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Glam Magazine

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A primeira vez do novo disco de Duquesa é este sábado em Braga…

Duquesa é Nuno Rodrigues, jovem feito homem que traduz a sua metamorfose com a desenvoltura melódica e os ganchos pop cujo sabor se dissipa, mas não se esquece. A sua música enaltece que a palavra escrita está subentendida na arte de escrever canções, e a sua voz embevece com as melodias com que maquilha a sua expressão carregada, contornam-se as rugas com sorrisos rasgados a ironia e aplica-se uma base pop em tons pastel.

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Em “Norte Litoral”, o novo disco, com edição da portuense Lovers & Lollypops, ouvimos a sua paixão pelos anos 80 a transformar-se num documento atual sobre sonoridade pop, onde o minimalismo lírico abre espaço para arranjos cuidados e melodias garridas, remetendo-nos para paisagens tão familiares quanto distintas.

Norte Litoral”, umas das canções presentes no disco e que dá título a este, inspira-se nas paisagens do Minho para relatar amores e desamores agora aqui revisitados. Em sete canções, duas delas na língua portuguesa, uma estreia para o músico de Barcelos, Nuno Rodrigues apresenta-se como um dos escritores de canções prodígios de uma nova geração de músicos portugueses.

Em março de 2016, a convite do gnration, Nuno Rodrigues levou a cabo uma residência artística que serviu para a composição parcial deste novo disco. Quase um ano mais tarde, o músico volta ao gnration na noite de sábado para apresentar o trabalho final.

 

Gnration / Blackbox (Braga)

25 de Fevereiro 2017 | 22.30h

Filipe Catto… Voz Singular da MPB apresenta segundo álbum... “Tomada”

Dono de uma voz singular de contratenor, Filipe Catto introduziu-se no universo da música popular brasileira transportando reminiscências de Ney Matogrosso e Elis Regina em canções que se movimentam numa mistura inesperada de boleros com atitude rock e uma sofisticação própria de Oscar Wilde.

FILIPE CATTO

Com “Tomada”, o seu segundo álbum, na bagagem, Filipe Catto apresenta-se num concerto que vai revelar o timbre raro de um cantor que não conhece fronteiras de géneros musicais ou sentimentos. Acompanhado por uma banda exclusivamente composta por músicos portugueses - Alexandre Bernardo (guitarra), Vasco Moura (baixo) e Pedro Gerardo (bateria) - o jovem gaúcho que tem vindo a arrebatar as plateias das salas por onde passa traz para palco não só os temas que compõem “Tomada” mas também os já incontornáveis “Saga”, “Adoração” e “Flor da Idade”, entre outros.

 

Com referências que tocam em pontos cardeais distantes como PJ Harvey, Radiohead, Jeff Buckley, Cássia Eller ou Chico Buarque, Filipe Catto chega ao sucessor de “Fôlego” (2011) com um ainda maior foco num reportório autoral ainda que nem todas as faixas sejam assinadas pelo próprio. De entre as escolhidas para integrar “Tomada” destacam-se composições do próprio artista, como o primeiro single do álbum, “Dias e Noites”, parcerias com dois nomes consolidados da MPB (Pedro Luís é coautor de “Adorador” e Moska de “Depois de Amanhã”), presentes inesperados (Marina Lima ofereceu o tema “Partiu”) e releituras de canções que mereciam melhor sorte.

 

Estúdio Time Out 8Lisboa)

2 de março 2017

 

Casa da Cultura (Ílhavo)

3 de março 2017 | 21.30h

 

Theatro Circo (Braga)

4 de março 2017 | 21.30h

Slow J… Apresentação do álbum “T.A.O.S.D.”

Está a chegar um dos álbuns do ano. Dia de 17 de Março é a data escolhida em simultâneo para o lançamento e apresentação do novo trabalho de Slow J, “T.A.O.S.D”, no Estúdio Time Out, em Lisboa.

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O primeiro álbum do músico de Setúbal, que tem "Pagar as Contas" como primeiro single, será editado de forma independente e foi inteiramente produzido por Slow J nos estúdios da Kambas e na Lost Collective, tendo uma componente lírica muito forte fundida com sonoridades variadas que provam de forma inequívoca a transversalidade musical de João Coelho (A.K.A. Slow J).

Nesta noite que se espera inesquecível, Slow J apresentará um novo espectáculo que contará com a presença de convidados muito especiais e com as actuações de referências da nova escola do Hip-Hop como Lhast, Gson e DJ Big. Uma noite verdadeiramente a não perder!

 

Depois desta apresentação, estão já agendadas passagens pelo Caparica Surf Fest e pelo Greenland Festival, na Madeira.

Márcia anuncia concerto com Convidado Especial… Tiago Bettencourt

"Tenho muita vontade de dar um concerto meu. Em Abril fará quase um ano que toquei em concerto com os "meus rapazes". Por causa da gravidez tive de cancelar concertos e esperar por uma altura em que pudesse voltar, em forma.

Agora o momento chegou. Foi esta vontade que me fez decidir marcar este concerto numa sala emblemática da minha cidade, para começar a despedir-me do meu ‘Quarto Crescente’ na companhia do meu público, e começar a vislumbrar um novo disco.

Vamos fazer uma celebração bonita, entre discos e entre amigos.” Márcia

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photo: Paulo Homem de Melo

 

É assim que Márcia anuncia o regresso aos palcos, com o concerto do próximo dia 20 de Abril no Teatro Tivoli BBVA, onde conta com a participação de Tiago Bettencourt como convidado especial.

Um regresso que será, simultaneamente, um início de despedida do seu terceiro e último álbum de originais “Quarto Crescente” (editado a 15 de Junho de 2015) e, como Márcia refere, um vislumbre dum novo disco, com a apresentação de um novo single.  O single, cujo nome ainda não foi divulgado, será dado a conhecer no próximo mês de Março e terá a sua estreia em palco no Teatro Tivoli.

 

Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

20 de Abril 2017

Festival Walk&Talk já anda e fala para a edição de 2017

O Walk&Talk - Festival de Artes dos Açores, completa em 2017 a sétima edição e regressa a São Miguel de 14 a 29 de julho, com a segunda passagem pela ilha Terceira marcada para a semana de 29 de setembro a 6 de outubro.

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photo: Nuno Pimenta

 

De vocação experimental, o Festival Walk&Talk privilegia a apresentação de projetos inéditos e a sua realização efetiva a programação que é desenvolvida ao longo de todo o ano pela Anda&Fala – Associação Cultural, através de residências que estimulam a criação artística contemporânea, a partir do contexto cultural e geográfico específico dos Açores. Jesse James, Diretor artístico do Walk&Talk e co-fundador da Associação Anda&Fala, sublinha: “O Walk&Talk está a consolidar-se como uma plataforma de programação artística contínua que, baseada nos Açores, se quer também sustentada a longo prazo, para que continue a ser capaz de atrair e apoiar a criação artística nas suas mais variadas formas de expressão”.

 

Em 2017, o Walk&Talk reforça e alarga a sua rede de cocriação, intercâmbio e partilha, através de parcerias com estruturas locais, como o Teatro Micaelense, Arquipélago – Centro de Artes Contemporâneas (CAC), Museu Carlos Machado e Galeria Fonseca Macedo, nacionais e estrangeiras, como o Temps d’Images Lisboa, Teatro Nacional Dona Maria II, Alkantara e Fogo Island Arts no Canadá. Jesse James destaca: “A nossa ambição passa por capitalizar o impacto que a dinâmica inovadora das artes transfere para setores como o turismo, economia e educação, em prol de uma periferia ativa e de uma comunidade participativa, que atuam positivamente para a sociedade global, através da geração de conteúdos artísticos inéditos, universais e passíveis de serem partilhados com o mundo”.

 

O Circuito de Arte Pública será desenvolvido entre as duas ilhas do arquipélago e conta com a curadoria do coletivo multidisciplinar KWY, que reúne os arquitectos Ricardo Gomes e Gabriela Raposo e o curador Miguel Mesquita, e a participação já confirmada dos artistas SPY (ES) e Mark Clinterberg (CA). O Programa de Exposições abre com a exposição coletiva na Galeria Walk&Talk, a cargo da curadora romena Diana Marincu, cuja participação é apoiada pelo Instituto Cultural Romeno. Em Ponta Delgada serão ainda apresentados projetos individuais dos artistas Carla Cabanas e João Paulo Serafim e duas exposições satélite.

 

Os curadores Marta Jecu e Sérgio Fazenda Rodrigues trazem ao Museu Carlos Machado o projeto Exodus Stations, que terá início no mês de maio e consiste num programa de residências e intercâmbio de artistas de três países europeus - Portugal, França e Alemanha. Por via da arte contemporânea, este projeto pretende pensar novas formas de entendimento e produção de conhecimento na esfera da Museologia.

A bailarina e coreógrafa Vânia Rovisco assina a nova criação de dança contemporânea que estreia a 28 de julho, em coprodução com o Teatro Micalensense e o Arquipélago - CAC. O espetáculo reúne na equipa artística vários criadores açorianos e conta com a colaboração especial de Jochen Arbeit, músico e compositor alemão, fundador da Automat e que passou por bandas como Die Haut e The Jever Mountain Boys.

 

Na área da música, o Festival Walk&Talk 2017 terá pela primeira vez um ciclo comissariado de atuações e concertos, cuja seleção estará a cargo da promotora e DJ Sonja. Propostas que, como é habitual no festival, vão integrar um cartaz compreensivo de peritos, jovens artistas e criadores consagrados, portugueses e estrangeiros, convidados a protagonizar o programa que se encontra em fase de finalização e irá ligar através das artes as ilhas de São Miguel e Terceira, com residências, novas intervenções em espaços ao ar livre, exposições, performances, sessões de cinema, workshops e conversas temáticas.

 

 

40 Anos de Carreira de João Gil em disco com convidados...

Ana Bacalhau, Carlão, Carlos do Carmo, Carminho, Jorge Palma, Luísa Sobral, Miguel Araújo, Pedro Abrunhosa, Raquel Tavares e Rui Veloso, são apenas alguns dos nomes que João Gil convidou para interpretar mais de 20 temas da sua autoria – entre inéditos e canções que fazem parte do imaginário musical de todos os portugueses.

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“Saudade”, “125 Azul”, “Loucos de Lisboa”, “Timor”, “Postal dos Correios”, “Solta-se o beijo” ou “Perdidamente”, ganham uma outra vida na voz dos convidados com novos e surpreendentes arranjos pela mão do seu próprio compositor, João Gil. A realização deste disco foi, também, o argumento perfeito para João Gil voltar a reunir três dos grupos mais emblemáticos da sua carreira: Trovante, Ala dos Namorados e Rio Grande. O disco duplo denominado “João Gil Por…” será editado entre Abril e Maio e conta com co-produção de Pedro Vidal, Rúben Alves e do próprio João Gil.  

 

João Gil é um dos nomes mais reconhecidos da música portuguesa. Guitarrista e compositor, inicia a sua carreira como músico profissional em 1976 quando, em parceria com João Nuno Represas, Luís Represas, Artur Rocha e Manuel Faria, forma o Trovante. Do Trovante à Filarmónica Gil, passando pela Ala dos Namorados, Rio Grande, Cabeças no Ar, Baile Popular ou, mais recentemente, os Tais Quais, a sua vida é pautada por grandes sucessos que suplantam a notoriedade dos grupos por onde passou e nos quais deixou o seu forte contributo.

Ao longo de mais de 40 anos de música portuguesa, João Gil distingue-se como compositor de algumas das músicas que farão, para sempre, parte da memória colectiva nacional: “Perdidamente”, “Esplanada”, “Solta-se o beijo”, “Postal dos Correios”, entre tantas outras, são exemplos de canções com a assinatura de João Gil que se tornaram verdadeiros fenómenos de popularidade.

 

Budda Power Blues & Maria João no CCB a 2 de Março e anunciam próximas datas…

“The Blues Experience" é o resultado da parceria entre, aquela que é considerada a melhor banda de Blues nacional, Budda Power Blues e a diva do Jazz, Maria João. É um disco de Blues, mas desengane-se quem possa pensar que se trata de um exercício de estilo. Trata-se de Blues do século XXI, amplamente influenciado por todas as sonoridades que fazem parte do quotidiano de Maria João, Budda Guedes, Nico Guedes os intervenientes deste disco.

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Composto por 10 canções que versam sobre assuntos muito pessoais e frequentemente autobiográficos, "The Blues Experience" é um disco que percorre várias linguagens do blues, resultado do desafio lançado por Budda Guedes a Maria João. Este álbum é editado com o selo da Mobydick Records a 3 de Março. A apresentação acontece no Centro Cultural de Belém no dia 2.

 

Entretanto foram divulgadas novas datas de apresentação de "The Blues Experience":

 

4 de Março 2017 – Teatro Virgínia (Torres Novas)

31 de Março 2017 – Casa das Artes (Famalicão)

Festival Literário da Madeira divulga programa completo…

Entre 14 e 19 de março, o Festival Literário da Madeira apresenta um programa diferenciado que inclui a sessão de abertura, a sessão de encerramento e outras tantas conversas cruzadas em torno do tema Literatura e Web – entre o medo e a liberdade. Haverá lançamentos de livros, sessões de autógrafos, concertos, apresentações, entre muitos outros momentos imperdíveis que fazem deste um festival de referência no panorama cultural português.

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A 14 de março, Svetlana Alexievich, Prémio Nobel da Literatura de 2015, marcará a abertura, numa conversa conduzida pelo jornalista Luís Caetano, a partir do mote «Haverá algo mais assustador do que o homem?», de sua autoria. «A loucura não é loucura quando partilhada», frase de Zygmunt Bauman, sociólogo recentemente falecido e presença marcante do FLM de 2013, é o ponto de partida para a conversa que encerra o festival, entre Adam Johnson e Miguel Sousa Tavares, orientada pelo jornalista Paulo Moura.

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Entre estes dois momentos outras cinco conversas terão lugar no mesmo palco, o do Teatro Municipal Baltazar Dias:

- «Queremos transformar o mundo e somos incapazes de nos transformar a nós próprios» (Pepetela), entre Pepetela e Ondjaki, com moderação de Fernando Alves (15 de março);

- «Se queres manter um segredo, tens de escondê-lo de ti mesmo» (George Orwell), entre Valter Hugo Mãe e Marcelino Freire, com moderação de Maria João Costa (16 de março);

- «Ser deixado sozinho é a coisa mais preciosa que se pode pedir do mundo moderno» (Anthony Burgess), entre Pedro Mexia, Daniel Jonas e Maria Fernandes, com moderação de Susana de Figueiredo (17 de março);

- «Tudo me é permitido, mas não me deixarei ser controlado por nada» (1 Coríntios 6:12), entre Viriato Soromenho-Marques e Frederico Lourenço, com moderação de Madalena Nunes (18 de março);

- «A linguagem é uma das prisões mais terríveis e está sempre à nossa espera» (Julio Cortázar), entre Eimear McBride e Tatiana Salem Levy, com moderação de Ana Daniela Soares (18 de março);

 

A 7ª edição do FLM ficará ainda marcada por dois lançamentos, um dos quais inclui dança, e uma apresentação:

15 março – Pés Alados – Biografia de Telmo Ferreira, de Sandra Nobre, com atuação de Telmo Ferreira/Grupo Dançando Com a Diferença (apresentação de Henrique Amoedo);

16 março – Nossos Ossos, de Marcelino Freire (apresentação de Valter Hugo Mãe);

17 março – Depois do Fim – Crónica dos Primeiros 25 Anos da Guerra de Civilizações, de Paulo Moura (apresentação de Fernando Alves)

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O espetáculo musical, que se adivinha memorável, assinala o regresso à ilha da voz singular de Teresa Salgueiro, a 17 de março, que levará ao palco do Teatro Municipal Baltazar Dias o espetáculo “O Horizonte”, título homónimo do seu mais recente álbum. À semelhança das edições anteriores, estão previstas idas a escolas cujo programa será divulgado em breve.

ATILA… apreentação ao vivo de “Body”

ATILA, o alter ego de Miguel Béco, continua a explorar a electrónica de forma cada vez mais negra e estende os seus tentáculos do power-electronics ao techno, com um constante namoro de fundo com as sonoridades mais pesadas. O resultado é “Body”, já disponível para audição integral e uma arrojada aventura pelo breu psicológico, concretizado de forma física.

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O primeiro concerto de apresentação do disco acontece já na sexta-feira, 24 de Fevereiro, no Passos Manuel do Porto, numa noite com protagonismo partilhado com IURTA, seguido de um DJ set de Gabi Von Dub. De recordar que ATILA já partilhou palco com nomes como Tim Hecker, Vessel, Gazelle Twin ou WIFE, e passou recentemente pelo festival Bicefal de Barcelona, onde também actuaram Kerridge, Cut Hands e Trepaneringsritualen, entre outros.

“Body” está disponível em formato CD e LP, num esforço conjunto das editoras Dissociated e Hið Myrka Man, e em cassete pela Bisnaga Records.

Dois Homens Completamente Nus…

Tiago Guedes dirige Miguel Guilherme, Sandra Faleiro e Jorge Mourato na versão portuguesa de um dos textos mais hilariantes e de maior sucesso em França, nos últimos anos.

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André Chaves (Miguel Guilherme) é um homem sério, de conduta irrepreensível e reputação imaculada: advogado conceituado, marido fiel, pai de dois filhos. Daí a sua total incredulidade quando, certo dia, acorda nu na sua sala de estar, deitado ao lado de outro homem (Jorge Mourato), também ele nu, sendo o último um dos associados da firma de adovogados onde trabalha há anos. Saídos de uma espécie de blackout, ambos têm dificuldade em perceber o que aconteceu e nenhum consegue arranjar uma explicação para o sucedido, tampouco lembrar-se do que os poderá ter levado ali. O transtorno aumenta com a entrada em cena da mulher de Chaves (Sandra Faleiro). Perante a total incapacidade de justificar e compreender a sua presente situação, André Chaves vai inventar tudo para tentar salvar o seu casamento e para provar uma verdade que ele próprio não sabe qual é.

 

Levado a cena pela primeira vez em Outubro de 2014, Dois Homens Completamente Nus, no original Deux Hommes Tout Nus, é da autoria do dramaturgo, humorista e actor Sébastien Thiéry, e valeu-lhe a nomeação de melhor dramaturgo aos Moliére – Prémios de referência do teatro Francês – em 2015. O espectáculo foi um sucesso junto da crítica e do público em França e chega agora a Portugal, sob a direcção de Tiago Guedes e com Miguel Guilherme e Jorge Mourato na pele destes dois homens confusos e completamente… Nus.

 

Texto: Sébastien Thiéry

Encenação: Tiago Guedes 

Tradução: Ana Sampaio 

Cenografia: F. Ribeiro

Desenho de Luz: Luís Duarte 

Assistente de Encenação: Susana Blazer 

Produção: Força de Produção

Interpretação: Miguel Guilherme, Jorge Mourato, Sandra Faleiro e Susana Blazer

 

Teatro Villaret (Lisboa)

Estreia 23 Março de 2017 | Quinta a Sábado 21h30, Domingo 16h30

 

“Canto Fugaz”… a estreia de Lugares Vivos

Lugares Vivos é a prova do quanto pode a música beneficiar da globalização, ou não fosse esta uma junção da musicalidade cubana com o talento de três músicos suíços.

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Canto Fugaz” é a estreia de NuLyra, Carlo, Ornella e Lobosch em Portugal, num single onde o jazz se encontra com os quentes ritmos brasileiros e que antecipa a digressão que levarão a cabo no próximo mês de Maio em Portugal.

 

 

 

“As Cinquenta Sombras Mais Negras” é o filme mais visto no mundo pela segunda semana consecutiva

Desde a estreia que o filme “As Cinquenta Sombras Mais Negras” continua a ser um fenómeno global único, sendo pela segunda semana consecutiva o filme mais visto em todo o mundo. O sucesso desta sequela, que se baseia nos romances homónimos de E.L. James, não se restringe ao filme, já que a banda sonora tem conquistado também os tops de vendas.

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Aliás, em Portugal o disco chegou ao 1.º lugar do top de vendas de compilações, depois de ter entrado diretamente para o n.º 1 do top do iTunes e de ter sido um dos discos mais vendidos durante o primeiro fim de semana que esteve nas lojas. Além de ser o filme mais visto no mundo pela segunda semana consecutiva, “As Cinquenta Sombras Mais Negras” mantém-se ainda em 1.º lugar dos filmes mais vistos não só em Portugal, mas também na Áustria, Bélgica, Croácia, Alemanha, Israel, Holanda, Noruega, África do Sul, Espanha. Suécia, Brasil, Chile, Panamá, Paraguai, Trinidad, Uruguai, Venezuela e Hong Kong. No Reino Unido, Irlanda, França e Austrália o filme encontra-se em 2.º lugar.

 

A banda sonora de “As Cinquenta Sombras Mais Negras” inclui o sucesso “I Don’t Wanna Live Forever (Fifty Shades Darker)”, de ZAYN | Taylor Swift, que alcançou o1.º lugar do top de vendas do iTunes em 80 países, chegou ao 3.º lugar do top Billboard Hot 100 e cujo vídeo oficial já ultrapassou os 96 milhões de visualizações. Do disco faz ainda parte a mais recente canção da cantora Halsey, “Not Afraid Anymore”, o single “You Belong” (que soma mais de 5 milhões de streams), do produtor The Avener com Laura Gibson, bem como um dueto entre Nicki Minaj e Nick Jonas, novos temas de artistas como John Legend, José James, The-Dream ou Sia e música original composta pelo célebre Danny Elfman.

 

As Cinquenta Sombras Mais Negras” é o segundo volume da trilogia que adapta os romances de E.L. James, sendo novamente protagonizado por Jamie Dornan e Dakota Johnson. Em 2015, o primeiro “As Cinquenta Sombras de Grey” foi o quarto filme mais visto do ano, com mais de 500 mil espectadores.

Mão Verde no Teatro José Lúcio da Silva

Espetáculo infantil com música de Pedro Geraldes e lenga lengas originais cantaroladas por Capicua.

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Mão Verde” é um concerto temático, em torno das plantas, da agricultura, da alimentação, dos cheiros das ervas aromáticas, da cor das flores e com uma clara motivação ecologista. Durante cerca de uma hora, sempre com momentos de interação com o público, sucedem-se canções alegres, com mensagens importantes, numa abordagem tão inteligente quanto engraçada dos temas quotidianos e do universo verde que nos rodeia; rimas, histórias, rap e jogos de palavras, sobre batidas coloridas e acompanhadas por diversos instrumentos tocados ao vivo.

 

Ter a “mão verde” nasce da tradução de uma expressão francesa, que significa ter jeito para as plantas e talento para a jardinagem. Assim sendo, o “Mão Verde” é a celebração desse cuidado e serve para inspirar todos os pequenos jardineiros.

 

Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

26 de fevereiro 2016 | 16.00h

Peixe Frito… ao vivo no SMUP

Oriundos da região Oeste de Portugal, mais concretamente de Peniche, os Peixe Frito devolvem o groove ao jazz livre e a liberdade ao jazz eléctrico, partindo do free e da fusão dos anos 1970 para a partir daí inventarem um jazz do século XXI em que o rock e a música electrónica são influências assumidas.

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Com um alargado leque de timbres e de abordagens, indo da subtileza e do pequeno detalhe a uma grande intensidade expressiva, o quarteto conta neste concerto com a colaboração do guitarrista Paulo Duarte, tal como Paulo Chagas membro integrante do colectivo PREC.

Estes músicos têm como particularidade constituírem o núcleo duro do MIA – Encontro de Música Improvisada de Atouguia da Baleia, encarado pelas dezenas de improvisadores de vários países que o frequentam como o “congresso da improvisação”.

 

SMUP (Parede)

23 de fevereiro 2017 | 22.00h

"Condenados, A justiça também pode errar" de Sofia Pinto Coelho

Tiago Palma estava convicto de que iria ser absolvido. Tanto que, no dia da leitura da sentença, levou um saco de ginástica para o tribunal, pois planeava ir treinar logo a seguir. Os planos saíram-lhe tragicamente furados: foi condenado a 18 anos de prisão porque teria integrado um grupo de skinheads que espancou um homem até à morte. Porém, escrutinando as provas, a verdade é que ele só foi condenado porque não conseguiu explicar qual o percurso que fez na noite do crime. Ou seja, por não conseguir provar que estava inocente.

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Andreany Vaz também foi condenado por homicídio, juntamente com outros quatro rapazes. Duas testemunhas oculares disseram que disparara sobre a vítima. Contudo, os implicados frisaram que ele não participara no crime e nem sequer estivera no local; um deles assinou duas cartas-confissão e, numa entrevista televisiva, confessou a autoria do homicídio. Nada disso foi suficiente para garantir a sua absolvição, nem ao menos para que o caso fosse reaberto.

 

Em Condenados, A justiça também pode errar revela-se uma justiça que nem sempre prende e condena os verdadeiros culpados. Nalgumas situações há pistas que não foram devidamente exploradas e noutras decisões que nos deixam perplexos. Numa dezena de casos, que vão do roubo ao homicídio e ao abuso sexual, a autora Sofia Pinto Coelho, uma das jornalistas mais experientes e prestigiadas da televisão portuguesa, parte das vidas de gente que ela crê ter sido condenada sem provas seguras para uma reflexão dura, mas necessária, sobre o nosso aparelho judicial, que parece sempre resistir a assumir os seus erros.

 

Edição: A Esfera dos Livros

À venda a 24 de fevereiro 2017

The Orwells sobem ao palco EDP no Super Bock Super Rock…

Na 23ª edição, o Super Bock Super Rock volta a ser montra da melhor música. Depois das confirmações de Kevin Morby e Boogarins, há mais talento com a guitarra em punho para ver e ouvir no Palco EDP: no dia 13 de julho os americanos The Orwells prometem incendiar de irreverência o Super Bock Super Rock.

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Um rock animado por distorções, com acordes suficientes para fazer a festa, direto ao assunto e com espírito de garagem: é essa a receita dos The Orwells. Desde a estreia em 2012, com “Remember When”, estes rapazes de Chicago têm o nome bem marcado no mapa do indie rock da atualidade. Na linha de bandas como os Vaccines ou os Strypes, The Orwells também apostam na simplicidade de canções cuja atmosfera juvenil é capaz de envolver melómanos de todas as idades. “Southern Confort” e “The Righteous One”, duas músicas incluídas no disco “Disgraceland”, editado em 2014, são bons exemplos disso.

Para a história desse disco fica a atuação no programa “Late Show” de David Letterman, nos Estados Unidos. Uma performance tão punk que impressionou o apresentador norte-americano ao ponto de pedir um encore. A revista Rolling Stone considerou este momento como o grande destaque televisivo desse ano.

 

Voltam aos discos em 2017, com “Terrible Human Beings”. E em banda que ganha, não se mexe. Por isso, a fórmula mantém-se com mais uma coleção de canções injetadas de juventude e que prometem prender o público do Palco EDP no dia 13 de julho no Super Bock Super Rock.

Jamie Lidell… um mestre da Soul no EDPCOOLJAZZ

Jamie Lidell & the Royal Pharaohs, a poderosa banda de sete elementos que inclui entre outros elementos o baixista Owen Biddle, dos The Roots, e o baterista Daru Jones, que colaborou recentemente com Jack white.  Marvin Gaye e James Brown apresentam-se como uns dos nomes que constituem a cartilha pela qual Jamie Lidell se rege. O músico é por vezes até apelidado de ser uma espécie de Otis Redding mais tecnológico, caraterizando na perfeição o seu estilo muito próprio e que faz dele um génio musical da atualidade.

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Jamie Lidell é uma mistura singular de soul, funk e eletrónica, um mestre do improviso com a tecnologia, fazendo sons percussivos com a voz, reproduzindo-os e alterando-os eletronicamente em tempo real.

 

Na sua passagem pelo EDPCOOLJAZZ, Jamie Lidell vai trazer toda esta mestria musical e, juntamente com a sua banda, vai reproduzir os seus melhores hits e temas do seu mais recente álbum “Building a Beginning”, editado em finais de 2016, com o lançamento prévio do single “Walk Right Back”. Este novo álbum é uma mistura de soul up e baladas reflexivas, considerado por alguns críticos como o seu melhor trabalho de sempre. Uma noite inesquecível com Jamie Lidell & the Royal Pharaoh's.