do segundo tema de avanço para "Lucifer", o novo longa duração da banda lisboeta lançado digitalmente na passada sexta-feira, dia 13 de Janeiro. O disco chegará às lojas no final deste mês, tendo concerto de apresentação marcado para 28 de Janeiro, no Musicbox em Lisboa.

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Com a produção a cargo de Paulo Furtado, o disco foi misturado por Guilherme Gonçalves e Masterizado por Nelson Carvalho. Conta ainda com a participação de Filipe Costa (Teclados), Paulo Furtado (Baixo) e Ian Ottaway (texto e voz no tema Modern Wasteland). O novo single pode ser escutado aqui.

 

"Lúcifer” será editado com o selo Discos Tigre e Blitz Records, e distribuição Sony Music. O artwork, é da responsabilidade de Tó Trips e tem por base uma fotografia de Kid Richards.

 

Primeiras datas de Apresentação:

28 de Janeiro 2017 - Musicbox (Lisboa) (23h30)

3 de Fevereiro 2017 - CAE (Portalegre) (23h00)

4 de Fevereiro 2017 - Sociedade Harmonia Eborense – SHE (Évora) (23h00)

"Pagar as Contas"… Slow J de regresso

Slow J está de volta em 2017 para lançar o sucessor "The Free Food Tape". "Pagar as Contas" é o novo single de "The Art of Slowing Down", o primeiro longa duração de um dos mais promissores artistas nacionais e que tem lançamento marcado já para 10 de Março.

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"Pagar as Contas" conta com a participação de Papillon (GROGNation) e de Gson (Wet Bed Gang), que acabam por dar uma "visão" de três perspectivas diferentes sobre um dilema em comum.

O novo tema, como o próprio nome indica, fala sobre a pressão de pagar as contas, tanto as de água, luz ou gás, como as contas do karma, tanto do ponto de vista de um jovem adulto a atingir a independência financeira como da perspectiva de um filho que vê o pai chegar a casa cansado e deprimido anos a fio… Fica a pergunta, será que é assim que a vida deve ser vivida?

Salvador Sobral, Marcia entre os concorrentes do Festival RTP da Canção 2017…

Depois de realizado o sorteio das canções que concorrem às duas semi-finais do Festival RTP da Canção 2017, que acontecem a 19 e 26 de fevereiro,  são agora conhecidos os nomes dos primeiros interpretes para a primeira semi-final.

DSC_0194 (Cópia).jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

São os seguintes os nomes escolhidos pelos compositores da Primeira semi-final:

Márcia, assume a própria interpretação da sua composição, já Samuel Úria escolheu as irmãs Catarina e Margarida Falcão, as Golden Slumbers. A escolha de Nuno Feist recaiu em Fernando Daniel, vencedor do The Voice Portugal. Rita Redshoes escreveu juntamente com o Senhor Vulcão um tema que vai ser defendido por Deolinda Kinzimba.Héber Marques dos HMB escolhei Rui Drumond, que conta já com uma vasta participação em programas de talentos da Televisão. Pedro Saraiva assume a composição para Ana Bloom. A escolha de Luísa Sobral recaiu no irmão Salvador Sobral, uma das grandes revelações do jazz Português. Por último a primeira semi-final fica completa com a escolha de Nuno Gonçalves, Kika Cardoso, mais uma artista que participou em programas de televisão é a escolha do músico Português

 

 

Slayer em Portugal já no mês de Junho…

É certo e sabido que, mesmo no seio de um grupo com interesses em comum, as opiniões tendem a dividir-se quando chega a hora de discutir quais as bandas mais importantes ou definidoras de uma determinada época. Poucos são, no entanto, aqueles que se atrevem a questionar a relevância de um grupo como os Slayer, ou o impacto de discos como “Reign In Blood”, “South Of Heaven” ou “Seasons In The Abyss”, apenas três dos mais aplaudidos num catálogo sem mácula. É exatamente por isso que Araya, King, Hanneman e Lombardo são, há mais de três décadas, os porta-estandartes de tudo o que é hoje o som extremo. Do death ao black metal, são eles a referência maior, uma força unificadora num universo cada vez mais dividido por uma quantidade incontável de géneros e subgéneros. É precisamente esse sentimento de união, transversal a tantos estilos e gerações, que se vai materializar no próximo dia 5 de Junho quando os Slayer, uma das bandas mais consensuais de sempre no espectro da música pesada, subirem ao palco do Coliseu dos Recreios, em Lisboa.

Slayer - 2015

Quando os Slayer editaram o terceiro álbum de estúdio, o influente “Reign In Blood”, a 7 de Outubro de 1986, já tinham gravado outros dois discos muito promissores, mas foi nesse preciso momento que se transformaram na lenda que são hoje. Pelo caminho, influenciaram tudo, ou quase tudo, o que foi feito em termos de música pesada desde então. Uma boa prova disso é que, tanto tempo depois, o álbum de 1986 continua a carregar o mesmo apelo animal que deixou tanta gente de queixo caído na altura em que foi lançado. É claro que, ao longo dos anos, muitos foram os músicos que tentaram recriar o génio e a perfeição contidos naquela contundente coleção de dez temas, mas nunca ninguém conseguiu chegar nem lá perto. E isso não é exatamente estranho; os próprios músicos perceberam rapidamente que nem valia a pena tentarem e, no disco seguinte, o “South Of Heaven”, trataram de colocar um pé no travão. Hoje, oito álbuns depois e já sem os elementos fundadores Jeff Hanneman e Dave Lombardo na formação, são definitivamente uma banda bem diferente, mas há uma coisa que ninguém lhes pode negar – serão, para a eternidade, um dos nomes mais revolucionários, influentes, emblemáticos e resilientes saídos da música extrema.

Dúvidas restassem em relação à sua vitalidade, algo estranho se tivermos em conta o intocável fundo de catálogo da banda, o mais recente registo de estúdio, “Repentless”, editado há dois anos, tratou de desfazê-las. Quando, já após o polémico afastamento do baterista Dave Lombardo na reta final da tour mundial de promoção a “World Painted Blood”, o guitarrista Jeff Hanneman faleceu inesperadamente em Maio de 2013, o futuro dos SLAYER tornou-se subitamente incerto. Valeu-lhes, a eles e à sua vasta e devota base de seguidores, a resiliência do guitarrista Kerry King que, com o baixista/vocalista Tom Araya estoicamente ao seu lado e a preciosa ajuda de Gary Holt na guitarra e Paul Bostaph na bateria, tornaram real o 11º álbum do mítico quarteto californiano. Com o furioso tema-título, “Take Control”, “Cast The First Stone”, “When The Stillness Comes” ou “You Against You” a manterem inalterada a agressividade selvagem que os tornou famosos, os Slayer renasceram como se ainda tivessem algo a provar e, três décadas depois de terem dado os primeiros passos, continuam a afirmar-se como uma das mais distintas e poderosas bandas sobreviventes do boom thrash dos anos 80.

Miguel Araújo anuncia novos concertos para 2017

Miguel Araújo acaba de anunciar algumas datas da sua digressão para 2017. O músico, que se preparar para lançar um novo trabalho dentro de dois meses, tem já concertos marcados em algumas das principais cidades do país.

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Em novembro, Miguel Araújo volta, a solo, aos Coliseus do Porto e de Lisboa, nos dias 4 e 11 respetivamente. Em breve serão anunciados os restantes concertos desta digressão de 2017 bem como outras datas nas maiores salas de espetáculo do país.

Commedia a la Carte – Circus… Primeira grande digressão nacional inicia-se a 28 de Janeiro com sala esgotada

Commedia a la Carte, apresenta Circus em várias cidades do país, naquela que será a maior digressão nacional de sempre deste grupo “phenomenal”, precursor da comédia de improviso em Portugal, há mais de 15 anos.

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A nova tournée dos Commedia a la Carte vai percorrer o país, e a caravana tem paragem marcada no CAE da Figueira da Foz, com sala esgotada, já no próximo dia 28 de Janeiro. O São Mamede CAE, de Guimarães, o Theatro Circo de Braga ou o TAGV, de Coimbra,  são, também,  algumas das salas que recebem Circus, no decorrer desta extensa tour que se estende, pela primeira vez, ao Algarve.

 

Circus esgotou por completo a temporada no Teatro Villaret, em Lisboa e no Teatro Sá Da Bandeira, no Porto, em 2016, ultrapassando os cerca de 25.000 espectadores. Commedia a la Carte - Circus mantém-se em digressão até ao final de Junho, com novas datas a anunciar brevemente, mas Carlos M. Cunha, César Mourão e Ricardo Peres continuam a preparar novos projetos, que serão revelados no segundo trimestre do ano

À Descoberta de José Vianna da Motta…

Num formato de concerto-conferência, o pianista e investigador João Costa Ferreira apresenta obras para piano do compositor português José Vianna da Motta (1868-1948).

A apresentação será organizada em torno de duas temáticas que permitem compreender o essencial da obra para piano do compositor: a influência da cultura alemã e a descoberta da música popular portuguesa.

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Começando com a interpretação de uma peça de fantasia, passando por duas peças “aquosas” e acabando com cinco rapsódias portuguesas, João Costa Ferreira traçará, numa linha cronológica, a evolução da arte de José Vianna da Motta

 

Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

21 de Janeiro 2017 | 21.30h

Revisitar o Porto através das palavras de Germano Silva…

Este sábado, dia 21 de janeiro, às 17:00, a Fnac do Norteshopping recebe Germano Silva para a apresentação do seu mais recente livro “Porto Revisitado”, numa sessão em que a apresentação está a cargo de Amândio Barros.

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Este livro é uma obra especial que, para além da biografia de Germano Silva, da autoria do jornalista Pedro Olavo Simões, reúne as melhores crónicas do autor escolhidas por seis figuras da cidade: Jorge Gabriel, Jorge Nuno Pinto da Costa, Judite de Sousa, Pedro Abrunhosa, Manuel Sobrinho Simões e Sónia Araújo. A essa seleção juntam-se, ainda, três textos inéditos escritos por Germano Silva.

“Sem os seus livros, o Porto não seria tão grande e imenso. A ele devemos os centímetros que a sua obra, pura e simples, nos faz crescer.” São algumas das palavras que Judite de Sousa dedica ao autor. Já Pedro Olavo Simões afirma que “O Germano é o Porto e o Porto não o é sem o Germano”.

Porto Revisitado” é um livro que constitui uma homenagem da cidade, das suas gentes e, claro, da Porto Editora, a Germano Silva.

“Invade-me a Alma”… a estreia de Salmar

Directamente das turbulentas águas de Peniche chega-nos o primeiro single de Salmar. “Invade-me a Alma” é uma balada actual onde o passado e o futuro se encontram, cruzando-se desilusões e expectativas, e onde o olhar não desprende do horizonte mesmo que o coração se sinta ferido por desamores antigos. Passados 15 anos e mais de 500 concertos, este é o tema que nos introduz o primeiro álbum de originais de Salmar, “Inquietação”. Na senda de nomes como Luís Represas ou Rui Veloso, Salmar é mais um dos cantores com o raro dom de transformar a portugalidade em canções que nos arrebatam e emocionam, chegando até ao público nacional por intermédio da chancela da Music For All

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Nasceu sob o nome de Filipe Ferreira, mas é como Salmar que sobe a palco. Sempre sentiu a música como uma extensão de si mesmo, uma forma alternativa de comunicar e expressar os seus pensamentos, actos e desejos. Cedo se tornou adquirido que seguiria pelo atribulado, e emocionante, trilho que pode ser o mundo da música. Na hora de escolher um nome artístico honrou a terra que o viu nascer, Peniche e, acima de tudo, a forte ligação ao mar.

Passada uma década e meia e mais de quinhentos concertos por todo o país tomou uma decisão: apostaria verdadeiramente na sua carreira a solo. Consolidou, assim, o desejo e a promessa de escrever, compor e cantar temas seus e só seus. A consequência natural desta resolução é o lançamento do single “Invade-me a Alma”, tema que nos conquista suavemente e nos introduz ao primeiro álbum discográfico – “Inquietação”. 2017 é o ano em que Salmar dá o salto e rumo ao infinito

Blossoms pela primeira vez em Portugal no NOS ALive 2017…

Blossoms, a banda britânica revelação de 2016, vai estrear-se em Portugal dia 6 de julho, no Palco Heineken do NOS Alive’17. O quinteto oriundo de Manchester traz ao Passeio Marítimo de Algés o primeiro longa duração editado no mês de Agosto de 2016. O disco homónimo estreou em número um no Reino Unido e tem-se mantido no topo das tabelas, com o apoio e fortes elogios da imprensa especializada como NME, Mojo, The Evening Standard, The Independent, entre outros.

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A banda que garantiu o seu nome numa das mais importantes listas da indústria "Sound of 2016", elaborada pela BBC, chamou a atenção da crítica, não só pela qualidade indiscutível do álbum de estreia, como por ter destronado lançamentos de artistas como Zayn e Jack Garrett.

Os Blossoms são Tom Ogden (voz e guitarra), Charlie Salt (baixo e voz), Josh Dewhurst (guitarra e percursão), Joe Donovan (bateria) e Myles Kellock (teclados, sintetizadores e voz).

Nobel da Literatura Svetlana Alexievich na 7ª edição do Festival Literário da Madeira

O Festival Literário da Madeira conquistou cedo um lugar sólido no panorama cultural português. A organização do FLM está a cargo da associação ECA - Eventos Culturais do Atlântico, que tem por principal objetivo a promoção sociocultural através do fomento da prática artística e pedagógica, e organização de eventos nacionais e transfronteiriços e de desenvolvimento das novas tecnologias da comunicação e da informação.

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Literatura e a Web – entre o medo e a liberdade é o tema para uma semana de encontros, debates, concertos, sessões de autógrafos, entre muitos outros momentos que o evento proporciona em vários pontos da ilha, de 14 a 18 de Março. Por este festival já passaram autores premiados das mais diversas nacionalidades como Eduardo Lourenço, Alberto Manguel, Helder Macedo, Naomi Wolf, Gonçalo M. Tavares, Mia Couto, Samar Yazbek, Lídia Jorge e o recentemente falecido Zygmunt Bauman.

 

A sessão de abertura terá a participação da Prémio Nobel de 2015, Svetlana Alexievich, que estará à conversa com o jornalista Luís Caetano. Os autores angolanos Pepetela e Ondjaki integram a lista de participantes da edição deste ano, numa conversa moderada pelo jornalista Fernando Alves.

O momento musical será marcado pela voz singular de Teresa Salgueiro.

Apresentação do livro… “Piano Works I” de Pablo Lapidusas

Nascido em Buenos Aires, Pablo Lapidusas iniciou os seus estudos de piano no Brasil ainda criança (Conservatório Municipal de Poços de Caldas), tornando-se músico profissional aos 14 anos.

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Licenciado em música na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) e com mestrado em Performance Jazzística na Escola Superior de Música de Lisboa (ESML), onde reside atualmente, na última década e enquanto viveu no Rio de Janeiro, o pianista percorreu diferentes países, atuando em concertos e gravações ao lado de artistas da MPB e da cena instrumental brasileira.

 

Apresentação do livro… “Piano Works I” de Pabrlo Lapidusas, dia 19 de Janeiro de 2017 no Hot Clube de Portugal.