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Glam Magazine

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The Twist Connection apresentam disco de estreia…

Stranded Downtown” marca a estreia dos The Twist Connection na esfera discográfica. Há quem se apresente de currículo na mão, mostrando o que fez no passado para dar valor ao que faz no presente. No caso dos The Twist Connection, não seria difícil fazê-lo porque poucos serão os amantes de música que nunca ouviram falar de qualquer um dos três.

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De Coimbra, Samuel Silva (The Jack Shits, Los Saguaros, Sonic Reverends) na guitarra, Sérgio Cardoso (É Mas Foice, WrayGunn) no baixo e Carlos Mendes (“Kaló”) (Tédio Boys, WrayGunn, Bunnyranch, The Parkinsons) na bateria oferecem uma sonoridade intemporal, sem rótulos vincados a momentos ou modas.

O disco chegou às lojas já no dia 28 de Outubro de 2016. “Nite Shift” foi o single de avanço e o vídeo foi gravado no Salão Brazil, em Coimbra, com assinatura de Bruno Pires e dele fazem parte rostos incontornáveis da música nacional como Victor Torpedo, Jorri, Tracy Vandal, Pedro Chau, Miguel Padilha, Carlos Dias, Pedro Serra, Pedro Antunes, entre outros.

 

Sabotage Club (Lisboa)

10 de Março 2017 | 22.30h

 

 

Mano A Mano apresenta… Picar o Ponto

Enquadrado na iniciativa Dimensão Jovem da Câmara Municipal de Almada, a Mano A Mano apresenta o evento Picar o Ponto.Este evento pretende reanimar a mítica sala do Ponto de Encontro de Almada com música e convívio.

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As portas do dia 11 de Março abrem às 16h00 e a música extende-se até ao final da noite com DJ sets de DJ Sahid e DJ Bernas e as actuações da nova escola TOM e Silab & Jay Fella e os clássicos de MAC, MLK Mau Aluno e ORTEUM.

O ambiente vai ser descontraído e de partilha da cultura Hip-Hop neste espaço à beira rio.

 

Ponto de Encontro (Almada)

11 de Março 2017 | 16.00h

D'Alva oferecem sweatshirts Spring Icons Selected by The Weeknd aos seus fãs

Spring Icons Selected by The Weeknd é um guarda-roupa completo da H&M com peças essenciais selecionadas por um dos artistas mais populares da atualidade. A coleção conjuga peças streetwear com linhas mais formais, apresentando as peças-chave da estação para homem. Enquanto fãs de The Weeknd, os D’Alva quiseram associar-se a esta coleção e, em parceria com a Antena 3, vão oferecer sweatshirts da linha de roupa de Abel Tesfaye, o senhor The Weeknd.

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O passatempo vai acontecer, em antena, durante o programa As Donas da Casa, com Ana Galvão, na próxima sexta-feira, dia 10 de março. Em breve, a Antena 3 revelará em que vai consistir o passatempo. Para te habilitares a participar no passatempo, só tens de enviar um email para passatempo3@rtp.pt com o assunto “Passatempo The Weeknd”, os teus dados pessoais (nome completo, número de BI/CC, contacto telefónico e morada), umas linhas a explicar porque gostam da coleção Spring Icons e a convencer-nos que querem mesmo receber a sweatshirt.

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No ano que passou e numa ação inédita em Portugal os D’Alva propuseram-se a compor, produzir e gravar um single sob o olhar atento e critico da internet e através de Livestream, com a interação entre banda e fãs em tempo real, sugestões do público, convidados que ora conversaram ora colaboraram (sendo um deles o rapper Sir Scratch).

O processo visava estreitar a distância entre quem cria uma canção e quem a recebe, espelhando-se até na letra a natureza comunitária do LiveStream. Uma letra cujo espírito se resume no refrão: “Se estar certo é munição, de que vale ter razão? Que o amor seja a missão” e que surpreendentemente (ou não) aparece quase como que por oposição aos acontecimentos recentes, repletos de confusão e desinformação, e onde infelizmente "ideas trump people". O resultado disto tudo é a “salada de fruta” que os D’Alva teimam em produzir com um toque do Pop 90’s, um piscar de olhos à soul, e aos Golliraz de Damin Albarn (em particular quando as rimas de Sir Scratch tomam as rédeas) num registo “seriamente fun”.


Quando chegou a altura de traduzir a música em vídeo fez todo o sentido dar seguimento ao lado humano que permeou o projecto, algo que agregasse ao invés de espalhar, algo que colocasse no centro da narrativa as pessoas por detrás das palavras, das ideias, dos perfis sociais, em toda a sua diversidade, em particular as pessoas com quem a banda cultivou algum tipo de afinidade, e que prontamente responderam ao desafio de segurar as palavras que tantas vezes servem de arma de confronto, divisão e segregação e que aqui se esperam de conforto, união e celebração do que nos une independentemente de género, etnia, confissão de fé, orientação sexual, idade, estrato social, ocupação, ou classe: o Amor. Que seja esta a missão.


 

14º Festival Internacional de Jazz de Portalegre… João Hasselberg & Pedro Branco

Está de regresso um dos mais importantes Festivais nacionais de Jazz e de Música Improvisada. Dividido por dois fins-de-semana, o Portalegre JazzFest, que vai já na sua 14ª edição, traz-nos nomes como Ken Vandermark agora em quarteto com os Shelter, os portugueses Pedro Sousa e Gabriel Ferrandini em formato PeterGabriel e, da Noruega, chega o aclamado trio Ballrogg ou ainda o colectivo Friends and Neighbours que lançou recentemente “”What´s Wrong” pela etiqueta portuguesa Clean Feed records.

A Noruega, centro nevrálgico do jazz europeu por estes dias, ganha assim especial destaque na edição de 2017, na cidade mágica de Portalegre, onde o Jazz e a Musica improvisada ganharam uma nova morada desde a primeira edição, em 2003.

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A revista online norte-americana All About Jazz escreveu sobre o álbum “Dancing Our Way to Death” que é difícil definir a música que nele é tocada. Tenta a designação “jazz de câmara”, mas admitindo que à falta de melhor rótulo. Não sem mais adiante o crítico de serviço acrescentar que o disco tem tanto de folk e de rock quanto de jazz, em linha, de resto, com o que ouvimos nos mais recentes projectos das duas figuras que agora encontramos, João Hasselberg e Pedro Branco. E o que ouvimos intersecta a tradição do jazz, aceita contributos da música dita clássica, incorpora o formato da canção popular e atravessa tudo isso com uma atitude renovadora a que não é estranho um conhecimento das vanguardas do jazz e de outras músicas urbanas do nosso tempo.

 

Diz esta parceria de músicos de Lisboa que a sua premissa foi, e é, «não excluir nenhum caminho interpretativo à partida». E acrescenta: «Tentámos ter presente uma liberdade entre nós dois, durante a criação e a execução, e ao mesmo tempo passá-la aos outros músicos que convidámos para esta aventura.» Não surpreende, pois, que o perfil destes seja o mesmo dos dois mentores desta música que não é tão dançante quanto o título indica e que nada tem de soturno não obstante a menção feita à morte. No palco, com eles, estará a maior parte do grupo que os acompanhou no estúdio, designadamente Afonso Cabral, Albert Cirera, João Paulo Esteves da Silva e João Lencastre, todos eles conhecidos por não terem uma visão monolítica do jazz. Ou seja, a música que se vai ouvir ao vivo, tal como no CD, desfez-se de preconceitos e ganhou originalidade.

 

João Hasselberg (contrabaixo) / Pedro Branco (guitarra) / Afonso Cabral (voz) / Afonso Pais (guitarra) / João Paulo Esteves da Silva (piano) / João Lencastre (bateria)

 

Programa:

23 Março 2017 - PeterGabriel (pelas ruas de Portalegre)

24 Março 2017 – Sheter (CAE Portalegre) / After hours: PeterGabriel

25 Março 2017 - João Hasselberg/Pedro Branco (CAE Portalegre) / After hours: PeterGabriel

31 Março 2017 – Ballrogg (CAE Portalegre) / After hours: Party Knüllers

1 Abril 2017 - Friends and Neighbors (CAE Portalegre) / After hours: Party Knüllers

14º Festival Internacional de Jazz de Portalegre… Shelter

Está de regresso um dos mais importantes Festivais nacionais de Jazz e de Música Improvisada. Dividido por dois fins-de-semana, o Portalegre JazzFest, que vai já na sua 14ª edição, traz-nos nomes como Ken Vandermark agora em quarteto com os Shelter, os portugueses Pedro Sousa e Gabriel Ferrandini em formato PeterGabriel e, da Noruega, chega o aclamado trio Ballrogg ou ainda o colectivo Friends and Neighbours que lançou recentemente “”What´s Wrong” pela etiqueta portuguesa Clean Feed records.

A Noruega, centro nevrálgico do jazz europeu por estes dias, ganha assim especial destaque na edição de 2017, na cidade mágica de Portalegre, onde o Jazz e a Musica improvisada ganharam uma nova morada desde a primeira edição, em 2003.

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O projeto Shelter é apresentado pelos músicos que o promovem, Nate Wooley, Ken Vandermark, Jasper Stadhouders e Steve Heather, como «o som do futuro, agora». E assim é de facto, ainda que as premissas da música que tocam venham do passado. Estão elas no free jazz mais vernacular (aquele da transição da década de 1950 para a de 60 e que teve Ornette Coleman como principal arquitecto) e no pós-punk dos anos 1980, representado por bandas como This Heat ou The Fall. Nos territórios da música criativa, o presente faz-se com a recapitulação da história numa perspetiva futurística, e estes improvisadores / compositores dos dois lados do Atlântico são bem conhecidos por aliarem inovação com fidelidade às tradições, no caso as do jazz tanto quanto as do rock.

 

O grupo é novo, mas decorre de uma série de cumplicidades anteriores e paralelas à sua constituição. Wooley e Vandermark têm um duo desde 2013, já com dois álbuns editados. “Vandermark” e “Stadhouders” trabalham juntos nos Made to Break desde 2014, e o rasto que este colectivo está a deixar teve no início de 2017 o seu quinto disco. Por sua vez, Heather contribui decisivamente para uma iniciativa de Stadhouders, o International Improv Ensemble (do qual, acrescente-se a título de curiosidade, faz parte o português Luís Vicente). Ou seja, se a fórmula Shelter está fresca ainda, beneficia do sólido conhecimento que os seus promotores têm uns dos outros, e daí que cada um pareça adivinhar o que os demais vão fazer a seguir. Energia, liberdade e arrebatamento são as palavras-chave para descrever a música eléctrica e cheia de “riffs” destes quatro magníficos..

 

NATE WOOLEY Trompete / KEN VANDERMARK Saxofones Tenor e Barítono, Clarinete / JASPER STADHOUDERS Baixo Elétrico e Guitarra / STEVE HEATHER Bateria

 

Programa:

23 Março 2017 - PeterGabriel (pelas ruas de Portalegre)

24 Março 2017 – Sheter (CAE Portalegre) / After hours: PeterGabriel

25 Março 2017 - João Hasselberg/Pedro Branco (CAE Portalegre) / After hours: PeterGabriel

31 Março 2017 – Ballrogg (CAE Portalegre) / After hours: Party Knüllers

1 Abril 2017 - Friends and Neighbors (CAE Portalegre) / After hours: Party Knüllers

Barrio Populo em Coimbra…

Março é o mês da francofonia e a Alliance Française de Coimbra propõe um grande concerto com os franceses Barrio Populo. Desde 2008 que Barrio Populo conta com mais de 600 concertos e em Outubro de 2016 editou o terceiro disco, “Géographie du Hasard”.

A liberdade, a alegria, chorar e gritar por amor: Barrio Populo quer expressar esta vida apaixonada através da música generosa e energética. Os oito jovens músicos moldaram as suas influências para criar uma sonoridade própria

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photo: Wilfried Marcon

 

Victor Coulomb na guitarra e voz; Maxence Melot nas guitarras e vozes; Thomas Carricondo no baixo; Arthur Parmentier na bateria e vozes; Thomas Pero nas percussões e vozes; Yoann Aujard nos teclados e vozes; Antoine Guirimand no trombone e Anthony Tournier no trompete e vozes prometem fazer uma grande festa na blackbox do Convento S. Francisco, em Coimbra

 

Convento S. Francisco / Blackbox (Coimbra)

15 de Março 2017 | 22.00h

Andanças 2017… é ano de abraçar a vila!

A data do próximo Andanças está marcada, de 8 a 11 de agosto, e tem como tema… ao Redor da Vila!

A edição deste ano irá acontecer junto da vila de Castelo de Vide, num espaço natural, coberto por árvores e sombras, e mais próxima da comunidade. Este ano, o festival será mais pequeno, com menor duração e com lotação mais reduzida, e continuará a ter por base os mesmos quatro pilares que o caracterizam: a Música e a Dança, o Voluntariado, a Comunidade e a Sustentabilidade. Conta mos que continue a ser um espaço vivo de expressão e experimentação de um mundo melhor.

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A necessidade de refletir, repensar e reestruturar o modelo do festival, o crescimento do Andanças nos últimos anos e o incidente ocorrido na passada edição, são alguns dos principais factores que nos fazem acreditar que a edição proposta para 2017 é a melhor opção para garantir o futuro e continuidade deste festival.

 

O Andanças - ao redor da vila - já está a avançar! Estão abertas até 24 de Março, as Candidaturas para a Programação do Andanças 2017, nas diferentes áreas artísticas - música, dança, teatro, circo, artes visuais, cinema, instalações artísticas, etc. - e também na área das atividades de desenvolvimento pessoal. Procuramos projetos que integrem valores cooperativos e sustentáveis, e apresentem formas inovadoras de expressão, que em comunidade, nos ajudem a realizar mais um Andanças!

Mais informações em breve!

Marcantónio Del Carlo traz “Contos da Lua” ao Constantino Nery em Matosinhos

Tão conhecido do pequeno ecrã como dos palcos, o ator Marcantónio Del Carlo é o senhor que se segue na programação do Teatro Municipal de Matosinhos-Constantino Nery, acumulando a interpretação e a encenação do espetáculo “Contos da Lua”, que sobe ao palco no sábado, 11 de março, pelas 21h30. A peça aposta na boa-disposição e na interação com a assistência, revelando uma faceta menos habitual de histórias que fazem parte do nosso imaginário coletivo.

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Acompanhada em palco por um músico, André do Áudio, a personagem interpretada por Marcantónio Del Carlo explica como nasceu o primeiro poeta e dá a conhecer os motivos profundos de ocorrências tão fundamentais como o nariz achatado dos porcos e a sua incapacidade para voarem. Também se esclarecerá, por exemplo, o misterioso impulso que leva os cães a cheirarem a cauda uns aos outros. Ou como é possível arranjar a luz em três dias.

 

Nascido na antiga Rodésia (atual Zimbabué), Marcantónio Del Carlo trabalhou já em algumas das principais companhias teatrais portuguesas, como o Teatro Experimental de Cascais, o Teatro da Malaposta, o Teatro da Cornucópia e os teatros nacionais de S. João e D. Maria II. Participou numa dezena de filmes, incluindo “Nuvem”, de Ana Luísa Guimarães (1992), “Coitado do Jorge”, de Jorge Silva Melo (1993), “Sinais de Fogo”, de Luís Filipe Rocha (1995), “Adão e Eva”, de Joaquim Leitão (1995), e “Capitães de Abril”, de Maria de Medeiros (2000), devendo boa parte da sua notoriedade pública à participação em telenovelas como “Mar de Paixão”, “Saber Amar” ou “Tempo de Viver”.

 

Teatro Municipal de Matosinhos-Constantino Nery

11 de Março 2017 | 21.30h

Orquestra Jazz de Matosinhos convida pianista Gonçalo Moreira…

O pianista de Coimbra, Gonçalo Moreira, é o solista convidado pela Orquestra Jazz de Matosinhos para o sexto concerto do ciclo dedicado aos Novos Talentos do Jazz, dia 30 de Março, às 22h00, no Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery.

Ao vivo, o pianista e a big-band vão interpretar um tema original de Gonçalo Moreira, "Poema à Mãe"; dois temas originais de Carlos Azevedo que remontam aos primeiros anos da OJM, "Does It Matter" e "Pipiwipi"; uma composição de João Paulo Esteves da Silva, "Bela Senão Sem"; o icónico "Zhivago", de Kurt Rosenwinkel; "Hang Gliding", de Maria Schneider; dois temas de Jim McNeely, pianista e compositor da histórica Vanguard Jazz Orchestra, "We Will Not Be Silenced" e "Extra Credit" e ainda "The Orb" e "Arcata", resultado da recente parceria com o pianista Fred Hersh.

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Licenciado pela Escola Superior de Música e Artes do Espectáculo do Porto, onde estudou com o director da OJM, Pedro Guedes, e Abe Rábade, Gonçalo Moreira concluiu o curso de Jazz com um recital composto por temas originais, obtendo a classificação de 20 valores. É Mestre em Performance pela Universidade de Aveiro e ao vivo apresenta-se com um quinteto em nome próprio e em projectos como Michael Laurent & The Groove Merchants e o Septeto de Nuno Ferreira.

Participou nos discos de João Mortágua ("Janela"), Mané Fernandes ("BounceLab") e Alexandre Coelho Quarteto; e assinou a banda-sonora da peça de teatro "A Lenda da Princesa Peralta". Em 2011, venceu o segundo prémio na categoria Combo Jazz do Prémio Jovens Músicos.

 

O ciclo Novos Talentos, cuja missão é revelar alguns dos melhores solistas da nova geração do jazz português, começou em 2014 e o instrumento eleito foi a voz. Sofia Ribeiro foi a primeira cantora convidada, a que se seguiu, em 2015, Rita Maria. No final desse ano ainda houve tempo para o saxofone de Ricardo Toscano, e 2016 começou com João Mortágua. Com Mané Fernandes as atenções viraram-se para a guitarra, no final do ano passado, e 2017 começa ao piano, com Gonçalo Moreira.

 

Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery

30 de Março 2017 | 22.00h

Riding Pânico… já se pode ouvir “Rabo de Cavalo”

“Rabo de Cavalo" está disponível, a partir de hoje, no bandcamp da banda. O terceiro disco do colectivo é lançado a 16 de Março no Musicbox em Lisboa e estará, em tour nacional, até ao Verão.

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Gravado, misturado e masterizado no HAUS estúdio, "Rabo de Cavalo" constrói-se em torno de oito temas que reafirmam o espaço de culto que os Riding Pânico assumiram no rock instrumental nacional.

O single, "Rosa Mota" já pode ser ouvido e visto no vídeo com realizaçao de Frederico Miranda e produção TODOS.

Os Riding Pânico são Fabio Jevelim (PAUS), João Nogueira (Cruzes Credo), Makoto Yagyu (PAUS), Miguel Abelaira (Quelle Dead Gazelle), Shela (LAmA) e Zé Penacho (Marvel Lima).

"Drifter" dos First Breath After Coma foi nomeado para o prémio IMPALA Disco do Ano 2016

A AMAEI é a associação nacional de editores fonográficos independentes, e como associada da IMPALA - The Independent Music Companies Association -  está encarregue de selecionar o melhor disco nacional a concorrer pelo prémio de disco do ano na Europa. A IMPALA já revelou a lista de nomeados para a sétima edição do prémio IMPALA Disco do Ano. Uma vez mais, a selecção atesta a diversidade e qualidade de editoras independentes na Europa, sendo que a lista junta vinte cinco nomeações para uma representação de dezanove países.

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 Na lista, podem encontrar-se representantes de todos os géneros e gerações, desde os lendários Radiohead, vindos do Reino Unido, os suíços One Setence. Supervisor, conhecidos pelo seu krautpop,os incontornáveis Meshuggah, pioneiros dentro do metal progressivo, o rapper holandês Boef e a nova cara do Italo-disco Jolly Mare.

As votações para decidir quem sucederá a Jose Gonzalez e ao seu aclamado disco “Vestige & Claws” já estão a decorrer e o vencedor será anunciado no final de Março.

 

Eis a lista de álbuns nomeados, ordenados alfabeticamente por artista:

Agnes Obel - Citizen of Glass (PIAS)

Bisse – Højlandet (Gateway Music)

Blood Orange - Freetown Sound (Domino Records)

Boef - Gewoon Boef (Zonamo Entertainment)

Claudio Capéo - Claudio Capéo (Jo and Co)

Danny Brown - Atrocity Exhibition (Warp)

Dubioza Kolektiv - Happy Machine (PIAS)

First Breath After Coma – Drifter (Omnichord Records)

Hangutazók - Indulj El (RNC Music / Egység Média)

Highasakite – Camp Echo (Propeller Recordings)

Jolly Mare – Mechanics (42 Records/Don't Panic)

Kase.O - El Círculo (BOA)

Klaus Johann Grobe - Spagat der Liebe (Cargo Records)

Lost Frequencies - Less Is More (Lost & Cie)

LUH - Spiritual Songs for Lovers to Sing (Mute Records)

Mark Ernestus' NDAGGA RHYTHM FORCE – Yermande (Ndagga)

Meshuggah - The Violent Sleep Of Reason (Nuclear Blast)

Mikko Joensuu - Amen 1 (Svart Record)

One Sentence. Supervisor - Temporär Musik 1-13 (Oh, Sister Records)

Oscar - Cut And Paste (Wichita Recordings)

The Radio Dept. - Running Out of Love (Labrador)

Radiohead - A Moon Shaped Pool (XL Recordings)

Sara Renar – Tišina (Aquarius Records)

Škrtice - Škrtice (Lampshade Media)

Židrūns - Židrūns un tas, ko nevar nest (I Love You Records)

 

“Colocar os holofotes sobre o álbum mais excepcional do ano sempre foi a essência deste prémio. Uma vez mais, temos uma grande lista de nomeados, com novas caras e artistas independentes consagrados. Agora, cabe ao juri decidir que álbum considera o melhor de 2016”, comentou a directora executiva da IMPALA, Helen Smith.

Os belgas For I Am lançam novo álbum "All About Perspectives"

Waffles? Melhor cerveja do mundo? Sim. Eis os For I Am, banda pop-punk liderada por uma voz feminina, vindos directamente da Bélgica. O seu EP de estreia "15 Minutes Late" catapultou-os para mais de 50 concertos num ano, incluindo alguns festivais como o Punk-Rock Holiday, Brakrock ou Fun Time Fest assim como concertos ao lado de Strung Out (três vezes!), Death By Stereo, Astpai e Apologies, I Have None.

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Encorajados por inúmeras reacções positivas ao seu trabalho, For I Am volta a estúdio para gravar o seu primeiro álbum, "All About Perspectives". Doze canções bem construídas, puros temas que promovem o "sing-along", influenciados por exemplo pelo instrumental de New Found Glory e pela voz enérgica de Cinder Block, vocalista de Tilt.

Temas como "Home From Summer" e "Laundry Man" entram rapidamente na memória de quem as ouve. "All About Perspectives" demonstra, claramente, o quanto For I Am cresceu como grupo nos últimos 2 anos, sendo que este trabalho conta com a participação vocal de Daniël Van Pijlen (Altitude), Hans Roofthooft (F.O.D.) e de Tim Van Doorn.

 

A banda recentemente lançou um clip alusivo à sua versão do tema "Blank Space" de Taylor Swift, assim como o vídeo (com letra) do primeiro single de "All About Perspectives" de nome "Simpleton For President".

"All About Perspectives" tem edição agendada para 13 de Março (digital) e em CD físico para o dia 17. Em Março a banda apresenta-se no seu país de origem, a Bélgica mas para Julho preparam uma digressão europeia com passagem por Portugal

Rádio Comercial faz 38 anos e oferece pequenos concertos por todo o país

A Rádio Comercial faz 38 anos no Domingo, dia 12, e celebra, em grande, no dia seguinte, 13 de março, com uma super emissão especial. Entre as 07H00 e a meia-noite, a Rádio Comercial estará em direto de várias cidades do país, sendo o ponto de partida na cidade de Viseu, com as Manhãs da Comercial, das 07h00 às 11h00. Pedro Ribeiro, Vasco Palmeirim, Nuno Markl, Ricardo Araújo Pereira e Luísa Barbosa estarão no Mercado de Viseu, numa emissão que terminará com um pequeno Concerto gratuito de Aurea.

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Depois, das 11H00 às 14H00, estará a dupla Catarina Miranda e Marta Santos na Plataforma das Artes de Guimarães, com um pequeno concerto gratuito de Dengaz.

Seguir-se-á a emissão de Wilson Honrado com Elsa Teixeira no Mercado de Loulé, entre as 14H00 e as 17H00, fechando com um pequeno concerto de Diogo Piçarra.

A emissão passa, às 17H00, para o cais de Vila Nova de Gaia, com Diogo Beja e Joana Azevedo e um pequeno concerto de Miguel Araújo.

Segue-se a cidade de Leiria, com emissão a cargo de João Vaz e Ana do Carmo e um pequeno concerto dos D.A.M.A, no Mercado Santana.

Esta maratona de Rádio em direto acaba em Lisboa, no auditório da Comercial nos Estúdios da Sampaio e Pina, com um pequeno concerto dos HMB, e emissão coordenada pela Ana Isabel Arroja.

Todos os concertos têm entrada gratuita e serão transmitidos em direto, nesta emissão especial da Comercial.

 

“Nunca fizemos uma emissão tão ambiciosa, com toda a equipa de locutores, equipa técnica, marketing e multimédia espalhada por 6 cidades, sempre em direto”, explica Pedro Ribeiro, diretor da Rádio Comercial. “Após estes 5 anos seguidos a liderar as audiências, sublinhamos a nossa aposta de estarmos cada vez mais perto dos nossos ouvintes, e temos a colaboração de artistas que fizeram e fazem este caminho connosco, e que acederam a tocar de borla para os nossos ouvintes, o que mostra uma generosidade e uma ligação afetiva à Comercial que nos enche de orgulho”, acrescenta Pedro Ribeiro.

 

07h /11h (Manhãs da Comercial) – Viseu: Mercado 2 Maio – Showcase Aurea

11h / 14h (Catarina Miranda + Marta Santos) – Guimarães: Welcome Center, Plataforma das Artes - Showcase Dengaz

14h / 17h (Wilson Honrado + Elsa Teixeira) – Loulé: Mercado Municipal – Showcase Diogo Piçarra

17h / 20h (Já se Faz Tarde: Diogo Beja & Joana Azevedo) – Vila Nova de Gaia: Loja Interactiva do Turismo – Showcase Miguel Araújo

20h / 22h (João Vaz + Ana do Carmo) – Leiria: Mercado Santana – Showcase D.A.M.A.

IV Mostra de Robertos e Marionetas na Fábrica Ideias Gafanha da Nazaré

Em 2017, a Mostra de Robertos e Marionetas cresce de escala e na diversidade das suas propostas. Apresenta um conjunto de ações que vão desde os espetáculos à formação, passando por animações de rua, exposições, conversas e oficinas de criação. A Mostra de Robertos e Marionetas foi criada em 2013, tendo como mote o trabalho e espólio de Armando Soares Ferraz, bonecreiro da Gafanha da Nazaré. Esta mostra pretende preservar esta memória e, simultaneamente, ser um estímulo à criação de novos projetos e textos para estas personagens do imaginário de todos.

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3 março 2017

14:00 O Gato e o Rato que se tornaram amigos - pela Mandrágora / Público-alvo: escolas (crianças dos 4 aos 10 anos)

 

4 março 2017

16:00 O Gato e o Rato que se tornaram amigos - pela Mandrágora / Público-alvo: famílias (crianças dos 4 aos 10 anos)

21:30 Robertos, Viola e Campaniça - pela Trulé / Público-alvo: crianças M/3 anos, famílias, público em geral

 

5 março 2017

10:00 e 11:30 Jardim - pela Mandrágora / Público-alvo: bebés e crianças do 1 aos 4 anos

16:00 Breve História de Portugal - pela Mandrágora / Público-alvo: público em geral

 

8 março 2017

10:00 e 14:00 Teatro Dom Roberto: A Tourada + O Barbeiro - pela Red Cloud / Público-alvo: crianças M/3 anos, famílias, público em geral

15:30 Trilogia da Mãe Gansa - pelo Grupo de Teatro AEGE / Público-alvo: escolas

 

9 março 2017

14:00 Mamulengo - pela Lafontana Formas Animadas / Público-alvo: crianças M/3 anos, famílias, público em geral

 

10 março 2017

10:00 e 21:30 Prometeu - pela Lafontana Formas Animadas / Público-alvo: crianças M/8 anos, famílias, público em geral

 

11 março 2017

15:00 Parada de Robertões - pela Red Cloud / Público-alvo: público em geral

16:00 Teatro Dom Roberto: A Tourada + O Barbeiro - pela Red Cloud / Público-alvo: crianças M/3 anos, famílias, público em geral

17:00 Mamulengo - pela Lafontana Formas Animadas / Público-alvo: crianças M/3 anos, famílias, público em geral

21:30 First Breath After Coma - concerto especial com performance de marionetas

 

12 março 2017

16:00 Trilogia da Mãe Ganso - pelo Grupo de Teatro AEGE / Público-alvo: crianças M/3 anos, famílias, público em geral

Marco Alonso Group lança 2º álbum de originais… "BUSALIK"

O projeto Marco Alonso Group nasceu há mais de uma década. Desde então os músicos Marco Alonso e Helder Luís Pereira têm vindo a desenvolver e a criar uma identidade própria no mundo da música moderna/contemporânea. Difícil de categorizar Marco Alonso Group, trata-se de uma abordagem a um estilo muito próprio de Flamenco Moderno com influências Jazzísticas e novas sonoridades no contexto da World Music.

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Uma fusão contemporânea que facilmente identifica e privilegia a qualidade artística na inovação da composição, arranjos, interpretação, virtuosismo e performances ao vivo. Marco Alonso é um compositor guitarrista que desde cedo persegue a originalidade à sua própria abordagem à Guitarra Flamenca. A evolução e consolidação da sua personalidade musical destaca-se pela riqueza das composições presentes em Marco Alonso Group. Como fundamentos de complemento ao seu estudo no Flamenco, desenvolveu também um vasto trabalho de formação na área Clássica e no Jazz. O grande Maestro De La Guitarra Flamenca Manolo Sanlúcar, José António Rodriguez, Manolo Franco e Paco Serrano são nomes que se destacam na formação de Marco Alonso.

 

Helder Luís Pereira foi conduzindo a sua formação como músico guitarrista partindo da vertente clássica, paralelamente com a envolvência no rock/pop, consolidando mais tarde o seu caminho na formação do Jazz. Sempre acompanhando o seu crescimento com a composição de letras, especializou-se na Guitarra Eletroacústica e Eletrica dando continuidade ao seu estudo na área do Jazz Contemporâneo. A sua pesquisa levou-o a explorar outros instrumentos e sonoridades como o Laúd, Sintetizadores e Harmónica, também presentes nos temas de Marco Alonso Group. Com Marco Alonso na Guitarra Flamenca e Composição, e Helder Luís Pereira na Guitarra Eletroacústica/Sintetizadores, Laúd, Harmónica e Composição de Letras, a Marco Alonso Group juntam-se também Pedro Nobre na Bateria/Percussão, Telmo Gonçalves no Baixo Eléctrico, Tânia Cardoso na Voz, João Fonseca na Guitarra Flamenca, Isabel Rodriguez na Dança Flamenca/Contemporânea, e João Serrano na Imagem.

 

Para lá de toda a qualidade artística, as atuações ao vivo são caracterizadas pela grande cumplicidade entre os músicos, que facilmente envolvem o público nos ambientes heterogéneos criados pelas interpretações e estilos dos vários temas. O complemento dos momentos de tensão e de expectativa com a subtileza melodiosa e espiritual, passando pelas progressões harmónicas inovadoras, uma forte vertente de improvisação e virtuosismo, as riquezas rítmica e dinâmica, a Dança e a Imagem revelam toda a genuinidade e genialidade de Marco Alonso Group. O 1º álbum foi lançado no ano de 2009 e intitula-se "Tu Aroma, Tu Sabor". Toda a composição, produção, arranjos, direção musical e artística, e edição foram da responsabilidade do autor.

 

BUSALIK” é o nome do próximo disco. Trata-se da representação artística da viagem espiritual aliada à maturidade musical que se tem vindo a desenvolver durante os últimos anos. Mantendo a busca da originalidade e a vanguarda dentro do contexto musical contemporâneo, é um trabalho que devolve e renova o Flamenco, a Música Tradicional Portuguesa, o Jazz, a World Music, a música Experimental, o Fado, a Bossa Nova, a Música Clássica, Alternativa,... num mundo personalizado e humano. De referir a presença no Festival Internacional de Flamenco de Lisboa de 2010, no qual partilharam o palco do Teatro Nacional S. Carlos com os grandes Enrique Morente, Cañizares, Miguel de Tena e Família Vargas. Um momento mágico fortemente elogiado pelas várias críticas. Marco Alonso também participou no Festival de Flamenco de Lisboa de 2011, no Coliseu dos Recreios de Lisboa, como convidado especial da bailarina Alejandra Gutkin.

Na véspera do concerto no Lux, Manuel Fúria & os Náufragos lançam vídeo de “Cala-te e Dança”

Na véspera do concerto no Lux, onde irão apresentar “Viva Fúria”, o último álbum editado na passada sexta-feira, 3 de Março, Manuel Fúria & os Náufragos lançam o vídeo do seu mais recente single, “Cala-te e Dança”.

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A compra do disco-bilhete "Viva Fúria” na Fnac ou no dia, à porta do Lux, dá acesso ao concerto que marca o início da digressão deste novo disco.

O vídeo de "Cala-te e Dança” materializa a narrativa da canção pelo olhar de Manuel Fúria e Tiago Brito, o realizador: "Um namoro entre uma rapariga de carne e osso e um manequim de loja, desde o momento em que se conhecem, fruto de um atropelamento fortuito, até ao momento em que se separam, quando a rapariga se cansa da falta de recursos do boneco. Manuel Fúria & os Náufragos vão cruzando a história desse amor.”

Viva Fúria” termina com “Canção Infinita”, em que o músico se assume como um “ladrão”, numa alusão às constantes referências e citações a outros artistas e bandas. Afinal, a homenagem de quem cresceu rodeado de música e que, em “Viva Fúria”, devolve ao mundo a música que o mundo lhe tem dado, agora sob outra forma, com outros acordes e refrões. Ou, como canta, no fecho de “Canção Infinita”, “...a música terminou, mas a canção não acabou."

 

No dia seguinte ao concerto no Lux, a digressão de “Viva Fúria” chega a Coimbra, para um concerto no Salão Brazil:

 

9 de Março 2017 - Lux (Lisboa)

10 de Março 2017 - Salão Brazil (Coimbra)

28 de Abril 2017 - Espaço Grémio (São Pedro do Sul)

29 de Abril 2017 - ACERT (Tondela)

19 de Maio 2017 - Passos Manuel (Porto)

20 de Maio 2017 - PortaOnze (Monção)

27 de Maio 2017 - She (Évora)

 

Daniel Pereira apresenta “Cavaquinho Cantado”

Mais uma edição discográfica da Associação Museu Cavaquinho, dirigida por Júlio Pereira, ocorre no início de 2017. "Cavaquinho Cantado", do Músico Daniel Pereira, continua a evidenciar que o som deste pequeno instrumento pode ser recriado e recontextualizado numa contemporaneidade sempre em mudança.

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Compositor, multi-instrumentista e cantor, Daniel Pereira passou por diferentes realizações musicais do folk ao pop-rock - também como produtor e autor de arranjos -  desde que, aos oito anos, em Braga, o pai lhe ensinou a tocar cavaquinho.

Uma sua apaixonada passagem pela experiência teatral conduziu à consideração da importância da palavra, que confere identidade a um disco em que a voz se alia ao som das cordas vibrantes do instrumento.

Isso mesmo é referido por Júlio Pereira, que, em 1981, pôs todo o país a tocar cavaquinho: "verdadeiramente importante é essa atualização constante de um antigo e quase insignificante instrumento, que justifica a continuação da nossa (da Associação Museu Cavaquinho) iniciativa de editar discos de cavaquinho, agora acompanhado pelo canto, o que não tem sido comum nas suas últimas reatualizações".

Daniel Pereira vai apresentar o disco, que estará à venda a 17 de Março, já este sábado no XIV Festival de Tunas Universitárias na Figuera da Foz.

 

11 de Março 2017 - Casino da Figueira (Figueira da Foz)

17 de Março 2017 - San Sebastián de los Reyes (Madrid)

18 de Março 2017 - Mucientes (Valladolid)

19 de Março 2017 - Teatro San Francisco (León)

24 de Março 2017 - Agro (Braga)

25 de Março 2017 - Teatro Valadares (Caminha)

25 de Março 2017 - Cine Teatro Garrett (Póvoa de Varzim)

“Ceci N'est Pas Un Film”… Dueto Para Maçã e Ovo de Paulo Ribeiro

Não ilustramos um filme... Dialogamos com imagens, imagens com passado mas futuro incerto. Imagens que se vão habitando de gente, de vida, de vivências, de histórias suspensas... Imagens que caminham para o dueto da maçã e do ovo, que sugere a elevação do amor.

Amor que se torna possessivo, exigente, dependente, desesperado, exaltado, sufocante. Amor que derrapa nos fantasmas da negritude da alma, da hiperatividade como forma de exorcizar! Amor, imagem entre o tempo que se arrasta rodopiando sobre si próprio e o dueto que de tanto querer voar, se amarra ao seu próprio chão.

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Autoria Coreografia e Espaço Cénico: Paulo Ribeiro

Colaboração e Seleção de Filmes: Cine Clube de Viseu

Interpretação: Ana Jezabel e João Cardoso

Figurinos: José António Tenente

Desenho de Luz: Cristóvão Cunha

Assistente de Produção e Técnica: Tomás Pereira

Produção: Companhia Paulo Ribeiro

 

Teatro Virginia (Torres Novas)

11 de Março 2016 | 21.30h

Ararur desfiam “Novelo de Lã” no novo Single

Após termos sido transportados a “Abril” em pleno Outono, voltamos a acertar as agulhas temporais com “Novelo de Lã”, caloroso manto jazz que crepita lentamente em suave cama de sopros, percussão e voz harmoniosa – eis o novo single dos Ararur, que continua a estabelecê-los enquanto um dos mais singulares e interessantes projectos do panorama português.

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Este é já o segundo single retirado de “Mielikki”, o mais recente disco do coletivo - uma encantatória coleção de 8 canções em que o intimismo do jazz se cruza com temas marcados por laivos de música portuguesa e world music, numa pacífica comunhão com as raízes e o universo – já disponível em formato físico com o selo da Music For All.

 

“Diz-lhe que Não” de Helena Magalhães…

Num registo irónico e actual, a jornalista Helena Magalhães, apresenta-nos um livro que nos faz reflectir sobre as relações amorosas nos dias de hoje em que as redes sociais marcam o ritmo: as juras de amor são feitas por Whatsapp, os «amo-te» vêm em forma de fotografia pelo Instagram e os ex-namorados e as ex-namoradas dos ex-namorados convivem alegremente no Facebook, assistindo à nossa vida como se de uma novela se tratasse.

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Mas Helena acredita no amor, apesar das relações fast-food que muitas vezes sente na pele. Enquanto homens como o Sem Cojones, o Flash, o Velho, o Poeta ou o Telecomunicações vão passando pela sua vida sem deixar nada para contar a não ser histórias caricatas e, por vezes, inverosímeis, Helena Magalhães quer viver todas as sensações que o amor puder oferece-lhe e nunca vai contentar-se com menos do que isso, porque o amor é mais do que isto e há que dizer «não» até que a vida nos dê a entender que chegou o momento de dizer «sim».

Um «sim» apaixonado, confiante e absoluto.

 

Edição: A Esfera dos Livros

À venda a 10 de março.

Fleet Foxes… de Seattle para o NOS Alive’17

Fleet Foxes a banda que conquistou o panorama da música internacional e atingiu o número 14 na lista dos 50 melhores álbuns de 2008 da Pitchfork, chega ao NOS Alive no dia 8 de julho. O grupo de Seattle sobe ao Palco Heineken para apresentar o seu novo álbum de estúdio “Crack-Up”, com data de lançamento marcada para dia 16 de junho.

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​O terceiro disco da banda, conta com nove canções escritas pelo vocalista Robin Pecknold e vem suceder o álbum de êxito “Helplessness Blues” lançado em 2011. ​“Crack Up” produzido por Pecknold e Skyler Skjelset, foi gravado entre julho de 2016 e janeiro de 2017, onde passou por vários estúdios nos Estados Unidos, incluindo o famoso Electric Lady Studios em Nova Iorque.

O quinteto lançou ontem "Third of May / Ōdaigahara", o primeiro single do novo álbum. O tema conta com quase nove minutos de piano e uma guitarra elétrica de doze cordas.

 

Fleet Foxes juntam-se ao cartaz do último dia aos já anunciados Depeche Mode, Cage The Elephant, Imagine Dragons, Kodaline, Peaches e Spoon.

Oliva Creative Factory organiza 1º edição do Oliva Beer Mind

A Oliva Creative Factory, em S. João da Madeira, organiza entre 31 de março e 2 de abril, o Oliva Beer Mind, um festival apelativo, lúdico, cultural e de entretenimento dedicado exclusivamente à cerveja portuguesa artesanal. Com um modelo único e diferenciado, o evento, organizado pela Câmara Municipal de S. João da Madeira, Oliva Creative Factory e OG&ASSOCIADOS, posiciona-se ainda como uma iniciativa centrada no empreendedorismo cervejeiro e no mundo da "craft beer revolution". Na véspera do evento, dia 30, às 18h30, realiza-se uma visita-degustação à cervejeira Vadia, para mostrar o processo de produção da cerveja ibérica Collab, marca que resulta de uma parceria entre a portuguesa Vadia e a espanhola Yria. A participação nesta visita é gratuita, mas limitada a 30 inscrições.

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Na primeira edição deste festival da cerveja estarão presentes cerca de duas dezenas marcas de cerveja artesanal nacionais, cinco internacionais, duas distribuidoras multimarca estrangeiras e ainda uma representação do Movimento Cervejeiro Canadiano. O evento é uma verdadeira homenagem aos sabores da cerveja artesanal e inclui um atrativo programa cultural e de entretenimento, capaz de reunir diferentes públicos, com streetfood, música, animação permanente, workshops de culinária e uma área pensada exclusivamente para os mais pequenos.

Cerveja Oliva Beer Mind

O evento tem também uma importante vertente dedicada a profissionais, com a realização de workshops e ABFtalks, onde se debaterão temas ligados à economia deste nicho de mercado. Segundo a organização, o objetivo do Oliva Beer Mind é o de promover um evento dinamizador de oportunidades, entre cervejeiros, criativos e o tecido empresarial tradicional. “A partir de um território com ADN criativo, como é o de S. João da Madeira, pretendemos criar valor e expertise industrial  num nicho de mercado que tem assistido a um multiplicar de projetos que se tem consolidado economicamente no mercado e, em alguns casos, em movimentos de exportação” refere. Trata-se de uma área de negócio em crescimento, com a maioria dos projetos a nasceram de situações de desemprego e até de novos rumos que os empreendedores decidem imprimir às respetivas vidas profissionais, e que tem desenvolvido em necessidades de mercado e ativado a sua própria cadeia de valor, criando novas oportunidades e o surgimento de novos players.

A primeira edição do Oliva Beer Mind arranca, no dia 31, com a realização do workshop “Comunicar: meios e estratégias”, seguindo-se às 18h30 a abertura ao público, que terá a possibilidade de conhecer, experimentar e provar as marcas de cerveja artesanal presentes no certame, numa noite com animação garantida pelos Simply Rockers Sound System e pelo Dj Rodrigo da Matta.

No sábado, após o ABFtalks “Maturação/Disrtribuição”, está prevista a atuação de Dj Chico Ferrão, Les Crazy Coconuts, Vurro e Dj A Boy Named Sue, assim como vários workshops e show cookings.

O último dia do evento abre portas às 15 horas e conta no cartaz de animação com Dj Miguel Cepa, Dobro Sound System, Dj Guilherme Barros, enquanto decorre na Oliva Creative Factory atividades na Kids Zone e workshops de cookies. A primeira edição do Oliva Beer Mind encerra às 20 horas.

 

Oliva Beer Mind

31 de Março a 2 de Abril