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Glam Magazine

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Monkey3 em Portugal...

Os reis do stoner/psych instrumental suiço Monkey3 visitam Portugal já no início de fevereiro para apresentar o seu novo e aclamado quinto álbum "Astra Symmetry", editado pela Napalm Records.

A banda continua a apostar num stoner/psych com influências de prog e space rock. Um disco envolvente e hipnótico com excelentes críticas. Alguns dizem que as suas composicões são como viajens sónicas em direção ao infinito.

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Com 15 anos de carreira e actuações em todos os festivais europeus do género, os Monkey3 apresentam-se em palco com um espetaculo imperdível...


Cave 45 (Porto)

7 de fevereiro 2017 | 22.00h

 

RCA Club (Lisboa)

8 de fevereiro 2017 | 21.00h

Block B… Liveblockbuster In Lisbon

Block B é uma boyband sul-coreana, gerida pela Seven Seasons, da qual fazem parte: Zico, Taeil, B-Bomb, Jae-hyo, U-Kwon, Park Hyung, e P.O. Desde a sua estreia em 2011, os Block B têm continuado a impressionar fãs e críticos, chegando ao topo das maiores tabelas discográficas coreanas, e recebendo vários prémios como o da Mnet Asian Music Awards. Os Block B têm tido também cada vez mais reconhecimento noutros países. A versão japonesa do seu single “Very Good” chegou ao quinto lugar da Oricon Weekly Chart e ao sétimo lugar da Billboard Japan Hot 100.

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O apoio dos fãs portugueses dos Block B foi essencial para fazer este concerto acontecer. Eles criaram um movimento viral através da MyMusicTaste, uma plataforma online que permite a cada fã pedir uma actuação do seu artista preferido na sua cidade, votando para que os Block B viessem tocar a Lisboa.

 

Como agradecimento especial aos TasteMakers e a todos os que permitiram que os Block B viessem a Lisboa, foi preparado um presente especial para aqueles que forem ao concerto. Os detalhes serão anunciados mais tarde na página Facebook da MyMusicTaste.

Xiu Xiu espalham terror esta quarta-feira em Braga…

O que dizer de um marco do cinema de terror e de fantasia que é musicado com mestria por quem recentemente provou a genialidade para a composição de banda-sonoras?

Muito pouco. A prova está dada com a aclamação internacional ao álbum de homenagem a Twin Peaks, a incontornável série de David Lynch a que os Xiu Xiu decidiram musicalmente refazer em 2016.

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Under the Blossoming Cherry Trees”, filme de 1975 do realizador japonês Masahiro Shinoda, é uma obra-prima recheada de violência surreal, loucura, manipulação sexual animalesca e constitui-se, apesar desta ou de outras razões, em algo notavelmente belo. O grupo noise pop avant-garde de Jamie Stewart assimilou o belo desta película nipónica e coloca-a agora em palco, musicando-a.

Neste filme-concerto, os norte-americanos recorrem a gongos, pratos, sinos, gritos de caça, percussão preparada com toque industrial, bateria e música eletrónica, sem nunca desfazer a música original do filme, da autoria do compositor japonês Toru Takemitsu, profunda influência no grupo de Jamie Stewart.

Com passagem única por Braga e Lisboa, Xiu Xiu apresentam este filme-concerto em Braga a 8 de fevereiro, no gnration, pelas 22:00, e um dia depois, a 9 de fevereiro, em Lisboa, na Galeria Zé dos Bois

Nick Murphy (Chet Faker)… confirmado no Vodafone Paredes de Coura

Durante mais de meia década, Chet Faker fundiu soul e pop numa atmosfera muito própria até sentir que tinha chegado o momento para uma evolução na sua música. Despedir-se de Chet Faker e adoptar Nick Murphy - o seu nome verdadeiro - foi a forma de renovação que encontrou e que, segundo o próprio, lhe permitiu uma abordagem mais fluída à música.

Crescer entre compilações de chillout e álbuns de jazz do pai fez o artista australiano combinar as duas sonoridades e lançar a sua carreira com uma cover de “No Diggity”, música que publicou na internet, em 2011, como Chet Faker. Depois da versão se tornar viral, chegaram “Thinking in Textures” e “Lockjaw EP”, trabalhos que antecederam o calmo e sereno “Built on Glass” álbum de estreia, de 2014, que chegou a platina.

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A ascensão foi rápida. De trabalhador anónimo de uma livraria na cidade natal, Murphy passou a ter de saber lidar com o reconhecimento público e tours constantes e acabou por sentir necessidade de encontrar um novo rumo. A precisar de escrever mais que nunca, e pondo assim de parte a hipótese de fazer uma pausa, a solução que encontrou foi marcar um ponto de viragem que lhe permitisse concentrar-se no mais importante: fazer algo mais próximo daquilo que ele próprio é, algo novo e inspirador para si e para todos os que ouvem.

 

O resultado é Nick Murphy, um exemplo de fluidez de identidade, uma evolução para algo mais seguro. Um estado mental renovado que gerou duas das músicas mais dinâmicas do artista, singles de um novo trabalho a lançar este ano. “Fear Less” e “Stop Me (Stop You)” já são conhecidas e qualquer que seja o nome usado, a voz do australiano continua a evocar experiências emocionais que o fazem distinguir-se do material comum. Uma viagem aberta a todos os que se queiram juntar e que tem paragem marcada no Vodafone Paredes de Coura.

 

O 25ª edição do festival está de regresso às margens da Praia Fluvial do Taboão, de 16 a 19 de Agosto, por onde vão passar os já confirmados Foals, At the Drive-In, Future Islands, Beach House, Benjamin Clementine, BadBadNotGood, Ty Segall, !!! (Chk Chk Chk) e Car Seat Headrest.

 

Selma Uamusse ao vivo

Selma Uamusse canta o seu mundo, com um mundo dentro de si. A sua versatilidade, poderoso instrumento vocal e genialidade performativa, levou-a a brilhar desde o rock (WrayGunn), ao afrobeat (Cacique 97), ao gospel, soul e jazz (Gospel Collective, tributos a Nina Simone e Miriam Makeba), enriquecendo a sua viagem por diversos estilos e cada vez mais consciente do poder transformador político e social da música.

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Fruto do seu talento e percurso, nos últimos dois anos tem acompanhado Rodrigo Leão como voz convidada, e participado em discos e espectáculos de diversos artistas. O reconhecimento do seu talento foi-se alargando e trespassando áreas artísticas, tendo emprestado, no último ano, o seu corpo e voz a projectos de teatro, cinema e artes visuais.

O seu EP de estreia, onde se avança o primeiro tema “Ngono Utana”, contém tudo o que a Selma é... uma jovem e enérgica intérprete que viveu a sua adolescência durante o reinado do rock em Portugal, conhecedora do cancioneiro tradicional do jazz e soul norte-americanos, perita no trabalho das suas referências vocais mais preciosas, interprete de ritmos e sonoridades africanas, bailarina, não profissional mas feliz!

A mistura fina que a Selma oferece é bem mais do que um mosaico de colagens de todas as aventuras musicais e artísticas que viveu. É um organismo próprio, individual, identitário, de frescura e actualidade surpreendentes e inconfundíveis. Entre as machambas de Moçambique, os clubes nocturnos europeus e aenergia do rock, entre línguas e ritmos tradicionais africanos e produção electrónica carregada de psicadelismo, entre timbilas e sintetizadores, encontram a música da Selma Uamusse!

 

Teatro Municipal (Bragança)

9 de fevereiro 2017

 

Teatro-Cine (Torres Vedras)

10 de fevereiro 2017

Despertar da Primavera, uma Tragédia de Juventude pelo Teatro Praga

“Despertar da primavera”, uma tragédia de juventude é uma peça escrita em 1891 por Frank Wedekind sobre um grupo de adolescentes em conflito com uma sociedade conservadora e moralista. O texto de Wedekind termina com uma conversa entre dois vivos e um morto num cemitério, junto à campa de Wendla Bergmann, rapariga de 14 anos que faleceu vítima de um aborto a que foi forçada pela mãe. O seu apaixonado, Melchior Gabor, recebe a visita do seu melhor amigo, Moritz Stiefel que traz a cabeça debaixo do braço. Moritz suicidou-se porque não passou de ano na escola e não se sentia capaz de enfrentar os pais. Vem oferecer a sua mão a Melchior, convidá-lo a morrer. Mas Melchior aceita a mão de um outro, a do “Senhor Mascarado”, figura primaveril que impede mais uma morte e que na estreia, na encenação de Max Reinhardt, foi representada pelo próprio Wedekind.

Esta imagem final resume o enredo. A crueldade e o amor entre pares, a intolerância geracional e o suicídio são alguns dos motivos queridos pela tradição interpretativa deste texto.

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A convite do Centro Cultural de Belém, o Teatro Praga regressa, depois de O Avarento ou A última festa (texto de J. M. Vieira Mendes a partir de Molière), a um clássico da literatura dramática para inscrever, num texto e teatro canónico, o lugar dos que não estão incluídos no sistema representativo.

Pretende-se, para isso, trabalhar o expressionismo lírico de uma adolescência disforme, com uma linguagem própria que anda longe de bipartições entre cínicos e sinceros, poéticos e racionais, adultos e crianças, homens e mulheres. Sem se deixar apanhar por uma posição de confronto ou contestação, fugindo ao enquadramento do antagonismo disruptivo, este espetáuclo navega por uma cor pink, em rito carnavelesco, para declarar identidades voantes e adoráveis

 

Prefere-se viver sobre o que está construído como se o hábito não nos pertencesse e olhasse para ele como coisa estrangeira. Trata-se de supor uma língua, a que se continua a chamar nossa, com a qual nos entendemos e que se deixa infetar por um grande espectro de utilizações como se fosse infinita e escapasse em permanência a um dicionária e gramática que as capturem. Despertar da primavera empurra a puberdade para longe da Natureza, da sujeição de um corpo a outro, da construção de identidades, num gesto emancipatório que escapa a todas as normalizações tradicionais e onde se vive a coexistência de linguagens e se confundem as referências

 

Centro Cultural de Belém / Pequeno Auditório (Lisboa)

24 a 27 de Fevereiro 2017 | 21.00h

GUIdance 2017… A dança ainda vai a meio em Guimarães…

Depois de uma primeira semana de grandes espetáculos, o GUIdance retoma a ordem de trabalhos no dia 8 de fevereiro, com mais uma semana dedicada aos corpos em movimento. Tânia Carvalho, coreógrafa em destaque nesta edição do festival, repõe no festival uma valiosa peça do seu repertório, seguindo-se Luís Guerra, Jefta van Dinther e Thiago Granato, Ana Jezabel e António Torres, e ainda Wim Vandekeybus a fechar com chave de ouro a 7ª edição do GUIdance.

DE MIM NÃO POSSO FUGIR, PACIÊNCIA (c) Direitos reservados

photo: direitos reservados

 

Após uma primeira semana agitada pela dança em Guimarães, o GUIdance parte para a segunda ronda de espetáculos no dia 8, às 21h30, na Black Box da Plataforma das Artes. Depois de ter apresentado a estreia absoluta da sua mais recente criação, Tânia Carvalho, coreógrafa central no panorama da dança contemporânea em Portugal, regressa ao festival com a remontagem da peça “De Mim Não Posso Fugir, Paciência!”, de 2008. Interpretada por quatro bailarinos e por Tânia Carvalho, que nesta criação se senta ao piano, “De Mim Não Posso Fugir, Paciência!” explora a relação de interdependência e recíproca influência entre a música e a dança.

A TUNDRA ©Direitos Reservados

photo: direitos reservados 

 

No dia 9 de fevereiro, à mesma hora, mas no Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, Luís Guerra sobe ao palco para apresentar “A Tundra”. Depois de construir um país imaginário, Laocoi, e de outras incursões que envolvem a natureza – “Nevoeiro” (2013) e “Trovoada” (2014) – Luís Guerra caminha agora para um espaço de pacificação. A peça prossegue o caminho criativo, mas agora o criador leva-nos para um lugar de maior serenidade, em que o público é convidado a aceder a um mundo bem para lá do visível.

THIS IS CONCRETE 3©Renato Mangolin

 

 

No dia 10, às 21h30, no Pequeno Auditório do CCVF, chega-nos a estreia nacional de “This is Concrete”, de Jefta van Dinther e Thiago Granato, uma peça onde os corpos de dois homens se embrenham incessantemente, esbatendo as fronteiras um do outro. Imersos num ambiente sonoro de batidas estonteantes e sombras giratórias, a viagem dos artistas é longa e entorpecida e sexual.

A IMPORTANCIA DE SER desNECESSARIO 2 ©Joaquim Leal

photo: Joaquim Leal

 

No último dia, o GUIdance apresenta 2 espetáculos. Às 18h30, na Black Box da Plataforma das Artes, a dupla de jovens criadores Ana Jezabel e António Torres apresenta a estreia absoluta da mais recente cocriação, “A importância de ser (des)necessário”, uma peça que explora a ideia de luto e luta.  Ligados e em constante esforço e tensão, Ana Jezabel e António Torres vagueiam pela cena à procura de um novo (des)equilíbrio. O GUIdance dá por encerrada a sua 7ª edição com a estreia nacional de “Speak low if you speak love”, de Wim Vandekeybus, espetáculo que reafirma a relação de grande cumplicidade entre o coreógrafo belga e o músico Mauro Pawlowski, com quem criou “nieuwZwart” em 2009. Desta vez, histórias clássicas servem de inspiração para as músicas escritas por Pawlowski e interpretadas pela carismática cantora sul-africana Tuto Puoane. “Speak low if you speak love” não é uma ópera, nem um musical, mas antes uma combinação irrequieta de música experimental e tradição clássica em que o tema central é o amor.

 

Nesta segunda semana do GUIdance continuam a decorrer várias atividades paralelas, parte fulcral da programação do festival pela sua componente mais formativa. No dia 10, das 18h30 às 20h30, decorre a masterclasse com Nuhacet Guerra, da companhia Ultima Vez de Wim Vandekeybus. As conversas pós-espetáculo repetem-se, nos dias 8 e 11, agora com Tânia Carvalho e com a companhia Ultima Vez. Na tarde do dia 11, às 16h00, Cláudia Galhós modera a segunda parte do debate “Autoria: o outro a partir de nós”, e prossegue as suas sessões para escolas para levar a história da dança contemporânea até aos alunos. O meeting point do festival continua a ter lugar marcado no Café Concerto do CCVF, na sexta e no sábado, a partir de meia-noite, com direito a dj set.

 

Camané & Orquestra Metropolitana de Lisboa ao vivo…

Numa retrospetiva dos seus temas mais conhecidos e dos maiores sucessos da sua carreira, Camané junta-se à Orquestra Metropolitana de Lisboa, num concerto onde revisita os últimos vinte anos mas, também, onde nos dá a sentir temas inéditos, com arranjos surpreendentes.

GLAM - Camané 2.jpgphoto: Paulo Homem de Melo / Arquivo Glam Magazine

 

Partilhando o palco com músicos convidados e com a orquestra, Camané deixa espaço para grandes surpresas.

 

São Luiz Teatro Municipal (Lisboa)

9 ,10 e 11 de Março 2017 | 21h00 / 12 de Março | 17h30

“Listen Without Prejudice 25” de George Michael

Originalmente lançado em 1990, “Listen Without Prejudice Vol 1”, o segudo album a solo de George Michael, entrou diretamente para o primeiro lugar do top inglês onde singles como "Praying For Time", "Freedom! ’90", "Waiting For That Day", "Cowboys and Angels" e "Heal The Pain" conseguiram igualmente presença de destaque nas mais variadas tabelas de venda.

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Listen Without Prejudice 25”, com edição prevista para 3 de março é a celabração única de um disco que faz parte da história da música. A edição em boxset com 4 discos, inclui o album original, o concerto de 1996 gravado no MTV Unplugged, editado assim pela primeira vez, um disco com novas versões de alguns singles de George Michael e um quarto disco (DVD) com o concerto Southbank Show de 1990.

A caixa inclui ainda um livro com 36 páginas com fotografias e algumas notas pessoais de George Michael.

ROXO 3... em Cassete

O mundo está silenciosamente à espera que este futuro, esta versão distópica da sociedade na qual nos demos conta, de repente, que estávamos a viver, acabe e que seja substituído por outra era. Basicamente, toda a gente está farta do futuro... ou, pelo menos, daquilo que ele acabou por ser. Por isso, nós encarregámos-nos a nós mesmos de encontrar outra versão do iminente.

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Realisticamente, não se pode matar presidentes nem acabar com ordens mundiais obscuras. Portanto, os Roxo fizeram música com o selo Monster Jinx sob esta ideia. Poderá outro presente ser encontrado ao procurar por outra versão do futuro actual?

E foi assim que a ROXO 3 acabou por acontecer — os clássicos da editora trouxeram o seu jogo e algumas caras novas ou pouco vistas surpreenderam-nos com alto fogo.

Edição limitada em Cassette, assinada pelo responsável pelo artwork: Laro Lagosta

Músicos portugueses apelam ao voto no Porto para "Melhor Destino Europeu 2017"

Esta sexta-feira, 10 de fevereiro, é conhecida a cidade que conquistará o título de “Melhor Destino Europeu 2017”. O Porto é uma das localidades na corrida pela distinção e são muitas as figuras públicas que dão a cara pela campanha e que apelam ao voto. Entre os vários embaixadores, destaque-se alguns nomes da área da música, nomeadamente Pedro Abrunhosa, Miguel Araújo ou Miguel Guedes.

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A campanha conta, igualmente, com um conjunto alargado de parceiros institucionais, entre os quais se destaca a Torre dos Clérigos, o Futebol Clube do Porto, a Fundação de Serralves, a Casa da Música, o Teatro Nacional São João ou a Metro do Porto. As votações europeias decorrem até ao meio dia de 10 de fevereiro e podem ser realizadas on-line em www.voteporto.com, num processo muito simples, que dispensa registo.

 

O “Norte Litoral” de Duquesa já zarpou do Minho profundo para o mundo...

Depois de meses a experimentar as novas canções e dias em estúdio a aprimorar os arranjos até ao ponto caramelo, o novo álbum do Duquesa, “Norte Litoral”, está integralmente disponível para audição e à venda na loja da Lovers & Lollypops.

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“Norte Litoral” não é apenas um momento de revista a vivências passadas, mas também um documento de amor aos anos 80 que transporta a época em hermenêutica sónica para o hoje melhor do que alguma vez se ouviu. É, igualmente, a primeira aventura de Nuno Rodrigues com letras na língua de Camões, conforme o avanço homónimo deixou perceber e se pode ouvir em algumas das suas novas canções.

Duquesa tem, já, datas para apresentar oficialmente e com banda, com vista a fazer jus ao registo gravado, o seu novo álbum. Ainda este mês, passa pelo gnration de Braga, a 25 de Fevereiro, rumando em Março para o Porto e Lisboa, onde actuará no Passos Manuel a 23 e no MusicBox a 24. O novo álbum de Duquesa é fruto de um esforço editorial da Lovers & Lollypops em conjunto com a Cultura FNAC para o formato CD, e com a CTL - Cultural Trend Lisbon para o formato vinil.

London Grammar revelam novo single… “Big Picture”

Os London Grammar acabam de lançar um novo single, intitulado “Big Picture” e com selo Metal & Dust/Ministry Of Sound. Produzida pelo aclamado músico britânico Jon Hopkins (Brian Eno, King Creosote), esta imensa paisagem sonora é a segunda canção revelada pelos London Grammar este ano.

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O grupo (Hannah Reid, Dot Major e Dan Rothman) trabalhou com a reconhecida realizadora Sophie Muller (Coldplay, Beyoncé) para criar um conceito visual panorâmico, intenso o suficiente para refletir o próprio tema. O resultado é um vídeo único como nunca vimos dos London Grammar. “Big Picture” segue-se ao épico “Rooting For You”, lançado inesperadamente no Dia de Ano Novo, juntamente com o respetivo vídeo. A voz inconfundível de Hannah Reid é o verdadeiro foco deste tema.

 

KURA edita “Loki” pela Revealed Recordings

Esta disponível desde hoje o novo single de KURA, o DJ e produtor Português tem a honra de assinar o número 300 do catálogo da Revealed Recordings, a editora de Hardwell.

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Loki” foi apresentado ao mundo na passada sexta-feira com estreia exclusiva no Hardwell On Air, o programa de rádio de Hardwell que é emitido em todo o planeta, e foi recebido com o entusiasmo que a mestria da produção musical de KURA suscita. 

Loki”, um tema que demonstra novamente o porquê de KURA ser tido como um dos melhores produtores de música electrónica do mundo é a quinta edição de um tema original seu pela Revealed, e segue no encalço de um número 1, “Calavera”, uma colaboração com Hardwell que chegou ao topo da mais cobiçada tabela de vendas em 2016. De recordar que KURA ficou na 8ª posição do Top do Best of Beatport na categoria Big Room

Joana Machado mostra mais uma das suas "Life Stories"… “Very Short Story”

Joana Machado acaba de lançar um novo single. A cantora mostra mais uma das suas "Life Stories". “Very Short Story” contada e cantada na primeira pessoa…

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"Very Short Story é uma história curta, curta por ser sobre um assunto enorme. Quando inesperadamente vivi bem de perto uma situação de injustiça profissional, não consegui deixar de traduzir para notas e letras todo o impacto negativo que teve na minha vida: o sofrimento e enorme frustração, a sensação de falsa estabilidade, e, sobretudo, o reconhecimento da arbitrariedade com que algumas entidades empregadoras dispensam os seus trabalhadores nos dias que correm.

Mas esta é uma canção positiva. Como optimista que sou, acredito que tudo o que nos acontece é pelo melhor e que, para cada perda, nos está reservada uma benesse. E a verdade é que a vida já voltou a sorrir!" Joana Machado

“Very Short Story” está incluído em "Life Stories", o 2º trabalho de originais de Joana Machado, editado em Setembro passado. Baseado em muitas histórias pessoais, é fruto do trabalho com os músicos que a acompanham e da pesquisa de sonoridades e grooves tão própria da cantora e compositora. Em suma é o resultado da afirmação de uma estética onde o Jazz é o playground perfeito para reunir as suas variadas influências musicais - da soul ao rock n' roll.

 

Manuel Fúria & os Náufragos lançam “Viva Fúria!” a 3 de Março

Viva Fúria!” é o nome do novo álbum de Manuel Fúria & Os Náufragos que será lançado a 3 de Março e do qual já se conhecem os singles “Nova”, “20.000 Naves” e “Aquele Grande Rio”. “20.000 Naves” esteve 7 semanas consecutivas em #1 do Índice A3-30 da Antena 3 e “Aquele Grande Rio" já se encontra há 4 semanas consecutivas na primeira posição do mesmo top.

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Pintada à mão por Ana Luísa Amado, a capa de "Viva Fúria” evoca a iconografia da década de ’80, que marcou de forma transversal a linguagem gráfica de então, dos cartazes dos filmes, às novelas gráficas, passando pelos telediscos, e retrata Manuel Fúria & os Náufragos junto a dois ex-libris da capital: as Amoreiras e a Av. De Roma.

Antes do lançamento do novo álbum, Manuel Fúria & Os Náufragos estarão em cena a 18 de Fevereiro no Cine Teatro Avenida, em Castelo Branco, interpretando a banda sonora que criaram para a peça “O Conto de Inverno” da autoria de William Shakespeare e encenada por Marcos Barbosa.

“Whispering Wind”… novo vídeo de Sandy Kilpatrick

Whispering Wind” é o primeiro single do novo álbum de Sandy Kilpatrick que será editado em março de 2017. O tema ganha agora um vídeo que apresenta o artista e a The Origins Band, o grupo que acompanha o cantautor escocês, residente em Portugal, neste novo álbum "Confessions From The South".

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Gravado na Casa das Artes de Vila Nova de Famalicão, um palco já tão familiar a Sandy Kilpatrick e, fugindo à primeira ideia do artista de ser gravado em Sagres ou numa viagem de carro pelo litoral da Costa Vicentina, o vídeo representa a força que o tema ganha quando é apresentado ao vivo e como "Whispering Wind" pertence no imaginário do palco e do espectáculo ao vivo.

Sobre o processo artítisco associado a este vídeo, Sandy Kilpatrick comenta: "tivemos a sensação que este tema [ Whispering Wind ] é muito forte e que a melhor maneira de o comunicar é ao vivo. (...)  Considerámos filmar em Sagres, a terra que inspirou a letra do tema, mas percebemos que interpretá-lo de forma simples e direta, mostrando o seu potencial ao vivo, seria uma excelente alternativa e uma forma de, também, apresentar a The Origins Band".

 

"Confessions from The South" é o primeiro de um conjunto de quatro álbuns homenagem a diferentes países que, de alguma forma, marcaram a vida de Sandy Kilpatrick. O primeiro projeto será sobre Portugal, os restantes passam em países como a Irlanda, Escócia e Noruega

DJ Snake no MEO Sudeste…

Depois das confirmações da dupla de produtores mais quente do momento, The Chainsmokers, do DJ #1 do mundo, Martin Garrix, da estreia em Portugal de Lil Wayne, do ansiado regresso dos Jamiroquai, o nome que se anuncia hoje era obrigatório para a celebração dos 20 anos do MEO Sudoeste: DJ Snake.

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DJ Snake deu nas vistas pela primeira vez a nível internacional em 2013 com os singles “Bird Machine” e “Turn Down for That”. Com um percurso musical que começou com influências vindas do hip hop dos Cypress Hill e KRS-One, adoptou o nome de código de DJ Snake quando se dedicava à arte do graffiti.

Em 2011, participou na produção do aclamado álbum de Lady Gaga, “Born This Way”, que valeu a DJ Snake uma nomeação para os Grammys. Já remisturou temas de nomes tão conceituados como Kanye West, AlunaGeorge e Major Lazer, com quem colaborou no hit “Lean On” um dos êxitos mais esmagadores dos últimos tempos.

 

Em 2016 editou o álbum de estreia, “Encore”, e volta a dar que falar com o single “Let Me Love You”, que conta com a voz de Justin Bieber. Foi editado no dia em que o álbum “Encore” chegou ao top 10 em 28 países, sendo número 1 em França, na Alemanha e na Noruega.

“Amor Missão”… o regresso dos D’Alva

Os D’Alva estão de regresso com um novo single. Depois de 2 semanas a compor, a dulpa Ben e Alex divulgam esta manha, 6 de fevereiro o resultado desse trabalho que contou com a participação de muitos amigos e convidados que ora conversaram ora colaboraram (sendo um deles o rapper Sir Scratch).. “Amor Missão” é o resultado….

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"Num esforço para estreitar a distância entre quem faz a música e quem a recebe, propusemo-nos ao seguinte: compor e gravar um single pop em directo, em livestream, durante duas semanas. Recebemos várias visitas de amigos, outros músicos, demos entrevistas, recebemos feedback em tempo real." - Ben & Alex

O processo, com o apoio da Tradiio, visava estreitar a distância entre quem cria uma canção e quem a recebe, espelhando-se até na letra a natureza comunitária do LiveStream. Uma letra cujo espírito se resume no refrão: “Se estar certo é munição, de que vale ter razão? Que o amor seja a missão” e que surpreendentemente (ou não) aparece quase como que por oposição aos acontecimentos recentes, repletos de confusão e desinformação, e onde infelizmente "ideas trump people".

O resultado disto tudo é a “salada de fruta” que os D’Alva teimam em produzir com um toque do Pop 90’s, um piscar de olhos à soul, e aos Gorillaz de Damin Albarn (em particular quando as rimas de Sir Scratch tomam as rédeas) num registo “seriamente fun”. 

Quando chegou a altura de traduzir a música em vídeo fez todo o sentido dar seguimento ao lado humano que permeou o projecto, algo que agregasse ao invés de espalhar, algo que colocasse no centro da narrativa as pessoas por detrás das palavras, das ideias, dos perfis sociais, em toda a sua diversidade, em particular as pessoas com quem a banda cultivou algum tipo de afinidade, e que prontamente responderam ao desafio de segurar as palavras que tantas vezes servem de arma de confronto, divisão e segregação e que aqui se esperam de conforto, união e celebração do que nos une independentemente de género, etnia, confissão de fé, orientação sexual, idade, estrato social, ocupação, ou classe: o Amor. Que seja esta a missão.

Flying Cages… Novo single "Your Friends" estreia hoje

Depois do sucesso de “Lalochezia”, o álbum de estreia da banda de Coimbra, os Flying Cages regressam aos discos. Desta vez a banda deslocou-se a Lisboa para gravar "Woolgather" nos estúdios da pontiaq e pela mão do produtor Miguel Vilhena (Savanna, Ditch Days, Marvel Lima).

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"Your Friends" é o primeiro avanço para "Woolgather", álbum que tem já data de lançamento agendada para dia 3 de Março.

Os Flying Cages iniciaram o seu percurso na Primavera de 2011, onde os 4 jovens de Coimbra começaram a criar o seu som de Indie Pop/Rock. Este rapidamente se colou aos ouvidos da juventude conimbricense e tornou-se numa das apostas da RUC (Rádio Universidade de Coimbra).

 

A garagem nº 10 é o rastilho de composições a 1000 à hora, numa fusão dos diferentes géneros dos quatro. Zé Maria Costa dá à banda a sua “voz de bagaço” (como descreve a Punch Magazine) e toca guitarra, Francisco Frutuoso é o guitarrista principal, Bernardo Franco está encarregue do baixo e Rui Pedro Martins da bateria.