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Glam Magazine

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Britânicos TOY deram tiro certeiro no Hard Club (Reportagem)

A banda britânica TOY apresentou na passada quarta-feira o seu mais recente trabalho discográfico no Hard Club, no Porto. “Clear Shot” é o terceiro álbum do grupo de Brighton, em Inglaterra, e foi editado em outubro de 2016. Perante uma sala composta, Tom Dougall e companhia percorreram um pouco de todo o seu reportório rock, que se aproxima sempre de uma tonalidade psicadélica e com cheiro a “shoegaze”.

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A primeira parte ficou a cargo dos portugueses Toulouse. Sem demoras, desvendaram algumas das faixas que compõem o seu disco de estreia “Yuhng”, lançado em 2016. A timidez saudável dos membros do grupo de Guimarães em palco deixou o público mais descontraído com a apresentação de uma das bandas nacionais em ascensão.

Antes dos donos da noite atuarem, os vimaranenses deixaram mostrar todo o lado vibrante e relaxado do seu “surf rock” melódico. Com melodias incapazes de deixar os presentes parados, saciaram as medidas dos mais assíduos que se encontravam no espaço portuense. De salientar a música “Battery” e a mais reconhecível “Juniper”, que já roda nas rádios do país.

 

Sem demoras, os membros dos TOY tomaram as suas posições em palco. Agradando à maioria, tocaram faixas de todos os seus álbuns editados em estúdio, em que reinou o equilíbrio no número de músicas de “TOY” (2012) e “Clear Shot” (2016). Sem grandes palavras para o público, a banda mostrou apreço pelos que se deslocaram para os ouvir. A postura estática do vocalista deu uma certa profundidade ao que este entoava, sempre com os olhos fixos na plateia. Já o baixista irrequieto acompanhava as batidas fortes e sintetizantes das suas canções, dando movimento ao que se passava em palco.

Apesar do concerto ter permanecido muito igual no seu decorrer em termos visuais, cada música enchia o Hard Club com a sua disparidade eletrizante. Os TOY ganharam um som muito próprio com este novo “Clear Shot” e as comparações com outras bandas do género já não são possíveis. Se já eram uma frescura para os sons proveniente do Reino Unido, agora confirmam a sua grandeza. Certamente, o grupo britânico não brincou em serviço.

 

Setlist:

Fall Out of Love

II’m Still Believing

Kopter

Fast Silver

Colours Running Out

Clear Shot

Clouds That Cover the Sun

Left Myself Behind

Another Dimension

Motoring

Dream Orchestrator

My Heart Skips a Beat

Join the Dots

Encore: Dead & Gone

 

Reportagem: Catarina Nascimento

Young Fathers, Andy Shauf, You Can't Win, Charlie Brown e Mão Morta no Vodafone Paredes de Coura

O trio de Edinburgo Young Fathers tem seguido uma trajectória muito própria com a sua combinação única de R&B, rap e pop, onde também vai cabendo o rap alternativo, o indie pop e até a música electrónica. Formado em 2008, durante a adolescência dos seus membros, e depois de passar por várias metamorfoses, o grupo gravou “Inconceivable Child... Conceived”, “Tape One” e “Tape Two” e começou a construir uma impressionante reputação enquanto banda ao vivo. “Death” chegou em 2014 com uma fusão de ritmos inventivos e corajosos e letras incisivas que lhes valeu o Mercury Prize, prémio que arrecadaram vencendo uma concorrência consideravelmente mais conhecida. “White Men Are Black Men Too” foi editado no ano seguinte e mostrou-se mais experimental que o seu antecessor. A mais recente contribuição do trio escocês é “Only God Knows”, música punk-gospel que faz parte da banda sonora de T2 – Trainspotting.

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Igualmente interessado por música desde a adolescência, o canadiano Andy Shauf foi autodidata a aprender guitarra, bateria, piano e qualquer outro instrumento com o qual se cruzasse. As músicas que escreveu e gravou na cave da casa dos pais acabaram por se transformar em “Darker Days” (2009), trabalho ao qual se seguiu “Bearer of Bad News”, o registo com folk e pop sofisticados, editado em 2012, reeditado em 2015, e bem recebido pela crítica. O trabalho seguinte seguiu um processo semelhante na sua construção com Shauf a preferir gravar cada instrumento e arranjo ele próprio. O resultado é “The Party”, uma detalhada pérola pop para ver ao vivo na Praia Fluvial do Taboão.

Fundados em 2009 por Afonso Cabral, Salvador Menezes e Luís Costa, os portugueses You Can’t Win, Charlie Brown passaram rapidamente a sexteto com a entrada de David Santos, Tomás Franco de Sousa e João Gil. O homónimo EP de estreia abriu caminho a “Chromatic”, o primeiro LP da banda que a apresentou como projecto de linguagem musical definida e a levou a paragens dentro e fora do país. Seguiu-se “Diffraction/Refraction”, em 2014, e, quase três anos depois, regressaram com “Marrow”, o terceiro álbum de originais onde as tendências folk e as guitarras deram lugar a uma sonoridade mais eléctrica e dançável.

Reconhecida como umas das mais importantes bandas na cena rock portuguesa, os Mão Morta marcaram a sua posição desde o início, em 1985, com sons alternativos de experimentação, letras sombrias e uma intensidade e humor negro bastante característicos. Do rock ao punk, metal, industrial e experimental, a sonoridade dos Mão Morta pode ser difícil de categorizar, mas o seu lugar na história da música portuguesa está bem definido. À 25ª edição do Vodafone Paredes de Coura trazem a celebração dos 25 anos da edição de “Mutantes S.21”, lançado em 1992. O quarto álbum dos bracarenses, considerado por muitos o melhor do grupo, foi responsável, entre tantos outros temas, por "Budapeste (Sempre a Rock & Rollar)", um dos mais conhecidos da mítica banda.

 

Young Fathers, Andy Shauf, You Can’t Win, Charlie Brown e Mão Morta juntam-se aos já confirmados Foals, At the Drive-In, Nick Murphy (Chet Faker), Beach House, Future Islands, Ty Segall, Foxygen, Benjamin Clementine, BadBadNotGood, !!! (Chk Chk Chk), Car Seat Headrest, Beak>, Ho99o9, Moon Duo, Sunflower Bean e Manel Cruz, na 25ª edição do Vodafone Paredes de Coura.

Barrio Populo em Portugal de 13 a 17 Março

Os franceses Barrio Populo vão passar por Portugal para algumas datas. Março é o mês da francofonia e os franceses Barrio Populo passam por Portugal. Desde 2008 que Barrio Populo conta com mais de 600 concertos e em Outubro de 2016 editou o terceiro disco, “Géographie du Hasard”.

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A liberdade, a alegria, chorar e gritar por amor: Barrio Populo quer expressar esta vida apaixonada através da música generosa e energética. Os oito jovens músicos moldaram as suas influências para criar uma sonoridade própria

Victor Coulomb na guitarra e voz; Maxence Melot nas guitarras e vozes; Thomas Carricondo no baixo; Arthur Parmentier na bateria e vozes; Thomas Pero nas percussões e vozes; Yoann Aujard nos teclados e vozes; Antoine Guirimand no trombone e Anthony Tournier no trompete e vozes

 

13 Março de 2017 | 18h30 - Assembleia de Guimarães (entrada livre)

14 Março de 2017 | 18h30 - Alliance Française do Porto (entrada livre)

15 Março de 2017 | 22h00 - Convento São Francisco (fête de la francophonie) (Coimbra)

16 Março de 2017 | 22h00 - Teatro Municipal da Guarda (café concerto / entrada livre)

17 Março de 2017 | 21h00 - Escola Secundária de Estarreja / Semana da Francofonia (entrada livre)

“Melodrama” é o novo álbum de Lorde…

Depois do regresso triunfante de Lorde com o novo single “Green Light”, a cantora revela que o seu segundo álbum de estúdio, “Melodrama”, será lançado no próximo dia 16 de junho.

Green Light” tornou-se rapidamente um fenómeno em todo o mundo, tornando-se um dos temas mais partilhados no Facebook e Instagram, sendo que só no Twitter gerou 2 mil milhões de impressões nas primeiras 24 horas. O tema alcançou imediatamente o top 40 de airplay de rádio nos EUA e tornou-se num dos mais tocados na BBC Radio 1, no Reino Unido. Em apenas uma semana, o tema ultrapassou os 12 milhões de streams e o vídeo até ao momento já soma mais de 18 milhões de visualizações no YouTube. Este regresso de Lorde pôs o mundo inteiro a falar de si, desde Diplo a Katy Perry, passando por Taylor Swift, Halsey, Charlie XCX e até ao ator Aaron Paul (da série “Breaking Bad”), que fez questão de elogiar esta nova canção e o respetivo vídeo nas suas redes sociais.

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Em 2013, a jovem de 16 anos Lorde confirmou-se calmamente, mas com confiança, como a voz de uma geração com o seu álbum de estreia, “Pure Heroine”. O álbum atingiu a marca de tripla platina, vendendo mais de 4 milhões de discos em todo o mundo, além de ter sido premiado com dois prémios Grammy e um prémio BRIT. Do álbum foram ainda retirados os singles “Royals” (um sucesso internacional que foi sete vezes platina) e “Team” (quádrupla platina).

 

Lorde fez também a curadoria da banda sonora oficial do filme “The Hunger Games: A Revolta – Parte 1” e gravou o tema “Yellow Flicker Beat” como o single principal. No ano passado, foi pessoalmente convidada pela família de David Bowie a atuar no tributo que foi feito ao músico na edição de 2016 dos BRIT Awards. Tendo sido descrita pelo próprio David Bowie como “o futuro da música”, Lorde tem provado ser isso mesmo e muito mais.

Luis Represas… O regresso aos discos

Chama-se “Se Achas Que Sim” e é um tema de autoria de Luis Represas. A celebrar 40 anos de carreira, o novo single de Represas anuncia a chegada do novo trabalho de originais que será editado depois do Verão.
Se Achas Que Sim” contou com a produção de Fred e B Fachada e, numa canção que recupera o brilho inconfundível de um dos grandes nomes da música portuguesa.

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Um regresso muito aguardado. Sobre o novo single, escreveu…

“Na vida, nas relações, sejam elas de que tipo forem, há que mostrar que estamos disponíveis sem lados negros insinuantes ou intenções duvidosas. E que as coisas são como são sem segundas intenções. Está ali tudo. Agarrar ou não, entender ou não, é uma opção. A respeitar. Por isso...se achas que sim...então está certo!”

 

Vaarwell… Apresentação do primeiro disco “Homebound 456”

Os Vaarwell são uma banda de indie pop nascida em Lisboa em finais de 2014. O EP de estreia, “Love and Forgiveness”, saiu em 2015 e chamou à atenção de imprensa nacional e internacional, tendo o vídeo do single, “Perfectly Fine”, sido estreado no site norte-americano Stereogum.

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O single “Branches” foi ainda escolhido por Henrique Amaro para integrar a coletânea Novos Talentos FNAC nesse ano.

A banda apresentará agora o seu primeiro disco de longa duração, “Homebound 456”, no Pequeno Auditório do CCB, no dia 16 de março. Neste concerto, o trio será acompanhado por dois músicos convidados

 

Centro Cultural de Belém / Pequeno Auditório (Lisboa)

16 de Março 2017 | 21.00h

“Não me esperes de Volta”… O novo single de Raquel Tavares

O novo single de apresentação de “Raquel”, “Não me esperes de volta” conta com letra de Paulo Abreu Lima e música de António Zambujo, faz parte do terceiro disco de originais de Raquel Tavares lançado em Maio de 2016, depois do sucesso do tema “Meu Amor de Longe”, que foi o single de apresentação do álbum e que tocou em todas as rádios nacionais.

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O vídeo do novo single “Não me esperes de volta”, denso de tantas imagens que marcam alguém que viveu um amor incompleto, ilustra bem a nostalgia e determinação de quem, muito apaixonado, se cansou de esperar e, finalmente, conquista o amor próprio.

Raquel Tavares, uma das mais importantes e consistentes vozes do Fado contemporâneo, faz a sua grande estreia em nome próprio nas duas mais emblemáticas salas portuguesas, os Coliseus, já no próximo mês de abril. A fadista apresenta dia 21 no Coliseu de Lisboa e dia 22 no Coliseu do Porto, o seu disco “Raquel”.

Rodrigo Leão e Scott Matthew apresentam-se no Theatro Circo

Rodrigo Leão, um dos mais aclamados compositores portugueses, regressa ao Theatro Circo já este sábado, dia 11 de março e desta vez não virá sozinho – será Scott Matthew quem o acompanhará para juntos apresentarem o álbum “Life is Long”.  Para este trabalho, Rodrigo Leão encarregou-se da composição e produção enquanto Scott Matthew criou as letras, melodias e voz. O público português tem aqui a oportunidade para escutar as orquestrações e harmonias por ambos criadas na sala principal do Theatro Circo.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Os dois músicos cruzaram-se pela primeira vez aquando da gravação do álbum “Montanha Mágica” que conta com a voz de Scott Matthew na música “Terrible Dawn”. É a partir daqui que surge a ideia de criarem um projeto em conjunto que conseguisse retratar os relacionamentos que as pessoas vão criando e desfazendo durante uma vida.

Depois de apresentarem “Life is Long” nos Coliseus de Lisboa e Porto, entre outros espetáculos, é a vez do Theatro Circo, uma sala conhecedora da harmonia de Rodrigo Leão e vice-versa, que resultará num resultado surpreendente. A música intimista que os dois desenvolveram terá certamente o melhor dos ouvidos em Braga.

Novas colecções DVD… Asghar Farhadi & Xavier Dolan já disponiveis

“O vendedor”, o último filme do realizador iraniano Asghar Farhadi, vencedor do Óscar de Melhor Filme Estrangeiro, integra esta nova colecção Asghar Farhadi com os dois filmes anteriores do cineasta: “Uma separação” - Óscar de Melhor Filme Estrangeiro e “O Passado” - Prémio de Melhor Actriz no Festival de Cannes).

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"Tão Só o Fim Do Mundo”, o mais recente filme de Xavier Dolan, venceu o Grande Prémio do Festival de Cannes, bem como os Césares de Melhor Actor, Melhor Realizador e Melhor Montagem. Faz parte da nova colecção Xavier Dolan com os últimos filmes do realizador: “Amores Imaginários” (Quinzena dos Realizadores), “Laurence Para Sempre” (Festival de Cannes), “Tom Na Quinta” (Festival de Veneza) e “Mamã” (Prémio do Júri no Festival de Cannes).

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As duas novas colecções DVD, editadas pela Alambique, já estão disponíveis nas lojas.

Banda Sonora de “A Bela e o Monstro” chega hoje às lojas

Chega hoje às lojas a banda sonora de “A Bela e Monstro”, adaptação do clássico de animação da Disney, protagonizado por Emma Watson e Dan Stevens. Do álbum faz parte uma nova versão da icónica canção “Beauty and the Beast”, agora interpretada em dueto por Ariana Grande e John Legend.

Em Portugal, a banda sonora contará com 13 canções do filme interpretadas em português e outras 3 em inglês, entre elas a referida “Beauty and the Beast” por Ariana Grande e John Legend. Esta balada encantadora, originalmente interpretada por Céline Dion e Peabo Bryson, composta pelos oscarizados Alan Menken(responsável pela melodia) e Howard Ashman (autor da letra inesquecível), foi premiada com um Óscar, um Globo de Ouro e um Grammy aquando do seu lançamento, em 1991.

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A nova versão desta canção clássica foi produzida pelo veterano, já premiado nos Grammys, Ron Fair, cuja carreira se prolonga há 37 anos como diretor de grandes editoras, produtor reconhecido, arranjador, engenheiro de som e diretor musical. Fair é responsável pelo lançamento de carreiras de artistas como Christina Aguilera ou os Black Eyed Peas.

"Colocar-me no lugar de um clássico premiado com um Óscar e um Grammy não é tarefa fácil. Mas com dois dos maiores cantores da atualidade – John Legend e Ariana Grande – regressamos à canção com um tratamento moderno que mostra a alma e o poder que uma grande melodia e uma grande letra podem inspirar", diz Ron Fair. O vídeo desta nova versão de “Beauty and the Beast” foi realizado por Dave Meyers, um visionário que já colaborou com grandes artistas como P!nk, Janet Jackson, Ice Cube, Britney Spears e Katy Perry, tendo já sido premiado com um Grammy e 11 MTV Video Music Awards. Recentemente, realizou o vídeo de “Just Like Fire”, de P!nk, tema da banda sonora do filme “Alice Do Outro Lado do Espelho”.

Alan Menken compôs novamente a banda sonora, com novas gravações das canções originais escritas por si e Howard Ashman. Fazem ainda parte da banda sonora três novas canções compostas por Menken e o veterano letrista Tim Rice, premiado com três Óscares.

Luiz Caracol… Álbum " Metade e Meia" à venda hoje dia 10 de Março

Três anos depois de “Devagar”, o seu disco de estreia a solo, “Metade e Meia” é o novíssimo álbum do cantautor português Luiz Caracol e o culminar de uma maturada viagem sonora, lírica e musical que se deve ao seu percurso a solo mas nunca solitário.

Fez centenas de concertos com Sara Tavares como artista convidado e colaborou também com nomes como Jorge Palma, Zeca Baleiro, Manecas Costa, Fernanda Abreu, Uxía ou Tito Paris.

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Nascido em Portugal, mas gerado em Angola, Luiz Caracol sempre assumiu na sua música e nas suas letras um fortíssimo lado mestiço, em que a obra dos grandes cantautores portugueses (Sérgio Godinho, Fausto, Zeca…) encontra ecos em grandes nomes da canção brasileira (Caetano Veloso, Gilberto Gil, Lenine…), cabo-verdiana, angolana, moçambicana ou da Guiné-Bissau, assim como no funk, no rock ou no reggae. “Metade e Meia” reflecte não só esta mestiçagem de Luiz Caracol e da sua música, como toda a mistura de influências que em si se encontram. Neste segundo trabalho continuam a poder encontrar-se muitos destes elementos que o caracterizam e caracterizam a sua maneira de fazer música, em que as texturas e as sonoridades de uma Lisboa marítima, portuária e mulata se misturam com as palavras e as histórias de Luiz Caracol, assim como as de outros parceiros autorais como Zeca Baleiro, José Luís Peixoto, Fred Martins, Fernando Terra, Edu Mundo, Paulo Flores ou Biru (A.F. Diaphra).

Em estúdio, para a gravação do disco, estiveram com ele alguns novos cantores e autores luso-africanos que falam português e crioulo - Aline Frazão, Remna Schwarz (filho do lendário compositor guineense José Carlos Schwarz), Biru e o escritor José Luís Peixoto, que não canta mas dá voz a parte do seu poema “Tempo”, a faixa escondida do álbum). E músicos de enorme qualidade que, ao lado de Luiz Caracol (voz, guitarras, cavaquinhos, percussões, baixo, bandolim, kalimba, guitalele, glockenspiel, synth pad…) reflectem também uma diversidade de géneros assinalável: Ivo Costa (bateria), Miroca Paris (percussões), Carlos Lopes (acordeão), Ruca Rebordão (percussões), Diogo Santos (órgãos Hammond, Rhodes, Moog e Wurlitzer, piano e synth pad), Tomas Rosberg (guitarra eléctrica), Ciro Bertini (acordeão), Diogo Duque (trompete), Gonçalo Pimenta (loops), Paulo Soares (bulbul tarang) e Sandra Martins (violoncelo). E, nos coros, António (TC) Cruz, Ricardo Oliveira Alves, Patrícia Antunes e Patrícia Silveira.

 

Apresentando também uma importância cada vez maior das palavras que são cantadas por Luiz Caracol - pela primeira vez na sua carreira, muitas das letras deste álbum precederam a composição musical -,“Metade e Meia”, com edição marcada para dia 10 de Março pela Ampla Portugal, tem já dois singles a rodar nas rádios, “Por Acaso”, e “Falhou na Dança”.

Ao vivo, o álbum está a ser apresentado em concertos - e showcases nas FNACs

Pedro Melo e a passagem à idade adulta em “Time To Grow”

Crescer tem que se lhe diga...

Dúvidas, temores e responsabilidades que temos que acatar enquanto nos despedimos do mundo que conhecemos. É um sentimento bem repercutido por “Time to Grow”, o novo single de Pedro Melo, delicada composição indie folk que nos traz à memória o cancioneiro de Passenger ou Damien Rice.

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Depois de “Pete, The Little Giant”, este é já o segundo single retirado de “The Storyteller”, o registo de estreia do cantautor bracarense que já se encontra disponível para escuta nas principais plataformas digitais.

“TOP - Tesouros de Origem Portuguesa” de Fortunato da Câmara

Sabia que na ilha da Madeira existe uma plantação de mangas de sabor celestial pousada no sopé de uma escarpa com 400 metros? Ou que na região norte de Portugal é possível encontrar mini-kiwis sem pele que se comem como uvas, enquanto na Beira Interior cresce o verdadeiro açafrão, plantado por um casal entusiasta! No Alentejo há um citrino japonês de eleição, e no Algarve pode saborear-se um iogurte de cabra serrana que faz as delícias de qualquer um... É uma viagem à descoberta de produtos gastronómicos TOP - Tesouros de Origem Portuguesa que se faz também por sabores tradicionais como o bacalhau de cura amarela, os pastéis de Tentúgal, as carnes regionais, os enchidos à base de porco, legumes esquecidos ou pouco conhecidos como a cherovia, o calondro ou o limão «galego» dos Açores, e sem perder de vista sabores certificados com distinção como a meloa de Santa Maria, ou frutos à beira da extinção como as maçãs do Minho e o pêssego rosa de Colares.

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Fortunato da Câmara, conceituado crítico gastronómico, leva-nos num roteiro apaixonante e delicioso em busca de alimentos TOP que nos revelam um lado pouco conhecido da nossa gastronomia - uma das maiores riquezas de Portugal. Deixe-se guiar através de produtos certificados pouco divulgados ou que deveriam ter mais reconhecimento, descobrindo pequenos produtores que saindo da tradição produzem pequenas iguarias que merecem a nossa atenção. Além da história destes produtos, o autor explica-nos como saboreá-los e apreciá-los em "Momentos TOP". Um livro que nos apresenta “tesouros gastronómicos” que desconhecemos, e alguns que se podem perder se não explorarmos novos sabores e consumirmos de modo mais abrangente... “arriscando” em coisas diferentes!

 

Edição: A Esfera dos Livros

À venda a 10 de março

Camélias em Festa no Parque de Serralves

Antecipando a chegada da primavera, o Porto volta a transformar-se na Cidade das Camélias entre os dias 4 a 11 de março, dedicando uma semana repleta de atividades àquela que é por muitos considerada a "Rainha das flores".

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O Mercado da Camélia surge com a necessidade de valorizar a planta camélia como património biológico e cultural. Com o propósito de fomentar o conhecimento das cultivares de origem portuguesa, viveiristas e horticultores são convidados a estar presentes. Outras manifestações artísticas, literárias e gastronómicas, que se desenvolvem em torno da mesma, são igualmente acarinhadas e incentivadas.

 

Parque de Serralves (Porto)

11 de Março 2017 | 10.00h às 18.00h

BONG em Lisboa, Coimbra e Porto em Maio…

Reis dos mantras soturnos, os britânicos BONG regressam a Portugal para uma sessão cerimoniosa a três tempos. As homilias acontecem em Lisboa, Coimbra e Porto.

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BONG, britânicos pródigos em torrentes de doom em formato mantra e sessões meditativas para o corpo turvando a mente com frequências sonoras negras, regressam a Portugal de 18 a 20. A banda de Newscastle aterra em Portugal para reapresentar o seu doom meditativo em concerto, retomando actividade para três concertos exclusivos em Portugal, de Sul a Norte do país, e para dar nova vitalidade ao disco editado em 2015, “We Are, We Were and We Will Have Been”.

 

O primeiro concerto acontece na Galeria Zé dos Bois, a 18 de Maio, sendo que os BONG sobem em latitude para actuar em Coimbra no dia seguinte. A 20 de Maio, recebe-os o Understage do Teatro Municipal do Porto - Rivoli.