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Glam Magazine

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U2… 30.º Aniversário de “The Joshua Tree” será celebrado com várias reedições

Para assinalar os 30 anos desde o lançamento do quinto álbum de estúdio dos U2, “The Joshua Tree”, será lançado com o selo da Island Records uma edição especial de aniversário deste disco seminal, a 2 de junho. Juntamente com os 11 temas do alinhamento original do álbum, a edição de colecionador Super Deluxe inclui a gravação ao vivo do concerto que o grupo deu no Madison Square Garden no âmbito da “The Joshua Tree Tour”; raridades e lados B das sessões de gravação do álbum; novas remisturas de Daniel Lanois, St. Francis Hotel, Jacknife Lee, Steve Lillywhite e Flood; um livro de capa dura de 84 páginas de fotografias pessoais inéditas tiradas por The Edge durante a sessão fotográfica no deserto do Mojave em 1986.

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Lançado com uma aclamação universal a 9 de março de 1987, e incluindo sucessos como “With Or Without You”, “I Still Haven’t Found What I’m Looking For” e “Where The Streets Have No Name”, “The Joshua Tree” atingiu o 1.º lugar dos tops de vendas no Reino Unido, EUA, Irlanda e um pouco por todo o mundo, vendendo mais de 25 milhões de cópias e catapultando Bono, The Edge, Adan Clayton e Larry Mullen Jr. do estatuto “de heróis a superestrelas” (“Rolling Stone”). A revista “Time” fez capa com os U2 em abril de 1987, proclamando-os como “Rock’s Hottest Ticket” e durante os 12 meses que se seguiram os U2 protagonizaram momentos icónicos, incluindo terem parado o trânsito em Los Angeles quando rodaram o vídeo de “Where The Streets Have No Name” no terraço de uma loja de bebidas de Los Angeles, ou terem sido premiados com um BRIT Award e dois Grammys – incluindo o de Álbum do Ano – os primeiros de um total de 22 até à data; além do regresso triunfante a casa com quatro concertos inesquecíveis em Belfast, Dublin e Cork no verão de 1987.

“The Joshua Tree” foi produzido por Brian Eno e Daniel Lanois. As gravações tiveram lugar em Dublin, no Windmill Lane Studios, e em Danesmoate, casa que mais tarde veio-se a tornar a residência de Adam Clayton. O alinhamento original de “The Joshua Tree” inclui as canções: “Where The Streets Have No Name”, “I Still Haven't Found What I'm Looking For”, “With Or Without You”, “Bullet The Blue Sky”, “Running To Stand Still”, “Red Hill Mining Town”, “In God's Country”, “Trip Through Your Wires”, “One Tree Hill”, “Exit” e “Mothers Of The Disappeared”.

 

A digressão “The Joshua Tree Tour 2017” arranca em Vancouver a 12 de maio de 2017, seguindo por vários estádios pela América do Norte e Europa, tendo já esgotado dois concertos no Estádio de Twickenham, a 8 e 9 de julho, que se realizam pouco antes do concerto na cidade natal de Dublin, a 22 de julho, no Croke Park.

14º Festival Internacional de Jazz de Portalegre… Ballrog

Está de regresso um dos mais importantes Festivais nacionais de Jazz e de Música Improvisada. Dividido por dois fins-de-semana, o Portalegre JazzFest, que vai já na sua 14ª edição, traz-nos nomes como Ken Vandermark agora em quarteto com os Shelter, os portugueses Pedro Sousa e Gabriel Ferrandini em formato PeterGabriel e, da Noruega, chega o aclamado trio Ballrogg ou ainda o colectivo Friends and Neighbours que lançou recentemente “”What´s Wrong” pela etiqueta portuguesa Clean Feed records.

A Noruega, centro nevrálgico do jazz europeu por estes dias, ganha assim especial destaque na edição de 2017, na cidade mágica de Portalegre, onde o Jazz e a Musica improvisada ganharam uma nova morada desde a primeira edição, em 2003.

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Num tempo de misturas de linguagens musicais, o trio Ballrogg não só está em linha com a tendência geral como leva esta a desfechos que, expostos em papel, parecem improváveis. A música tocada por Klaus Ellerhusen Holm, Roger Arntzen e David Stackenäs pode ser descrita como a combinação do tipo de jazz elaborado, mas aberto, cunhado por figuras históricas como Eric Dolphy e Paul Bley, com a new music não-linear e indeterminista de um Morton Feldman e aquilo a que se convencionou chamar de Americana, associando em si folk, country e blues.

Todas estas referências vêm do outro lado do Atlântico, mas juntas, e da maneira como as ouvimos, têm o traço distintivo da música criativa que nos dias de hoje está a ser praticada na Escandinávia – tanto assim que ninguém mais no mundo poderia fazer com que algo assim de tão bizarro resultasse tão natural. Não surpreende, aliás, que um dos discos deste grupo tenha como título “Swedish Country”. Mas há mais nos temas dos Ballrogg para além destas coordenadas, evitando a formulação de uma simples receita pronta a ser indefinidamente reproduzida: algumas situações musicais têm um formato neoclássico, lembrando os Clogs, e outras ganham uma dimensão eletroacústica com características ambientais e de paisagismo sonoro que nos remete para Philip Jeck. Um dos saxofonistas / clarinetistas mais incaracterísticos da atual cena nórdica do jazz e da música improvisada, Klaus Ellerhusen Holm lidera os seus próprios grupos KHK (Klaus Holm Kollektif) e Honest John, e integra os Murmur e o Large Unit de Paal Nilssen-Love, colaborando ainda com improvisadores de vocação experimental como Axel Dorner, Jim Denley e Ingar Zach, entre outros, e compondo música de câmara.

Membro do inovador trio de piano In the Country, o contrabaixista Roger Arntzen tem-se feito notar em projetos que colocam o jazz em relação com outras músicas, como a banda de “quase-rock” Chrome Hill ou as suas parcerias com personalidades do peso de Marc Ribot, BJ Cole, Terry Day, John Russell e Sidsel Endresen, entre outros.

 

Um dos grandes responsáveis da descolagem da música livremente improvisada do adjetivo “não-idiomática” que lhe foi dado, David Stackenäs introduziu o vocabulário do country e dos blues na sua forma de tocar a guitarra. Isso fez com que também começasse a utilizar diferentes guitarras acústicas ao lado de músicos como em formações como Martin Küchen e Mats Gustafsson. 

 

Klaus Ellerhusen Holm saxofones, clarinete & field recordings / Roger Arntzen contrabaixo / David Stackenäs guitarra

 

Programa:

23 Março 2017 - PeterGabriel (pelas ruas de Portalegre)

24 Março 2017 – Sheter (CAE Portalegre) / After hours: PeterGabriel

25 Março 2017 - João Hasselberg/Pedro Branco (CAE Portalegre) / After hours: PeterGabriel

31 Março 2017 – Ballrogg (CAE Portalegre) / After hours: Party Knüllers

1 Abril 2017 - Friends and Neighbors (CAE Portalegre) / After hours: Party Knüllers

Há Fado No Cais… com Filipa Cardoso

Filipa Cardoso nasceu no Alto do Pina mas, rapidamente, se deixou conquistar por Alfama. Com apenas 15 anos, atuou, pela primeira vez, na famosa “Taverna do Embuçado” e foi imediatamente contratada. É, de seguida, convidada para cantar na célebre “Taverna D’El Rey” e, com os seus 16 anos, cantava já em duas casas de fado típicas de Alfama.

GLAM - Filipa.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

Apesar do seu enorme sucesso, a fadista fez uma pausa de 9 anos na sua carreira por ter dificuldade em conjugar a felicidade da sua juventude com a tristeza que alguns fados carregam. Esta pausa, contudo, serviu somente para preparar um regresso mais forte.

Em 2004 ganhou a “Grande Noite do Fado” e voltou a marcar presença em grandes casas de fado como o “Faia”, o “Clube de Fado” e o “Sr. Vinho”. Em 2015 ganhou, com a peça Teatro Fandanga, do Teatro Praga, o Globo de Ouro de “Melhor Peça/Espetáculo”. Este ano lança o seu novo CD.

 

Centro Cultural de Belém / Pequeno Auditório (Lisboa)

17 de Março 2017 | 21.00h

Conjunto Corona, Ded Rabbit, Keso, The Japanese Girl e JP Simões em Março no Plano B

Vai ser assim o mês de março no Plano B…  Conjunto Corona,  tocará o seu mais recente disco Cimo de Vila Velvet Cantina e não só, em mais uma daquelas actuações que lhes valem um estatuto de culto pouco comum no panorama nacional um concerto que vai ter vários convidados a subirem ao palco.

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Ded Rabbit, são uma das bandas mais promissoras do indie rock do Reino Unido! Possuindo um toque de funk e letras originais, as suas músicas apresentam um som distintivo e altamente audível.  Os seus espetáculos ao vivo são bastante dinâmicos e poderosos. Keso, nome artístico, ou Marco Ferreira é um músico e DJ da Cidade do Porto que conta já com três discos de originais no seu repertório Raios Te Partam (2003), O Revólver entre as Flores (2011) e o mais recente KSX2016, Keso é um artista de detalhe que dificilmente torna uma prestação de sua responsabilidade em algo meramente banal. Colecionador de música e de experiências pelo mundo fora este é uma referência da cidade e da sua cultura com marcas consolidadas no âmbito do hip-hop nacional e do spoken word. The Japanese Girl são uma banda de Penafiel, formada no final de 2013 por Bruno Sousa, Corinna Sousa e Emanuel Cunha. Começaram por usar duas guitarras (fetisch vintage), órgãos, caixas de ritmos vintage, ecos de fita, o que imediatamente despoletou num som cru e poderoso, algures entre o garage rock e o psych lo-fi.  JP Simões apresenta o seu mais recente projecto, Bloom é o nome da mais recente aventura musical do cantor e compositor português  e “Tremble like a Flower” é o seu primeiro disco. São dez temas tensos e luminosos que, a partir de uma base intimista e de escrita confessional, se vão abrindo em paisagens electrizantes e feéricas, algo que começa por desenhar uma viagem interior e sai a sobrevoar o mundo. 

 

10 de março 2017 - Conjunto Corona

17 de março 2017 - Ded Rabbit

18 de março 2017 - Keso

24 de março 2017 - The Japanese Girl

25 de março 2017 - JP Simões / Bloom

Local Natives apresentam novo álbum dia 7 de julho no palco Heineken do NOS Alive'17

Os norte-americanos Local Natives são a mais recente confirmação para o NOS Alive’17. A banda de Silver Lake irá apresentar dia 7 de julho no Palco Heineken o mais recente longa duração “Sunlit Youth", editado no passado mês de setembro.

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photo: Renata Raksha

 

A banda que se apresentou ao público como Local Natives, em 2009, com o álbum “Gorilla Manor”, alcançou rapidamente a atenção da crítica e do público ao entrar para a terceira posição da tabela “New Artist Chart” da Billboard 200. Em 2013 seguiu-se o segundo disco de originais “Hummingbird”, que veio confirmar o talento e energia do quinteto liderado por Taylor Rice.

Sunlit Youth” é o terceiro disco da banda e será apresentado em Portugal dia 7 de julho no Palco Heineken do NOS Alive.

Após esgotar três noites na Gulbenkian, António Zambujo apresenta novo disco nos Coliseus

Após esgotar por três noites consecutivas o Grande Auditório da Fundação Calouste Gulbenkian, António Zambujo apresenta "Até Pensei Que Fosse Minha" nos Coliseus do Porto e Lisboa, a 16 e 24 de Junho, respectivamente. Os bilhetes já se encontram à venda nos locais habituais.

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"Até Pensei Que Fosse Minha" é o sétimo álbum de estúdio editado por António Zambujo, um disco especial, de tributo a Chico Buarque, que é agora apresentado ao vivo, numa digressão que, em paralelo às duas dezenas de concertos em Portugal, visita territórios internacionais, como Espanha, França, ou o Reino Unido, que o recebe, uma vez mais, em Londres.

A digressão começou no Brasil, no fim de 2016, com concertos no Rio de Janeiro, Porto Alegre e São Paulo, integrados pelos jornais "O Globo" e "A Folha de São Paulo" nos seus Top 10 de melhores concertos do ano. Em Portugal, "Até Pensei Que Fosse Minha" já chegou à marca de platina e mantém-se no top de discos mais vendidos desde o seu lançamento.

 

10 de Março - Teatro Municipal da Guarda (Guarda)

1 de Abril - Teatro Micaelense (São Miguel - Açores)

6 de Abril - Teatro Vila Real

8 de Abril - Cineteatro Alba (Albergaria-a-Velha)

15 de Abril - Teatro das Figuras (Faro)

21 de Abril - Cadogan Hall (Londres)

22 de Abril - Teatro Cinema de Fafe

23 de Abril - Cine Teatro Avenida (Castelo Branco)

25 de Abril - Theatro Circo (Braga)

6 de Maio - Teatro Virgínia (Torres Novas)

12 de Maio – Casino da Póvoa de Varzim

13 de Maio - Arena d'Évora

27 de Maio - Centro de Congressos de Arade (Lagoa)

9 de Junho – Casino de Chaves

10 de Junho - Convento de São Francisco (Coimbra)

16 de Junho - Coliseu do Porto (Porto)

24 de Junho - Coliseu dos Recreios (Lisboa)