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Glam Magazine

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Elton John celebrou 70.º aniversário e 50 anos da parceria com Bernie Taupin este sábado em Los Angeles…

Este sábado o 70.º aniversário de Elton John e os 50 anos da parceria de escrita com Bernie Taupin foram celebrados com uma gala de angariação de fundos que vão reverter para a Elton John AIDS Foundation e para o Hammer Museum, na UCLA. A gala teve lugar nos Red Studios, em Los Angeles, e Rob Lowe foi o mestre-de-cerimónias, gala que contou com a atuação de Lady Gaga entre outros.

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Mantendo a sua dedicação à filantropia, Elton John celebrou o seu 70.º aniversário e a sua colaboração extraordinária com Bernie Taupin, com o objetivo de ajudar duas causas nobres que são duas das maiores dedicações da sua vida: acabar com a epidemia global do VIH/Sida e a arte, em todas as suas formas. Este evento permitiu angariar fundos muito necessários para ajudar a financiar as iniciativas levadas a cabo pela Elton John AIDS Foundation, bem como as exposições e programas apresentados pelo Hammer Museum, em Los Angeles.

 

Uma noite muito especial que homenageou os feitos alcançados pelo músico, bem como a sua história de vida inigualável, que continua a encantar e a inspirar pessoas em todo o mundo. Elton John é um verdadeiro iconoclasta musical e cultural, com um percurso que fala por si mesmo.

 

Da sua carreira com Bernie Taupin, Elton John diz simplesmente: “É o mesmo entusiasmo de quando começámos. O facto deste ano se assinalar o 50.º aniversário da minha parceria com Bernie Taupin é surpreendente porque parece que foi ontem que o conheci. É uma conquista incrível estar ao lado de uma pessoa durante 50 anos ao nível criativo, numa indústria onde isto raramente acontece.” Sobre o seu 70.º aniversário, referiu ainda… “Estou sempre interessado em seguir em frente, com o que crio, com as minhas colaborações e também em descobrir o trabalho de outras pessoas. Acho que a idade é imaterial, desde que mantenhamos as nossas mentes vivas, mantemo-nos abertos a novas ideias. Posso ficar tão entusiasmado por um novo artista que toca para mim uma maquete como posso ficar pelo novo disco de um dos meus heróis musicais. Fico tão entusiasmado em tocar numa cidade onde nunca estive como a revisitar locais que conheço há muito e ver como é que mudaram. A vida é um estado de fluxo constante para todos nós e gosto de abraçar essa ideia. Fico também muito feliz por usar a minha posição em dar atenção para as injustiças que existem no mundo e tentar ajudar como posso. Nesta altura da minha vida sinto-me o mais feliz que alguma vez estive.”

 

Agnes Obel é a vencedora do prémio European Independent Album of the Year Award com “Citizen of Glass”

Lançado em outubro de 2016 pela editora independente Play It Again Sam, o disco “Citizen of Glass” é o terceiro álbum da artista residente em Berlim. Obel formou um relacionamento forte e bem sucedido com Play It Again Sam desde o lançamento de seu primeiro álbum, “Philarmonics”, em 2010. Sobre o título misterioso de seu álbum, "Citizen of Glass", Agnes Obel explicou: "O título vem do conceito alemão do "gläserner bürger", o cidadão humano ou de vidro. Na verdade, é um termo legal sobre o nível de privacidade que o indivíduo tem num Estado e, em saúde, tornou-se um termo sobre o quanto sabemos sobre o corpo ou a biologia ou a história de uma pessoa - se eles são completamente feitos de vidro, sabemos tudo."

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Agnes Obel recentemente embarcou em uma tournée norte-americana e estará de volta à Europa em maio. O prêmio Álbum Europeu Independente do Ano será entregue pessoalmente no sábado 13 de maio antes do seu concerto na Philarmonie de Paris (Cité de la Musique). Agnes Obel foi selecionada juntamente com outros 24 artistas, mostrando o talento musical e a diversidade de lançamentos de editoras independentes em toda a Europa. A shortlist incluiu, entre muitos outros, Radiohead, Dubioza Kollektiv, Highasakite, Klaus Johann Grobe, Sara Renar, Freqüências Perdidas e Kase.O. Agnes Obel vai passar por Portugal no dia 25 de Junho com um concerto agendado para o Teatro Tivoli BBVA em Lisboa

Peter Thompson, diretor da PIAS (Play It Again Sam) refere-se a Agnes "Como é maravilhoso para o novo álbum de Agnes a ser reconhecido desta forma. Ela é uma artista bem sucedida e respeitada em muitos países da Europa, então vê-la receber o prêmio IMPALA é um maravilhoso reconhecimento da popularidade generalizada de Agnes e da qualidade do álbum "Citizen of Glass". Totalmente merecido.”

 

A presidente executiva da IMPALA, Helen Smith, também comentou: "A lista de favoritos deste ano foi mais uma vez um conjunto de ótimos álbuns. A vencedora deste ano é uma artista dinamarquêsa, que vive na Alemanha e que assinou um contrato com um selo britânico lançado pela primeira vez na Bélgica. Isso realmente resume o setor de música independente da Europa hoje".

 

Kristoffer Rom, co-presidente da DUP, associação dinamarquesa de gravadoras independentes, acrescentou: "A DUP está emocionada que o prémio deste ano seja para um artista dinamarquês - especialmente quando é para uma artista tão talentosa como Agnes Obel. Corajosa, criativa e delicada que continua a abrir portas para novos mundos em cada escuta. Está entre os discos mais tocados na minha coleção desde o seu lançamento e suspeito que vai ser assim por muito tempo".

 

“Love is a Strange Thing"… o regresso dos The Happy Mess

Os The Happy Mess estão de regresso com um novo single: "Love is a Strange Thing". Com data de lançamento definida para 24 de março, o tema é o primeiro avanço para o terceiro álbum de originais da banda que mantém as referências ao universo Indie/Pop que tem cativado público nacional e internacional.

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Love is a Strange Thing” é uma viagem às particularidades do amor. Aos pequenos e colossais detalhes que nos inquietam, que nos tornam eufóricos e felizes, por vezes irremediavelmente incoerentes e irracionais. A produção deste tema ficou a cargo de Rui Maia (X-Wife / Mirror People) e Fred Ferreira (Orelha Negra / Banda do Mar).

O novo single é apresentado ao vivo, em estreia absoluta, no concerto de dia 7 de abril no Musicbox em Lisboa que marca o regresso da banda aos palcos lisboetas e a um espaço que lhes é tão familiar.

 

O grupo é composto por Miguel Ribeiro (voz e guitarra), Joana Duarte (voz e sintetizadores), João Pascoal (baixo) & Hugo Azevedo (bateria), Zé Vieira (guitarra) e Afonso Carvalho (teclados). Recentemente integraram a comitiva WHY Portugal na maior representação portuguesa no Eurosonic Noordeslag onde tiveram a oportunidade de mostrar a sua música a público e profissionais de todo o mundo.

 

Sound artist Bill Fontana vem a Portugal captar os sons do Porto

Bill Fontana, sound artist mundialmente reconhecido pelas instalações sonoras realizadas a partir da ponte Golden Gate, da Torre Eiffel ou das dunas de areia em Abu Dhabi, estará, na próxima segunda e terça-feira, 27 e 28 de março, na Universidade Católica do Porto. O artista é o convidado da primeira sessão das CITAR Talks, iniciativa promovida pelo CITAR (Centro de Investigação em Ciência e Tecnologia das Artes) da Escola das Artes da Universidade Católica - Porto. A sessão conduzida pelo compositor e artista americano integra uma palestra, que decorre a 27 de março, às 17h30, no campus Foz da instituição, e um workshop, que será dinamizado durante os dois dias da visita (27 e 28 de março) em alguns dos locais mais emblemáticos da cidade do Porto.

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Durante a palestra, será possível conhecer, na primeira pessoa, as obras mais relevantes do artista, bem como o seu processo criativo, que se distingue pela capacidade de transformar a perceção de espaços visuais ou arquitetónicos. Já os participantes do workshop (12 no máximo) terão a oportunidade única de, diretamente com o artista, experimentar recolher sons em alguns dos locais incontornáveis da cidade. A entrada na palestra é livre, mas as inscrições para o workshop deverão ser realizadas no site do CITAR

 

As CITAR Taks visam promover o encontro com as mais destacadas individualidades ou grupos que trabalhem em Ciência e Tecnologia das Artes, através de encontros que assumirão as mais diversas formas, desde palestras, workshops, exposições ou reuniões informais. Com cada convidado, existirá, sempre, um momento público, aberto à comunidade. A próxima CITAR Talk está marcada para outubro e contará com a presença de Gerfried Stocker, diretor artístico do Festival Ars Electronica.

 

 

 

 

 

The Vacant Lots em Portugal…

O duo americano The Vacant Lots lançou em 2014 o seu álbum de estreia, “Departure”, através da editora Sonic Cathedral e com mistura e masterização a cargo do lendário membro dos Spacemen 3, Sonic Boom. Esta edição segue-se ao prévio lançamento de singles através das editoras Mexican Summer e Reverb Appreciation Society, bem como de um EP partilhado com Alan Vega dos Suicide, pela Fuzz Club. No mesmo ano a banda acompanhou os gurus do rock psicadélico Brian Jonestown Massacre, na sua digressão.

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O elemento-chave do rock minimalista e primitivo dos The Vacant Lots centra-se na sua contagiante energia, que subverte a matriz psicadélica com um genuíno espírito punk. Esta estética de “meios mínimos para resultados máximos” é algo que têm desenvolvido ao longo dos últimos anos, em boa parte em virtude de permanecerem uma banda com apenas dois elementos. O conceito de dualidade é também ele um tema recorrente, tanto no intransigente grafismo monocromático da banda como nas suas letras, que abordam temas como a vida e a morte, o amor e a perda e a condição humana. Poéticos, mas com uma insolência urbana “de rua”; psicadélicos, mas com uma atitude punk.

 

A banda norte-americana, em digressão europeia, vem a Portugal apresentar do seu mais recente EP “Berlin”.

 

Sabotage Club (Lisboa)

6 de Abril 2017

 

Casa da Cultura (Setúbal)

26 de Maio 2017 | 22.00h

Mundo Segundo e Sam the Kid na Queima das Fitas em Coimbra

Edmundo Silva é um MC, produtor e ex-bboy português. É uma figura incontornável do hip hop nacional e um dos mais ativos embaixadores do movimento em Portugal, tendo sido membro da banda Dealema.

Mais recentemente tem trabalhado com Sam the Kid, DJ Guze e DJ Cruzfader na criação de um álbum, do qual já sairam dois singles, “Tu Não Sabes” e “Também Faz Parte”.

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Sam the Kid é Samuel Mira, seu nome biológico, apaixonou-se pelo hip hop em 1993 influenciado pelas mixtapes lançadas por parte de DJ Bomberjack e nos dias de hoje é considerado como um dos artistas mais conceitados na música portuguesa.

Conta com a edição de 6 discos ao longo de 9 anos, sendo o mais conhecido o album lançado em 2006, “pratica(mente)” vendendo cerca de 10 000 cópias e chegando assim a disco de ouro, bem como a participação na banda sonora do filme O Crime do Padre Amaro e colaborações com artistas tais como Sir Scratch, Orelha Negra, Mundo Segundo, Regula, DJ Bomberjack, Valete e Pacman.

The Avalanches no palco Heineken do NOS Alive’17

O Palco Heineken conta com nova confirmação para dia 8 de julho.

The  Avalanches juntam-se ao cartaz do palco alternativo, no mesmo dia dos já anunciados Fleet Foxes, Cage The Elephant, Spoon, Peaches, Floating Points e Benjamin Booker. Os australianos trazem ao NOS Alive’17Wildflower”, o impensável segundo disco de originais, editado 16 anos após o álbum de estreia.

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A banda natural de Melbourne volta aos palcos em grande com o anúncio de uma digressão mundial que conta com o NOS Alive na agenda. O disco de estreia, “Since I Left You”, editado em 2000, foi considerado um dos melhores álbuns australianos na data do seu lançamento e para muitos é um álbum que ficará na história.

Com distinção na shortlist da Pitchfork dos 20 Melhores Álbuns de Eletrónica de 2016, “Wildflower” será apresentado em estreia absoluta em Portugal no último dia do festival. De referir a participação no álbum de Danny Brown, MF Doom, Jonathan Donahue (Mercury Rev), Father John Misty, Toro Y Moi, Jennifer Herrema (Royal Trux), Camp Lo, Biz Markie e Warren Ellis (Dirty Three / Bad Seeds).

 

“Os Fabulosos Tais Quais ao Vivo no Tivoli” já editado…

Chegou esta sexta feira às lojas, “Os Fabulosos Tais Quais ao Vivo no Tivoli”. O CD/DVD documenta em áudio e vídeo o concerto único que esgotou a sala lisboeta a 29 de Maio de 2016 e onde foi apresentado o álbum de estreia do grupo, “Os Fabulosos Tais Quais”, cujo single de apresentação é o tema “Algibeira”

Tais Quais - capa com sticker

Este lançamento dá o mote para os três espectáculos que se irão realizar no mês de Abril, em Coimbra (Convento de S. Francisco), Porto (Casa da Música) e Beja (Pax Júlia), nos dias 1, 2 e 15, respectivamente.

O Alentejo ocupa a grande espaço do repertório deste grupo formado por João Gil, Vitorino, Tim, Vicente Palma, Celina da Piedade, Paulo Ribeiro e Sebastião Santos. As violas, o acordeão, a percussão, quem sabe uma viola campaniça e um coro de arrepiar. Mas pelo meio há também Jorge Serafim, conhecido contador de histórias, que aqui aparece como o anfitrião de um lugar ficcional chamado A Venda do Isaías, e que partilha as suas pérolas de sabedoria desfiando histórias, anedotas, contos populares.

 

A música não é apenas a música, neste caso. Fala por toda uma região. E, por isso, não começa ao primeiro acorde e não termina com os aplausos, não vive na prisão dessas regras ditadas pelos palcos. Vive destas trocas espontâneas, que é lançada por um e agarrada pelos restantes mas que pode ser atravessada por um relato que Isaías/Serafim vai buscar ao baú da sua sabedoria popular. Seguem-se umas às outras, músicas e histórias, da mesma maneira que a mesa parece estar sempre repleta.

 

Os Tais Quais prometem espalhar a sua música pelo país. E fazer novos amigos pelo caminho. Eles que se juntem. A mesa está posta.

Jazz no CCB com João Barradas Trio

Directions” é o primeiro álbum enquanto líder do acordeonista e compositor João Barradas. Editado pela Inner Circle Music nos EUA e pela NISCHO records para a Europa, conta com a produção do prestigiado saxofonista Greg Osby. Gil Goldstein e Sara Serpa marcam presença como convidados de um ensemble que reúne alguns dos melhores músicos do panorama portugês, são eles: João Paulo Esteves da Silva (piano), André Fernandes (guitarra), André Rosinha (contrabaixo) e Bruno Pedroso (bateria). Este trabalho é um marco do acordeonista numa estética pós - bop onde a improvisação é o principal ingrediente. Os onze temas deste CD conduzem a diferentes "direcções" citando um Jazz moderno fundido com dois instrumentos peculiares, o acordeão acústico e o acordeão midi.

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Enquanto improvisador, Barradas acumula com a maior naturalidade o vocabulário do Bebop e do M-Base misturando-o com o seu longo percurso na Música clássica e contemporânea. João Barradas é o actual vencedor do Made in New York Jazz Competition, tendo como júris Joe Lovano, Randy Becker e Lenny White e do foi o vencedor recente do Prémio Jovens Músicos. Barradas é sem dúvida a maior revelação da música improvisada portuguesa dos últimos anos e só agora está a começar a sua carreira. Será interessante e desafiante ver e ouvir a sua evolução que certamente o porá a muito curto prazo no universo dos grandes músicos de Jazz do mundo. “Directions” aponta já esse caminho para um pódio exclusivo dos virtuosos e inovadores onde só os grandes talentos conseguem chegar.

 

Centro Cultural de Belém (Lisboa)

30 de Março 2017 | 21.00h