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Glam Magazine

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Vai ser assim no Teatro Sá da bandeira... Um Carnaval Burlesco…

O Teatro Sá da Bandeira, no Porto, acolhe dia 27 de fevereiro, das 23h00 às 6h00, Um Carnaval Burlesco, uma festa de Carnaval encenada como espetáculo de variedades, alternando shows de burlesco com música ao vivo, animação de bailarinas ao som de vários DJs com componente visual acrescida por VJing em live act (edição de imagem em tempo real).

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A ideia para Um Carnaval Burlesco surgiu da vontade de apresentar uma proposta diferente e original para os festejos de Carnaval na cidade do Porto. Será, com certeza, um Baile de Carnaval, um Baile de Máscaras e também uma Festa, mas com animação constante em palco e fora dele. Um verdadeiro acontecimento, no qual os espectadores serão convidados a assumirem-se figurantes, fazendo a festa e sendo simultaneamente parte integrante dela. Já mote e temática de Um Carnaval Burlesco foram ditados pelo próprio Teatro Sá da Bandeira, com o seu glamour arquitetónico do séc. XIX a lembrar cabaret e moulin rouge e o seu historial de programação, das Revistas à Portuguesa mais brejeiras e “picantes”, passando pelo cinema para adultos em tempos idos ou concertos e festas que fizeram história e ficaram na memória pela irreverência, carisma e singularidade.  

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photo: Rui Bandeira

 

Um Carnaval Burlesco será um Carnaval boémio, com a magia e sedução das dançarinas Lioness Burlesque, capazes de incendiar almas e corações e recriar um cabaret no palco de um teatro; um Carnaval Rock’n’Roll, com a música ao vivo dos A Kind of Queen, banda de tributo a Freddie Mercury e companhia, que irão atravessar a noite en full-regalia, dando vida aos seus heróis e às suas canções; um Carnaval loucura, com Manuel João Vieira, o mago por detrás dos Ena Pá 2000 e dos Irmãos Catita, o eterno Candidato Vieira, em versão alter-ego “Ivan, o DJ”, na expectativa que cante algumas canções também; um Carnaval com "alma", com a elegância, encanto e talento de Diana Martinez, a belíssima diva de Soul portuense, capaz de comandar os pratos num set de DJ único, porque abrilhantado pela sua voz; um Carnaval diversão, com a música de RPP (festas Degradê) e de Ricardo Salazar (Rádio Bar), juntamente com o internacionalmente premiado VJ Pixel Bitch, preparados para fazer o Teatro Sá da Bandeira vibrar e dançar.

 

Será noite de Carnaval e espera-se que ninguém leve a mal, no entanto, porque as imagens de Pixel Bitch podem conter cenas de nudez explícita, reserva-se a entrada a maiores de 18 anos.

 

Programa:

Manuel João Vieira DJ (Ena Pá 2000/Irmãos Catita)

Diana Martinez (DJ/live-act);

A Kind of Queen (Banda Tributo Queen)

Lioness Burlesque (Dançarinas/Performers)

RPP DJ (festas Degradê)

Ricardo Salazar DJ (Rádio Bar)

Pixel Bitch VJ

 

Útero celebra 20 anos com "O Duelo"…

O Duelo”, criação que comemora os 20 anos do Útero, chega ao palco do Teatro Aveirense e ao Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor na próxima quarta feira, dia 22 e sábado, 25 de fevereiro.

Miguel Moreira apresenta o seu olhar sobre a obra de Bernardo Santareno, um dos grandes dramaturgos portugueses do séc. XX.

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photo: Helena Gonçalves

 

Em cena, sete intérpretes e cocriadores “cospem” palavras, acompanhados pela música de Pedro Carneiro que afina o lugar do som e das emoções. Os seus corpos, oprimidos, tentam libertar-se. Neste duelo, não há receio em acentuar os elementos rurais que, hoje, julgamos terem desaparecido. Permanecem traços de um outro tempo. Um tempo onde corpos, cheios de instintos primários, tentam sonhar outra vida.

 

Duelo 3_crédito Helena Gonçalves

photo: Helena Gonçalves

 

O Duelo” enquadra-se no universo da lezíria ribatejana e é um retrato repleto de tensões na difícil relação entre os senhores e os seus subordinados. A linguagem de Bernardo Santareno remete para o lado mais animalesco que carregamos dentro de nós. O Útero, coletivo que se carateriza por uma certa crueza e visceralidade, pega nesta peça e dá-lhe um corpo, exacerbando a ruralidade que aproxima os homens dos animais.  

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photo: Helena Gonçalves 

 

Este espetáculo vem perseguindo Miguel Moreira há vários anos: “É uma peça que me segue há dez anos (…) Eu sempre achei que o Santareno tem umas palavras físicas, é sadomasoquista, uma homossexualidade recalcada, uma ambivalência sexual que também devia ter a ver com a época. Há muita gente que diz que aquilo é datado. Mas é engraçado que quem agora relê diz: fogo, isto é muito mais atual do que se estava a pensar.” Segundo Miguel Moreira, esta peça não podia ir mais de encontro àquilo que é a génese do Útero. “Há questões na escrita, palavras que sempre achei físicas, e ambientes que têm muito que ver com aquilo que nós, de forma coincidente, trabalhamos”. Um certo fascínio pela dor, quase num limite sadomasoquista, e uma linguagem marcada pela sexualidade são caraterísticas que têm vindo a marcar o percurso do Útero.

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photo: Helena Gonçalves 

 

O Útero funciona como um coletivo emergente e tenta esquivar-se constantemente a rótulos. “Acho que este espetáculo é uma tensão entre o sítio onde nós estamos – que é na dança – e o teatro”, explica o encenador. A partir de 2011, o Útero absorve também a influência de Romeu Runa e Sandra Rosado que acrescentam ao coletivo a sua própria personalidade criativa: “sempre que o Romeu não está presente esse virtuosismo ressente-se e nota-se que fica mais baço”. O Útero define-se em muito pelo contributo de todos os que são chamados para esse espaço comum da criação e a equipa é tão coesa que todos se completam, todos acrescentam algo, à mesma medida em que se entendem com um simples olhar, numa forma de trabalho quase orgânica.

 

O Duelo” é uma peça com um lado rural muito forte que mostra o homem a equilibrar-se no meio do caos. Ao assinalar os 20 anos de existência do coletivo artístico, o teatro e a dança fundem-se para irmos aos lugares mais marginais que temos dentro de nós.

 

Teatro Aveirense (Aveiro)

22 de fevereiro 2017 | 21.30h

 

Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)

25 de fevereiro 2017 | 22.00h

Dulce Pontes apresenta “Peregrinação” no Teatro Tivoli BBVA

Peregrinar é percorrer um caminho para encontrar algo. Foi o que Dulce Pontes, cantora, instrumentista, compositora, arranjadora, produtora, fez nos últimos 5 anos. Álbum duplo, “Peregrinação” é o resultado deste caminho, uma viagem interior e emocional sobre a vida em momentos difíceis e menos difíceis.

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Cantado em português, castelhano, galaico-português e com um tema em inglês, Peregrinação reflecte a vivência da artista, conciliando harmoniosamente diferentes autores e estilos musicais. Em Março, esta Peregrinação será partilhada com todos, no Teatro Tivoli BBVA.

 

Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

10 Março 2017 | 21.30h

Terrakota lançam no video... “Social Insecurity”

Os Terrakota lançam o seu novo videoclip “Social Insecurity”. É o terceiro videoclip do novo álbum “Oxalá”, filmado na praia do Meco e na praia de Galapos (Sesimbra). Criado a partir de constantes linhas de guitarra e coros afros, o tema é um Afrobeat poderoso executado com um feeling rock 70s.

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O vídeo retrata a chegada de "piratas que limpam as águas" das praias lusitanas. Ele traduz uma atmosfera"pós-apocalíptica" em contraste com a maravilhosa paisagem e luz de verão da costa portuguesa. Foi dirigido por Rafael Espinel, cantor da banda La Chiva Gantiva, com fotografia de Nicolas Moins e figurinos de Margarida Gomes e dos próprios músicos de Terrakota.

Social Insecurity” é um reflexo da sociedade no início do século XXI, onde é prometida fidelidade ao Deus-Dinheiro e onde o povo perdeu totalmente a sua autonomia em favor de grupos financeiros e multinacionais. É uma sátira, assim como um retrato real de quem dirige as nossas vidas neste "fascismo neoliberal desenfreado" onde tudo significa dinheiro. Direitos humanos, estética, consciência ecológica, inteligência e uma visão do futuro são atirados ao mar.

 

O tema foi composto quando a Troika entrou em Portugal para resolver a chamada crise financeira e aplicar um regime de austeridade desumana. A letra é o reflexo directo dessa situação, denunciando a maneira atrevida com que o shitstem monetário mundial e as multinacionais jogam com crises apenas para obter mais lucro e levar a economia directo para o abismo.

 

O regresso a Portugal de Brad Mehldau...

De Brad Mehldau já muito foi dito. Soberbo na sua formação e técnica clássica, Mehldau é alguem que transforma standard de jazz em fugas Bachianas, transforma êxitos de rock nas mais brilhantes composições de jazz. Se, por um lado, a sua mão esquerda é capaz dos mais intrínsecos arpeggios, por outro lado, a sua mão direita executa complexos exercícios. Um músico que tem dois cérebros. Que não é deste mundo. Brad Mehldau é, sem sombra de dúvida, um dos mais consensuais nomes do jazz contemporâneo e um dos mais brilhantes compositores das últimas décadas.

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O regresso a Portugal em formato de trio com Jeff Ballard e Larry Grenadier, acontece em Fevereiro de 2017 para dois concertos absolutamente imperdíveis na Casa da Música e no Centro Cultural de Belém.

 

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

24 de Fevereiro 2017 | 21.00h

 

Casa da Música (Porto)

25 de Fevereiro 2017 | 21.30h

Alex Zhang Hungtai, Gabriel Ferrandini e David Maranha em Lisboa…

No decurso da tour europeia que têm vindo a fazer, Alex Zhang, David Maranha e Gabriel Ferrandini passam pela ZDB a 11 de Março, para mostrar “Âncora”, o disco editado pela Grain of Sound no ano passado e que tem por base o desafio de recriar a obra mestre "Blue Train", de John Coltrane. "Âncora" foi gravado ao vivo no Cafe OTO em Londres e acaba por marcar o passo seguinte na evolução da pirâmide formada por Alex Zhang Hungtai, David Maranha e Gabriel Ferrandini que, partindo do espírito libertador de Coltrane, começa já a assumir uma linguagem com vida própria.

gabriel-ferrandini-credito-de-pedro-tropa_page_imaphoto: Pedro Tropa

 

Com origem num convite da mítica Blue Note para uma prestação na Blogotheque, em que era escolhida uma figura tutelar ligada ao jazz, este trio de notáveis deixou-se inflamar pelo infinito John Coltrane para daí se apresentar destemida e ferozmente com uma sentida homenagem a um dos maiores de sempre. Materializando esse primeiro encontro em algo mais perene, alguns concertos esparsos e um álbum editado pela renascida Grain of Sound no ano passado – “Âncora” gravado ao vivo no Cafe OTO em Londres – a pirâmide formada por Alex Zhang Hungtai, David Maranha e Gabriel Ferrandini tem vindo a assumir uma existência cada vez mais viva e elevada, ainda e sempre com o espírito libertador de Coltrane em fundo mas já num novo patamar de revelação.

Após rodagem intensa na obscuridade da sala de ensaios chegam à ZDB na recta final de uma gloriosa tour europeia e num pico de actividade e entrega particularmente fulgurante para estes três

 

Galeria ZDB (Lisboa)

11 de Março 2017 | 22.00h

Foxygen confirmados no Vodafone Paredes de Coura

Foxygen, o duo americano traz o seu mais recente álbum “Hang” à 25ª edição do Vodafone Paredes de Coura, que se realiza de 16 a 19 de agosto, na praia fluvial do Taboão.

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Desde sempre ligados ao rock clássico, Sam France e Jonathan Rado trabalharam, durante os anos de secundário, em cerca de dez álbuns gravados em casa e de distribuição própria antes de, em 2012, lançarem “Take the Kids Off Broadway”, o esquizofrénico e primeiro trabalho de estúdio. No ano seguinte, foi a vez de editar “We Are the 21st Century Ambassadors of Peace & Magic”, uma animada coleção de música psicadélica e rock retro, aclamada pela crítica e público, e que levou a banda a uma extensa digressão internacional. Seguiu-se, em 2014, o duplo álbum “...And Star Power” antes de, em Janeiro deste ano, chegarem com “Hang”.

O mais recente trabalho é, segundo os próprios, o primeiro álbum de estúdio “a sério”, escrito e produzido inteiramente pela banda. O registo conta com uma orquestra sinfónica de mais de 40 elementos em todas as faixas e zero intervenção de computadores na sua criação. Uma passagem notável por vários estilos musicais para ver ao vivo no Vodafone Paredes de Coura.

 

Foxygen juntam-se assim aos já confirmados Nick Murphy (Chet Faker), Foals, At the Drive-In, Beach House, Future Islands, Ty Segall, Benjamin Clementine, BadBadNotGood, , !!! (Chk Chk Chk), Car Seat Headrest, Beak>, Ho99o9, Moon Duo, Sunflower Bean e Manel Cruz.

Marco Rodrigues em estúdio e em concertos na França

Marco Rodrigues entrou ontem em estúdio para gravar o álbum que irá suceder a “Fados do Fado”, nomeado para um Grammy Latino na categoria Melhor Álbum Folk.

O novo disco, com edição prevista para Junho, terá produção de Tiago Machado, com quem já tinha trabalhado no acalmado disco “Tantas Lisboas” e em “EntreTanto”.

fff.jpgphoto: Promo /DR

 

Em estúdio, a acompanhar Marco Rodrigues, está o seu habitual trio de fado composto por Nelson Aleixo na viola de fado, Frederico Gato no baixo acústico e Pedro Viana na guitarra portuguesa, mas este não será um tradicional disco de fado. Muitas surpresas serão reveladas em breve.

Ainda esta semana, Marco Rodrigues viajará até França, para dois concertos em Sucy-en-Brie, Paris, nos dias 24 e 25 de Fevereiro.

Concerto SPA Novas Bandas… Catarina Falcão e Margarida Falcão

As irmãs Catarina Falcão e Margarida Falcão compõem o duo folk Golden Slumbers, banda com a qual lançaram o bem recebido disco de estreia, “The New Messiah” pela NOS Discos, em Fevereiro de 2016.

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A Catarina prepara o lançamento do seu primeiro disco a solo, com lançamento previsto para o final de 2017. A Margarida é também voz e co-compositora da banda de indie pop Vaarwell, cujo disco de estreia sai em Março. Mas antes de tudo isso acontecer, o Teatro do Bairro irá receber um concerto especial em que as irmãs Falcão se vão juntar novamente, mas desta vez para apresentar separadamente, em formato acústico e minimalista, canções dos reportórios a solo que têm vindo a construir ao longo dos anos.

 

Estarão também na companhia de David Santos (Golden Slumbers, Márcia, Joana Barra Vaz) no contrabaixo, numa noite que se pretende intimista e que não se irá repetir tão cedo.

 

Teatro do Bairro (Lisboa)

23 de fevereiro 2017 | 22.30h

BONS SONS… O festival mais nomeado nos Iberian Festival Awards

O Iberian Festival Awards divulgou os finalistas da sua 2ª edição, com o BONS SONS referido em nove das 19 categorias de prémios e assumindo-se como o festival com mais nomeações.

Para dez das categorias, os finalistas foram obtidos por votação online do público. Os nomeados das restantes nove categorias foram determinadas por um júri composto por três elementos de Portugal, três de Espanha e três convidados internacionais.

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photo: Paulo Homem de Melo

O BONS SONS está nomeado para os seguintes prémios:

 

Categorias decididas pelo júri:

- Melhor Programa Cultural

- Melhor Comunicação

- Melhor Activação de Marca (Strongbow)

- Melhor Acolhimento e Recepção

- Melhor infraestrutura

- Contribuição para a sustentabilidade

 

Categorias decididas pelo público

- Melhor festival de Média Dimensão

- Melhor Alinhamento

- Melhor Zona de Campismo

- Melhor Espectáculo ao Vivo Nacional (Jorge Palma)

 

Estas nomeações reflectem bem o esforço de toda a equipa do BONS SONS que se envolve na organização comunitária do evento. A Aldeia de Cem Soldos mobiliza-se com dedicação e entrega à música portuguesa para apresentar o festival que é uma referência no panorama nacional e ibérico. Na passada edição do Iberian Festival Awards, o BONS SONS foi nomeado para quatro categorias tendo arrecadado o galardão ibérico em duas delas: Melhor Festival de Média Dimensão e Contribuição para a Sustentabilidade.

 

Os vencedores serão conhecidos na gala de atribuição dos prémios, que decorrerá a 16 de Março no Museu de Arte Contemporânea de Barcelona (MACBA), inserido na programação do 6º Talkfest – International Music Festivals Forum para aquela cidade espanhola.

A edição de 2017 acontece de 11 a 14 de Agosto, e o preço especial continua até final de Fevereiro.

“In the mind of Igor” pela Companhia Nacional de Bailado

Akram Khan, responsável pela cenografia e direção artística de “In the mind of Igor”, explica o que traz ao palco pela CNB…

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“Neste trabalho, interessam as dinâmicas com as quais Stravinsky transformou o mundo clássico da música evocando emoções através de padrões, em vez de expressões, e como esses padrões foram enraizados no conceito de uma mulher dançar até à morte. Esta abordagem é, para mim, uma inspiração enorme. Mas, de certa forma, espero poder investigá-la novamente não apenas através de padrões, como Stravinsky o fez, mas também através da exploração da condição humana. Uma ruptura na mente, uma morte no corpo e um nascimento na alma, tudo lembrando-nos que a mente e a imaginação são selvagens e auto-criativas. Adicionalmente, criar esta obra com três compositores diferentes – Nitin Sawhney, Jocelyn Pook e Ben Frost – permitiu-nos descobrir inúmeros e diversos sons, usando Stravisnky como referência, o guia, o mapa.”

 

Teatro Camões (Lisboa)

23 de Fevereiro a 4 de Março 2017

 

Estreia na CNB a 22 de fevereiro de 2017

5 velas ou 5 vinis? Uma caixa e uma canção para o aniversário da Omnichord Records

A Omnichord Records está em festa… Sopra cinco velas desde que fez o primeiro disco com os Nice Weather For Ducks.

Há cinco anos havia uma série de miúdos a quererem fazer música em Leiria. Ao longo desta meia década, onze projectos musicais da cidade foram associando o seu trabalho a este movimento, fazendo parte de uma família que é uma editora e ao mesmo tempo agência e promotora, e que nos últimos anos lançou mais de 15 discos e marcou concertos com esses projectos para mais de 50 festivais em oito países.

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Para comemorar o 5º Aniversário, a Omnichord Records lança um tema composto em conjunto por cinco pessoas de diferentes projectos da editora e anuncia o lançamento de uma caixa de 5 vinis personalizados para a Record Store Day de 2017.

A música inédita, “Second Hand Battle”, é uma colaboração conjunta entre os dois elementos dos Few Fingers com Surma, Luís Jerónimo (dos Nice Weather For Ducks) e Paulo Mouta Pereira (habitual técnico e produtor da Omnichord e músico de David Fonseca).

Os vinis (7" etched vinyls) inspiram-se nos quatro elementos da natureza (aos quais se acrescenta um quinto) e no disco mais valioso de sempre (o que foi enviado pela Voyager para o espaço), daí o grafismo que ocupa sempre uma das faces dos vinis.

Kadypslon ao vivo no Copenhagen Bar…

Depois de ter iniciado um périplo pelas FNAC portuguesas e numa altura em que a edição física de “Refúgio” já chegou às lojas, Kadypslon apresenta-se ao vivo no Copenhagen Bar, em Lisboa, pelas 23h do próximo dia 22 de Fevereiro, quarta-feira.

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Oportunidade para escutar algumas das canções que compõem este novo registo - como “Malta Perdida”,Vida” ou “Revelação”, ancorado na escola do hip hop clássico.

A entrada é livre.

 

Copenhagen Bar (Lisboa)

22 de fevereiro 2017 | 23.00h

Benjamim lança disco bilingue em parceria com Barnaby Keen

“Warm Blood” é o primeiro de dois singles de apresentação de “1986”, álbum feito a quatro mãos pelos dois escritores de canções, multi-instrumentistas e produtores Benjamim e Barnaby Keen. Keen é um músico britânico, mentor e membro de vários projectos do circuito underground londrino, entre eles os Flying Ibex (o seu projecto mais pessoal), e Electric Jalaaba, banda de carácter explosivo, largamente influenciada pelo Afro Beat, que partilha com dois irmãos e um amigo de infância.

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photo: Vera Marmelo

 

As suas canções despertam a atenção dos ouvidos mais atentos: James Blake escolheu uma canção de Barnaby Keen para rodar na sua Mixtape para a BBC Radio 1 e Tom Ravenscroft destacou-o igualmente na BBC 6 Music. Colaborou com nomes como Andreya Triana, Kate Tempest, Kimberly Anne, Hudson Taylor e Bastille, para além de ter sido músico de sessão em estúdios como Abbey Road ou Church Studios.

Benjamim é já conhecido do público português por ter lançado o álbum “Auto Rádio” em 2015 e por ter produzido ou tocado em inúmeros discos de vários nomes relevantes do panorama musical do país como B Fachada, Lena d'Água, Márcia, Éme, Pista, Golden Slumbers, João Coração, Frankie Chavez, Cassete Pirata ou Flak, só para referir alguns. Os dois músicos, nascidos em 1986, cruzaram-se pela primeira vez em 2012, num cinema de Brixton, no sul de Londres, e selaram amizade a partir do amor por um disco de Chico Buarque. Barnaby Keen viveu no Brasil durante seis meses, onde descobriu o amor pela língua portuguesa com sotaque brasileiro e pelos mestres do samba e da bossa nova.

 

A paixão comum por fazer música, pela gravação caseira e pela busca incessante das canções levou-os a encontrarem-se em Lisboa, cidade onde decidiram começar a fazer um disco que sintetizasse o universo musical de ambos – produto da mesma geração mas originária de contextos muito distintos. Um álbum que sintetizasse não só a estética e as influências de ambos, mas também a língua.

 

O álbum contém canções escritas por ambos os músicos na respectiva língua. É um exercício de reciprocidade e partilha: Benjamim faz coros em inglês das canções de Barnaby e este empresta o seu sotaque brasileiro quebrado para fazer vozes em português nas canções de Benjamim. E os dois tocam quase tudo nas canções um do outro, escolhendo o melhor das capacidades de cada um, seja no saxofone, no piano ou na bateria. Para além dos dois músicos, participaram nestas gravações Sérgio Costa (The Millions, Belle Chase Hotel, Quinteto Tati, Real Combo Lisbonense) na flauta, Leon de Bretagne (Batida) no baixo e António Vasconcelos Dias nas vozes.

“1986” foi gravado em duas sessões no estúdio 15A, casa da Pataca Discos que o irá lançar em vinil e formato digital ainda antes do Verão.

"Antes que Matem os Elefantes" no Teatro das Figuras…

A coreógrafa Olga Roriz quis que a guerra na Síria fosse o palco de "Antes que Matem os Elefantes", uma peça de dança que criou como alerta para uma reflexão coletiva sobre o conflito naquele país.

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“Por onde reabrir caminho, qual o tema, a terra, o objetivo? À procura de nós, dos nossos detritos.

Em frente... sempre em frente não olhar para trás. Olhos fechados sem querer pensar, o frio, o medo do frio, a fome.

Ali em lugar nenhum, lugar perdido, duro, rasgado.

Ali, o lugar da ânsia do desconhecido. Memórias de estômago vazio.

A escuridão, o corpo colado a outro corpo e a outro e a outro...

O filho de encontro ao peito, cobertor às costas e malas, sacos, bonecos, entre uma outra pequena mão de carne e osso.

Pés devastados, pisados de cada poeira. As pedras…

O céu espesso, um céu aberto e a cabeça a estalar. Já não se sabe da dor, já se perdeu a ira.

A dúvida, a insegurança e a pequenez cansa.

Perdido o mínimo poder, perdida a dignidade, cansa.

Demolida a última réstia de humanidade, cansa.

E porquê eu?” Olga Roriz

 

Teatro das Figuras (Faro)

25 de Fevereiro 2017 | 21.30h

Stone Dead estreiam-se em LP com “Good Boys”

Good Boys” é o álbum debutante de Stone Dead, quadrilha de Alcobaça versada em rock e a nova adição à equipa Lovers & Lollypops. Namorando o conceptual, e ao longo de dez faixas, o quarteto de Alcobaça percorre o rock ’n roll de lés a lés nas botas de Tony Blue, personagem que vive nas músicas de “Good Boys”, que variam do psicadélico até guitarradas mais robustas sem que nunca se abdique do riff e das linhas de baixo gingonas como principais motores da narrativa. Em súmula, os Stone Dead apontam dez músicas trabalhadas com afinco para bater o pé e electrificar a espinha, crescendo para além especificidades genéricas, como se pode ouvir já na música de avanço “Moonchild”.

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Os Stone Dead partem para a apresentação do novo conjunto de canções já em Março, estando os concertos de apresentação oficiais apontados para os dias 16, em Lisboa, 18 na terra natal de Alcobaça e 24 no Porto, mas antes disso assinalam passagem no Évora Metal Fest, e têm ainda concertos marcados para Rio Maior e Monção. Em Abril partem à conquista da Europa com Killimanjaro, numa digressão com fecho apontado para SWR Barroselas Metalfest, onde actuarão enquanto porta-estandarte do festival Milhões de Festa.

 

Eis as datas completas:

3 de Março 2017 - Évora Metal Fest (Évora)

16 de Março 2017 - Sabotage Club (Lisboa)

17 de Março 2017 - Maiorais (Rio Maior)

18 de Março 2017 - Cineteatro D’Oliva Monteiro (Alcobaça)

23 de Março 2017 - Coimbra

24 de Março 2017 - Woodstock 69 (Porto)

25 de Março 2017 - Porta Onze (Monção)

30 de Abril 2017 - Milhões de Festa @ SWR Barroselas

 

O disco sai para a rua a 13 de Março e a música de avanço “Moonchild” já está disponível para audição

Manuel Fúria & os Náufragos apresentam no Lux novo disco "Viva Fúria"

Manuel Fúria & Os Náufragos lançam o novo disco no dia 3 de Março e apresentam-no ao vivo no Lux, a 9 de Março. O disco-bilhete para "Viva Fúria" já se encontra disponível em pré-venda, em exclusivo na FNAC.

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Destacado pelos jornais Público e Observador como um dos álbuns mais aguardados de 2017, "Viva Fúria", conta já com três singles lançados: "Nova", “20.000 naves”, que esteve 7 semanas consecutivas no primeiro lugar do índice A3-30, e "Aquele Grande Rio", que esteve 4 semanas consecutivas na primeira posição do mesmo top da Antena 3.

Depois de uma digressão no final do ano passado que desvendou um pouco do novo trabalho, tendo passado pelo Vodafone Mexefest, em Lisboa, e por outras cidades como Cascais, Leiria, Guimarães, Braga e Montijo, o concerto a 9 de Março no Lux marca o início da tour de apresentação de "Viva Fúria", cujas datas serão apresentadas em breve.

Jonny Abbey … Álbum de estreia “Unwinding" já disponivel

Depois de 3 singles de introdução, um deles pertencente à colectânea Novos Talentos Fnac 2016, “So Far”, e o mais recente “White”, lançado com o carimbo exclusivo Antena 3, finalmente chega o aguardado longa duração “Unwinding”.

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As 10 faixas do disco reflectem a vibrante cena musical presente na vida da cidade do Porto e levam-nos a viajar por ambientes alternativos, mantendo sempre a vertente “catchy” do estilo Synth-Pop. Contam também com participações de Lewis M. (Luis Montenegro de Salto e Rapaz Ego), inFeathers e Sandra Martins.

Retratam as vivências directas dos últimos 2 anos de Jonny Abbey, englobando tudo o que lhe fez sentir algo, todas as pessoas que tiveram impacto e todos os momentos importantes que o marcaram. É um disco de edição de autor, o que permitiu ao artista controlar todos os passos do processo, como a composição, interpretação, gravação, mistura e edição.

Foi gravado e misturado nos estúdios “O Silo” e masterizado por Andrés Malta.

Concerto de Primavera da Rádio Amália

O Fado volta ao Auditório dos Oceanos do Casino Lisboa para dar as boas-vindas à estação mais floril e bonita do ano. A rádio Amália vai celebrar a chegada da Primavera dia 3 de abril com um grande concerto e vozes nacionais do Fado.

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Os primeiros nomes confirmados, Carlos Leitão, Conceição Ribeiro, Francisca, Joana Rios e Pedro Galveias atuarão a partir das 21 horas, prometendo uma noite preenchida de êxitos da canção mais lusa de sempre.

Mais confirmações serão dadas brevemente.

 

Lana Del Rey está de volta com novo single… “Love”

Lana Del Rey, uma das mais mediáticas cantoras da atualidade, acaba de lançar um novo single

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Love” é o primeiro tema retirado do próximo álbum da cantora, que será lançado este ano. O álbum foi concebido por Lana Del Rey em parceria com o produtor e colaborador de longa data Rick Nowels. Os produtores Benny Blanco e Emile Hanie também participaram em “Love”. O álbum contará com vários artistas convidados muito entusiasmantes, sendo que em breve serão revelados mais pormenores. Lana Del Rey disse sobre este novo disco: “Fiz os meus primeiros quatro álbuns para mim, mas este é para os meus fãs e sobre o caminho que espero que estejamos todos a seguir.”

 

Em breve será revelado o vídeo oficial de “Love”, que está disponível com o selo Interscope/Polydor.

David Mitchell, Jesús Carrasco, Hélia Correia e Frederico Lourenço na edição de 2017 do LeV

Mais de uma dezena de escritores nacionais e estrangeiros vão estar em Matosinhos entre os dias 12 e 14 de maio, para a edição de 2017 do Festival Literário LeV-Literatura em Viagem. Já confirmados estão os nomes de David Mitchell, Rachel Cusk, Jesús Carrasco, Hélia Correia e Frederico Lourenço, devendo a programação e a lista final de convidados ser anunciadas em breve.

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Organizado pela Câmara Municipal de Matosinhos, o LeV de 2017 voltará a ter como base a Biblioteca Municipal Florbela Espanca e a Europa como tema de discussão. Inspirados pelo mote “Abel e Caim, irmãos europeus”, os autores presentes no festival irão tentar sanar querelas abertas no imaginário e vivência dos europeus pelo menos desde que Zeus raptou Europa.

 

Mergulhando na identidade clássica do continente, Hélia Correia, vencedora do Prémio Camões em 2015, e Frederico Lourenço, vencedor da última edição do Prémio Pessoa e tradutor da Bíblia, revisitarão a Grécia e o património intelectual que nos une, numa época em que os ideais do viajante e a universalidade da literatura e da cultura estão sob ameaça – na Europa e no resto do mundo.

 

Entre outros autores que marcam a escrita contemporânea, o LeV de 2017 contará com as presenças do britânico David Mitchell, cujo “Cloud Atlas” (Editorial Presença, 2012) esteve na lista final do prestigiado Booker Prize, e da canadiana Rachel Cusk, que tem sido nomeada para alguns importantes prémios internacionais (“Arlington Park” teve edição portuguesa, pela Asa, em 2009). Já confirmada está também a presença do espanhol Jesús Carrasco, galardoado em 2016 com o European Union Prize for Literature pelo romance “La tierra que pisamos” (“Intempérie” foi editado pela Marcador em 2014).