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Glam Magazine

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ModaLisboa Boundless… 10 de Março (Reportagem)

ModaLisboa seis anos depois, decidiu sair da “zona de conforto”, assim nesta 48.ª edição encheu as salas do Museu Colecção Berardo e Garagem Sul do Centro Cultural de Belém (CCB). O tema escolhidos para esta edição foi Boundless (em português, sem limites). A escolha da palavra insere-se no contexto actual de divisão, “num mundo em que está toda a gente um bocadinho na retranca: muros para aqui, saídas de territórios comunitários”, refere a presidente da Associação ModaLisboa. A criatividade, acrescenta, “é uma disciplina que pode ser transversal, pode ultrapassar tudo”, assim como a espiritualidade.

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Contou, como tem acontecido nas duas ultimas edições, Fast Talks no dia 9 de Março, procedida por três dias de desfiles. A edição seguinte da Moda Lisboa, em Outubro de 2017, deverá ser no Pavilhão Carlos Lopes.

 

Abriu o primeiro dia desfiles, à semelhanças das últimas edições, com o Sangue Novo. Fechando esta edição com o Magnifico desfile “Procisão” do designer Nuno Gama. Mais uma edição de marcou pela criatividade, inovação, espetáculo com sucesso.

 

1.º DIA 10 Março / SANGUE NOVO

 

ALEXANDRE PEREIRA

NOISE reflete a dependência da sociedade atual “conectação WIFI” onde nos vemos e sentimos através de imagens, em ecrãs... como manifesto a tal, o jovem cria a coleção onde assume sermos escravos e obedientes das tecnologias. Apostou nas gangas e malhas predominantemente, e nas cores como laranja, branco e preto.

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CAROLINA MACHADO

CHANGE é uma viagem de autodescoberta. A silhueta é oversize, contraposta com peças interiores justas, jogando com a feminilidade e masculinidade de cada peça. A paleta de cores baseia-se no branco, mostarda, caqui e preto. Nos materiais é de destacar o veludo, a malha e a lã.

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JOÃO OLIVEIRA

SOCIETY explora o comportamento de indivíduos no contemporâneo, perante o atrevimento da tecnologia. A sobreposição de peças decompõe os vários elementos da temática – a estrada, a população e a atitude. Cinzento, branco e azul são as cores base desta coleção, interrompidas por amarelo e vermelho. Vencedor do prêmio talento.

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LILIANA AFONSO

O NEGATIVO envolve as particularidades da presença humana no seu ambiente e a importância que lhe é dada quando esta deixa de existir. Enfatiza o facto de termos de observar uma segunda vez as coisas para as conseguirmos realmente ver, assim como o valor associado às mesmas. O corte da ausência que provoca a sua existência.

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MARIANA LAURÊNCIA

FANTASIES DON’T MEET REALITY uma fantasia de extrapolação da vida quotidiana que de­fine objetivos e sonhos. A coleção atrai-nos para as silhuetas e para os gra­fismos, pois esta ganha vida através do styling de diferentes estilos que se complementam no seu todo.

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RITA AFONSO

SOU JARRA, MAS EU GRITO pretende homenagear todos os gritos das mulheres ao longo da história, essencialmente por aquelas que quiseram ser artistas e contrariaram o que “deveriam” socialmente ser ou fazer. As jarras e os frutos observam-se em quase todos os coordenados, e as cores que potenciam a vida e o grito. 

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RITA CARVALHO

NOPE! A tenção, negação, o precisar de espaço, esta coleção representa as matérias exteriores e a forma como nos sufocam e ao mesmo tempo nos podem libertar. As peças com uma silhueta oversized que de repente apertam criam o binómio entre o precisar de espaço e o sentir-se preso. O resultado é um look easy-going feminino.

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DAVID FERREIRA (LAB)

O nome atribuído à coleção foi THE FREAKBALL, inspirada pelo incomum e único, como sinónimo de luxo onde o circo foi um local de meditação para a realização da mesma. Evidencia-se a singularidade, individualidade e raridade, brincando com os folhos, as silhuetas das mulheres e o godê. 

A paleta de cores varia entre o azul meia-noite, azul pálido, amarelo chartreuse, turquesa e fúchsia.

Galeria Completa aqui

 

RICARDO PRETO

Linhas minimalistas em tons sóbrios veiculam a elegância de uma mulher sofisticada, elegante, mas descontraída e despojada. Desfila pela segunda vez a linha de homem com linhas cada vez mais polidas. Tons sóbrios pretos, branco e beges.

 

Galeria Completa aqui

 

Reportagem: Helena Silva & Helena Dias
Fotografias: Paulo Homem de Melo

 

Uma noite com Janice, Alex Chinaskee e os Camponeses e The Miami Flu

Passados anos a escrever canções e a procurar banda com quem as tocar, Manel Melo e João Tenente tiveram mais do que tempo para desenvolver as capacidades de songwriting que culmirariam no auto-intitulado EP de “Janice”, já com Simão Brás Afonso no baixo e Filipe Collaço na bateria.

São 6 canções de pop-rock direto ao assunto e sem demasiados artifícios, bem assentes nas harmonias vocais de Manel e João, fruto de anos de parceria musical. “Janice” teve edição no fim de Fevereiro, com o selo Colado.

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Alex Chinaskee é a personagem criada por Miguel Gomes para pôr as suas mágoas em forma de canção. Exemplo vivo da cultura DIY e letrista sem papas na língua, vai buscar inspiração a ídolos como Talking Heads, Os Pontos Negros ou Arctic Monkeys.

2016 começa com a composição e gravação (quase inteiramente a solo) do primeiro EP, “Campo”. Este é editado em Março pela French Sisters Experience Records & Co., editora co-fundada pelo próprio.

Finalmente com trabalho editado, reúne à sua volta Ricardo Oliveira, Luís Tojo (SunKing), Francisco Ribeiro e David Simões (Programa Irregular) para o acompanharem em palco, nomeando-os Os Camponeses. “Campo”, que em estúdio é notoriamente cru, ganha agora ao vivo uma outra dimensão grandiosa e espacial, só possível com a adição de teclados e de uma guitarra extra.

 

The Miami Flu é a nova banda de Pedro Ledo e Tiago Sales, metade da alma e coração dos Lululemon, que já lançou no mercado dois discos: “The Flying Fortress” (2012) e “Sinharaja” (2013), ambos registos instrumentais. Para avançar com a gravação deste novíssimo “Too Much Flu Will Kill You”, a dupla contou também com Tiago Campos na Bateria, membro dos Twin Chargers e João Vilar nas teclas, que nos Al Fujayrah toca guitarra. Nova banda, novas sonoridades e uma boa novidade: Pedro Ledo, para além de não largar a sua guitarra Surf Green, empresta a sua voz às canções carregadas de ansiolíticos e outras drogas. Entramos assim em território minado por algum psicadelismo dos anos 60 e 70, género muito apreciado pela banda e que é inevitável referenciar. Mas a coisa não se fica por aqui no que toca a referências….

 

Musicbox (Lisboa)

17 de Março 2016

A Copilot Bookings faz anos… e celebra com Ash Is a Robot, Miss Lava e Ana Paris

Por um lado, o peso, a experiência e a criatividade de Miss Lava. Por outro, a energia contagiante a que Ash Is A Robot nos tem habituado, sendo que as honras da casa são feitas por Ana Paris numa tempestade de riffs psicadélicos e electrizantes. Estão assim reunidos todos os ingredientes, com selo de qualidade elevada, para um segundo aniversário da Copilot Bookings, na sempre acolhedora Cave 45, no Porto.

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Festa esta que se torna particularmente especial quando Ash Is A Robot sobe a palco com temas novos na bagagem, inclusive, com o seu mais recente single - "Schrödinger Whale" - portentoso, peculiar e onde as várias influências do grupo convergem de forma robusta. É este tema/videoclip, que conta com a participação de Garrett Rapp (Color Morale), o primeiro cartão de visita para o que se pode esperar do segundo álbum. Passado três anos do lançamento do seu trabalho de estreia, o grupo mostra uma abordagem diferente, espelhando uma identidade renovada e ainda mais progressiva.

Miss Lava, volta a pisar solo portuense passado quatro longos anos, desta feita para apresentar "Sonic Debris", o seu último trabalho lançado em Maio de 2016 pela norte-americana Small Stone Records. Álbum este que demonstra a exploração de novos caminhos sonoros pelo grupo e que uma marca o início de uma viagem sónica ainda com destino incerto. Contudo, é ao vivo que Miss Lava se sente em casa, tendo pisado palcos como o principal do SBSR (no dia de QOTSA), o Rock in Rio Lisboa, o Coliseu do Porto (como suporte ao mítico Slash), o Campo Pequeno (com WASP) e o Vagos Open Air.

 

Celebrações diversas e emoções à flor da pele numa noite a não perder e que se espera repleta de entusiasmo. Este line-up representa o expoente de um trabalho em prole do underground português, com cada vez mais exemplos emergentes embrenhados na filosofia "Do It Ourselves".

 

Cave 45 (Porto)

8 de Abril 2017 | 22.00h

Festival Materiais Diversos celebra nove anos entre Minde, Alcanena e Cartaxo

Festival Materiais Diversos (fMD) regressa de 14 a 23 de setembro para celebrar nove anos de um programa dedicado às artes performativas, onde dança, teatro e música contemporânea são roteiros a seguir desde a vila de Minde, no concelho de Alcanena, até à cidade do Cartaxo.

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photo: Patrícia Almeida

 

Gatilho da Felicidade” de Ana Borralho & João Galante é o espetáculo confirmado para a abertura do fMD 2017 e fará subir ao palco do Cineteatro São Pedro, em Alcanena, 15 jovens protagonistas de um jogo de perguntas sobre a ideia de felicidade, a forma como esta varia de pessoa para pessoa, é influenciada ou desformada pelo consumismo e a cultura de massas. O programa do festival vai reunir um programa intenso de Espetáculos, dois dos quais em estreia absoluta, dinamizar a Comunidade Artística Emergente, com formação alternativa para estudantes oriundos de várias escolas do país, promover Aulas Diárias a cargo dos artistas participantes e abertas ao público, múltiplos encontros temáticos e as desejadas Noites Longas, onde a música tomará o palco e a pista de dança em parceria com o Festival Bons Sons.

 

“O Festival Materiais Diversos leva há nove anos, a comunidades fora dos grandes centros urbanos e dos circuitos artísticos tradicionais, projetos de dança e teatro contemporâneo, que acreditamos serem uma seleção do melhor que se cria em Portugal e fora deste”, destaca Elisabete Paiva, diretora artística do fMD. Paralelamente à organização do festival, a Associação Materiais Diversos trabalha todo o ano em articulação com os municípios, agentes e populações locais, na programação de atividades que promovem o acesso, a literacia artística e a participação comunitária, bem como atraem às regiões do Médio Tejo e Lezíria visitantes, peritos e artistas, de diversas áreas do universo das artes performativas. “Hoje, o público do fMD é provavelmente dos mais exigentes do país. Acolhe todos os anos artistas e criadores, que encontram no festival e nos seus territórios palcos emotivos que se tornaram de paragem obrigatória no circuito nacional”, sublinha Elisabete Paiva.

 

Até ao fMD 2017, a Associação Materiais Diversos prossegue a sua atuação em rede e além da programação regular que mantém nos municípios de Alcanena e Cartaxo, projeta a sua dinâmica artística a outros pontos do país. No circuito inverso, projetos estreados no fMD viajam para outras salas do país e vários artistas encontram no acompanhamento da Materiais Diversos condições para aprofundar e expandir as suas criações através de residências artísticas, formação e intercâmbios.

 

O novo projeto da Associação Materiais Diversos convida a “Ver no Escuro” e parte da convicção que as artes cénicas desempenham um papel central na sociedade, o que tornou indispensável a criação de um clube do espetador, onde curiosos e estudiosos, artistas e espetadores, podem encontrar-se regularmente à volta de espetáculos e tertúlias intimistas. Os encontros vão passar por vários locais entre os meses de março e junho, na antecipação do fMD 2017. A primeira sessão realizou-se no dia 11 de março, pelas 21h30, no Cineteatro Sá da Bandeira em Santarém, integrada na apresentação do espetáculo de dança “Este corpo que me ocupa” de João Fiadeiro, seguida por uma conversa com o coreógrafo e Paula Caspão, no âmbito do ciclo Nova-Velha Dança. Ver no Escuro realiza-se novamente a 30 de abril, em parceria com o Teatro Nacional D. Maria II, para assistir à nova criação de Marlene Monteiro Freitas. A participação é sujeita a inscrição prévia e à lotação da sala.

 

Filipa Francisco apresenta a sua mais recente criação - “Projecto Espiões”, a 18 de março, no Centro Cultural de Ílhavo, e a 5 de maio no Festival DDD - Dias da Dança, no Porto. O coreógrafo e investigador Carlos Manuel Oliveira estará em Residência Artística entre os meses de março e junho, com passagens pelo Centro de Ciência Viva do Alviela e 23 Milhas em Ílhavo, onde no dia 2 de abril vai dirigir o workshop “Pensamentos Coreográficos”. Nos dias 10, 11 e 12 de abril, a coreógrafa Emmanuelle Huynh orienta o laboratório  “Tôzai!...” na Escola Superior de Dança de Lisboa. Até junho estão também em curso nas escolas de Alcanena e do Cartaxo duas Oficinas Artísticas dedicadas aos alunos do 1º e 2º ciclo - “Um POEMA de andorinhas, a nossa VOZ e o VOO do CORPO no espaço” de Margarida Mestre, e “TEMPO” de Sílvia Real, Bruno Cochat e Rita Pedro.

 

 

 

Ute Lemper regressa a Portugal com o espetáculo “Songs From The Heart”.

Em “Songs From the Heart”, Ute Lemper brindará o público com músicas de Nick Cave, Tom Waits, poemas de Bukowski e Neruda, Chanson Française e os inevitáveis Brecht e Weill.

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Quando Ute Lemper sobe a um palco sabemos que dele irão fluir torrentes de sensualidade, ondas sarcásticas como setas apontadas às hipocrisias de outro tempo e de sempre, as angústias e o enlevo de quem vive a poesia a que empresta a voz. Depois do memorável “Last Tango in Berlin” em 2015, a cantora alemã regressa a Portugal. Com uma carreira intensa e variada, Ute Lemper tem recebido a aclamação da crítica, notabilizando-se especialmente pelas suas interpretações de canções de cabaret de Berlim, obras de Kurt Weill e Bertolt Brecht e chanson française.

Um espetáculo imperdível, cujo repertório pretende ser uma celebração da carreira de Ute Lemper e daqueles que mais influenciaram a sua carreira.

 

CAE (Figueira da Foz)

16 de Março 2017 | 21.30h

 

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

17 de Março 2017 | 21.00h

 

Casa da Música (Porto)

18 de Março 2017 | 21.30h

Ivan Lins... o mais internacionalizado músico da MPB volta aos palcos nacionais

Passada uma década do seu último concerto no CCB, Ivan volta aos palcos portugueses em nome próprio para concertos na Casa da Música e no Centro Cultural de Belém. Acompanhado por um quarteto de luxo interpretará não só novos temas como os grandes êxitos de uma carreira de 47 discos e 5 Grammys!

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Ivan Lins é dono de inúmeros sucessos como cantor e compositor tais como Madalena (cantada e imortalizada pela inesquecível Elis Regina), Abre Alas, Somos Todos Iguais, Essa Noite, Começar de Novo, Dinorah, Dinorah, Bandeira do Divino, Bilhete, Desesperar, Jamais, Aiaiaiaiai, Vitoriosa, Vieste, Lembra de mim, Depende de nós, Novo Tempo, Meu País, entre outros temas tão conhecidos e acarinhados pelo público português. A sua obra renova-se através dos anos sem nunca perder o seu ADN ou originalidade. A partir dos anos 80 tem uma estrondosa repercussão internacional, principalmente nos EUA onde é gravado por grandes nomes como Sarah Vaughan, Quincy Jones, Ella Fitzgerald, Carmen McRae, George Benson, Lee Ritenour, Dave Grusin, The Manhattan Transfer, Take 6, New York Voices, Sting, Diana Krall, Barbra Streisand, Michael Bublé, entre muitos outros.

 

Em Espanha edita um CD com as suas músicas traduzidas para espanhol nas vozes de Alejandro Sanz, Jorge Drexler, La Mari, Pedro Guerra e o cubano Carlos Varela; em Itália grava "InventaRio", tendo como convidados Vanessa da Mata, Chico Buarque, Maria Gadú, Bungaro, Petra Mangoni, Maria Pia de Vito; com orquestras grava com a Metropole Orchestra sob a direção de Vince Mendoza e ainda na Alemanha em parceria com a SWR Big Band; lança também um CD no Japão. Já gravou também com alguns dos representantes da nova geração como Pedro Luiz, Tatiana Parra e os portugueses António Zambujo e Cuca Roseta.

 

Ivan Lins regressa a Portugal para um verdadeiro encontro de gerações num fluir entre o Jazz e o Fado!

 

Convidados Especiais no Porto:

Ricardo Ribeiro

Sofia Vitória

António Serrano

 

Convidados Especiais em Lisboa:

Paulo De Carvalho

Agir

Ricardo Ribeiro

Sofia Vitória

António Serrano

 

Casa da Música (Porto)

17 de Maio 2017

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

18 de Maio 2017

Caetano Veloso com data extra no Coliseu do Porto a 26 de Abril

O espectáculo de Caetano Veloso, no formato voz e violão, que esgotou o Coliseu dos Recreios em Setembro de 2016 está perto de repetir o feito, desta vez, no Coliseu do Porto: a noite de 25 de Abril encontra-se quase esgotada, estando a partir de hoje disponíveis os bilhetes para a data extra, a 26 de Abril. Ambas as noites integram a digressão mundial “Caetano apresenta Teresa”, na qual Teresa Cristina, uma das mais prestigiadas cantoras de samba do Brasil, é a convidada do artista para abrir os espectáculos.

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Com início em Paris e Lisboa, a digressão passou pelos EUA, Coreia do Sul, Japão, Brasil, Argentina, Chile e Uruguai. Os concertos no Coliseu do Porto marcam o regresso de Caetano Veloso a Portugal, no começo de uma nova etapa europeia da tour. Munido apenas do violão e da sua voz única, Caetano apresenta um repertório inédito e surpreendente que conta ainda com alguns dos maiores sucessos da sua carreira.

 

A primeira parte fica a cargo de Teresa Cristina acompanhada por Carlinhos 7 Cordas, com o espectáculo “Teresa canta Cartola”, uma homenagem a Cartola, compositor maior do samba e autor de canções intemporais como "As Rosas não Falam" ou "O Mundo É um Moinho".

Rigoletto de Verdi em Portugal

Corcunda e bobo da corte, Rigoletto é um homem mal-amado, que todos goza e por todos é desprezado. A sua única alegria é a filha Gilda, cujo amor pelo Duque de Mântua vai resultar em tragédia...

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Composta por Giuseppe Verdi, com libreto de Francesco Maria Piave, Rigoletto é uma ópera em 3 actos, a apresentar pela Opera del Mediterraneo sob direcção do maestro Fernando Alvarez

 

Coliseu Porto

26 de Maio 2017 | 21.00h

 

Campo Pequeno (Lisboa)

27 de Maio 2017 | 21.00h

Portugal Fashion atinge as 40 edições nacionais…

O 40.º Portugal Fashion tem início em Lisboa, dia 22 de março, com a produção de quatro desfiles, prolongando-se no Porto entre os dias 23 e 25 do mesmo mês. Na invicta, o projeto que caminha já para o 22º ano de existência continua a dar mostras da maturidade atingida: consolida a autonomização da sua plataforma de jovens criadores, que na passada edição ousou experimentar um local e dia exclusivos no calendário; faz da Alfândega do Porto um palco privilegiado para acolher 17 desfiles e um showroom dedicado a agentes de compras nacionais e estrangeiros; e promove dois desfiles extraordinários, em locais inesperados e igualmente emblemáticos, materializando o conceito de dispersão e interação crescente da moda de autor com a cidade. 

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Depois das passagens por Nova Iorque, Londres, Roma, Milão (duas edições) e Paris (duas edições), o Portugal Fashion regressa a Portugal para a apresentação das coleções outono/inverno 2017-2018, trazendo consigo as tendências organizativas internacionais, mas também a sua crescente ambição global. O ano que agora se inicia foi já identificado pelo projeto liderado pela ANJE – Associação Nacional de Jovens Empresários e pela ATP – Associação Têxtil e Vestuário de Portugal como o ano da consagração internacional. Ora, este desiderato vai muito além da participação nas principais semanas de moda do globo e do fomento da visibilidade dos designers e marcas através dessas mesmas plataformas. O Portugal Fashion pretende que também a semana de moda promovida dentro de portas seja uma montra com expressão cada vez mais internacional.

 

"Ao fim de 40 edições, e passados 21 anos desde o primeiro certame, o Portugal Fashion pode orgulhar-se de ter reunido os pressupostos que lhe permitem hoje reforçar o seu posicionamento e a sua visibilidade além-fronteiras”, afirma o diretor de comunicação, Rafael Alves Rocha. "A mudança de paradigma no setor têxtil e de vestuário ficou também a dever-se a uma subida na escala de valor em matéria de criatividade, design, branding, marketing e comunicação, áreas relativamente às quais as ações nacionais e internacionais do Portugal Fashion operaram conquistas efetivas. Diferentemente da primeira edição, onde as top models internacionais convidadas potenciaram a apresentação das coleções de criadores e marcas, a moda portuguesa e o dinamismo industrial do setor são, nesta 40.ª edição, atrativos suficientes para reunirmos no Porto e em Lisboa comitivas de imprensa especializada oriunda de diversos mercados (inclusive extracomunitários), agentes de compras e outros players internacionais de relevo para a afirmação crescente dos designers portugueses”, acrescenta ainda.

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O projeto Bloom, criado pelo Portugal Fashion em 2010 com o intuito de apoiar, divulgar e valorizar, nacional e internacionalmente, jovens criadores portugueses está também ele alinhado nesta lógica de preparação para a promoção no exterior. A provar este facto está a recente presença de nomes saídos do Bloom em certames estrangeiros (em formato desfile e showroom) e a visibilidade conquistada na imprensa internacional pelos desfiles realizados dentro de portas. Nesta 40.ª edição, estão previstos 11 desfiles jovens criadores, três dos quais em estreia na plataforma: a marca Amorphous, de Carla Alves, Mariana Almeida e Nycole. O Palácio dos CTT foi, pela segunda vez consecutiva, a location consagrada aos desfiles do Bloom. Aguarda-se, novamente, uma grande festa de cultura urbana, não apenas pelo ambiente alternativo do Palácio dos CTT, mas também porque, durante os intervalos dos desfiles, a animação ficará a cargo dos DJ sets de Alfredo, Maria e DJ KITTEN, a par de uma emissão especial assegurada pela Rádio Nova Era.

 

Quanto à moda de autor proposta por nomes consagrados, impõe-se destacar a apresentação das coleções de Pedro Pedro, Alexandra Moura e Alves/Gonçalves, alinhados no calendário do primeiro dia em Lisboa, onde há igualmente lugar para apresentar as propostas da marca TM Collection. Na Alfândega do Porto, depois da pausa para o dia Bloom, o Portugal Fashion redireciona os holofotes para os criadores consagrados, sem descurar a oportunidade concedida às principais marcas nacionais para apresentarem também as suas linhas comerciais perante o público do evento. Carlos Gil, Diogo Miranda, Luís Onofre, Nuno Baltazar, Anabela Baldaque e Miguel Vieira evidenciam-se entre os principais nomes da passerelle instalada na Alfândega do Porto. Quanto a marcas, Pé de Chumbo, Vicri, Ana Sousa, Dielmar e Lion of Porches compõem o lineup, que consagra também espaço para a apresentação de nomes emergentes como Carla Pontes, Estelita Mendonça e Susana Bettencourt.

 

Além de ser o epicentro do conceito criativo e cénico idealizado para a 40.ª edição do Portugal Fashion, a Alfândega do Porto aporta sinergias acrescidas para criadores e marcas por acolher, uma vez mais, o showroom Brand Up. Integrado na ação Next Step, programa de internacionalização da moda portuguesa promovido pela ANJE, o Brand Up vai expor coordenados, servindo assim de complemento à apresentação das coleções em passerelle. Os principais destinatários são agentes de compras portugueses e estrangeiros.

 

Complementarmente, Katty Xiomara e Luís Buchinho apropriam-se de dois edifícios emblemáticos do Porto, dando forma a outros tantos desfiles com localizações e formatos inesperados. Com estas ações, realizadas, respetivamente, ao início da tarde dos dias 24 e 25 de março, o Portugal Fashion prossegue com uma dinâmica organizativa de dispersão pela cidade, tal como sucede lá fora, nas grandes capitais da moda. Isto permite conjugar a expressão arquitetónica com a criatividade das coleções, aliando a oportunidade de acesso dos convidados a edifícios que nem sempre estão acessíveis ao público.

 

A Everything Is New e a Alto e Bom Som apresentam a 7.ª edição do Festival Fado Madrid

O Festival Fado Madrid está de regresso ao Teatro Del Canal nos dias 30 de junho e 1 e 2 de julho, com a temática “El Fado y las Artes”. O festival vai contar com um cartaz de luxo com três dos nomes mais sonantes do Fado. Raquel Tavares, Gisela João e Camané. O festival vai contar ainda com uma exposição, conferências e duas curtas-metragens com os temas “El Fado y el cine de animación” e “Fado”.

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A 7.ª edição apresenta três concertos que prometem levar até Madrid o melhor que se faz do novo e contemporâneo Fado em Portugal. Raquel Tavares (30 junho) Gisela João (1 julho) Camané (2 julho). A exposição “El Fado En El Arte Portuguesa” irá marcar a abertura do Festival. Será possível encontrar as raízes do Fado como símbolo da cidade de Lisboa e história cultural do País, assim como o papel que teve na afirmação da identidade cultural e no diálogo cultural entre as comunidades.

 

Dedicado ao cinema, os espectadores vão poder assistir a duas curtas-metragens debruçadas sobre os temas “El Fado y el Cine de animación” da curadoria de Fernando Galrito, que retrata a importância do Fado na essência da alma e a forma como vários realizadores o utilizaram em cinema e “FADO” do realizador Maurice Mauriad, que contextualiza o estilo num ambiente marginal dentro de um bairro boêmio de Lisboa. Já o ciclo de conferências terá como temas “Al Fado todo se dibuja” a cargo do ilustrador Nuno Saraiva e “Imágenes Del Fado En El Arte Portuguesa” a cargo de Sara Pereira, diretora do Museu do Fado.

 

O Festival Fado Madrid tornou-se uma referência a nível mundial para este género musical, sendo hoje a maior mostra de Fado no mundo.

 

30 de Junho 2017 – Raquel Tavares

1 de Julho 2017 – Gisela João

2 de Julho 2017 – Camané

 

Teatros del Canal / Sala Roja (Madrid)

30 junho a 2 julho de 2017 | 20.30h

We Bless This Mess no South By Southwest (EUA)

Já decorre o maior festival / conferência do mundo, na cidade de Austin (no Texas), até dia 19 de Março. O SXSW é conhecido por juntar as indústrias da música e do cinema num ambiente criativo, onde o 'empreendedorismo' é a chave principal. O objectivo é fomentar o contacto entre artistas, produtoras, editoras e fãs, fazendo com que os participantes tenham a oportunidade de impulsionar os seus projectos e abraçar novos desafios em conjunto.

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We Bless This Mess (Oh Lee Music), que faz parte da comitiva portuguesa ao lado de nomes como The Gift, DJ Ride ou Moullinex, encontra-se representado no terreno pelo músico e tatuador Nelson Graf Reis.

Dia 13, o projecto marcou presença nas festividades da UE (evento EU@SXSW) com inúmeros feedbacks positivos. Antes do showcase oficial no Stephen F's Bar (dia 17, às 21h), We Bless This Mess conta também com um showcase na Embassy Suites Downtown, dia 16 às 19h

Workshop AMAEI… Internacionalização da Música Portuguesa

No rescaldo do Eurosonic Country Focus em Portugal, onde actuaram 23 artistas nacionais, a AMAEI vai desenvolver o workshop Internacionalização da Música Portuguesa com vista a proporcionar um melhor entendimento da experiência na Holanda, assim como a possibilitar uma compreensão de como artistas e profissionais da música poderão levar as suas criações para além de Portugal. O evento decorrerá na Sala Multiusos do Centro de Inovação da Mouraria, em Lisboa, e tem início apontado para as 15h do dia 21 de Março.

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Este workshop será coordenado por Nuno Saraiva, que acumula funções como presidente da AMAEI, director executivo da associação Why Portugal e membro da direcção da IMPALA, entre outras. Através da partilha das suas variadas experiências internacionais, nomeadamente no contexto do Eurosonic, procurar-se-á chegar a um entendimento geral do diluir de fronteiras no mercado da música que sente actualmente. Ao mesmo tempo, proceder-se-á ao levantamento de uma série de estratégias de exportação que se podem adoptar, sempre tendo em conta os múltiplos factores e condicionantes que o negócio da música implica actualmente.

“Mais Respeito Que Sou Tua Mãe!”… Ensaio Solidário

O ensaio solidário de “Mais Respeito Que Sou Tua Mãe!” tem lugar no dia 28 de Março, pelas 21h30 no Auditório dos Oceanos, Casino Lisboa. “Mais Respeito Que Sou Tua Mãe!” estreia no dia 29 de Março no Auditório dos Oceanos, onde estará em cena de Quinta a Sábado às 21h30 e aos Domingos às 16h30.

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O aguardado regresso de “Mais Respeito Que Sou Tua Mãe!”, assinala os 30 anos de carreira de Joaquim Monchique que assina a direcção e adaptação desta nova versão do espectáculo estreado em Portugal em 2010.

 

O bilhete tem o custo fixo reduzido de 8€ (sem lugares marcados) e as receitas revertem, na sua totalidade, a favor da Casa do Artista.

Tiago Bettencourt… Primeiro artista nacional confirmado no NOS Alive'17

Tiago Bettencourt sobe ao Palco NOS dia 7 de julho, mesmo palco dos já anunciados Foo Fighters e The Kills. O músico vai percorrer no segundo dia do festival os grandes êxitos da sua carreira, assim como apresentar em primeira mão temas do seu próximo álbum de estúdio. O sexto disco de originais de Tiago Bettencourt, com data de edição agendada para o primeiro semestre do ano, já conta com um single editado. “Se me deixasses ser”, o novo tema do músico apresentado a 9 de janeiro.

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Segundo Tiago, houve um ambiente especial que influenciou a criação e o desenvolvimento deste incrível single. “Percebi o caminho que a canção ia tomar quando estava com a banda numa quinta em Marçal do Chão. Estava calor, as janelas abertas e os instrumentos montados na sala. Foram dias em que as tardes entardeciam sem pressa e a canção saiu também ela cheia de ar, embora o resto do arranjo tenha crescido em minha casa, num pequeno espaço sem janelas. Os teclados trazem de volta universos que já vivi, mas sem querer ser Passado outra vez. Há uma melancolia reconfortante em determinados sons e foi isso que procurei para ilustrar a letra. É uma canção contida, mas intensa. Pode ser uma promessa, ou um sonho, ou uma ambição. Fala daquilo que queremos ser quando alguém confia em nós. Se o conseguimos ser é outra história, este é apenas o momento em que se acredita, o segundo cego em que se contempla essa inocência e a entregamos frente a um precipício como se não existisse tempo ou espaço ou cicatrizes pelo corpo.”

Tiago Bettencourt promete levar os festivaleiros numa viagem ao seu lado mais aventureiro, um concerto onde o artista vai percorrer os grandes êxitos da carreira e apresentar temas do novo disco. O artista junta-se assim aos grandes nomes já anunciados para dia 7 de julho como Foo Fighters, The Kills, Local Natives, Parov Stelar, Savages, Warpaint e Wild Beasts.

 

“Ser Feliz Não é Caro - O Livro da Grande Poupança” de Janine Medeira

A receita é simples: começa na organização e no estabelecer prioridades. Como deve ser esta organização? Como gerir prioridades? Ficam duas dicas:

- Crie um pequeno stock em casa: a cozinha não precisa (nem deve) estar sempre no limite. Por exemplo: se consome muito esparguete e a sua marca preferida está com 50% de desconto, compre logo 3 ou 4 embalagens, o que evita as idas diárias ao supermercado.

- Estabeleça prioridades: estar em promoção não torna o produto prioritário, promoções circulam todas as semanas, ou está com um preço nunca antes visto, ou é preferível só comprar se realmente precisar, de outra forma transforma-se num comportamento obsessivo, e para poupar isso não deve acontecer.

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Janine Medeira é especialista em poupança e autora do blogue Poupadinhos & Com Vales - o segundo blogue mais lido em Portugal. No livro “Ser Feliz Não é Caro” apresenta-nos todas as estratégias, dicas e truques para poupar em todas as áreas do seu dia a dia: supermercado, casa, cozinha, seguros, carro, nas férias, entre tantas outras. E, para perceber como se faz, a autora apresenta-lhe as contas para provar que este não é um objetivo impossível de alcançar. Porque poupar não tem de ser sinónimo de passar privações, mas sim de fazer as escolhas certas, no momento certo. Depois é só uma questão de usufruir do dinheiro que poupou e ser feliz.

 

P.S. O livro contém vales de desconto no valor aproximado de 200 euros.

 

Uma edição: A Esfera dos Livros

À venda a 17 de Março / Apresentação dia 2 de Abril na FNAC Algarveshoping

 

Terras Sem Sombra chega a Santiago de Cacém

Após Almodôvar e Odemira, o Terras sem Sombra muda agora de cenário para Santiago do Cacém, onde está preparado mais um programa intenso de descobertas em torno do património, música e biodiversidade. Nos dias 25 e 26 de Março, as atenções concentram-se na história e na arte de uma terra que pertenceu à Ordem militar de Santiago da Espada, sem esquecer a rica “mitologia” local e, claro está, as pessoas que aqui habitam – e que se irão envolver na plantação de sobreiros, ajudando a salvar a mata do antigo convento de Nossa Senhora do Loreto. O Festival conta ainda com a presença de um agrupamento musical de excepção, vindo dos Estados Unidos.

Brentano String Quartet

Como é já hábito, o evento começa sábado, às 14h30, com uma visita ao centro histórico de Santiago do Cacém, terra senhorial, onde igrejas, palácios e mansões guardam tesouros históricos. A matriz, no alto do castelo, é o ponto de encontro de um percurso que visitará esta fortaleza, a tapada do Palácio dos Condes de Avillez, a antiga judiaria, a capela das Almas, a igreja da Misericórdia, a mais do que centenária Sociedade Harmonia e outros monumentos pouco conhecidos, sem esquecer um moinho de vento, recentemente recuperado nas Cumeadas. O foco do passeio, no entanto, será o palácio dos Condes de Bracial, belo edifício da época romântica, e que abre as portas ao público, pela primeira vez, neste dia.

 

Mas andar pelas ruas antigas da cidade é também a ocasião para conhecer histórias de outros tempos e confrontar usos e tradições. Por exemplo, a lenda do túnel que liga o castelo de Santiago às ruínas de Miróbriga, desafiando as leis da gravidade. Ou o medo causado pela aparição de avejões (fantasmas), que se manifestavam, sobretudo em noites de Lua cheia, em duas encruzilhadas da povoação, os Cantos do Meio-Dia e os Cantos de Santo António. Ou os sustos causados pela alma penada da “condessa velha” aos que se aventuravam, fora de horas, na rua em cotovelo, junto à Casa das Heras...

 

De Nova Iorque para o Alentejo: Brentano String Quartet

Para o serão está reservado um grande concerto, com aquele que é considerado pela crítica como um dos melhores – senão o melhor – quartetos de cordas da actualidade. Depois de visitar algumas das principais capitais europeias, esta formação termina a sua itinerância no Alentejo, com o concerto “Perpétuo Movimento: Em torno d’A Arte da Fuga”. Trata-se de um tributo a J. S. Bach em que o célebre compositor alemão vai ser escutado a par de Gesualdo, Kurtag, Gubaidulina e Britten.

O Brentano String Quartet é actualmente o quarteto titular residente da mítica Yale School of Music, sucedendo ao Tokyo Quartet nessa posição. Desde a sua criação, em 1992, tem sido muitíssimo aplaudido pelo público e pela crítica. Nas últimas temporadas, tem viajado incansavelmente, percorrendo os Estados Unidos, Canadá, Europa, Japão e Austrália – e actuando nos teatros mais prestigiosos do mundo. A propósito do programa que foi anunciado para o Terras sem Sombra, escreve o Washington Post: “gratificante em todos os sentidos”. E o London Independent vai ainda mais longe, ao classificá-lo como “apaixonante e fascinante”.

 

Na manhã de domingo, às 10h00, o alvo será a paisagem cultural em torno do antigo convento de Nossa Senhora do Loreto. Aproveitando a proximidade ao dia mundial da floresta, a jornada será consagrada à salvaguarda do montado de sobro, incidindo num aspecto fulcral da sua continuidade – a renovação. Para tal, serão plantadas várias dezenas de sobreiros, provenientes da Mata Nacional de Valverde, em Alcácer do Sal. Pretende-se ainda definir um “caderno de encargos” para o acompanhamento das plantas, assegurando a sua protecção. Esta iniciativa irá envolver a comunidade local: quem plantar um sobreiro será o seu protector e compromete-se a regá-lo no próximo Verão, de modo a garantir a sua sobrevivência. Uma placa assinalará o nome do “padrinho” de cada árvore.

 

Programa Santiago do Cacém

25 de Março

14.30h – 17.30h – Visita ao Centro Histórico

Local em destaque – Palácio dos Condes de Bracial

Ponto de encontro - Igreja Matriz de Santiago Maior

21.30h – Brentano String Quartet

Perpétuo Movimento: Em torno d’A Arte da Fuga

Local: Igreja Matriz de Santiago Maior

 

26 de Março

Biodiversidade: A Paisagem Cultural em torno do Convento do Loreto  assegurar a sua continuidade

10.00h – Saída: Igreja Matriz de Santiago Maior 

 

 

 

Diogo Faro já estreou o talkshow "Somos Todos Idiotas"

Estreou este domingo o talkshow online do Diogo Faro, mais conhecido como Sensivelmente Idiota, "Somos Todos Idiotas"

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Este programa é uma adaptação do tradicional formato de TV para a internet, cujo ritmo é muito próprio, e nos próximos episódios vai-se falar de temas tão variados como machismo, liberdade de expressão ou dietas e redes sociais, e haverá ainda participações especiais de ilustres convidados como, por exemplo, o Ricardo Araújo Pereira.

O próximo episódio será lançado no Domingo, dia 26, com o tema "Machismo, Feminismo e Estalactites"

Mac Miller no MEO Sudoeste 17

Em 2017, o MEO Sudoeste celebra 20 anos. Em altura de balanços e retrospetivas, pode dizer-se que a história recente do Festival é marcada também pela presença do melhor hip-hop do mundo. Depois de Lil Wayne, chega a confirmação de Mac Miller, um dos nomes mais promissores do hip-hop mundial, que vai atuar dia 2 de agosto, no Palco MEO.

Mac-Miller

Mac Miller teve contacto com o mundo da música desde muito cedo, foi ainda na infância que aprendeu piano, bateria e violão. Conhecimentos musicais que decidiu juntar ao seu gosto pelas palavras e rimas, influenciado por nomes como Big L, Lauryn Hill, Outkast ou A Tribe Called Quest. O hip-hop tornou-se, assim, um caminho inevitável e, na verdade, a sua verdadeira paixão. Começou a gravar com o coletivo The Ill Spoken, mas depressa se aventurou a solo. Em 2010, e depois do borburinho que se foi gerando em torno do seu nome, Mac Miller editou o seu primeiro disco de estúdio “Blue Slide Park”, álbum que disparou para o primeiro lugar dos mais vendidos da Billboard, com 144 mil vendas na semana de estreia.

 

Mac Miller não tem parado, com mais discos, mixtapes e colaborações. Cada vez mais elogiado pela crítica, em 2016 editou “The Divine Feminine”, disco que inclui "Dang!" com Anderson Paak, "My Favorite Part" com Ariana Grande, tema romântico que não deixou ninguém indiferente… e “God Is Fair, Sexy Nasty” com Kendrick Lamar, entre outros, como CeeLo Green ou Ty Dolla $ign. Às vezes romântico, outras vezes provocador, Mac Miller conquista cada vez mais público, com uma postura otimista e positiva – ou seja, tudo aquilo que o público espera na Zambujeira do Mar.

Para ver e ouvir no Palco MEO, dia 2 de agosto

'Dia do Pai' ao sabor de um (ou dois) Porto(s) da Quinta de la Rosa

A 19 de Março celebra-se o ‘Dia do Pai’, efeméride que a Quinta de la Rosa sugere que seja vivida ao sabor de um vinho do Porto: os datados ‘Quinta de la Rosa Porto LBV 2012’ – pleno de elegância e com um equilíbrio afinado ao detalhe – e ‘Quinta de la Rosa Porto Vintage 2014’ – um vinho licoroso e sedutor, perfeito para ser bebido jovem.

VINHO, ESTÚDIO, Quinta LA ROSE, Coleção 6 garrafas 50cl

Com as impressões digitais das suas vinhas e a alfaiataria do enólogo Jorge Moreira, parti lhada com a sabedoria e experiência da família Bergqvist, no negócio do vinho do Porto há 202 anos, são vinhos especiais – feitos de forma tradicional, com pisa a pé em lagares de granito e estagiados em balseiros e pipas (cascos de carvalho de 550 litros) de madeira muito antigos – para um dia que se faz de afectos, palavras e muitas vezes de surpresas ao sabor de cálice de vinho do Porto.

 

Muito elegante, no ‘Quinta de la Rosa Porto LBV 2012’ sobressaem aromas a licor de cereja, esteva e especiarias. Muito sedoso na boca, onde a fruta preta aparece embrulhada em sabores a chocolate preto. Muito rico com taninos sedosos que lhe conferem excelente estrutura. É um Porto que alia na perfeição todos os seus componentes tornando-o extremamente equilibrado.

VINHO, ESTÚDIO, Quinta LA ROSE, VINTAGE PORT 2012, Estate Bottled in 2014

Desenhado a partir de Vinhas Velhas, Touriga Nacional, Touriga Franca e algum Sousão, o ‘Quinta de la Rosa Porto Vintage 2014’ nasce de uma colheita mais leve e acessível. Um Porto que pode ser consumido enquanto jovem, mas com potencial de envelhecimento em garrafa durante muitas décadas. Apresenta aromas típicos de um ano fresco: intenso, com notas de licor de cereja, chocolate e esteva. Na boca é um vinho licoroso e sedutor, perfeito para ser bebido em qualquer momento pois tem taninos suficientes que lhe garantem a estrutura e longevidade de um Vintage, mas não tantos que lhe bloqueiem os aromas e sabores nesta fase tão inicial da sua vida.

 

Provenientes dos mais antigos patamares da Quinta de la Rosa, os néctares sugeridos são ideias para acompanhar sobremesas, sobretudo de chocolate, queijo ou mesmo para apreciar a solo.