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Glam Magazine

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Riding Pânico… Apresentação de “Rabo de Cavalo”

É já esta quinta feira que os Riding Pânico apresentam no Musicbox o seu mais recente disco “Rabo de Cavalo”. Paulo Cecílio recorda como começou a aventura da banda no longínquo ano de 2004… ”Pensar que tudo começou numa incendiária tarde de 2004 é um exercício que tanto tem de nostálgico como de fútil. Se, por um lado, dá um certo gozo notar que foi daqui que brotaram dezenas de experiências no underground português, quer pela sua influência, quer pela sua própria mão, por outro os Riding Pânico não se detiveram nunca naquilo que já foi, e sim naquilo que pode ser no presente.

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Daí a distância que vai entre um disco e o outro, sendo Rabo de Cavalo “apenas” o terceiro da sua carreira. A música dos Riding Pânico, supergrupo no inverso (já que os seus membros se tornaram, grosso modo, “super” a partir de projectos posteriores) não se delimita pelo tempo, e sim pela ideia; não é arbitrária, volátil, e sim fusão da velocidade de uma faísca com a vontade eléctrica de se ser, para sempre, como naquela tarde em que um grupo de amigos procurou o que não encontrava em mais lado algum. Res ipsa loquitur: o grupo de amigos foi-se alterando ao longo do tempo, mas não a sua ideia. Em Rabo de Cavalo, os riffs correm como uma água-viva, a bateria perde-se e parte-se, o groove ainda pulsa, qual coração de criança, sob um caos improvisado. Tudo em nome de um espírito indecifrável, de um rock que, mais que ser pós- qualquer coisa, é única e exclusivamente Portugal, sobretudo da sua sombra, do que não está imediatamente ao alcance. Tudo porque o pânico não é controlável: cavalga-se.”

 

Musicbox (Lisboa)

16 de Março 2016 | 22.30h

2ª Edição do Festival cult.urb_viseu.fest

A Acrítica C.R.L. é uma Cooperativa Cultural fundada em Viseu no final de 2014. Faz programação cultural desde Agosto de 2015 num espaço próprio em pleno centro histórico da cidade, na Rua do Carmo nº81. O espaço adoptou o nome da rua e o número da porta: Carmo’81.

A Acrítica C.R.L. organiza este ano a 2ª edição do festival “cult.urb_viseu.fest”. Este festival consiste num conjunto de eventos que, ao longo de todo o mês de Abril e através de uma mescla dos conceitos de cultura e de cidade, pretendem contribuir para uma oferta cultural pertinente e com consistência. A estratégia é multidimensional no que diz respeito à programação. Assim, a diversidade de linguagens artísticas é uma das marcas do evento, sendo criados diferentes momentos que contribuem para um conjunto sólido e coerente: música, arquitectura, edição de autor, literatura, livro e biblioteca, cinema, pintura e fotografia de retrato.

600px_e57ea30fe09ad4404938.jpgphoto: Luis Espinheira

 

A escala do festival “cult.urb_viseu.fest” e o seu carácter indoor remetem assumidamente para o seu espaço próprio no casco histórico da cidade de Viseu, o Carmo’81. Concorrem para o sucesso com ênfase na qualidade da organização, na adequação da programação e ainda na criação e manutenção de diversos ‘públicos-nicho’. A programação foi construída a pensar nas pessoas e na cidade e está recheada de artistas emergentes naturais ou residentes em Viseu-região, mas também de individualidades de reconhecido mérito nacional científico ou artístico.

 

A inclusão social é uma das vertentes estruturantes desta edição, quer através da tipologia das residências artísticas que programámos, quer através de extensões dos workshops nas franjas do concelho ou da formação para jovens e crianças. O investimento em concertos com projectos musicais de muita qualidade e a série de masterclass de interesse inquestionável constituem o núcleo em torno do qual se construíram cerca de 30 eventos. Mantêm-se também, nesta 2ª edição deste festival, a aposta na edição de autor através de mais uma Mostra Internacional de Fanzines e Edições de Autor, que este ano terá cerca de 300 publicações em exposição.

 

O evento usufrui do apoio da Câmara Municipal de Viseu, na forma de coorganização, no contexto do Viseu Terceiro 2017 - Programa para a Cultura. O “cult.urb_viseu.fest” acontecerá entre 1 e 30 de Abril no espaço cultural Carmo’81.

 

MÚSICA: Paus, White Haus, Riding Pânico, Memória de Peixe, Galo Cant’às Duas, João Lugatte, DJ Quesadilla, DJ João Vieira

LITERATURA: Rui Zink, Maria João Fonseca, Inês Flor, João Pedro Azul, Mostra Internacional de Fanzines e de Edições de Autor, Feira do Livro Usado

CINEMA: João Salaviza, Shortcutz

PINTURA: Margarida Fleming

ILUSTRAÇÃO: L Filipe Santos

FOTOGRAFIA: John Gallo

ARQUITECTURA: Pedro Gadanho

Da Costa da Caparica a Almada: vibram todas as cores!

Costa da Caparica e Almada foram sempre ponto de encontro de culturas, lugar de harmonias erguidas entre gente vinda do norte e do sul do país, mas também de além-mar. E claro que a música serviu sempre de ponte entre estas diferentes culturas, como forma de erguer pontos de contacto, de construir novas ligações. Atento a isso, o Caparica Primavera Surf Fest promete um cartaz variado, cheio de diferentes nuances musicais. Claro que o reggae terá um lugar de destaque na programação, pensada para diferentes tipos de público, mas também para unir transversalmente quem procura na música uma forma de celebrar a liberdade, a juventude e a alegria…

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Cabo Verde, Angola, Portugal no mesmo dia, no mesmo palco! A noite de dia 13 será um dos pontos altos da programação com atuações de Virgul, Freddy Locks, Jay Moreira & Os Bandidos e DJeff Afrozila.

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Virgul, ex-Da Weasel, que agora se apresenta em nome próprio, carregará para o palco uma vasta experiência que cruza o hip hop, a soul e o reggae e até as cores de África numa música carregada de alma e de ritmo.
“O Primavera Surf Fest distingue-se dos outros festivais porque faz questão de ter apenas artistas nacionais, por isso o cartaz é sempre do meu agrado, estou a atuar na cidade que me viu nascer e crescer enquanto ser humano e enquanto artista. É uma responsabilidade ainda maior!” – Sublinha o artista.

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Por outro lado, Freddy Locks, nome maior da cena reggae nacional, promete novidades fortes: "Conheço bem a zona, passei muitas vezes férias na Caparica e sinto-me perfeitamente em casa, aí. É um lugar com uma vibe muito particular. Este vai ser o meu primeiro grande espectáculo do ano, com a banda toda, e vamos apresentar um alinhamento novo, com novos arranjos e certamente levantando já o véu do álbum novo que estou a preparar com duas ou três músicas novas que terão aí a sua estreia absoluta".

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O entusiasmo é igualmente partilhado por Jay Moreira que se confessa ansioso pela sua estreia em festivais portugueses, depois de uma longa experiência acumulada em eventos paralelos em Cabo Verde: "Posso garantir", afirma o líder de Os Bandidos, "um espetáculo cheio de brilho, com muita energia em palco. Estamos mesmo muito ansiosos por esta estreia e posso garantir que o "Música Doda", que é sempre um êxito em Cabo Verde", não vai faltar!"

60 anos de carreira de Simone de Oliveira no “Dar Letra à Música”

Simone de Oliveira, que iluminou o país com “Sol de Inverno” e agitou consciências com a “Desfolhada Portuguesa” vai deixar pegada no “Dar Letra à Música” de 16 de março, no Museu Futebol Clube do Porto. O mês consagrado à mulher traz ao Auditório Fernando Sardoeira Pinto uma cantora, atriz e personalidade marcante da cultura portuguesa, de temperamento forte, lúcido e de paixão pela vida.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Figura especial da sociedade portuguesa e defensora de grandes causas, Simone vai percorrer 60 anos de carreira, numa edição que promete ser deveras extraordinária e que recebe a participação de uma das mais consagradas artistas nacionais, que chegou a perder a voz (sem nunca deixar de se fazer ouvir…), mas que renasceu num timbre profundo e único, ao alcance de poucos. Simone de Oliveira revelou-se na música ligeira e ergueu-se rapidamente como uma voz e personalidade incontornáveis do espetáculo, construindo um caminho exemplar e multifacetado, próprio dos talentos inatos e inesgotáveis. O teatro, o cinema e a televisão também são palcos da grandeza de Simone, que iluminou o país com “Sol de Inverno” e agitou consciências ao cantar a “Desfolhada Portuguesa” – dois temas icónicos que a colocaram no primeiro lugar das edições de 1965 e 1969 do Festival da Canção RTP.

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Vencedora de importantes prémios nacionais na área da cultura, foi ainda distinguida duas vezes pela Presidência da República – ordenada Grande-Oficial da Ordem do Infante D. Henrique em 1997, por Jorge Sampaio, recebeu a Grã-Cruz da mesma ordem em 2015, pelas mãos de Aníbal Cavaco Silva, quando completou 58 anos de carreira. Num “Dar Letra à Música” muito especial, a dupla de apresentadores de serviço vai encarar o desafio exigente de conduzir a conversa com Simone de Oliveira, a partir das 21h30.

 

O evento, sempre em ambiente intimista e com assumida nota artística, está sujeito à lotação da sala

Ballet Flamenco de Madrid regressa a Portugal com o Espectáculo “Flamenco Feeling”

A companhia espanhola Ballet Flamenco de Madrid, regressa a Portugal pelo 3º ano consecutivo com o seu espectáculo “Flamenco Feeling”, conduzido e encenado por Luciano Ruiz, e que tem como fio condutor a poesia de José Marti, suportado pela interpretação ao vivo de quatro músicos e seis bailarinos que procuram transportar para o público o rasgo e força da arte flamenca.

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Um espectáculo de flamenco ortodoxo e da pura escola espanhola de flamenco.

Um espectáculo onde a poesia, a dança e o canto nos levam numa viagem pela geografia do flamenco, fazendo um percurso pelos diferentes estilos e recuperando a riqueza da cultura popular espanhola, mas que se tornou hoje numa linguagem universal.

 

Um grito rebelde e de liberdade que encerra toda a magia do flamenco e do “puro sangue” espanhol. O Ballet Flamenco de Madrid nasce em 2001 como companhia independente de Teatro, transformando-se em associação cultural sem fins lucrativos em Novembro de 2009. Caracteriza-se pelo intenso trabalho na recuperação e na actualização da escola de dança espanhola, a dança bolera e o flamenco. São prova disso espectáculos como El Amor Brujo, Antologia de la Danza Espanola y Flamenco, Espana Baila Flamenco, Carmen e Carmina Burana.

 

30 Março de 2017 - Teatro José Lúcio Da Silva (Leiria)

31 Março de 2017 - Cine-Teatro Alba (Albergaria-A-Velha)

1 Abril de 2017 - Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra)

2 Abril de 2017 - Auditório Municipal (Alcácer Do Sal)

6 Abril de 2017 - Fórum Municipal Romeu Correia (Almada)

7 Abril de 2017 - Cine-Teatro Avenida (Castelo Branco)

8 Abril de 2017 - Centro de Congressos do Arade (Lagoa)

9 Abril de 2017 - Auditório António Chainho (Santiago Do Cacém)

 

MASTODON em Junho no MEO Arena…

Durante as últimas décadas tornou-se óbvio que há muito de válido a acontecer criativamente no submundo da música extrema – feitas as contas, é a versão mainstream do género que começa a precisar desesperadamente de um novo conjunto de super-heróis. Por muito que nos custe admiti-lo, é cada vez mais notório que os pioneiros da tendência parecem já não ter força suficiente para contrariar o sistema, verdadeiros colossos vergados ao peso de uma indústria que, como qualquer outra, tem como principal objetivo o proveito ao invés da arte. Cabe, portanto, às gerações mais jovens, e com mais sangue na guelra, ocuparem um lugar de liderança na insurreição e ajudarem à criação de novos padrões, providenciando a proverbial injeção de sangue saudável numa tendência que corre o sério risco de estagnar mais cedo do que previsto. No limiar do salto para a primeira divisão da tendência, os MASTODON são – sem margem para quaisquer dúvidas – quem melhor consegue uma carreira equilibrada na ténue linha que separa a validade criativa e o sucesso em larga escala. Um caso raro de talento aliado à perícia técnica e a doses de inteligência ímpar, traduzido num fundo de catálogo substancial e sem mácula, aplaudido de forma consensual pelo público e pela crítica.

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Somando já quase duas décadas de carreira, sete álbuns de estúdio, dois registos ao vivo, uma coletânea e mais de uma dúzia de EPs, splits e singles, a banda oriunda de Atlanta tem mostrado saber exatamente como progredir sem nunca estagnar, afirmando-se como um daqueles nomes de que, por esta altura, já ninguém espera outra coisa que não seja o inesperado. Desde bem cedo apostando numa identidade pessoal muito vincada e mostrando uma solidez invejável – os MASTODON são, desde o lançamento do EP de estreia em 2001, Troy Sanders no baixo/voz, Brann Dayior na bateria/voz, Bill Kelliher na guitarra/voz e Brent Hinds na guitarra/voz –, souberam como agarrar-se ao seu eclético leque de influências para criarem uma sonoridade muito própria e difícil de catalogar de forma estanque, capaz de agradar de igual forma a fanáticos do peso extremo, a adoradores do rock mais orelhudo ou a intelectuais dos sons progressivos. Uma coisa é certa, não há, hoje em dia, outra banda como esta, apesar de todos os copycats que foram surgindo em cena desde que começaram a partilhar palcos com gigantes como os Metallica e a transformar-se numa fonte de inspiração para toda uma nova geração de músicos apostados em fugir ao óbvio.

 

Alicerçado na força e genialidade melódica dos riffs e leads dedilhados pela dupla Kelliher/Hinds, no talento irrequieto de Dailor atrás da bateria, no ritmo pulsante do baixo de Sanders e num potente ataque vocal quadruplo, que lhes permite harmonizar refrães que ficam de imediato colados no córtex do ouvinte, a cada disco novo que grava, o quarteto norte-americano tem-se atirado sucessivamente de cabeça a novas experiências sonoras mirabolantes, que – sem fugirem muito ao esquema que delinearam desde bem cedo para a sua sonoridade – tem dado origem a alguns dos discos mais interessantes e desafiantes da última década. Das descargas colossais de “Remission” e “Leviathan” à atitude consideravelmente mais direta e orelhuda de “Once More 'Round The Sun”, passando por exigentes exercícios conceptuais como “Blood Mountain”, “Crack The Skye” e “The Hunter”, para cada lugar de destaque na tabela de vendas da Billboard, para cada concerto esgotado ou para cada nomeação para os Grammys, há uma coleção de grandes temas e sucessivas demonstrações de um talento sem igual.

A mais recente chama-se “Emperor of Sand”, tem data de edição agendada para o próximo dia 31 de Março e vai servir de mote a um muito aguardado regresso dos MASTODON a Portugal.

 

MEO Arena / Sala Tejo (Lisboa)

21 de Junho 2017

Martin Zimmermann traz “Hallo” a Viseu e a Guimarães

O extraordinário universo surreal de Martin Zimmermann chega ao palco do Teatro Viriato esta quarta feira, 15 de Março e ao Centro Cultural Vila Flor, sábado, dia 18 de março. Com assinatura do reputado criador de novo circo, “Hallo” é o único projeto em que se apresenta a solo na sua já longa carreira. A contar mais de 20 anos em cima dos palcos, o artista suíço cria uma linguagem única para exprimir o seu mundo interior, com uma forte carga surrealista a partir da qual cria universos fascinantes. Dança, teatro e magia fundem-se num espetáculo incrível, que promete deixar a plateia siderada.

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photo: Augustin Rebetez

 

Martin Zimmermann é um artista do movimento, um brincalhão fervoroso, um palhaço frenético. Contando com uma extensa carreira de 20 anos, ao longo da qual trabalhou em colaboração com Dimitri de Perrot, o artista criou, em 2014, o seu primeiro (e até agora único) espetáculo a solo, com o qual tem percorrido o mundo com grande sucesso. “Hallo” é um espetáculo fascinante, cheio de imprevistos, capaz de fazer a plateia suster a respiração ou rir às gargalhadas. Uma tentativa de purgar os pensamentos absurdos que carregamos, na esperança de obter algum controlo sobre os aspetos mais bizarros que nos assaltam.

Hallo” é uma sequência de acidentes à espera de acontecer. Uma peça em que o cenário ganha vida expondo a personagem às situações mais inusitadas. Nesta criação, Zimmermann brinca com as várias personalidades que habitam dentro de nós e reflete sobre isso num espetáculo cheio de humor e inteligência. Porque às vezes não nos devemos levar demasiado a sério.

 

Como base criativa para este espetáculo, Martin Zimmermann escolheu uma estrutura quadrada, que pode parecer uma vitrina que nos exibe esta figura tragicómica. A vitrina como uma alusão à aparência, ao duelo interior entre o que parecemos e o que somos. A estrutura, aparentemente estática, revela-se bastante mais dinâmica e muito mais frágil do que aparenta. O artista tenta adaptar-se a um mundo de aparências cada vez mais fora do controlo. Os objetos ganham vida e voam sobre a sua cabeça, a magia flutua pelo espaço, esbatendo a fronteira entre ficção e realidade.

 

Apesar da longa carreira de Martin Zimmermann, sentimos em “Hallo” que o amor pela interpretação é o mesmo dos primeiros trabalhos. A entrega e a precisão são totais. Neste enigma de caos que é “Hallo”, Zimmermann continua a tentar desbravar caminhos novos e explorar circunstâncias surreais. Ele perde o tato com a realidade, confunde-se com o seu próprio reflexo projetado num espelho, desdobra-se para se transformar em mais um adereço no palco. O corpo desgastado de Zimmermann desenvolve uma linguagem diferente, mais urgente. O artista, preso ao seu próprio feitiço e à sua paixão desenfreada, quase surta e é salvo apenas pelo seu humor fora da caixa.

 

Teatro Viriato (Viseu)

15 de Março 2017 | 21.30h

 

Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)

18 de Março 2017 | 22.00h

Secular Ghost regressa com EP e digressão por Portugal

Ryan James (Secular Ghost), acaba de anunciar um novo EP, para o verão de 2017, com apresentação obrigatória em terras lusas, em Setembro, onde trará no bolso “Alcohol & Adrenaline” do álbum homónimo lançado no passado ano.

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Nascido no primeiro dia de Outubro de 1986, Ryan James mal fazia que iria envergar pela musica, até à fase de adolescência, onde criou uma banda na sua terra natal, no País de Gales. Com o decorrer do tempo, conheceu Tomas Greenhalf, que mais tarde viriam a criar o projeto Man Without Country, que em pouco tempo afirmaram-se como uma das melhores bandas de eletrónica criada em Cardiff. Valeu-lhes uma entrada direta na editora Warner Music, e tendo como manager os representantes também de Robyn, M83 e mesmo Moby, entre muitos outros. Essa projeção de carreira contou com inúmeras colaborações, é o caso de “Sordid Affair”, do duo Norueguês Royksopp.

 

Em 2015, Ryan James decidiu fazer uma pausa alargada dos MWC, para criar o seu projeto a solo, Secular Ghost, assumindo o controlo de autor/ compositor e produtor. Este estilo pessoal, que nos traz, revela uma eletrónica mais melancólica e underground, comparada ao que havia feito no passado. Apresentou-nos com “The Bystander Effect”, que abriu o apetite para ouvir mais do que viria aí. “Catenary Wires”, foi a segunda escolha do artista que lhe valeu alguma promoção em publicidades e novelas, no Reino Unido e Estados Unidos da América. 2016, foi o ano de apresentar o seu primeiro álbum, homónimo. Esse mesmo álbum teve criticas que superaram as espectativas, tendo passagem exclusiva na BBC Wales. Que para além de fazer a sua apresentação pelo país de origem, fez a apresentação também na Inglaterra e, ainda passou pela Republica Checa.

Este ano, vai trazer novidades, com um novo EP, este verão e, uma tour europeia, que passará em Portugal em Setembro.

TREMOR #4… Gala Drop, Eartheater, entre outros, encerram cartaz da edição de 2017

Estamos a menos de um mês da quarta edição do TREMOR e já se sabem com que abalos a terra na ilha de São Miguel se vai mexer culturalmente, aproximando a Europa da América e apresentando o melhor que se faz no Açores ao mundo ligado pelas pérolas do Atlântico. O cartaz fica definitivamente encerrado com novos acrescentos, encabeçados pelos portugueses de electrónica-fusão Gala Drop e pela multifacetada performer nova-iorquina Eartheater.

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Acrescem, ainda, Mr. Gallini com a sua pop alucinada e humor beatlesco, os rappers açorianos Fred Cabral, Swift Triigga (ambos embaixadores do TREMOR na sua Tour por Lisboa, Porto e Angra do Heroísmo e repetentes da edição #3) e a revelação do hip hop micaelense Valério, com apenas 17 anos. Lugar ainda para Volúpia das Cinzas de Gabriel Ferrandini, Pedro Sousa e Hernâni Faustino, uma parceria Tremor com a ZDB, e uma batalha de baterias que junta Krake (Pedro Oliveira), Ferrandini e o açoriano Ricardo Reis.

Como sempre, haverá ainda o MINI TREMOR powered by Yoçor, programação de animação, concertos, dj sets e uma sessão de curtas propostas pelo Shortcutz-Lisboa pensada para pais e filhos a arrancar com a manhã de 8 de Abril — a companhia circense Fungis Maxis Truxis será mestre de cerimónias, aqui. Para balançar, e com o TREMOR a entrar no modo 24h, garantimos que os noctívagos terão tratamento de luxo graças às contribuições nos pratos de DJ de Favela Riscos, Black, DJ Milhafre e Varela.

 

O coração do TREMOR #4 é música, mas à sua programação acrescem ainda outras valências e expressões artísticas, sempre com vista a estimular a criação em território açoriano. Haverá a projecção dos filmes e documentários “Natália - a diva trágico-cómica” e “Discos na Tela” (coleção de telediscos açorianos); haverá as exposições de trabalhos de Pauliana Valente Pimentel, numa parceria com a Galeria Fonseca Macedo e Walk&Talk, e da Chili com Carne.

 

Haverá, ainda, conversas moderadas pelo The Creative Independent com as mulheres artistas do festival sobre produção musical no feminino e, claro, as residências artísticas de Gala Drop e Gabriel Ferrandini, ambas com co-produção Arquipélago Centro de Artes Contemporâneas, de Liz Harris aka Grouper no Pico do Refúgio e Quinta do Bom Despacho, e do artista plástico Fernando Almeida em colaboração com o seu par João Paulo Lima.

 

Na sessão de abertura do TREMOR, e em jeito inaugural, será projectado em estreia mundial o documentário “AZ-RAP - Filhos do Vento", para selar a aposta do festival nas rimas e batidas insulares. Este filme produzido pela Red Bull Media House é um retrato da cena hip-hop dos Açores, com foco nas comunidades da Terceira e de São Miguel e ramificações para os Estados Unidos. Tal como o TREMOR, esta obra explora o carácter singular de uma cultura com identidade sonora muito própria.

 

TREMOR #4

Ponta Delgada de 4 a 8 de Abril 2017

 

Lineup: Beak>, Mão Morta, Bonga, Jacco Gardner (live synth soundtrack), Circuit des Yeux, Drinks (Cate Le Bon + Tim Presley), Yves Tumor, K-X-P, Norberto Lobo, Stone Dead, Morbid Death, Flamingods, Gala Drop, Eartheater, Camera, Conjunto Corona, Coelho Radioactivo, Ghost Hunt, Vive Les Cônes, Filipe Furtado, Escola de Música de Rabo de Peixe, Volúpia das Cinzas, Krake + Gabriel Ferrandini + Ricardo Reis, Fred Cabral, Swift Triigga, Valério, PMDS, We Sea, Manu Louis, Mr. Gallini, The Quiet Bottom, Silicon Seeds, 3rd Method, DJ Fitz, La Flama Blanca, Violet x Photonz, Varela, Favela Riscos, Black, DJ Milhafre

 

Exibições, filmes e conversas: "Take it or Leave it" by Chili Com Carne & MMMNNNRRRG, “AZ-RAP Filhos do Vento" (Red Bull Media House), “Discos na Tela”, Em conversa com The Creative Independent (Eartheater, Circuit des Yeux, Sara Cruz, Vera Marmelo, Violet + Photonz)

Abertura da 7a edição do Festival Literário da Madeira (FLM) adiada para amanhã

Devido às condições atmosféricas adversas que se fazem sentir no arquipélago da Madeira há vários dias, Svetlana Alexievich, que desde sábado tentou por 3 vezes chegar ao Funchal, tendo chegado por duas vezes a sobrevoar a ilha, acabando por regressar a Lisboa, cancelou a sua participação na sessão de abertura que hoje teria lugar no Teatro Municipal Baltazar Dias.

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A abertura oficial da 7a edição do Festival Literário da Madeira passa assim para amanhã, 15 de Março, pelas 18h00 no Teatro Municipal Baltazar Dias com os autores Pepetela e Ondjaki. O FLM decorre agora entre 15 e 19 de março sob o mote Literatura e Web – entre o medo e a liberdade. Até à sessão de encerramento com o prémio Pulitzer Adam Johnson à conversa com Miguel Sousa Tavares, haverá varias conversas cruzadas, no Funchal e em outros pontos da ilha, lançamentos de livros, sessões de autógrafos, concertos e apresentações, transformando a ilha da Madeira num território de reflexão e diálogo, ao longo de quase uma semana.

 

O espetáculo musical desta edição assinala o regresso à ilha da voz singular de Teresa Salgueiro que a 17 e a 18 de março (data extra) levará ao palco do Teatro Municipal Baltazar Dias o espetáculo “O Horizonte”, título homónimo do seu mais recente álbum. Para quem não puder deslocar-se ao Teatro Municipal Baltazar Dias para assistir ao vivo aos eventos que aí decorrem, o site do festival terá disponível o streaming de todas as sessões

O “Enigma Dos Doze Sapos” segundo Os Bike

Viagens astrais, emanações cósmicas, experiências psicotrópicas e encontros de terceiro grau com anfíbios alucinogénicos marcam o single de apresentação dos BIKE, quarteto brasileiro que circula pelos sempre caleidoscópicos corredores do rock psicadélico, num caldeirão sónico que deve a Pink Floyd, Greateful Dead ou aos contemporâneos Tame Impala ou Pond.

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Enigma dos Doze Sapos” é o primeiro avanço extraído de “Em Busca da Viagem Eterna”, disco que apresentarão ao vivo numa digressão ibérica já no próximo mês de Junho, com o apoio da Music For All. 

O projeto de Julito Cavalcante é fruto das suas experiências com alucinógenicos e contém referências a Dr. Albert Hoffman - que criou o LSD em Abril de 1943 e deu uma volta de bicicleta ao tomar a primeira grande dose - da cosmologia de Carl Sagan e das teorias dos Deuses Astronautas de Erich von Daniken. A Cavalcante (guitarra e voz) juntam-se Diego Xavier (guitarra e voz), Daniel Fumega (bateria e voz) e Rafa Bulleto (baixo e voz), para uma mescla sonora que nos remete a Pink Floyd, Grateful Dead ou Walter Franco. 

 

O álbum “1943”, lançado em 2015, assinalou a estreia do quarteto, tendo sido produzido por Julito e masterizado pelo conceituado Rob Grant, que já deixou a sua marca em trabalhos de Tame Impala, Pond, Death Cab for Cutie ou Melody’s Echo Chamber. O disco seria uma dos mais celebrados nesse ano pela imprensa especializada, tendo recebido louvores de publicações como a Noisey (Vice), Rolling Stone, Estado de S. Paulo ou Tenho Mais Discos Que Amigos, que o incluíram nas listas de melhores álbuns do ano.

No final de 2015 fecharam um acordo de representação internacional pela 30th Century Records de Danger Mouse - cabeça pensante dos Gnarls Barkley ou Broken Bells - e em 2017 chegam a Portugal com o selo da Music For All, através da qual embarcarão numa digressão ibérica já no mês de Junho, com paragem incluída no Warm Up do Primavera Sound em Barcelona, já com as canções do novo disco “Em Busca da Viagem Eterna” na bagagem.

Mariano Marovatto apresenta “Selvagem”…

O luso-brasileiro Mariano Marovatto finalmente chega aos palcos de Lisboa para apresentar o seu mais recente disco, “Selvagem”, o primeiro de sua carreira lançado em Portugal.

Selvagem” propõe uma releitura rebelde e potente de temas folclóricos, portugueses e brasileiros, deixados de lado pela memória musical lusófona.

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Acompanhado de Alexandre Bernardo (guitarra e efeitos), Marovatto apresenta, além das canções do disco, outros temas deixados de fora do processo de gravação, bem como canções chave da música brasileira e portuguesa que pontuam o concerto e dialogam com o conceito selvagem deste seu novo trabalho.

 

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17 de Março 2017 | 22.30h

Falso Coral lança novo single "Pé no Chão"

Em "Pé no Chão" o Falso Coral continua a sua jornada com a viola caipira no contexto da nova música alternativa. O single é resultado de um ano apresentando o EP "Folia" por vários palcos do circuito paulistano e carioca (SESI, Memorial da América Latina, Audio Rebel, Sensorial, Virada Virtual, Teatro da Rotina...).

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O “lado B” é uma inusitada versão em dinamarquês escrita por Sofie Thybo Pedersen, e dada de presente para a banda em forma de desafio. Luís Coutinho, violeiro do Falso Coral, conheceu Sofie num show dos dinamarqueses do Mew (banda preferida de Luís) em Copenhagen e desde então iniciaram entre si um intercâmbio de artistas brasileiros e dinamarqueses. "Begge Ben På Jorden" é um resultado desse intercâmbio e das influências dessa viagem. Com esse “Lado B” a banda experimenta ainda mais com o quanto a viola caipira pode ser um instrumento universal.

 

“A Verdade sobre a Mentira”… um livro de Maria Jesús Álava Reyes

Mentimos por hábito ou para nos protegermos? Para ficarmos bem vistos e impressionarmos os que nos rodeiam? Ou para obter uma vantagem adicional? Mentimos por nos sentirmos inseguros, porque temos uma autoestima baixa, por humanidade? Ou mentimos para esconder algo que fizemos de errado? Para manipular os outros?

Quando olhamos à nossa volta apercebemo-nos de que é quase impossível excluir a mentira da nossa vida. Todos os dias dizemos ‘pequenas’ mentiras, que utilizamos de forma quase inconsciente mas que afetam a nossa vida e a dos outros. ‘Estamos quase a chegar’ - e sabemos que ainda demoramos mais 20 minutos. ‘Esqueci-se de comprar bolachas’ - e até comprámos, mas é o que dizemos ao nosso filho quando ele nos pede bolachas mesmo antes do jantar. ‘Não recebi esse e-mail’ - e, na verdade, recebemos mas é o que respondemos ao nosso chefe quando nos pergunta se uma tarefa já está feita.

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A psicóloga María Jesús Álava Reyes, autora do bestseller A Inutilidade do Sofrimento, ensina-nos a detetar as nossas próprias mentiras e as dos outros, a perceber se existe uma relação direta entre mentira e a personalidade que leve determinadas pessoas a mentir mais do que outras, quais os erros a evitar para não cairmos nas mentiras alheias ou se temos consciência das nossas próprias mentiras.

 

Um livro essencial para levarmos uma vida mais verdadeira, porque há mentiras no amor, no trabalho, nas relações de amizade ou na política que causam problemas emocionais e que escondem segredos que convém muitas vezes descobrir.

 

Uma edição: A Esfera dos Livros

 

 

 

Mazgani… “The Traveler”

The Traveler” é o novo single de Mazgani, que antecipa o próximo álbum de originais que chegará às lojas em Setembro.

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Mazgani, que juntamente com Peixe, produziu o disco diz sobre o novo trabalho: "entre a feitura dos arranjos e a gravação, todo o processo foi muito célere. Permitimo-nos uma abordagem orgânica e espontânea aos temas no estúdio, procurando não nos afastar do ímpeto inicial que as canções suscitaram na sala de ensaio. Muitas das primeiras soluções que encontrámos para as músicas são as que aparecem no disco. Esta abordagem só foi possível graças à singular capacidade de leitura das canções que o Nelson tem, ajustando imediatamente o leme de acordo com a direcção que queríamos seguir e a geografia que queríamos explorar".

 

Sobre “The Traveler”… "Julgo que a canção fala daquilo que não há e daquilo que não pode haver. Talvez seja a história de um viajante que se dirige para uma terra que se vai afastando".

“Kaluanda”… uma viagem pelo coração de Luanda

Esta sexta-feira, dia 17 de março, às 18:30, o El Corte Inglés de Lisboa recebe Edson Azevedo para a apresentação do seu livro “Kaluanda”, que irá contar com a presença de Ana Paula Tavares, Fernando Correia e Armindo Laureano.

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“Kaluanda”, que significa originário de Luanda, é uma viagem pelas belezas naturais, urbanas e fauna e realça também a oferta turística da província, definindo Luanda como núcleo cultural angolano e um destino turístico emergente. Este livro nasce da vontade de Edson Azevedo mostrar ao mundo a beleza e a cultura de Luanda. A obra descreve, através de imagens fotográficas, o dia-a-dia do povo Kaluanda que, na visão do autor, apesar de manter as suas tradições, convive com o desenvolvimento económico e urbanístico e a proliferação de uma sociedade rejuvenescida.

As 130 fotografias que compõem a obra são acompanhadas por pequenos textos dos autores Cremilda de Lima, Luís Fernando, Dárdano Santos, Vlady Russo e Luísa Fançony.

 

Edson Azevedo é um fotógrafo angolano que nasceu em Luanda e viveu grande parte da sua vida em vários países europeus. Edson licenciou-se em Business & Computing, em Londres, e trabalha na indústria petrolífera angolana. Dedica-se à fotografia de viagens desde 2004. A sua paixão por explorar novos destinos e conhecer novas culturas levou-o a visitar mais de 40 países pelo mundo. Já publicou algumas foto-reportagens em revistas angolanas e fotografou campanhas de marketing para o Banco BPC, em Angola, e para algumas empresas da indústria petrolífera angolana

Fernando Rolim… “Coimbra, um tempo que não passa…”

Fernando Rolim, um dos nomes maiores da Canção de Coimbra, edita “Coimbra, um tempo que não passa…”. O cantor desfila memórias da tradição coimbrã num disco que nos transporta no tempo e que o aproxima das novas gerações. No dia 22 de junho de 2013, a Universidade, a Alta e a Sofia foram integradas na lista de Património Mundial da UNESCO, levando a Canção de Coimbra às bocas do mundo enquanto símbolo da identidade da cidade e da sua tradição académica. 

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"Coimbra, um tempo que não passa..." é um retrato das memórias da Lusa Atenas, um registo singular de um tempo que sobrevive ao passado e ao futuro, um álbum de histórias e guitarradas que nos transportam às velhas ruas da cidade e aos Paços da Universidade e nos colocam entre os mais estimados nomes e figuras da tradição coimbrã feita Canção - todos seria impossível porque ela é rica e povoada.

 

Fernando José Monteiro Rolim, voz de eleição e representante ilustre da chamada ‘2ª época de oiro da Canção de Coimbra’, reúne neste disco alguns dos autores, intérpretes ou compositores que perpetuam a ‘experiência’ de Coimbra: Sanches da Gama, António Nobre, António Portugal, Edmundo Bettencourt, Francisco Menano ou António Brojo. A par de repertório da discografia inicial que revisita (e renova), como “Ondas do Mar”, traz-nos alguns elementos surpresa: a voz típica da Tricana em viva desgarrada e uma versão inédita do “Fado Hilário”, com o texto integral original, testemunhado em primeira mão por Anthero da Veiga, guitarrista acompanhante de Augusto Hilário, e revelado pelo próprio a Fernando Rolim.

 

Com textos de Alberto Martins, António Arnaut e Manuel Alegre e participação dos grupos TATUC (Tuna dos Antigos Tunos da Universidade de Coimbra), Quarentuna, Pardalitos do Mondego, Grupo Etnográfico da Região de Coimbra e Grupo de Guitarras e Cantares de Coimbra, o mais recente trabalho de Fernando Rolim apela às novas gerações a continuação deste património que é a Canção de Coimbra:

Floating Points (solo live) no Nos Alive'17

Diretamente das pistas de dança mais conhecidas do mundo para o Palco Heineken, Sam Shepherd aka Floating Points, fundador da Eglo Records, leva até ao NOS Alive dia 8 de julho o álbum de estreia “Elaenia” e uma longa lista de bem sucedidos singles e EPs.

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A sonoridade do neurocientista que se tornou DJ e produtor conta com um sentido estético único que junta a eletrónica ao jazz. Ao longo de nove anos a produzir EPs e singles, Shepherd explorou vários estilos entre eles dubstep, eletrónica, deep house, chillout e claro, o jazz. Estilos esses que culminaram num álbum único e incomparável, “Elaenia”, o disco que posicionou o músico como um dos mais influentes no cenário underground londrino.

Após o êxito do álbum de estreia surge “Kuiper” um EP de 18 minutos gravado com banda ao vivo. Floating Points irá marcar presença no último dia do NOS Alive’17 com um live solo que vai desafiar os fãs a dançar sem parar. O músico junta-se aos já anunciados Depeche Mode, Imagine Dragons, Fleet Foxes, Kodaline, Peaches, Cage The Elephant e Spoon.

Nicki Minaj está de volta com três novas canções

Nicki Minaj acaba de lançar três canções inéditas: “Changed It”, “Regret In Your Tears” e “No Frauds”. Os temas estão a gerar um intenso fenómeno em torno da rapper e cantora norte-americana, tendo motivado uma forte presença na comunicação social, com destaques em publicações como Billboard, Rolling Stone, Forbes, Spin, XXL, entre outros.

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Todos os temas já estão disponíveis nas várias plataformas digitais. Em “No Frauds” Nicki Minaj faz-se acompanhar de dois colegas de peso da Young Money, os rappers Drake e Lil Wayne. Nicki Minaj e Drake têm colaborado regularmente, como o provam temas que gravaram juntos como “Best I Rever Had (Remix)”, de 2009, “Up All Night” e “Moment 4 Life”, de 2010, “Make Me Proud”, de 2011, ou “Only” e “Truffle Butter”, de 2014.

 

Estas novas três canções certamente que farão parte do próximo álbum de estúdio de Nicki Minaj, sucessor de “The Pinkprint”, editado no final de 2014 e que alcançou o 1.º lugar do top Billboard 200 já no início de 2015.

A Bússola já aponta para norte...

Este ano há um novo grande festival, fica a norte e promete muita música para todos os gostos. É no inicio de Junho que mais de vinte bandas e Djs farão parte daquele que será o novo grande festival do nosso país, o NORTH MUSIC FESTIVAL. Um festival que promete abrir em grande a temporada de calor e apelar a todos os que sentem falta de longos dias quentes e noites cheias de boa música.

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Isto porque o primeiro grande festival do ano, é em Guimarães. A cidade que foi Capital Europeia da cultura em 2012, acolhe assim aquele que será um dos grandes marcos da cena cultural de 2017. O incrível estádio do Vitória de Guimarães, anteriormente palco de eventos como o Europeu de Futebol, recebe agora o cartaz do NORTH MUSIC FESTIVAL e seus espectadores.

 

O NORTH MUSIC FESTIVAL pretende ser um festival para todos os tipos de público. Para pessoas dos oito aos oitenta, e com um cartaz orientado para a maioria dos gostos músicais, pode dizer-se que, ao contrário de muitos outros festivais, este é um festival para as famílias.

A localização oferece condições físicas de segurança inigualáveis; o estádio D. Afonso Henriques é um local com uma capacidade acima da média, com lugares sentados, estacionamento, bom escoamento etc. Aqui, acreditamos que o público se sentirá confortável e confiante da sua segurança.

 

Espalhado por dois dias, o cartaz do NORTH MUSIC FEST pretende agradar a uma vasta audiência. O primeiro dia será vocacionado para o Rock enquanto que o segundo para sonoridades Pop, mais comerciais. Ambos os dias fecham com Dance Music ao som de alguns dos Djs mais conceituados da actualidade.