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Glam Magazine

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Bonga e B Fachada na ZDB…

A ZDB inicia, com o concerto de Bonga e B Fachada, a primeira de uma série de colaborações com a Super Bock

Falar de lendas vivas é cada vez mais raro. Mais raro ainda quando se trata de alguém tão intrinsecamente ligado à cultura luso-angolana, representando em si um capital histórico-social digno de toda a reverência. São poucas as figuras a suscitarem tanto respeito e carinho do público. Bonga é uma delas, certamente. Afinal tem-se mantido firme a uma ideologia político-social e uma integridade artística admiráveis. E admiração essa que foi conquistada, com suor e persistência, entre exílios, reinvenções e, acima de tudo, um amor profundo às suas raízes e ao seu povo.

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Homem de duas vidas, nele coexistem a glória passada de Barceló De Carvalho, reconhecido campeão de atletismo; e logo a nobreza presente do percussionista e cantor Bonga. Distinguido com a posição de "Cavaleiro da Ordem das Artes e das Letras” pelo governo francês, a simplicidade da sua pessoa tem sido uma constante. Continua a cantar para os 'seus' - aqueles que vivem de coração aberto - e a combater as mentalidades de conformismo, de não-sonho. É pois nos mesmos musseques, onde em jovem acumulou vivências, que insiste visitar e brindar a sua extensa obra musical. Ressalta aí uma conexão telúrica com tudo o que pode se incluir, tanto de celebratório como de contemplativo. Algo efetivamente genuíno como só assim poderia ser, mantendo brilhante a chama de um continente africano próspero e livre. É essa a imagem que nos faz florescer com a sua música.

 

B Fachada… Fazia tempo que ninguém cunhava um valor tão irreverente e original à pop nacional. Era um algo largamente merecido e até urgente. B Fachada não poupou tempo em afirmar-se como um exemplar fino entre os demais. À versatilidade da sua expressão sonora, acrescentou uma assinatura pessoal distinta, algures entre o tradicional e o exótico, de entendimento afincadamente contemporâneo. Tudo ingredientes pouco usuais mas certeiros que logo o situaram como um pequeno génio. Apesar do aspecto minimalista (e no enquanto rico) dos seus instrumentais, é na voz e mais ainda nas letras que essa luz ganha dimensão. Comunica connosco como com um amigo numa esplanada, entre um café e um cigarro, onde não falta o jornal diário enrolado na mesa. Paira essa consciência sobre o plano cultural e político em que vivemos, mas piscando o olho a uma bem vinda ironia e desapego formal invejável.

Galeria ZDB (Lisboa)

27 de Janeiro 2017 | 22.00h

40 e então?... O regresso mais esperado! Curta temporada!

Aos 40 anos, as mulheres já não são como eram. A vida mudou e elas também. Como é que vêm o amor? O sexo? A solidão? O envelhecimento? Ou até a forma como lidam com os filhos? São muitas perguntas para uma única resposta: com muita garra, determinação e um imenso sentido de humor. Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique vestem a pele de diferentes mulheres que chegaram aos 40 anos e estão dispostas a tudo.

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Interpretação: Ana Brito e Cunha, Fernanda Serrano e Maria Henrique

 

Direcção: Sónia Aragão

Textos: Ana Bola, Ana Brito e Cunha, Helena Sacadura Cabral, Inês Maria Meneses, Leonor Xavier, Maria Henrique, Sílvia Baptista, Sónia Aragão, Rita Ferro e Rute Gil

Figurinos: Isabel Carmona

Desenho de Luz: Luís Duarte

Produção: Força de Produção

 

Teatro Villaret (Lisboa)

Em Fevereiro

5ª a sábado às 21h30 e Domingo às 16h30

“Tartufo” no Cine-Teatro de Estarreja…

Tartufo”, uma das comédias mais célebres de Molière. O dramaturgo utilizava a linguagem cómica, abordando com mordacidade as relações humanas que envolvem a religião, o poder e a ascensão social. Os temas da obra são Universais e intemporais. A manipulação dos valores e sentimentos, a falência de uma ética e moral necessárias para a solidez do tecido social, tornam este texto de uma atualidade radical.

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Elenco: Maria do Céu Guerra, João Maria Pinto, Adérito Lopes, Carolina Parreira, Ruben Garcia, Samuel Moura, Sérgio Moras, Sónia Barradas, Teresa Mello Sampayo, Tiago Barbosa

Encenação: Hélder Costa

Cenografia e figurinos: Maria do Céu Guerra

Sonoplastia: Ricardo Santos

Iluminação: Paulo Vargues e Fernando Belo

Estagiário de cenografia: Roi Dominguez

 

Cine-Teatro de Estarreja

27 de Janeiro 2017 | 21.30h

Pedro Melo estreia-se com “The Storyteller”

Depois de “Pete, The Little Giant” ter dado luz ao Outono que agora se despede, brindamos a chegada do Inverno com “The Storyteller”, o registo de estreia do cantautor bracarense Pedro Melo, uma compelativa colecção de canções imbuída na melhor tradição indie folk inspirada em nomes como Mumford & Sons, Damien Rice ou Of Monsters and Men.

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Disponível para escuta nas principais plataformas de streaming, o EP surge com o selo da Music In My Soul.