Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

Um Carnaval Burlesco… no Teatro Sá da Bandeira

Uma festa para maiores de 18 anos? Uma Festa de Carnaval?

É verdade, a Sister Ray apresenta uma festa para a maiores de 18 no Teatro Sá da Bandeira no Porto. Um Carnaval Burlesco com magníficas, extraordinárias e portentosas atracções boémias, Roc’n’roll, loucuras….

16508590_667400080120508_2240321651156346887_n

Um Carnaval Boémio, com a magia e glamour das dançarinas Lioness Burlesque, capazes de incendiar corações e criar um cabaret burlesco no palco do teatro de sonhos. Um Carnaval Rock'n'roll, com a música e espectáculo dos A Kind of Queen, banda de tributo a Freddie Mercury e companhia, que irão atravessar a noite en full-regalia, dando vida aos seus heróis e às suas canções. Um Carnaval Loucura, com Manuel João Vieira, o mago por detrás dos Ena Pá 2000 e dos Irmãos Catita, o eterno Candidato Vieira, com música e DJ set para ganhar a noite!

Um Carnaval com "Alma", com a elegância e talento de Diana Martinez, a belíssima diva de Soul portuense, com uma voz única e encanto capaz de comandar os pratos num set de DJ para não esquecer e ainda um Carnaval Diversão, com a música de RPP (festas Degradê) e de Ricardo Salazar (Radio Bar), juntamente com o extraordinário VJ Pixel Bitch, preparados para fazer o Teatro Sá da Bandeira vibrar, abanar e dançar como se não houvesse amanhã!

 

Teatro Sá da Bandeira (Porto)

27 de fevereiro 2017 | 23.00h

Agnes Obel em Portugal….

Quando alguém reclama como influências os nomes de Roy Orbison, Claude Debussy e Erik Satie o melhor que todos teremos a fazer é prestar atenção. É que, de facto, não se trata de nomes atirados ao ar de forma aleatória. Mas o romantismo de Debussy, a economia de Satie e a magnificência espectral de Roy Orbison são, de facto, coordenadas da música de Agnes Obel, cantora e compositora dinamarquesa que há poucos meses lançou “Citizen of Glass” o terceiro álbum de uma discografia que tem conquistado cada vez mais atenção.

15338861_1359098924134888_969250693287786384_n

Obel começou a tocar piano com tenra idade, contava apenas seis anos, e cresceu no seio de uma família perfeitamente sintonizada com as artes: a mãe uma instrumentista com brilhante reputação, o pai um coleccionador de instrumentos exóticos, a casa um autêntico depósito de arte, livros, música, um estímulo perfeito para a criatividade que o mundo pela primeira vez aplaudiu em 2010 quando Obel se estreou com “Philharmonics”, álbum certificado Platina cinco vezes na sua Dinamarca natal e que os prémios de indústria local distinguiram em 2011 com galardões nas categorias Pop, Álbum, Álbum de Estreia, Compositor do Ano e ainda Artista Feminina. A estreia registou igualmente vendas assinaláveis em França na Holanda e na Bélgica com Agnes Obel a dilatar aí o número de certificados de Ouro e Platina pelas vendas alcançadas.

Em 2013, Agnes lançou “Aventine” e uma vez mais, crítica e público renderam-se ao seu óbvio talento: a sua música parece cruzar os universos da pop e da música erudita com uma tremenda facilidade, facto que a tem levado a viajar por todo o mundo e a encantar os mais exigentes públicos, dos Estados Unidos à Alemanha.

Em Outubro do ano passado, Agens Obell lançou “Citizen of Glass”. No Guardian, escreveu-se que a cantora consegue "pintar um mundo vasto só com som": "ela assinou os arranjos complexos de cordas, misturou 250 pistas umas em cima das outras e processou a voz de forma a soar muito grave ou muito aguda". O resultado é de uma profunda originalidade que ao vivo consegue ser arrebatadora, com a cantora, compositora e instrumentista a expor-se totalmente na música, sem truques ou rodeios. Acompanhada por mais duas executantes, a artista dinamarquesa consegue percorrer os mais ambiciosos trabalhos da sua discografia com destreza e musicalidade profunda, assinando um concerto que toda a imprensa internacional tem classificado como memorável.

 

Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

25 de Junho 2017 | 21.30h

PZ apresenta…. “Império Auto-Mano” em disco e ao vivo

PZ apresenta o seu 4º álbum directamente do seu quarto de brinquedos. Depois de ter enviado as “Mensagens da Nave-Mãe” em 2015, eis que surge o “Império Auto-Mano” para contra-atacar as hordes globalizadas pelo sistema vigente.

image14869517257573

O caos moderno é reorganizado em pacotes de géneros musicais que vão do techno ao hip-hop, uma espécie de electrónica “taylorizada” à medida dos temas que compõem este objecto meio Pop, meio estranho, e totalmente Português.

O "Império Auto-Mano" já está à venda na Meifushop, a loja online da Meifumado, em CD e Mp3 (320k). Na compra do CD recebem imediatamente a versão MP3. Entretanto, o álbum vai chegando às plataformas digitais e já pode ser ouvido no Spotify, e iTunes. O CD chega às lojas a 20 de Fevereiro. A digressão “Auto-Mana” começa em Fevereiro rumo a uma viagem até ao fim do Mundo que é apresentada ao vivo com todos os membros da banda presos pela indumentária que simboliza este projecto singular: o pijama.

 

Plano B (Porto)

17 de Fevereiro 2017 | 23.30h

 

Casa das Artes (Famalicão)

18 de Fevereiro 2017

 

Salão Brazil (Coimbra)

24 de Fevereiro 2017

 

Musicbox (Lisboa)

25 de Fevereiro 2017

Hot Air Balloon juntam pontos opostos da costa atlântica

Depois da estreia do novo álbum de Captain Boy no passado mês de janeiro, é a vez dos Hot Air Balloon apresentarem o mais recente trabalho no Café Concerto do CCVF. De pontos opostos da costa Atlântica da Europa, os Hot Air Balloon carregam no sangue origens irlandesas e portuguesas e caraterizam-se por uma sonoridade profunda e delicada. A voz doce, calorosa e indelével de Sarah-Jane Burke encontra-se com a musicalidade técnica de Tiago Machado, complementando-se numa performance compenetrante.

7291bae7-220f-407b-8a25-cc0ada0e692b.jpgOs Hot Air Balloon formaram-se no verão de 2013 em Vigo e colhem, desde então, a atenção de audiências de diferentes países europeus como Portugal, Espanha, França, Irlanda, Bélgica e Holanda. O seu percurso compreende participações em diversos festivais, em vários países. Em 2014, a canção “The Space Between” foi votada ‘música do mês’ na plataforma musical Portuguesa Tradiio.

Atualmente, os Hot Air Balloon encontram-se a promover o seu primeiro álbum com banda. “Behind The Walls” foi editado em abril de 2016 e, em novembro do mesmo ano, foi nomeado para os prestigiados The Independent Music Awards, em Nova Iorque, prémios que contaram com a participação de Tom Waits e Suzanne Vega no painel dos jurados. “Behind The Walls” tem sido alvo de destaque por parte das rádios nacionais e internacionais, sendo muito bem acolhido não só pelo público em geral, mas também pela crítica especializada.

 

Centro Cultural Vila Flor / Café Concerto (Guimarães)

17 de Fevereiro 2017 | 23.00h

Medeiros/Lucas trazem amigos ao Musicbox

Pelo meio das ideias peregrinas de muros entre povos e dos discursos de medo que assolam o mundo, Medeiros/Lucas rodeiam-se de amigos e vão ao Musicbox para um concerto especial a 8 de Março. As névoas marítimas de “Mar Aberto” e a fisicalidade política de “Terra do Corpo” dão o mote para um espectáculo que recriará alguns dos temas da banda. Mitó Mendes (Señoritas, A Naifa), Jibóia e o baterista Ricardo Martins são convidados a subir a palco com o Carlos Medeiros, Pedro Lucas, Augusto Macedo e Ian Carlo Mendoza, numa noite que contará com mais surpresas, a anunciar em breve.

58a25ac1-ce5c-4f72-8f3f-1f97b884a94b

O concerto assinala um ano do lançamento de “Terra do Corpo”, o segundo disco de Medeiros/Lucas, e marca o arranque da tour de Primavera do colectivo.

O projecto, liderado por Pedro Lucas, prepara-se assim para dar início aos trabalhos do novo disco que, encerrando a trilogia iniciada em 2015, contará novamente com a colaboração do escritor João Pedro Porto.

 

Musicbox (Lisboa)

8 de Março 2017 | 22.30h

ZA! aterram no Porto na sexta-feira

É já na próxima sexta-feira dia 17 de Fevereiro que os ZA! regressam a Portugal, munidos do seu “loloismo”, editado no início de 2016, para apresentar no Understage, debaixo do palco do Teatro Municipal Rivoli.untitled

Os catalães, tanto no último disco quanto nas suas inexplicáveis performances, construíram um universo em que cabem todos os mundos da música, do rock mais robusta, à electrónica mais dançável e até ao vários cantos do planeta terra, independentemente de etnia. Não é por acaso que auto-intitulam o seu improv como uma espécie de post-world-music, algo que ultrapassa geografias, apropriações e balizamentos simplistas do que pode ser a música — que fazem sempre orientada para o divertimento máximo, explorando quadrantes desconhecidos.

 

De recordar que os ZA! têm, já, um passado muito enraizado em Portugal, tendo já passado pelos festivais Milhões de Festa e TREMOR, onde protagonizaram actuações memoráveis.

 

Teatro Municipal do Rivoli / Understage (Porto)

17 de Fevereiro 2017 | 23.00h

A estreia dos L Mantra...

Foi lançado hoje o álbum de estreia homónimo do duo lisboeta indie-folk L mantra. Canções de carácter intimista, para escutar junto à lareira, nas vozes-cobertor de João Teotónio (ÖLGA e Yu John) e Madalena Palmeirim (projecto em nome próprio e nome comum).

a4037616076_10

O álbum, que apresenta 9 temas cantados em inglês, foi produzido e gravado por Pedro Magalhães (aka MagaSan) e masterizado por Eduardo Vinhas no estúdio Golden Pony, em Lisboa. À guitarra e voz de João Teotónio, juntam-se os teclados e a voz de Madalena Palmeirim, criando uma harmonia captada maioritariamente em take directo.

 

O álbum fica a partir de hoje disponível para download na respectiva página do bandcamp 

Luis Peixoto apresenta “Assimétrico” ao vivo…

Luis Peixoto é musico e multi-instrumentista, trabalha desde 2001 na área da música folk. Após um percurso profissional extenso em que conta com várias colaborações noutros projectos, lança agora o seu primeiro álbum a solo.

Luis-Peixoto_fotografia-promocional-e1486560512873

No seu percurso profissional  participou em projectos tão variados como, Dazkarieh, Sebastião Antunes & Quadrilha, Assembly Point, Trim, Companhia Clara Andermatt ou Júlio Pereira.

2017 é o ano em que apresenta “Assimétrico”, o seu primeiro álbum a solo acompanhado por Quiné Teles nas percussões, Miguel Quitério nos sopros, Anders Perander na guitarra.

 

Musicbox (Lisboa)

16 de Fevereiro 2017 | 23.00h

Sandy Kilpatrick ao vivo no Teatro Diogo Bernardes

No próximo sábado 18 de fevereiro, Sandy Kilpatrick sobe ao palco do Teatro Diogo Bernardes em Ponte de Lima. Neste concerto, Sandy Kilpatrick viaja pelo seus últimos trabalhos, aproveitando ainda para apresentar o seu mais recente single "Whispering Wind" do seu "Confessions from The South", um álbum de homenagem a Portugal e que será editado a 17 de março.

13afc865-293b-449d-a2af-51196509fd6e

Este espectáculo no Teatro Diogo Bernardes será também uma das primeiras apresentações ao vivo da The Origins Band, banda que agora acompanha Sandy Kilpatrick nesta nova fase artística e que se juntou ao artista para este seu novo álbum.

O concerto apresenta o tema "Whispering Wind" ao vivo, o primeiro tema a ser revelado no próximo projeto de Sandy Kilpatrick, "Confessions From the South" que, apesar de ser cantado em inglês, reflete em muito a Portugalidade que está já inerente ao trabalho de Sandy Kilpatrick.

 

Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

18 de Fevereiro 2017 | 21.30h

The Browning com concertos de norte a sul do país

Num misto de emoções e sonoridades distintas, enquadrar os americanos The Browning numa vertente ou género musical é uma tarefa um tanto ou quanto impossível. No grupo reúnem-se características que se aproximam à dureza do hip-hop nova-iorquino, à energia dançante da electrónica e ao peso do heavy-metal, dando à luz um "ser polivalente e ambidextro" chamado de eletronicore. Porém, qualquer dúvida em torno de The Browning desaparece quando ouvimos um tema como "Bloodlust", com um videoclip que obteve mais de 1 milhão e 800 mil visualizações, ou "Dragon", tema que consta no mais recente álbum da banda, "Isolation", o primeiro editado pelas mãos da Spinefarm Records.

0f9ba955-52c3-45e0-abfb-26af71d808d9

Com "Isolation", um disco mais arrojado e que não vira a cara à pureza do rock n' roll, é possível afirmar que, ao ouvi-lo, começamos uma viagem totalmente diferente de qualquer outra percorrida dentro do universo da "música pesada". 

Sem ficar atrás no pódio, It Lies Within e Blessing A Curse são os nomes que também integram esta digressão e que prometem deixar a sua marca na passagem da "Living In The Fallout Tour" por terras lusas.

Jorge Palma às vezes o amor no Teatro Aveirense (Reportagem)

Foi um Teatro Aveirense, já com lotação esgotada há alguns dias, que recebeu o grande Jorge Palma que veio, acompanhado pelo seu filho Vicente (piano e guitarra) e por Gabriel Gomes (ao acordeão), festejar antecipadamente o Dia dos Namorados, na secção aveirense do Festival às Vezes o Amor.

DSC_4674 (Cópia)

Seguindo à risca o mote do Festival, e recordando o seu aclamado disco “”, abriu ao piano com “O Meu Amor Existe”, logo seguido de “Frágil”, a qualidade de som e a força das palavras e da voz, provocaram um encantamento imediato que não nos abandonou o resto da noite.

O repertório e a carreira de Palma já são longas, vários foram os formatos em que muitos já ouviram as suas canções, mas é neste formato de quase recital que as suas letras se sublimam e a nossa atenção ao que ouvimos, aumenta. O amor está presente em quase todas as canções, quer seja o amor carnal, quer seja o amor ao País ou à Liberdade.

DSC_4586 (Cópia)

O público acolheu-o muito bem e era notória, alguma saudade nas caras de quem assistia, o sorriso sincero do compositor, mostrava reciprocidade na alegria que se sentia no ar.

Com discreto humor, antes de tocar “Os Passos Em Volta”, contou-nos um breve diálogo que trocou com o Herberto Hélder, o autor do poema que recebeu o pedido de desculpas pela ousadia do músico, respondendo: “Ó Palma, deixa-te de merdas!”

DSC_4710 (Cópia)

Este terá seguido o sábio conselho à risca, pois de facto, acabámos por presenciar um concerto sem “Merdas”, só com música magistralmente tocada que nos mexeu com a mente e nos aqueceu o coração.

Foi assim, uma noite em que a música de Palma, e não só - já que também tivemos direito a assistir a uma homenagem a Cohen e outra a Dylan, outros dois grandes trovadores (talvez os melhores dos tempos modernos) – vai ficar para sempre na memória de todos os privilegiados que tiveram a sorte de a testemunhar.

Agora só temos de esperar pelas novas canções, prometidas quando nos anunciou que estava a gravar novo disco. Da minha parte digo com alegria: enquanto houver estrada para andar, a gente vai continuar a adorar as tuas canções Jorge.

 

Alinhamento:

- O Meu Amor Existe

- Frágil

- Jeremias o Fora da Lei

- Maçã de Junho

- Acorda Menina Linda

- Voo Nocturno

- A Chuva Cai

- Imperdoável

- Só

- Cara de Anjo Mau

- Dá-me Lume

- Deixa-me Rir

- Estrela do Mar

- Minha Senhora Solidão

- Balada de Um Estranho

- Suzanne (Cohen)

- Bairro do Amor

- Passos em Volta

- Canção de Lisboa

- Encosta-te a Mim

- Dormia Tão Sossegada

- Portugal, Portugal

ENCORE

- Like a Rolling Stone (Dylan)

- Terra dos Sonhos

- A Gente Vai Continuar

 

Galeria fotográfica completa aqui

 

Reportagem e fotografias: Estrela Peixoto & João Nuno Silva

Parceria: A Certeza da Música

Cavaliers of Fun na primeira parte dos Concertos de The Temper Trap

Os portugueses Cavaliers of Fun foram a banda escolhida por The Temper Trap para a primeira parte dos dois concertos que se realizam hoje e amanha em Lisboa e Porto.

13335946_10156093450414619_7881691012066153691_n

A banda formada por Ricco Vitali e Miguel Nicolau (Memória de Peixe) formou-se em 2009 em Londres, regressando a Portugal em 2011, ano em que lançou o primeiro EP, “Sharing Space Secrets”. Em 2013, as sonoridades cósmicas dão lugar à dreamwave com influências africanas, na edição de “CAMP COF”.

 

Nos anos seguintes tocaram na Aula Magna, no Coliseu dos Recreios com Imagine Dragons e Razzmatazz em Barcelona. Em 2015 são os grandes vencedores do EDP Live Bands que os leva ao NOS Alive e ao BBK Bilbao. A vitória do concurso dá-lhes ainda a oportunidade de lançar o primeiro disco, “Astral Division”, pela Sony Music Entertainment.

SMSF Beja 2017… Cartaz fechado com Rotten Sound, King Dude e Dread Sovereign entre outros…

De Rotten Sound, contabilizados os seus quase 25 anos de actividade, pouco resta dizer, ou, antes, pouco haveria para dizer se o álbum de 2016, “Abuse to Suffer”, não restabelecesse a vitalidade da banda dentro do grind. É um regresso inquestionavelmente aguardado.

untitled

Dentro das novas confirmações há, também, King Dude, patrono folk doto nas linguagens mais negras, que faz um uso pagão de iconografias que vão do black metal ao gótico soando invariavelmente a si próprio, e os irlandeses Dread Sovereign, bichos imundos dos riffs mais arrastados, liderados por Alan Averill, mais conhecido por Nemtheanga dos Primordial, e que trazem “For Whom the Doom Tolls” para apresentar em primeira mão em Portugal.

 

Como últimas adições nacionais, acrescem aos já confirmados Mão Morta, Paulo Colaço, Dokuga e Process of Guilt os locais Ho Chi Minh, com o seu som híbrido de vários pesos. Dos lados de Castela, finalmente, juntam-se os já decanos Dark Embrace, góticos solenes na sua abordagem ao metal, e os valencianos Noctem com o seu blackened death.

 

O SMSF Beja 2017 decorre no Parque de Merendas da cidade alentejana de 8 a 10 de Junho.

“Quero-te mais que uma semana”... o novo single dos TREVO

Depois do enorme sucesso de “Face meu, face meu”, o TREVO surpreende com uma balada arrebatadora que promete prosseguir o caminho de afirmação da banda no panorama musical português.

Quero-te-mais-que-uma-semana_Trevo_banda

De autoria integral do trio de músicos, “Quero-te mais que uma semana” revela o lado mais acústico e intimista do TREVO, uma banda que canta as histórias de todos nós e onde o pop e o rock se cruzam, sem esconder a intenção de piscar o olho ao punk e à música tradicional.

O álbum de estreia foi editado em Setembro de 2016 e o ano de 2017 promete levar o TREVO aos palcos de todo o país. A próxima data será a 8 de Abril, no Caparica Primavera Surf Fest.

WoodRock Festival 2017… Tau e Mr.Mojo agora anunciados

O cartaz do WoodRock Festival 2017 caminha a passos largos para o seu line up final. São agora confirmadas mais 2 participações de um total de 13 bandas final.

b816faf4-865a-4dac-a4b0-f41b5d9b607d

Os alemães Tau, que identificam a sua sonoridade como "Psicadelismo Transcendental " ou "Musica Medicinal" vêm até à praia de Quiaios alinhar o festival com o universo.

e688c667-5697-498d-b18c-1d7314b59b4f

Os bracarenses Mr.Mojo, trazem o seu stoner rock robusto para nos fazer regressar à terra, terra essa umas vezes caótica outras vezes harmoniosa. Como o stoner rock deles: sujo e belo ao mesmo tempo.

“As Minhas Aventuras no País dos Sovietes” de José Milhazes hoje à venda

A Oficina do Livro anuncia a publicação hoje de “As Minhas Aventuras no País dos Sovietes”, do jornalista José Milhazes, livro de memórias onde o jornalistas conta como saiu da Póvoa de Varzim, em 1977, para estudar História em Moscovo e esteve lá quase 40 anos acompanhando a passagem da URSS à Rússia de Putin.

Sovietes

“Naquela altura, mais precisamente no dia 9 de Setembro de 1977, os comboios da linha Póvoa de Varzim-Porto ainda eram movidos a carvão e foi num deles que se iniciou, nessa data, a minha longa viagem. A mala era leve porque, além de não haver dinheiro para mais, eu estava convencido de que não se ia para o ‘Paraíso Terrestre’ com a casa às costas, porque nesse lugar não costuma faltar nada, à excepção do pecado. Sim, eu ia viver na sociedade quase perfeita, na transição do socialismo desenvolvido para o comunismo.”

 

O homem, que quis ser padre, fugia ao destino de pescador na Póvoa de Varzim, onde nascera em 1958. Tradutor de autores clássicos e políticos russos, admite agora que nunca pensou ser jornalista, algo que aconteceu, por acaso, quando lhe pediram crónicas para a TSF, Público e depois para a SIC. Doutorado pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, é autor de diversos livros. Viveu em Moscovo entre 1977 e 2015.

 

Quando se vive tanto tempo longe de Portugal, compreende-se de forma muito profunda que temos o melhor país do mundo, mas também que se entende quão mal gerido ele é. E é pena."

É actualmente comentador político da SIC e da RDP, e colunista do jornal Observador.

Esta a chegar a edição de 2017 do Festival do Choco em Setúbal…

Vinte e seis restaurantes associam-se a esta iniciativa da Câmara Municipal, com o apoio das empresas Lallemand, Makro e Docapesca, para apresentarem ementas em que consta o choco servido de diferentes formas.

É possível prová-lo frito, assado com e sem tinta, ensopado, à antiga, em caldeirada, estufado, ao alhinho e de pitéu, além de feijoada de ovas.

untitled

No âmbito do certame, Mikael Moreira, chef da Escola de Hotelaria e Turismo de Setúbal, conduz, a 17 de fevereiro, no Mercado do Livramento, uma aula de culinária, gratuita, e, a 5 de março, na Casa da Baía, uma mostra e degustação comentada, com um custo de seis euros.

Rão Kyao apresenta "Sopro de Vida" na Igreja Mosteiro da Batalha

Rão Kyao apresenta o seu espectáculo litúrgico de autores portugueses "Sopro de Vida". Neste projecto, Rão Kyao recolheu temas de acordo com a progressão do ano litúrgico e procurou, simultaneamente, ordenar os temas ao ritmo da celebração eucarística, com temas que nos tocam pela sua simplicidade, profundidade devocional e riqueza melódica, através de uma flauta de bambu e acompanhado pelo órgão de Renato Silva Júnior.

2ll5rh8mpc7e

Através deste espectáculo, que consiste na versão instrumental de um conjunto de cânticos marianos, Rão Kyao transmite uma mensagem de fé, esperança e amor. As características únicas deste projecto e espectáculo estão fortemente ligadas ao turismo religioso e cultural proporcionando assim, um momento de reflexão e alegria ímpar na assembleia.

 

Igreja Mosteiro da Batalha / Mosteiro Santa Maria da Vitoria (Lisboa)

11 de março 2017 | 21.00h

"Nua" de Gisela João chega as Coliseus....

Em Dezembro de 2016, Gisela João deixava o convite a todos para os concertos nos Coliseus….

"Eu sempre adorei a Branca de Neve, mas a verdade é que me sinto a cada dia que passa, mais e mais a Cinderela! (por tudo no que se vai tornando a minha vida). Em 2014 fiz a Casa da Música e o Centro Cultural de Belém.Em 2015 fiz os Coliseus, Porto e Lisboa. Ainda lembro o dia em que Hélder me ligou a dizer que íamos marcar as datas e logo aqueles nervos miudinhos, tipo a chuva molha tolinhos… lembro, com os olhos a brilhar, ainda mais o dia bem antecipado em que me deram a notícia que estavam as salas esgotadas … lembro que senti uma bola na barriga muito grande!!

Hoje tenho um disco novo e mais histórias para contar....."

16427322_10155158351707518_6971737670199039287_n

Em 2017 Gisela João leva o seu mais recente trabalho “Nua” aos Coliseus, dia 31 de Março de 2017 o Porto recebe a artista e dia 7 de Abril “Nua” chega ao Coliseu dos Recreios.

Viriato Soromenho-Marques e Frederico Lourenço na 7ª edição do Festival Literário da Madeira

Viriato Soromenho-Marques e Frederico Lourenço participam numa conversa moderada por Madalena Nunes, vereadora da Câmara Municipal do Funchal.

bigImg

Viriato Soromenho-Marques e Frederico Lourenço juntam-se aos já anunciados Svetlana Alexievich, Pepetela, Ondjaki, Valter Hugo Mãe, Marcelino Freire, Pedro Mexia, Daniel Jonas, Maria Fernandes, Eimear McBride e Tatiana Salem Levy. O momento musical desta 7.ª edição será marcado pela voz singular de Teresa Salgueiro.

 

Literatura e a Web – entre o medo e a liberdade é o tema para uma semana de encontros, debates, concertos, sessões de autógrafos, entre muitos outros momentos que o evento proporciona em vários pontos da ilha, de 14 a 18 de Março.

Gapura apresenta primeiro álbum “Pela Rua” na Fábrica de Braço de Prata

Gapura é um projecto fortemente enraizado na música do mundo. A sua sonoridade tem muito a dever à música Balcânica e ao Flamenco, passando pontualmente pelo Reggae, Ska, Jazz Manouche, Afrobeat e Trance Orgânico.

16508419_1378487775535806_2618908010254956780_n

Indo por um caminho do qual a música se está a afastar cada vez mais, a formação é essencialmente acústica, sendo o baixo, o único instrumento eléctrico presente nalguns temas. É clara a opção tomada pelo universo dos instrumentos puramente acústicos. Bateria, guitarras acústicas, saxofones, trompete, flauta, percussão de muitos géneros, e tantos outros instrumentos tradicionais de variadas partes do mundo, dão um toque especial que já se torna raro, num universo preenchido por guitarras eléctricas, sintetizadores e "beats" electrónicos. Todos os aspectos da música de Gapura são relevantes e recheados de pequenos pormenores. As letras não são excepção. Não querendo passar ao lado do que é a realidade da sociedade portuguesa, Gapura transmite mensagens muito pertinentes ao longo da sua música.

 

O primeiro álbum da carreira de Gapura, "Pela Rua", uma edição possível graças a uma bem sucedida campanha de crowdfunding que ultrapassou as expectativas iniciais, será apresentado ao vivo na Fábrica de Braço de Prata.

 

Fábrica de Braço de Prata (Lisboa)

18 de Fevereiro 2017 | 23.30h