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Glam Magazine

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MEIFUMADO TAKEOVER #1…

Uma das mais irreverentes editoras nacionais celebra a sua actividade com um festão no Plano B. Para isso toma conta das 3 salas do emblemático clube portuense, oferecendo um programação certeira e variada.

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Na Sala Palco, o Conjunto Corona tocará o seu mais recente disco “Cimo de Vila Velvet Cantina” e não só, em mais uma daquelas actuações que lhes valem um estatuto de culto pouco comum no panorama nacional. Logo a seguir, os imprevisíveis 7 Magníficos tomam conta dos gira-discos munidos dos seus sete-polegadas e, já se sabe, vale tudo para rebentar com a pista.

Na Sala Cubo, PZ, com um novo disco acabado de editar, “Império Auto-Mano”, faz um Dj set, em que poderemos detectar algumas das inspirações daqueles que são os melhores instrumentais de electrónica vintage da Pop made in Portugal. Lewis M., um dos motores dos Salto e um dos mais inovadores produtores da nossa nova cena de dança, partilhará algum do seu trabalho, bem como as suas preferências, aquilo que o move.

E, finalmente, André Cascais, residente do Lux e uma das principais referências de todas as coisas House, irá mostrar como se comanda uma pista com a melhor música de dança de que há memória.

A Galeria ficará a cargo da Rita Garizo, amiga de sempre da Meifumado e uma das mais exigentes e atentas melómanas da cidade do Porto.

 

Plano B (Porto)

10 de Março 2017 | 23.00h

As Músicas e as Palavras… Conversas com Mísia

No ano em que se assinalam os 25 anos de carreira de Mísia, o Museu do Fado convidou a artista para uma residência artística que tomará conta da segunda quinzena de Março. Neste reencontro de Mísia com o seu público, em sessões intimistas ao final da tarde, pontuadas pelas palavras e pelas músicas da fadista, cruzar-se-ão histórias de carreira, conversas sobre os seus álbuns, referências e interpretações de temas chave da sua já vasta discografia.

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Esta será uma oportunidade singular e imperdível para redescobrirmos, numa visita guiada pela própria, um percurso notável de 25 anos de memórias, em momentos de partilha que dirão muito sobre a personalidade da artista e a sua forma de pensar a música, a arte e a vida.

 

O PRINCÍPIO

14 de Março 2017

Os primeiros anos de Fado no Porto, durante a adolescência, a cantar como amadora. Os primeiros discos, a travessia solitária entre 1991 e 2000. A situação do Fado em Portugal e no estrangeiro nesse período.

 

OS CAMINHOS & OS PALCOS

15 de Março 2017

As viagens, as tournées e os palcos do Mundo. Muitas vezes Mísia foi a primeira artista a pisá-los depois de Amália Rodrigues, 15 ou 20 anos mais tarde.  

 

POETAS & CANTORES AUTORES

21 de Março 2017

A colaboração pessoal com os maiores escritores e poetas portugueses contemporâneos, palavras escritas especialmente para Mísia. O mesmo com os cantautores que nunca até aquele momento tinham colaborado com o universo fadista.

 

DIÁLOGOS & ESPELHOS

22 de Março 2017

Diálogos com outras disciplinas artísticas como o cinema, a dança e o teatro. Colaborações com Bill T. Jones, Sophie Calle, Isabelle Huppert, Maria de Medeiros, Iggy Pop, Adriana Calcanhotto, Maria Bethânia.

 

AMÁLIA E A GUERRA DOS TRONOS

28 de Março 2017

A importância de Amália como referência e inspiração para Mísia e toda uma geração. A procura incessante de uma herdeira.

 

O FADO FORAL E UNIVERSAL

29 de Março 2017

Sendo tão local, do foro de Lisboa, a inegável universalidade deste género que com a sua linguagem emocional atravessa as fronteiras do coração.

 

Músicos:

André Dias guitarra portuguesa

Daniel Pinto viola de fado

Luís Cunha violino (3.ªs feiras)               

Pedro Santos acordeão (4.ªs feiras)

 

Auditório do Museu do Fado (Lisboa)

14, 15, 21, 22, 28 e 29 de Março de 2017 | 19h00

14º Festival Internacional de Jazz de Portalegre… PeterGabriel

Está de regresso um dos mais importantes Festivais nacionais de Jazz e de Música Improvisada. Dividido por dois fins-de-semana, o Portalegre JazzFest, que vai já na sua 14ª edição, traz-nos nomes como Ken Vandermark agora em quarteto com os Shelter, os portugueses Pedro Sousa e Gabriel Ferrandini em formato PeterGabriel e, da Noruega, chega o aclamado trio Ballrogg ou ainda o colectivo Friends and Neighbours que lançou recentemente “”What´s Wrong” pela etiqueta portuguesa Clean Feed records.

A Noruega, centro nevrálgico do jazz europeu por estes dias, ganha assim especial destaque na edição de 2017, na cidade mágica de Portalegre, onde o Jazz e a Musica improvisada ganharam uma nova morada desde a primeira edição, em 2003.

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photo: Vera Marmelo

 

O duo de Pedro Sousa e Gabriel Ferrandini (na foto) existe praticamente desde a adolescência de ambos os músicos, quando se conheceram na linha de Cascais e começaram a ouvir discos e a tocar juntos. Se mais tarde cada um deles seguiu o seu próprio caminho – Sousa entregando-se à electrónica, com o projecto OTO, partilhado com outro amigo de juventude que também ganhou projecção pública, Pedro Lopes, e Ferrandini aterrando no jazz e na música livremente improvisada do Red Trio e do Motion Trio de Rodrigo Amado, depois de ter experimentado o punk, a bossa nova e mais –, o certo é que, volta e meia, foi surgindo a oportunidade de voltarem a essa célula de trabalho original, a primeira de todas. O nome PeterGabriel para os identificar surgiu entretanto, e com uma tónica de ironia. Não que o universo do antigo vocalista dos Genesis estivesse assim tão fora do seu alcance. Pedro e Gabriel fizeram concertos e gravaram discos com nem mais nem menos do que Thurston Moore, fundador dos lendários Sonic Youth, e com Johan Berthling, membro da banda de culto sueca Tape.

 

Pelo caminho, Pedro Sousa trocou o sampling e a guitarra eléctrica dos seus inícios pelos saxofones, formulando uma linguagem herdeira das de Evan Parker, Peter Brotzmann e Mats Gustafsson com incorporação das técnicas extensivas e de respiração circular que definem as novíssimas correntes da improvisação experimental (chegou a ter lições de Jean-Luc Guionnet) e Gabriel Ferrandini estabeleceu uma abordagem muito pessoal da bateria, toda ela feita de texturas e dinâmicas desenfreadas. O jazz é o seu chão comum, mas estão no que fazem todas as músicas que também amam para além do jazz, indo da MPB ao hip-hop alternativo com tudo o que se pode imaginar pelo meio. Só que não é fácil reconhecer cada uma, tão misturadas ficam e tão sem casca, sem aparência, porque o que lhes interessa é mergulhar fundo no miolo do som.

 

Pedro Sousa – Saxofone tenor

Gabriel Ferrandini – bateria

 

Programa:

23 Março 2017 - PeterGabriel (pelas ruas de Portalegre)

24 Março 2017 – Slehter (CAE Portalegre) / After hours: PeterGabriel

25 Março 2017 - João Hasselberg/Pedro Branco (CAE Portalegre) / After hours: PeterGabriel

31 Março 2017 – Ballrogg (CAE Portalegre) / After hours: Party Knüllers

1 Abril 2017 - Friends and Neighbors (CAE Portalegre) / After hours: Party Knüllers

Proyecto Entremares pela primeira vez em Portugal

Proyecto Entremares é o novo projeto musical de José Luis Fraga e Daniel Santos. Pela primeira vez em Portugal apresentam o seu novo CD "Entremares”, disco que propõe uma viagem pelo Oceano Atlântico. As melodias interpretadas são, quase na sua totalidade, composições originais dos próprios músicos e sugerem-nos uma viagem através da musica popular, tradicional e outros diversos estilos que têm vindo a influenciar este surpreendente duo. Fados, choros, fandangos, mornas, sons atlânticos, ritmos celtas e influências do flamenco são alguns dos ingredientes.

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A música, com referências à historia e à etnografia, recupera um espírito romântico e surrealista que joga com a evocação e experimenta com o som. Improvisação, músicas do mundo, sensações fantásticas e aventura são as principais características do espetáculo no qual o publico é o protagonista.

 

Para além do violão, do clarinete e do saxofone, instrumentos que identificam a ambos músicos, pode-se ouvir suaves e evocados sons eletrónicos produzidos em vivo. Música para deleitar-se, para fazer companhia ou para emocionar, da mão destes jovens compositores e intérpretes.

 

EKA Palace / Sala Preta (Lisboa)

18 de Março 2017 | 21.30h

‘Herdade das Servas Reserva tinto 2013’ ganha medalha de ouro no Mundus Vini

O ‘Herdade das Servas Reserva tinto 2013’ acaba de arrecadar uma medalha de ouro naquele que é o maior concurso de vinhos alemão: o ‘MUNDUS VINI - Grand International Wine Award’, edição ‘Spring Tasting 2017’. Este e outros vinhos produzidos pelos irmãos Serrano Mira no Alentejo estão prestes a voar precisamente para este país, onde vão estar à prova na grande feira de vinhos mundial ProWein, realizada de 19 a 21 de Março em Dusseldorf. 

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“É com enorme satisfação que vemos, uma vez mais, os nossos vinhos serem reconhecidos fora de portas, num concurso de tamanho prestígio. Esta distinção vem fortalecer a notoriedade da Herdade das Servas e reforçar o nosso compromisso na produção de vinhos que elevam o nome e a identidade do nosso Alentejo”, refere Luís Serrano Mira, co-proprietário da Herdade das Servas.

 

Esta referência só é lançada quando atinge o patamar de excelência e o perfil idealizado pelo produtor. A colheita de 2013 resulta do blend das castas Alicante Bouschet (50%), Cabernet Sauvignon (30%), Alfrocheiro (10%) e Aragonez (10%), estagiado durante um ano em barricas de carvalho francês e americano, de primeiro e segundo anos. O vermelho granado profundo da sua cor faz antever os aromas a frutos pretos bem maduros, groselha, cassis, cacau e especiarias. No paladar, a sua robustez e complexidade tornam o seu final persistente; são notórios os taninos redondos e robustos que lhe garantem tempo de guarda.

 

A 20.ª edição do Mundus Vini teve a concurso 6.200 vinhos oriundos de 150 regiões vinícolas que foram provados e avaliados por um júri internacional composto por 200 especialistas de vinho de todo o mundo. Portugal destacou-se nesta edição ao receber 302 medalhas o que permitiu ficar no 4.º lugar do ranking, atrás de Espanha, Itália e França.

Dia do Pai… Quinta do Pôpa sugere ‘Black Edition’ branco e tinto

A 19 de Março celebra-se o Dia do Pai, uma efeméride de homenagem. Sendo a Quinta do Pôpa a realização de um sonho do pai de Stéphane e Vanessa Ferreira, os Netos do Pôpa sugerem que o dia se celebra com a sua mais recente dupla de vinhos, os ‘Pôpa Black Edition’.

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O preto dos rótulos transmite a elegância e sobriedade dos néctares que a garrafa carrega; vinhos que merecem ser partilhados. Uma nova “experiência vínica” capaz de afirmar a qualidade superior dos vinhos da Quinta do Pôpa. De um lado, um branco com alma de tinto, um vinho encorpado, cheio de intensidade e um grande poder gastronómico. Do outro, um tinto bem estruturado e equilibrado. Dois vinhos com a assinatura do Douro, que prometem agradar a um pai especialista ou um simples curioso que gosta de apreciar um bom vinho.

 

Da conjugação de Vinhas Velhas, Tinta Roriz, Touriga Franca, Tinta Amarela e Tinto Cão nasce o ‘Pôpa Black Edition tinto 2014’, um vinho rico em estrutura, aconchegante no nariz e provocativo na boca; e que desperta a tão desejada sensação de calor no Inverno. De tanino firme e frescura evidente, mostra persistência em toda a prova. No nariz, os aromas são limpos e complexos, com destaque para os frutos maduros e notas de especiarias. Com taninos firmes e frescura evidente é perfeito para momentos de convívio ou a solo.

 

O ‘Pôpa Black Edition branco 2015’ é um vinho cheio de carácter, mas ao mesmo tempo, descomplicado e vivo com um final longo a realçar a fruta. Os seus aromas limpos e sedutores fazem sobressair as notas de tosta e lentamente as florais, afirmando frescura e complexidade. Um vinho branco que veste quase a pele de um tinto dado o seu carácter e persistência final. O seu perfil flexível faz com que se torne um vinho perfeito para momentos de convívio, evoluindo bastante bem a par com a temperatura ambiente.