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Glam Magazine

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António Zambujo de regresso a Beja…

António Zambujo regressa à sua cidade natal para mais um concerto que promete esgotar o auditório do Pax Julia – Teatro Municipal de Beja. Dia 4 de março, o músico bejense apresentará o seu novo trabalho “Até pensei que fosse minha”, já depois de ter esgotado os 3 concertos agendados para 1, 2 e 3 de março na Gulbenkian Música.

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Lançado em Outubro de 2016, o disco “Até pensei que fosse minha”, que já é disco de platina em Portugal, apresenta vários clássicos do compositor brasileiro, contando com a participação de Carminho, Roberta Sá e o Trio Madeira Brasil, entre muitos outros músicos de renome.

 

É já antiga a ligação de António Zambujo à música brasileira, apresentando com frequência ao Brasil o seu fado muito particular, com um travo a samba e bossa nova. O mundo, aliás, despertaria em definitivo para o músico português depois de Caetano Veloso escrever que "é um jovem cantor de fado (…) que faz pensar em João Gilberto" e "é de arrepiar e fazer chorar".

 

Pax Julia - Teatro Municipal (Beja)

4 de Março 2017 | 21.30h

Memória de Peixe ao vivo na Casa da Cultura de Setúbal

Depois de ótimas referências nacionais e internacionais ao primeiro disco, os Memória de Peixe estão de regresso às edições. A dupla (Miguel Nicolau | Guitarra e Marco Franco | Bateria) apresenta em Setúbal o seu segundo álbum “Himiko Cloud”.

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Segundo os próprios Memória de Peixe, acrescentam que “Himiko Cloud também não é só o seu segundo disco, “é uma afirmação da maturidade do jogo de rock-jazz- modernista que Miguel Nicolau e Marco Franco andam a construir há cerca de dois anos e que, neste grupo de canções, transcende a música”.

 

Casa da Cultura de Setúbal / Sala José Afonso

3 de Março 2017 | 22.00h

“Encontrar o Sol”… em Braga no Theatro Circo

A peça “Encontrar o Sol” é uma coprodução do Theatro Circo com o Teatro do Elétrico e o São Luiz Teatro Municipal que chega a Braga a 3 de Março (21h30), trazendo para o palco principal um elenco composto por alguns dos atores de maior relevo no panorama teatral e televisivo nacionais.

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photo: Alipio Padilha

 

Sob direção de Ricardo Neves-Neves, os atores Cucha Carvalheiro, Custódia Galego, Luís Gaspar, Marques D’Arede, Romeu Costa, Rita Cruz, Tadeu Faustino e Tânia Alves encarnam os quatro pares de homens e mulheres que se encontram numa concorrida praia. Gradualmente, por meio de conversa de circunstância e sem que o tom frívolo perca lugar, desvendam a fragilidade das suas relações.

 

Henden, um homem de 70 anos, casado com Gertrude, de 60, é pai de David, agora casado com Cordelia, mas envolvido no passado com Benjamin, atual marido de Abigail. O jovem Fergus e a sua mãe acompanham com curiosidade a ambiguidade destas ligações.

Exemplos acabados de diferentes ‘fases da vida’, é a diferença de idades destas figuras que oferece um quadro simultaneamente tão diverso e angustiante, no que toca à reflexão do indivíduo sobre o que o rodeia e si mesmo. Da adolescência à terceira idade, todos se dedicam à busca de um  “lugar ao sol” onde invariavelmente chegam quando já entardeceu.

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photo: Alipio Padilha

 

Da autoria do dramaturgo norte-americano Edward Albee, “Encontrar o Sol” (“Finding the Sun”) é um curta peça de um ato que em tudo ilustra a predileção do seu autor pelo retrato crítico da condição moderna do Homem e da inelutabilidade da sua solidão.

Na peça que escreveu em 1983 a pedido da Universidade do Colorado, Albee deixa transparecer o seu humor cruel e dota todas as personagens de ironia e absoluta autocomiseração, isolando-os, sem exceção, numa luta interna contra as grandes inquietações do Homem: o desamor, o envelhecimento, a exclusão e a perda.

 

Após uma temporada no São Luiz teatro Municipal, onde estreou a 17 de fevereiro, “Encontrar o Sol” chega ao Theatro Circo em apresentação única.

 

Theatro Circo (Braga)

3 de Março 2017 | 21.30h

ACERT XL… O fio, a trama e a Urdidura

ACERT XL é um livro com a chancela da editora afrontamento em que, como o autor, João Luis Oliva, refere na introdução, «se assinalam 40 anos do percurso da ACERT e da companhia de teatro, inicialmente grupo amador, que lhe deu origem — o Trigo Limpo —, afinal peças do grande tear em que se vai fabricando o colorido pano de fundo de um palco em que todos actuamos, vivendo. Mas também onde se regista e comenta o papel e significado da sua interacção com a teia cultural e social (sempre também política) que envolve espaços e tempos em que se manifesta: o local e o universal, o ontem e o hoje.»

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A apresentação acontece no próximo dia 1 de Março no Teatro Viriato em Viseu às 18.30h, e estará a cargo de António Ribeiro de Carvalho