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Glam Magazine

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GNR 35 Anos... Encerramento da Tour

Depois do enorme sucesso dos concertos de novembro em Lisboa e Guimarães, nomeadamente com o Campo Pequeno completamente esgotado, os GNR continuam a celebrar os seus 35 anos de carreira ao vivo e em palcos de destaque.

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Assim, em Fevereiro de 2017, atuam no Casino Estoril - Salão Preto e Prata e no Coliseu do Porto, encerrando esta digressão única numa sala emblemática da cidade que os viu nascer. Os concertos do Estoril e do Porto integram, novamente, os convidados que acompanharam a banda em palco nos espetáculos de novembro: Javier Andreu, o carismático vocalista dos La Frontera que partilha com Rui Reininho o tema "Sangue Oculto", Isabel Silvestre, a inconfundível voz de "Pronúncia do Norte" e Rita Redshoes que gravou com os GNR o seu mais recente single "Dançar Sós".

Além destes convidados, os concertos contam com um alinhamento totalmente dedicado aos maiores êxitos de GNR e com alguns temas que a banda não toca há vários anos que fizeram o público saltar das cadeiras e render-se à dança nos concertos de Lisboa e Guimarães.

 

Casino Estoril

9 de fevereiro 2017

 

Coliseu (Porto)

11 de fevereiro 2017

Terras sem Sombra arranca já este fim de semana em Almodôvar

O Terras sem Sombra arranca às 14h30 de dia 11 de Fevereiro, em Almodôvar, com a novidade deste ano: as visitas ao património do centro histórico. Desenvolvido por especialistas no estudo do património cultural e natural, o percurso tem como ponto de encontro a igreja matriz de Santo Ildefonso. Aos participantes na deambulação é dada a oportunidade de se familiarizarem com um bem patrimonial ainda pouco conhecido do público, neste caso o convento franciscano de Nossa Senhora da Conceição. Haverá ainda tempo para se observarem, a partir de um ponto alto, os arredores da vila branca, com as suas características cercas.

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photo: Javier Diaz de Luna

 

O concerto de inauguração do Festival cabe à Accademia del Piaccere, um grupo de vanguarda da música antiga espanhola que já é considerado um dos principais conjuntos do género na Europa. Este ensemble tem como maestro Fahmi Alqhai (na foto), que a crítica aclama como um dos mais brilhantes e prestigiados jovens intérpretes de viola da Gamba no mundo, pela sua abordagem pessoal e comunicativa dos repertórios históricos. Em Almodôvar, apresenta-se uma fusão músico-espiritual de Barroco e Flamenco, com a participação do cantaor cigano Arcángel, uma das grandes vozes andaluzas da actualidade, a que se associa ainda o percussionista Pedro Esteban.

 

A primeira etapa do Festival temina com o passeio pela biodiversidade na Serra do Mú ou Caldeirão que depois do grande incêndio de 2004, no qual arderam cerca de 30 mil hectares, perdeu população, viu transformar o seu capital florestal, mas assistiu também a um incremento dos trabalhos de prevenção e ao surgimento de novas oportunidades em torno dos recursos silvestres. Nesta actividade procura-se compreender o significado de tais mudanças, do ponto de vista da biodiversidade e, dando uma mão à natureza em algumas tarefas, apontar caminhos para o futuro.

 

De entrada livre, o Festival é organizado pela Pedra Angular (Associação dos Amigos do Património da Diocese de Beja) e pelo Departamento do Património desta Diocese e prolonga-se até  2 de Julho, seguindo para Odemira, Ferreira do Alentejo, Santiago do Cacém, Castro Verde, Serpa, Sines e Beja, sob o título Do Espiritual na Arte Identidades e Práticas Musicais na Europa dos Séculos XVI-XX. Um hino ao Baixo Alentejo: à beleza dos seus espaços naturais e ao prazer da descoberta cultural.

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Programa Almodôvar

 

11 de Fevereiro 2017

Património

14:30 – 17:30 – Visita ao Centro Histórico

Partida: Igreja Matriz de Santo Ildefonso / Local em destaque: Convento de Nossa Senhora da Conceição

Música

21:30 - Accademia del Piacere - Da pacem, Domine: Música Espiritual nas Tradições do Barroco e do Flamenco

Local: Igreja Matriz de Santo Ildefonso

 

Cantaor Arcángel

Viola da gamba e direcção musical Fahmi Alqhai

Guitarra flamenca Miguel Ángel Cortés

Percussão Agustín Diassera

Viola da gamba Rami Alqhai e Johanna Rose

 

12 de Fevereiro 2017

Biodiversidade

Pelas alturas do Mú – o Alentejo Serrano

10:00 – Saída: Igreja Matriz de Santo Ildefonso

Wolf Eyes, Drinks, Ryley Walker e Moor Mother… vai ser assim na Galeria Zé dos Bois até Abril

São já conhecidos os nomes que ocuparão o número 50 da Rua da Barroca até ao mês Abril.

Pela Galeria Zé dos Bois passarão, nos próximos 2 meses, vai ser possível assistir a apresentação de novos discos de Wolf Eyes, a estreia nacional de Moor Mother, o regresso de Ryley Walker e o início da residência artística de Norberto Lobo, já no dia 4 de março.

Em Fevereiro destaque ao regresso de Xiu Xiu a Portugal, para a apresentação do filme-concerto, "Under the Blossoming Cherry Trees", e a estreia de Night Lovel, nome promessa do hip hop internacional a apresentar o EP "Red Teenage Melody".

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Os Wolf Eyes estão de regresso à edições com “Undertow”, disco a ser editado pela Lower Floor (editora da banda). O novo registo promete abrir um novo caminho para o rock do colectivo, agora enriquecido pelos projectos paralelos dos seus músicos: Faling Light, Regression ou Henry & Hazel Slaughter. Depois das estreias com "Dread" e "Dead Hills", os Wolf Eyes assumiram o destaque do underground americano, mostrando que havia um caminho além do garage e stoner rock. Explorando ritmos lentos e sebosos, electrónica agitada, riffs distorcidos até ao ruído total, vozes guturais, o colectivo faz do noise uma celebração. A apresentação acontece no final do mês de Março, a 29.

 

Em Março será também possível ouvir o projecto que une Alex Zhang (Dirty Beaches), David Maranha e Gabriel Ferrandini no dia 11 de Março, onde vão apresentar o disco “Âncora”, editado pela Grain of Sound no ano passado e que tem por base o desafio de recriar a obra mestre "Blue Train", de John Coltrane. O Jazz regressa com com o projeto Shelter a 23 de março, resultado da colaboração entre Ken Vandermark, Nate Wooley, Jasper Stadhouders, Steve Heather. O projeto tem agendado para o mês de Março o lançamento de um novo disco, que volta a desbravar caminhos entre o jazz e a música de experimentação destemida.

 

Em continuidade estará a residência Filipe Felizardo & The Things Previous, que sobe a palco a 15 de Março com Gabriel Ferrandini, Tiago Silva, Yuri Antunes e António Júlio para o segundo episódio, depois de em Janeiro ter iniciado um novo e ambicioso projecto.

Ainda em Março, e numa colaboração com a bienal BoCA, concerto da nigeriana Klein e do nacional Van Ayres na noite do dia 24. Com apenas 19 anos, Klein jovem nigeriana sediada em Londres, surpreendeu o mundo com a edição de “Only”, disco de música vívida, fluída, insubmissa, diferente, de agora. Num jogo onde peças narrativas abstractas e de fidelidade caseira se compõem por edição e justaposição de elementos sonoros múltiplos e labirínticos, “Only” traz uma nova vida à música popular urbana e seus modelos femininos afro-americanos e britânicos, adicionando-lhe uma particular apetência emocional v+bebida da cultura nigeriana de música de igreja, da pregação, da congregação. A abrir a noite, o jovem lisboeta Van Ayres que editou recentemente "Sorry Stars”.

 

Para Abril, a 10 acontece a apresentação de “Hermits on Holiday”, o disco que materializou a colaboração entre Cate Le Bon e Tim Presley, editado em Agosto de 2015. Mais do que representar uma fusão entre as suas sensibilidades pop, Drinks acaba por afirmar ambos os autores como outsiders num universo que se tem divorciado da espontaneidade e liberdade criativa. No dia 12 “Golden Sings That Have Been Sung” de Ryley Walker é a presentado e a estreia nacional dos Moor Mother acontece a 20 de Abril

6º Festival “Por Estas Bandas” em Cem Soldos

A sexta edição do Por Estas Bandas reforça as dinâmicas da edição passada. De conferência em conferência e de concerto em concerto, o Por Estas Bandas está mais pronto que nunca para divulgar os vários projetos de música portuguesa independente.

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A aldeia servirá de palco para os eventos que se vão desenrolar nestes dois dias. O secular Centro de Exposições, a sede da associação local (SCOCS) e o auditório vão acolher concertos, conferências, showcases e exposições.

Dia 22 e 23 de abril, na Aldeia Cultura… Cem Soldos (Tomar)

King John… dos Açores para o MUSICBOX…

António Alves é originário da Ilha de São Miguel, nos Açores. O passado guarda-lhe uma vida num barco, uma carreira como jogador de futebol e nos últimos dois anos, uma ascensão vertiginosa na cena musical açoriana passando em todos os principais palcos do paraíso vulcânico: Festival Tremor, Monteverde Festival, Maré de Agosto o Coliseu Micaelense.

Em 2016 apresentou-se também em Lisboa, Porto, Londres à boleia da tour do Festival Tremor, e aproveitou o embalo para se instalar em Lisboa.

© Sara Estrela Rego

photo: Sara Estrela Rego

 

Em Outubro de 2016, lançou o EP “Blues Better Than Therapy”. Uma colecção de 5 canções de um rock que cheira a folk, com nariz de lobo e coração de homem à beira de um ataque de nervos. Há mel e socos debaixo da cintura, pisadelas em Donald Trump, dedicatórias de amor e uma capa com asas de anjo. Veio António Alves dizer que tem a América no sangue, e que o blues é a melhor terapia para exorcizar dramas, falar sobre o mundo e inscrever o que importa do presente. Veio afirmar também que a nova música açoriana está de saúde e recomenda-se…

 

Musicbox (Lisboa)

11 de Fevereiro 2017 | 22.00h

Da Catalunha chegam os Cala Vento a Bragança...

Os Cala Vento, formados por Joan na bateria e Aleix na guitarra, vêm da Catalunha e são uma das bandas emergentes mais promissoras do país vizinho. Depois de serem vencedores do Converse Make Noise e semifinalistas do concurso do programa Capitán Demo da Radio 3, editam o seu primeiro longa duração pela BCore Disc, album amplamente aclamado pela crítica, considerado pela Mondo Sonoro um dos quinze melhores lançamentos de 2016 em Espanha.

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As suas canções, com letras brilhantes e melodias de um pulsar dramático estrondoso, prendem a atenção do ouvinte desde o primeiro instante. A energia, a força e a espontaneidade remetem-nos para o universo de bandas como Japandroids ou No Age.

No dia 8 de Fevereiro, estreiam-se fora de portas no Praça 16 onde vão apresentar o novo disco “Fruto Panorama” lançado no passado dia 19 de Janeiro. De Espanha ainda sopram bons ventos pop/rock!

 

Praça 16 (Bragança)

8 de fevereiro 2017 | 22.30h

Há Noite, No Estúdio… com Indigo Waves

Não foi propriamente na garagem que os Indigo Waves começaram. André Guimarães Diogo Sarabando, Fábio Costa e Gonçalo Lemos conheceram-se numa escola de música em Aveiro. 

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Juntaram-se, há cerca de dois anos, para começar um combo que cedo se tornou banda, e chegam esta quinta feira ao palco da Sala Estúdio do Teatro Aveirense. 

 

Teatro Aveirense

9 de Fevereiro 2017 | 21.30h

A Winter Folk Tour arranca esta sexta-feira em Setúbal

Juntos para uma tour de Inverno, a decorrer durante o mês de Fevereiro, Fast Eddie Nelson (Nelson Oliveira), We Bless This Mess (Nelson Graf Reis) e Tio Rex (Miguel Reis), fazem-se à estrada para três datas em Portugal e três datas em Espanha.

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Não é difícil entender o conceito e a energia presente em torno destes concertos. "Do It Ourselves", que significa exactamente "façamos nós mesmos", é o que a Oh Lee Music, sob a bandeira de um The Folk Collective, coloca em prática com a maior das alegrias.

A primeira data realiza-se em Setúbal, no Capricho Setubalense, já esta sexta-feira. O convidado especial para se juntar em palco e cantar em uníssono com os restantes membros do Collective é The Fellow Man (Bruno Mira). Esta digressão conta, ainda, com o apoio promocional do programa "Indiegente" de Nuno Calado, no ar na Antena 3.

EP de estreia dos Fly The Sun já em pré-venda

Depois de terem arrebatado o coração e a alma de tudo e todos com o single “Shout” chegou a vez de abrir a persiana por completo e deixar entrar o sol… o EP de estreia homónimo do quarteto lisboeta, Fly The Sun, já se encontra em regime de pré-venda - em formato digital, na The Store e no Google Play - desenhando inspiração na sonoridade de bandas como Foo Fighters, Interpol ou Two Door Cinema Club. É das mentes criativas, e inquietas, de Mike Simões, Filipe Guerreiro, Paulo Ferreira e Carlos Mano que brotam as letras, e músicas, dos Fly The Sun. Esta jovem banda lusitana, de raízes bem firmadas no pop/rock alternativo, elege como maiores influências projectos tão díspares quanto Guns N’ Roses, Coldplay ou mesmo das sonoridades fortes e agressivas da década de 80 ao bom indie do Século XXI.

Fly The Sun (Artwork)

De Setúbal para o mundo. É este o trajecto que Carlos Mano, o baixista dos Fly The Sun, pretende percorrer. O amor pela música levaram a que trocasse recentemente o papel de mero apreciador, e crítico, pelo de membro de uma banda de amigos. Diz a lenda que pretendia adquirir uma guitarra eléctrica contudo, fruto do acaso ou do destino ele próprio, foi no baixo que viria a focar toda a sua energia e talento. Autodidacta, curioso por defeito e criativo por feitio, é perfeccionista e o mais calmo dos quatro. Assume sem complexos a sua paixão pelo festival Paredes de Coura e coloca Arctic Monkeys e Ornatos Violeta num patamar de excelência, elevando-os ao estatuto de maiores referências da sua existência musical.

 

Miguel Simões (também conhecido como Mike Simões ou, simplesmente, MS) tem origens geográficas em Odivelas e musicais no majestoso piano. Aos 13 anos, apenas dois depois de ter iniciado a aprendizagem de tão exigente instrumento, abandona as aulas dando continuidade à sua evolução em casa. Anos mais tarde sente o chamamento da guitarra clássica e, aproveitando um antigo exemplar do seu avô, inicia-se sozinho nesse versátil instrumento. A boa educação musical dos seus pais, baseada fortemente nas profícuas décadas de 70 e 80, despertam-lhe o interesse pela composição em inglês, trazendo assim ao de cima uma faceta que ele próprio desconhecia. Descreve-se como “um romântico puro, movido pelo cavalheirismo do gentleman que era Sinatra, mas também pelos Loucos Anos 20”, centra sempre o seu foco na mensagem de cada tema e elege como bandas favoritas os Coldplay e os R.E.M.

 

Paulo Ferreira, o terceiro de quatro membros da banda, tem raízes em Famões e é dono e senhor da bateria. Entre as suas maiores influências e inspirações musicais estão clássicos eternos das décadas de 70 e 80, da música nacional e internacional, estando Queen no topo das suas preferências. A bateria surge na sua vida…por influência de Mike, amigo de longa data que muito o motivou. Iniciou-se numa bateria eléctrica e, no final de 2015, apostou numa bateria acústica. Descrito como calmo, divertido e ponderado orgulha-se de ser autodidacta e é visto pelos restantes colegas como um exemplo de esforço, querer e dedicação.

 

É do município de Oeiras que provém o quarto, e último, membro dos Fly The Sun. Filipe Guerreiro é o guitarrista de serviço e o complemento perfeito para o trio apresentado acima. A relação que o une à guitarra começou aos 13 anos quando se interrogou na razão para a velha guitarra do progenitor não ser devidamente usada. A resposta surpreendeu-o e acabou por definir o seu futuro: descobriu que em tempos o pai tinha feito parte de uma banda. Após três anos de aulas de guitarra desiste, continuando o seu percurso por iniciativa própria ao dedicar quatro horas diárias ao versátil instrumento. Criativo nato, envolve-se em todas as fases de composição, intervindo inclusivamente nos restantes instrumentos, assumindo um papel preponderante em todas as criações do quarteto. Embora seja o elemento mais novo é unanimemente considerado o mais sapiente, destacando-se a influência do Rock N’ Roll dos anos 80 e 90 e, em particular, das vozes e percursos de Andy Timmons, Paul Gilbert ou Nuno Bettencourt.

 

DJ Overule lança EP com remixes "Body Talk"

Após o lançamento, em finais de 2016 do single "Body Talk", Dj Overule editou esta semana através da sua label Desbobina Records uma mão cheia de novos remixes.

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Para isso convidou produtores de todo o mundo, para darem uma nova roupagem ao tema original, nomeadamente os 4KORNERS (Canada), Dj Alpha & Afro Pupo (Angola), Dj Serg (Alemanha), Johnny Roxx (Suíça) e os Subtropics (Bélgica).

O resultado final é um diversificado EP com 5 remisturas, que nada ficam atrás do seu antecessor. As estéticas são variadas com versões de ritmos quentes e sensuais de Tropical Bass, Twerk/Trap, AfroHouse, Future Dancehall e Jersey Club.

"Olá"é o novo single / vídeo de PZ…

Depois de desvendar "Caga Nela", PZ lança "Olá", o single de apresentação do seu novo álbum, "Império Auto-Mano".

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O videoclipe foi realizado pelo próprio através de múltiplas gravações em modo selfie com o seu telefone. O 4º disco de originais do sempre surpreendente artista nortenho chega brevemente às plataformas digitais e às lojas, e será apresentado ao vivo nas seguintes datas e locais:

 

17 de Fevereiro 2017 - Plano B (Porto)

18 de Fevereiro 2017 - Casa das Artes (Famalicão)

24 de Fevereiro 2017 - Salão Brazil (Coimbra)

25 de Fevereiro 2017 - Musicbox (Lisboa)

 

Trêsporcento com novo disco e divulgam primeiro single… “O Sonho”

“O Sonho” é o primeiro tema de avanço para “Território Desconhecido”, o mais recente álbum de originais dos Trêsporcento. “Território Desconhecido” é o terceiro longa-duração de originais da banda, seguindo-se a “Hora Extraordinária” (2011) e “Quadro” (2012), tendo estes sucedido ao EP de estreia “Trêsporcento” (2009).

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A actividade de estúdio dos Trêsporcento não esteve parada durante este hiato de mais de quatro anos sem um álbum de originais: em 2014 a banda editou “Lotação 136”, um álbum gravado ao vivo no Teatro Aberto, em Lisboa, e em 2015 lançou dois singles, “Homem Novo” e “Aguentem-se os Fracos”, gravados entre Lisboa e Sidney.

A edição deste dois singles serviu como balão de ensaio de um novo processo de composição e gravação da banda, que veio a dar origem a “Território Desconhecido”. Gravado entre Junho de 2016 e Janeiro de 2017, o álbum marca também a colaboração entre a banda e Flak (Rádio Macau, Micro Audio Waves), que produziu e gravou o disco no Estúdio do Olival.

 

O processo de gravação bastante mais espaçado no tempo que o habitual nos Trêsporcento permitiu uma relação de cumplicidade entre a banda e Flak, que se envolveu de uma maneira decisiva no processo criativo do disco. Para além do trabalho de produção, Flak é também responsável por muitos dos arranjos em vários temas, incluindo o tema agora apresentado, “O Sonho”. O álbum tem data de edição marcada para o dia 7 de Abril.

 

Terras sem Sombra… a música no Consulado-Geral de Portugal em Sevilha

O Consulado-Geral de Portugal em Sevilha, foi o palco, no passado fim de semana, de uma mostra do que será possível desfrutar, ao longo de seis meses no Festival Terras Sem Sombra. Ante um público entusiástico que enchia por completo o salão nobre da representação diplomática actuaram o Rancho dos Cantadores de Aldeia Nova de São Bento (Serpa), os Cantadores do Desassossego (Beja), a cantaora Esperanza Fernandez, o guitarrista flamenco Miguel Ángel Cortés e o ensemble Accademia del Piacere.

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Foi um concerto profundamente íntimo e emotivo, marcado pelo emergir da natural fusão entre o flamenco, de que Esperanza Fernández e Miguel Ángel Cortés são dois intérpretes excepcionais (actuarão a 6 Maio, no Terras sem Sombra, em Serpa), e o cante, de que os grupos corais são dignos representantes.

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O encontro das vozes portuguesas e espanholas foram o momento alto da noite, que ainda contou com uma surpresa especial, a presença da soprano Raquel Alão (atuará a 4 de Março, em Odemira), que cantou com os dois grupos corais.

PAUS… “Só desta vez IV” junta os Paus aos metais de João Cabrita

Os PAUS anunciaram o primeiro convidado para o ciclo “Só Desta Vez”, no regresso ao Lux. No dia 23 de fevereiro atuarão na companhia de João Cabrita (Cacique 97, Cais Sodré Funk Connection, Legendary Tigerman), o qual vai soprar para a música do quarteto de Lisboa ventos da África de Fela Kuti. A não perder, até porque é Só Desta Vez.

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A aventura e a colaboração estão no adn dos Paus. Há seis anos, por desafio do LUXfrágil, em 3 noites deixaram que 3 grupos de convidados mudassem o tecido das suas 4 canções. O ciclo Só Desta Vez tinha a força simples do seu nome e conceito - 3 concertos únicos, irrepetíveis e por isso imperdíveis.

Só Desta Vez I recebeu Filho da Mãe, João Nogueira (Riding Pânico) e Eduardo Raon para criarem uma barragem sónica com a ajuda de um trio atípico de cordas. Só Desta Vez II com DJ Ride e RIOT (Buraka Som Sistema) elevaram o bounce dos PAUS a níveis épicos. Só Desta Vez III, o último deste ciclo, com ajuda de Chris Common e do Grupo Tocandar, juntou o ritmo do rock contemporâneo aos padrões primordiais dos bombos portugueses.

 

De alguma forma, estas 3 noites começaram a mapear a genealogia musical dos PAUS e obrigaram a que os próprios músicos se apercebessem dela para criarem um vocabulário cada vez mais seu.

 

23 de Fevereiro 2017 - Só Desta Vez Iv

27 de Abril 2017 - Só Desta Vez V

29 de Junho 2017 - Só Desta Vez Vi

Jorge Fernando lança "Lobisomem"

Um dos cantores e compositores mais queridos de Portugal, Jorge Fernando tem um percurso cheio de música, de vida, de alma, de fado, de melodias que nos ajudam a todos a sermos quem somos. E, à beira do espectáculo que marca os seus 40 anos de carreira, uma nova melodia se junta às que já conhecemos: “Lobisomem”, um tema contagiante e divertido que, nas palavras do próprio, “descreve a lenda da transformação do homem em lobisomem sob o efeito da lua cheia, mas ao mesmo tempo desmistifica essa antiga crença, fruto da imaginação colectiva dos povos”.

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Gravada com os cúmplices de sempre Guilherme Banza e Marino de Freitas, mais Dino d’Santiago nas vozes e Agir nas programações, “Lobisomem” junta-se assim a todas as histórias, todas as canções que, às vezes sem sabermos, se instalaram na nossa memória, ao longo de uma vida cheia de fado.

Jorge Fernando herdou o toque de Fernando Maurício, tocou durante duas décadas ao lado de Amália, escreveu fados que definiram a identidade de vedetas mundiais como Mariza ou Ana Moura, trabalhou com Camané e com tantos outros grandes nomes do fado. E a solo a sua carreira é igualmente extraordinária, no fado e fora dele. Um dos mais talentosos escritores de canções portugueses, com êxitos como “Quem Vai ao Fado”, “Boa Noite Solidão”, “Chuva” ou “Trigueirinha” – um leque de ouro ao qual se vem agora juntar “Lobisomem”!

União das Tribos… novo disco "Amanhã" em concerto de apresentação

Já se encontra à venda "Amanhã", o novo disco da União das Tribos. A banda apresenta o novo vocalista, Mauro Carmo e participações com Tim, Miguel Angelo, Anjos, Mafalda Arnauth, António Manuel Ribeiro e Carlão. Dia 11 de Fevereiro a banda apresenta-se ao vivo, na companhia de Tim, Anjos e António Manuel Ribeiro, no Auditório Fernando Lopes Graça em Almada, pelas 21h30 para o concerto de apresentação do álbum.

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O novo disco da União das Tribos é a página que separa dois capítulos. Apresentando um novo vocalista – Mauro Carmo – e com meses de pleno prazer, acompanhado pela guitarra, foi assim que António Côrte-Real, o principal impulsionador do grupo, foi imaginando as canções de “Amanhã” – o segundo disco da carreira do grupo.

Depois, já em parceria com David Arroz, foi surgindo a composição das letras, e a entrada em estúdio, com a banda reunida e a escolha dos convidados, deu origem ao que pode ouvir-se hoje, neste registo.

Amanhã” inclui 9 temas originais e duas versões, uma das quais da “Canção do Engate”, com interpretação de Miguel Ângelo. Esta e as outras canções, que ao vivo, revelam toda a garra, resistência e puro rock que as alimentam, contam igualmente, com a participação de um leque de convidados, neste novo disco. Tim, António Manuel Ribeiro, Carlão, Anjos e Mafalda Arnauth são os nomes que dão voz aos temas de autoria de António Côrte-Real e David Arroz.

 

Auditório Fernando Lopes Graça (Almada)

11 de Fevereiro 2017  

Tyler, The Creator estreia-se em Portugal no 23º Super Bock Super Rock

Tyler, The Creator vai atuar pela primeira vez, em Portugal, no dia 14 de Julho, no Palco EDP, na 23ª edição do Super Bock Super Rock. Na bagagem traz o disco editado digitalmente em Portugal, em 2015: “Cherry Bomb”, do qual se destaca o tema “Deathcamp”.

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Se alguém é capaz de personificar uma ideia de música alternativa para o século XXI, esse alguém é Tyler, The Creator. O rapper da Califórnia acrescenta um novo sentido à ética punk "do it yourself”: faz tu mesmo, faz diferente e aponta para todas as plataformas à disposição. Provocando as pessoas através dos melhores beats e letras, mas também através do Tumblr, Twitter ou Facebook, numa altura em que ainda poucos acreditavam a sério no poder das redes sociais.

Co-fundador do grupo Odd Future, um dos grandes acontecimentos dos últimos anos no mundo do hip-hop e de onde também saiu Frank Ocean, Tyler produziu para a maioria dos artistas do grupo, além de se envolver na imagem de cada disco e até na escolha da roupa com que se apresentavam. Depois da estreia com “Bastard” em 2009, “Goblin” foi o disco que lhe trouxe maior notoriedade, com o single “Yonkers” e outras canções cuja atmosfera negra e quase claustrofóbica servia como o divã perfeito para as exorcizações de Tyler. Em 2013 chegou “Woolf”, registo bem mais luminoso do que os anteriores e que foi sucesso de vendas logo na primeira semana.

 

Nyneth regressa com “Subversion”

Depois de “Plasticity” (2016), Nyneth avança para 2017 na exploração de novos ambientes sonoros dentro da música electrónica. “Subversion” é o segundo trabalho de Nyneth.

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Musicalmente mais complexo, este novo EP está repleto de nuances que nos transportam dentro de uma cidade imaginária a caminho da utopia. Na ausência de letras a acompanhar a composição, os títulos servem para chamar a atenção e estimular a curiosidade sobre assuntos socialmente relevantes.

O primeiro tema encontra-se disponível para audição no bandcamp e estará nas plataformas de streaming a 10 de Fevereiro de 2017.

”Figurine”… prego a fundo com os Ded Rabbit

Depois de se terem apresentado com “Only Dating”, objecto indie rock de vício instantâneo, é altura dos escoceses Ded Rabbit puxarem mais um trunfo da manga: abram alas para “Figurine”, rock de rajada que trucida tudo em pouco menos de 3 minutos, mergulhado na melhor tradição de projectos como The Hives ou Dandy Warhols.

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Este é o mais recente lançamento de uma série de edições que o quarteto escocês tem vindo a divulgar e que virão apresentar ao vivo em Portugal e Espanha já no próximo mês de Março, com o selo da Music For All.

Banda Sonora de “A Bela e o Monstro” já disponível em pré-venda

A multiplatinada Ariana Grande junta-se a John Legend, vencedor de 10 Grammys e de um Óscar, para a canção principal que fará parte da nova adaptação do clássico da Disney, “A Bela e Monstro”, que chega às salas a 16 de março. A banda sonora será editada a 10 de março, sendo que o disco já está disponível em regime de pré-venda. Quem fizer já a sua reserva recebe imediatamente e de forma gratuita este dueto entre Ariana Grande e John Legend no clássico “Beauty and the Beast”.

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Entretanto, foi divulgado o trailer oficial desta nova de “A Bela e o Monstro”, protagonizada por Emma Watson e Dan Stevens. Em Portugal, a banda sonora contará com 13 canções do filme interpretadas em português e outras 3 em inglês, entre elas “Beauty and the Beast” por Ariana Grande e John Legend.

Esta balada encantadora, originalmente interpretada por Céline Dion e Peabo Bryson, composta pelos oscarizados Alan Menken (responsável pela melodia) e Howard Ashman (autor da letra inesquecível), foi premiada com um Óscar, um Globo de Ouro e um Grammy aquando do seu lançamento, em 1991.

A nova versão desta canção clássica foi produzida pelo veterano, já premiado nos Grammys, Ron Fair, cuja carreira se prolonga há 37 anos como diretor de grandes editoras, produtor reconhecido, arranjador, engenheiro de som e diretor musical. Fair é responsável pelo lançamento de carreiras de artistas como Christina Aguilera ou os Black Eyed Peas.

"Colocar-me no lugar de um clássico premiado com um Óscar e um Grammy não é tarefa fácil. Mas com dois dos maiores cantores da atualidade – John Legend e Ariana Grande – regressamos à canção com um tratamento moderno que mostra a alma e o poder que uma grande melodia e uma grande letra podem inspirar", diz Ron Fair.

 

O vídeo desta nova versão de “Beauty and the Beast” será realizado por Dave Meyers, um visionário que já colaborou com grandes artistas como P!nk, Janet Jackson, Ice Cube, Britney Spears e Katy Perry, tendo já sido premiado com um Grammy e 11 MTV Video Music Awards. Recentemente, realizou o vídeo de “Just Like Fire”, de P!nk, tema da banda sonora do filme “Alice Do Outro Lado do Espelho”.

Alan Menken compôs novamente a banda sonora, com novas gravações das canções originais escritas por si e Howard Ashman. Fazem ainda parte da banda sonora três novas canções compostas por Menken e o veterano letrista Tim Rice, premiado com três Óscares.

Argentina… Sinergia Cante Flamenco

Dez anos após o seu primeiro trabalho profissional, Argentina mantém intacto o seu desejo de partilhar a essência do flamenco com todos os que o apreciam e especialmente com os mais jovens.

Argentina

A presença da Argentina em palcos como o "Oslo World Music Festival" (2013); o "Walt Disney Concert Hall" de Los Angeles (2014) ou o "Lisboa Flamenco Festival" (2015) consolidaram a sua projeção internacional comprovada pelas duas nomeações aos 'Prémios Grammy Latinos' em Las Vegas (EUA), pelos seus álbuns “Un viaje por el cante" em 2013 e" Sinergia " em 2015, trabalho que Juan Vergillos descreveu no "Diario de Sevilla", como "um bálsamo para a alma, uma verdadeira explosão de energia positiva, de que tantos necessitamos”.

 

Teatro das Figuras (Faro)

11 de Fevereiro 2017 | 21.30h

Há Lobos Sem Ser na Serra… com disco de estreia “Cantares do Sul e da Utopia”

Há Lobos Sem Ser na Serra tem como título “Cantares do Sul e da Utopia”, uma boa definição do trabalho musical e artístico deste grupo, que parte das modas e canções a sul do Tejo para criar o seu repertório. Do cante polifónico do Alentejo, recentemente classificado pela Unesco como património da Humanidade, às violas campaniças, passando pela exploração contemporânea de sonoridades tradicionais, Há Lobos Sem Ser na Serra anda pelas terras do Sul com uma mão no passado e outra no futuro.

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3 músicos alentejanos, Buba Espinho, David Pereira e António Bexiga, juntam-se num espectáculo intimista, à volta das modas e canções que celebram a utopia e cantam este imenso território poético ao sul do Tejo. O cante alentejano alia-se à campaniça, ora tocada de forma tradicional, ora com explorações sonoras que potenciam a descoberta de outras sonoridades e repertórios. À música, a artista visual Cristina Viana, junta o desenho de ilustração ao vivo, transformando o espectáculo num momento único, onde um repertório composto por modas tradicionais, de autor, e outras mais recentes, celebram a liberdade e o sonho ao sul de Portugal.

 

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No próximo dia 17 de Fevereiro a banda vai apresentar o disco em terras Galegas no programa “Luar” da TV Galiza e no dia seguinte num espectáculo na Casa das Crechas em Santiago de Compostela.

 

Galeria Zé dos Bois inaugura VERBIVOCOVISUAL este Domingo

Vai ser inaugurada dia 12 de Fevereiro pelas 17h00 na Galeria Zé dos Bois, VERBIVOCOVISUAL, propõe uma retrospectiva sobre a primeira geração de poetas experimentais portuguesses. Centrada no período compreendido entre 1960 a 1975, esta mostra integra publicações, filmes e trabalhos de E. M. de Melo e Castro, Ana Hatherly, António Aragão, Salette Tavares, José-Alberto Marques, Liberto Cruz (Álvaro Neto), Abílio-José Santos, Herberto Hélder, António Barahona da Fonseca, Fernado Aguiar e Silvestre Pestana.

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Estarão representados também os artistas internacionais com quem este grupo partilhou exposições e publicações, como Haroldo de Campos, Décio Pignatari, Augusto de Campos, Pierre Garnier, Henri Chopin, Ian Hamilton Finlay, John Furnival, Ken Cox, Bob Cobing, Pedro Xisto, Mei Leandro de Castro.

 

A inauguração está marcada para as 17h00 e será pontuada às 19h00 pela reencenação do happening "Concerto e Audição Pictórica” (1965), que contará com a participação de Américo Rodrigues, António Poppe, Rafael Toral, Nuno Moura, Lula Pena, entre outros.

Propondo um percurso expositivo cronólogico, VERBIVOCOVISUAL percorre os antecedentes da poesia experimental portuguesa em obras literárias de Jaime Salazar Sampaio e Alexandre O'Neill, ao mesmo tempo que refere as publicações de poesia de início dos anos 60 da Embaixada do Brasil em Portugal e o grupo de Noigandres. “Ideogramas” de Ernesto de Melo e Castro, obra fundamental na introdução da poesia concreta em Portugal, dá passagem às edições da Poesia Experimental, Operação 1 e as publicações Hidra. A exposição integra ainda os filmes RODA LUME (1968) de Melo e Castro e Música Negativa (1977) de Ana Hatherly.

 

O percurso é encerrado com uma reposição da exposição “Concepto Incerto”, que Ernesto M. de Melo e Castro apresentou em 1974 na livraria Bucholz em Lisboa. A exposição será acompanhada de um programa de conferências e programação complementar de artes performativas, que incluirá Américo Rodrigues, Fernando Aguiar, António Poppe, Nuno Moura, Lula Pena, entre outros.

 

VERBIVOCOVISUAL - Poesia concreta e experimental portuguesa de 1960 a 1975

Inauguração: Domingo, 12 de Fevereiro, 17h00

De 12 de Fevereiro a 15 de Abril, Segunda a Sábado, 19h00 às 23h00

Curadoria: Natxo Checa

Entrada: 2 euros

 

Rodrigo Serrão apresenta ao vivo o seu álbum de estreia “Stick to the music”

Rodrigo Serrão é o primeiro artista em Portugal a usar o instrumento musical Chapman Stick. Imagine um piano. uma guitarra, um contrabaixo e uma harpa todos combinados num único instrumento: é isto o Chapman Stick.

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Partindo do repertório clássico e peças tradicionais de raiz europeia, Rodrigo Serrão, através do seu Chapman Stick, oferece um concerto especialmente concebido para explorar emoções e viajar através da música. Rodrigo Serrão apresenta ao vivo o seu álbum de estreia “Stick to the music”, com convidados especiais, Maria Ana Bobone, Fernanda Paulo, Joana Pessoa e André Peres

 

Centro Cultural Cartaxo

11 de Fevereiro 2017 | 21.30h

Eimear McBride e Tatiana Salem Levy na 7ª edição do Festival Literário da Madeira (FLM)

O Teatro Municipal Baltazar Dias (Funchal), palco principal do FLM, recebe as escritoras Eimear McBride (na foto), uma estreia absoluta em festivais literários em Portugal, e Tatiana Salem Levy, uma estreia no FLM, numa conversa moderada pela jornalista Ana Daniela Soares.

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Estas autoras juntam-se aos já anunciados Svetlana Alexievich, Pepetela, Ondjaki, Valter Hugo Mãe, Marcelino Freire, Pedro Mexia, Daniel Jonas e Maria Fernandes.

O momento musical desta 7ª edição será marcado pela voz singular de Teresa Salgueiro.

 

Literatura e a Web – entre o medo e a liberdade é o tema para uma semana de encontros, debates, concertos, sessões de autógrafos, entre muitos outros momentos que o evento proporciona em vários pontos da ilha, de 14 a 18 de Março.

O regresso a Portugal dos Cage The Elephant… ao NOS Alive!

Cage The Elephant, banda rock norte americana, mas estabelecida em Londres desde 2008, regressa a Portugal para um concerto. depois da passagem ontem à noite pelo Coliseu, no Porto. O grupo traz 4 aclamados discos de originais, com destaque para “Tell Me I'm Pretty”, editado em dezembro de 2015.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

O álbum homónimo de estreia da banda, lançado em 2008, contou com vários singles de sucesso em destaque nas principais rádios e ganhou uma autêntica legião de seguidores. No entanto, o ano da verdadeira explosão do grupo deu-se em 2013 com o lançamento do terceiro disco de estúdio, “Melophobia”, nomeado em 2015 para um Grammy, na categoria “Best Alternative Music Album”.

O quarto trabalho de originais do grupo veio comprovar o talento e o merecido reconhecimento da banda. “Tell Me I'm Pretty” foi produzido por Dan Auerbach, dos Black Keys, e foi apresentado aos fãs no final de 2015. Cage The Elephant são Matt Shultz na voz, Brad Shultz na guitarra, Daniel Tichenor no baixo e Jared Champion na bateria, para ver ou rever dia 6 de julho no NOS Alive 2017

Lançamento Livro “Tronos de Santo António”

A segunda exposição coletiva de rua com um roteiro fotográfico e a edição deste livro “Tronos de Santo António” vêm confirmar o entusiasmo com que os lisboetas aceitaram o desafio da EGEAC e do Museu de Lisboa – Santo António.

No âmbito das Festas de Lisboa’16, mais de 200 tronos enfeitaram portas e janelas, um pouco por toda a cidade. Pais e filhos, avós e netos, pequenos e crescidos, foram centenas os lisboetas que participaram de forma individual ou coletiva, em associações, clubes, centros sociais e paroquiais, grupos escolares e de idosos, cafés, lojas, juntas de freguesia, museus, entre outros.

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A tradição de construir tronos em honra ao santo querido do povo, o Santo António é uma das expressões mais originais do culto antoniano e da iconografia das festas da cidade. Conta-se que teve origem no século XVIII quando, após o Terramoto de 1755, a população e, principalmente, as crianças se empenharam na angariação de fundos para a reconstrução da igreja de Santo António. 

 

Num reviver desta tradição lisboeta, cruzaram-se gerações, fortaleceram-se laços de comunidade e de vizinhança, e partiu-se à descoberta dos recantos da cidade, dos seus moradores e criadores.