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Glam Magazine

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Ryley Walker agita o segundo trimestre no gnration…

A residir em Chicago, Ryler Walker é a reencarnação do verdadeiro guitarrista e cantautor norte-americano, um filho dos tempos áureos da (cosmic) americana de David Crosby, Graham Nash e Gram Parsons e da american primitive guitar de John Fahey e Bert Jansch. Em 2015, lançou dois discos: “Primrose Green”, que o colocou nas bocas do mundo por culpa de canções escritas à boa maneira folk-rock, e “Land of Plenty”, com o conterrâneo Bill Mackay, um disco instrumental e similar ao que outrora haveria feito com o virtuoso guitarrista Daniel Bachman.

Ryley Walker  Press Session 2 3 2016

Com uma capacidade criativa em crescendo, o quarto álbum não tardou a chegar e em 2016 dá-nos “Golden Sings That Have Been Sung”, disco que o afirma como uma das mais entusiasmantes revelações da canção americana dos últimos anos. A produção do novo álbum ficou a cargo de Leroy Bach (ex-membro dos Wilco e ex-colaborador de nomes como Will Oldham, Beth Orton, Andrew Bird e Iron & Wine). Na banda que acompanhou Ryley Walker nas gravações estão nomes como Brian Sulpizio, Ben Boye, Anton Hatwich, Frank Rosaly, Whitney Johnson, Kirchner e Ryan Jewell, além do próprio Leroy Bach, que também toca no disco, segundo revelou o músico.

 

Ryley Walker atua a 13 de abril em Braga. Um dia antes, Walker visitará a Galeria Zé dos Bois, em Lisboa. O concerto de Ryley Walker no gnration junta-se aos já anunciados de Jenny Hval e Silver Apples (20 maio) para o segundo trimestre de 2017.

Ainda este trimestre, o gnration receberá ainda The Legendary Tigerman (4 fevereiro), com o filme-concerto “How to Become Nothing”, os norte-americanos Xiu Xiu (8 fevereiro) a musicar o filme de terror “Under the Blossoming Cherry Trees”, o português Duquesa (25 fevereiro) a apresentar o novo disco “Norte Litoral”, Pedro Tudela e Miguel Carvalhais sob @c (3 março), a estrear “Lâminas”, e The Field, Photonz e Consórcio na gnration club night (25 março), numa noite dedicada à música das pistas de dança.

 

Gnration / Blackbox (Braga)

Ryley Walker apresenta “Golden Sings That Have Been Sung”

13 de Abril 2017 | 22.30h

À conversa com Myles Sanko sobre “Just being me”…

Myles Sanko acaba de lançar o seu terceiro álbum “Just being me”. Um álbum mais orgânico, mais Myles Sanko como o próprio traduz na sua música neste terceiro disco. Nestes primeiros dias de 2017 tivemos a oportunidade de estar à conversa com o músico britânico, que confessou gostar muito de Portugal, especialmente do “frango de churrasco”, e de estar a planear uma digressão pelo verão.

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Aqui fica o essêncial desta conversa conduzida por Paulo Homem de Melo

 

Glam: You have just release “Just being me”, what’s the public/media reaction of these new songs, specially in Britain?

Myles: So far it has been amazing and I am very proud of it. “Just being me” is reaching places my previous 2 album couldn’t.

 

Glam: In 2015, you have been consider as “the best British soul secret”. You still a secret, or the secret has been reveal?

Myles: I am still a secret I’d say but have been working the scene now for a while now and the quality of my music is slowly getting known. I am not going to be a secret for long and soon I am going to have to let the whole world in.

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Glam: The title “Just being me” is what you want to transmit with these new songs? Being you?

Myles: With my first 2 albums I talk about my past but with this new one I wanted it to be about the me of today not yesterday. I wanted to write from the heart and talk about things that mean a lot to me, like love in all it’s sense, hope and politics. With this new album I wanted to go for a classic Jazz production, a dramatic and cinematic album to help convey my message. “Just Being Me” feels a lot more grown up and captures my musical journey from my youthful Hip-Hop beginnings through to my re-discovery of Soul and now Jazz. I wanted to take my fans to a new and exciting place.

 

Glam: Your music join soul with jazz influences, but in this new record we can find some new influences. Can we expect a change in the future, as you have a different background in the past?

Myles: I have gone through my stage of discovery and now I think I am at the stage of understanding, accepting who I am and who I am becoming. This doesn’t mean I am never going to change, because I believe that the greatest musicians of all time were the ones that were able to evolve no matter what. Music doesn’t make us who we are but we make music what it is.

 

Glam: About the songs from “Just being me”, also we can find some strong lyrics such as “This ain’t living” or “Land of paradise”, it’s being you? Or do you want the leave a message?

Myles: I don’t try to deliver the strong or correct message but only my message. As far back as I can remember I have always love music with a deeper meaning and that’s somehow rubbed off on me. I do feel the responsibility to say something that means something, whilst at the sametime producing music that everyone can enjoy. It’s a win-win!

 

Glam: Once again you celebrate the love in this new record. I remember your words in the last concert in Portugal where you talk about love with passion. Are you an eternal “Soul lover”?

Myles: Well I wouldn’t say eternal “Soul lover” as I do struggle to write love songs if I should be truly honest with you. Expressing hate, anger is easier than expressing love, and sometimes we forget the beautiful things in life only to focus on the bad things. We must be aware of the bad things yes but we must absolutely celebrate the love in this world - which the is a lot as much as we’d like to think otherwise.

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Glam: Since “Just being me” seems an organic album, what can we expect to listen these songs live?

Myles: Expect nothing but soul, passion, intense connection and honest feelings. This is what soul music should be about! The other thing is that I love singing with my fans and I can’t wait to see them all again, so we can sing our hearts away.

 

Glam: You have been in Portugal in the beginning of 2016. Do you have plans to come back and bring these songs to us?

Myles: Yes I am already in talks with my agents and we are planning a tour for Portugal this summer. I love Portugal for the people as they are very welcoming and friendly. They seem to be music lovers and understand my message. I also love the weather, the food and especially the charcoal grilled piri-piri frango. How do you call it?

 

Glam: For last, do you want to leave a message for your Portuguese fans?

Myles: Obrigado a todos pelo amor e apoio. Não se esqueça de tocar minha música em voz alta para que seus vizinhos possam ouvi-la! Eu não posso esperar para ver todos vocês em breve.

 

Photos: Myles Sanko facebook

Rita Redshoes regressa em 2017 com digressão “Her” esta semana

Rita Redshoes regressa este sábado, em Famalicao, a digressão nacional de apresentação de “Her”, com um concerto na Casa das Artes. O novo disco será apresentado por todo o país ao longo deste ano e já tem espectáculos confirmados em Lisboa e no Porto em Fevereiro, dia 22, na Casa da Música, e dia 23, no Teatro Tivoli BBVA.

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photo: Paulo Homem de Melo

Rita Redshoes regressa aos palcos para apresentar este trabalho e já tem quase duas dezenas de concertos agendados. Todas as datas podem ser consultadas abaixo e novos espectáculos serão confirmados brevemente. Pela primeira vez, a artista leva para a estrada um quarteto de cordas, com dois violinos, viola e violoncelo, ao qual se juntam Nuno Lucas, no baixo, e Rui Freire, na bateria, dois dos músicos que habitualmente acompanham Rita Redshoes ao vivo.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Gravado em Berlim, nos Riverside Studios, “Her” é o quarto LP de Rita Redshoes e tem Victor Van Vugt a liderar a produção – colaborador de Nick Cave, Beth Orton, PJ Harvey ou Depeche Mode. Neste trabalho, Rita estreia-se a cantar na sua língua materna, escrevendo e interpretando três canções em português. Este é ainda o álbum em que toca mais instrumentos: piano, teclados, omnichord e guitarra acústica.

 

Digressão “Her”

28 Janeiro 2017 - Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão

4 Fevereiro 2017 - Teatro Diogo Bernardes, Ponte de Lima

11 Fevereiro 2017 - Cine Teatro Alba, Abergaria-a-Velha

22 Fevereiro 2017 - Casa da Música, Porto

23 Fevereiro 2017 - Teatro Tivoli BBVA, Lisboa

24 Fevereiro 2017 - Cine-Teatro Louletano, Loulé

3 Março 2017 - Theatro Circo de Braga

11 Março 2017 - Teatro Stephens, Marinha Grande

25 Março 2017 - Cine Teatro Avenida, Castelo Branco

8 Abril 2017 - Cine Teatro António Lamoso, Santa Maria da Feira

20 Maio 2017 - Teatro Municipal, Guarda

27 Maio 2017 - Teatro José Lúcio da Silva, Leiria

16 Junho 2017 - Teatro das Figuras, Faro

17 Junho 2017 - Centro de Arte, Ovar

23 Setembro 2017 - Cine Teatro, Estarreja

30 Setembro 2017 - Teatro Micaelense, Ponta Delgada (Açores)

“Sabiá”… a homenagem de Carminho a Tom Jobim

A Biscoito Fino, editora de Carminho no Brasil, dá a conhecer na data em que se assinalam 90 anos sobre o nascimento de Tom Jobim, o video de “Sabiá”, tema que integra o disco “Carminho canta Tom Jobim” e no qual a artista portuguesa conta com a participação especial da actriz brasileira Fernanda Montenegro.

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O videoclipe, como é fácil de ver pelas imagens, foi gravado no Rio de Janeiro. Editado em Dezembro passado, “Carminho canta Tom Jobim” atingiu a posição cimeira dos tops quer em Portugal (5 semanas em nº1), quer no Brasil (naquele que será provavelmente um feito inédito para um artista português).

Carminho canta Tom Jobim” nasce de um convite da família de Tom Jobim a Carminho. Com acompanhamento da Banda Nova, a última formação que acompanhou Jobim (composta pelo filho e neto do criador da bossa nova, Paulo e Daniel Jobim, por Jaques Morelenbaum e Paulo Braga) o disco conta com as participações especiais de Chico Buarque, Maria Bethânia, Marisa Monte e da actriz Fernanda Montenegro.

Captain Boy lança álbum de estreia no Café Concerto Centro Cultural Vila Flor

Captain Boy apresenta o primeiro trabalho de longa duração, a primeira viagem do cantautor, a que deu o nome de “1”. Um álbum sobre fragilidades que começa no número um da capa escrito numa placa de ishihara, que Captain Boy não lê porque é daltónico, e que termina quando chegamos a casa, na última música. Todo o álbum foi gravado na sua forma mais crua, despido de tudo o que é acessório, criando um canal direto entre as gravações e quem o ouve.

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O primeiro single do novo disco, “Honey Bunny”, foi lançado em outubro. O segundo single chama-se “Sailorman” e já toca nas rádios desde o início do ano. O tema é uma conversa interior, como tantas que Captain Boy tem com o subconsciente. Uma conversa para limpar as manchas dos vidros que por vezes não nos deixam ter uma visão clara do que somos.

O concerto de apresentação do disco está marcado para o próximo dia 27 de janeiro, à meia-noite, no Café Concerto do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, a sua cidade natal. Neste concerto, o artista vai mostrar pela primeira vez o seu disco numa atuação que contará com algumas surpresas. Depois de nos últimos dois anos ter apresentado o trabalho em várias cidades em Portugal e Espanha, o vagabundo de voz rouca e guitarra a tiracolo começa o novo ano com a apresentação de “1”, o primeiro do seu percurso.

 

Este concerto de Captain Boy inaugura o ciclo SOM de GMR, que integrará um conjunto de 7 concertos protagonizados por projetos musicais nascidos em Guimarães, a decorrer de janeiro a maio, ciclo este assim descrito pelo seu programador, Rui Torrinha: “A música está (sempre) no ar mas por vezes não a ouvimos… não a vemos, não a sentimos. Mas ela está lá. Com o seu poder agregador e transformador. É preciso vivê-la mais e mais, por isso... Nasce este ciclo que pretende registar um período de criação particularmente fértil em Guimarães. Decidimos mapear um primeiro conjunto de músicos e bandas que está a inscrever na identidade cultural da cidade e do país uma assinatura contemporânea forte e muito diversificada. Numa só palavra: rica!

Uma mostra de 7 projetos que corporiza a visão do paradigma de cidade de criação, no qual Guimarães se está gradualmente a converter. Uma mostra que começa a alicerçar a ideia de music city cuja primeira base é naturalmente a emergência e afirmação do talento local.”.

 

27 de Janeiro 2017 - Captain Boy

17 de Fevereiro 2017 - Hot Air Balloon

3 de Março 2017 - Gobi Bear

17 de Março 2017 - Toulouse

8 de Abril 2017 - Lince

28 de Abril 2017 - El Rupe

5 de Maio 2017 - Paraguaii

“Silver eye”… o regresso dos Goldfrapp

Os Goldfrapp estão de regresso aos discos, depois da edição do album de 2013 “Tales of Us”. “Silver eye” tem edição agendada para 31 de março, e mais uma vez a palete musical recai numa eletronica obscura e sinuosa que resulta numa sonoridade única e envolvente que a banda de Alison Goldfrapp já nos habituou.

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“Silver eye” traz novidades e nível de produção. Pela primeira vez a banda abre portas a colaborações, como é o caso de John Congleton, vencedor de um Grammy e produtor de St. Vincent, John Grant e Wild Beasts. Outras colaborações de destaque são a do compositor Bobby Krlic, mais conhecido por The Haxan Cloak e de David Wrench (The XX, Caribou, fka Twigs), colaborações essas que trouxeram uma eletronica mais underground mas ao mesmo tempo sobressaindo as características sensuais das melodias dos Goldfrapp.

Uma pop moderna assente no carisma de Alison, que esteve igualmente responsável pelas fotografias promocionais que acompanham a edição de “Silver eye”

 

Texto: Paulo Homem de Melo

Terry Lee Hale é o convidado este sábado do Sons do Bussaco

A temporada de 2017 do Sons do Bussaco regressa à Mata do Bussaco (Luso) já este sábado, 28 de janeiro. Este ciclo de concertos prossegue, no dia 25 de fevereiro (sábado de carnaval) com o concerto do grupo Forró Miór, composto por músicos oriundos do Brasil, Argentina e Itália. No dia 4 de março será a vez do projecto O Gajo subir ao palco do Convento de Santa Cruz. Time For T é o projecto luso-britânico liderado por Tiago Saga, que no dia 8 de abril se vai apresentar a solo. E a noite de 20 de maio está reservada ao projeto “On The Road” de Tó Trips e Tiago Gomes.

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Terry Lee Hale nasceu em 1953, em San Antonio, Texas, e desde cedo viajou pelos EUA, aprendendo música, escrevendo e fascinando-se com os sons da guitarra. Terry recorda na sua infância a viagem desde o Texas, no banco de trás de um velho Nash Rambler, por Cellilo Falls, o ferry-boat ao longo do rio Columbia, Hank a tocar na rádio, a música de Fats Domino, de Tennessee Ernie Ford, de Jim Reeves e de Johnny Cash até Seatle.

Três anos após o lançamento do magnífico “The Long Draw”, Terry Lee Hale editou em 2016 “Bound, Chained, Fettered”, um disco composto por nove canções elegantes, sonhadoras e que destilam intimidade.

 

Quem visita o Bussaco e a sua mata não pode deixar de admirar o antigo Convento de Santa Cruz. Fundado em 1628, o Convento dos Carmelitas Descalços é um edifício em perfeita comunhão com a natureza, onde se evidencia a simplicidade do espaço. Ao entrar na igreja aguarda-o um conjunto de obras de arte sacra que valem pela sua singularidade e pela sua história. Este é o cenário perfeito para os concertos do ciclo "Sons do Bussaco".

 

Convento de Santa Cruz / Bussaco (Luso, Mealhada)

28 de janeiro 2017 | 21.30h

 

“Victim” é o novo single/vídeo dos Skunk Anansie

Skunk Anansie, a banda britânica que marcou os grandes êxitos dos anos 90, passa por Portugal já em Fevereiro para apresentar o sexto álbum de originais “Anarchytecture”. O grupo londrino atua no dia 11 de fevereiro de 2017 no Coliseu dos Recreios em Lisboa. “Victim” é o 3º e novo single da banda.

GLAM - Skun.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Os Skunk Anansie foram formados em 1994 por Deborah Dyer, conhecida como Skin, já editou até à data 6 álbuns de originais que incluem hits como “Charity”, “Hedonism” “Selling Jesus” e “Weak”.

Considerados por muitos como uma das maiores bandas britânicas de rock dos anos 90, contam com mais de  cinco milhões de discos vendidos, esgotaram inúmeras digressões mundiais e participaram nos mais importantes circuitos de festivais.

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

11 de Fevereiro 2017 | 21.00h

Vicente Palma este sábado em Ponte de Lima

Vicente Palma carrega no seu apelido a ligação indissociável a um dos maiores vultos de sempre da música portuguesa, Jorge Palma. Desde os oito anos de idade que toca o seu instrumento principal, o piano, tendo enveredado por uma educação clássica no Conservatório Nacional.

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Mais tarde, já adolescente e também tocando guitarra, passa a acompanhar o pai, Jorge Palma, por todo o país, por todos os palcos, sendo este um rito de passagem que culminou no seu crescimento enquanto músico profissional e experiente.  Nunca recusando a sua herança, a emancipação de Vicente Palma é agora.

"Parto" (2012) é o ponto de partida, pleonasmo necessário que marca o início da viagem de Vicente Palma enquanto autor e intérprete. São treze os temas que assina, incluindo uma versão do tema “Para Rosalía”, de Adriano Correia de Oliveira, antes integrada no disco de tributo "Adriano: Aqui e Agora" (2007) que lhe valeu posteriormente a inclusão no álbum "Novos Talentos Fnac 2008".

Em 2014, a propósito do 40º aniversário do 25 de Abril, foi convidado para participar em "Os Dias Cantados", iniciativa da Antena 1, contribuindo com uma notável versão de "Como Um Sonho Acordado", original de Fausto…

Para ouvir ao vivo este sábado em Ponte de Lima

 

Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

28 de Janeiro 2017 | 21.30h

“The Blues Experience” é o disco que junta Budda Power Blues e a diva do Jazz Maria João

"The Blues Experience" é o resultado da parceria inusitada entre, aquela que é considerada a melhor banda de Blues nacional, Budda Power Blues e a diva do Jazz, Maria João. Falamos de um disco de Blues, mas desengane-se quem possa pensar que se trata de um exercício de estilo. Trata-se de Blues do século XXI, amplamente influenciado por todas as sonoridades que fazem parte do quotidiano de Maria João, Budda Guedes, Nico Guedes os intervenientes deste disco.

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Composto por 10 canções que versam sobre assuntos muito pessoais e frequentemente autobiográficos, "The Blues Experience" é um disco que percorre várias linguagens do blues, resultado do desafio lançado por Budda Guedes a Maria João. Este álbum é editado com o selo da Mobydick Records.

Apesar de amplamente influenciado pelas raízes do Blues, o som de Budda Power Blues não se limita aos clássicos, considerando-se Budda Guedes um cidadão do novo milénio obrigando-se, por conseguinte a procurar novos rumos dentro do género, tal como fizeram todos os Bluesman que o antecederam. Já com várias datas marcadas, o arranque da digressão acontece no dia 2 de Março no CCB em Lisboa.

As 3 Marias… novo disco “Depois” editado a 27 de janeiro

As 3 Marias são Cristina Bacelar (guitarra e voz), Fátima Santos (acordeão) e Lanina Khmelik (violino). O grupo formou-se em 2009 e conta já com dois álbuns no seu percurso. O seu último trabalho teve a participação de Simone de Oliveira com o tema “No teu poema”, assim como o instrumental “Libertango” de Astor Piazzolla que recebeu as melhores críticas por parte dos detentores dos direitos e media.  

As 3 Marias - Depois (capa do disco)

O seu novo trabalho “Depois” é editado já esta sexta feira, 27 de Janeiro. Este é um novo desafio assumido pelas três, em que no qual a pop e a electrónica gravitam com os instrumentos acústicos. Esta nova experiência musical teve na produção Nuno Gonçalves (The Gift), sentindo-se toda a vivência e linguagem deste músico.

Ruga de Expressão” foi o single escolhido do álbum “Depois”, o mais recente trabalho d´As 3 Marias. É uma canção sem idade, cúmplice e simples onde todos se podem identificar, retratada na perda através do som ou até mesmo como imagem cinematográfica. Depois é um disco de canções em português cujas melodias dos instrumentos e da voz se envolvem com a plasticidade sonora da electrónica e é também a nova viagem d´As 3 Marias.

 

A 19 de Março, As 3 Marias preparam-se para apresentar este disco na Casa da Música no Porto. Entretanto, o grupo vai passar também pela Fnac do Norteshopping no dia 28 de janeiro e pela Fnac do Colombo no dia 3 de fevereiro

“Why You?”… A estreia sentimental de Rakel Bronze

Rakel Bronze aliou-se ao produtor Miguel Camilo e criou um surpreendente álbum de estreia intitulado “Geração Histórica”, a ser digitalmente distribuído no próximo mês de Fevereiro, antecedido pela balada “Why You?”, ilustrada por um vídeo que expressa, através da dança, a dor de perder um ente querido. Do inglês ao português, do espanhol ao alemão, de poderosas baladas a temas frenéticos e enérgicos ou mesmo do salero latino ao som industrializado do centro da Europa, tudo tem lugar neste autêntico mar de influências onde navega uma das novas apostas da Music For All para 2017!

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Rakel Bronze nasceu em Almada, decorria o ano de 1977. Sentiu cedo o chamamento da dança, estando ligada à área desde os cinco anos de idade. Quando atingiu a maioridade optou pela formação em Letras em detrimento do Conservatório, lançando assim as bases para aquilo que, anos mais tarde, viria a transformar-se na Licenciatura em Línguas e Literaturas Modernas que hoje possui. Paralelamente foi-se afirmando no fascinante mundo da poesia. Com apenas 19 anos de idade publicou as primeiras obras na Editora Minerva (participou em duas Antologias de Poesia Portuguesa Contemporânea) estimulando assim uma faceta que, anos mais tarde, viria a desempenhar um papel deveras importante na composição do seu disco de estreia.

Ao longo dos anos passou por diversas profissões, todas elas ligadas à comunicação e à arte que pode ser expressar-se, e compreender os que se expressam à nossa volta. As aulas de dança estiveram sempre presentes, sendo uma vertente fundamental da sua existência, tendo pisado palcos enquanto bailarina, modelo, figurante e apresentadora de diversos eventos um pouco por todo o país. Em 2013 tornou-se instrutora oficial de Zumba, tornando realidade um sonho antigo, e aumentando ainda mais as suas competências e conhecimentos numa área que lhe é tão querida como é a dança.

Em 2015 dá início à maior aventura da sua vida: construir uma carreira no mundo da música! Depois de um período de intensa composição e gravação surgiu “Geração Histórica”, primeiro trabalho a solo de Rakel Bronze, constituído por treze viciantes temas. Todas as suas diferentes facetas confluíram nesta obra: a escrita, a musicalidade, a dança e a presença em palco unem numa perfeita demonstração de talento e perseverança.

Produzido por Miguel Camilo este disco é uma autêntica viagem. Rakel Bronze demonstra toda a sua versatilidade e assume-se como uma artista ciente do mundo globalizado em que habitamos mas, simultaneamente, ligada de forma permanente às suas origens e raízes lusitanas.

 

A capacidade em transformar-se de música para música diferencia-a dos nomes que a rodeiam e colocam-na como uma das artistas mais camaleónicas da cena musical portuguesa. É que do inglês ao português, do espanhol ao alemão, de poderosas baladas a temas frenéticos e enérgicos, ou mesmo do salero latino ao som industrializado do centro da Europa, tudo parece ter lugar neste autêntico mar de influências onde navega Rakel e “Geração Histórica”.

Fevereiro de 2017 é então a data reter. É no início deste novo ano que o álbum de estreia de Rakel Bronze será lançado oficialmente, prometendo revelar ao país e ao mundo uma das novas caras da Music For All.

“Hoje é assim, amanhã não sei”… o disco de Ricardo Ribeiro em edição internacional

Hoje é assim, amanhã não sei.”, o mais recente disco de Ricardo Ribeiro, é editado em França no próximo dia 3 de Fevereiro. Para assinalar a edição, Ricardo Ribeiro realizou no último fim-de-semana três espectáculos em França, um deles no Théâtre des Abesses em Paris. Antes dos três espectáculos em território francês, Ricardo Ribeiro atuou ainda na Bélgica na cidade de Gante, no dia 19.

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Desde muito cedo que Ricardo Ribeiro chamou a atenção de todos quanto o ouviam. Em 2008 é descrito pela prestigiada revista britânica Songlines como “The Rising Star of Fado”. Dois anos depois, com a edição de “Porta do Coração” (o segundo registo do artista que havia editado em 2004 o disco de estreia homónimo) é aclamado pela crítica e pelos seus pares como uma das maiores vozes do seu tempo. Em Outubro de 2013 edita “Largo da Memória”: “...um disco fundamental. Ficará na História”, escreve Miguel Esteves Cardoso no jornal Público. “A voz de Ricardo não se esquece. Ouvida uma vez, recordada sempre” escreve Alexandra Carita no Expresso.

 

Os elogios repetem-se na imprensa dentro e fora de portas. A mesma Songlines que em 2008 antevia um percurso brilhante para Ricardo Ribeiro nomeia-o na categoria de “Melhor Artista” na edição de 2015 dos seus prémios de música. Em 2016, mais precisamente a 1 de Abril, edita o seu novo álbum “Hoje é assim, amanhã não sei”. As reacções da crítica não podiam ser mais entusiastas – recebe a cotação máxima (5 estrelas) no jornal Expresso, 4 estrelas no Ipsílon, na revista Blitz, na revista Time Out e na revista britânica Songlines, a qual nomeia ainda Ricardo Ribeiro como a melhor voz masculina do Fado da sua geração.

 

Digressão de Ricardo Ribeiro:

 

4 fevereiro 2017 - Antiga Igreja do Convento de São Francisco (Coimbra)

25 fevereiro 2017 - Centro Cultural de Ílhavo

2 março 2017 - Café de la Dance (Paris - França)

14 março 2017 - O Humor na Música - São Luiz Teatro Municipal (Lisboa)

17 março 2017 - Théâtre Denis (Hyères - França)

18 março 2017 - Cine Teatro Avenida (Castelo Branco)

25 março 2017 - Cine Teatro Caridade (Moura)

6 abril 2017 - Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

20 maio 2017 - Cine Teatro Torres Vedras

26 outubro 2017 - CCB - Carta Branca a Ricardo Ribeiro (Lisboa)

24 novembro 2017 - Cine Teatro São Pedro (Abrantes) 

MV apresentam "Chão Despido" ao vivo…

Formados em 2013 os MV, banda de Famalicão, sobem ao palco do Café Concerto da casa das artes para apresentar o seu primeiro EP intitulado "Chão Despido".

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Com um estilo onde predomina a originalidade de um estilo musical hard rock e com letras em português, os MV são também inspirados pelo metal sinfónico e metal progressivo. Podemos encontrar essas influências em várias bandas que vão desde Xutos&Pontapés a Dream Theater. Estão reunidas as condições para surpreender o público da casa das artes com este produto made in Famalicão.

 

Os MV são constituídos por André Queirós (Voz), José Carlos Pereira (Guitarra), Marco Carvalho (Baixo), Telmo Araújo (Teclado) e Vítor Silva (Bateria).

 

Casa das Artes / Café Concerto (Famalicão)

28 de Janeiro 2017 | 23.30h

Filipa Leal no Porto de Encontro…

No próximo dia 29 de janeiro, às 17:00, o auditório da Biblioteca Municipal  Almeida Garrett será palco da 52.ª sessão do Porto de Encontro, que terá como protagonista Filipa Leal, autora de “Vem à quinta-feira” (Assírio & Alvim), livro finalista do Prémio Literário Casino da Póvoa/Correntes d'Escritas 2017.

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Com oito livros de poesia publicados, a poeta, jornalista e argumentista Filipa Leal irá estar à conversa com o jornalista Sérgio Almeida. Este Porto de Encontro conta ainda com a participação especial de João Gesta, Nuno F. Santos, leituras por Guilherme Gomes e um momento musical do Bando dos Gambozinos.

 

Promovido pela Porto Editora desde 2011, este ciclo de conversas reuniu mais  de 15.000 espectadores em 51 edições realizadas em diversos espaços emblemáticos da cidade, como a Casa da Música, o Teatro Rivoli, a Casa das Artes ou o Teatro Nacional São João.

“Vaiana” conquista 2 nomeações para os Óscares

Revelados os nomeados aos Óscares, “Vaiana”, um dos mais recentes fenómenos vindo dos estúdios da Disney, está nomeado para dois prémios: Melhor Filme de Animação e Melhor Canção Original, com “How Far I’ll Go”. A cerimónia de entrega dos Óscares realizar-se-á a 24 de fevereiro.

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“How Far I’ll Go” foi interpretada no filme pela atriz e cantora Auli’l Carvalho, sendo que a banda sonora incluí ainda uma versão interpretada pela recente estrela pop Alessia Cara. O tema foi escrito e produzido por Lin-Manuel Miranda.

 

Vaiana” é uma aventura arrebatadora de animação 3D que conta a história de uma adolescente corajosa que parte numa viagem arriscada, para provar a si mesma do que é capaz e para terminar a missão inacabada dos seus antepassados. Durante a aventura, encontra o outrora poderoso semideus Maui, para juntos atravessarem o mar aberto numa viagem cheia de ação, encontrando enormes criaturas marinhas e mitos antigos.

Em Portugal, a banda sonora de “Vaiana” conta com a participação do grupo português ÁTOA, que fazem uma versão da canção principal do filme, “De Nada”, cujo vídeo foi recentemente revelado e soma mais de 14 mil visualizações.

“Harry Potter e a Pedra Filosofal”… Um Filme-concerto pela Orquestra Filarmonia das Beiras

A Orquestra Filarmonia das Beiras vai interpretar em concerto, a banda sonora de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”, um espetáculo que faz parte da série de filmes-concerto Harry Potter. O concerto inclui a interpretação ao vivo da orquestra sinfónica, que acompanha o filme e cada nota de “Harry Potter e a Pedra Filosofal”.

O público vai poder reviver a magia do filme em alta definição num écrã de 12 metros, enquanto ouve a orquestra tocar a inesquecível banda sonora criada por John Williams.

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A CineConcerts e a Warner Bros. Consumer Products anunciaram no ano passado a série de filmes-concerto Harry Potter, uma nova digressão global em celebração dos filmes de Harry Potter. O filme-concerto, que arrancou em junho de 2016, é mais uma experiência mágica do mundo de feiticeiros criado por J.K. Rowling.

 

Justin Freer, Presidente da CineConcerts e Produtor/Maestro da série de filmes-concerto Harry Potter explica que “o filme-concerto Harry Potter é um daqueles fenómenos culturais que surgem uma vez na vida, e que continua a deslumbrar milhões de fãs em todo o mundo. É com enorme prazer que apresentamos, pela primeira vez, a oportunidade de viver a experiência de assistir ao vivo à interpretação das premiadas bandas sonoras por uma orquestra sinfónica, enquanto o aclamado filme é projetado num grande écrã. Vai ser um evento inesquecível”.  Brady Beaubien da CineConcerts e Produtor de Harry Potter Film Concert Series acrescenta ainda que o “Harry Potter é sinónimo de entusiasmo mundial e esperamos que ao tocar esta música incrível com o filme completo, o público goste de regressar a este mundo e às magníficas personagens e aventuras que dele fazem parte”.

 

A CineConcerts é uma das principais produtoras de eventos de música ao vivo, acompanhada por uma componente multimédia. Fundada pelo produtor/maestro Justin Freer e pelo produtor/escritor Brady Beaubien, a CineConcerts já mobilizou milhões de pessoas em todo o mundo, em concertos que têm vindo a redefinir a evolução dos espetáculos ao vivo. Algumas das mais recentes experiências de música ao vivo realizadas incluem espetáculos como “Gladiador”, “O Padrinho”, “Do Céu Caiu Uma Estrela”, “DreamWorks Animation In Concert”, “Digressão de Concerto do 50º aniversário do Star Trek: O Caminho das Estrelas - A Última Viagem”, e “Breakfast at Tiffany’s”.

 

MEO Arena (Lisboa)

20 de Maio 2017

Luiz Caracol… "Metade e Meia", novo Álbum e nova digressão

Com novo álbum "Metade e Meia" a sair a 10 de março de 2017, confirma-se a excelência deste artista singular cuja música apresenta uma mestiçagem muito própria, entre sonoridades de Portugal, Brasil e África. Tocou, entre outros, com Sara Tavares, Tito Paris, Jorge Drexler e Fernanda Abreu.

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Depois do sucesso do primeiro álbum “Devagar”, que apresentou nos EUA e em show case oficial na EXIB Música Iberoamericana, tem vindo a tocar em Portugal, Espanha e Brasil. Inicia agora a nova tour em Portugal a 14 de Fevereiro nas Caldas da Rainha, passando de seguida por várias cidades dos país. Fecha esta primeira fase de concertos no dia 25 de Maio no Porto ( Casa da Música) e dia 26 de Maio em Lisboa ( Cinema S. Jorge).

 

Tour "Metade e Meia":

14 fevereiro 2017 - Centro Cutural das Caldas (Caldas da Rainha)

25 fevereiro 2017 - Auditório do Fórum Cultural do Seixal

4 março 2017 - Casa da Artes (Famalicão)

10 março 2017 - Cine Teatro João Mota (Sesimbra)

17 março 2017 - Centro Cultural (Cuba)

30 março 2017 - Conservatório de Música (Coimbra)

7 abril 2017 - Teatro Miguel Franco (Leiria)

8 abril 2017 - Teatro Mascarenhas Gregório (Silves)

17 maio 2017 - Cineteatro António Lamoso (Feira)

25 maio 2017 - Casa da Música (Porto)

26 maio 2017 - Cinema S. Jorge (Lisboa)