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Glam Magazine

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Vaarwell com estreia internacional de novo vídeo

Foi hoje estreado pela internacional Clash Magazine o vídeo do tema que dá o nome a “Homebound 456”, o disco de estreia de Vaarwell que chegou às principais plataformas online no passado dia 10 de Março. Isto depois da banda ter dado a conhecer em Fevereiro o tema e vídeo de “YOU”, o primeiro single que já roda em diversas rádios nacionais e internacionais, incluindo a britânica BBC Radio 1.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

O vídeo, que foi realizado por Daniela K. Monteiro e que conta com a participação da modelo Margarita Pugovka.

Os Vaarwell, que se apresentarão ao vivo na Casa Independente este sábado, 1 de Abril, numa noite Casa Ardente, são uma banda nascida em Lisboa em finais de 2014 e composta por Margarida Falcão (voz, guitarras, teclados e sintetizadores), Ricardo Nagy (guitarras e teclados) e Luís Monteiro (baixo e sintetizadores). Ao vivo, são acompanhados por André Paiva e Tomás Borralho.

Samuel Úria leva os amigos ao Teatro Tivoli BBVA…

Samuel Úria vai levar as suas canções e alguns amigos ao Teatro Tivoli BBVA no próximo dia 27 de Maio. Um ano depois da publicação de “Carga de Ombro”, é altura do “trovador das patilhas” regressar a Lisboa para um concerto de celebração com convidados especiais: Ana Moura, Golden Slumbers, Manuela Azevedo e Miguel Ferreira.

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E a celebração justifica-se! A descoberta de um dos mais emblemáticos discos da música produzida em Portugal prossegue. A imprensa escrita enalteceu-o com referências elogiosas e a inclusão na lista dos melhores do ano. A rádio rendeu-se a “Dou-me Corda” ou “Repressão”, entre outros temas que tocou. A televisão relevou-o, destacando-se o episódio para a série “No Ar”. E, no passado sábado, o mundo da animação premiou-o pela parceria com Pedro Serrazina no vídeo “É preciso que eu diminua”, o último single até à data de “Carga de Ombro”

 

No palco do Tivoli, as canções vão ganhar nova vida e o carácter festivo da música de Samuel Úria vai intensificar-se com a partilha ao vivo das colaborações que já aconteceram em disco e em eventos especiais:

Com Ana Moura, o tema “Cantiga da Abrigo”, incluído do álbum “Moura”;

Com as Golden Slumbers, através do convite para a interpretação do tema “Para Perto” do último Festival da Canção;

Com Miguel Ferreira, músico de excepção, produtor e cúmplice de Samuel em “Carga de Ombro”;

Com Manuela Azevedo, a voz dos Clã, com quem Samuel teve oportunidade de colaborar enquanto letrista nos temas “Zeitgeist” e “ Canção de Água Doce” do último álbum da banda. Deste flirt musical são expectáveis novidades para breve …

 

Uma coisa fica já garantida: A surpresa fará parte deste espectáculo, do início ao fim. Um “Samuel Úria & Amigos” que seguramente se estenderá a toda a plateia. E, uma vez mais, “preparam-se os aplausos”.

 

Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

27 de Maio 2017 | 21.30h

Queima das Fitas 2017 em Coimbra… Já é o conhecido o Cartaz

A Comissão Organizadora da Queima das Fitas apresentou esta tarde, no Pateo das Escolas em Coimbra, o cartaz e o lema da festa académica de 2017. A apresentação realizou-se junto de uma plateia composta não apenas por estudantes e jornalistas, mas também turistas e outros curiosos, onde foi dado a conhecer os objetivos da edição de 2017 também algumas novidades.

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photo: Marta Costa

 

“Somos sangue novo com vontade de fazer melhor”, sublinhou o comissário responsável pelo pelouro dos Bailes, Carlos Travassos. A ideia de envolver os estudantes foi transversal a todos os comissários. Do cartaz de bandas, de que se conhecem já alguns nomes como Kaiser Chiefs ou Mundo Segundo e Sam The Kid, o comissário da Produção refere que foi fundamental ter “um cartaz o mais versátil possível” de forma a “abranger o máximo de gostos musicais possíveis”. João Pinheiro destacou ainda a presença do Palco Secundário, reforçando que a organização vai trabalhar “para trazer harmonia perfeita entre os dois [palcos]”.

 

O responsável pela Representação institucional, José Alberto Pereira, garantiu que um dos principais objetivos é “a aproximação à cidade”. A Comissão Organizadora vai voltar a realizar o Cortejo dos Pequenitos, já a 21 de abril cujo objectivo é “dar dinâmica à Baixa e proporcionar às crianças uma tarde única”. O estudante de Medicina adiantou ainda que as atividades de cariz solidário vão continuar a acontecer ao longo de toda a preparação e durante a Queima das Fitas.

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Quanto ao cartaz, José Alberto Pereira afirmou que a escolha foi propositada para refletir “o que é ser estudante em Coimbra”. O mesmo aconteceu com o lema: “Uma Balada com Saudade. Um até já a esta cidade”. Isto porque a festa académica de maio é dedicada aos estudantes finalistas. De referir ainda que as noites do parque da Queima das Fitas realizam-se entre 5 e 12 de maio, no Parque da Canção. O preço dos bilhetes vai manter o mesmo valor da edição de 2016.

Miguel Araújo esgota concerto na 1ª edição do Soam as Guitarras em Oeiras

O concerto de Miguel Araújo no Soam as Guitarras, este Sábado, dia 1 de Abril, encontra-se esgotado. O evento decorre entre 31 de Março e 9 de Abril, em Oeiras. Os últimos bilhetes para os restantes concertos estão à venda nos locais habituais

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O Soam as Guitarras promove, em espaços intimistas, a dinâmica que a guitarra compreende em si. A Igreja da Cartuxa, em Caxias, recebe o virtuosismo de Manuel de Oliveira a 2 de Abril, e Joel Xavier, a 9 de Abril (o guitarrista aclamado pela imprensa internacional que tem estado afastado dos palcos mas dará um concerto inédito este fim-de-semana).

 

Tó Trips é co-fundador de marcos da música nacional como Dead Combo ou Lulu Blind, e editou em nome próprio dois discos. Esta sexta, dia 31 de Março, apresenta-se com João Doce na percussão para um concerto único que dá início à primeira edição do Soam as Guitarras.

Post Malone estreia-se em Portugal no festival Sumol Summer Fest

O álbum “Stoney” é um dos grandes sucessos do hip hop contemporâneo – conta com mais de mil milhões de streams em todo o mundo! – e este verão o rapper norte-americano Post Malone vai apresentar este seu primeiro disco no festival Sumol Summer Fest, a 1 de julho.

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Post Malone começou a trabalhar na sua primeira mixtape tinha apenas 16 anos e um pouco mais tarde lançou o irresistível “White Iverson”. No final de 2016, editou o primeiro álbum, “Stoney”, onde estão incluídas músicas como “Go Flex”, “Too Young” ou “Congratulations”, três dos maiores sucessos deste rapper. O disco conta com as participações de grandes nomes como Justin Bieber, Quavo ou Kehlani.

O single “Congratulations” é o mais recente tema retirado de “Stoney” e chegou a alcançar o top 10 do Spotify dos EUA, tendo somado 1 milhão de streams diários, além do vídeo oficial ter ultrapassado os 10 milhões de visualizações no YouTube em apenas uma semana.

Post Malone estreia-se assim em Portugal sob o estatuto de um dos nomes mais incontornáveis do hip hop mundial, atuando no Palco Sumol do festival Sumol Summer Fest, no mesmo dia em que também atuará o jovem rapper português VALAS, conhecido pelo single “As Coisas”.

WHY Portugal traz oradores internacionais de referência ao Westway LAB Festival 2017

A Associação WHY Portugal apresenta, em parceria com o Westway LAB Festival, a pré-edição do WHY Portugal Event em Guimarães, no Palácio Vila Flor, de 5 a 8 de Abril de 2017. Este cluster da música portuguesa e plataforma de internacionalização da mesma, colabora com o Westway LAB na sua vertente de conferências PRO para a realização da edição zero ou pré-edição do WHY Portugal Event, um evento idealizado como missão inversa para a exportação da música portuguesa. Tendo como um dos alicerces a partilha de conhecimento através de eventos, conferências e plataformas desenvolvidas através de relações internacionais com profissionais ou ramos de consultoria dos maiores eventos profissionais de música à escala global, tais como o Eurosonic, a WOMEX, ou o SXSW, entre outros, o WHY Portugal Event visa atrair a Portugal este mesmo conhecimento desenvolvendo relações de trabalho com estes e outros eventos.

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Nesse sentido, o WHY Portugal Event traz a Portugal vários oradores internacionais de referência para uma série de sessões em formato de mesa redonda (roundtable) que decorrem em paralelo à restante programação profissional da conferência da 4.ª edição do Westway LAB PRO. Um dos destaques do WHY Portugal Event é a organização de uma sessão especial nesta edição do Westway PRO dedicada aos festivais norte-americanos SXSW e SXSW Film que tanto se têm destacado junto da opinião pública portuguesa e que, na sua edição de 2017, acolheram várias start-ups e artistas nacionais. Esta debruça-se sobre o ponto de interseção da música com o cinema e traz a Portugal dois oradores do festival SXSW: Mirko Whitfield (SXSW EMEA & Asia) e Claudette Godfrey (SXSW Film) para uma palestra sobre a internacionalização da música através do cinema.

 

Lista de todas as Parallel Sessions do Westway PRO, integradas no WHY Portugal Event promovido pela Associação Empresarial WHY Portugal a decorrer no Palácio Vila Flor, Guimarães, de 6 a 8 de abril:

 

6 de Abril 2017

12h00 - O que é a supervisão musical?

Markus Linde, da Thag’s Agent (ALE), discute uma atividade profissional que é, até à data, pouco conhecida em Portugal – e a relevância do seu desenvolvimento no que diz respeito à promoção de conteúdos locais através da sincronização.

 

15h00 - O que é a edição musical? O que é a edição de música? O que é que os editores fazem? Porque é que editar é uma ferramenta tão importante na internacionalização? O que é que representa para artistas e empresas?

 

16h30 - Mesa redonda de novas tecnologias. Sampling de Música e a Revolução do Direitos Derivados e como se preparar para isso. Com Tom Silverman (New Music Seminar /Tommy Boy / Sound Exchange).

 

7 de Abril 2017

12h00 - Interseções convergentes: o local vai global / o global vem a Guimarães

Música, Filmes, Blogging, Comida, Fotografia, Mesa Redonda de Fotografia, com o homem renascentista Edward Pond, de Toronto, Canadá.

 

15h00 - DIYRP. Anastacia Connor, da editora de Edimburgo Song, By Toad fala sobre como lidar com os RP, através da perspetiva do artista ou da editora independente, no contexto da internacionalização do artista.

 

8 de Abril 2017

12h30 - A importância da educação musical. Onde a Educação Musical se encontra com a indústria. Um case-study holandês: Artez.nl

“Vintage” o novo disco da Ala dos Namorados

O cancioneiro da pop portuguesa de meados do século XX foi a base para a gravação do novo disco da Ala dos Namorados, “Vintage”. “Olhos Castanhos”, “Noites da Madeira”, “Ele e Ela”, “Cartas de Amor” ou o “Fadinho da Tia Maria Benta”, são alguns dos temas que fazem parte do imaginário colectivo dos portugueses e que a Ala dos Namorados se propôs trazer para o seu universo musical.

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Nas palavras da banda, “a ideia vem de trás, porque a Ala sempre se identificou com a essência musical e estética destas canções e sonoridades. O momento chegou agora e estamos muito satisfeitos com o resultado. Esperamos conseguir passar isso mesmo para as pessoas.” Para além das versões de standards da música portuguesa, o novo disco da Ala dos Namorados inclui quatro temas originais dentro desta harmonia vintage que será, também, parte integrante dos espectáculos ao vivo.

 

“Noites da Madeira” é o single de apresentação do novo disco, uma recriação do tema imortalizado por Max editado em 1949, que já se ouve na rádio. A voz e interpretação inconfundíveis de Nuno Guerreiro, juntam-se às composições e arranjos de Manuel Paulo que fazem da Ala dos Namorados um exemplo de longevidade da música em Portugal.

A História do Hip Hop Tuga e muito mais na edição de 2017 do Sumol Summer Fest

Foi ao final da manhã no Ericeira Camping apresentada a 9ª edição do Sumol Summer Fest. E é no Sumol Summer Fest que se aquecem os motores para as férias e para o verão, com ponto de encontro nesse mesmo Camping bem como a promessa de um fim de semana “Wild”. A edição deste ano está repleta de novidades, as temperaturas prometem subir com os ritmos contagiantes e sonoridades que vão invadir a Ericeira em dois dias que se querem inesquecíveis.

Com uma localização centrada no Ericeira Camping, num cenário de praia na vila da Ericeira e com toda a mística associada à meca do surf, um camping 5 estrelas, o Sumol Summer Fest está de regresso nos dias 30 de junho e 1 de julho, mesmo a tempo de celebrar o início das férias de verão com os amigos, praia a menos de 500 metros, a melhor música e o melhor ambiente. Mais do que um festival, este vai ser um fim de semana completamente diferente, onde o público pode quebrar a rotina e viver momentos wild com os amigos ao som das suas bandas preferidas.

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Depois de Sean Paul, primeiro nome confirmado, foram hoje anunciadas novas confirmações que asseguram isso mesmo: Post Malone, um dos rappers mais promissores da atualidade, Valas, a grande aposta do hip hop nacional, e Digital Farm Animals, projeto do DJ/produtor londrino responsável por alguns dos maiores êxitos da atualidade.

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Do cartaz do Sumol Summer Fest vai também fazer parte o concerto único A História do Hip Hop Tuga, que vai reunir em palco um naipe luxuoso para contar a história dos últimos 20 anos da cultura hip hop em Portugal, através das músicas mais emblemáticas do género. Este concerto conta com grandes nomes como: Ace e Presto, Allen Halloween, Bispo, Black Company, Capicua, Chullage, Dealema, Dengaz, Dillaz, GROGNation, Holly Hood, NBC, NGA, Sam The Kid, Valete, Sir Scratch, Tekilla e Nel Assassin nos pratos. Estamos em 2017 e a Cultura Hip Hop tomou conta das gerações mais novas, encontrando-se hoje mais forte que nunca. O Hip Hop passou à frente dos outros estilos numa geração que vive da internet e de tudo o que a internet nos possibilita. Os números não mentem. Há artistas nacionais independentes a bater recordes de visualizações no Youtube e a dar motivos à própria indústria para se render ao Hip Hop, sem preconceitos.

 

Para chegar aqui foram precisos mais de 20 anos e muito trabalho dos MCs e produtores de Rap em Portugal, que derrubaram barreiras e conseguiram passar mensagens, nem sempre convenientes e por vezes polémicas, porque o Hip Hop é isso mesmo, um espelho da liberdade. Com Nel Assassin nos pratos, em aproximadamente 1h30 de concerto, esta viagem no tempo vai relembrar o percurso, a evolução e as memórias de toda esta cultura, através de vídeo e músicas que vão desde "Não Sabe Nadar" dos míticos Black Company até "Lembra-te" de Bispo, passando por temas de Ace e Presto, Allen Halloween, Capicua, Chullage, Dealema, Dengaz, Dillaz, GROGNation, Holly Hood, NBC, NGA, Sam The Kid, Valete, Sir Scratch e Tekilla. E todos eles estarão em palco.

 

Já confirmados:

 

30 de Junho 2017

Palco Sumol

A História do Hip-Hop Tuga: Ace e Presto, Allen Halloween, Bispo, Black Company, Capicua, Chullage, Dealema, Dengaz, Dillaz, GROGNation, Holly Hood, NBC, NGA, Sam The Kid, Valete, Sir Scratch, Tekilla e Nel Assassin

Digital Farm Animals

 

Palco Quiksilver Boardriders

DJ Dadda

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Fugly

 

Skate:

DC King of the Park – treinos livres

Team Riders DC

 

 

Dia 1 de Julho 2017

Palco Sumol

Sean Paul

Post Malone

Valas

 

Palco Quiksilver Boardriders

Sensi DJ Set

The Zanibar Aliens

The Sunflowers

 

Skate:

DC King of the Park – competição

Team Riders DC

Ciclo "Isto é Jazz?"… Ballrogg

Num tempo de misturas de linguagens musicais, o trio Ballrogg não só está em linha com a tendência geral como leva esta a desfechos que, expostos em papel, parecem improváveis. A música tocada por Klaus Ellerhusen Holm, Roger Arntzen e Ivar Grydeland (neste concerto substituído por David Stackenäs) pode ser descrita como a combinação do tipo de jazz elaborado, mas aberto, cunhado por figuras históricas como Eric Dolphy e Paul Bley, com a new music não-linear e indeterminista de um Morton Feldman e aquilo a que se convencionou chamar de Americana, associando em si folk, country e blues.

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photo: Peter Gannushkin

 

Todas estas referências vêm do outro lado do Atlântico, mas juntas, e da maneira como as ouvimos, têm o traço distintivo da música criativa que nos dias de hoje está a ser praticada na Escandinávia – tanto assim que ninguém mais no mundo poderia fazer com que algo de tão bizarro resultasse tão natural. Não surpreende, aliás, que um dos discos deste grupo tenha como título Swedish Country. Mas há mais nos temas dos Ballrogg para além destas coordenadas, evitando a formulação de uma simples receita pronta a ser indefinidamente reproduzida: algumas situações musicais têm um formato neoclássico, lembrando os Clogs, e outras ganham uma dimensão eletroacústica com características ambientais e de paisagismo sonoro que nos remete para Philip Jeck.

 

Culturgest / Pequeno Auditório (Lisboa)

30 de Março 2017 | 21.30h

The Weatherman apresenta novo single… “oh cat”

Cumprida uma década de carreira que culminou, no ano passado, com o lançamento do seu quarto álbum de originais, The Weatherman regressa com um novo single intitulado “Oh Cat”. O tema marca, segundo o artista, uma renovada incursão na sua sonoridade: um psicadelismo dançante. “Oh Cat” é  um hino que ilumina as almas dolentes que durante a Primavera sonham com o  Verão perfeito - uma espécie de “Good Vibrations” do séc. XXI

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Herdeiro da pop anglo saxónica do final da década de 60 e início da de 70, The Weatherman é um artista que apresenta uma obra consolidada em 4 álbuns de originais, “Cruisin’ Alaska” (2006), “Jamboree Park at the Milky Way” (2009), “Weatherman” (2013) e “Eyeglasses for the Masses” (2016), que têm sido aclamados pela crítica em Portugal e além-fronteiras.

Quando surgiu, em 2006, no panorama da música nacional, The Weatherman assegurou logo presença na edição desse ano do festival Super Bock Super Rock. O seu disco de estreia, “Cruisin’ Alaska”, foi considerado o ‘Melhor Álbum do Ano’ pelo site “bodyspace.net”. O segundo disco, “Jamboree Park at the Milky Way”, editado em 2009 e que contrastava com o seu antecessor, valeu-lhe uma distinção em Inglaterra, numa entrega de prémios de música alternativa a nível mundial, onde obteve o quinto lugar entre 10 mil candidatos.

 

Em 2014, no seguimento da edição do terceiro disco, “Weatherman” no Norte da Europa, o artista esteve presente no Festival Eurosonic, na Holanda, bem como em duas mini ‘tournées’ de concertos na Holanda e na Alemanha. O mais recente álbum, “Eyeglasses for the Masses”, lançado no ano passado, foi eleito pela Rádio Autónoma (Lisboa), como o sétimo melhor disco nacional de 2016.

O single “Calling All Monkeys” foi uma das 30 músicas mais votadas pelos ouvintes da Antena 3 durante 2016.

Eyeglasses for the Masses” foi considerado pela Glam Magazine, e numa lista final de 30 discos, o 24ª melhor de 2016 (ver aqui).

Mikkel Solnado lança novo tema… “O Teu Sol”

O Teu Sol” é o novo single de Mikkel Solnado que marca o seu regresso aos discos e está a partir de hoje disponível em todas as plataformas digitais.

Para o artista, “O Teu Sol” é uma balada sobre a total entrega a uma pessoa amada.

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O tema conta com a participação de Davide Rossi, maestro que já trabalhou com os Coldplay, Alicia Keys e Goldfrapp.

Depois dos mais recentes êxitos como “E Agora?” com Joana Alegre, que integra o seu último trabalho “Daisy Chains” (2014), e colaborações com artistas como Nelson Freitas em “In My Feelings” e Tom Enzy em “Get Up”, Mikkel encontra-se em estúdio a preparar o seu terceiro álbum que marcará certamente as edições discográficas de 2017.

“Veraneantes” marca regresso de Nuno Cardoso ao CCVF

Este sábado, 1 de abril, o Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, recebe a mais recente encenação de Nuno Cardoso, “Veraneantes”. A peça escrita há mais de cem anos por Máximo Gorki coincide com o definhar do Império Russo e é agora transposta, com a mestria do encenador, para a leviandade da cultura de consumo dos nossos dias. Temos a internet na ponta dos dedos, sabemos tudo a toda a hora, e no fundo não fazemos nada. Nuno Cardoso põe-nos desconfortáveis na cadeira e previne-nos de que o mundo não será salvo com os likes no facebook.

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É novamente verão e quatro famílias burguesas vão, como de costume, para o destino de férias. O clima social e político ominoso que espreita estes veraneantes para lá do horizonte em que vivem cria as condições perfeitas para que do torpor do lazer irrompa a tempestade perfeita de aborrecimento, frustração, medo e ciúme. E é no meio dessa tempestade, do jogo de forças que se desencadeia entre as personagens, que se pinta um quadro rasteiro das aspirações do homem, num imenso coral à pequenez e ao desencanto.

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Do advogado insensível à mulher, da mulher que anseia por uma saída ao irmão imóvel na sua cobardia. Do avarento traído pela mulher, da mulher que faz da devassidão uma ode ao desespero, ao amante que assume a sua condição como suicídio moral. Do escritor desiludido que foge à confrontação com o seu próprio falhanço, do velho generoso que não encontra na família o porto de abrigo, à mulher que não consegue ultrapassar o seu medo para ser feliz. De um início aparente normal até a um fim abrupto e desesperançado, “Veraneantes” cria uma imensa tapeçaria de desejo e frustração que autopsia, então e agora, a nossa impotência perante o desenrolar da vida a caminho de um futuro assustador e frio para lá do presente estival.

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Veraneantes” é uma peça sobre a classe média na era do consumo, mas também uma reflexão sobre nós mesmos enquanto indivíduos e agentes sociais. Para Nuno Cardoso, traduz o culminar de uma série de acontecimentos complexos que se vêm desenrolando desde 2008 e que quase conduziram a uma cegueira generalizada em que ficamos presos em círculos sociais. “É um espetáculo de atores que, ao longo de duas horas e pico, discorrem de uma forma às vezes picara, outras trágica, sobre as relações entre pessoas normais. Os seus sonhos, as suas ambições e os seus medos”.  

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Nesta encenação, Nuno Cardoso cede à urgência de pôr o dedo na ferida e falar de um mundo que, de tão cheio, se torna vazio. Vivemos tempos de um consumismo sôfrego, de um moralismo exacerbado que tudo engole e que faz com que todos tenhamos uma palavra a dizer sobre tudo, ao mesmo tempo que permanecemos em total apatia, prostrados ao mundo a acontecer diante de nós, mas sem nunca agir. Uma fatia da sociedade que se perde “entre redes sociais, esplanadas do Porto turístico, ‘happy hours’, ‘fashion trends’ e essas palavras todas”. “Estamos neste mundo e achamos tudo muito mal, mas naquilo que estamos, de facto, interessados é em saber quantos ‘likes’ temos no ‘facebook’”, reflete o encenador que acredita que estamos no auge da regressão social. Sem qualquer receio, Nuno Cardoso pega em “Veraneantes” para fazer uma crítica mordaz à sociedade atual da qual todos acabamos por ser cúmplices, de uma forma ou de outra: “No meio disto tudo discute-se cidadania com ‘hashtags’”.

 

Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)

1 de Abril 2017 | 21.30h

GPU Panic… Alter-Ego de Guilherme Tomé Ribeiro com novo EP

GPU Panic é o alter-ego de Guilherme Tomé Ribeiro (Salto). Depois de uma mini tour pelos estados unidos acompanhado de Moullinex e alguns elementos da Discotexas que o levaram a Austin (SXSW), Los Angeles (Echoplex), São Francisco (Neck of The Woods) e Nova York (Baby's All Right), GPU Panic prepara-se para editar o seu segundo EP.

Como muitos engenhos - surgiu de uma limitação. Tudo começou com um computador defeituoso e um erro, que impediam Guilherme Tomé Ribeiro de produzir música sem interrupções aleatórias. A persistência levou-o ao seu primeiro EP.

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Explora texturas electrónicas num ambiente nostálgico e enigmático, onde, por vezes, a voz ao fundo conduz a música, fundindo-se com os sintetizadores, linhas de baixo e batidas que nos guiam ao longo dos seus temas.

 

Em Outubro de 2016 foi aluno da Red Bull Music Academy que decorreu em Montreal, onde estreou na RBMA Radio o primeiro single "Tanger" e onde actuou pela primeira vez como GPU Panic, entre artistas como Suzane Cianni, Veronica Vasicka e Kaitlyn Aurelia Smith.

No passado dia 23 de Março participou no Red Bull Radio Pop Up Studio onde apresentou alguns dos seus novos temas.

A Melhor Música Portuguesa chega ao Douro Rock em Agosto

Foi esta manhã apresentada nas encostas do Douro, a 2ª edição do Douro Rock, o festival que leva ao Douro o melhor que se faz em Portugal. O evento reforça assim a aposta na melhor música nacional nesta segunda edição que se realiza dias 11 e 12 de Agosto no Peso da Régua.

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photo: Carlos Gomes

 

GNR, Blind Zero (na foto superior), Linda Martini, Capitão Fausto, You Can’t Win Charlie Brown, Marta Ren & The Groovelvets (na foto inferior), Piruka e Bed Legs são os protagonistas de duas noites de festa na margem do rio Douro. A junção do Pop, rock, indie, funk, soul e hip-hop marcam os géneros musicais representados nesta segunda edição do Douro Rock, um festival 100 por cento português e onde as novas gerações da música se cruzam com nomes mais consagrados.

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Tendo uma das paisagens mais bonitas do mundo como cenário, o Douro Rock instala-se junto às piscinas da Régua proporcionando uma experiência plena. Mais do que um festival de música, o Douro Rock promove o que de melhor esta região demarcada tem para oferecer. Património da Humanidade pela Unesco, o Douro apresenta-se como uma alternativa no concorrido calendários de festivais em Portugal e convida o público a conhecer a região ao som da melhor música nacional.

 

Em 2016, a primeira edição do Douro Rock, contou as presenças de Pedro Abrunhosa & Comité Caviar, Richie Campbell, Mundo Segundo, Sam Alone, Serushio, Capitão Mocho, Ledderplain e Sons do Douro.

Sepultura regressam aos palcos Portugueses em Julho

Três décadas depois de se terem juntado em Belo Horizonte e três anos depois de terem estado pela última vez em Portugal, os Sepultura vão estar de regresso ao nosso país em 2017.

O concerto está agendado para o dia 4 de Julho, no Hard Club, no Porto, sendo que a banda brasileira promete elevar ainda um mais os já altíssimos níveis de intensidade da sua última passagem por cá, em que protagonizou um concerto incendiário no Paradise Garage, em Lisboa.

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Desta vez o quarteto apresenta uma data única a norte e, na bagagem, traz “Machine Messiah”, o mais recente registo de estúdio, já o 14º de um percurso constante que os tem mostrado a evoluir musicalmente de uma forma que nunca ninguém poderia ter imaginado, durante os 80s, ao ouvir discos como “Bestial Devastation”, “Morbid Visions” ou “Schizophrenia”. A verdade é que, tantos anos depois, o coletivo hoje formado por Andreas Kisser, Paulo Jr, Derrick Green e Eloy Casagrande é já uma verdadeira instituição da música extrema, influência marcante em incontáveis grupos surgidos durante as últimas duas décadas e um dos nomes internacionais com mais afinidade com o público nacional.

 

Com 14 álbuns no fundo de catálogo não seria, de resto, difícil para os Sepultura construírem um alinhamento de clássicos e partirem em tour pelo mundo, vivendo à custa de um passado brilhante. A banda não parece, no entanto, de resto nunca pareceu, interessada em viver apenas e somente à custa do passado e, mesmo depois de ter perdido os dois elementos fundadores, nunca baixou os braços, continuando a esculpir, a pulso, um percurso sinuoso que desafia todas e quaisquer expectativas que se pudesse ter em relação a eles.

 

Fruto da convicção inabalável do timoneiro Andreas Kisser, os porta-estandartes da música de peso brasileira souberam como reerguer-se e, carregando nos ombros o peso inolvidável dos dias de glória que viveram na transição dos 80s para os 90s graças à sequência de álbuns clássicos formada por “Beneath The Remains”, “Arise”, “Chaos A.D.” e “Roots”, reinventaram-se à luz deste novo milénio, caminhando por terrenos experimentais e aventureiros, mas com um pé firme na tradição thrash.

Editado na sequência dos muito aplaudidos “A-Lex”, “Kairos” e “The Mediator Between Head And Hands Must Be The Heart”, “Machine Messiah” foi disponibilizado no dia 23 de Janeiro deste ano e veio quebrar um período de três anos de silêncio editorial por parte do coletivo com uma bomba refratária de riffs pesados, ritmos rápidos, arranjos elaborados e uma atitude experimental ainda um pouco mais arrojada. O risco foi, uma vez mais, recompensado com elogios por parte da crítica e uma receção calorosa por parte do público.

 

Nesta paragem portuguesa da Machine Messiah Tour 2017, os Sepultura vão contar com os nacionais Equaleft como “suporte”. Contando com mais de uma década de existência, o grupo do Porto juntou-se em 2003 e, desde então, têm vindo paulatinamente a afirmar-se como um dos mais trabalhadores e astutos projetos criados em solo lusitano no Séc. XXI. Optando por seguir um esquema de crescimento sustentado, o quinteto começou por gravar dois singles, sucedidos rapidamente pela maqueta “As the irony preVails” e pelo EP “The truth Vnravels”, em 2010. Essas quatro edições, recebidas de uma forma muito positiva pelo público e imprensa, mostraram uma banda apostada em fugir ao óbvio, à procura de uma linguagem própria enquanto iam diluindo as suas referências num som bem forte e poderoso, em que o virtuosismo dos instrumentistas tem tanta preponderância como a energia que caracterizam o vocalista do grupo.

Em 2014, pouco mais de uma década depois de ter iniciado o seu percurso, a banda lançou finalmente o seu álbum de estreia, “Adapt & survive”, editado em parceria pela Raging Planet e Raising Legends, que se afirmou como um dos discos mais interessantes do ano, verdadeira explosão de balanço grave, atitude e muito peso, apoiado em guitarras de oito cordas.

“Ela”… Single de apresentação de Língua Franca

Capicua e Valete são portugueses, Emicida e Rael brasileiros.

Partilham a sua paixão pelo Rap e pelo Português, essa língua generosa que une os dois continentes e que os uniu num disco - “Língua Franca”.

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Ela”, o single de apresentação deste ambicioso projecto, é uma sentida canção em que Capicua, Emicida, Rael e Valete confessam o seu amor extremo pela música, afinal aquilo que lhes comanda a vida, que os levou ao Rap e a essa “Língua Franca” que os trouxe até aqui. Um beat cósmico, profundo e moderno, eminentemente electrónico, temperado pelo Dub, recebe a mestria de quatro MC’s, numa elegia à música que lhes moldou o futuro, que parece voltar a ganhar forma nas canções deste disco singular.

Um álbum em que dois dos mais talentosos MCs brasileiros colaboram de perto com dois dos mais significativos Rappers nacionais, fundindo diferentes experiências, realidades e sensibilidades musicais num corpo comum, que tem a rima e a palavra como ponto de encontro.

Produzido por Kassin, Fred Ferreira e Nave, “Língua Franca” é um disco único que leva Rap feito em Português a lugares onde nunca chegou. O disco foi gravado entre Lisboa e São Paulo.

“Kill Them With Kindness”… o disco de Laura apresentado no Casino Estoril

Aos 22 anos, Laura, cantora, compositora e letrista, decidiu apostar no seu primeiro trabalho a solo, no qual nos dá a conhecer a sua voz poderosa combinada com uma sonoridade envolvente e cheia de groove.

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O seu primeiro single “Kill Them With Kindness”, que dá título ao álbum, resulta do calor do soul, fundido com o funk e alguns laivos de jazz, blues e R&B, combinados com um swing mais moderno. A sua música revivalista remonta aos anos 40 a 80 com temas que evocam o romance, a sedução, o amor e o desamor e valorizam o poder da mulher confiante na sociedade. As principais influências para o seu projecto foram artistas como Amy Winehouse, Cee lo green, Ottis Redding, Al Green, Etta James, Jill Scott, entre outros.

“Kill Them With Kindness”é o álbum de estreia que estará à venda a partir do final deste mês e será apresentado ao vivo a 31 de Março no espaço Lounge D do Casino Estoril, numa produção Up Music Talents. Dois dos temas deste álbum farão parte do filme Inveterate de Kevin Otiem, realizador que se encontra a trabalhar actualmente para a Paramount, onde Laura irá também participar como actriz. O filme estreia em toda a Europa no início de 2018.

A Oh Lee Music dá à luz a OLEC...

A OLEC surge na necessidade de aumentar a coesão de todos os artistas de electrónica, já certa forma ligados à Oh Lee Music e num espírito colaborativo, à semelhança do já criado para a vertente de folk-rock com o "The Folk Collective" e as suas respectivas digressões.

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O nascimento da OLEC celebra-se, ainda, com PHLP (Wushta em parceria com Dust Devices) e o mais recente single, já preparado, de nome "AFXIC"

Com data de lançamento marcada para o dia 3 de Abril, com o selo da Oh Lee Music, o single "AFXIC" vem acompanhado de videoclip e compila toda a experiência dos dois, ao longo dos anos, na criação em ambiente lo-fi e experimental. O seu gosto especial por instrumentos que podem muito bem ter viajado dos anos 80 para a actualidade, torna ainda mais apetecível a audição do resultado final.

Zayn lança novo single "Still Got Time"…

Still Got Time” é o novo single de ZAYN, com a participação de  PARTYNEXTDOOR da OVO Sound/Warner Bros. Records. “Still Got Time”, já disponível pela RCA Records, é uma colaboração entre ZAYN, Frank Dukes, Murda Beatz e PARTYNEXTDOOR. O tema foi produzido por Frank Dukes, co-produzido por Murda Beatz e gravado em Los Angeles.

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Still Got Time” é lançado quase um ano após o lançamento de “Mind of Mine”, o álbum de estreia de ZAYN, que foi aclamado pela crítica e que quebrou vários recordes. Com “Mind of Mine”, ZAYN tornou-se no primeiro artista a solo britânico a estrear-se no n.º 1 com o seu álbum de estreita tanto no Top 200 norte-americano da Billboard como na tabela oficial de álbuns do Reino Unido. ZAYN é o primeiro artista britânico, a solo ou outro, a estrear-se no n.º 1 tanto nas tabelas norte-americanas como nas tabelas britânicas desde 2009.

 

2016 revelou ser um ano de enorme êxito para ZAYN. Conseguiu ter dois temas no top 5 de melhores estreias em 2016 com as faixas “Pillowtalk” e “I Don’t Wanna Live Forever (Fifty Shades Darker)”. "Pillowtalk", o primeiro single de ZAYN retirado do álbum “Mind of Mine”, atingiu rapidamente o n.º 1 no Top 40 da tabela da rádio e estreou-se no n.º 1 em 68 países, para além de se ter tornado no tema que mais rapidamente conquistou o n.º 1 a nível mundial por parte dum artista a solo no Spotify.

Agora, “Still Got Time” é o primeiro single a ser retirado do seu muito antecipado segundo álbum de estúdio, com lançamento agendado para este Verão.

“Higher In This Love”… Novo Single de Dan Maarten

Depois do sucesso de “A Little Love”, Dan Maarten, um dos maiores Djs e produtores da música electrónica nacional, regressa com um novo single, “Higher In This Love!“

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Para dar voz a este novo tema, Dan Maarten convidou Tarun Shah, cantor e compositor londrino de 19 anos, que está atualmente a estudar música na BIMM Brighton e que escreve para diferentes artistas. De salientar que Tarun, em 2016, ganhou o concurso de melhor cantor na escola e conseguiu captar a atenção da equipa de management do John Newman, já em 2017 vai lançar temas em diferentes major lables.

 

Por sua vez, Dan Maarten tem percorrido palcos e festivais como o RFM Beach Power, Rock In Rio Lisboa, Sumol Summer Fest, para além de tocar com regularidade no estrangeiro. Além disso, Dan Maarten faz parte dos FUNKyou2, projeto com o qual ganhou o prémio da revista Noite.pt de “Melhor dupla nacional”.

Klein e Van Ayres na ZDB esta sexta feira…

São dois dos mais intrigante e inclassificáveis produtores contemporâneos, processando uma electrónica caseira, a pulsar de vida, em pequenos temas de arco narrativo abstrato. Klein, a superlativa produtora nigeriana com sede em Londres, apresenta-se, esta Sexta, pela primeira vez em Lisboa.

A estreia, que serve para mostrar “Lagata”, o mais recente disco, acontece no âmbito da colaboração entre a ZDB e a Bienal BoCA. A noite será ainda marcada pelo primeiro concerto de Van Ayres, produtor lisboeta a despoletar, depois da elogiada estreia no OutFest de 2016.

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Movimentando-se entre o R'n'B e o Gospel, herança directa das raízes nigerianas, Klein tem vindo a ser destacada pela imprensa internacional com comparações a Hype Williams ou Micachu. Com "Only", o registo de estreia apresentou-nos a sua apropriação, única, à música electrónica, que digere as múltiplas influências em temas desconcertantes e enebriantes. Desde o omnipresente sample de Drake até à rendição assumida de "Amazing Grace", todas as influências do dia-a-dia são colocadas em blender e servidas de forma surpreendente, para dizer o menos.

Desde a actuação no OutFest 2016, Van Ayres editou para o mundo a versão vinil do seu disco de estreia, "Sorry Stars". Um registo que contagia tudo em seu redor, prova da jovialidade deste Rafael e do seu estado anímico em constante ebulição. Para este concerto com condão de apresentação está prometida essa veia de criatividade em estado puro com fado de intuição

Cosmos Discovery a fabulosa exposição sobre a descoberta do espaço

Portugal é o primeiro país a receber a digressão mundial da Cosmos Discovery a fabulosa exposição sobre a descoberta do espaço que inclui mais de 200 artefactos originais das missões espaciais dos EUA e URSS e de Agências Espaciais de todo o mundo. A coleção, que já tem itinerário calendarizado por vários países para os proximos 15 anos, aterrará em Portugal no Terreiro das Missas, junto à Estação Fluvial de Belém, e abrirá portas a 14 de Abril.

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A exposição Cosmos Discovery ocupará uma área de 2500 m2 dividida em galerias que permitem aos visitantes reviver as histórias reais dos heróis que atravessaram a fronteira para o espaço exterior. São centenas de itens que mapeiam o desenvolvimento dos vôos espaciais tripulados, desde os primórdios até às missões atuais e até mesmo as planeadas para um futuro próximo. Entre modelos realistas de foguetes e cápsulas, modelos passo a passo de estações orbitais e documentos únicos autênticos, a Cosmos Discovery apresenta o satélite soviético Sputnik, a cadela Laika, a cápsula do chimpanzé americano Enos, a história de Yuri Gagarin - o primeiro humano no espaço - e um modelo à escala da nave americana Mercury.

 

As outras galerias apresentam o programa Apollo - incluindo o rover lunar usado pelas tripulações americanas para explorar a Lua -  bem como o rover soviético Lunokhod Lunar; uma vasta gama de fatos espaciais e outros equipamentos (desde os modelos historicos até aos mais recentes, adaptados a voos espaciais de longa duração numa estação orbital); os três módulos básicos originais da nave soviética Soyuz estão também em exposição.

 

Os visitantes terão também a oportunidade de ver asteróides com dezenas de milhões de anos, objectos da Estação Espacial Internacional (ISS) e o equipamento original do Centro de Controle da Missão em Houston são das passagens mais apreciadas. Os fãs de tecnologia apreciarão ver uma parte original do motor F1 usado no foguete Saturno V, que carregava as missões Apollo para a Lua. Graças à Exposição Cosmos Discovery, este motor está a ser exibido fora dos EUA pela primeira vez.

 

A parte final da exposição oferece um vislumbre dos planos mais recentes para colonizar Marte e outros projetos de Agências Espaciais de todo o mundo. No final existe ainda uma zona interativa do Cosmo Camp, onde os visitantes interessados ​​podem experimentar alguns módulos de treino dos astronautas bem como experiencias 3D.

 

A produção é da World Crew Events, a mesma que trouxe a Real Bodies à Cordoaria Nacional em 2015/2016.

 

Terreiro das Missas (Lisboa)

14 de Abril 2017