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Glam Magazine

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Nós somos aqueles contra quem os nossos pais nos avisaram.... Mão Morta ao vivo

Já chegou às lojas “Nós somos aqueles contra quem os nossos pais nos avisaram – ao vivo no Theatro Circo”. Um disco (duplo) com 14 faixas que regista o primeiro concerto do encontro entre a banda bracarense e o Remix Ensemble, com direcção do maestro Pedro Neves. Uma obra que revisita temas dos diversos álbuns dos Mão Morta que aqui ganham uma complexidade e uma dinâmica repleta de pormenores sonoros e de densidades espectaculares.

Mão-Morta

Para além do duplo CD, esta obra tem uma edição em triplo vinil, já disponível em pré-venda, e que estará nas lojas a partir de 10 de Março. Imparáveis em plena 3ª década de carreira e enquanto preparam, já em estúdio, o novo álbum de originais, sucessor de "Pelo Meu Relógio São Horas de Matar" (2014), os Mão Morta continuam a incendiar palcos pelo país

 

3 de Março 2017 - Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

8 de Abril 2017 – Festival TREMOR - São Miguel (Açores)

9 de Junho 2017 - Santa Maria Summer Fest (Beja)

1 de Julho 2017 - Concentração Motard (Guarda)

22 de Julho 2017 - Woodrock Festival (Figueira da Foz)

8 de Setembro 2017 – Avenida dos Aliados (C/Remix Essemble) (Porto)

 

Está a ser preparada também para o decorrer deste ano, a digressão “Mutantes S.21” com uma série de espectáculos temáticos, por ocasião dos 25 anos da edição deste disco conceptual, talvez o mais aclamado da banda bracarense. Uma espécie de diário por várias cidades - uma por cada música, incluindo "Budapeste - Sempre a rock & rollar". Para esses concertos, o grupo vai contar com a participação de vários ilustradores, para trabalharem a componente visual do espectáculo. As datas desta tour serão anunciadas no início de Abril.

Miguel Araújo, António Chainho e Tó Trips na 1ª edição do Soam As Guitarras em Oeiras

Entre 31 de Março e 9 de Abril, Oeiras recebe a primeira edição do Soam as Guitarras. Seis noites de concertos, num novo evento musical que celebra a arte da guitarra e a sua diversidade, em espaços singulares, com encontros inéditos. Miguel Araújo, António Chainho com Kepa Junkera, Tó Trips com João Doce, Manuel de Oliveira, Marta Pereira da Costa com Ricardo Toscano e Joel Xavier, compõem o cartaz da primeira edição do Soam as Guitarras, promovido pela Câmara Municipal de Oeiras e pela Ghude. Os bilhetes estão à venda nos locais habituais.

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A noite de estreia acontece a 31 de Março, no Auditório Municipal Ruy de Carvalho, com Tó Trips e João Doce. No dia seguinte, e prestes a editar novo álbum, Miguel Araújo sobe ao palco do Auditório Municipal Eunice Munõz. A 2 de Abril, para terminar o primeiro fim-de-semana, Manuel de Oliveira actua na Igreja da Cartuxa. Dia 7 de Abril Marta Pereira da Costa convida Ricardo Toscano para um concerto no Auditório Municipal Ruy de Carvalho. No dia seguinte, é o Mestre António Chainho que convida Kepa Junkera, vencedor de um Latin Grammy, para um concerto no Auditório Municipal Eunice Munõz. O encerramento está marcado para dia 9 de Abril, com Joel Xavier, na Igreja da Cartuxa.

 

O Soam as Guitarras celebra em espaços intimistas, o universo que a guitarra transporta em si, da guitarra acústica, à portuguesa ou à eléctrica, mas também explorando a fusão da sua sonoridade com outros instrumentos, como o público poderá testemunhar nas prestações de Tó Trips com João Doce na percussão ou Ricardo Toscano no saxofone que, inesperadamente, se junta à primeira e única guitarrista profissional de Fado, Marta Pereira da Costa.

Sandy Kilpatrick... Lançamento de "Confessions From the South" no Theatro Circo de Braga

Dia 17 de março, Sandy Kilpatrick atua no Theatro Circo de Braga, e lança o seu mais recente álbum de originais "Confessions From The South", tocado na íntegra pela primeira vez. Um concerto agendado para o St. Patrick's Day, uma marcante data do imaginário irlandês e que se conecta diretamente com o universo sem fronteiras de Sandy Kilpatrick.

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Neste concerto, Sandy Kilpatrick apresenta-se ao vivo com a The Origins Band, banda que agora acompanha o artista nesta nova fase e que está presente no seu mais recente álbum. Sandy Kilpatrick escolheu o Theatro Circo de Braga como palco de lançamento de "Confessions From The South" por todo o valor simbólico que aquela casa representa na sua carreira artística em Portugal. Sandy começou por trabalhar na sala como relações internacionais, onde conheceu muitos dos seus ídolos como Philip Glass, Laurie Anderson e Bonnie 'Prince' Billy (a.k.a Will Oldham).

Assim faz todo o sentido apresentar este álbum numa casa que lhe proporcionou, nas suas próprias palavras, uma "oportunidade de aproximação" para com os seus ídolos, onde se sentiu "inspirado" e onde fez de conversas fiadas, garrafas bebidas e gargalhadas trocadas com múltiplos artistas, um sonho maior chamado "Confessions From The South". "Confessions From The South" conta com 10 músicas escritas e compostas por Sandy Kilpatrick. São dez temas que percorrem regiões e cidades desde o Algarve ao Gerês, passando também pelas ilhas. Uma homenagem a Portugal e que contém a portugalidade já inerente à personalidade do artista escocês que se mudou para Vila Nova de Famalicão há mais de 15 anos.

 

É um projeto de uma intimidade e tom de celebração incrível. Uma obra que celebra diferenças e a união entre os povos, um trabalho de um artista que não reconhece fronteiras e se assume como contra-corrente aos novos paradigmas e discursos contemporâneos de muros e separação. É um álbum carregado de esperança num mundo cada vez mais cinzento. "Confessions from The South" é o primeiro de um conjunto de quatro álbuns homenagem a diferentes países que, de alguma forma, marcaram a vida de Sandy Kilpatrick. O primeiro é sobre Portugal, os restantes passam por países como a Irlanda, Escócia e Noruega.

 

Theatro Circo (Braga)

17 de Março 2017 | 21.30h

Capitão Capitão + Chibazqui ao vivo no Sabotage Club

Capitão Capitão é o pseudónimo musical de J.P. Mendes. Depois de se estrear com um EP, onde se incluía o tema “O Lugar” (Novos Talentos FNAC 2012), seguido de “II”, segundo EP produzido e gravado por Bernardo Barata (Diabo na Cruz) e José de Castro, este duplo capitão lançou em Outubro de 2016 o primeiro longa-duração, “32”, pela Blitz Records (parceria entre a Blitz e a Sony Music).

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Diego Armés (ex-Feromona), C de Croché, Filipe Sambado (Cochaise) e Silas Ferreira (Pontos Negros, Os Náufragos) foram construindo um álbum, canção após canção, sem forçar a música nem obrigar a lírica: tudo fluindo naturalmente. Se não fluiu, deixou-se a descansar, a amadurecer, e um dia destes talvez se volte lá – mas sempre sem obrigação de o fazer, o segredo é não planear demasiado. Assim surgiram os Chibazqui

Perante um plano tão simples, decidiu-se que seria absolutamente lógico e da mais elementar justiça chamar-se ao disco “Planos para o futuro”, título de uma canção onde se expõe abertamente o objectivo fundamental chibazquiano: “eu só quero viver devagar, morrer já velhote a contemplar as ondas”. Neste conjunto de canções encontram-se viagens nostálgicas, férias adolescentes fervilhantes, recordações de infância, retratos do quotidiano, um pouco de absurdo e a satisfação de ir levando a vida com serenidade – ou a surpresa por se ir amadurecendo com prazer.

 

Sabotage Club (Lisboa)

3 de Março 2017 | 22.30h

“Futuro Sem Subsídio" é a grande aposta nacional do Lado Esquerdo.

A canção apresenta um estilo distinto dos anteriores singles (como "Destino Cretino", ou "Julho"), rondando agora um género tradicional e acústico. Um sonho (que não passa de um sonho) de ostentação e glamour, comanda a linha narrativa do vídeo oficial da canção na qual se ouve repetidamente: "Eu não tenho futuro para ti, eu não tenho futuro para mim".

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Alex, vocalista dos Lado Esquerdo afirma que "existe uma grande expectativa, a ideia da canção é simples: se eu não tenho futuro para mim, quanto mais para ti... E segue esse imaginário, acabando às vezes até, por constatar que só desejamos e damos valor ao que não temos (é mais forte que nós próprios)".

A banda revela ainda que o disco de originais tem data marcada para lançamento nas lojas: 7 de Abril de 2017. O álbum conta com convidados como Zé Pedro (Xutos & Pontapés), Marco Nunes (Blind Zero, Jorge Palma, Pedro Abrunhosa), entre outros.

Ricardo Lobo apresenta o seu novo projeto... Riic Wolf

Riic Wolf é o projecto que dá nome à nova aventura do músico Ricardo Lobo. Depois de 4 anos de sucessos com os The Stonewolf Band, o compositor português nascido em Singapura abraçou a ideia de seguir uma carreira a solo. Lança no dia 15 de Março ”Turns Black”, o primeiro single de um trabalho que está na forja com a cumplicidade do produtor Mikkel Solnado.

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photo: Ishaq Madan 

 

Riic Wolf é já conhecido do público português por ter lançado o álbum “Fear Less” enquanto mentor dos The StoneWolf Band, projecto que passou pelo Vodafone Mexefest, Festival Musa, Festival Med ou quando levou a bandeira nacional até ao palco principal do Music Matters Live em Singapura.

 

Cruzou-se agora com o produtor Mikkel Solnado e a paixão comum por fazer música e pela sua busca incessante levou-os a reunirem-se em estúdio para realizarem um conjunto de canções que sintetizasse o distinto universo artístico de ambos. Desta união nasceu “Turns Black”, um tema fresco e desempoeirado que promete ser um dos sucessos deste ano. O videoclip realizado por Pedro Estevão Semedo será tornado público no dia 15 de Março nas redes sociais.

NEOPOP FESTIVAL '17 com novas confirmações… Dixon, Maceo Plex, Helena Hauff, Loco Dice, Paco Osuna e muitos mais

No que é a sua 12ª edição, o Neopop Festival continua a assumir-se como a mais prestigiada montra nacional para o que de melhor se faz na música electrónica a nível mundial. Hoje, o número da sorte é o 14 por serem essas as novas confirmações de luxo que se vêem juntar aos gigantes já anunciados Kraftwerk ou Moderat.

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Steffen Berkhahn aka Dixon é apenas um dos melhores DJs à escala global, explorador nato de todas as camadas da atmosfera House e Techno. Nunca conformado com catalogações redutoras, debita a cada actuação a mistura perfeita entre uma lição de história bem estudada e a mais explosiva das festas o que lhe valeu, por quatro vezes, a distinção de melhor DJ Mundial pelo Resident Advisory.

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Maceo Plex é só um dos mais conceituados DJ mundiais do momento. Vencedor de múltiplos prémios, arrastador de multidões por onde passa é também o grande patrão da Ellum Áudio.

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Helena Hauff faz parte da fina nata da cena alemã de música electrónica da actualidade. Enquanto DJ, o seu som desenha-se numa mistura obsessiva de Dirty Acid, Chicago, Electro e Wave. Como produtora, essa natureza obstinada cruza-se com a intensidade da sua música. A prova disso mesmo está em “Obscure Objetc”, mixtape de edição limitada com o selo da Blackest Ever Black Krokodilo Tapes ou a sua estreia com “Actio Reactio” da Actress's Wekdiscs.

 

O anúncio de hoje é ainda musculado com mais 11 nomes de peso que confirmam a força, equilíbrio e qualidade do lineup do Neopop Festival deste ano. São eles...

Solar, um dos Neopop residents, veterano de São Francisco, é um dos grandes mestres a misturar, techno, disco, house e electro com a energia do punk e do rock psicadélico.

Loco Dice, DJ e produtor alemão de referência, conhecido pela sua mescla de sons delicados e atmosferas reflexivas, temperados com grooves sólidos e físicos inspirados no hip hop, a paixão que deu o arranque da sua carreiras, em meados dos anos 90.

Paco Osuna, com uma carreira de mais de 20 anos, é um dos artistas de maior renome na indústria. Como DJ, é conhecido pela sua inteligência e sofisticação, assim como pelo seu profundo sentido estético.

Chris Liebing, DJ no circuito há mais de duas décadas, não se contenta em ser "apenas" um dos mais influentes da actualidade. Ele é o mentor de toda uma estrutura que só tem um pensamento: descarregar doses massivas do melhor Techno produzido à face da terra. E cumpre-o na perfeição.

Speedy J (live) é um dos nomes que ajudou a definir o Techno desde 1991 com álbuns como Ginger, G Spot, Public Energy N ° 1 e Loudboxer. Os seus últimos projectos abrangem o trabalho pioneiro multimedia Umfeld ou a sua editora Electric Deluxe.

DJ Bone é a personificação do lado mais underground e independente do Techno de Detroit. O seu temperamento inovador e insubordinado, dão-lhe a fama mais anti pop nas pistas de todo o mundo.

Jane Fitz, a DJ londrina que tem subtilmente remodelado o som das dancefloors britânicas com as suas nuances de acid e ambient House ou Techno progressivo e psicadélico.

Svreca, um dos novos talentos que nos chega da vizinha Espanha, fundador da Semantica Records. Combina a mais fresca e sofisticada música electrónica com o techno mais abstrato e complexo, e às vezes a sua experimentação leva-o para texturas e ritmos mais invulgares de encontrar nos dancefloors.

Dr. Rubinstein nome de pista de Marina Rubinstein, DJ israelita que tem virado do avesso a cena techno berlinense, desde a sua chegada. Cada vez mais um segredo revelado e confirmado, vai tornando obrigatória a sua presença nos principais festivais da especialidade com o seu acid techno de autor.

Zadig (live) é um dos principais nomes que ressuscitou a cena electrónica parisiense, colocando-a de novo no topo do movimento global da musica electrónica feita em França. Faz parte do lote exclusivo dos Neopop Residents.

Lewis Fautzi chega de Barcelos para o mundo. Luís Gonçalves de nome de nascimento, é já uma certeza da cena techno nacional, cada vez mais cimentada no mercado internacional

 

Porque a celebração da música electrónica se faz cada vez mais de Viana para o Mundo, estas são as novas confirmações do Neopop Festival '17, dias 3, 4 e 5 de Agosto de 2017.

"BruceGrove"... o novo video de Keso

A tão aguardada estreia de Keso no universo dos videoclips marca a reedição de "KSX 2016" através da Meifumado.

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Filmado nas ruas de Londres "BruceGrove" transforma-se aqui num filme belo e inquieto, com todo o peso que a canção pede. Um passo certeiro do autor de um dos melhores discos do ano passado, que começa aqui a relacionar os seus dois principais mundos - a música e o cinema.

"KSX 2016" está a partir de hoje à venda na Meifushop em formato CD e Mp3. Keso apresenta "KSX 2016" ao vivo em Lisboa no Musicbox, dia 9 de Março.

Fábia Rebordão apresenta novo single “Morri Por Hoje”

Morri Por Hoje” é o nome do novo single de Fábia Rebordão, retirado do disco “Eu”. Nas palavras de Jorge Fernando, autor do tema: "Por vezes é assim! Aqueles em que acreditamos como amigos, fingem, por vezes, ser moderadores de zangas entre casais, escondendo no entanto que a felicidade dos outros os faz felizes. É essa a abordagem textual do "Morri Por Hoje" e por certo muitos de nós já o sentimos na pele".

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Considerada uma das maiores vozes do fado atual, Fábia Rebordão interpreta este segundo tema retirado do disco “Eu” de uma forma única e muito intimista.

Eu” foi produzido por New Max (Expensive Soul), Hugo Novo e Jorge Fernando, e conta com fados originais com a assinatura de nomes como Pedro Silva Martins, Dino D'Santiago, Jorge Fernando, Tozé Brito, Rui Veloso, ou da própria Fábia Rebordão. Custódio Castelo, nome maior da Guitarra Portuguesa é convidado especial no tema “Alice”, uma composição de Miguel Rebelo com letra de Rui Rocha. Destaque ainda para “Pergunta a Quem Quiseres” uma composição de Alfredo Marceneiro com poema de Mário Rainho.

 

Para New Max: "Este disco é um glorioso encontro entre a Música Popular Portuguesa e a Soul, de uma forma nunca feita antes. À excelência dos grandes compositores da atualidade junta-se a aveludada voz de Fábia Rebordão para nos presentear com 13 canções de antigamente mas com a atualidade de uma nova geração."

Meatbodies, Janka Nabay & The Bubu Gang, Pixvae, Enablers confirmados para Barcelos….

O tempo mingua, o cartaz do Milhões de Festa, que acontece no Parque Fluvial de Barcelos de 20 a 23 de Julho, cresce. Desta feita, e já com os norte-americanos Gaslamp Killer e Sarathy Korwar, e os britânicos Sex Swing anunciados, acrescem mais três valores às contas da única celebração de verão com festão mínimo garantido.

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Vindos dos Estados Unidos e dotos naquele tipo de rock desenrascado a fugir para o corrosivo — cujas descrições não raramente deslizam para o calão —, os Meatbodies aterram em Barcelos para apresentar o mais recente “Alice”, editado no início deste mês (também actuam no Musicbox de Lisboa no dia 22). Igualmente da América do Norte vêm os Enablers, banda de post-punk com lírica trabalhada ao ponto caramelo da spoken word.

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Para fechar o novo role, e vindo directamente da Serra Leoa, apresentamos Janka Nabay & The Bubu Gang, figura charneira na cena Bubu, uma sonoridade em constante namoro rítmico com percussão e melodia, roubada a bruxas africanas há mais de meio milénio atrás (conforme explica o próprio Janka), e o combo de convergência latino-europeia Pixvae, que mistura a sonoridades da América do Sul com rock rasgado a jazz.

 

O Milhões de Festa regressa a Barcelos de 20 a 23 de Julho

VOA 2017… Apocalyptica, Epica, The Dillinger Escape Plan, Childrain e Colosso adicionados ao cartaz

Com regresso agendado para o Parque Urbano Quinta de Marialva nos dias 4, 5 e 6 de Agosto, o VOA – HEAVY ROCK FESTIVAL adiciona agora mais 5 nomes de referência a um cartaz que, como comunicado no passado mês de Dezembro, conta já com a presença dos norte-americanos Trivium, Death Angel e Obituary, dos finlandeses Insomnium, dos espanhóis Killus e dos portugueses Terror Empire.

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Solidificando ainda um pouco mais o conceito de diversidade que desde sempre dominou o evento, vão passar também pelo palco do anfiteatro de Corroios os muito aplaudidos finlandeses Apocalyptica, que regressam a Portugal, desta vez para, com toda a pompa e circunstância, comemorarem o vigésimo aniversário do aclamado álbum de estreia, “Plays Metallica By Four Cellos”; os holandeses Epica que, após dois espetáculos arrebatadores há três anos, vão aproveitar a ocasião para mostrar ao vivo toda a força do seu mais recente álbum, “The Holographic Principle”; e os norte-americanos The Dillinger Escape Plan que, já na sequência da edição do explosivo “Dissociation”, andam em tour pelo mundo a despedir-se da sua vasta legião de fãs antes de colocarem um ponto final numa carreira brilhante. A reforçar a presença ibérica no cartaz, os espanhóis Childrain e os lusos Colosso prometem dar conta do excelente estado em que se encontra hoje o underground da península.

 

Quando surgiram “em cena”, corria o ano de 1996, os finlandeses Apocalyptica eram a verdadeira anomalia. Se não um projeto impensável, um conceito meio inusitado para a grande maioria do público que tinham como alvo. Bem vistas as coisas, o mais estranho ainda é que, antes de Eicca Toppinen, Max Lilja, Antero Manninen e Paavo Lotjonen, quatro jovens roqueiros e violoncelistas com formação erudita, ninguém tivesse tido a brilhante ideia de fazer algo do género. É certo e sabido que o heavy metal e a música clássica têm, desde sempre, mais em comum do que o melómano menos dado a extremismos gosta de admitir, por isso... A ideia de ver quatro músicos com formação clássica a fazerem versões de temas de heavy metal acabava por fazer todo o sentido. Neste caso, começaram por dar novas roupagens a originais dos Metallica e, com o álbum de estreia “Plays Metallica By Four Cellos”, encantaram plateias por esse mundo fora com as suas interpretações muito próprias de êxitos como “Enter Sandman”, “Master of Puppets” e “The Unforgiven”. Entretanto passaram-se mais de duas décadas, os músicos alargaram o seu repertório a material dos Sepultura, dos Pantera e dos Faith No More, entre outros, começaram a compor também os seus próprios originais, mudaram de formação e, em álbuns como “Reflections”, “Worlds Collide” ou “7th Symphony”, encetaram colaborações com músicos tão respeitados como Dave Lombardo, Til Lindemann e Joe Duplantier, dos Slayer, Rammstein e Gojira, respetivamente. Pelo caminho, enquanto iam desenvolvendo uma identidade muito além da “banda de covers” glorificada pelo exotismo, conseguiram estabelecer-se também como um fenómeno de massas, subindo às tabelas de vendas e marcando presença nos palcos dos grandes festivais. O último registo de estúdio do grupo chama-se “Shadowmaker” e foi editado há dois anos, mas em 2017 os músicos vão redescobrir as suas raízes, com uma tour de comemoração do 20º aniversário de “Plays Metallica By Four Cellos”, que inclui por fim a estreia no VOA.

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Quase duas décadas depois de terem dado os primeiros passos pela mão do guitarrista e mentor Mark Jansen, pouco tempo depois de ter abandonado os também muitíssimos aplaudidos After Forever,a popularidade dos Epica não dá mostras de abrandamento. Destacando-se desde muito cedo, não só por serem tão influenciados pelo rock como pela corrente sinfónica do metal, mas pela paixão que Jansen nutre pelas épicas bandas-sonoras compostas por nomes como Danny Elfman e Hans Zimmer, o grupo – cuja formação fica hoje completa com a carismática e talentosa Simone Simons na voz, Issac Delahaye na guitarra, Coen Janssen nos teclados, Rob Van Der Loo no baixo e Arien Van Weesenbeck na bateria – gravou uma sequência de álbuns irrepreensíveis, da estreia “The Phantom Agony” ao mais recente “The Holographic Principle”, do ano passado, que lhes valeram elogios rasgados por parte da imprensa especializada e dos fãs. Garantindo lugar de destaque nas tabelas de vendas de países como Alemanha, França, Áustria, Suíça, Finlândia, Bélgica e até Portugal, são hoje porta-estandartes incontestados do fenómeno female fronted metal, neste caso em particular um poderoso e envolvente híbrido de thrash/death e heavy/power metal sinfónico. Uma proposta de exceção que, numa tendência dominada por exuberantes vocalizações femininas e sons orquestrais, tem mostrado saber exatamente como progredir e evoluir renunciando aos clichés.

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Caos. Confusão. Barulho. Dissonância. Matemática. Perigo. É disso tudo que tem mesmo de se falar ao mencionar o nome dos icónicos The Dillinger Escape Plan, um dos grupos mais inovadores e desafiantes surgidos no espectro da música extrema na reta final do Séc. XX. Construídos de fibra punk/hardcore, movidos a adrenalina e abençoados com uma arrogância muito própria de instrumentistas muito jovens, mas exímios na arte de debitar notas, solos e batidas à velocidade da luz, o quinteto de Nova Jérsia afirmou-se desde cedo como uma proposta incomum com uma explosiva mistura de pós-hardcore, metal, arranjos alucinados e quebras rítmicas com mais em comum com o free jazz do que com qualquer categoria do rock. Apesar de terem em bandas como Converge, Cave In ou Botch verdadeiras almas gémeas, foram os primeiros a chegar a uma audiência mais vasta graças a um contracto com a Relapse e, na senda do lançamento de bombas refratárias como “Under The Running Board” e “Calculating Infinity”, o underground não mais voltou a ser o mesmo. A dada altura não havia metrópole europeia que não tivesse, pelo menos, um clone da máquina demolidora formado por Ben Weinman e companhia. Talvez por isso, a partir do exato momento em que colaboraram com o camaleónico Mike Patton no EP “Irony is a Dead Scene” e acolherem Greg Puciato como vocalista permanente em “Miss Machine”, não mais voltaram a deixar de trocar de pele a cada novo passo. Álbuns como “Ire Works”, “Option Paralysis” ou “One Of Us Is The Killer” mostraram-nos a explorar toda a elasticidade do seu som e, entre várias peripécias e algumas mudanças de formação, cimentaram-nos como uma das mais respeitadas bandas de peso da geração pré-MySpace. Surpresa das surpresas, em 2016 decidem anunciar um ponto final do seu percurso, mas não sem antes lançarem o explosivo “Dissociation” e embarcarem numa digressão de despedida pelo mundo. Portugal, desta vez, não vai ficar de fora.

 

Formados em Vitoria-Gasteiz corria o ano de 2008, os Childrain são um jovem quinteto que pratica um estilo de metal moderno, cujas influências abarcam desde os primeiros discos dos Metallica até aos Lamb of God, combinado essas referências de peso com uma clara devoção pelo hardcore melódico dos 90s. Surgiram em cena em 2009 com o seu primeiro registo de estúdio, um EP intitulado “A Place Between Hell and Heaven”, hoje em dia totalmente esgotado. Dois anos e muitos espetáculos depois, editam por fim o que seria o seu longa-duração de estreia, “Life Show”. Revelando uma ética de trabalho forte e o delinear de uma identidade cada vez mais própria, os dois discos foram recebidos com rasgados elogios pela imprensa especializada e, ao longo da sua curta mas muito promissora carreira, o quinteto formado por Iñi na voz, Iker e Álvaro nas guitarras, Rodri no baixo e Mikel na bateria, partilhou palcos com bandas de nomeada como Napalm Death ou Hatebreed afirmando-se paulatinamente como uma das mais excitantes propostas saídas do país vizinho. Segue-se então a edição do terceiro e quarto álbuns, “A Fairy Tale for the Dissent” e “Matheria”, em 2013 e 2015, respetivamente, com a banda a cimentar de vez a sua, aparentemente imparável, ascensão no movimento underground de nuestros hermanos.

 

Os Colosso são uma banda de death metal progressivo e começaram a tomar forma, na cidade do Porto, como um projeto a solo de Max Tomé que, desde bem cedo, traçou as linhas do conceito a explorar – música intensa, sem fronteiras estilísticas ou filosofias específicas. Em 2011, Max convidou o francês Dirk Verbeuren (ex-Scarve e Soilwork, atualmente nos Megadeth) para gravar as partes de bateria para a estreia “Abrasive Peace”, registando ele próprio todos os outros instrumentos e a voz. Entretanto, o multi-instrumentista já tinha contactado também Marcelo Aires, ex-Oblique Rain, que acabaria por ocupar a posição atrás da bateria como elemento permanente. A primeira formação do grupo ficaria completa escassos meses depois, com André Lourenço no baixo. Com a química entre o trio a crescer, infelizmente a banda viu-se impossibilitada de tocar ao vivo aquando do lançamento de “Abrasive Peace”, em Março de 2012; o que fizeram foi concentrar-se na composição do EP “Thallium” e, durante o processo de gravação, António Carvalho aceita o convite para integrar o projeto na guitarra. Com esta formação expandida, focam-se por fim nos concertos durante grande parte de 2013. Durante o ano seguinte, já após o lançamento do duplo-single “Foregone Semblances”, André Macedo junta-se ao grupo na voz e, ainda antes do ano chegar ao fim, começam a compor o terceiro álbum, que seria editado, sob o título “Obnoxious”, a 9 de Setembro de 2016

 

Pelo primeiro ano, e aproveitando o crescimento do evento para três dias, o VOA – HEAVY ROCK FESTIVAL vai alargar a sua programação a um segundo palco, que contará com curadoria da revista LOUD! – do rock'nroll ao death/black metal, passando por todas as vertentes e subgéneros da música pesada e extrema, a mais antiga publicação mensal dedicada aos sons pesados em território nacional pretende fazer deste espaço uma mostra do que de melhor se tem produzido por cá nos últimos anos.

 

Melech Mechaya estão de regresso com novo álbum "Aurora"

Os Melech Mechaya estão de regresso com novo álbum. "Aurora" é o 4º longa-duração do grupo e tem lançamento previsto para o mês de Maio. A comemorar 10 anos de carreira, os Melech Mechaya apresentam o trabalho mais surpreendente até à data.

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O disco inclui as participações especiais de Filipe Melo (piano), Noiserv (voz), e Lamari de Chambao (voz). A cantora espanhola colaborou em "Un Puente", o primeiro single de "Aurora".

 

Berlau… projecto sonoro de Fernando Ramalho

“Berlau III” é o mais recente trabalho de Berlau. Berlau, projecto sonoro do guitarrista Fernando Ramalho, baseado em Lisboa, move-se através de diversos campos experimentais da música e da produção sonora, da exploração do drone aos field recordings ou à improvisação livre, procurando criar uma linguagem própria na abordagem da guitarra eléctrica.

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O desejo de fuga foi sempre uma parte importante do universo utópico dos blues. Um eloquente exemplo disso são os versos que abrem a canção “Down the Dirty Road Blues”, gravada por Charley Patton em 1929: “I’m goin’ away, to a world unknown / I’m worried now, but I won’t be worried long”. A esperança no desconhecido, seja outra cidade, outro país, a nação índia, ou mesmo a morte, é a outra face da deserção de um quotidiano demasiado angustiante. Também em tantos livros que nos povoam a memória, a opção dos autores pela imaginação de lugares inexistentes parece seguir essa mesma lógica: o mundo real é insuficiente para as palavras que queremos dizer, para os cenários em que nos queremos mover, para as personagens que queremos ser. O que aqui se procura esboçar é uma possível banda sonora para uma viagem por alguns desses lugares imaginários. 

“Berlau III” busca inspiração na tradição dos blues, procurando construir uma banda sonora para lugares imaginários na literatura.

O álbum está disponível em formato digital no Bandcamp

Catarina Rocha com novo single… “Novo Mar”

Catarina Rocha já é um nome conhecido no panorama musical português. Iniciou a sua carreira no fado em 2012, depois de ter terminado os seus estudos (mestrado em Turismo e Desenvolvimento de Negócios, no Porto). Desde 2012, a artista tem feito espetáculos pelo país.

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“Novo Mar”, single que anuncia o seu álbum de estreia, é um tema cheio de alegria que fala de um amor marinheiro que andou pelo mundo, mas voltou para ficar; com letra de Fernando Gomes dos Santos e música de Valter Rolo. O álbum “Luz”, tem edição agendada para este mês de Março, teve produção de Diogo Clemente (que também produziu grandes nomes do fado como Carminho, Mariza, Raquel Tavares...).

Composto por 10 temas (5 originais, 3 versões e 2 fados tradicionais), “Luz”, contou com a participação de músicos sobejamente conhecidos, Guilherme Banza (guitarra portuguesa), Marino de Freitas (baixo), Vicky Marques (percussão), Diogo Clemente (viola clássica) e Valter Rolo (teclados).

É um álbum cheio de Luz, com frescura e leveza, mas ao mesmo tempo com temas muito fortes, que para além dos autores de “Novo Mar”, conta também com outros autores e compositores de renome, como Tiago Torres da Silva, Manuel Graça Pereira, Cátia Oliveira, José Gonçalez, e temas da autoria de Catarina Rocha.

Peaches junta-se ao cartaz do NOS Alive'17

O cartaz do NOS Alive continua a somar pontos… e acaba de anunciar mais um nome para o Palco Heineken. Peaches, a provocadora canadiana conhecida pelas suas exóticas atuações, apresenta dia 08 de julho, no Passeio Marítimo de Algés, o quinto registo de originais e o seu mais inequívoco álbum de sempre, “Rub”.

p01.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

O mais recente trabalho que surge de um longo hiato de estúdio, foi, como explica a artista, uma declaração musical audaciosa e aventureira e a última entrada em uma conversa que Peaches abriu há 15 anos e que o mundo pode ter finalmente alcançado.

Peaches junta-se no cartaz do último dia do NOS Alive aos já anunciados Depeche Mode, Cage The Elephant, Imagine Dragons, Kodaline e Spoon.

Dua Lipa, Crystal Fighters e Richie Campbell no MEO SUDOESTE

Para celebrar os vinte anos de festival, o MEO Sudoeste prepara um cartaz de luxo. E os nomes confirmados até agora confirmam isso mesmo, desde o rap de Lil Wayne, passando pelo funk dos Jamiroquai, até à eletrónica de Martin Garrix, o fenómeno do momento The Chainsmokers ou a pop contagiante de DJ Snake. Anuncia-se em dose tripla para o Palco MEO: a estreia em Portugal da menina bonita da pop considerada pela BBC uma das artistas mais promissoras do planeta, Dua Lipa, a festa dos Crystal Fighters e o regresso muito especial de um amigo, Richie Campbell.

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É um dos grandes fenómenos pop dos últimos tempos. De origem albanesa, Dua Lipa nasceu em Londres, viveu no Kosovo durante uns anos e voltou à cidade natal em busca do sonho de fazer carreira na música. E parece que se tem tornado realidade. Dua Lipa começou por dar nas vistas no Youtube, mas rapidamente chamou a atenção da Warner, editora que lhe deu a oportunidade de começar a trabalhar num primeiro disco. Ainda prestes a ser editado, mas canções como “New Love” ou "Hotter Than Hell" já conquistaram todo o mundo. Dua é uma palavra albanesa que significa amor. Dia 4 de agosto, no MEO Sudoeste.

Para o mesmo dia, os também britânicos Crystal Fighters. Poucas bandas têm um início tão curioso como eles. A cantora Laure Stockley foi ao País Basco visitar a casa do avô já falecido, e por lá encontrou um diário que tinha o esqueleto de uma ópera incompleta cujo título era… Crystal Fighters. De regresso a Londres, Laure decidiu concluir o trabalho do avô com a ajuda dos amigos Gilbert Vierich, Graham Dickson, Sebastian Pringle e Mimi Borelli. O processo resultou numa música cheia de personalidade, inspirada pelos sons sombrios do folclore basco.

Em Outubro de 2016, editaram o seu terceiro disco “Everything Is My Family”, marcado pela vontade de juntar muita coisa dentro das canções, ainda mais psicadélicas e tropicais. Autênticas pílulas de otimismo para fazer a festa na Zambujeira do Mar, entre as quais “All Night” será obrigatória.

Ricardo Ventura da Costa aka Richie Campbell estreia-se em 2010 com “My Path”. O segundo disco chegou em 2012, com o título “Focused”. O álbum foi um sucesso de vendas, o single "That's How We Roll” foi nomeado para os Globos de Ouro 2013 e houve ainda uma digressão que o levou a viajar pelo mundo. Depois de já ter gravado “911” com Kymani Marley, filho de Bob Marley, Richie Campbell reforçou a relação com as raízes do reggae no último disco, “In the 876", um trabalho que foi gravado entre Portugal e a Jamaica. Com os melhores produtores do mundo a trabalhar consigo, já se pode dizer que não é apenas um dos grandes nomes do reggae em Portugal, mas sim de todo o mundo. Para ouvir dia 2 de agosto na festa de 20 anos do MEO Sudoeste.