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Glam Magazine

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Drake de volta agora com uma nova playlist… “More Life”

Depois de muitas promessas, Drake está de volta com um novo projeto musical: “More Life”. Esta playlist de temas inéditos sucede-se a “Views”, o seu muito bem-sucedido último álbum de originais, tendo estreado no programa de rádio da OVO Sound (editora do rapper) na Beats 1, estando já disponível em todas as plataformas de streaming.

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Com “More Life” Drake acaba de quebrar vários recordes, nomeadamente no Spotify, tendo gerado no dia de lançamento mais de 61,3 milhões de streams, o maior volume até hoje de streams de um álbum no primeiro dia. No segundo dia em que a playlist esteve disponível no Spotify, Drake ultrapassou outro recorde, com 76,4 milhões de streams, o maior volume de streams por um artista num só dia. A playlist quebrou o mesmo recorde na Apple Music, tendo ultrapassado os 89,9 milhões de streams em apenas 24 horas.

 

Drake prepara-se ainda para a semana voltar a ter a melhor entrada no top de álbuns Billboard 200 desde “Views”. Especialistas da indústria discográfica preveem que “More Life” entrará no top de vendas dos EUA com o equivalente entre 500 mil e 550 mil unidades vendidas na semana que termina a 23 de março. “More Life” segue-se a uma série de colaborações de Drake com Nicki Minaj, Lil Wayne, Future e Gucci Mane, mas também depois de ter começado a revelar em outubro passado alguns temas que agora fazem parte da playlist, nomeadamente “Fake Love” (que já atingiu o top Billboard Hot 100), “Sneakin’” (com a colaboração de 21 Savage) ou “Two Birds, One Stone”.

 

Ao todo, esta playlist, como o próprio Drake define, inclui 22 temas, contando com participações de alguns dos rappers e produtores mais mediáticos da atualidade, de Kanye West a Young Thug, passando por PartyNextDoor, 2 Chainz, Quavo (do trio Migos) ou Travis Scott. Pouco depois de ter sido divulgada, “More Life” já dominava a tabela Billboard Twitter Trending 140, sendo que o tema “Glow” (com a participação de Kanye West) chegou mesmo ao 1.º lugar. Este novo projeto gerou ainda uma enorme atenção mediática, com grandes destaques em publicações como Rolling Stone, Complex, Entertainment Weekly, Billboard ou Buzzfeed.

“Sobe o Calor” de Sérgio Godinho galardoada com o Prémio Sophia 2017

Em cerimónia ocorrida ontem no Grande Auditório do Centro Cultural de Belém, “Sobe o Calor” foi galardoada com o Prémio Sophia 2017 para “Melhor Canção Original”. O tema, interpretado por Sérgio Godinho, que contou com letra do próprio e música de Filipe Raposo, integrou a banda sonora do filme “Refrigerantes e Canções de Amor” realizado por Luis Galvão Teles para um argumento de Nuno Markl.

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Sobe o Calor” concorria com o original de Miguel AraújoSerá Amor” interpretado por Cesar Mourão para o filme “A Canção de Lisboa”; e, também do filme “Refrigerantes e Canções de Amor” - “Balada para uma dinaussaura” de João Tempera, interpretada por Ivo Canelas; e, algo inusitado, o tema “Sobe o Calor” mas na interpretação dos actores Lúcia Moniz e João Tempera.

A ligação de Sérgio Godinho à 7ª Arte é antiga e diversificada já que se traduziu nas variadas facetas da sua personalidade artística – como realizador, na série de três curtas “Ultimactos”; como co-argumentista em “Kilas, o mau da fita” de José Fonseca e Costa; ou até mesmo acumulando a contribuição para a banda-sonora e a participação como actor, nos filmes “Os Demónios de Alcácer-Quibir” de José Fonseca e Costa, “Nós por cá todos bem” de Fernando Lopes e ainda nas criações de Luis Galvão Teles “A Confederação” e neste último “Refrigerantes e Canções de Amor” em que interpretava o papel de “Navalhas”, um assassino a soldo.

 

Entretanto, a par da preparação de um novo disco de originais com edição previsto para depois do Verão deste ano e da realização de concertos em Portugal e no estrageiro, Sérgio Godinho publicou muito recentemente o seu primeiro romance - “Coração Mais Que Perfeito” – que tem merecido por parte da media destaque de relevância.

 

Territórios Dramáticos…

O Territórios Dramáticos, promovido pelo Teatro da Didascália que arrancou na passada sexta-feira em Joane, continua esta semana para mais 3 dias de intensa programação. Esta segunda semana abre esta sexta-feira, dia 24, às 21h30, pela mão da ESTE – Estação Teatral da Beira Interior, que apresentará o seu espetáculo Bamba Vamba Wamba. “Três atores e um palco vazio. A evocação do mesmo rei, perpassando uma paisagem cultural ibérica pelo mito revisitado de Bamba (Vamba ou Wamba). Mito fundacional, revelador da circunstância humana, ontem como hoje. Um período muito concreto da história política peninsular, onde o teatro, enquanto arte do espetáculo, só pode contribuir para a sua universalidade.”

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No dia seguinte (sábado) é a vez se subir a palco o espetáculo Reportório Osório. Um espetáculo-concerto que nos chega da d’Orfeu Ass. Cultural de Águeda. “O espetáculo é uma coleção de canções, aliando a escrita sagaz de Luís Fernandes à magistral música de Luís Cardoso. Um desfiar de histórias pessoais no masculino, quase sempre íntimas, do dilema ao dilúvio em poucas estrofes. O quotidiano das relações afetivas transformado em canções irónicas (para não lhes chamar heróicas), em que a teatralidade da interpretação só reforça o perfil de cada personagem.”

 

Continua-se a promover o encontro e o diálogo entre artistas e público que será estimulado através de Cear e Falar, que acontecerá após os espetáculos de sexta-feira e sábado à noite, um convite para público e artistas partilharem a mesa. Num serão onde para além do confronto de ideias, haverá também um combate gastronómico, em que o anfitrião Vinho Verde abrirá o apetite a um doce ou salgado típico da região da companhia convidada.

 

No sábado à tarde, às 16h, haverá ainda tempo para a exibição do filme Amar, Beber e Cantar, último filme do realizador francês Alain Resnais, que adaptou para cinema a peça “Life of Riley”, do dramaturgo inglês Alan Ayckbourn.

 

No domingo à tarde, às 16h, para o público familiar, a companhia Peripécia Teatro, de Vila Real, apresenta o seu espetáculo “A Cores”. “Um espetáculo onde os atores pintam, e se pintam, com muita tinta e alguma pinta... Histórias de cores e com cores contadas pelas pinceladas, pelas manchas, pelas gotas, pelos desenhos.

Histórias mais ou menos simples. Mais ou menos abstratas. Mais ou menos divertidas. Mas todas muito coloridas.”

North Music Festival, o primeiro grande festival do ano anuncia cartaz

É já no início de Junho que a cidade de Guimarães, mais precisamente o estádio D. Afonso Henriques, recebe o primeiro grande evento do calendário de festivais deste ano: o North Music Festival. Vocacionado para um público transversal, tem como objectivo proporcionar-lhes o melhor entretenimento possível num só local, nunca descurando o bem-estar e a segurança dos visitantes. Estendendo-se por dois dias, terá mais de 20 atrações musicais, entre bandas e Djs, nacionais e internacionais, que subirão ao maior palco do norte. Dia 2 de Junho, o primeiro dia do festival, será mais vocacionado para o rock e o seguinte cheio das sonoridades mais pop, que habitualmente nos chegam pela rádio.

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Num claro manifesto de apoio ao que de melhor se faz na música nacional, o North Music Festival optou por anunciar em primeiro lugar os principais projectos portugueses a participar no evento. Mas há muito mais surpresas para partilhar, por isso, o melhor mesmo é ficar atento a este que será, com toda a certeza, um dos maiores eventos de música do ano.

 

Amor Electro: Liderados pela carismática vocalista Marisa Liz, uma das melhores vozes da actualidade, os Amor Electro, são desde 2011, uma das bandas favoritas do público nacional. Com as suas canções fortes e motivacionais, prometem uma actuação energizante no palco do North Music Festival.

 

Regula: Irreverente e sem receios, Regula é líder do HipHop em Portugal e um Mc de excelência. Usa as suas letras como forma de expressar o que pensa, vê e sente, e é isso mesmo que vai passar também na sua actuação no North Music Festival

 

Sean Riley & the Slowriders: Tudo começou em 2007 com a edição do álbum Farewell, e os Sean Riley & the Slowriders não pararam mais. Conhecidos por míticas actuações nos principais festivais, também no North Music Festival prometem não desiludir

 

Pedro Abrunhosa: Músico, Compositor, Autor, Professor...Pedro Abrunhosa é uma figura incontornável do Mundo da música e um artista muito querido a Norte. No North Music Festival vai apresentar, com os Comité Caviar, um espetáculo inédito e irrepetível, cheio de surpresas

 

Jorge Palma e Sérgio Godinho “Juntos”: São dois artistas verdadeiramente históricos do panorama musical nacional e com este espetáculo conjunto, Jorge Palma e Sérgio Godinho esgotaram salas por todo o país. "Juntos" prometem levar o público do North Music Festival numa viagem musical de quatro décadas de canções inesquecíveis.

 

HMB: Considerados por muitos a banda nacional do ano os HMB são sem dúvida um dos maiores valores da soul e do R&B cantada em português. Os seus últimos êxitos dispensam qualquer tipo de apresentação e serão também os grandes protagonistas do espetáculo no North Music Festival.

Quem tem medo de Virgínia Woolf?

Quem tem medo de Virgínia Woolf? esbate-se no espaço entre a realidade e a ilusão, explorando esta matéria no contexto doméstico de um casal de meia-idade armadilhado numa relação amargurada.  Alexandra Lencastre e Diogo Infante são Martha e George nesta versão de um dos maiores clássicos contemporâneos da dramaturgia norte-americana, assinado por Edward Albee.

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George e Martha regressam a casa, de madrugada, vindos de uma festa na universidade onde George dá aulas. O pai de Martha, director da universidade, apresenta o novo corpo docente, do qual faz parte um novo professor (José Pimentão), que está acompanhado pela sua mulher (Lia Carvalho). É assim que Martha os convida a ir a sua casa. Quando os convidados chegam, George e Martha discutem. No início o jovem casal manifesta algum desconforto, mas à medida que a noite avança, e o álcool começa a surtir efeito, deixam-se envolver no mundo tumultuoso e perturbador dos anfitriões. O que começa como uma noite de Jogos e Brincadeiras transforma-se num monstruoso duelo psicológico entre George e Martha, com inevitáveis repercussões nos convidados.

 

Interpretação: Alexandra Lencastre, Diogo Infante, Lia Carvalho e José Pimentão

Texto: Edward Albee / Versão de João Perry a partir da tradução de Ana Luísa Guimarães e de Miguel Granja

Direcção: Diogo Infante

Assistência de encenação: Leonor Buescu

Cenografia: Catarina Amaro

Desenho de Luz: Luís Duarte

Figurinos: Maria Gonzaga

Produção: Força de Produção

 

Teatro da Trindade Inatel (Lisboa)

12 de Abril a 11 de Junho 2017 | Quarta a Sábado às 21h e Domingos às 16h30

Jornalista Clara de Sousa regressa aos livros com “A Minha Cozinha - Best Of”

Seis anos depois do enorme sucesso do livro “A Minha Cozinha”, Clara de Sousa regressa com “A Minha Cozinha - Best Of” que contém uma seleção de receitas dos livros publicados pela jornalista da SIC, mas incluindo 20 pratos nunca antes editados entre os que a jornalista costuma partilhar semanalmente com os quase 90 mil seguidores que tem no Facebook e no seu canal de You Tube. Só dois exemplos para abrir o apetite: Tarte de Pastel de Natal e Bolo de Chocolate em Pó.

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Como sempre são receitas simples e saborosas, que podem ser executadas pelo maior número de pessoas, tanto as que já cozinham há muito como as que têm menos experiência. Mas este Best Of tem uma preocupação extra, já que, algumas receitas, têm assinaladas as três intolerâncias mais comuns: ovo, lactose e glúten. A forma que a jornalista encontrou de ajudar quem as tem de “diversificar a sua dieta.”

 

Clara Sousa trabalha como jornalista desde 1992, e é actualmente uma das caras mais conhecidas da televisão portuguesa. É pivô do Jornal da Noite, da SIC, em parceria com Rodrigo Guedes de Carvalho. Sempre teve uma grande paixão pela cozinha, amor que lhe foi incutido pela mãe, cozinheira profissional. É autora dos livros de grande sucesso “A Minha Cozinha” e “A Minha Cozinha 2”, editados pela Livros d’Hoje, em 2011 e 2014, respectivamente

Ella Nor revela o primeiro single do seu álbum

Não”, lançado a 22 de Março, revela a irreverência da Artista, bem como abre caminho para uma viagem que Ella Nor descreve como um “renascer”.

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Não” surge como o primeiro tema do álbum que diz ser "muito pessoal e intransmissível”, de nome Paranoia. "Vejo a minha arte de uma forma muito visual, daí a importância que dei ao videoclipe” revela Ella Nor acerca desde vídeo onde pretende tentar passar, da forma mais real possível, aquilo que sentiu aquando da escrita da canção.

Foi aos 4 anos de idade que Ella Nor se conectou com a música. Nesta altura já tinha aulas de piano e na Academia de Música e Belas Artes Luísa Todi e mais tarde na Escola de Jazz do Barreiro, tendo frequentado aulas de música durante 10 anos.

Aos 22 anos, tendo completa consciência que o seu percurso musical passa pela composição e voz, a canta-autora Ella Nor prepara-se para mostrar o seu novo álbum, escrito e composto pela própria, que gosta de definir como “Dark Pop”.

Os Brasileiros Alternadores lançam o EP “Wanderlust”

Após dois anos do lançamento do EP “Malverde” (2015), o trio paraibano de rock eletrônico Alternadores lança o EP “Wanderlust”, o seu terceiro trabalho, formando assim uma trilogia que começou com o EP “Beta” (2014). Com 4 faixas, o novo EP do grupo foi produzido e executado inteiramente pela própria banda, dando continuidade há um trabalho musical que rompe as barreiras da distância.

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Desde do EP “Malverde”, o grupo, formado por Carlos Eduardo Batista (Bidu), Igor Gadelha (Pepeu Guzman) e Gustavo Pozzobon, se encontra dividido entre João Pessoa e Brasília. Os três são músicos que também são produtores, nos quais se revezam entre instrumentos orgânicos, samples, beats e sintetizadores, proporcionando uma grande viagem ao mundo da música eletrônica, repleta de boas referências que vão de Kraftwerk à Prodigy, de Animal Collective a Battles, e por aí vai.

"Cada música em Wanderlust teve um processo distinto, algumas idéias estavam mais consolidadas desde sua origem, outras foram tomando forma só durante a execução da produção, passando por vários estágios bem distintos (o que pode ser interessante para exploração posterior, quem sabe lançar versões alternativas). Foi o material que demoramos mais tempo para fechar, a expectativa era termos lançado no ano passado, mas acho demoramos mais por termos mais esmero na realização das etapas." Carlos Eduardo (Bidu).

 

Wanderlust“ é um EP especial, é nele que a banda encontrou a maturidade sonora de suas músicas instrumentais eletrônicas, tendo aprimorado a sua essência de misturar elementos sintéticos à orgânicos, dando vida uma nova sonoridade que pode cair como uma luva.

“La Posibilidad que Desaparece Frente al Paisaje”

“La Posibilidad que Desaparece Frente al Paisaje”, em estreia nacional em Portugal, é um espetáculo para ser lido e pensado, criado com base num livro aberto, onde o imperceptível mundo de atmosferas, pensamentos e memórias são descritos.

O ambiente é organizado como um modelo, um jogo ingénuo de agradáveis e frágeis representações. Num primeiro momento, um palco vazio surge perante o público, onde um ecrã de grandes dimensões leva o público por uma viagem narrativa ao longo de dez cidades europeias.

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photo: Claudia Pajewski

 

Dez paisagens que dirigem o público para a escuridão e para os territórios violentos da mente das pessoas. Segue-se uma voz feminina e quatro intérpretes em movimento, onde as ações não aparecem ligadas ao texto falado e/ou projetado. O espetáculo é apresentado numa escala elegante e inofensiva, uma sala de jogos onde quatro pessoas são capazes de transcender o sentido das suas ações, desconstruindo os ditames do chamado “comportamento regular”. Elabora um mapa comportamental composto por uma estética apurada, por baixo da qual se esconde a terra selvagem da mente, um território de perversão e medo, onde as leis morais são fracas e não controlam o carácter humano descontrolado.

 

El Conde de Torrefiel é um projeto de Barcelona, encabeçado por Tanya Beyeler (Suíça, 1980) e Pablo Gisbert (1982). Ambos estudaram Teatro e Filosofia, mas sempre se interessaram por música e dança contemporânea, tendo colaborado, com regularidade, com a companhia de dança La Veronal no trabalho dramatúrgico. São, hoje, dramaturgos, músicos, performers e videastas / realizadores. As suas criações – com assinatura da sua companhia – são marcadas pela componente textual e visual, onde o teatro, a coreografia, a literatura e as artes visuais coexistem. A companhia iniciou a sua atividade em 2010 com o espetáculo “La Historia del Rey Vencido por el Aburrimento”, tendo apresentado os seus trabalhos por toda a Europa.

 

Teatro Rivoli (Porto)

24 e 25 de Março 2017 | 19.00h (25/03) / 21.30h (24/03)