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Glam Magazine

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Graveyard regressam a Barcelos e trazem Powell e DJ Katapila no lote

Depois de no ano passado ter sido repescado o astro maior da edição de 2010 do Milhões de Festa, para 2017 avança um ano nas contas passadas e são focadas as atenções na Suécia… porque riffs bem rasgados, de escola feita e sentimentos à flor da pele caem sempre bem, os Graveyard vêm repor as doses de peso do cartaz da décima edição do Milhões de Festa e protagonizar um regresso que é aguardado desde que os escandinavos zarparam das margens do Cávado.

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Com eles, juntam-se aos nomes já anunciados o produtor inglês Powell com o seu punk digital e o bulldozer sonoro do Gana DJ Katapila, produtor a chegar aos 60 anos, mas munido de uma energia que ultrapassa qualquer juventude. Já sem uma geografia definida, quer sonora quer biográfica, a dupla TAU é o fruto de um ritual xamânico ininterrupto, que se ouve em disco nos seus mantras rítmicos e se sente ao vivo, na aura que emanam via amplificadores.

 

Focando o triângulo em Portugal, traz-se de Lisboa o Conjunto Cuca Monga para uma dose gigante de psicadelismo com sotaque alfacinha, a transformação do folclore português dos Live Low, e o house rico em harpejos árabes e alucinados de Switchdance, produtor e DJ residente no incontornável Lux Frágil.

 

O Milhões de Festa regressa a Barcelos de 20 a 23 de Julho e já tem confirmados The Gaslamp Killer, Meatbodies e Janka Nabay & the Bubu Gang, entre outros.

Lisboa Dance Festival eleito Best New Festival e Best Indoor Festival

O Lisboa Dance Festival está duplamente de Parabéns!

Depois do sucesso da 2ª edição, no passado fim-de-semana, que levou 11.000 pessoas, entre nacionais e estrangeiros (cerca de 40%), até à Lx Factory, confirmando-o como o novo festival de música urbana, o Lisboa Dance Festival foi eleito BEST NEW FESTIVAL (vencedor nacional) e BEST INDOOR FESTIVAL (vencedor ibérico), nos Iberian Festival Awards 2016.

O Lisboa Dance Festival esteve igualmente nomeado para Best Medium-Sized Festival e Best Line-Up, ou seja, num total de 4 nomeações vence em duas, o que só vem provar a força e o carácter do festival no panorama dos festivais em Portugal.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Os Iberian Festival Awards, que acontecem no âmbito do Talkfest – Fórum Internacional de Festivais de Música, foram realizados no Museu de Arte Contemporânea de Barcelona. Os vencedores foram escolhidos através do voto do público e de um painel de jurados da indústria da música de Espanha e Portugal. Estes prémios pretendem reconhecer o trabalho das promotoras de espetáculos e outros tantos players da indústria da música, bem como as áreas de ativação de marca, produção, logística, media, com o objetivo último de promover a música e a cultura associadas a níveis de excelência em Portugal e Espanha.

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photo: Paulo Homem de Melo  

 

Lisboa Dance Festival nasceu em 2016 pelas mãos de Karla Campos, CEO da Live Experiences, empresária com 17 anos de experiência no mercado. Um festival que celebra a cidade com uma programação virada para as tendências mundiais da música eletrónica. Mais do que um evento de um só género musical, o Lisboa Dance Festival abre portas para uma visão 360 graus sobre toda a música electrónica. Reflecte o lado mais efervescente da música, do desafio da inovação, e tem também um olhar muito concreto sobre o que Portugal produz de mais único e pode oferecer ao mundo. No evento de 2 dias há ainda espaço para debates, seminários e market.

 

Lisboa Dance Festival 2018 é já uma certeza!

Songs from Broken Heart… Ute Lemper na Casa da Música

Existe um universo longínquo onde a música trespassa a realidade.

Ute Lemper está nesse universo paralelo, que viaja ao ritmo de canções que surgem da mente de Nick Cave ou Tom Waits e que retrocede até aos anos 40 do século XX, com as reminiscências de Kurt Weill. As prosas e palavras de Paulo Coelho encontram um porto no mediterrâneo que surge num elo de ligação com a realidade existencial que se vive na sala, abraçada pela luz ténue que insiste em rodar para desagrado de Lemper.

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A memória aviva-se com o repertório da música francesa, com a poesia única de Jacques Brel, que permite envolver a sala sob o timbre forte e austero de Ute. Uma agressividade melancólica entre extremos de compaixão e desesperos de alma.

A melancolia leva-a a um retrocesso temporal até aos cabarés de Paris nos anos 30, amenizando-se com o romantismo de Lili Marleen.

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Percorrendo as arriscadas ruas de Berlin, onde travestis arriscavam em plena guerra a sua integridade, ao som da pianola, o passar do tempo traz o universo de Léo Ferre, que desaparece nos anos 90 como o amor que desaparece nas brumas do dia anterior.

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Atravessa o oceano e embrenha-se com Charles Bukowski... Rude, “Nasty” e até obsceno, mas com um lugar no coração que espera ser preenchido antes que seja (demasiado) tarde. O regresso ao velho/novo mundo ressurge com referências a Kurt Weill com “Mack the Knife”, numa janela temporal com uma Berlin decadente dos anos 30, ao som de “All that jazz”.

Apaixonada pela poesia Francesa, fechava a noite com as memórias de Édith Piaf.

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Ute Lemper em palco é um mistério, uma descoberta, o regresso de uma solitude única que viaja mas regressa sempre ao local de destino. Ute dá corpo à música, envolve-se numa panóplia de idiomas e culturas, confronta o público, revolta-se, agride com determinação mas com paixão, e sempre com um “Broken Heart”

 

Reportagem: Sandra Pinho

Fotografias: Paulo Homem de Melo

Porto Best of apresenta…Jafumega + Marta Ren & The Groovelvets

Em Maio, dia 18, o Porto Best of volta ao Rivoli com uma noite repleta de cadências rítmicas. Jafumega e Marta Ren & The Groovelvets são os protagonistas do sexto acto desta iniciativa da Câmara do Porto com curadoria de Miguel Guedes.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

No regresso aos palcos, os Jafumega foram desafiados a revisitar o segundo álbum, homónimo e editado em 1982, do qual fazem parte os bem conhecidos “Latin’América”, “Kasbah” e “Nó Cego”. Ao vivo, Luís Portugal, Mário Barreiros, José Nogueira e Eugénio Barreiros - que vão contar com Miguel Ferreira (teclados), Ricardo Coelho (bateria) e Nuno Coelho (baixo) - mostram porque foram descritos por António A. Duarte como a 'coqueluche do Porto', no livro “A Arte Eléctrica de Ser Português” (1984).

Quase 40 anos depois da primeira reunião que deu origem ao grupo, que tem o seu nome gravado na história da música portuguesa, os Jafumega demonstram vitalidade e compromisso com a sua música. Recorde-se que a banda esteve afastada dos palcos durante três décadas, tendo voltado em 2013 para concertos nos coliseus de Lisboa e do Porto.

Com três álbuns editados - "Estamos Aí" (1980), "Jafumega" (1982) e "Recados" (1983) - os Jafumega são uma referência da música feita no Porto nos anos 80.

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photo: Paulo Homem de Melo 

 

Antes, é a vez de Marta Ren & The Groovelvets pisarem o palco do Rivoli. O álbum de estreia "Stop, Look, Listen", editado pela italiana Records Kicks, será o pronto de partida para um espectáculo de funk e soul, cheio de garra, onde Marta Ren se revela como uma das vozes com mais potencial em Portugal. Enquadrada pela crítica como "prima de Sharon Jones, sobrinha de Aretha Franklin", Marta Ren tem conquistado tudo e todos com o seu álbum de estreia em nome próprio, depois de mais de 15 anos dedicados à música, nomeadamente com os Sloppy Joe e os Bombazines. "Summer's Gone", "Two Kind Of Men", "Release Me" e "So Long" são algumas das músicas que farão parte do alinhamento.

 

Este será o segundo Porto Best of de 2017 que arrancou com casa cheia, ontem, dia 16 de Março, ao som dos Três Tristes Tigres, Old Jerusalem e Dan Riverman

 

Teatro Rivoli (Porto)

18 de Maio 2017 | 21.30h

10ª Festa do Cinema Italiano…

Decorreu na passada quinta feira na Escola de Hotelaria de Lisboa a apresentação da 10ª Festa do Cinema Italiano, que se realiza de 5 a 13 de abril e, pela primeira vez, simultaneamente em cinco cidades: Lisboa, Porto, Coimbra, Almada e Setúbal. O Festival segue depois para mais de 15 cidades portuguesas e três países: Brasil, Angola e Moçambique.

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Em Lisboa, o festival realiza-se no Cinema São Jorge, nos Cinemas UCI El Corte Inglés e na Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, onde são exibidos mais de 50 filmes, entre curtas e longas-metragens, de ficção, documentário e animação. Nesta edição, cuja imagem teve como base uma das ilustrações de Milo Manara, são exibidas, nas sessões de abertura e de encerramento, as antestreias Fai bei sogni (Sonhos Cor-de-rosa), de Marco Bellocchio e In guerra per amore, de Pif, respetivamente. Destaque também para o grande sucesso italiano da passada temporada Perfetti sconosciuti (Amigos, Amigos, Telemóveis à Parte), de Paolo Genovese.

 

Nestes dez anos de Festa do Cinema Italiano é comemorada também a Commedia all’italiana, e um dos seus fundadores - Dino Risi - em ocasião do centenário do seu nascimento. Este evento é realizado em colaboração com a Cinemateca Portuguesa – Museu do Cinema, numa seleção que inclui dez filmes, entre os quais Il sorpasso, que dá nome à associação que organiza o festival.

 

Na secção Amarcord, dedicada aos tesouros da nossa cinematografia, são exibidos outros filmes italianos que através de caminhos diferentes, entraram no imaginário de milhões de espetadores. É o caso da obra prima Suspiria, de Dario Argento, numa nova versão restaurada em 4K ou de Lo chiamavano Trinità... uma famosa paródia dos Spaghetti Western apresentada em homenagem a Bud Spencer.

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Na secção Napolitana, uma viagem através do cinema, da literatura, da música e da gastronomia de uma das cidades mais icónicas da Itália, Nápoles - acompanhados pela narrativa de Elena Ferrante. Um destes exemplos é L'amore molesto, de Mario Martone, baseado no romance da homónimo escritora, da também autora do conhecido A Amiga Genial. Integrada nesta secção, é apresentada muito esperada segunda temporada de Gomorra, a Série, que traz a Lisboa os dois atores principais: Marco D'Amore (Ciro Di Marzio) e Salvatore Esposito (Genny Savastano). São doze novos episódios exibidos em cinco sessões do festival.

 

Há também o concerto Napoli Sentimental, um espetáculo inédito criado por Mísia especialmente para a 10ª Festa do Cinema Italiano, tendo como base o trabalho que tem desenvolvido sobre a tradição musical napolitana e que estabelece um diálogo com a música portuguesa.

 

Como sempre, há espaço para a gastronomia italiana, com os já conhecidos Cine-Jantar (A Viagem a Itália, de Michael Winterbottom) e a Rota dos Sabores, onde 15 gelatarias e restaurantes italianos em Lisboa, que terão menus temáticos inspirados no cinema italiano, que incluem a oferta de bilhetes para sessões do festival. Acontecem ainda dois importantes e inéditos encontros para aproximar o cinema italiano do português. Um fórum para produtores italianos e portugueses, no âmbito do lançamento do acordo luso-italiano de co-desenvolvimento de projetos cinematográficos, organizado em articulação com o ICA, o MiBact e a ANICA e um encontro académico sobre o impacto do cinema italiano em Portugal e no estrangeiro com a presença de especialistas e docentes internacionais.

 

As crianças também não foram esquecidas e, em parceria com a MONSTRA – Festival de Animação de Lisboa, são exibidos, na secção Piccolini, doze filmes de animação (uma longa e onze curtas-metragens).

 

Segundo Stefano Savio, diretor da Festa do Cinema Italiano, “esta inédita parceria de programação com um festival tão importante permite-nos proporcionar ao nosso público duas importantes exposições: Fotogramma per fotogramma sobre o trabalho gráfico de animadores italianos e uma sobre Bruno Bozzetto e Simone Massi”.

 

Para além das presenças ligadas a Gomorra, a Série, estarão presentes em Lisboa o realizador Roberto Andò (Le confessioni), o noto autor e cómico italiano Pif (In guerra per amore), Edoardo Leo (Che vuoi che sia, Smetto quando voglio – masterclass, Perfetti sconosciuti), Violante Placido (7 minuti), Antonella Di Nocera (Shorts Laboratorio del Reale), entre outros.

 

Fotografias e Reortagem: Paulo Homem de Melo

 

"Tomorrow Comes Today"… Conferência Internacional sobre a Indústria Musical

Tomorrow Comes Today é uma conferência internacional sobre Música que junta os principais pensadores mundiais desta área para reflectir sobre o passado, discutir o presente e imaginar o futuro da indústria musical. Durante os dias 12 e 13 de Outubro deste ano, cidade do Porto será a capital mundial da Música.

Os mais influentes artistas, editoras, managers, publishers, promotores, empreendedores, investidores e marcas, do mundo inteiro estarão sentados debaixo do mesmo tecto a discutir as suas preocupações, necessidades e expectativas para os próximos anos.

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A conferência Tomorrow Comes Today terá lugar na cidade do Porto e como sede principal a Alfândega do Porto, nos dias 12 e 13 de Outubro de 2017. O auditório do Museu do FC Porto, Estádio do Dragão, receberá o painel “Music meets Sports”. Na conferência Tomorrow Comes Today estarão em debate não só os desafios com que a indústria se depara mas também as novas tendências na música: a crescente relação entre as marcas e os artistas, a importância da curadoria, o recrudescimento do vinil, o advento da realidade virtual, surgimento de novos modelos de negócio, tudo temas que transformarão esta indústria num futuro próximo.

 

E, como é do futuro Música que se trata, esta não poderia nunca ser negligenciada. Em simultâneo com a conferência, o público em geral poderá assistir a 150 actuações de bandas emergentes de todo o mundo que responderão ao “Apply to play” que será lançado no site do Tomorrow Comes Today brevemente. Estes concertos ocorrerão entre 12 e 14 de Outubro. O Hard Club, localizado no histórico Mercado Ferreira Borges será o palco principal mas os concertos decorrerão também em mais 12 espaços da cidade que serão anunciados brevemente.

 

Alguns dos primeiros oradores confirmados são: Simon Raymond (Bella Union/Cocteau Twins, UK), Yale Evelev (Luaka Bop, US), James Stirling (BBC Music, UK), Josh Saunders (Warner Music, UK), Chris Sharp (Barbican, UK), Richard Kivel (MIT, US), Beatie Wolfe (Artista e Empreendedora, UK) Jon Eades (Abbey Road Studios, UK). O Tomorrow Comes Today tem como parceiros algumas das mais importantes organizações da indústria musical e de media, tais como Association of Independent Music (AIM), International Music Managers Forum (IMMF), Abbey Road Red (Abbey Road Studios’ accelerator) e a BBC Music.

Da Caparica... sinónimo de alta performance! Com picos de ondas na água e grandes espectáculos em palco!

Com uma guitarra nos braços ou uma prancha nos pés, em cima de um palco ou de uma onda, o Caparica Primavera Surf Fest celebra-se em diversidade e liberdade. Rock, como surf, também se faz de adrenalina: o poder de um riff, de uma malha bem esgalhada, de um hino eterno, pode surtir um efeito profundo.

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O mesmo quando a partir de uma praia se observam as incríveis obras de arte todo o ano que é possível assinar em cima de uma prancha. Tudo isso volta a acontecer em 2017 no Caparica Primavera Surf Fest, em 10 dias recheados de grandes emoções.

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Tara Perdida. O entusiasmo não podia ser maior para este concerto. Há um dia dedicado ao rock no cartaz do Caparica Primavera Surf Fest com um Twist n’ shout: a 8 de Abril subirão ao palco os veteranos punk Tara Perdida que continuam a carregar bem alto a chama do espírito indomável de João Ribas, alinhando hinos que várias gerações conhecem de cor e uma aura de resistência que é só deles. Em 2016 lançaram o álbum, “Metamorfose”, em formato acústico, com Tiago Afonso a assumir o microfone e a carregar a banda para o futuro. O entusiasmo não podia ser maior para este concerto!

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Os Trevo são Gonçalo Bilé, Ivo Palitos e Ricardo Pires,  um autêntico power trio com um ouvido apurado para a melodia e uma capacidade de encherem as canções com aquelas palavras que elevam espíritos. Para o Caparica Primavera Surf Fest têm algumas surpresas preparadas e vão adiantando: "No Caparica Primavera Surf Fest estamos em casa! Temos todos os elementos que precisamos para tocar a nossa música: Sol, Surf, Skate e boa energia! Vamos tocar a grande maioria dos temas do nosso álbum de estreia e outras músicas que acabaram por não entrar. Sendo que atuamos no mesmo dia que os nossos comparsas da Tara Perdida, pode ser que aconteça alguma surpresa!"

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Allen Halloween no Caparica Primavera Surf Fest!... Da penumbra das ruas para os grandes palcos. O "twist" no meio de todos estes "shouts" é a presença de Allen Halloween, um dos mais originais rappers portugueses. Halloween tem alma de rocker: já samplou Rammstein ou Nick Cave na sua música, já pisou o palco ao lado de Tó Trips e agora prepara um lançamento, Unplugueto, em que promete dar às canções um recorte mais live e rock, com as guitarras em alto destaque.

A expectativa está em alta para o concerto no Caparica Primavera Surf Fest.

 

 

The Quartet Of Woah!... Novo álbum homónimo chega em Abril

O segundo álbum da banda formada em 2010 por Gonçalo Kotowicz, Rui Guerra, Miguel Costa e André Gonçalves estreia em Abril. Quase 5 anos volvidos desde o aclamado álbum de estreia "Ultrabomb", e depois de várias tours nacionais e internacionais, o quarteto voltou a estúdio para desenhar este novo álbum que promete voltar a dar que falar pela crítica e pelos ouvintes.

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The Quartet of Woah!” - o álbum - é uma ode ao caminho, uma viagem pelo interior. Uma análise ao passado, vista do futuro. Um retrato da imortalidade como meta inatingível. Uma porta para o desconhecido. Uma melancólica introspeção rumo à catarse final. É a desconstrução em espiral duma parafernália cacofónica. O poder da individualidade no todo.

A mensagem é simples, o conteúdo intenso e frenético. O universo rejubila desalmadamente em busca da derradeira redenção. Uma sintonia desconcertante e corpulenta.

 

E tudo isto é The Quartet of Woah!

“Tens Mesmo de Querer”… lançamento do disco de estreia dos CRU

Os CRU são uma conquista… A conquista da improbabilidade, das distâncias geográ­cas, sobre o conforto do habitual. O grupo é formado por quatro músicos distantes entre si em quilometragem e em currículos musicais. André Hollanda na bateria (Zen, fez parte dos Demitidos, banda de Jorge Palma), Nuno Carneiro na voz (Ace dos Mind da Gap) e Sérgio Freitas nas teclas (Zany Dislexic Band e Old Jerusalem, tocou também nos We Trust).

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O som que praticam é uma viagem ora calma, ora frenética onde o combustível é a inspiração. Tudo com uma linguagem estética que tem, curiosamente, tanto de tipicamente nacional como de ambiciosamente internacional. Se na parte musical os ritmos e as melodias são claramente inspiradas pela classe e luxúria do passado e presente da música negra, há nas letras uma identidade lusitana. Algo que deixa a nítida sensação de que só em português a poesia soa assim, quando cantada.

Dos ambientes mais melódicos aos momentos mais dançantes, a música dos CRU tem um efeito físico real. Crua mas re­nada, subtil mas avassaladora, metafórica mas honesta, é assim a música dos CRU. Os CRU arrancam em 2017 com o lançamento do seu primeiro álbum “Tens Mesmo de Querer” a 21 de Março, com festa de apresentação na Casa do Livro no Porto.

O novo single e videoclip “Espaço” já rola nas rádios e redes sociais.

A estreia de Benjamin Booker no NOS Alive ‘17

Com estreia absoluta em Portugal, o NOS Alive apresenta Benjamin Booker dia 8 de julho no Palco Heineken. O artista vai apresentar “Witness”, o segundo longa duração, com data de lançamento agendada para o próximo dia 2 de junho.

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Três anos após o bem-sucedido álbum de estreia homónimo, Booker regressa a estúdio e traz o seu segundo registo de originais. Este novo trabalho é a criação mais ambiciosa do artista, que procurou escavar profundamente a sua paixão pelo excêntrico Soul, R&B e Blues, sem, no entanto, se desligar das intensas influências do garage-punk, que fizeram do seu primeiro disco um sucesso criativo em todo o mundo. Os dez temas de "Witness" foram escritos pelo músico, produzidas por Sam Cohen (Kevin Morby), mixadas por Shawn Everett (Alabama Shakes) e gravadas nos famosos estúdios The Isokon Studio, em Woodstock, e Red Delicious Studio, em Nova York.

Benjamin conquistou a indústria após o lançamento de “Benjamin Booker”, em 2014, destacado pelos principais títulos da indústria como um disco brilhante. O êxito do primeiro trabalho garantiu ao artista presença nos maiores festivais do mundo, lugar na digressão de Jack White e ainda atuações no Jools Holland, Letterman e Conan O’brien.

 

Carlão lança vídeo de novo single “Agulha no Palheiro”

Carlão revela o vídeo do novo single “Agulha no Palheiro” que marca o regresso do músico aos originais e aos concertos em 2017, estando prevista a edição do seu segundo álbum a solo, ainda este ano.

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Tiago Ribeiro, o realizador do video, é colaborador habitual de publicações de moda de referência, como a Vogue e a Dsection, e autor de vídeos com alguns dos maiores ícones nacionais (como Cristiano Ronaldo, entre outros). Ao seu vasto portefólio junta-se agora o novo videoclip de Carlão, cujos protagonistas são um casal de modelos da Central Models.

Agulha no Palheiro” foi produzido por Kking Kong (que já havia colaborado com Carlão em várias canções do disco de estreia “Quarenta”, editado há dois anos) e conta com Bruno Ribeiro na voz, que ao vivo se junta a Gil Pulido nas teclas, Dj Glue nos pratos e Nuno Espírito Santo no baixo, para integrar a banda de Carlão.

Ricardo Dias Gomes feat. Star Rover na Casa Independente

Ricardo Dias Gomes, compositor e multi-instrumentista brasileiro, membro das bandas Do Amor e (banda de Caetano Veloso) apresenta-se ao vivo já no dia 23 de Março na Casa Independente com a banda nova-iorquina Star Rover.

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A música de Ricardo Dias Gomes representa uma viagem por alguma das sonoridades instrumentais mais dispersas, e que encontram em “-11”, o disco de 2015 a sua vertente mais expressiva.

De Nova Iorque chegam os Star Rover (Will Graefe e Jeremy Gustin), banda que editou o seu trabalho de estreia em 2013, “Western Winds Bitter Christian” onde as sonoridades experimentais aliadas ao Rock são um complemento à musica de Ricardo Dias Gomes

 

Casa Independente (Lisboa)

23 de Março 2017

Festival internacional promove os saberes e sabores do ouriço-do-mar na Ericeira

Saborear o ouriço-do-mar preparado pela restauração local, descobrir as suas diversas utilizações culinárias pela mão de grandes chefs mundiais e conhecer o contexto ambiental e cultural desta espécie, é esta a proposta da Câmara Municipal de Mafra que promove o 3º Festival Internacional do Ouriço-do-mar, entre os dias 31 de março a 9 de abril, na Ericeira.

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Outrora denominada Ouriceira – dada a forte tradição desta vila piscatória na apanha do ouriço-do-mar – a Ericeira é uma das zonas costeiras de Portugal onde as condições são mais favoráveis ao desenvolvimento do ouriço-do-mar. Depois do sucesso registado em anteriores edições, foi renovado o desafio à restauração local e durante uma semana o festival propõe uma mostra gastronómica em 24 restaurantes aderentes cujas ementas o ouriço-do-mar assume um destaque especial, quer reiventando receitas, quer ainda promovendo a forma mais simples de ser consumido: ao natural.

 

Sendo a inovação ao serviço do paladar a grande premissa deste evento, o Festival conta com a presença de vários chefs nacionais e internacionais de renome, que irão brindar os visitantes com as suas experiências mais arrojadas e saborosas envolvendo o ouriço-do-mar nas sessões de showcookings que acontecem nos sábados 1 e 8 de abril no Mercado Municipal da Ericeira. António Alexandre, Chef do projeto Endògenos que promove e valoriza o ouriço-do-mar da Ericeira desde 2013, e os internacionais, Chef Justin Jennings (Austrália) e Chef Roberto Sihuay (Perú) são algumas das estrelas da gastronomia já confirmadas.

 

Para além da vertente gastronómica, a valorização do ouriço-do mar enquanto espécie endógena desta região, a sua contribuição para potenciar o turismo e os projectos de investigação científica em torno da espécie, dão o mote para as Jornadas Técnicas, com diversas atividades a decorrer, a partir do dia 1 de Abril, na Casa da Cultura Jaime Lobo e Silva, localizada no centro da vila da Ericeira. As jornadas irão dar especial atenção a temas como o repovoamento desta espécie marinha, a necessidade de ser criado mais conhecimento científico e de assegurar a sua difusão junto de mariscadores e pescadores, bem como a apresentação dos projetos candidatos ao Mar 2020: Ouriceira Mar e Aqua.

 

O 3º Festival Ouriço-do-mar é uma iniciativa promovida pela Câmara Municipal de Mafra, no âmbito da sua estratégia de preservação e valorização dos produtos endógenos do território, assim como da sua promoção turística e desenvolvimento económico associado.