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Glam Magazine

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FMM Sines… De Marrocos a Porto Rico, mais música confirmada

O FMM Sines – Festival Músicas do Mundo sempre foi um festival de descobertas e voltará a sê-lo na sua edição de 2017, que se realiza de 21 a 29 de julho em Sines e Porto Covo. De África, Médio Oriente, Sudeste Asiático, Américas e Europa, estão confirmados mais nove concertos, de artistas que começam agora a chegar aos públicos internacionais da música ao vivo ou que estão finalmente a receber o reconhecimento merecido.

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A-WA (lê-se ei-uá) é um trio de irmãs nascidas no sul de Israel que funde o folclore iemenita judaico com a música de dança. Descobertas por Tomer Yosef (Balkan Beat Box), com quem trabalharam no disco de estreia, Tair, Liron e Tagel Haim cantam poemas de amor e protesto em dialeto arábico iemenita. São um dos grupos em mais rápida ascensão da música de dança de textura global.

BCUC (por extenso: Bantu Continua Uhuru Consciousness) é uma banda na tradição da música de protesto do Soweto, África do Sul. Fazem música afropsicadélica (a que dão o nome trava-línguas “Africangungungu”), expressa em longas digressões funky movidas por baixo elétrico, voz e percussão. Cantam em zulu, sotho e inglês e não hesitam quando é preciso denunciar o lado menos colorido da Nação Arco-Íris.

Den Sorte Skole é o duo de produtores e compositores dinamarqueses Simon Dokkedal e Martin Højland. Os seus espetáculos são “sinfonias” dançáveis criadas a partir de samples de discos de todos os géneros e de todas as partes do mundo. Mais do que DJ sets, são esculturas sonoras feitas a partir de colagens de fragmentos da herança musical da humanidade. Serão acompanhados pelo artista visual Dark Matters.

ÌFÉ é o projeto musical de Otura Mun, cantor, produtor e percussionista que do estado americano do Indiana voou para Porto Rico, onde está radicado desde os anos 90. Sacerdote do culto de Ifá da religião ioruba, Otura incorpora na sua música de dança de matriz R&B o contributo dos ritmos afrocaribenhos e dos cantos sagrados da sua fé. Depois de vários singles de grande sucesso, o seu álbum de estreia é lançado em 2017.

A cultura de raiz ioruba subjaz à proposta criativa de outro concerto do FMM Sines 2017. Metá Metá (que significa “três ao mesmo tempo” na língua ioruba) é um trio de São Paulo que junta Juçara Marçal, na voz, Thiago França, no saxofone, e Kiko Dinucci, na guitarra. Música afro-brasileira, jazz e grandes culturas musicais africanas – Marrocos, Etiópia, Níger e Mali – inspiram o seu disco mais recente, “MM3”.

 

N3rdistan é um quarteto liderado pelo cantor marroquino Walid BenSelim. A música do grupo recolhe elementos na música eletrónica, no rap e da poesia de grandes autores do Levante. Com a rapper Widad Brocos, Walid dialoga em ritmo sincopado no dialeto darija, que aprendeu nas ruas de Casablanca. A flauta de Benjamin Cucchiara e a bateria de Cyril Canerie dão substância instrumental ao som do grupo.

Em 2017, prossegue com Romperayo a visita anual do FMM Sines à nova música colombiana. Romperayo é um quarteto instrumental que faz regressar a Sines o percussionista Pedro Ojeda, que já cá tinha estado com Los Pirañas. É ele quem marca o ritmo alucinogénico desta incursão pelos sons psicadélicos da cumbia dos anos 70 e por outros ritmos tropicais fundidos com a música eletrónica e com o jazz.

Simply Rockers Sound System é um sistema de som móvel português inspirado nos mestres que construíram os primeiros sound systems na década de 50 do século passado nas ruas de Kingston, na Jamaica. Ativo desde 2012, o Simply Rockers Sound System divulga o passado, o presente e o futuro da música roots rock reggae dub através de sessões de dança com Ernesto Honesto, Natty Fred e Joydan.

The Barberettes é um trio de Seul que recupera a tradição dos grupos de doo-wop dos anos 50 e 60. São uma divertida e despretensiosa viagem no tempo até à idade de ouro dos agrupamentos de harmonias vocais e ao estilo Barbershop (de onde vem o seu nome). A sua principal referência são The Kim Sisters, outro trio sul-coreano de doo-wop, que fez fama e carreira nos EUA há mais de cinco décadas.

The Cult juntam-se ao alinhamento do Palco NOS no NOS Alive'17

The Cult, os monstros do rock britânico, juntam-se ao alinhamento do Palco NOS, dia 7 de julho, ao lado dos já anunciados Foo Fighters, The Kills e Tiago Bettencourt. O grupo leva até ao NOS Alive’17 o 10.º álbum de originais, “Hidden City”, editado em fevereiro de 2016, bem como os hits que marcaram a carreira do grupo desde 1983.

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photo: Tim Cadiente

 

A histórica banda do Yorkshire, liderada por Ian Astbury e Billy Duffy, que já conta com mais de 30 anos de carreira e 10 discos de originais na bagagem, é um dos nomes mais marcantes do rock e garantidamente uma das mais impressionantes bandas em palco.

“Hidden City” é o disco que encerra a trilogia que teve como antecessores “Born Into This”, editado em 2007, e “Choice of Weapon” de 2012. Os The Cult são Ian Astbury (voz), Billy Duffy (guitarra), John Tempesta (bateria), Grant Fitzpatrick (baixo) e Damon Fox (teclas e guitarra rítmica)

King Krule confirmado no Vodafone Paredes de Coura

Archy Marshall adoptou vários pseudónimos ao longo da sua carreira musical. O cantor e compositor, que toca também guitarra e teclado, chamou a atenção com “Out Getting Ribs”, o single de 2010, lançado ainda enquanto Zoo Kid, e que mostrou uma voz distintamente crua. A antecipação para o primeiro álbum de Marshall cresceu com a música a figurar nas listas de artistas a ter debaixo de olho e a valer-lhe uma nomeação para a “BBC's Sound of 2013”, uma lista de artistas promissores divulgada todos os anos pela rádio britânica.

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Em 2013, lançou o primeiro álbum enquanto King Krule. "6 Feet Beneath the Moon" continua a ser o trabalho de maior sucesso do artista e o registo que impressionou o público com uma voz áspera e com alma própria capaz de fazer esquecer a idade real de Marshall, com apenas 19 anos na altura da edição do álbum. Em Outubro do ano passado, apresentou uma nova música, sem título, durante um concerto e, de acordo com os fãs presentes na actuação, deixou no ar a ideia de que um novo álbum de King Krule poderia estar para breve.

Uma transcendência incomum que apropria vários géneros e que tem tanto de simples e sedutor como de misterioso e intrigante para ver, ao vivo, na 25ª edição do Vodafone Paredes de Coura.

King Krule junta-se a Foals, At the Drive-In, Nick Murphy (Chet Faker), Beach House, Future Islands, Ty Segall, Foxygen, Benjamin Clementine, BadBadNotGood, !!! (Chk Chk Chk), Young Fathers, Car Seat Headrest, Beak>, Ho99o9, Moon Duo, Sunflower Bean, Andy Shauf, Manel Cruz, Mão Morta e You Can’t Win Charlie Brown na 25ª edição do Vodafone Paredes de Coura

gnration apresenta três meses de programa cultural imparável

São três meses sem parar em Braga... Depois de ter apresentado um forte programa para os primeiros três meses do ano, onde se incluíam nomes como Vessel, Xiu Xiu, The Field ou The Legendary Tiger Man, o gnration volta a surpreender e dá a conhecer um programa cultural repleto de concertos de cariz internacional e nacional, instalações, exposições, cinema, workshops e outras atividades de serviço educativo, integrando também ainda a comemoração dos quatro anos com um dia aberto e uma celebração original dos 50 anos de “Sgt. Peppers Lonely Heart Club Band” dos The Beatles.

Jenny Hval Press Photo 2016

No que toca à música, o gnration apresentará um programa com alguns dos melhores nomes da atualidade da música, alguns deles com os melhores discos de 2016 para várias publicações de referência. É o caso da norueguesa Jenny Hval que apresentará “Blood Bitch”, o mais recente e aclamado disco, a 29 de abril, um concerto também inserido na celebração de aniversário do espaço em Braga. Um dia depois, o gnration celebraráquatro anos e onde dará também destaque à música nacional. Ainda em abril, a 13, quinta-feira, véspera de feriado, o norte-americano Ryley Walker apresentará “Golden Sings That Have Been Sung”. Maio marcará o regresso do ciclo gnration@, iniciativa que dinamiza locais emblemáticos de Braga levou já nomes como Lee Ranaldo (Sonic Youth) e Josephine Foster a museus e salões nobres da cidade. A 6 de maio, Joshua Abrams & Natural Information Society apresentam “Simultonality”, novo disco com edição pela Tak:til (nova sublabel da conceituada Glitterbeat), no salão nobre do Museu Nogueira da Silva.

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Cerca de quinze dias mais tarde, o gnration receberá na Blackbox, a sala de espetáculos do espaço, a lenda da música eletrónica Silver Apples. "Clinging to a Dream" marca o regresso aos discos de um dos nomes pioneiros da música criada a partir de sintetizadores. Quartos dias depois, a 24, será a vez de Bing & Ruth, aclamado coletivo de câmara contemporâneo liderado pelo pianista David Moore, que passará por Braga para apresentar o esperado novo trabalho “No Home of the Mind”, disco que marca a estreia na conceituada 4AD. A primeira parte deste concerto estará a cargo de Marco Franco, nome de culto da música portuguesa, que dará a conhecer o seu primeiro disco a solo, criado exclusivamente ao piano, de nome Mudra.

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photo: Luis Vieira

 

No último mês do trimestre, junho, o gnration receberá a terceira edição da gnration club night, noite que dedica à música de dança. A 17 de junho, o produtor britânico de música eletrónica Shackleton apresentará o mundialmente bem-recebido disco, “Devotional Songs”, editado em 2016 via Honest Jon’s, noite que contará também com DJ Firmeza, um dos nomes maiores da Príncipe Discos, e Consórcio (na foto), coletivo de djs bracarenses queresulta de uma encomenda direta do gnration.

 

Em parceria com a Casa da Música, o gnration coproduz Getting Better All the Time, um espetáculo original inspirado no célebre disco dos fabfour que este ano vê comemorar 50 anos do seu lançamento. Este espetáculo, que contará com a participação de músicos amadores e com os alunos do Conservatório de Música Calouste Gulbenkian de Braga, será apresentado a 2 de junho no gnration e em Outubro na Casa da Música. Ainda inserido na celebração, o gnration receberá o espetáculo infantil Beatle-Battle (1 de junho) e uma tertúlia / listening session do disco (3 de junho, gratuito), que terá Adolfo Luxúria Canibal (Mão Morta) no painel de convidados.

 

Situado na capital de distrito mais jovem do país e uma das mais jovens da Europa, o projeto resultante da Braga 2012: Capital Europeia da Juventude assinala quatro anos de existência e fá-lo novamente com as portas abertas e um leque variado de iniciativas culturais. A 30 de abril, o quatro aniversário do creative hub bracarense será celebrado com um conjunto de atividades gratuitas para todas as idades. PAUS, Octa Push, Conjunto Corona, Leviatã, Omega 3 (dj set), DJ Lynce (dj set) e a Orquestra de Paus e Cordas (quatro dezenas de músicos amadores juntos num coletivo musical) preenchem o programa de música onde se destacará o nome de Moritz Simon Geist. O músico alemão e engenheiro de robots, que colaborou já com nomes como Mouse on Mars ou Tyondai Braxton, apresentará “Tripods One”, uma performance sonora onde música eletrónica será tocada em tempo real por robots. Para os mais pequenos, os Primeiros Bits vão ensinar, gratuitamente, como aplicar as novas tecnologias à arte, iniciativa em parceria com a Digitópia/Casa da Música, e o Atomic Scanner, um jogo de interação para smartphones, criada pela Engage Lab, que parte de um funcionamento similar ao Pókemon Go, levará crianças a descobrir espaços.

Ao longo do dia e noite, um conjunto de instalações, em parceria com o INL – Laboratório Ibérico Internacional de Nanotecnologia, Engage Lab e Berklee College of Music - Valencia Campus, serão apresentadas em vários espaços do gnration. Um conjunto de dois filmes do artista russo Kirill Savchenkov serão também exibidos neste dia, numa iniciativa parceira com a BoCA Bienal (Lisboa). Para além da forte componente cultural, o gnration engloba ainda nas suas instalações a incubadora de empresas Startup Braga e a Loja Europa Jovem, um espaço pioneiro no apoio à mobilidade jovem europeia e que se estendeu já a outras cidades do país.

Tarik Barri alia arte a nanotecnologia no programa Scale Travels, instalações, exposições, cinema e serviço educativo. No programa cultural trimestre abr-jun, o gnration apresentará também um conjunto de instalações, exposições, cinema e atividades de serviço educativo. Fruto da parceria com o INL, a galeria com o mesmo nome do laboratório internacional de nanotecnologia receberá a instalação audiovisual Matter of Perspectives, do artista audiovisual holandês Tarik Barri, colaborador habitual de nomes como Atoms For Peace (de Thom Yorke), Nicolas Jaar e Monolake. A instalação poderá ser visitada, gratuitamente, de 24 de março a 17 de junho. Também no campo das instalações, e fruto da parceria com a Berklee College of Music - Valencia Campus, o gnration apresentará na galeria gnration, espaço dedicado a instalações com curadoria artística própria, PROEM, de Erik Hasan Gomez, que estará disponível para visita, gratuita, de 30 de abril a 30 de junho.

 

Pelo terceiro ano consecutivo, a exposição Fora e Dentro, dos alunos da Faculdade de Belas Artes da Universidade do Porto, volta a ocupar diversos espaços do gnration com um conjunto de obras site-specific. Os trabalhos artísticos estarão disponíveis para visita, gratuita, de 20 maio a 14 de julho. A 27 de maio, um conjunto de trabalhos audiovisuais selecionados no âmbito do Braga Internacional Video Dance Festival, evento que alia dança ao vídeo como meio de expressão, serão exibidos. A entrada é livre. O programa de serviço educativo receberá neste trimestre um workshop-laboratório de cinema documental pela realizadora portuguesa Salomé Lamas, a 1 de abril, em parceria com a BoCA – Biennial of Contemporany Arts. A 6 de maio, os mais pequenos vão ocupar o dia no gnration com os workshops Pequenos Makers, espaço onde se reúnem para criar projetos com componente tecnológica, e Coderdojo (6 de maio), workshop de programação que ensina jovens dos 7 aos 17 anos a programar. A 13 e 14 de maio, em parceria com a Digitópia/Casa da Música, o gnration apresentará um workshop de Arduíno e Pedais DIY, onde se explicará como criar um sintetizador ou um processador de efeitos. A fechar o programa de serviço educativo do próximo trimestre, a 17 de junho, o espetáculo infantil Kumu-Kumu, uma experiência audiovisual para pais e bebés. Ainda este trimestre, o gnration receberá o dj e produtor sueco The Field e os portugueses Photonz e Consórcio na segunda edição gnration club night (25 mar), noite dedicada à música das pistas de dança.

Blues para os Corredores? O Lado Esquerdo meteu as "mãos nas guitarras"...

A banda portuense Lado Esquerdo deu a conhecer no início desta semana o tema "Blues do Corredor", lançado em parceria com a Runporto. A canção será a música oficial da Corrida do Dia do Pai, a ter lugar no próximo dia 19 de Março, no Porto.

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Alex, vocalista da banda constata o seguinte… “ao longo dos últimos anos vejo cada vez mais amigos e familiares a correr, muitos deles a participar em provas, o que acaba por ser um pequeno exemplo do sentido e força da música: sublinhar a corrida como uma libertação dos problemas à nossa volta”.

Esta é a canção sucessora do single “Futuro Sem Subsídio”, sendo mais um avanço para o álbum de estreia da banda, que chegará às lojas no dia 7 de Abril e que contará com a participação especial de Zé Pedro (Xutos & Pontapés) e Marco Nunes (Blind Zero, Jorge Palma, Pedro Abrunhosa).

"Sobrena" a estreia de Inversus…

Está disponível a partir de hoje para audição e download gratuitos "Sobrena", o primeiro disco de Inversus. O disco, assinado por Ricardo Fialho, é fruto de um processo tão laborioso quanto paciente, criado com recurso a várias máquinas e sintetizadores e em que o estúdio, mais do que um lugar, é visto e usado como um instrumento.

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Este "Sobrena", que a ZigurArtists tem agora o prazer de apresentar, contém oito temas em que é possível ouvir laivos de synth-pop, hip-hop, electro e outras variantes da música electrónica - sempre com uma embalagem policromática, orelhuda e psicadélica qb.

Composto ao longo de 2016, “Sobrena” - assim chamado em homenagem a uma pequena localidade na região do oeste - é fruto de um processo tão laborioso quanto paciente, criado com recurso a várias máquinas e sintetizadores analógicos e em que o estúdio, mais do que um lugar, é visto e usado como um instrumento. “Sobrena” é, assim, um conjunto de temas conscientes do seu propósito no álbum e da importância para a história que este quer contar.

Metallica… Digressão mundial de promoção a “Hardwired… To Self-Destruct” passa por Lisboa

Os Metallica acabam de anunciar as datas europeias da digressão “WorldWired Tour”, de promoção ao novo álbum “Hardwired… To Self-Destruct”, sendo que Lisboa é uma das datas contempladas. O grupo norte-americano regressa assim a Portugal no início do próximo ano, a 1 de fevereiro de 2018, à MEO Arena. A digressão arranca com dois concertos em Amesterdão, nos dias 4 e 6 de setembro. Os noruegueses Kvelertak vão fazer as primeiras partes da digressão.

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Os Metallica associaram-se à CID Entertainment para oferecer três opções que permitem uma experiência mais completa desta digressão, incluindo bilhetes premium e outras facilidades, acesso prévio à sala de espetáculos, uma visita à exposição de memorabilia “Memory Remains”, bem como meet & greets, através dos quais é possível conhecer a banda. Para informações detalhadas quanto a estas ofertas consulte este site.

 

Hardwired… To Self-Destruct” foi lançado a 18 de novembro de 2016, com o selo da Blackened Recordings, dos próprios Metallica, tendo entrado para o 1.º lugar dos tops de vendas em todo o mundo, ultrapassando as 800 mil cópias vendidas na semana de lançamento. O álbum foi produzido por Greg Fidelman com James Hetfield e Lars Ulrich e está disponível em vários formatos em www.metallica.com. Em Portugal, o álbum também teve entrada direta para o 1.º lugar do top de vendas, tendo atingido o Galardão de Ouro.

 

Hardwired… To Self-Destruct” foi bastante aplaudido pela crítica. O New York Times escreveu: “Os Metallica abraçaram a idade adulta, reclamando o ataque da sua música, ao mesmo tempo que colocam de parte a imagem de banda hard rock jovem, veloz e fora de controlo”. “Em ‘Hardwired’ os Metallica voltam ao terror vintage dos anos 80”, escreveu a Rolling Stone. O The Guardian afirmou: “Os Metallica acabam de fazer o seu melhor disco em 25 anos”, enquanto a NME referiu: “Os Metallica mantêm-se vitais e inovadores”.

 

 

 

Max Costa com novo Single… "She's the Devil"

Numa altura em que Max Costa continua a deslumbrar o público português com a sua carismática proposta blues/rock inspirada nos grandes mestres do passado, é tempo de conhecermos “She’s the Devil”, o endiabrado novo single de “The Storyteller” que versa sobre o encontro do músico com uma mulher fatal de infindáveis luxúrias.

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Este é já o terceiro avanço do primeiro álbum a solo do músico de Minas Gerais, já disponível em formato digital nas principais lojas online com o selo da Music For All.

 

ModaLisboa Boundless… 12 de Março (Reportagem)

ModaLisboa seis anos depois, decidiu sair da “zona de conforto”, assim nesta 48.ª edição encheu as salas do Museu Colecção Berardo e Garagem Sul do Centro Cultural de Belém (CCB).

O tema escolhidos para esta edição foi Boundless (em português, sem limites). A escolha da palavra insere-se no contexto actual de divisão, “num mundo em que está toda a gente um bocadinho na retranca: muros para aqui, saídas de territórios comunitários”, refere a presidente da Associação ModaLisboa. A criatividade, acrescenta, “é uma disciplina que pode ser transversal, pode ultrapassar tudo”, assim como a espiritualidade.

Contou, como tem acontecido nas duas ultimas edições, Fast Talks no dia 9 de Março, procedida por três dias de desfiles. A edição seguinte da Moda Lisboa, em Outubro de 2017, deverá ser no Pavilhão Carlos Lopes.

 

3.ª DIA – 12 Março

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PATRICK PADUA

Weapon of Life

Os elementos militares, como já identificamos neste jovem criador, surgem com a novidade de uma multiplicidade de cores, para quem normalmente costuma usar os pretos. Apresentou uma coleção com os verdes tropa, os bordeaux e os azuis que se intrometeram num leque de pretos e brancos. Uma silhueta alongada com sobreposições de burel, pelo e o neopreno, numa forma de expressar inúmeras formas de luta presentes em cada detalhe dos coordenados.

Nos pés, a Dkode assina as botas que dão continuidade ao conceito do têxtil. Nos acessórios é Hugo Fraga quem empresta o seu talento.

02

ANA DUARTE

Nevada” foi o tema desta jovem designer que nos levou para um ambiente de inverno citadino. Predominam os brancos e azuis, enriquecidos pelo vermelho que é o símbolo de força: com um jogo de lã, algodão, pelo de coelho e tecidos técnicos impermeáveis. Assessorados com rampas de ski para o dia-a-dia citadino no inverno.

03

CHRISTOPHE SAUVAT

A coleção combina harmoniosamente referências geográficas distintas, locais como a Rússia, Los Angeles e Portugal são os destinos que foram fonte de inspiração.

Dos veludos sumptuosos, os coletes de pelo multicor e os pormenores bordados de grande complexidade que nos remete para o país mais frio, vamos para os vestidos, blusas e túnicas que irradiam energia e brilho em tonalidades de azul marinho e encarnado, onde o mar nos ocorre no pensamento. Vermelho, preto, cinza, azul e castanhos foram os tons que predominaram. Nos acessórios, as cestas de junco, um elemento típico do artesanato português, leva-nos à infância e aos momentos de piquenique com a família. Complementou-as com pormenores de pelo de coelho, raposa e faux fur, assegurando o requinte e elegância.

04

VALENTIM QUARESMA

Nesta edição a coleção outono-inverno de Valentim Quaresma é um regresso às suas coleções favoritas. Levou-nos a viajar pela época vitoriana, aos anos 20 e à revolução industrial, num imaginário futurista.

Usou fotografia, folhas de Raio X, acrílico, ónix, cobre, latão e prata, dominadas pelas tonalidades dos metais, mas também pelo domínio do preto pontuado pelos rubis.

05

DINO ALVES

A coleção “Manual de Instruções” surpreendeu quando se apresentou como uma espécie de manifesto sobre a indústria em Portugal. Maria Rueff e Ana Bola leram as condições do manifesto, fazendo comentários com sentido de humor, mas em forma crítica ao “público da moda” de uma forma geral.

Os manequins apresentaram-se de forma original na passerelle, com etiquetas de compras nos artigos, relembrando que aquelas criações estão à venda. Uma tentativa de chamar à atenção entre o trabalho do designer e a realidade após o desfile. Apresentou peças separadas entre si e unidas com tiras e nós, peças com o mínimo de acabamentos: a redução máxima de recursos e a redução máxima de mão-de-obra.

Colocou nas t-shirts “I prefer Prada” ou Balmain, e I love Dior” ou Gucci, mas no final a mensagem era clara: “Buy me“.

 

06

 

NADIR TATI

DIAMANTE AFRICANO é uma coleção inspirada na beleza e grandeza das mulheres africanas, numa visão de mulheres elegantes e belas, associadas ao equilíbrio entre a alma, o coração e o corpo.

O branco e o prata são as cores de destaque, e os materiais cruzam-se entre as sedas, organzas, lantejoulas e rendas, numa clássica terminação de tecidos africanos. A vertente masculina mistura entre o prático africano e o europeu, nos tons claros que representam as pedras preciosas de Angola.

Abriu este maravilhoso desfile  a nossa querida Lili Caneças com a elegância e uma atitude que lhe é bem própria e maravilhosa de uma “jovem” modelos de 72 anos.

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NUNO GAMA

Profecia” e “Quinas” dão o título a Nuno Gama e Nuno Gama Sport.

Para a linha principal, o criador português inspirou-se no lado oculto dos painéis de São Vicente de Fora e na crença da descendência de Jesus Cristo, fruto de um casamento com Maria Madalena. Reza a lenda que, exilados em França, originaram os Merovíngios, tendo sido depois exterminados – com exceção do Infante D. Afonso Henriques. Afonso Henriques é, assim, uma espécie de mensageiro divino, “o Anjo de Portugal, protetor da nossa essência espiritual, com a missão de levar as nove relíquias a São Vicente”, citando Nuno Gama.

Na coleção “Profecia”, Nuno Gama desconstruiu uma panóplia de golas amovíveis como símbolo do peso da missão, onde predominam sobreposições que se constroem das mais nobres matérias-primas: como as lãs em contraste com as peles e os novos e sofisticados sintéticos. Na coleção “Quinas” uma linha Gama Sport, destacam-se linhas mais desportivas, não descurando o ADN implícito do designer. Usando os troncos nus, pintou a linha em tons terra e azul “escudo” do céu e azul Atlântico do mar, um toque turquesa e o branco da luz luminosa portuguesa. Matérias-primas, misturadas numa paleta de cores onde podemos ver algumas peças com o bordado “Proteção”.

 

ModaLisboa Boundless… 11 de Março (Reportagem)

ModaLisboa seis anos depois, decidiu sair da “zona de conforto”, assim nesta 48.ª edição encheu as salas do Museu Colecção Berardo e Garagem Sul do Centro Cultural de Belém. O tema escolhidos para esta edição foi Boundless (em português, sem limites). A escolha da palavra insere-se no contexto actual de divisão, “num mundo em que está toda a gente um bocadinho na retranca: muros para aqui, saídas de territórios comunitários”, refere a presidente da Associação ModaLisboa. A criatividade, acrescenta, “é uma disciplina que pode ser transversal, pode ultrapassar tudo”, assim como a espiritualidade.

Contou, como tem acontecido nas duas ultimas edições, Fast Talks no dia 9 de Março, procedida por três dias de desfiles.A edição seguinte da Moda Lisboa, em Outubro de 2017, deverá ser no Pavilhão Carlos Lopes.

 

2.º DIA – 11 Março

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AWAYTOMRS

Trouxe para a passerelle algo inovador, as telas saíram dos cavaletes e projetaram-se para o têxtil, os últimos retoques foram feitos em pleno momento de desfile. Apostou e marcou a diferença neste sentido, juntou um pouco do espetáculo e dinamismo à coleção apresentada.

 

 

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EUREKA

Estreou-se na Modalisboa, sendo a primeira marca de calçado a pisar a passerelle. Sobre a coleção a pele salienta-se como a matéria-prima com a qual costumam trabalhar mais.

Foram buscar os tons da natureza, com modelos que nos levam ao relax e ao descanso.

Os tons do desfile foram os amarelos, laranjas, vermelhos, verde seco e pretos.

 

KOLOVRAT

Wonderment”, num espírito de multiculturalismo que nos leva para as viagens e ao espírito livre e curioso, inspirou-se na América do Sul.

Na passerelle vimos referências aos padrões coloridos e têxteis típicos da cultura sul-americana. Com burel e as mantas do Alentejo e do Ribatejo e os seus volumes, identificamos uma referência portuguesa implícita. Transparências em tule para criar silhuetas que não foram premeditadas, mas pensadas para equilibrar esta multiplicidade de texturas num mesmo corpo.

 

 

02

 

 

 

 

FILIPE FAÍSCA

Intitulou a coleção de CALEIDOSCÓPIO, e jogou pelas cores básicas como o cinza, prateado, dourado, preto, branco e bege. Arriscou na combinação de padrões distintos num mesmo coordenado e ousou ainda com o cabedal e com as transparências.

 

RICARDO ANDREZ

 “Venus as a boy

Contrapôs o clássico com o andrógeno numa coleção onde usou lãs e pvc, num jogo de volumes e mistura de texturas com padrões cinzas, pretos com apontamentos rosa. Predominando sempre o preto.

Os coordenados ganham uma dimensão cromática em padrões coloridos.

 

 

 

03

 

 

 

 

MUSTRA

 

Nápoles” é o tema da coleção da Mustra que se estreia na ModaLisboa.

Uma coleção feita de caxemira e alpaca que se sobrepõem a algodões, moleskin, veludos e tweeds lavados. 

Os códigos de alfaiataria estão inevitavelmente presentes numa marca cujo mood gentlemen já faz parte do seu ADN. Uma multiplicidade de texturas e uma complexidade de matérias que enriquecem esta coleção.

 

 

 

 

 

 

 

04

 

 

LUIS CARVALHO

 

Deep” é o nome desta coleção, referência às profundezas do mar e todas as suas referências.

As tonalidades vão dos azuis aos negros. O mar e o seu fundo foram a fonte de inspiração deste designer.

Das texturas usadas destacam-se as malhas com acabamentos de vinil, sarjas de seda, chiffon de seda, tule de seda, fazendas, brocados que assumiram as tonalidades do mar, a contrastar com o verde profundo e o vermelho oriental, tonalidade usada em parceria com a EUREKA nas botas e botins.