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Glam Magazine

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Afonso Pais & Rita Maria no Salão Brazil...

Afonso Pais, referência estabelecida na cena musical nacional, desenvolve desde o início da sua carreira artística um trabalho de composição exploratório das vertentes e possibilidades da música escrita e da improvisação. Viveu em Nova Iorque os primeiros cinco anos da sua vida profissional, período após o qual se estabeleceu em Lisboa.

Tendo colaborado com cantautores como Edu Lobo, Ivan Lins, Rui Veloso ou JP Simões, partilhado o palco ou estúdio com cantores como Dee Dee Bridgewater, Camané e António Zambujo, e gravado com nomes maiores da música instrumental como por exemplo Peter Bernstein, Perico Sambeat ou João Paulo Esteves da Silva, Afonso Pais apresenta agora a sua parceria artística com a aclamada cantora Rita Maria, singular intérprete e improvisadora, com o projecto intitulado "Além das Horas".

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Rita Maria, por seu lado, conta com um percurso musical eclético, fruto do contacto que teve com as mais variadas culturas musicais, as quais encontrou nas temporadas que a levaram aos Estados Unidos, Índia e Ecuador, estando agora de regresso a Portugal. Ao longo dos últimos anos tem trabalhado com Mário Laginha, Carlos Bica, Ziv Ravitz, Elias Meister ou Maria Tejada, para citar alguns nomes, apurando a sua personalidade musical e expressão artística através do instrumento que a acompanha desde sempre: a Voz.

 

Mais do que uma combinação ou cruzamento de estilos musicais, o repertório reflecte uma assimilação, usando o formato de canção, a expressão da palavra cantada em português, abrangendo a improvisação, a unidade e interacção do grupo, sem compromissos de pertença a alguma tipologia musical pré-determinante ou predominante.

 

"Além das Horas" é editado em disco a 4 de Novembro de 2016 pela editora alemã ENJA Records. Nesta colecção de canções Portuguesas, com e sem letra, pontualmente instrumentais, cada composição introduz o seu universo musical sem contudo o delimitar. A narrativa musical leva-nos através das canções, pela voz de Rita Maria segundo o imaginário de Afonso Pais, decorrendo da cumplicidade musical e parceria de longa data que consubstancia esta colaboração artística.

 

Salão Brazil (Coimbra)

4 de fevereiro 2017 | 22.30h

The King Khan & BBQ Show de regresso a Portugal

O maravilhoso show de 'King' Khan e Mark 'BBQ' Sultan está de volta a Portugal. A dupla sobe ao palco do Sabotage Club, em Lisboa, já na próxima quarta-feira, 8 de Fevereiro, às 22h30, naquela que é a sua única data em Portugal integrada na nova tour europeia "Jamon Feast 2017".

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photo: Miron Zownir

 

Rock 'n' roll, punk, r&b, psych, doop-wop, garage, surf - de tudo isto se faz o caldeirão The King Khan and BBQ Show. Juntos desde 2003, 'King' Khan (voz/guitarra) e Mark 'BBQ' Sultan (voz/guitarra/bateria) editaram 3 álbuns, correram o mundo, passando por festivais de renome como o Coachella, e criaram projetos paralelos como o super-grupo Almighty Defenders (com membros dos Black Lips). Juntos, deram o pontapé de saída para o movimento "doop-wop punk", que, apesar da pouca visibilidade mediática, tem uma legião de fãs espalhada pelos quatro cantos do planeta.

 

Em 2010, chatearam-se, puseram um ponto final à banda, e ficaram de costas voltadas até 2014. Sobre isso, dizem apenas: "Brothers fight like brothers".

E é tudo o que precisamos de saber. Importa que voltaram a juntar-se e entretanto já lançaram "Bad News Boys" (In The Red Records, 2015), o quarto álbum de estúdio - agora, na estrada.

 

O concerto insere-se na Cool Trash Club #03. Alternativa por convicção, a Cool Trash Club traz a Lisboa as bandas internacionais mais surpreendentes que se pode encontrar no espectro do rock´n'roll mais puro, primitivo e selvagem, do garage rock ao blues passando pelo punk. Depois dos concertos, a segunda parte da festa é protagonizada pela dupla de DJs A boy named Sue e Nuno Rabino, a incendiar a pista com os melhores outsiders musicais, até às 4h.

 

Sabotage Club (Lisboa)

8 de Fevereiro 2017 | 22.30h

Viviane apresenta… “Fado Mediterrânico”

Depois de uma carreira de sucesso como vocalista dos “Entre Aspas”, Viviane comemora os dez anos do percurso a solo, trajeto, esse, que também já conta com muitos êxitos.

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Um espetáculo que junta o fado à pop e que passa ainda pela chanson française e pelo tango, influências que marcam a música da cantora. Viviane não se limita a apresentar um espetáculo de conceção individualista e procura sempre envolver-se com a comunidade local. Setúbal não é exceção, atuando neste concerto acompanhada do Coral Infantil de Setúbal.

 

Fórum Municipal Luísa Todi (Setúbal)

10 de Fevereiro 2017 | 21.30h

Genes e Morning Coffee abrem para Panado no Musicbox…

Influenciado por Spaceman 3, inspirado por Cave Story e amadrinhado por PISTA, Panado já não são só uma mera banda juvenil, são o futuro do rock feito em Portugal. Quem não ouviu falar deles com certeza mente, é que este trio de Pós Punk Psicadélico com apenas 20 anos de idade (os três) tocaram nalgumas das salas mais emblemáticas do país em 2016, do Cafe Au Lait (Porto), ao Lounge (Lisboa), Barreiro Rocks ou até Caldas Late Night (Caldas da Rainha).

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photo: Vera Marmelo

 

Em finais de 2016 todo o país viu-os no Barreiro gravarem esse disco nos estúdios da Hey!Pachuco (na foto) (Nick Suave) e é desse disco monitorizado por Cláudio Fernandes (PISTA) que depositam-se todas as esperanças do novo rock português: arranhado, cheio de esquemas sónicos e com toda a energia e ingenuidade pubescente capaz de influenciar futuras gerações. Disco verá a sua luz do dia ainda em 2017, será com certeza um dos feitos mais celebrados do novo rock contemporâneo português. Era uma questão de tempo até merecem um lugar numa das salas de concerto mais respeitadas da Europa: O Musicbox, habituado a consagrar grandes nomes da música portuguesa à mais de uma década.
 

E porque esta é a cena que se celebra a si mesma, os Panado convidam amigos para tornarem esse momento ainda mais memorável. Morning Coffee é provavelmente uma das bandas mais incompreendidas das camadas underground mais jovens do país, esse imaginário insano é transposto para canções bipolares que exploram o krautrock, o progressivo e o psicadélico nas suas vertentes mais intricadas possíveis. "Circus" lançado em Fevereiro de 2016 é o único registo até à data. Genes, apontado pela Time Out como uma das grandes promessas da música portuguesa para 2017, cada passo do rapper de 19 anos parece ser ainda mais determinante que o outro: Lança um EP homónimo de 9 faixas, 4 dias depois abre para o rapper viral de Brooklyn (Nova iorque) Prince Harvey no Damas Bar, na mesma noite é convidado para editar o seu disco de estreia na mítica sala da Graça, meses depois lança um single com uma capa roubada aos Sonic Youth, quatro dias depois enche o Lounge e em Janeiro (já em 2017) lança o explosivo "Inspector Max". Ainda irá sofrer mil e uma metamorfoses e o interessante será ver em que culminará a sua derradeira.

Musicbox (Lisboa)

4 de fevereiro 2017 | 22.00h

Lendário Homem do Trigo… ao vivo

Lendário Homem do Trigo é o projecto a solo de Hugo Correia, músico que podemos encontrar ora em grandes orquestras clássicas, ora em combos de jazz e que foi o impulsionador de grupos como Fado Morse.

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O primeiro disco, que agora se apresenta, centra-se em duetos “virtuais” com ídolos do passado, samplando e emprestando trechos musicais de compositores como Carlos Paredes, Astor Piazzolla, Mstislav Rostropovich, etc.

 

Salão Brazil (Coimbra)

3 de fevereiro 2017 | 22.30h

A$AP Ant estreia-se em Portugal na próxima semana...

A$AP Ant, membro da ASAP Mob, invade o Titanic Sur Mer (Lisboa) e o Hard Club (Porto), já nos dias 8 e 9 de Fevereiro, quarta e quinta-feira respectivamente. As datas do rapper americano contam com o suporte da dupla Chyna + Fumaxa e de Mike El Nite, o irreverente "justiceiro" do rap nacional que se apresenta também em DJ Set para o espectáculo em Lisboa.

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Numa viagem ao espírito das crews americanas e, com a identidade própria que lhes é reconhecida, esta é uma daquelas oportunidades para todos os amantes do hip-hop constatarem, ao vivo e a cores, o porquê da família A$AP, grupo de A$AP Rocky e A$AP Ferg, se ter tornado numa das peças mais importantes na história recente do som que ecoa pelas ruas de Nova Iorque.

Conhecida como a cidade que nunca dorme, uma alegoria que também encaixa na perfeição no trabalho dos rappers da Mob e também de Ant, que vai estar em digressão europeia durante todo o mês de Fevereiro.

As datas portuguesas estão a cargo da Ample Talent..

 

Titanic Sur Mer (Lisboa)

8 de Fevereiro 2017

 

Hard Club (Porto)

9 de Fevereiro 2017

“Time” é o novo video de Pheel Balliana

Time” é uma canção que fala sobre o paradigma tempo vs. dinheiro, e surge agora com o segundo single do disco “Gold Trash Latino”, lançado pelo italiano Pheel Balliana em finais do ano passado.

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Dentro de um cenário caótico - que é a própria capa do disco - o artista surge como um palhaço dourado, abandonado na confusão criativa. O video foi gravado em Paris (onde viveu durante muitos anos e desenvolveu grande parte de sua carreira artística), no ateliê de Pimax, um destacado artista plástico que se passeia pelo universo pop, assim como Pheel Balliana.

"Tempo é a única coisa que não podemos comprar. O amor também não, mas se houver amor, precisa de tempo para vivê-lo", é assim que Pheel Balliana define este seu novo single

Musicbox recebe 9 apresentações de discos nacionais até Abril…

O ano de 2017 do Musicbox em Lisboa arranca com a aposta nas edições nacionais. Até Março passam pelo clube lisboeta os lançamentos do novo single de Moullinex, os discos de estreia de Luís Peixoto, Captain Boy, Xinobi, Moda Americana e Them Flying Monkeys, e ainda as novas aventuras discográficas da dupla Tocha Pestana e do portuense PZ.

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A 3 de Fevereiro, Moullinex apresenta o single "Open House", e esta de volta às edições e concertos em 2017. No arranque do novo ano, o produtor e dj lisboeta prepara-se para editar "Open House", um tema que servirá de avanço para o novo álbum ainda a lançar no primeiro semestre do ano. 16 fevereiro é a data agendada para Luís Peixoto apresentar "Assimétrico". Luís Peixoto tem vindo a criar currículo na área da folk nacional, colaborando com projectos como Dazkarieh, Sebastião Antunes & Quadrilha, Assembly Point, Trim, Companhia Clara Andermatt ou Júlio Pereira. Desse percurso nasce este "Assimétrico", a primeira incursão a solo que é espelho para uma nova abordagem aos universos de cruzamento entre a música tradicional/folk e a electrónica. O disco, conta com as colaborações de Quiné Teles nas percussões, Miguel Quitério nos sopros, Anders Perander na guitarra e a cantora Fabíola Augusta.

No dia seguinte, 17 de fevereiro os Them Flying Monkeys trazem a apresentação de "Golden Cap" ao Musicbox. Aliando as cores do neo-psicadelismo britânico à sua identidade, os Them Flying Monkeys têm vindo a surpreender o mercado nacional desde o seu surgimento em 2011. Em 2017 lançam-se nos longa durações antecipando aquela que poderá ser uma das surpresas do ano. "Halos" e "Molly" foram os dois primeiros avanços.

As apresentações em Fevereiro encerram no dia 24. PZ traz "Império Auto-Mano" à capital. São já 4 as edições assinadas pelo produtor e músico do Porto. O sucessor de "Mensagens da Nave-Mãe", editado em 2015, é um contra-ataque às hordes globalizadas do sitema vigente e dá pelo nome de "Império Auto-Mano". Reorganizando o caos modernos algures entre o techno e o hip hop, PZ volta a entregar-nos um disco que é seu em toda a linha: um objecto meio pop, meio estranho e totalmente português.

 

O mês de Março arranca a 4 com "Top Flop", o regresso dos Tocha Pestana. Depois da edição de “Música Moderna” e aproveitando a relação profissional com Pedro Chamorra (Voxels, Deselektor), a dupla construiu um novo disco que explora ainda mais o uso de máquinas analógicas, drum pads e sintetizadores Moog e Korg. Uma mistura de universos, entre os acordes maiores e menores, transportam as melodias para um limbo entre a melancolia e a euforia. "Top Flop" é um título tão simples quanto complexo, tão afirmativo quanto contraditório, contendo em si toda a problematização irónica da música pop actual.

O primeiro disco do cantautor Captain Boy, “1”, é uma viagem, particular, por um universo de fragilidades, gravado de forma crua e eliminando tudo o que é acessório. Um canal directo entre o estúdio de gravação e o ouvinte, que será apresentado, em palco, com Steve Smyth, cantor norte-americano nomeado cujo single "Shake it" figura na listas de melhores vídeos do ano da Rolling Stone. A apresentação acontece a 11 de Março. Ainda em Março o regresso a 16 de uma das bandas de culto da cena rock instrumental nacional que está de volta aos discos, Riding Panico. A 16 de Março é para ouvir as novas aventuras da banda.

Xinobi apresenta novo EP no dia 23 de Março. Já se afirmou como um dos DJs e produtores portugueses de maior vocação internacional, lançando inúmeros EPs e remisturas de música de dança garrida com sensibilidade pop. Agora aí depois do disco, segue um novo EP.

Logo no dia 1 de Abril, e não é mentira, surge o disco de estreia dos Moda Americana. Os Moda Americana são uma banda de rock alternativo de Lisboa com uma sonoridade psicadélica moderna e expansiva. Oriundos de diversas esferas musicais, Afonso, Guilherme, Vítor (membros de Alice) e Hugo (Them Flying Monkeys) juntam-se a Nuno Fernandes para criar Moda Americana. No disco de estreia, do qual ouvimos o single "Singapura", exploram-se personagens surreais inspiradas no contacto entre a natureza e o imaginário.

"Nonsquare”… o album de estreia dos The Black Zebra

Quando em 2015 os irmãos Hugo e Nuno Machado resolveram juntar-se na bateria e na guitarra, nasceu o pós-rock explosivo tão característico dos The Black Zebra. Em palco são apenas 2, mas quando fechamos os olhos podemos pensar que são 4 ou 5.

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Depois do E.P. "The Worst Shit Demo", lançado em 2015, e de uma extensa tour de promoção da banda, preparam já a edição do seu primeiro longa duração "Nonsquare” para o 18 de fevereiro de 2017.

Entretando foram divulgadas as primeiras datas da digressão da banda:

 

18 Fevereiro 2017 - Ciclo “Sonoridades” - Centro Cultural Vila das Aves

11 Março 2017 - CRU :: espaço cultural (Famalicão)

18 Março 2017 - SMED - Quebra Sentidos Associação Cultural (Trofa)

7 Abril 2017 - Club de Vila Real

8 Abril 2017 - Espaço A (Freamunde)

22 Abril 2017 - Associação Cultural Mercado Negro (Aveiro)

29 Abril 2017 - Sé La Vie (Braga)

5 Maio 2017 - Will's Rock Club (Lousada)

10ª Festa do Cinema Italiano de 5 a 13 de Abril em Lisboa, Porto, Coimbra e Setúbal

A 10ª edição da Festa do Cinema Italiano realiza-se de 5 a 13 abril e, pela primeira vez, acontece simultaneamente em quatro cidades: Lisboa, Porto, Coimbra e Setúbal, seguindo depois para 15 cidades portuguesas e três países (Brasil, Angola e Moçambique).

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Uma edição que, segundo Stefano Savio, “marca provavelmente a chegada do festival à maturidade, dez anos onde houve um constante esforço para criar um evento que, apesar da sua especifcidade temática, pudesse sempre confrontar-se com o mais amplo espectro da realidade cinematográfca nacional e internacional. Este ano, esperamos tornar a Festa do Cinema Italiano um pequeno, mas signifcativo exemplo de diálogo entre culturas, seja a nível de público, seja em termos de indústria"

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Na edição de Lisboa, que acontece no Cinema São Jorge, nos Cinemas UCI, El Corte Inglès e na Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema - para além dos cerca de 50 flmes exibidos, durante nove dias do festival, estão ainda em destaque: a cidade de Nápoles, um dos focos do festival, onde é mostrada a cultura de um dos lugares mais icónicos do mundo, seja através do cinema, com destaque ao mítico Totò, da literatura, com foco no fenómeno literário Elena Ferrante, da música ou da gastronomia. Este ano, em ocasião do centenário do seu nascimento, a Festa do Cinema Italiano dedicará, em colaboração com a Cinemateca Portuguesa, uma homenagem a Dino Risi (na foto), um dos grandes nomes do cinema italiano, que deu a conhecer a “comédia à italiana” ao mundo inteiro. O momento certo para ver ou rever clássicos intemporais como Il Sorpasso (A Ultrapassagem), I Mostri (Os Monstros) ou Profumo di donna (Perfume de Mulher).

 

Dentro nossa seleção deste ano, podemos destacar a antestreia nacional do último flme de Marco Bellocchio, Fai bei sogni e um dos grandes sucessos da passada temporada cinematográfca em Itália, Perfetti sconosciuti, de Paolo Genovese, um flme sobre as vidas paralelas que cada um de nós esconde dentro do próprio telemóvel”, refere Stefano Savio. Este ano, é dedicado um espaço especial à música com o concerto dos Spaghetti Fusion, um coletivo internacional de músicos, colaboradores de importantes orquestras que adaptaram alguns dos temas musicais mais famosos do cinema italiano. Neste concerto, será́ possível ouvir ao vivo as composições de grandes autores como Ennio Morricone, Nino Rota, Riz Ortolani, Armando Trovajoli e muitos outros, acompanhadas das sequências projetadas no grande ecrã.

 

O festival exibirá longas e curtas-metragens de ficção ou documentário produzidas no último ano, flmes aplaudidos pelo público e pela crítica internacional e selecionados pelos melhores festivais de cinema do mundo.

A programação do festival é, como habitualmente, dividida em cinco secções: panorama (os grandes sucessos do ano), competitiva (sete obras de novos autores italianos que concorrem ao prémio de melhor flme do festival), altre visioni (uma série de flmes que surpreendem pela originalidade estética e experimentação) il corto (secção dedicada a curtas-metragens) e piccolini (constituída por uma mão cheia de flmes e atividades para os mais novos e organizada em parceria com o Festival de Animação Monstra). Haverá ainda uma especial atenção à cultura gastronómica italiana, através da muito apreciada Rota dos Sabores: encontros, provas, aulas e colaborações com os principais restaurantes italianos de Lisboa.

 

A Festa do Cinema Italiano é organizada pela Associação Il Sorpasso, com o apoio da Embaixada de Itália e do Instituto Italiano de Cultura de Lisboa. Em Lisboa é uma parceria estratégica CML/EGEAC e uma co-produção com o Cinema São Jorge

Festival de Cinema Avanca 2017 abre inscrições

Comemorando os vinte anos do festival e a sua 21ª edição, os Encontros Internacionais de Cinema, Televisão, Vídeo e Multimédia AVANCA 2017, acaba de abrir inscrições, permitindo que filmes inéditos no nosso país possam ser candidatos à seleção final que em julho será exibida nos ecrãs deste festival de cinema. Anualmente, mais de três milhares de filmes oriundos de mais de uma centena de países faz chegar a Avanca obras que refletem a produção mundial contemporânea do cinema e do audiovisual. São filmes oriundos dos cinco continentes, dos mais diversos formatos e reflexo de culturas muito diversas.

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Exibindo e premiado obras de longa e curta metragem, de ficção, documentário, animação e vídeos de caráter experimental, distinguindo atores e autores, este ano o AVANCA 2017 reserva dois prémios que de forma inédita procuram premiar duas faixas alargadas da idade em que os autores têm normalmente mais dificuldade em produzir as suas obras. Assim, pela primeira vez o Festival de Cinema AVANCA irá atribuir um prémio para um realizador com menos de 30 anos e que tenha obra selecionada no festival, premiando ao mesmo tempo um cineasta com mais de 60 anos que igualmente veja o seu filme na competição oficial do festival.

 

Reunindo anualmente filmes e imensos cineastas na casa dos 20 anos, o AVANCA tem igualmente sido a escolha de múltiplas visitas de realizadores que na casa dos 60-80 anos chegam de todo o mundo para apresentarem os seus filmes e falarem da sua experiência. Estes novos prémios, que se creem serem os primeiros a surgirem conjuntamente num festival de cinema, procuram assim clarificar o caráter abrangente, multicultural e multigeracional que tem marcado este evento ao longo de duas décadas.

 

As inscrições estão abertas até 30 de abril no site do festival (www.avanca.com), abrangendo várias tipologias de filmes, procurando criatividade, intervenção e singularidade no olhar de cada obra. Os filmes de Portugal e dos países de língua oficial portuguesa tem condições especiais de inscrição. Os filmes portugueses que já não sejam inéditos, poderão ser selecionados para o “Panorama do Cinema Português”. Os filmes produzidos na e pela região de Avanca (entendida de uma forma aberta o distrito de Aveiro), poderão integrar a Competição Avanca, que anualmente mostra as obras que posteriormente tem sido premiadas em festivais de todo o mundo, marcando a importância da produção cinematográfica da região.

 

O 21º Festival Internacional de Cinema AVANCA 2017 é uma organização do Cine-Clube de Avanca e Município de Estarreja, com o apoio do ICA / Ministério da Cultura, IPDJ, Região de Turismo do Centro, Junta de Avanca, DeCA / Universidade de Aveiro, Universidade de Coimbra, UTAD, ESAP, ESAD, Academia Portuguesa de Cinema, Agrupamento de Escolas e Paróquia de Avanca, para além de várias entidades locais.

 

Few Fingers de regresso aos concertos…

Os Few Fingers voltam aos concertos começando no norte do país. Já na próxima Sexta-feira, dia 3 de Fevereiro, invadem o Maus Hábitos, em formato banda (a mesma que fez as datas esgotadas em Londres) e com a participação especial da Surma em algumas das canções. Dia 4 descem, em duo, até Tondela, ao bar ACERT.

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Canções simples e que ficam no ouvido, embaladas pela lap steel guitar e por uma voz surpreendente. “Burning Hands”, o seu primeiro disco, tem um legado folk e uma escola indie e já foi lançado em vinil.

Em Portugal, os Few Fingers já passaram por festivais como o Bons Sons e por locais como a Casa Independente. No Reino Unido já esgotaram o Paper Dress Vintage e foram chamados por uma agência britânica. São um dos maiores segredos da nova música feita em Portugal.

 

Maus Hábitos (Porto)

3 de Fevereiro 2017

 

ACERT (Tondela)

4 de Fevereiro 2017

Em Fevereiro… na Casa da Música

Em Fevereiro na Casa da Música, 2 obras-primas do cinema mudo abrilhantam mais uma edição do Invicta.Música.Filmes (11 a 21 de Fevereiro) em cine-concertos que prometem ficar na memória. “Luzes da Cidade” de Chaplin revela-nos uma faceta menos conhecida do cineasta: a de compositor.

A banda sonora acompanha a projecção do filme na interpretação ao vivo da Orquestra Sinfónica.

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O cânone expressionista de Nosferatu, de Murnau, ganha outra dimensão com a banda sonora de Michael Obst, também ela tocada ao vivo pelo Remix Ensemble (14 de Fevereiro). E muito mais há para ver e ouvir neste festival que celebra a relação entre a música e o cinema.

 

Por outro lado, Arcadi Volodos regressa ao Ciclo de Piano com Schumann, Brahms e Schubert, a Orquestra Sinfónica dá a conhecer o Concerto para violino de James Dillon na companhia do violinista Irvini Arditti, revela ainda nova música de Heinz Holliger David Philip Hefti e, no Concerto de Carnaval, sempre irreverente e divertido, faz-se acompanhar por ilustres solistas a tocar… aspirador.

 

Brad Mehldau, um dos maiores pianistas do jazz actual, ressurge em trio no dia 25 de fevereiro, Adriana Calcanhotto apresenta-se ao lado de Arthur Nestrovski já no próximo dia 5 de fevereiro, enquanto que no dia anterior, os Lucky Duckies celebram 30 anos de carreira. Para os mais novos Mão Verde (Capicua e Pedro Geraldes) estreia-se em formato banda na tarde de domingo 5 de Fevereiro. Luisa Sobral (8 de Fevereiro) e Rita Redshoes (22 de fevereiro) completam a programação musical da Casa em Fevereiro.

 

Toni Erdmann… um filme de Maren Ade

Desde a sua estreia no Festival de Cannes, Toni Erdmann tem arrecadado prémios e conquistado a crítica e o público internacional. Grande vencedor dos European Film Awards e do Prémio Lux do Parlamento Europeu, o filme foi nomeado para Globo de Ouro e está ainda na short-list de Óscar de Melhor Filme Estrangeiro.

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Ines é uma mulher de negócios de uma grande empresa alemã sediada em Bucareste. Quando o pai lhe aparece inesperadamente, Ines não consegue esconder a sua contrariedade. Embora leve uma vida perfeitamente organizada sem qualquer solavanco, quando o pai lhe pergunta: "És feliz?", a sua incapacidade em responder desencadeia uma perturbação profunda.

Este pai irritante – do qual ela se envergonha – faz tudo para a ajudar a encontrar um sentido para a vida, recorrendo à invenção dum personagem: o engraçado Toni Erdmann...

 

Tem estreia marcada nas salas de cinema nacionais a 16 de Fevereiro.

As 3 Marias em Showcase na Fnac do Colombo

As 3 Marias vão apresentar o seu disco “Depois” em showcase na Fnac do Colombo, em Lisboa, esta sexta-feira, dia 3, às 21h30. As 3 Marias são Cristina Bacelar (guitarra e voz), Fátima Santos (acordeão) e Ianina Khmelik (violino). O grupo formou-se em 2009 e conta já com dois álbuns no seu percurso. O seu último trabalho teve a participação de Simone de Oliveira com o tema “No teu poema”, assim como o instrumental Libertango de Astor Piazzolla que recebeu as melhores críticas por parte dos detentores dos direitos e media.  

As 3 Marias - disco Depois

O seu novo trabalho “Depois” foi editado a 27 de Janeiro. Este é um novo desafio assumido pelas três, em que no qual a pop e a electrónica gravitam com os instrumentos acústicos. Esta nova experiência musical teve na produção Nuno Gonçalves (The Gift), sentindo-se toda a vivência e linguagem deste músico.

Ruga de Expressão” foi o single escolhido do álbum “Depois”, o mais recente trabalho d´As 3 Marias. É uma canção sem idade, cúmplice e simples onde todos se podem identificar, retratada na perda através do som ou até mesmo como imagem cinematográfica. “Depois” é um disco de canções em português cujas melodias dos instrumentos e da voz se envolvem com a plasticidade sonora da electrónica e é também a nova viagem d´As 3 Marias.

 

“Lolita & MILF”… dois néctares que prometem aquecer o Dia dos Namorados

Lolita e MILF são dois conceitos disTINTOS, bem presentes no imaginário masculino, mas improváveis no ainda tradicional mundo do vinho (português).... Uma dupla irreverente e sedutora que ganha ao ser desfrutada em duo. Na terceira edição, estes DOC Douro de 2013 prometem ser uma tentadora proposta para aquecer o Dia dos Namorados, a 14 de Fevereiro.

Foi em 2011 que Finkus Bripp e os ‘Netos do Pôpa’ (Stéphane e Vanessa Ferreira) quebraram as regras e lançaram esta dupla de draw wines, que se distinguem na imagem, mas também na identidade: em que os tradicionais descritores são substituídos por características humanas. O conhecido ilustrador e pop artist McBess foi o autor da imagem dos rótulos de ‘Lolita’ e ‘MILF’.

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Embora sejam os dois feitos a partir das mesmas castas autóctones da região, são néctares distintos, a mostrar o potencial da região e a expressão do terroir que lhes dá origem. A fórmula de cada um dos blends surpreende pelo contraste dos seus perfis. O ‘Lolita tinto 2013’ é um romance de boas maneiras, jovem e fresco, de tanino redondo; narrativamente explosiva e recta, com persistência no final de boca. Já o 'MILF tinto 2013’ é mais complexo, intenso e aliciante nas suas notas de fruta madura; carrega sabedoria e promete longevidade.

Feeling Grape

Dois vinhos que estão na génese dos Pôpa Art Projects, conceito idealizado pelos ‘Netos do Pôpa’ com o intuito de mostrar “outro ponto de vista” do mundo vino, aliando-o à “arte de cuidar, de fazer, de manter o que é para manter, de inovar o que faz sentido inovar, de expor e de partilhar”, afirma Vanessa Ferreira.

 

Com 39 e 34 anos, Stéphane e Vanessa Ferreira são dois netos, dois filhos, dois irmãos licenciados em Gestão de Marketing, que herdaram o gosto pela vinha, e em 2010 fizeram o que estava destinado a ser feito: criaram a marca Quinta do Pôpa e, nessa altura, fincaram definitivamente o pé (franco) no Douro. Desde então produzem vinhos nas encostas durienses, mantendo as técnicas tradicionais de vinificação, mas desafiando também algum conservadorismo secular com novas formas de olhar a vinificação. O nome, em nada tem a ver com penteados, é uma homenagem ao avô de ambos, Francisco Ferreira, de alcunha Pôpa. O vinho e a arte são duas áreas que os movem, daí terem criado sinergias de produtores, enólogos e artistas para explorar novas obras de arte vínicas.

“Prisoner” novo álbum de Ryan Adams… editado em caixa especial

A Mistery Box acaba de ser revelada: de forma a assinalar o lançamento do próximo álbum de Ryan Adams, “Prisoner” (nas lojas a 17 de fevereiro), o músico acaba de anunciar o lançamento de uma caixa muito generosa de edição limitada, “Prisoner: END OF WORLD”, que chegará às lojas em meados de março. Esta caixa inclui 12 discos de 7 polegadas, cada um incluindo uma das 12 canções presentes em “Prisoner”, acompanhadas ao todo por 17 lados B inéditos. Cada vinil é impresso numa cor diferente e cada disco tem a sua própria capa.

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Além de tudo isto, “Prisoner: END OF WORLD” vem ainda com o cenário de palco de Ryan Adams em 2D, que inclui luzes e som reais, bonecos em duas dimensões, acessórios de palco, amplificadores, jogos Arcade e muito mais. As curiosidades não se ficam por aqui, já que foram selecionadas 12 cópias ao acaso de “Prisoner: END OF WORLD” que vão incluir um dos 12 temas de “Prisoner” gravados em formato acústico e a solo nos Electric Lady Studios, num disco de 7 polegadas. Apenas existe uma cópia de cada um destes singles!

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As restantes edições de “Prisoner” serão lançadas a 17 de fevereiro, sendo que este ano Ryan Adams volta a Portugal com este álbum na bagagem, a 6 de julho, no festival NOS Alive.

Lil Wayne… pela primeira vez em Portugal no MEO Sudoeste

Para comemorar 20 anos de MEO Sudoeste, os convidados são de luxo. Martin Garrix, Jamiroquai e The Chainsmokers são alguns dos artistas já confirmados, mas há mais. No dia 4 de agosto o Palco MEO e pela primeira vez no nosso país conta com mais um nome… Lil Wayne.

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O norte-americano Lil Wayne é um dos rappers mais relevantes dos últimos vinte anos da história da música. Assume-se como um dos protagonistas da melhor música internacional desde o êxito dos Hot Boys em 1997, grupo do qual também faziam parte os rappers Juvenile, BG e Turk. Depressa chegou ao primeiro milhão de vendas nos EUA, com álbum a solo “Tha Block Is Hot”, na altura tinha apenas 16 anos… No entanto, o grande sucesso artístico surge um pouco mais tarde, com a sequela “The Carter”. “The Carter III” é, aliás, um dos discos mais aclamados da primeira década do século XXI – ganhou o Grammy para Melhor Álbum de Rap de 2008. Um disco cheio de clássicos instantâneos, que inclui o “Lollipop” com Static Major, mas também os singles “A Milli” e “Got Money”.

Mestre no marketing pessoal, Lil Wayne foi também um dos primeiros rappers de sucesso a explorar o formato mixtape. Na vanguarda, cedo percebeu que esse formato permite uma liberdade que os discos tradicionais não permitem. E liberdade sempre foi um adjetivo chave para descrever a música e a postura deste norte-americano. Até no rock já se aventurou, com o álbum “Rebirth” de 2010. Apesar dessas experiências, quando o assunto é produzir rap, os beats e as letras (sobre os habituais temas da cultura hip-hop) mantêm-se os protagonistas da arte de Lil Wayne.

Depois de ter editado “Free Weezy” em 2015, e da colaboração com 2 Chainz em 2016, este pode ser o ano do “The Carter V” ver a luz do dia. Esperado como um verdadeiro acontecimento no mundo do hip-hop, o disco preparado entre 2012 e 2014 tem sido adiado pelo músico e, como é evidente, a expectativa dos fãs e da crítica cresce de ano para ano.

 

O 21º MEO Sudoeste pode ser, uma ótima ocasião para mais novidades… Para já a certeza é que no dia 4 de agosto, no Palco MEO, Lil Wayne traz o hip-hop à Zambujeira do Mar.