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Glam Magazine

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São assim as Oito novas confirmações do FMM… Históricos e emergentes

Cantautores, DJs, MCs, solistas, compositores, multi-instrumentistas, enfim, músicos de corpo inteiro e mente aberta. São assim as primeiras confirmações “no masculino” da programação do FMM Sines - Festival Músicas do Mundo 2017, que se realiza de 21 a 29 de julho em Sines e Porto Covo.

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CelesteMariposa é um projeto multifacetado que em Sines estará representado pelo seu principal mentor, o DJ Wilson Vilares. O Afro-Baile de CelesteMariposa é uma celebração do património musical dos países africanos onde se fala português. Nascido na vibrante cena afro da região de Lisboa, este projeto condensa oito anos de estudo, recolha e paixão por músicas que merecem ser mais conhecidas e dançadas.

Emicida é um dos rostos do movimento hip hop brasileiro. Nascido nos subúrbios de São Paulo há pouco mais de 30 anos, incorpora nas suas rimas toda a complexidade de ser jovem e negro no Brasil contemporâneo. Estreia-se em Sines com o disco "Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa...", concebido numa viagem que fez a Angola e Cabo Verde, em busca das suas raízes africanas.

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José Mucavele & João Afonso vai ser um concerto duplo em exclusivo para o FMM Sines 2017. Composto por dois solos e um momento de encontro, juntará em palco um histórico da música moçambicana, com quase 50 anos dedicados a compor a partir das músicas tradicionais do seu país, e um dos principais cantautores portugueses, referência da música de raízes desde os anos 90 do século passado.

Mateo Kingman estreia o Equador no Festival Músicas do Mundo. O Equador que nos chega através da sua música é ao mesmo tempo contemporâneo – como a metrópole Quito onde Mateo vive – e ancestral – como a Amazónia andina onde cresceu. O seu primeiro álbum, “Respira”, junta estes dois mundos com uma intersecção de sons eletrónicos e sons concretos recolhidos na selva luxuriante.

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O camaronês Richard Bona é um camaleão da música, aclamado por públicos de vários géneros musicais. Cantor, compositor, baixista e multi-instrumentista, traz a Sines uma colaboração com o coletivo Mandekan Cubano. Registado no disco “Heritage”, este encontro ergue uma ponte entre as músicas da África Ocidental e a música cubana, particularmente a que nasceu nos cabildos, agremiações de escravos africanos.

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Thomas de Pourquery é um dos iconoclastas do jazz francês. A sua maior fonte de inspiração é Sun Ra, que homenageou no seu primeiro disco, “Play Sun Ra”, eleito melhor álbum de jazz do ano nos prémios Victoires du Jazz 2014. Acaba de lançar o seu segundo álbum, “Sons of Love”, dedicado aos Supersonic, o quinteto com raízes no rock, música eletrónica e drum & bass que o acompanha em disco e em palco.

O marfinense Tiken Jah Fakoly é a maior figura do reggae francófono. Com uma carreira dedicada a criar reggae original, faz no seu último álbum uma vénia aos grandes clássicos deste género musical. Inspirado numa frase de Bob Marley – “O reggae há de voltar a África” – Tiken Jah lançou “Racines”, um disco gravado entre Kingston e Bamako, onde o melhor que a Jamaica produziu absorve os sons mais autênticos de África.

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Waldemar Bastos é o cantautor angolano de maior projeção internacional. Regressa a Sines para apresentar o álbum que vai lançar ainda este ano. Nascido no M’Banza Kongo, junto à fronteira de Angola com a R. D. Congo, Waldemar tem uma carreira traçada entre África, Brasil, Portugal e os inúmeros países do mundo onde a qualidade das suas composições e a intensidade das suas interpretações tem sido reconhecida.

Belgas Coffee Or Not em digressão nacional…

A banda belga Coffee Or Not, em digressão europeia, vai até à Casa da Cultura em Setubal apresentar do seu mais recente EP “Everything Is Falling Down”.

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A sonoridade dos Coffee Or Not segue os traços do indie-pop rock atual. A maioria das canções apresentam Soho Grant (também tecladista) e Renaud Versteegen (bateria e guitarra também ficam a cargo dele) em duetos para lá de convincentes. Em “A Different Light” surge uma guitarra marcante com os dois vocais funcionando em sintonia e “Everything Is Falling Down” ganha contornos mais líricos em que ambas vozes fazem coros com jogos de palavras. Outros dois bons momentos do EP: “Lightweight Part. 1” e “Lightweight Part. 2”.

De forma diferente, as duas canções se completam de forma inteligente. A primeira faz uma espécie de abertura para efeitos com sintetizadores e guitarra, a segunda fecha com um ritmo mais crescente, a bateria surge e os efeitos ficam ainda mais abrangentes e alucinantes.

 

Theatro Circo (Braga)

8 Março 2017

 

Club Vila Real (Vila Real)

9 Março 2017

 

CAE (Portalegre)

10 Março 2017

 

CAL Limiana

11 Março 2017

 

Casa da Cultura (Setúbal)

17 Março 2017

 

SHE - Sociedade Harmonia Eborense (Évora)

18 Março 2017

Luís Severo… com novo single e vídeo

Depois do aclamado “Cara d’Anjo”, Luís Severo regressa com um novo longa duração e apresenta agora a um novo single e videoclip “Boa Companhia”. O disco foi gravado e produzido em Alvalade com a ajuda do Diogo Rodrigues e do Manuel Palha e masterizado pelo Eduardo Vinhas no Golden Pony

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 photo: Francisco Aguiar

 

“Era o início de 2016 e eu andava na estrada a tocar o Cara d’Anjo. Já meio cansado daquelas canções, sabia que queria aproveitar o momento e escrever já outro disco. Desta vez, um disco mais solitário, onde a solidão no processo me proporcionaria uma liberdade que nunca tivera outrora. Quis romper com o método de escrever canções que tinha até então, método que me parecia demasiado saturado em mim próprio. Ao piano e sem pressa, explorei e repeti todas as melodias mais naturais que por mim passavam. Muitas delas estavam aos anos na minha cabeça e ouvidos, à espera de uma canção que lhes desse uma vida. Deixei o meu velho hábito de escrever a letra antes da música, e fui soltando algumas palavras sem sentido enquanto cantava as melodias. Muitas dessas palavras lançadas ao calhas tornaram-se chavões das próprias histórias, posteriormente construídas em seu redor. Talvez seja esse processo que marca a diferença deste disco, que terá maior oralidade e fluidez lírica.

Já sabia que o Diogo Rodrigues iria gravar o disco comigo. Ele era já carta certa nos meus concertos ao vivo e anfitrião de Alvalade, estúdio que também tinha passado a ser meu. Sentia que faltava outra pessoa para nos ajudar, trazendo ideias novas, e rompendo as demasiadas rotinas que a minha dupla com o Diogo já tinha. Lembrei-me do Manuel Palha que me impressionou bastante durante os ensaios da primeira Festa Moderna. O Manuel era completamente diferente de mim no método, conhecimento, procura e gosto. Um músico fora de série com a sensibilidade certa para me corrigir, sem me estragar. Os três fomos fluindo nos arranjos e produção até que, pontualmente, chamámos outros amigos. O Francisco Ferreira acabou por gravar mais teclados do que alguma vez esperámos, contribuindo fortemente para a massa de texturas do disco. O Tomás Wallenstein tocou violinos e apareceu nas alturas certas para desbloquear impasses. A Violeta Azevedo gravou flautas e o Salvador percussões. No fim veio o coro formado pela Teresa Castro, a Bia Diniz e o Manuel Lourenço. Estes três compinchas foram incansáveis e acrescentaram um lado muito orgânico ao disco.

 

Para o concerto de apresentação no Teatro Ibérico preparei aquele que é talvez o meu formato mais ambicioso: voz e piano. Sem pressas, vou percorrer as canções novas (e até mesmo algumas antigas), acompanhado pela mesma solidão e liberdade que possibilitou este trabalho.”… desabafa Luis Severo

 

Uma edição Cuca Monga/Sony, estará disponível no bandcamp a partir de dia 10 de Março e nas lojas a partir de 17 de Março

Quinta-feira 12 ao vivo na Quinta-feira 9

Quinta-feira 12 é um projecto dos há muito entrelaçados João Correia e Rodolfo Jaca que trazem às costas 3 anos de construção com contornos que, como os tempos, dão melodia a alguma agrura e esperança a algum futuro em português, e em Portugal, com a verdade deles que se faz nossa também.

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Apresentam o disco de estreia "Fiasco" lançado pela Rastilho Records

 

Sabotage Club (Lisboa)

9 de MArço 2017 | 22.30h

Ciclo de Jazz de regresso ao António Lamoso… JAZZ 24

O ciclo de jazz António Lamoso, que tem a segunda edição dias 29 e 30 de abril, apresenta o cartaz oficial de concertos. São dois os espetáculos imperdíveis que, este ano, têm a felicidade de assinalar o Dia Internacional do Jazz.

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Dia 29 às 22h00, sobe a palco a Orquestra de Jazz de Matosinhos. A composição, que já desenvolveu outras parcerias com algumas vozes femininas, convida a reconhecida voz dos Clã, Manuela Azevedo. O repertório reúne escolhas da cantora, que percorrem alguns dos caminhos do cancioneiro norte-americano, francês, da música popular do Brasil e até dos próprios Clã.

Dia 30 às 17h00, é a vez de Miguel Ângelo Quarteto apresentar “A Vida de X”, o segundo álbum de Miguel Ângelo enquanto líder e compositor. Natural de Fiães, o prestigiado contrabaixista do novo jazz português, lançou o seu primeiro disco, “Branco”, em 2013.

 

A Vida de X”, apontado como um dos melhores discos de jazz de 2016 pela revista jazz.pt, é inspirado em histórias e personagens criadas pela sua filha. O disco compila, em 10 músicas, um emaranhado de vidas, passíveis de ganhar sentido através da perceção de quem as escuta. A apresentação mantém a formação em quarteto com João Guimarães (saxofone alto), Joaquim Rodrigues (piano) e Marcos Cavaleiro (bateria).

 

O Ciclo, que tem como principal elemento diferenciador reunir músicos de formações distintas do jazz português, gerando, ao longo de 24 horas, diálogo entre gerações, continua a proporcionar momentos de fruição conjunta. O seu programa paralelo, com conversas, workshops e jam sessions, será anunciado brevemente. Os bilhetes para os concertos já estão à venda. À semelhança da edição anterior, além do bilhete diário, está também disponível um Pass Festival que, este ano, tem um preço especial durante o período de venda antecipada, de 1 a 31 de março.

 

Cineteatro António Lamoso (Feira)

29 e 30 de Abril 2017

TREMOR Tour leva hip hop açoriano ao continente

Com o TREMOR #4 a espreitar ao dobrar da esquina, e depois de em 2016 apresentar ao mundo os cantautores Sara Cruz e King John, a TREMOR Tour volta a fazer parte do calendário das festividades, prometendo abanar como em Ponta Delgada, mas em duas cidades do continente e numa outra ilha do arquipélago açoriano.

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Fred Cabral (na foto superior) e Swift Triigga (na foto inferior) estreiam-se no continente como porta-estandartes do festival TREMOR, a propósito da Tour que passa em Lisboa, Porto e Angra do Heroísmo.

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Lisboa, Porto e Angra do Heroísmo recebem, assim, os embaixadores do festival, responsabilidade que este ano cabe aos MCs Fred Cabral e Swift Triigga, actuais porta-estandarte da cena hip hop de São Miguel e nomes fortes da cena rap açoriana. Os concertos acontecem entre 23 e 25 de Março no Damas de Lisboa, no Café au Lait do Porto e na Casa do Sal de Angra do Heroísmo, na ilha Terceira. Cada data terá um anfitrião para receber os embaixadores do TREMOR #4 — Fugitivo, acompanhado de GuessWho e do rapper Jay na ilha Terceira, e um host surpresa para o continente.

 

Damas (Lisboa)

23 de Março 2017 | 22.00h

Host Surpresa / Fred Cabral / Swift Triigga (Entrada Livre)

 

Café au Lait (Porto)

24 de Março 2017 | 22.00h

Host Surpresa / Fred Cabral / Swift Triigga

 

Casa do Sal (Angra do Heroísmo)

25 de Março 2017 | 22.00h

Host Fugitivo com GuessWho e Jay / Fred Cabral / Swift Triigga

“Be Different”… O novo single de Daniel Moon

Navegar contra a corrente não devia ser tão difícil quanto soa. A normalidade aborrece e a comodidade impede-nos de viver a vida tal como deve ser vivida – sem reservas. É deste sentimento que nasce “Be Different”, canção que integra o EP com o mesmo nome do músico lisboeta Daniel Moon, já disponível em pré-venda em formato digital.

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A canção, envolta na melhor tradição pop jazz de contemporâneos como Michael Bublé ou Jamie Cullum, serve de segundo single do registo e incita precisamente à proactividade e força intrínseca necessárias à mudança. Os novos temas possuem uma maior diversidade, e riqueza, instrumental e preparam-se para integrar o seu primeiro EP a ser distribuído já no primeiro semestre de 2017.

 

“Go Go Go”… O Single de estreia para Charles Sangnoir

Go Go Go” é o single de estreia em nome próprio de Charles Sangnoir. A canção já se encontra disponível nas principais plataformas digitais. Charles Sangnoir define-se como músico, produtor e artista à moda antiga. É o Pianista no programa do Cana Q 'É a vida Alvim', fundador da editora necro.pt e do projecto La Chanson Noire.

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A apresentação deste trabalho acontece já no próximo dia 11 de Março, na Mundet Factory, Seixal, pelas 22h e com entrada livre!

O vídeo que acompanha “Go Go Go” inclui imagens do documentário de 1977 “Six American Families the Georges of New York”

 

“Ribamar”… o EP dos Môno!

A estreia dos Môno! aconteceu em 2015 com a edição do EP de estreia, “Môno!”. No Verão de 2016 juntaram-se de novo em Ribamar (Ericeira) para gravar “Ribamar”, o sucessor desse primeiro disco. São 6 canções repletas depop, rock, stoner, psicadelismo, experimentalismo e cantadas em portguês.

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Os Môno! são uma banda de jovens dos arredores da capital portuguesa. Em 2015 saiu “Môno! [EP]”, disco homónimo gravado, misturado e masterizado em modo DIY numa casa de férias em Ribamar. Mais tarde foi editado pela French Sisters Experience. Este EP, influenciado pelo movimento psych, lançou a banda em diversos concertos pelo centro do país.

Duas canções deste disco estão também presentes na compilação “1. Un” da French Sisters Experience. O novo EP “Ribamar” tem edição agendada para 17 de março 2017, estando já disponível o single de apresentação do disco, “Espacial

Wasted She lançam EP de estreia… “No Inspiration”

Wasted She surge após uma conversa entre dois malucos (o Baixista, Pedro Fernandes e o Guitarrista Solo, Luís Cabaceira), cada um com a sua banda, mas com uma paixão em comum, o Punk Rock! A simbiose que se gerou, em termos de ideias musicais, abriu o caminho à criação de 16 músicas originais, caracterizadas pelos reefs bem definidos e arranjos harmónicos que identificam a sonoridade da banda.

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Mariana Henriques foi o 3º elemento a juntar-se à família, trazendo exatamente o que o projeto necessitava em termos vocais! A voz feminina fez sempre parte do nosso objetivo inicial, integrada com uma vocalização que conseguisse uma mistura saudável entre a sonoridade Punk Rock da banda e harmonias melódicas, que pudesse definir a identidade única para os Wasted She. Logo a seguir juntam-se os restantes elementos da banda (o Guitarra Ritmo, Gonçalo Abreu e o Baterista, João Faria).

Os Wasted She, acabam de lançar em formato digital o EP de apresentação “No Inspiration”, disponível no bandcamp do grupo, O EP é composto por 4 temas: “Blonde in a Bottle”, “No Inspiration”, “Enjoy Your Life” e “God Bless The Punks”.

Stone Dead lançam vídeo para “Candy”…

Estamos em Março… e contam-se, oficialmente, pelos dedos das mãos quantos dias faltam para se ouvir o disco debutante de Stone Dead na íntegra. “Good Boys” vai para a rua a 13 e os rock ’n rollers de Alcobaça já avançaram com “Moonchild”. Agora é tempo de abrir alas para o vídeo do single “Candy”:

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Num video idealizado pelos próprios Stone Dead e concretizado pelo baterista Bruno Monteiro, a banda desvenda “Candy”, um doce rock de gancho orelhudo e distorção robusta e a prova incontestável da polivalência de riffs do quarteto de Alcobaça.

“Good Boys” tem edição prevista para 13 de Março e terá selagem Lovers & Lollypops. O primeiro concerto de apresentação acontece já em Lisboa a 16 de Março, no Sabotage Club, antes de os Stone Dead rumarem à Europa em digressão com Killimanjaro.

 

16 de Março 2017 - Sabotage Club (Lisboa)

17 de Março 2017 - Maiorais (Rio Maior)

18 de Março 2017 - Cineteatro D’Oliva Monteiro (Alcobaça)

23 de Março 2017 - Com Certos Músicos (Coimbra)

24 de Março 2017 - Woodstock 69 (Porto)

25 de Março 2017 - Porta Onze (Monção)

1 de Abril 2017 - Plátano (Barcelos)

8 de Abril 2017 – TREMOR #4 (Ponta Delgada)

9 de Abril 2017 a 1 de Maio 2017 -  EUROTOUR'17 c/ Killimanjaro

30 de Abril 2017 - Milhões de Festa @ SWR Barroselas

“Agora”… o novo vídeo de Márcia

Márcia foi uma das convidadas a participar na edição de 2017 do Festival RTP da Canção. “Agora” foi o tema que compôs e que a própria Márcia interpretou na primeira semi final do Festival.

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photo: Joana Linda


Agora” é uma canção forte em sentimentos. Nas palavras da autora está é "uma das canções que mais prazer lhe deu a escrever, saiu num rasgo, como um desabafo.” O tema fará parte do seu próximo álbum e sairá em breve numa compilação de todos os temas do festival e integrará o alinhamento dos seus próximos concertos em Lisboa a 20 de abril e Felgueiras a 6 de Maio.

O vídeo de “Agora” foi realizado por Joana Linda.

The Zanibar Aliens na primeira parte do concerto dos You Me At Six

The Zanibar Aliens é a banda convidada pelos You Me At Six para a abertura do concerto da banda de rock britânica em Lisboa, dia 8 de março, no Paradise Garage. A banda de Carl Karlsson, Filipe Karlsson, Martim Seabra, Ricardo Pereira e Diogo Braga, lançou o EP de estreia em 2013 e rapidamente fez-se notar. Em 2016 editaram o álbum de estreia, “Bela Vista”, que veio mostrar que o universo do rock está-lhes na alma e o sucesso é inevitável. Já este ano os The Zanibar Aliens lançaram o EP digital “The Demos” e preparam-se para lançar o segundo longa duração, “Space Pigeon”.

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O quintento juntam-se assim em palco aos britânicos You Me at Six, banda liderada por Josh Franceschi, já esta próxima quarta-feira, dia 8 de março, no Paradise Garage. A banda apresenta o novo álbum de estúdio, "Night People", que foi editado no passado dia 13 de janeiro.

O successor de “Cavalier Youth”, editado em 2014, foi gravado em Nashville, nos estúdios Black Bird, com o produtor vencedor de três Grammy, Jacquire King, responsável por discos de bandas como Kings of Leon ou James Bay. Já a mistura esteve a cargo de Andrew Scheps, também vencedor de vários Grammy e conhecido por trabalhar com artistas como Adele, Black Sabbath, Metallica, Jay-Z, entre muitos outros.  You Me At Six arrecadaram o prémio de "Melhor Banda Internacional" na edição deste ano dos prémios Alternative Press Music Awards, gala que tem lugar anualmente nos Estados Unidos

Faltam 7 dias para o início do Festival Literário da Madeira

Entre 14 e 19 de março, o FLM (Festival Literário da Madeira) apresenta um programa diferenciado que inclui a sessão de abertura, com Svetlana Alexievich, Prémio Nobel da Literatura de 2015, a sessão de encerramento e outras tantas conversas cruzadas em torno do tema Literatura e Web – entre o medo e a liberdade. Haverá lançamentos de livros, sessões de autógrafos, concertos, apresentações, entre muitos outros momentos imperdíveis que fazem deste um festival de referência no panorama cultural português.

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Este ano, em detrimento da tradicional ida às escolas, a descentralização passa pela realização de duas conversas cruzadas fora da cidade do Funchal, abertas ao público, nomeadamente nos concelhos de Machico e Calheta:

 

Auditório Fórum de Machico, 16 março, 10h30

“A nossa liberdade começa onde podemos impedir a do outro.” (Millôr Fernandes).

Participação: Valter Hugo Mãe e Marcelino Freire. Moderação: Sónia Silva Franco.

 

Auditório Centro das Artes – Casa das Mudas, Calheta, 16 março, 10h30

“A solidão é por vezes a melhor sociedade.” (John Milton).

Participação: Pepetela e Ondjaki. Moderação: João Céu e Silva.

 

O espetáculo musical desta edição assinala o regresso à ilha da voz singular de Teresa Salgueiro que a 17 e a 18 de março (data extra) levará ao palco do Teatro Municipal Baltazar Dias o espetáculo “O Horizonte”, título homónimo do seu mais recente álbum. Para quem não puder deslocar-se ao Teatro Municipal Baltazar Dias para assistir ao vivo aos eventos que aí decorrem, o site do festival terá disponível o streaming de todas as sessões

Dia Internacional da Mulher celebrado em Matosinhos…

Pelas operárias mortas a 25 de março de 1911 no incêndio da fábrica Triangle Shirtwaist, de Nova York, pelas mulheres russas que a 8 de março de 1917 cumpriram uma greve para protestar contra a morte de mais de dois milhões de soldados na Grande Guerra, e por todas aquelas que ainda não conquistaram direitos iguais aos dos seus concidadãos, a Câmara Municipal de Matosinhos assinala este ano o 8 de março, Dia Internacional da Mulher, com um conjunto de atividades que vão da cultura ao desporto.

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Amanhã, pelas 10 horas, na sala de sessões pública dos paços do concelho, a Conselheira para a Igualdade da Câmara Municipal de Matosinhos, Lurdes Queirós, promove a apresentação do estudo "Os usos do tempo de homens e de mulheres em Portugal", a cargo da socióloga Ana Cardoso, do Centro de Estudos para a Intervenção Social. Este trabalho de investigação reflete sobre as desigualdades ainda existentes na sociedade portuguesa, tendo procurado perceber, junto de homens e mulheres vivendo em conjugalidade ou monoparentalidade, de que forma articulam na sua vida quotidiana uma atividade profissional e os cuidados a filhas e filhos com idade igual ou inferior a 15 anos.

 

Mais tarde, pelas 15 horas, o Museu da Quinta de Santiago, em Leça da Palmeira, acolhe a conferência “Desigualdade de género na arte em Portugal”, a cargo de Rui Pedro Fonseca. A sessão, dinamizada pela Associação Universidade Sénior de Matosinhos, contará também com a participação de Maria Gagliardini e com recitais de poesia e piano a cargo, respetivamente, de Raquel Patriarca e José Veloso Rito.

 

Já no próximo domingo, 12 de março, a partir das 10h30, o Dia Internacional da Mulher será pretexto para o regresso antecipado da iniciativa “Põe-te a Mexer” um programa da Câmara Municipal de Matosinhos levado a cabo pela Matosinhos Sport desde 2006. O “Põe-te a mexer… pela mulher” terá lugar na marginal de Matosinhos e incluirá uma caminhada de 6 quilómetros, sessões de zumba e pilates, e workshops de beleza. A participação será, como sempre, gratuita, mas existe a possibilidade de receber um kit de participação que tem um custo de três euros, revertendo as receitas para a Liga Portuguesa Contra o Cancro. A inscrição pode ser feita na União de Freguesias de Matosinhos e Leça da Palmeira.

 

“Big Fish”… o novo single dos The Gift…

Dia 10 de março marca o lançamento de um novo single The Gift “Big Fish”, com produção de Brian Eno, reconhecido produtor inglês que trabalhou durante dois anos com os The Gift no álbum “ALTAR”, um projeto que a banda descreve como a “obra de uma vida”.

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A banda aproxima-se da data de lançamento do seu próximo álbum de originais e antecipa agora este single, “Big Fish”, uma canção que remete para o sentimento vivido pela banda nas suas sessões de gravação num estúdio na Galiza (Espanha), em Londres e finalmente em Alcobaça, partilhadas com o produtor britânico, Brian Eno. “Big Fish” é uma ode ao presente, uma epopeia do efémero, de como aproveitar cada momento que a vida nos oferece. É um tema sobre a mutação, sobre o viver dentro de um corpo maior que nós próprios, um espelho para a própria relação que a banda tem para com a sua música.

O lançamento de “Love Without Violins” e “Clinic Hope” foi acompanhado de perto por vários meios internacionais como o The Independent e a Paste Magazine. “Clinic Hope” já integra a playlist da BBC6 no Reino Unido e teve estreia mundial na Gigwise. “Big Fish” teve estreia internacional na PopMatters nos Estados Unidos.

Ainda antes do lançamento do álbum, The Gift preparam-se para tocar no SXSW em Austin, nos Estados Unidos, o maior festival de showcases de música no mundo, passando ainda por Nova Iorque para um concerto único marcado para dia 12 de março

Conjunto Corona… "Mafiando Bairro Adentro"

Depois de ter conquistado tudo e todos com "Cimo de Vila Velvet Cantina", disco (não disco) que figurou em quase todas as listas do melhor que 2016 nos deu, o Conjunto Corona concretiza o seu plano de domínio incontestado com "Mafiando Bairro Adentro".

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Um a um, os bairros do Grande Porto são alvo de uma OPA hóstil, brilhantemente documentada no vídeo que hoje estreamos.

Só para recordar “Cimo de Vila Velvet Cantina” está no 22ª lugar da lista dos 30 melhores disco do ano de 2016 para a Glam magazine (recordar aqui)

 

Entretanto o Conjunto Corona vai estar num palco perto de ti…

10 de Março 2017 - Meifumado Takeover (Plano B, Porto)

11 de Março 2017 - Lisboa Dance Festival (LX Factory, Lisboa)

8 de Abril 2017 - TREMOR (Ponta Delgada)

30 de Abril 2017 - Braga

Compilação “Festival da Canção 2017”... Vai ser editada em março

"Amar pelos Dois" foi a canção vencedora da edição deste ano do Festival RTP da Canção, qualificando-se assim para representar Portugal no Festival da Eurovisão, que decorre em Kiev, na Ucrânia, em Maio. A canção, da autoria de Luísa Sobral e com interpretação do seu irmão Salvador Sobral, venceu a final disputada ontem no Coliseu dos Recreios, em Lisboa, numa gala que também celebrou os 60 anos da RTP.

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O tema "Amar pelos Dois" será incluído na compilação “Festival da Canção 2017”, a ser editada ainda durante o mês de Março (alinhamento em baixo).

Recorde-se que, já após a meia-final, "Amar pelos Dois" se tinha revelado um impressionante fenómeno viral, sendo que, neste momento, as visualizações no YouTube já ultrapassam o meio milhão.

 

Alinhamento compilação “Festival da Canção 2017”:

  1. Márcia – “Agora” (Márcia)
  2. Golden Slumbers - “Para Perto” (Samuel Úria)
  3. Fernando Daniel – “Poema a Dois” (Nuno Feist)
  4. Deolinda Kinzimba – “O Que Eu Vi Nos Meus Sonhos” (Rita Redshoes)
  5. Rui Drumond – “O Teu Melhor” (Héber Marques)
  6. Siraiva feat. Lisa Garden – “Without You” (Pedro Saraiva)
  7. Salvador Sobral – “Amar Pelos Dois” (Luísa Sobral)
  8. Viva La Diva – “Nova Glória” (Nuno Gonçalves)
  9. David Gomes – “My Paradise” (Toli César Machado)
  10. Lena d'Água – “Nunca Me Fui Embora” (Pedro Silva Martins)
  11. Beea – “Ao Teu Olhar” (Jorge Fernando)
  12. Pedro Gonçalves – “Don't Walk Away” (João Pedro Coimbra)
  13. Helena Kendall – “Andamos no Céu” (João Só)
  14. Celina da Piedade – “Primavera” (Celina da Piedade /Alex Gaspar)
  15. Jorge Benvinda – “Gente Bestial” (Nuno Figueiredo)
  16. Inês Sousa – “Se o tempo não falasse” (Noiserv)

Foque... EP "Cabum" acaba de ser lançado

Foque… Assim se intitula o projecto a solo de Luís Leitão.

Este apresenta-se com um heterónimo para onde canaliza todo o seu trabalho musical. Com projetos como músico (Samsara) e produtor (Caligula) num futuro próximo surge a necessidade de focar tudo numa só coisa.

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Samplando-se a si próprio e colaborando com todo o tipo de artistas, esta a tomar o ano de 2017 de assanto. O novo single chama-se “Ceci n´est pas une beat!" e faz parte do EP "Cabum", cuja apresentação coincide com a data de lançamento do EP,  6 de março.

É um projeto que nasce da necessidade de ter independência musical e de largar, não as guitarras nem as baterias convencionais, mas o rock em geral, onde havia estado embrenhado grande parte da sua vida… De espada e pena na mão trabalha a electrónica, as melodias digeríveis e as ausências e presenças excessivas. 

 

O EP está disponivel para escuta aqui

A “Primavera” de Celina da Piedade…

Primavera” foi a canção que Celina da Piedade apresentou no Festival RTP da Canção 2017. O tema escrito em parceria com Alex Gaspar e interpretado pela própria Celina alcançou na 2ª eliminatória o primeiro lugar.

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Celina da Piedade apresenta agora o vídeo oficial da canção, vídeo filmado em Évora e realizado por Luis Godinho.

 

Celina da Piedade - Voz e Acordeão

Ricardo Silva - Guitarra Portuguesa

Catarina Cardoso - Viola Campaniça e coro

Nilson Dourado - Guitarra Eléctrica

Sofia Neide - Contrabaixo

Sebastião Santos - Bateria

O Found Market encontrou o Titanic

O Found Market bohémio como ele só, gosta de viajar de casa em casa a fim de divulgar o que se faz de melhor por Portugal nas áreas criativas.

E como este mês de Março é um mês de mudanças, o Found Market quis partir para novos rumos e por entre viagens eis que encontrou uma nova casa. Ou será que devemos dizer barco? Não fosse a nova residência ser à beira Tejo e se chamar Titanic Sur Mer.

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Quando todos pensávamos que o Titanic tinha afundado, por fim o encontramos no Cais da Ribeira Nova em Lisboa e por lá o Found Market pretende ficar.

É no dia 26 de Março o primeiro mercado neste novo espaço e o horário também é uma novidade, sendo que irá se estender pela noite começando às 15h e terminando às 22horas.

As inscrições já se encontram abertas tanto para este mercado, bem como para o mercado no Auditório Camões dia 18 de Março a convite do Festival de Dança Contemporânea.

A festa promete ser boa, por isso venham embarcar connosco neste evento cheio de tesouros!

 

Found Market / We Found Titanic!

Cais da Ribeira Nova, ao lado do B.leza. Cais do Sodré (Lisboa)

Parceria de programação entre a 16ª edição da Monstra e a 10ª Festa Do Cinema Italiano

A Itália é o país convidado da próxima edição da MONSTRA, que acontece em Lisboa, entre 16 e 26 de março. A programação do Festival homenageia a produção cinematográfica italiana clássica e contemporânea, numa colaboração com a 10ª FESTA DO CINEMA ITALIANO e o Instituto Italiano de Cultura de Lisboa.

Diversos realizadores, músicos, curadores e autores italianos vêm a Lisboa, tais como Bruno Bozzetto, Luca Raffaelli, Andrea Martignoni, Enzo D'Alò, Giannalberto Bendazzi e Cosimo Miorelli, entre muitos outros.

Waterwalls

Na abertura do Festival, a 16 de março, é apresentada uma retrospetiva de Gianluigi Toccafondo, autor do cartaz do Festival nesta edição de 2017, e um excerto da obra mais aclamada do realizador Bruno Bozzetto, "Allegro Non Troppo", inspirada no clássico "Fantasia" de Walt Disney, que vai estar presente na cerimónia. Bozzetto é homenageado pela MONSTRA, com uma retrospetiva da sua obra, num conjunto de 16 curtas-metragens e três longas. "Mister Tao", "Grasshoppers","Mr.Rossi’s Dreams" ou "West&Soda" serão algumas das suas obras de referência exibidas. No programa DokAnim, "Bozzetto Non Tropo", documentário animado de Marco Bonfati, recupera o mundo deste autor, dando-nos a conhecer o seu trabalho e o seu quotidiano.

 

As restantes retrospetivas dedicadas a Itália focam ainda as obras de Julia Gromskaya e Simone Massi, bem como duas longas de Enzo D'Alò. Este último apresenta o seu mais recente filme no Festival, "Pinocchio", de 2012, inserido num programa que recupera diversas versões desta narrativa clássica, em exibição na Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema. O programa Animação Italiana Contemporânea apresenta-nos três sessões curadas por Andrea Martignoni, que traçam uma visão geral do estado da arte. Luca Raffaelli é o curador de Animação Italiana Hoje, programa que se debruça sobre a necessidade de inovar através das potencialidades da curta de animação. Já na História da Animação, curado por Giannalberto Bendazzi, recupera clássicos da animação Italiana.

 

Ainda no âmbito da parceria de programação estabelecida com a 10ª FESTA DO CINEMA ITALIANO, é exibida a longa-metragem "East End", obra de 2014 da autoria de Giuseppe Squilacci e Luca Scanferla.

 

Nas atividades paralelas da MONSTRA, destaque para quatro exposições focadas na produção do país convidado. "Fotogramma Per Fotogramma", exposição curada por Paola Bristot, estará patente na Sociedade Nacional de Belas Artes de 14 de março a 15 de abril, enquanto que no Cinema São Jorge e também na SNBA, serão expostas trabalhos de Bruno Bozzetto, Simone Massi e Julia Gromskaya, e Enzo D'Alò, de 16 de março a 15 de abril. Estas exposições percorrerão ambos os Festivais, abrindo com a MONSTRA, a 16 de março e encerrando com a conclusão da 10ª FESTA DO CINEMA ITALIANO, a 15 de abril.

 

Andrea Martignoni, Enzo D’Alò, Giannalberto Bendazzi serão também responsáveis por vários workshops e masterclasses durante esta MONSTRA.

 

A 16ª edição da MONSTRA - Festival de Animação de Lisboa, decorre entre 16 e 26 de março no Cinema São Jorge, Cinema Ideal, Cinema City de Alvalade e Cinemateca Portuguesa-Museu do Cinema e a 10ª FESTA DO CINEMA ITALIANO decorre de 5 a 13 de abril, simultaneamente, em Lisboa (Cinema São Jorge, UCI El Corte Inglés e Cinemateca Portuguesa - Museu do Cinema), Porto (Teatro Rivoli e UCI Arrábida 20), Coimbra (Teatro Académico Gil Vicente), Almada (Fórum Municipal Romeu Correia) e Setúbal (Cinema Charlôt).

De um lado ao outro… Exposição de José Pedro Croft

"De um lado ao outro” apresenta 15 obras que cobrem os períodos mais relevantes da carreira de José Pedro Croft (Porto, 1957) pertencentes à Coleção da Fundação de Serralves e que sublinham as principais preocupações e metodologias do artista. A exposição está organizada segundo quatro temas centrais: Monumento e Morte; Domesticidade e Mobiliário; Espelhos e Vidro; Desenho e Gravura.

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A inauguração da exposição "José Pedro Croft: De um lado ao outro. Esculturas, desenhos e gravuras na Coleção de Serralves”, decorrerá pelas 19h00 do próximo dia 9 de março no Museu Municipal de Faro. A exposição estará patente ao público até ao dia 28 de maio de 2017

 

Museu Municipal de Faro

10 de Março a 28 de Maio