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Glam Magazine

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Lisboa under the spell este sábado….

Falta menos de uma semana para o evento mais esperado pela legião de fãs dos MOONSPELL para ajudarem a banda a fazer história com a gravação do seu segundo DVD e o sonho cumprido de gravar em Lisboa, Portugal.

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A banda está em ensaios para que tudo corra bem. A equipa técnica ultima todos os preparativos para que a noite seja tudo aquilo que a banda e os seus fãs esperam. O DVD será realizado por Victor Castro que já assinou o documentário da banda (Road to Extinction - from so simple a beginning) bem como os clips de “White Skies” (Omega White), “Extinct” e “Domina” (Extinct).

O espetáculo de Lisboa terá novidades e surpresas diferentes do de Guimarães, por isso mantenham-se atentos às redes sociais da banda para acompanhar ensaios e preparativos. Agora é esperar pelo dia, contando todos os minutos até ao inicio da viagem com “Wolfheart”

 

Campo Pequeno (Lisboa)

4 de Fevereiro 2017

Jorge Palma divulga novas datas e está no Top 10 dos Iberian Festival Awards

Jorge Palma apresenta novas datas para o ano de 2017 e vê a sua actuação de banda passar a TOP 10 nos Iberian Festival Awards. Depois de um 2016 repleto de espectáculos,  que contou com mais de 60 actuações ao vivo, Jorge Palma anuncia agora um novo conjunto de datas para 2017 enquanto paralelamente prepara novidades que anunciará em breve.

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photo: Rádio AVfm / A.Dias Foto

 

Depois da cidade de Ovar, onde actuou no passado dia 21 de Janeiro com Sérgio Godinho no Centro de Artes (foto do referido concerto), as próximas paragens estão agendadas para Aveiro, Albufeira, Moura, Viana do Castelo, Anadia, Estarreja, Ponte Lima e Funchal.

 

Jorge Palma, Vetusta Morla (ES), Belako (ES), Capitão Fausto, António Zambujo, D.A.M.A, Izal (ES), La Gran Pegatina (ES), Los Enemigos (ES) e Orelha Negra são as bandas que o público elegeu como finalistas na categoria de "Best Live Performance (Portugal/Espanha)". Caberá agora ao júri, que o ano passado elegeu os Vetusta Morla na geral, e os Buraka Som Sistema a nível nacional indicar o vencedor, na gala que acontecerá em Barcelona no próximo dia 16 de Março. Integrados no Talkfest - International Music Festivals Forum, evento com expressão europeia, os Iberian Festival Awards visam distinguir o que melhor se faz a nível Ibérico no que respeita à industria da música: marcas, meios de comunicação, festivais e artistas, são algumas das categorias abrangidas.

Sobre a actuação de Jorge Palma no Bons Sons 2016, Luís Ferreira, o director artístico do Festival, escreveu as seguintes palavras: "Com mais de 40 anos de carreira, é um nome incontornável do panorama musical português. Compositor, poeta, intérprete, exímio pianista, inspiração para várias gerações de músicos e responsável pela criação de parte da banda sonora das nossas vidas. A presença de Jorge Palma era há muito esperada no BONS SONS e não desiludiu as expectativas. O concerto foi uma simbiose perfeita entre músicos e público. Criaram-se momentos de partilha intensa dos grandes temas da carreira de Jorge Palma, com tempo para saborear e viajar. O concerto foi de entrega total, que o músico dedicou aos bombeiros, onde o pudémos ver a dar tudo. Todos estavam felizes por estarem ali e, no fundo, será sempre essa a métrica certa para calcularmos o que é um grande concerto. O concerto de Jorge Palma foi certamente um dos grandes do BONS SONS. Inesquecível."

 

11 de Fevereiro 2017 - Festival Montepio Às Vezes o Amor - Teatro Aveirense

7 de Abril 2017 - Auditório Municipal (Albufeira)

22 de Abril 2017 - Cine-Teatro Caridade (Moura)

29 de Abril 2017 - Centro Cultural (Viana do Castelo)

19 de Maio 2017 - Cineteatro Anadia

20 de Maio 2017 - Cine-Teatro de Estarreja

27 de Maio 2017 - Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

2 de Junho 2017 – (Evento Privado) (Funchal)

Festival Sons de Vez regressa a 11 de Fevereiro…

O Festival Sons de Vez está de regresso ao Minho e desta vez com uma edição especial que assinala o 15º aniversário de uma das mais antigas mostras de música moderna portuguesa. Em simultâneo decorre a votação dos Iberian Festival Awards para a qual está nomeado, pelo segundo ano consecutivo, na categoria de Best Indoor Festival. A cerimónia de anúncio dos vencedores terá lugar em Madrid a 16 de Março.

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Miguel Araújo é um dos artistas mais completos da nova geração da música portuguesa e o nome escolhido para inaugurar esta edição comemorativa do Sons já a 11 de Fevereiro. Cantor, músico e compositor, deu-se a conhecer n’Os Azeitonas, mas tem sido a solo que tem batido todos os recordes. Com várias nomeações para Melhor Canção, Melhor Intérprete Individual e Personalidade Masculina do Ano, traz “Crónicas da Cidade Grande”, um disco que entrou diretamente para o número 1 do iTunes e para o top 3 de vendas. A primeira parte fica a cargo de VIA, diminutivo de Elvira que é um dos talentos emergentes desta edição.

 

O fim de semana seguinte faz-se de revivalismo rock. Primeiro com os Jarojupe, instituição do rock minhoto formada pelos irmãos Parente que acumulam mais de 30 anos de carreira. Trazem consigo uma mão cheia de clássicos e o último disco de originais editado o ano passado e que dá pelo nome de “A force of nature”. A noite de 18 de Fevereiro soma e segue com os UHF de António Manuel Ribeiro. Em quase 40 anos de estrada, fica difícil eleger os momentos mais notáveis da sua carreira, embora “À flor da pele” editado em 1981 e, mais tarde, “Noites negras de azul” sejam marcos na história da música nacional que para sempre vão figurar no top dos discos mais vendidos em Portugal.

 

A 25 de Fevereiro, o microfone é entregue a Bezegol e à Rude Bwoy Band. Com um disco novo na calha do qual é já conhecido o single com Rui VelosoMaria”, o repertório promete uma viagem pela discografia do músico cujo timbre de voz não deixa ninguém indiferente. Temas como “Rainha sem coroa” ou “Era tão bom” são hinos da Invicta e não vão ficar de fora deste alinhamento.

 

O segundo mês de programação do Sons de Vez arranca a 4 de Março com Diogo Piçarra. “Espelho” foi um dos álbuns de maior sucesso na pop portuguesa e originou uma tour que o levou de Norte a Sul de Portugal e às ilhas, tocando para milhares de pessoas, com concertos enérgicos e surpreendentes. Para além dos grandes sucessos do disco “Tu e Eu”, e “Verdadeiro”, fazem ainda parte do seu cancioneiro temas nos quais participa com Jimmy P e Karetus e ainda o seu mais recente sucesso “Dialeto” que marcou o ritmo do verão.

 

A 11 de Março o Festival apresenta um cruzamento entre o flamengo e o fado em jeito de convite ao público da Galiza. Os Fado Violado protagonizam a noite com a apresentação do seu disco de estreia “Jangada de Pedra” que junta Ana Pinhal e Francisco Almeida na voz e guitarra, e uma mão cheia de virtuosos instrumentistas e back vocals.

 

O festival Sons de Vez prossegue a 18 de Março em dose dupla. Primeiro com os The Twist Conection que trazem na formação elementos que integraram conhecidas bandas nacionais como WrayGunn, Bunnyranch, Tédio Boys ou Parkinsons.Stranded Downtown” é o nome do recém-editado primeiro álbum de onde florescem relatos e boas referências e confluem estilos, todos marcantes no trajeto dos músicos, com forte ligação ao blues e ao garage. A segunda banda a pisar o palco são os Bed Legs que se situam algures entre a reivindicação de um blues musculado e o descomprometimento do rock n roll. A sua música assume-se marcada por uma constante “tertúlia” entre uma voz de charme e um power trio de intervenção.

 

Pedro Abrunhosa, o primeiro artista anunciado desta edição e um dos nomes maiores da música portuguesa, está confirmado para o dia 25 de Março. Acompanhado dos Comité Caviar traz a Arcos de Valdevez o último disco de originais “Contramão” e uma seleção cuidada de sucessos que marcaram o seu percurso nestes últimos 20 anos de música.

 

O festival termina a 31 de Março com três representações do hip-hop nacional. Primeiro, Abyss que nos vem apresentar “Segredos do meu diário” com versos carregados de metáforas, num registo de dez faixas que percorre toda a vida do rapper e as suas ambições na música. Logo a seguir, Chillange, que embora de origem moldava tomou o português para rimar e, apesar de não ser esta a sua língua materna, é notória a naturalidade com que escreve e rima no nosso idioma. A fechar a noite, Maze um dos MC’s e produtores do colectivo Dealema. Regressado do Festival Terra do Rap no Brasil, o rapper portuense apresenta o seu mais recente álbum “Entranhas” considerado um dos discos do ano de onde se extraem “Musa” e “Moinhos de vento” que têm permanecido intactos no top das mais ouvidas na Antena 3.

Festival Rescaldo apresenta… Marco Franco e Bruno Pernadas Quarteto

Marco Franco é, desde há pelo menos duas décadas, das mais destacadas figuras do jazz e da música improvisada em solo nacional. Fundou, entre muitos outros projetos, os Tim Tim por Tim Tum e os Mikado Lab, tendo mantido com Nuno Rebelo uma colaboração próxima sob a designação Pocketbook of Lightning, num trajeto que lhe tem vindo a atribuir o estatuto de um dos mais requisitados e multifacetados percussionistas da atualidade. É, ainda assim, pelo menos uma meia surpresa imaginarmo-lo num contexto solo, e em particular num instrumento que, não deixando de ser de percussão, não é de todo aquele que o notabilizou – a bateria. Apresenta no pequeno auditório um momento raro, preenchido pela música de “Mudra”, editado no final do ano: uma música profundamente lírica e meditativa – uma surpresa, mesmo tendo em conta a pluralidade do percurso do seu autor.

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photo: Vera Marmelo

 

Bruno Pernadas é um guitarrista e compositor que, com três álbuns apenas, se constituiu como referência fulgorante e incontornável no, à falta de melhor termo, pop-rock independente nacional. Capaz de um rigor composicional de tal forma plural e rico em detalhe e filigrana, e de uma organicidade que aniquila de forma total as fronteiras entre rock, pop, jazz, funk ou o que mais queiramos trazer para a conversa, a sua música faz pressentir, quase desde o primeiro contacto, um mundo ainda mais vasto de possibilidades e de lugar para a improvisação quase total. É precisamente com base nesta premissa que este ensemble – secção rítmica (Luís Candeias, bateria e Francisco Brito, contrabaixo), saxofone barítono / tenor (Francisco Andrade), em estreia absoluta no Rescaldo – se norteia, tendo como ponto de partida o reportório de originais do compositor, e procurando dar às suas ideias-base novo rumo em direção à improvisação livre em tempo real. Um concerto que se constitui, verdadeiramente, como uma oportunidade única de aceder a uma dimensão mais de um músico já de si prodigiosamente multifacetado..

 

Culturgest (Lisboa)

10 de Fevereiro 2017 | 21.30h

Papillon ao vivo no Plano B…

Os portuenses Papillon levam a sua irreverente proposta sonora ao espaço Plano B, no Porto, já no próximo dia 3 de Fevereiro. A banda do laçarote apresentará ao vivo algumas das canções que integrarão o seu EP de estreia, a ser editado no início de Março com o selo da Music For All, do qual já é conhecido o primeiro single, “Engraçado (Já Não Há Pai P’ra Mim)”.

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Papillon é um laço. Ponto um. Ponto dois: também é um grupo de gente que faz música sem juízo. Os Papillon são feitos de gente e gostam de laços, porque os laços são coisas que ligam. Além disso os laços lembram qualquer coisa fora do tempo e os Papillon gostam disso: de não haver tempo, nem etiquetas, nem juízos. Nem juízo. Os Papillon são gente de laços. Com música de perder o juízo.

Compostos por Joana Manarte (voz), Pedro Silva (baixo), João Mascarenhas (teclas), Rui Ferreira (bateria), Raul Manarte (guitarra), Tiago Ferreira (trombone), Luís Macedo (trompete) e Pedro Gomes (saxofone), estrearam-se ao vivo em 2014, no Porto. Resultado de múltiplas influências estéticas, os Papillon proporcionam um espetáculo cheio de energia, significado e vitalidade, sendo comum o concerto acabar com o público a dançar. Os elementos da banda juntam-se trazendo a experiência de outros projetos, desde a música clássica ao jazz, dos blues ao funk, do pop ao rock, entre outros estilos, em trabalhos de composição, interpretação e performance.

Entre a sua estreia em palco no Plano B (Porto) e, mais recentemente, a passagem pela final do EDP Live Bands, têm tido concertos no Porto e em Guimarães, com destaque para o Hard Club, uma das principais casas de música ao vivo da Invicta. Também foram convidados para integrar o Porto Swing Jam por dois anos consecutivos, onde tiveram a oportunidade de participar num evento de Lindy Hop (novamente no Hard Club), em concertos pensados para dançar. A destacar também as atuações televisivas no Porto Canal e no palco do programa “Portugal 3.0” da RTP2.

As letras são um dos pontos fortes do projeto, chamando a atenção até do ouvido mais desatento e as reações dos ouvintes têm sido de surpresa e identificação com os textos e as músicas. No palco vê-se uma banda que transparece uma relação cúmplice entre os elementos e um compromisso comum: criar uma atmosfera positiva, contagiante e envolvente com o público e com a música. Para o primeiro trimestre de 2017 está prometida a chegada do EP de estreia

 

Plano B (Porto)

3 de fevereiro 2017 | 23.00h

 

Noite Indiegente com Terry Lee Hale…

O cantautor norte-americano Terry Lee Hale é o convidado de honra da primeira Noite Indiegente no Sabotage, com curadoria de Nuno Calado.

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Com mais de uma dezena de discos editados, Terry Lee Hale apresenta pela primeira vez em Lisboa o seu último trabalho, "Bound, Chained, Fettered" (Glitterhouse Records, 2016). Um disco composto por nove canções elegantes, sonhadoras e que destilam intimidade, aqui apresentadas na sua versão mais pura, em formato acústico.

A primeira parte está a cargo de Rita Braga, a encantadora rainha do ukulele e autora de uma sonoridade única que combina Julee Cruise com uma estranha mistura de folk, com influências que vão da Sérvia ao Hawai passando pelas Appalachian Mountains.

 

Sabotage Club (Lisboa)

1 de fevereiro 2017 | 22.00h

 

Galo Cant'às Duas apresentam vídeo da "Marcha dos que voam"

Marcha dos que Voam” é o videoclip de estreia de Galo Cant’Às Duas. A história transporta-nos para a comunhão do Seres com a Natureza, numa procura energética de simbologias e ações. As personagens interpretam duas metamorfoses do Ser, as crianças, os Seres puros, sem rótulos ou quaisquer preconceitos e o Leão, um Ser forte, sem carga às costas, com certezas para onde quer ir e o que quer atingir. O clip é rodado com 8 crianças. Essas seguem numa procura de cinco partes de um talismã, que, depois de fundidas, ganham a capacidade de levantar voo, de ver para além do óbvio. As cores apoderam-se da mente, conseguindo transcender a própria visão de cada uma.

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photo: Joana Linhares

 

A realização e produção conta com Joana Linhares e Jeremy Pouivet que desde o início têm acompanhado esta viagem.

Galo Cant’às Duas nasceu de um encontro de artes em meio rural, na aldeia da Moita/Castro Daire. Fazendo ambos parte desse encontro de artistas, Hugo Cardoso e Gonçalo Alegre decidiram avançar para uma jam/concerto em duo onde a bateria, percussões e contrabaixo foram os instrumentos escolhidos para explorarem sonoridades sem qualquer preconceito.

 

O concerto foi libertador, tanto para os músicos como para o público. As variadas texturas, densidades, dinâmicas, respirações e silêncios fizeram com que o concerto desse a motivação necessária para ambos, um mês mais tarde se fechassem na sala de ensaios a compor. A ideia inicial seria procurar concertos, mas sempre em formato de jam, sem qualquer estrutura ou forma. O principal seria a comunicação entre percussão e contrabaixo. Com o trabalho diário, as linhas de contrabaixo levaram à necessidade de procurar e encontrar outras sonoridades, como de baixo eléctrico ou guitarra. Os loops e as frases electrónicas foram surgindo de dia para dia e uma estrutura mais concreta apareceu sem uma procura consciente. O principal objectivo foi o não assumir um género/rótulo musical, mas sim a criação de uma história, sim, a criação de uma história onde tudo se liga a tudo e leva a tantas outras coisas. As variadas dinâmicas e densidades foi o que esteve mais presente nas mentes dos dois músicos

Deolinda esgotam Coliseu de Lisboa....

Foi no sábado que os Deolinda sopraram as velas do seu décimo aniversário no Coliseu de Lisboa, tendo revisitado todos os álbuns, passando pelos temas mais conhecidos e dando a oportunidade ao público de ouvir músicas que há muito não eram apresentadas ao vivo.

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Em 2005 aconteceu o seu primeiro ensaio mas só a 24 de Junho de 2016 Deolinda deu o seu primeiro concerto, sendo a partir dessa data que se contam os 10 anos. Desde então viveram-se histórias e criaram-se relações, sendo a mais importante a que mantêm com o público. Para o Coliseu do Porto está reservado um concerto ora intimista, ora festivo, em que Deolinda vai desfiando o seu cancioneiro com brio e emoção. De fora não poderiam ficar as canções do mais recente álbum de Deolinda, “Outras Histórias”, que é já Disco de Ouro, tendo ocupado durante 4 semanas consecutivas o primeiro lugar do top nacional de vendas e que está a caminho da platina.

 

No próximo sábado, dia 4 de Fevereiro, é a vez do Coliseu do Porto ser o palco da festa da Deolinda. Últimos bilhetes à venda.

This Penguin Can Fly apresentam novo single… “Ailisi”

This Penguin Can Fly é um pinguim formado por três membros que se mostram em formato música instrumental descomprometida. As ambiências cruzam-se algures entre o imaginário do Post-Rock e a agressividade de riffs de guitarra melódicas e agressivas, embutidas em ritmos dançáveis, que dão corpo à identidade musical que apresentam. Criam-se sinestesias auditivas de corpo e alma. É o dançar de olhos fechados, enquanto se sente a ambiência electrizante e ritmada, provocada por estes três.

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Formados por Miguel Azevedo, Márcio Ferreira e José Gomes, This Penguin Can Fly mostra-se em 2014 com a edição do primeiro trabalho de originais, o EP “Broken Hearts are For Assholes, Outer Space is For Heroes”, alvo de destaque por parte de blogues e imprensa especializada, sendo mesmo reconhecido como um dos projectos revelação, e com concertos de norte a sul do país. Em 2015 lançaram ainda o single “All Polar Bears Are Left Handed”.

Agora em 2017 voltam à edição de trabalhos originais com o primeiro longa-duração intitulado “Caged Birds Think Flying Is A Disease”, com lançamento previsto para o início do mês de Abril, com o selo da Elephante MUSIK, de onde faz parte o single de avanço “Ailisi” gravado no Estúdio Lobo Mau, em Guimarães. “Ailisi” mostra a evolução do som da banda ao remeter o ouvinte para um ambiente oriental com floreados de guitarra melódicos e de viagem instantânea para o continente asiático, ao mesmo tempo que mantém a tónica de riffs poderosos guiados por uma bateria que nos obriga a dançar. Com videoclipe gravado em Shanghai, na China, “Ailisi” dá o mote para “Caged Birds Think Flying Is A Disease”, o primeiro longa-duração do trio de Braga/Guimarães, que pretende alcançar novos horizontes e novos palcos no panorama nacional e internacional com este conjunto de músicas renovado e robusto. Dançar e sentir, é obrigatório.

 

Foque… o novo projeto de Luis Leitão

Foque… Assim se intitula o projecto a solo de Luís Leitão.

Este apresenta-se com um heterónimo para onde canaliza todo o seu trabalho musical. Com projetos como músico (Samsara) e produtor (Caligula) num futuro próximo surge a necessidade de focar tudo numa só coisa.

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É um projeto que nasce da necessidade de ter independência musical e de largar, não as guitarras nem as baterias convencionais, mas o rock em geral, onde havia estado embrenhado grande parte da sua vida… De espada e pena na mão trabalha a electrónica, as melodias digeríveis e as ausências e presenças excessivas. 

Samplando-se a si próprio e colaborando com todo o tipo de artistas, promete tomar o ano de 2017 de assanto. O single de estreia chama-se “Pressinto”. O EP "Cabum" tem data de lançamento agendada para o próximo dia 6 de março.

SMSF Beja’17… a 5 meses uma mão cheia de novidades

Com cerca de cinco meses em contagem decrescente e um cartaz a caminhar para encerrado, o SMSF Beja prepara as entradas no verão de 2017 com velocidade extrema, ou não fosse essa a tónica do festival, que se dedica a abordar as linguagens mais pesadas da música nas suas mais variadas formas.

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É, de resto, nessa senda que chegam as novas confirmações para a próxima edição do SMSF Beja, todas elas de língua portuguesa, de variados sotaques, mas todas valores a ter em conta. A saber… Nada alheios às noções básicas de metalurgia, dotos no peso mais clássico, os heavy metalheads Krisiun juntam-se aos Exodus no topo do cartaz da oitava edição do SMSF para apresentar o mais recente “Forged in Fury”. Ao lineup ainda se somam os grinders RDB, também conhecidos como Raw Decimating Brutality, os podres Dokuga com o seu d-beat e os punks de som musculado Booze Abuser.

 

Em modo residente, e a encabeçar os valores locais confirmados, o Paulo Colaço de sempre, mestre da guitarra campaniça e dono de uma atitude ímpar,  capaz de vergar metaleiro, punk, ou mesmo Trump, junta-se ao cartaz. Com ele, vem A Coruja, projecto folk com ascendência no prefixo post, vêm os Reactive Lust com o seu som gótico possante, e vêm os Liber Mortis com o seu black metal putrefacto.

 

 

Frances lança novo single.. "No Matter"

Frances anunciou o lançamento do novo single, “No Matter”, produzido por Mojam (que já trabalhou com Sam Smith e Naughty Boy). Esta é a mais recente canção retirada do muito aguardado álbum de estreia da cantora, “Things I’ve Never Said”, que será editado a 17 de março.

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Sucedendo ao single anterior “Say It Again” (que foi composto em parceria com Greg Kurstin), “No Matter” é uma canção pop liderada pela linha de piano, mostrando o talento inato da cantautora na composição de baladas autênticas e deslumbrantes. Frances disse sobre o tema: “Escrevi ‘No Matter’ logo quando me mudei para Londres. Sair de uma pequena cidade e mudar-me para a capital foi uma sensação esmagadora e entusiasmante. Existem tantas pessoas de todo o mundo nesta cidade incrível, a viver as suas vidas e a seguir os seus sonhos. Nas primeiras semanas conheci tantas pessoas de sítios tão diferentes e aí percebi que não partilhamos apenas uma cidade, partilhamos a nossa humanidade.”

Em 2014, Frances lançou uma versão do tema “Grow” gravada no seu quarto que a levou a lançar por editoras como a Kitsune e Communion Records, além de ter sido nomeada para prémios da BBC e para os BRITs, e de ter conquistado novos fãs e recebido elogios de publicações e sites como The Fader, Noisey, Stereogum e i-D. Dois anos depois este talento sublime superou todas as expectativas, somando mais de 100 milhões de streams com o seu catálogo até então, atuando em festivais reputados como Glastobury, Coachella e Lollapalooza, tendo ainda esgotado a mítica sala de Londres KOKO. Depois de ter terminado 2016 com uma atuação no programa britânico “Stand Up 4 Cancer”, do Channel 4, além do tema “Grow” ter sido selecionado para a banda sonora do filme “Mum’s List” (protagonizado por Rafe Spall e Emilia Fox), Frances arrancou o novo ano com o anúncio muito especial de que iria fazer parte da banda sonora do filme “As Cinquenta Sombras Mais Negras”, com uma canção original, ao lado de artistas como ZAYN, Taylor Swift e John Legend.

 

Com colaborações de Greg Kurstin (Adele, Beck), Jimmy Napes (Sam Smith, Alicia Keys) e Howard Lawrence dos Disclosure, “Thing’s I’ve Never Said” é um disco altamente pessoal e emotivo, resumindo os últimos dois anos da história de Frances. Desde baladas honestas e tocantes como “Let It Out” e “Cry Like Me” a produções pop clássicas como se pode ouvir em “Say It Again”, o álbum revela a abrangência impressionante desta jovem artista. Esta primavera Frances vai levar a cabo a sua maior digressão até à data e certamente vai-se afirmar como a grande revelação britânica do ano.

Kura, Karetus e Força Suprema completam cartaz dos Melhores do Ano da Rádio Nova Era

Praticamente a dois meses, já são conhecidos os últimos nomes do cartaz dos Melhores do Ano da Rádio Nova Era. Dia 1 de abril, o Pavilhão Rosa Mota, no Porto, vai voltar a ser o epicentro da música, com a 20ª edição deste evento único em Portugal que recebe aqgora as últimas 3 confirmações… Kura, Karetus e Força Suprema.

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Kura continua em movimento ascendente na sua carreira cada vez mais internacional. Em 2016, somou várias edições bem sucedidas, entre as quais se destacam “Calavera” (colaboração com Hardwell), “Walk Away”, com Tony Junior, “Mad Man” (colaboração com Laidback Luke) e o mais recente “Tora”, editado pela Spinnin Records, que alcançou o primeiro lugar no Big Room da Beatport. Kura continua a marcar presença no Top 100 da DJ Mag, sendo o português melhor classificado, ocupando a 51.ª posição mundial da tabela da conceituada revista britânica dedicada às sonoridades eletrónicas.

 

Os Karetus são já presença habitual nos Melhores do Ano e em 2017 estão de volta com mais uma atuação em grande, neste aguardado reencontro com os ouvintes da Nova Era. Esta dupla assume-se como um dos projetos portugueses mais internacionais no universo da música de dança, fazendo sucesso em muitas partes do globo. No currículo dos Karetus contam-se já inúmeras remixes e colaborações com alguns dos maiores nomes mundiais da especialidade, apresentando sempre novas sonoridades e fusão de estilos.

O seu álbum de estreia intitula-se “Piñata” e recentemente foi n.º 1 no Japão.

 

Os Força Suprema reúnem NGA, Prodígio, Masta e Don G e farão este ano a sua estreia nos Melhores do Ano da Nova Era. São um fenómeno de popularidade em Portugal e Angola. No final de 2016 lançaram o álbum “E A União Fez A Força”, do qual faz parte o êxito “Serias Tu (feat. Deezy)”.

 

 

Cartaz completo

DVBBS, DJ Bl3nd, April Ivy, Beatbombers, Bezegol, Bispo, D.A.M.A., Diogo Piçarra, DJ Oder, Força Suprema, Jimmy P, KARETUS, Kura, Mundo Segundo, Ninka Kore, Piruka, Valas, Virgul

“Silence is Gold”… dos Pás de Problème já disponivel...

“Silence is Gold”, o album de estreia dos Pás de Problème, depois do EP de 2012 “Uma Componente Determinante, esta disponível desde hoje em formato digital no bandcamp da banda e com download gratuito. São 16 faixas com Musica e texto dos Pás de Problème excepto o poema do Allen na “Intro do Pinhal Novo”.

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Gravado por Bruno Lobato, na Ground Zero, masterizado e misturado pelo Bruno Lobato e produzido pelos Pás de Problème, o disco é uma edição Exotic Underground com apoio Sentimiento Fuerte

A festa de lançamento será no próximo dia 4 de Fevereiro, no Titanic Sur Mer gerido por Manuel João Vieira, no Cais do Sodré. Os Pás de Problème irão fazer um concerto de 4 horas: quatro horas de Real Padrada com muitas surpresas.

Festival Rescaldo 2017

A 10.ª edição do Festival Rescaldo destaca, uma vez mais, muito do que de melhor se fez ao longo do ano no panorama das mais aventureiras músicas nacionais. Reforçando a sua característica ligação à Culturgest, o festival volta a ocupar, para além do Pequeno Auditório da Fundação, o seu espaço de garagem, redescoberto no ano passado enquanto palco privilegiado para testemunhar algumas das mais robustas atuações do seu programa, casos do trio pan-ritualístico Älforjs e do projeto Ondness, e aventura-se, ainda, e pela primeira vez no seu historial, numa incursão ao carismático espaço arquitetónico e acústico do Panteão Nacional, no qual atuará, e também pela primeira vez num solo absoluto, a trompetista portuense Susana Santos Silva.

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No programa, que passa em revista um ano de 2016 mais uma vez repleto de diversidade estética e de promissoras descobertas, constam, como tem sido cunho do festival, desafios particulares lançados a autores com percursos vincadamente próprios e sem receio de arriscar saídas das suas zonas de conforto – casos do solo de piano do músico Marco Franco (até à data reconhecido pelo seu trabalho como baterista), da colaboração entre o dinamarquês Paal Nilssen-Love e o histórico David Maranha, ou da formação inédita do fulgurante guitarrista e compositor Bruno Pernadas, a procurar assumir os caminhos da improvisação livre a partir do manancial de referências que tornam a sua música uma celebrada e complexa aventura no atual panorama luso.

 

O experimentalismo no feminino é outras das marcas deste décimo Rescaldo: para além da supracitada Susana Santos Silva, constam do programa atuações da incontornável Ana Deus, da incisiva Jejuno e das cada vez mais únicas Pega Monstro, numa prova de que a diversidade – todo o tipo de diversidade – é cada vez mais a norma nestas músicas maravilhosamente inclassificáveis que vos convidamos a apreciar.

 

Marco Franco

Bruno Pernadas Quarteto

10 fevereiro 2017

 

Luís Lopes

Ana Deus

11 fevereiro 2017

 

Susana Santos Silva

12 fevereiro 2017 (Panteão Nacional)

 

Live Low

JEJUNO

David Maranha + Paal Nilssen-Love

17 fevereiro 2017

 

Älforjs

Ondness

Pega Monstro

18 fevereiro 2017

 

SETH (OFG) lança novo vídeo… "Passa Bem"

Seth, rapper da linha de Cascais, dá o pontapé de partida de 2017 com nova música e videoclipe. Desta vez apresenta-nos “Fala Bem”, um tema bem característico com a força, musicalidade e mensagem que nos tem vindo a habituar nos últimos anos.

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O rapper conta já com 8 mixtapes lançadas além de incontáveis participações em vários discos de projetos de membros da sua família. Desde 2004 que Seth vem somando novas músicas a solo e ao lado de artistas como Ferry, Al-x Wesh, Dillaz, Arma Vokal, Kappa Jotta, Noia OFG, Jahmaika Bigunz, entre outros.

 

Rancho dos Cantadores de Aldeia Nova de São Bento… Disco de Ouro para o Cante Alentejano

Chegou esta semana ao Galardão de Ouro o disco do Rancho de Cantadores da Aldeia Nova de São Bento. Editado a 25 de novembro do ano passado, está desde essa data no top de vendas, sempre nos lugares cimeiros da tabela.

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Produzido por Ricardo Cruz e António Zambujo, o álbum junta um dos mais antigos Ranchos alentejanos a Luísa Sobral, António Zambujo, Miguel Araújo, Jorge Benvinda e Pedro Mestre numa edição comemorativa do Cante a Património Mundial e Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

Criado há 30 anos, o Rancho dos Cantadores de Aldeia Nova de São Bento, é herdeiro de uma longa tradição da arte de bem cantar as belas modas do cancioneiro alentejano. Orgulhosos por seguirem dois princípios orientadores, que apesar de opostos se complementam: o da tradição e o da inovação.

 

Rodrigo Serrão edita álbum de estreia "Stick to The Music"

Músico, compositor, autor e produtor, Rodrigo Serrão tem uma carreira consolidada nos mais prestigiados palcos do mundo e participações gravadas em mais de uma centena de discos.

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Com uma experiência acumulada ao longo dos anos na companhia dos maiores artistas portugueses, do Jazz ao Fado, da Pop à World Music, é um músico de desafios.

O álbum de estreia "Stick to The Music" tem data marcada para dia 3 de Março. A apresentação é já no próximo dia 11 de Fevereiro no Centro Cultural Cartaxo