Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

“Triplicate”… O primeiro álbum triplo de Bob Dylan editado hoje

Chega hoje às lojas o álbum de estúdio triplo de Bob Dylan, “Triplicate”, que inclui 30 novas gravações de temas clássicos norte-americanos e é o primeiro disco triplo da ilustre carreira do artista. Cada disco tem um título individual e está organizado por tema numa sequência de 10 canções, sendo que “Triplicate” demonstra os inúmeros talentos de Bob Dylan como vocalista, arranjador e líder de banda em 30 composições de alguns dos mais premiados e influentes compositores do universo da música. Este álbum, produzido por Jack Frost, é o 38.º álbum de estúdio de Bob Dylan e constitui a primeira nova música por parte do artista desde Fallen Angels, lançado no início de 2016.

Bob Dylan - Triplicate

Triplicate é simultaneamente lançado em várias configurações, incluindo um digipak de 8 painéis em 3 CD. Para o álbum “Triplicate”, Dylan juntou a sua banda de digressão nos estúdios Capital em Hollywood para gravar os temas individualmente seleccionados a partir de uma série de compositores norte-americanos, incluindo Charles Strouse e Lee Adams (“Once Upon A Time”), Harold Arlen eTed Koehler (“Stormy Weather”), Harold Hupfield (“As Time Goes By”) e Cy Coleman e Carolyn Leigh (“The Best Is Yet To Come”). Os títulos dos discos individuais são ‘Til The Sun Goes Down, Devil Dolls e Comin’ Home Late.

 

Os dois álbuns anteriores do artista com temas clássicos norte-americanos, “Fallen Angeles” (2016) e “Shadows in the Night” (2015, foram ambos sucessos a nível mundial e conquistaram nomeações para a categoria de Melhor Álbum Vocal Pop Tradicional.  “Fallen Angeles” estreou-se no top 10 em mais de 12 países, incluindo o Reino Unido, EUA, Itália, Holanda e Áustria, ao passo que “Shadows in the Night” estreou-se no top 01 em 17 países, com estreias no n.º 1 no Reino Unido, Irlanda, Suécia e Noruega.

 

Em Dezembro de 2016, Bob Dylan recebeu o Prémio Nobel da Literatura entregue pela Academia Sueca: “Por ter criado novas expressões poéticas na tradição da canção norte-americana.” Em 2012, o cantor recebeu a Medalha Presidencial da Liberdade, a maior honra entregue a um civil nos EUA, tendo recebido também um Prémio Pulitzer especial em 2008 pelo "seu profundo impacto na música popular e cultura norte-americanas, marcadas por composições líricas de extraordinária força poética." Dylan recebeu também o título de Officier de la Legion d'honneur em 2013, o prémio sueco Polar Music Award em 2000, doutoramentos pela University of St. Andrews e Princeton University, bem como outras inúmeras honras. 

Bob Dylan já vendeu mais de 125 milhões de discos no mundo inteiro.

"Só desta Vez V” junta os PAUS aos teclados e sintetizadores de Francisco Ferreira e Luís Fernandes

No SÓ DESTA VEZ V os Paus pedem ajuda para planar. Numa viagem para outras dimensões o quarteto lisboeta leva para o LUXfrágil dois teclistas da nova geração de músicos portuguesa. Francisco Ferreira (Capitão Fausto, Bispo) e Luís Fernandes (peixe : avião, Landforms, Quest) trazem os orgãos e os synths para mais um concerto imperdível porque é irrepetível.

paus

A aventura e a colaboração estão no adn dos Paus. Há seis anos, por desafio do LUXfrágil, em 3 noites deixaram que 3 grupos de convidados mudassem o tecido das suas 4 canções. O ciclo Só Desta Vez tinha a força simples do seu nome e conceito - 3 concertos únicos, irrepetíveis e por isso imperdíveis.

Desta Vez I recebeu Filho da Mãe, João Nogueira (Riding Pânico) e Eduardo Raon para criarem uma barragem sónica com a ajuda de um trio atípico de cordas. Só Desta Vez II com Dj Ride e RIOT (Buraka Som Sistema) elevaram o bounce dos Paus a níveis épicos. Só Desta Vez III, o último deste ciclo, com ajuda de Chris Common e do Grupo Tocandar, juntou o ritmo do rock contemporâneo aos padrões primordiais dos bombos portugueses.

 

De alguma forma, estas 3 noites começaram a mapear a genealogia musical dos PAUS e obrigaram a que os próprios músicos se apercebessem dela para criarem um vocabulário cada vez mais seu.

 

LUXfrágil (Lisboa)

20 de Abril 2017

FMM Sines – Festival Músicas do Mundo 2017 com mais 8 confirmações…

O programa da 19.ª edição do FMM Sines – Festival Músicas do Mundo 2017, que se realiza de 21 a 29 de julho em Sines e Porto Covo, tem oito reforços de peso. Está confirmado o regresso do cantor e compositor cabo-verdiano Mário Lúcio, do percussionista iraniano Mohammad Reza Mortazavi e do poeta norte-americano Saul Williams. Estreiam-se o pianista e compositor cabo-verdiano Vasco Martins, a orquestra chilena Chico Trujillo, o músico havaiano Mike Love, o duo luso-britânico Benjamim / Barnaby Keen e o MC anglo-nigeriano Afrikan Boy.

03

A Chico Trujillo é uma orquestra pioneira do movimento da Nova Cumbia Chilena e uma das melhores orquestras de cumbia da América Latina. Funde rock, folclore, ska, música balcânica e muita cumbia. Debaixo do som tropical mantém um lado subversivo, das suas raízes no punk. Depois de 15 anos a tocar na noite de Santiago do Chile, estreia-se no FMM Sines com uma formação de 10 elementos.

02

Afrikan Boy (Olushola Ajose) é um MC nascido em Londres, filho de pais nigerianos. As suas influências situam-se nesta confluência de África com Europa e são uma mistura de afrobeat, grime e hip hop. Sente-se tão devedor de Fela Kuti como de 2Pac. Integrou o projeto Africa Express e colaborou com artistas de nome feito, como DJ Shadow e M.I.A. “The ABCD” foi o seu álbum de estreia.

04

Benjamim / Barnaby Keen são um músico português e um músico inglês que um disco de Chico Buarque uniu em Londres, em 2012. Barnaby viveu no Brasil e sempre teve o desejo de cantar em português. Fá-lo com Benjamim no álbum "1986", evocação do ano em que ambos nasceram e da geração que partilham. O disco é uma síntese da música de ambos e um intercâmbio de línguas e estéticas.

00

Mário Lúcio é uma das figuras centrais das artes cabo-verdianas - cantor, compositor, arranjador, escritor, ministro da Cultura entre 2011 e 2016. Para esta terceira vez em Sines traz um disco, acabado de lançar, dedicado ao funaná. "Funanight" vai às raízes e às irmandades transcontinentais de um dos mais populares estilos cabo-verdianos. "Funaná transcendente", como escreveu o seu compatriota Vasco Martins.

01

Mike Love é uma nova voz do roots reggae que nos chega da ilha Oahu, no Havai. Nesta passagem por Sines, integrada na sua primeira digressão europeia, introduz o público às suas canções com letras pessoais e comprometidas com as causas em que acredita, como as que estão ligadas ao ambiente e aos direitos dos animais. Reggae lírico e de protesto, com influências de rock e música clássica.

07

Mohammad Reza Mortazavi é um dos mais extraordinários percussionistas iranianos. Está pela segunda vez no FMM, com um novo disco a solo, "Transformation". Passar simplesmente o disco para o palco é de certeza que não fará, pois a sua música vive organicamente do que dita no momento a relação entre os seus dedos e os seus tambores, o daf e o tonbak. Uma aventura por territórios rítmicos poucas vezes explorados.

05

O poeta, ator, cantor e ativista nova-iorquino Saul Williams esteve em Sines em 2016, como convidado de David Murray. Volta em 2017 com um espetáculo de hip hop que nos fala de uma hiper-modernidade de paradoxos, em que a alta tecnologia convive com a pobreza mais extrema, um mundo de lixeiras e smarphones brilhantes. "MartyrLoserKing", o seu disco de 2016, é o ponto de partida.

06

Vasco Martins é um sábio da música cabo-verdiana. Sinfonista, pianista, guitarrista, romancista, musicólogo, ensaísta, poeta, produtor musical, faz, como mais ninguém, a ligação entre a herança da música popular de Cabo Verde e os códigos da música erudita. Nesta sua estreia em Sines, irá atuar a solo no piano. Mornas-tango, valsinhas, mazurcas, sanjom/batuku, cantigas de trabalho, a partir de um ponto de vista original.

They're Heading West tocam "Rubber Soul" dos The Beatles

Em Abril They're Heading West resgatam uma ideia que vem desde 2010...

Ainda antes da formação da banda, Francisca, Sérgio e João, já com outros projectos, decidiram, pelo simples prazer de tocar juntos e como fãs de Beatles que são, tocar e apresentar ao vivo "Rubber Soul", o sexto álbum "de passagem" dos Beatles. Por portas e travessas esse projecto nunca viu a luz do dia, porém o gosto de tocarem juntos levou à aventura de formarem They're Heading West, e com a chegada de Mariana a banda começava a dar os primeiros passos.

17626177_1278598692235414_5303942615277930182_n

Dia 9 de Abril, ao vivo e a cores, a tarde será presenteada com They're Heading West em concerto a tocar "Rubber Soul", de uma ponta à outra, em modo super banda de luxo.

Assim João Correia (voz, baixo e guitarra), Francisca Cortesão (voz, guitarra e baixo), Mariana Ricardo (voz e ukulele) e Sérgio Nascimento (bateria e coros) convidam os amigos que de uma maneira ou outra estavam já nesse início: Nuno Rafael (guitarra eléctrica), António Vasconcelos Dias (voz e percussão), Inês Sousa (voz), Margarida Campelo (voz) e João Cardoso (teclas).

 

Casa Independente (Lisboa)

9 de Abril 2017 | 18.00h

Victor Herrero apresenta ao vivo “Astrolábio”

O guitarrista Espanhol Victor Herrero apresenta “Astrolábio” álbum, lançado este ano que compôs inteiramente com guitarra portuguesa, esta segunda-feira dia 3 de Abril no Museu do Aba de Baçal em Bragança

Herrero2

A história de Victor Herrero é uma história curiosa, um conto cheio de pequenos contos. Começou a aprender canto gregoriano e música moçárabe com monges beneditinos no Vale dos Caídos, em Madrid, passou oito anos numa banda de rock psicadélico e agora agarrou a guitarra espanhola onde deixa reflectir o seu conhecimento e entusiasmo pela música do seu próprio país. Conhecer Josephine Foster mudou-lhe a vida de muitas e várias formas; e o que Victor Herrero é hoje é a soma simples de este e de todos os outros pequenos episódios da sua vida. E tudo isso se sente, se cheira e se bebe na sua música. Para procurar o sentido e a ligação entre todos estes momentos, fomos falar com o próprio Victor Herrero que nos disse, entre outras coisas, que a “poesia” é o que o move, a sua “razão de viver”.

 

Museu do Aba de Baçal (Bragança)

3 de Abril 2017

Jamiroquai… “Automaton” já se encontra disponível

Escrito e produzido por Jay Kay e Matt Johnson, maestro dos teclados dos Jamiroquai, “Automaton”, o 8.º álbum de estúdio da banda britânica chega hoje às lojas.

28112016_AUTOMATION_MUSICPROMO213_RGB

Fundados em 1992 pelo vocalista Jay Kay, os Jamiroquai afirmaram-se, desde o lançamento do álbum de estreia, “Emergency on Planet Earth”, em 1993, como um dos grupos mais bem-sucedidos do planeta. Com admiradores célebres como Chance the Rapper, The Black Madonna, Anderson.Paak, Pharrell, Tyler the creator, Jungle, Redman, Stevie Wonder e The Internet, os Jamiroquai têm provado ser um dos grupos mais venerados e inovadores do nosso tempo. Com sete álbuns que já alcançaram o Top 10 de vendas do Reino Unido (e três deles chegaram ao 1.º lugar), o grupo vendeu mais de 26 milhões de álbuns em todo o mundo, mantendo o recorde do Guinness com o disco de funk mais vendido de sempre.

Os Jamiroquai voltam este ano aos concertos, tendo já agendado o seu regresso a palcos portugueses, no próximo dia 5 de agosto, no âmbito do festival MEO Sudoeste.

A estreia da Travessa do Corrupio com “Resumo”

Depois de um single de estreia surpreendente, “A Vida (O Início)”, finalmente a Travessa do Corrupio faz chegar até todos os seus transeuntes a plenitude do seu talento. Sob o nome “Resumo” este EP é composto por cinco faixas, saltando à vista a sonoridade próxima do jazz, o poder do rock e do folk e a alma da música tradicional portuguesa.

Digital_new

Disponível a partir de hoje nas principais plataformas digitais - The Store, Amazon, iTunes e Google Play - esta é a mais recente aposta nacional da Music For All.

Por entre histórias, sentimentos e emoções esta é uma Travessa que fica bem no centro do Corrupio que é a vida

Imaginarius – FiraTàrrega… Coprodução estreia em Portugal e Espanha

A perfomer Alba Torres (ES), a bailarina Catarina Campos (PT), o acrobata Quim Giron (ES), o encenador Pau Masaló Llorà (ES) e o clown Rui Paixão (PT) são os cinco protagonistas de “Ferida”, coordenados pela encenadora portuguesa Julieta Aurora Santos. O espetáculo terá a participação do Grupo Coral da Casa da Gaia, de Santa Maria da Feira.

Esta performance multidisciplinar parte do conceito inicial de Memória como o eixo temático articulador de um projeto pensado como uma oportunidade de diálogo entre dois países vizinhos.

195angrymen_

Ferida” é um lugar de sombra, oculto, latente, amordaçado. Um latejar contínuo sob a pele, cicatriz por sarar, um profundo poço no espelho. A memória, enquanto espaço fragmentado, contém feridas que o tempo parece não curar, recordações que nos perseguem como fantasmas, que pedem, gritando, que as deixemos emergir e as acolhamos como parte das nossas vidas, para podermos prosseguir. É preciso trazer à luz dos dias a nossa fragilidade, identificar o que nos consome e nos limita. Visar a cura como um ato de amor a si mesmo e aos outros. Curar a memória e libertar a sua carga destrutiva, enfrentar os medos que nos conduzem ao imobilismo, é voltar a encontrar a capacidade de existir de acordo com o próprio ser e a consciência mais profunda.

 

A coprodução, como eixo de desenvolvimento artístico e económico, coloca, mais uma vez, artistas locais em contacto direto com congéneres de outros países, desenvolvendo oportunidades de participação e difusão internacional, sendo esta parceria uma oportunidade única de experimentação.

Pág. 1/55