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Glam Magazine

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Um Ao Molhe chega a Ponte de Lima…

O Festival Itinerante Um Ao Molhe (One Man Band), regressa ao Teatro Diogo Bernardes, já no próximo sábado, onde se reúne em palco 3 concertos distintos, a cargo de Daniel Catarino, Joana Guerra e Alek Rein.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Joana Guerra, servindo-se do violoncelo, voz e da loopstation, é uma cantautora cujas composições transitam entre a canção e a experimentação acústica. As suas músicas abrem caminho por múltiplos registos que vão do folk, ao experimental até ao rock e pop. Após a formação clássica, decide rumar até paisagens musicais que reflictam a sua vontade de experimentação acústica e apropriação de novas referências sonoras. Tem um projecto a solo, do qual edita um primeiro álbum em 2013, intitulado “Gralha”. Parte em tournée pela França, Espanha e Portugal, co-organizada pela Associação Terapêutica do Ruído.

Em 2013, realiza uma residência artística em São Tomé e Príncipe durante um mês, no âmbito do projecto 'Portugal Contemporâneo com São Tomé e Príncipe', produzido pela Associação Cultural Pantalassa e financiado pela DGArtes. Acompanha a artista inglesa Scout Niblett aquando do seu concerto no Teatro Maria Matos em 2013. Compõe a banda sonora do último documentário de João Botelho a apresentar no Festival INDIELISBOA 2015. Participa ainda em projectos transdisciplinares, destacando-se o espectáculo Lis+bú em 2014, com direcção artística de Madalena Victorino e Pedro Salvador onde integra a equipa de co-criação e interpretação, e a colaboração com o projecto audiovisual Concon apresentando-se no Festival Rescaldo 2015 na Culturgest.

 

Daniel Catarino, perante o talento expresso numa espécie de esquizofrenia musical saudável, os seguidores do seu trabalho chamam-lhe o Mike Patton português, o Manel Cruz do Sul, mas Daniel Catarino apresenta já um currículo personalizado que, independentemente do projecto ou do estilo musical em que esteja a trabalhar, impressiona - tanto na música como na escrita. Originário da pequena vila alentejana de Cabeção, inicia em 2006 o seu percurso discográfico pelo mundo das netlabels, onde até 2013 lança discos sob os pseudónimos Long Desert Cowboy, Landfill e Oceansea (estes dois últimos extintos e integrados no seu trabalho em nome próprio após um rumor no Twitter sobre a sua morte). Em 2015 Daniel Catarino apresentou "Songs From The Shed". Cantado exclusivamente em inglês, o álbum assenta numa forte vertente de cantautor, singer-songwriter, em que o folk rock, o country alternativo e o britpop dão as mãos num passeio agradável do Alentejo a Nashville, com escala em Londres e na Alemanha, onde o artista fez a sua primeira tour internacional. Já em 2017, editou em Fevereiro "Panorama de uma Vida Anormal".

 

Desde as primeiras gravações caseiras a solo até primeiro longa-duração com banda, as canções de Alek Rein surgem entre a confissão, o protesto e o sonho. Alinhado na tradição do psicadelismo folk anglo-saxónico, este projecto tem o nome do heterónimo de Alexandre Rendeiro. Natural de New Jersey (EUA), Rendeiro respira, sem reverência, a bizarria de Syd Barrett ou Marc Bolan, o classicismo de John Lennon e a intensidade rock n ́roll de Ty Segall. “Mirror Lane”, foi editado em Setembro, sendo precedido pelo primeiro single “River of Doom”, depois da estreia em 2010 com o EP “Gemini

 

Teatro Diogo Bernardes (Ponte de Lima)

1 de Abril 2017 | 22.00h

Em Abril… dança-se (muito) em Coimbra

Em movimento primaveril, abre-se em 2017 a 2ª edição do festival Abril Dança em Coimbra, uma iniciativa conjunta da Câmara Municipal de Coimbra e do Teatro Académico de Gil Vicente que, ao longo de um mês, transformará a cidade em palco de movimentos coreografados. Este ano o festival expande-se dos auditórios do Convento São Francisco e do Teatro Académico de Gil Vicente para as salas do Conservatório de Música de Coimbra, da Oficina Municipal do Teatro e para outros espaços públicos da cidade.

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A dança desenha-se também em diversos registos, com espetáculos, atividades de formação, ensaios, projeção documental e participação comunitária, incluindo criadores reconhecidos, de 4 a 29 de Abril, como Olga Roriz, Paulo Ribeiro, Rui Horta, Tiago Rodrigues ou Victor Hugo Pontes e nomes em afirmação, como Àfrica Martinez Ferrin, Luís Guerra, Marina Nabais e Joana Pupo, Patrick Murys e o Ensemble do Curso de Dança do Conservatório de Coimbra.

 

É nesta multiplicidade de movimentos e intérpretes que a primavera e a dança chegam a Coimbra, com propostas inusitadas como a do bailarino que volta a pisar o palco após 30 anos de ausência, do encenador de teatro que dirige um espetáculo de dança, ou de um grupo de corredores cujas passadas atléticas são orientadas para uma experiência coreografada. O festival culmina em festa, com a apresentação de três espetáculos no Dia Mundial da Dança. Um dia pleno a fechar o mais longo mês de Abril Dança em Coimbra.

 

Victor Hugo Pontes abre o Festival Abril Dança em Coimbra e apresenta “Uníssono – Composição Para Cinco Bailarinos”, um espetáculo centrado na harmonia e na homogeneidade dos movimentos no dia 4 de abril, às 21h30 no Auditório do TAGV.

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Tiago Rodrigues, diretor do Teatro Nacional Dona Maria II, junta-se à Companhia Instável para a criação de “Assim, Tipo… Dança Contemporânea” onde um encenador de teatro cria uma composição de dança a partir dos relatos de várias pessoas. A Companhia Instável apresenta-se no dia 13 de abril, às 21h30, no Grande Auditório do Convento São Francisco.

 

A coreógrafa África Martinez Ferrin oferece dança a correr, “Ready, Steady, Go”! que tem lugar na Praça da República e é uma estreia absoluta, que pode ser vista por duas vezes (5 e 19 de abril, às 18h00).

 

Em antestreia, Joana von Mayer Trindade e Hugo Calhim Cristóvão apresentam “Da Insaciabilidade No Caso Ou Ao Mesmo Tempo Um Milagre”, uma criação que parte de Almada Negreiros, “da sua velocidade em despertar cérebros no corpo, a irrepetível orquestra do novo que se consome correndo, em máximas aspirações que recusam o mínimo denominador comum”. Pode ser visto no Dia Mundial da Dança, 29 de abril, às 21h30, no Auditório do TAGV.

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photo: Susana Neves

 

Os conflitos na Síria, mais propriamente a guerra civil em Alepo, foram o ponto de partida para o espetáculo “Antes Que Matem Os Elefantes”, da Companhia Olga Roriz, que pretende colocar em palco esta problemática contemporânea. A Companhia Olga Roriz regressa a Coimbra no dia 7 de abril, às 21h30, no Grande Auditório do Convento São Francisco.

 

Dia 20 de abril (21h30) o palco do TAGV é d’ ”A Tundra”, de Luís Guerra. O criador concebeu um “poema visual coreografado”, para cinco intérpretes, a que se junta a sua avó, “uma intérprete central na geometria cénica da peça”.

 

Rui Horta, bailarino e coreógrafo, após 30 anos de ausência dos palcos, traz a sua “Vespa”, um solo que aborda “o que nem sequer falhámos porque nos coibimos de cumprir”. Pode ver o solo de Rui Horta no Dia Mundial da Dança, 29 de abril, às 21h30, repete no dia 30, às 16h00, no Grande Auditório do Convento São Francisco.

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A Companhia Paulo Ribeiro demonstra que não só de palco se faz a dança. Com a película “Ceci N’est Pas Un Film – Um Dueto Para Maçã e Ovo”, propõe uma interação entre dança contemporânea e cinema. Para ver no dia 28 de abril (14h30, sessão para escolas) e 29 de abril, às 16h00, para a celebração do Dia Mundial da Dança.

 

Por sua vez, Cristina Pereira traz não uma, mas duas propostas de dança: “Retrato” e “Dança Para Primavera”. É uma proposta do Conservatório de Música de Coimbra para o Abril Dança em Coimbra a que se junta a projeção do documentário “Sonhos De Dança - Nos Passos” de Pina Bausch. As três propostas no dia 27 de abril, às 21h30, no Auditório do Conservatório de Música de Coimbra.

 

“Corpo-Mapa-Livro”, uma criação de Marina Nabais e Joana Pupo, tem como principal temática o livro enquanto “objeto específico e como indutor de experiências transformadoras” do corpo. Uma peça que “desarruma a biblioteca”. Dias 21 (14h30, sessão para escolas) e 22 de abril, às 16h00 (público em geral).

 

Abril Dança em Coimbra traz um vasto conjunto de criadores, de antestreias e estreias mundiais. Entre o Teatro Académico de Gil Vicente, Convento São Francisco, Conservatório de Música de Coimbra, Oficina Municipal do Teatro e espaços públicos de Coimbra há muito por ver e muito para dançar em abril.

The Michael Lauren All Stars e Joana Machado com concertos na 15ª Festa do Jazz

Dois dos projectos mais aclamados com álbuns lançados no último ano têm honras de destaque no maior evento de Jazz Nacional. A Festa do Jazz do S. Luiz recebe este ano o incontornável septeto de excelência dirigido pelo baterista e professor norte-americano Michael Lauren, The Michael Lauren All Stars, e Joana Machado, uma das mais reconhecidas vozes do novo smooth Jazz nacional.

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O nome diz tudo: o icónico baterista e professor norte-americano Michael Lauren reuniu a fina nata dos músicos nacionais para com eles gravar ''Once Upon a Time in Portugal'', disco de estreia considerado como um dos melhores álbuns de jazz nacionais dos últimos anos. O septeto leva agora à sala principal do Teatro S.Luiz mais do que os sacia, ou seja, a música enquanto “paixão, inteligência, alegria, beleza, elegância, coesão, partilha, exploração, entusiasmo, honestidade, emotividade e dinâmica”, como Lauren sublinhou em entrevista. Em palco, estarão Carlos Barretto, no contrabaixo, Diogo Vida, no piano, Hugo Alves, no trompete, Jeffery Davis, no vibrafone, José Menezes, no saxofone, Nuno Ferreira na guitarra e, claro, Michael Lauren na bateria para uma sessão imperdível de hard swinging, jazz funky, "New York Style" Jazz.

 

Depois de, em Setembro do ano passado, ter apresentado ''Life Stories'', o seu mais recente álbum de originais, Joana Machado e a sua voz cristalina sobem agora ao palco da Sala Mário Viegas agora sob a promessa de um concerto muito especial: lado a lado com os seus habituais companheiros - Bruno Santos, na guitarra, Óscar Graça, nas teclas, Romeu Tristão, no baixo e Joel Silva na bateria - a cantora apresenta temas dos seus dois últimos álbuns e a estreia de duas novas canções.

 

S.Luiz - Sala Mário Viegas (Lisboa)

Joana Machado

8 de Abril 2017 | 17.30h

 

S.Luiz - Sala Luís Miguel Cintra (Lisboa)

The Michael Lauren All Stars

9 de Abril 2017 | 23.00h

 

Digressão dos Rolling Stones da América Latina em DVD… “Olé Olé Olé! A Trip Across Latin America”

No próximo dia 26 de maio será lançado “Olé Olé Olé! A Trip Across Latin America”, dos The Rolling Stones, um documentário de Paul Dugdale. Lançado em DVD e Blu-ray, o filme estreou num número limitado de salas de cinema na Europa em setembro do ano passado e foi exibido no Channel 4 em dezembro de 2016. “Olé Olé Olé! A Trip Across Latin America” serve de complemento perfeito a “Havana Moon”, lançado também no ano passado.

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Este DVD e Blu-ray serão acompanhados de sete temas bónus registados ao vivo na digressão do grupo pela América Latina.

Olé Olé Olé! A Trip Across Latin America” segue os The Rolling Stones na digressão que os levou até 10 cidades da América Latina, ao mesmo tempo que se preparavam para fazer o seu primeiro concerto em Havana, Cuba, um espetáculo gratuito ao ar livre que foi um momento histórico como Cuba nunca tinha visto até então. O filme capta a química única que existe entre os The Rolling Stones e os seus fãs da América Latina, um laço que tem perdurado ao longo de muitos anos.

OWAN apresentam o álbum "And Now You” no Plano B

OWAN (Out With A New) é um projeto musical criado e liderado por Danniel Boone (autor, compositor, vocalista e multi-instrumentista).

owna.jpgphoto: Sónia Martins

 

A produção do álbum “And Now You” esteve a cargo de Quico Serrano. “And Now You” é um álbum pop / rock escrito com “alma e com histórias” e cantado em Inglês, deixam junto de quem ouve a banda, mensagens intemporais.

Depois do single “Pretend” chega agora a vez dos OWAN apresentarem o disco "And Now You” ao vivo.

Plano B (Porto)

31 de Março 2017 | 23.30h

Quiksilver Boardriders Ericeira integra festival com programação de Música e Skate

O Dc King Of The Park vai receber os melhores skaters de todo o País para disputar um Prize Money bem apetecível. Conforme manda a tradição, haverá uma fase para encontrar o melhor atleta do dia, na zona de Street Skate, e só depois será encontrado o skater mais “rápido” na tradicional Death Race. O skater que conseguir conjugar as melhores pontuações nas duas fases competitivas será coroado o novo King of the Park. Já se sabe que os momentos mais divertidos estão reservados para a Death Race. Esta competição consiste numa corrida de skate, num circuito pré-definido, onde vale “quase tudo”: muita velocidade, algumas quedas, um ou outro encontrão e outros truques para atrasar os adversários. Tiago Lopes, Gustavo Ribeiro, Francisco Lopez e Nuno Cardoso serão os anfitriões de serviço. Os team riders da DC Shoes Portugal não vão faltar à chamada e prometem fazer aquecer ainda mais os ânimos nestes dois dias de Sumol Summer Fest. Obviamente que também aqui a Música não podia faltar, e neste espaço estará o Palco Quiksilver Boardriders:

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O percurso de DJ Dadda começou em 2010 no mundo soundsystem com os Rastafire Sound. Foi desde cedo considerado um dos melhores DJs no panorama do reggae & dancehall em Portugal, tendo percorrido o país a tocar. O seu trajeto no mundo soundsystem culminou em 2013 com uma actuação no palco reggae do MEO SW e com um programa de 30 minutos na rádio oficial do MEO SW. Em 2014 começou a sua carreira a solo, desta vez mais no registo do hip-hop, tendo já tocado em quase todos os spots de referência do hip-hop em Portugal. Desde 2016 que tem um programa de rádio (a Bridgetown Radio), com duração de 1h, onde passa um set que viaja pelo melhor da música urbana, com destaque para o hip hop, trap e dancehall. O programa está atualmente na Mega Hits, às segundas-feiras, pelas 22h00. Também em 2016 DJ Dadda tornou-se o DJ oficial de Plutónio e de Mishlawi, com quem tem andado na estrada, e está a preparar uma mixtape com temas exclusivos de artistas nacionais de renome.

 

Na Ericeira há o melhor surf, mas não só. Também há boa música, e, neste caso, um rock cheio de personalidade. Com Manel Gomes no baixo, Miguel Rodrigues na bateria e Tiago Duarte na guitarra e voz, os insch nasceram para “matar essa imensa saudade de tocar”. O objetivo era modesto, mas não se ficaram por aí. Já foram considerados pela Balcony TV como banda do ano 2015 em Portugal e um dos "8 artistas musicais desconhecidos que tem mesmo de conhecer" para a New In Tow. Além disso, também já foram entrevistados um pouco para todo o mundo, da Argentina à Austrália. Em maio de 2016 editaram o primeiro disco (totalmente gravado na Ericeira), que logo na primeira semana atingiu o top 10 de vendas digitais em Portugal. A gravação esteve a cargo de António Côrte-Real (UHF) e Wilson Silva (More Than A Thousand), com participação de Pedro Lousada (Blasted Mechanism). Entre o grunge dos 90’s e nu-metal do início dos anos 00’s, os insch prometem continuar a dar que falar em 2017.

 

As garagens ainda têm muito para dar ao mundo. E os portuenses Fugly são um bom exemplo disso. O líder é Pedro Feio, também conhecido por “Jimmy”, alguém capaz de equilibrar dentro de si um técnico de som com um miúdo da escola secundária. “Jimmy” está acompanhado pela guitarra eletrizante de Nuno Loureiro, o baixo groove de Rafael Silver (The Lazy Faithful) e a explosiva bateria de Gil Costa (The Lazy Faithful e White Haus). Juntos têm animado a cena punk, primeiro nos palcos da cidade do Porto, mas cada vez mais em todo o país. A descrição feita pelos próprios é bem sugestiva: “proto-pizza e banana-punk, rock-lobster e tartarugas ninja, garage dum miúdo da escola secundária misturado com psicadelismos e a complexidade de quem passou a vida a ouvir tudo o que foi feito nos anos 60 e 70”. E esse lado melómano também se nota perfeitamente no EP de estreia, “Morning After”, editado em 2016.

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Vasco Monteiro Pinto Ferreira é Sensi para o mundo da música. Desde cedo teve a oportunidade de conviver de perto com os melhores artistas e produtores nacionais, inspirações que vieram a ser decisivas no seu percurso – e hoje é o próprio Sensi um dos nomes mais interessantes da nova música portuguesa. Tem dois álbuns editados, sendo que "Pequenos Crimes entre Amigos" é o seu trabalho mais recente, lançado no fim de 2013. Fruto deste sucesso, foi convidado para fazer um DJ Set no Copenhagen Bar em Lisboa, e desde aí nunca mais parou de o fazer. O DJ Set é rico em hip hop, soul, R&B ou funk… Ou seja, territórios em que Sensi se sente perfeitamente à vontade. O músico já deu a conhecer este seu lado em sítios como o Park Lisboa, Musicbox, Main, Bliss, Seven Vilamoura, Meo Spot Portimão, Hard Club Porto, entre outros.

 

Desde um baterista que nunca tinha tocado bateria até ao facto de terem sido expulsos das salas de ensaio e das casas de familiares, o início dos Zanibar Aliens não foi fácil. Mas Carl Fernandes, Filipe Fernandes, Martim Seabra, Ricardo Pereira e Diogo Braga mantiveram-se firmes no objetivo de ressuscitar o espírito do velho rock. Sobre eles já se escreveu que “não são a típica banda de rock portuguesa”. Influenciados por bandas como Black Sabbath, Deep Purple ou Led Zeppelin, os Zanibar Aliens soam, de facto, a um outro tempo. Mas isso não os tem impedido de conquistar fãs, atuando em alguns dos principais palcos e festivais do país. Em 2016 o disco de estreia: “Bela Vista”. E está lá tudo aquilo que define os Zanibar Aliens: o amor pelo passado do rock, por todos aqueles que fizeram essa história, mas também a urgência de quem vive agora, no presente, os seus próprios verdes anos.

 

O Porto sempre foi uma cidade marcada por ter muito (e bom) rock, e assim continua, como prova a banda The Sunflowers. Este duo, formado em 2014, ainda não parou de fazer música, com uma ética punk adaptada ao século XXI: fazer e lançar na internet, para o mundo ouvir. Nós agradecemos.

Em 2016 gravaram o primeiro disco: “The Intergalactic Guide To Find The Red Cowboy”. Está lá tudo o que interessa: muita distorção, a urgência do punk, canções directas ao assunto e um subentendido elogio do mosh. Mas o conselho dos próprios Sunflowers é para que não compliquemos: “Somos uma banda rock e tocamos música rock para pessoas que gostam de ouvir música rock e assistir a concertos de música rock.”

 

30 de Junho 2017 / Palco Quiksilver Boardriders

DJ Dadda, insch, Fugly

 

1 de Julho 2017 / Palco Quiksilver Boardriders

Sensi DJ Set, The Zanibar Aliens, The Sunflowers

 

O Quiksilver Boardriders Skate Park é um park único em Portugal pela sua localização junto ao mar e à maior surf shop de Portugal, reunindo o espírito do surf e do skate num só espaço. Com 1200 m2, este skate park é um dos maiores e mais versáteis do país, por ter uma boa conjugação de street e bowls, sendo um deles um dos maiores Bowls do país. Em 2017, nenhum skater vai querer faltar ao Sumol Summer Fest. Para além de música, sol, praia e sabor a Verão, este ano o skate park da Boardriders Ericeira integra o festival e, por isso, muito skate e muita animação estão também confirmados para o fim de semana mais aguardado na Ericeira. 

Amor Electro no MEO Marés Vivas 2017…

Desde a sua estreia em disco, os Amor Electro não têm parado de crescer, tendo-se já tornado num projeto de referência no panorama musical português. Com dois álbuns editados, “Cai o Carmo e a Trindade” (2011), “(R)Evolução” (2013) e já a trabalhar no terceiro disco, os Amor Electro contam com vários sucessos, entre os quais, “A Máquina”, “Rosa Sangue”, “Mar Salgado”, “Juntos Somos Mais Fortes”, e o mais recente “Sei”.

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photo: Sergio Magalhães

 

A junção entre a modernidade e o tradicional, entre as raízes populares e a eletrónica é posta à prova em cada espetáculo pelos músicos Tiago Pais Dias, Rui Rechena, Ricardo Vasconcelos e Mauro Ramos, a acompanharem a voz carismática e inconfundível de Marisa Liz, numa simbiose de energia eletrizante entre artistas e público, que é característica desta banda.

 

Um espetáculo emocional, intenso e uma experiência única para todo o público é a promessa para o palco do MEO Marés Vivas. Uma noite memorável, vivida e cantada em uníssono, até porque “Juntos Somos Mais Fortes”! Dia 15 de Julho no MEO Marés Vivas, a energia e a emoção sobem ao palco com muito… Amor Electro.

Serushio apresenta novo single "Bad News (I Don't Need You)"…

Acaba de ser lançado o primeiro single do novo álbum dos Serushio "Bad News (I Don't Need You)".

O single já roda nas rádios nacionais e o novo vídeo foi lançado em primeira mão pela Antena 3. O vídeo de "Bad News (I Don't Need You)", realizado por João Correia e Pedro Teixeira, conta com a participação dos actores Fernando Pires, Inês Costa e Joana Vieira.

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“Groove Lee” é o titulo do novo álbum dos Serushio onde esta incluido o single de apresentação. Este novo registo apresenta 9 novos temas originais, e foi gravado, misturado e masterizado por Zé Nando Pimenta nos estúdios da Meifumado/IA em Lisboa.

“Groove Lee” conta ainda com a participação de vários convidados tais como Fred (Orelha Negra), Diogo Ribeiro (Francis Dale), Ze Nando Pimenta (Paco Hunter), Ricardo Riquiet e Mariana Norton.

Saga Cega… Concerto de Apresentação

Saga Cega é uma formação que, pela primeira vez na sua carreira de músico, se afasta dos domínios do jazz e que reúne no álbum “À Deriva” treze canções originais, interpretadas em português e por alguns dos mais conceituados músicos nacionais.

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Tendo a seu cargo a composição de todos os temas bem como a guitarra, Nuno Costa deu corpo ao disco “À Deriva” através de um reconhecido elenco da cena artística nacional: Rita Maria é a voz central de todos os temas e autora de duas das letras, a atriz Lavínia Moreira como letrista, Óscar Graça no piano e teclados, Bernardo Moreira no contrabaixo, João Hasselberg no baixo elétrico, André Sousa Machado, na bateria e percussão, bem como Susana Nunes nas segundas vozes. Como convidado especial em dois temas, “À Deriva” conta ainda com a voz da cantora Cristina Branco.

Numa carreira profissional maioritariamente pautada pelo jazz e pela música improvisada, ainda que influenciado e convergindo distintas correntes musicais, este trabalho é o afirmar de uma nova direção e simultaneamente o retorno ao ponto de partida. “À Deriva” é o primeiro disco de uma nova formação e paralelamente o 4º disco de originais do músico enquanto líder, num percurso iniciado em 2009 com “Reticências entre Parênteses”, seguido por “All Must Go” de 2012 e “Detox” de 2015.

 

“A primeira coisa que me apetece dizer é que este é o disco que sempre quis fazer”, conta Costa, sem menosprezar os discos anteriores: “mais ligados ao jazz, são marcos muito importantes no meu caminho

 

Centro Cultural de Belém / Pequeno Auditório (Lisboa)

1 de Abril 2017 | 21.00h

Territórios Dramáticos…

Terminou no passado domingo, dia 26 de março, em Joane, a primeira edição do encontro de teatro Territórios Dramáticos promovido pela companhia Teatro da Didascália. O encontro que se realizou ao longo de dois fins de semana, entre 17 e 26 de Março, encerrou com a apresentação de um espetáculo para o público familiar, o espetáculo “A Cores”, da Peripécia Teatro.

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Não é por acaso que se encerra este encontro de teatro com uma apresentação para as famílias, reunindo num mesmo espaço, jovens e adultos, para celebrar o teatro. Este projeto de programação desenhado pelo Teatro da Didascália tem como prioridade a promoção de um trabalho de proximidade entre o teatro e a comunidade local, e nesse aspeto, o principal objetivo foi cumprido. O público foi crescendo de dia para dia e em apenas 6 dias de programação, foi possível ver o surgimento de um público fiel que se deslocou a Joane para ver todos os espetáculos deste encontro. É a constatação de que existe público para o desenvolvimento de um trabalho de programação regular numa Vila como Joane, com condições técnicas, logísticas e artísticas capazes de construir, envolver e fidelizar público, numa freguesia com um historial fortemente ligado ao teatro. 

 

O público que se deslocou ao Centro Cultural da Juventude (ATC) em Joane, respondeu positivamente ao convite feito pela organização para cearem com os artistas no final dos espetáculos. O resultado foram longas conversas entre público e artistas, numa verdadeira partilha de pensamentos, acompanhados de um intercâmbio gastronómico, com um vinho verde muito bem acompanhado por Jesuítas, Queijadas de Montemor, Queijo da Serra e Pasteis de Águeda. 

 

Esta primeira edição do Territórios Dramáticos concretizou um total de 13 sessões públicas, entre elas: 7 espetáculos de teatro, 2 filmes e 4 conversas. Em apenas 6 dias de uma programação intensa. Depois deste primeiro encontro, e da resposta francamente positiva por parte do público, o Teatro da Didascália acredita ser possível criar em Joane um profundo trabalho de proximidade com o território, estando neste momento a pensar e preparar novos projetos de proximidade a desenvolver com a comunidade local e envolvente.

TREMOR #4… Em contagem decrescente

Falta, oficialmente, menos de uma semana para o TREMOR chegar a São Miguel e abalar as fundações da ilha com cultura em várias formas, de concertos a exposições, de conversas a residências artísticas, numa programação que abrange crianças e adultos dos 8 anos aos 80.

A sessão de abertura do TREMOR está apontada para dia 4 de Abril, a partir das 19h, com uma actuação da Escola de Música de Rabo de Peixe, no Armazém do Armador no Porto de Pescas da mesma localidade, e com a projecção do documentário da Red Bull Media House sobre o movimento hip hop açoriano “AZ-RAP: Filhos do Vento”, estendendo-se à noite para o Arquipélago Centro de Artes Contemporâneas na Ribeira Grande, onde irão actuar Volúpia das Cinzas, Gala Drop e Black (DJ set).

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A programação de 4 a 7 de Abril ficará marcada pelo Tremor na Estufa (concertos surpresa em locais secretos), pelo Tremor Todo Terreno powered by Merrell (concertos depois de caminhadas na natureza micaelense), exposições e pelas conversas com a plataforma The Creative Independent, assim como concertos e DJ sets à noite no Auditório Luís de Camões, Canto do Aljube, Solar da Graça e Arco 8, em Ponta Delgada.

 

No sábado 8 de Abril, a começar o dia, haverá o MINI Tremor powered by Yoçor, programação indicada para crianças e os seus pais, que envolve animação circense por parte da companhia Fungis Magic Truxis, com balões, malabares e o espectáculo de clown “Notas com Massas”. Adultos e graúdos poderão, ainda, assistir a um concerto de Flamingods, um DJ set de La Flama Blanca e uma sessão de curtas propostas pelo Shortcutz Lisboa.

 

Dia 8 é o chamado dia D do TREMOR, com programação das 10h da manhã até à madrugada do domingo que se segue, com Bonga, Mão Morta e Beak> a encabeçar programação composta por artistas locais, nacionais e internacionais, distribuída por várias salas do centro histórico de Ponta Delgada — parte da cidade que será, ainda, transformada por intervenções dos artistas plásticos Fernando Almeida e João Paulo Lima

Novidades para o Record Store Day 2017…

A 22 de abril realiza-se a 10.ª edição do Record Store Day, dia que se assinala a nível mundial para celebrar as lojas de discos independentes e a sua cultura a nível mundial. A Universal Music tem em vista o lançamento de mais de 20 novos discos, que estarão disponíveis especialmente a pensar neste dia.

Entre os lançamentos portugueses contam-se o single em vinil de 7” dos Linda Martini,Dez Tostões/Era Uma Vez O Corpo Humano”, que será editado especialmente neste dia. Para celebrar o Record Store Day, o grupo fará um showcase ao exterior no Chiado, em Lisboa, seguindo-se uma sessão de autógrafos na Fnac Chiado. Também a 22 de abril será lançado em vinil “Nove Fados e Uma Canção de Amor”, de Carlos do Carmo, editado originalmente em 2002.

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Milk and Kisses” e “Four Calendar Café”, os dois últimos álbuns de estúdio dos Cocteau Twins, serão reeditados em vinis coloridos, sendo que “Milk and Kisses” vem acompanhado de um 2.º LP vários temas que originalmente fizeram parte dos EPs “Tishbite” e “Violaine”, enquanto “Four Calendar Café” traz também um 2.º LP bónus com canções dos EPs “Evangeline” e “Bluebird”.

 

Entre alguns dos lançamentos está uma replica do primeiro EP dos Def Leppard, “Bludgeon Riffola EP”. Esta nova edição estará disponível em 12”, sendo uma edição especialíssima deste Record Store Day, além de ser a primeira vez que está disponível neste formato.

Without You I’m Nothing”, uma das canções mais célebres dos Placebo, será lançada pela primeira vez em vinil num picture disc de 12”, sendo que esta versão do tema inclui a voz de David Bowie. Editado originalmente em CD em 1999, o single chega agora pela primeira vez ao formato vinil integrado no Record Store Day, tendo uma edição limitada a 5 mil cópias.

 

O icónico e histórico álbum de estreia dos Sex Pistols será também reeditado em vinil, mas com o alinhamento da versão original, quando ainda se intitulava “God Save the Sex Pistols”, antes por isso de ganhar o título “Never Mind the Bollocks, Here’s the Sex Pistols”. A versão “God Save the Sex Pistols” inclui um alinhamento ligeiramente diferente (não fazem parte as canções “GSTQ” e “Bodies”, mas contém o tema “Holidays in the Sun”), sendo que o artwork é completamente distinto daquele com que ficou conhecido o 1.º e único álbum dos Sex Pistols.

 

Este ano celebram-se ainda os 40 anos desde o lançamento de “A Farewell to Kings”, quinto álbum dos Rush. Para iniciar as celebrações, neste Record Store Day, as duas parte da série concetual de canções “Cygnus X-1” estarão juntas na mesma edição pela primeira vez na história no LP homónimo que será agora editado em vinil de 180 gramas e com um novo artwork.

 

Também será editado em vinil de 180 gramas o duplo LP “Live at the Royal Albert Hall”, de Emeli Sandé. Este concerto nunca foi editado até hoje, estando agora disponível em vinil branco. O espetáculo contou com colaborações de Labirinth e Professor Green.

 

Será ainda editado pela primeira vez em vinil a versão acústica do greatest hits dos The Cure, “Acoustic Hits”. Este duplo LP estará disponível em picture disc e paralelamente será reeditado em vinil “Greatest Hits” do grupo de Robert Smith, também em picture disc.

 

A Zappa Records junta-se ao Record Store Day com o lançamento do vinil de 10” “Rollo”, que inclui gravações com os The Petit Wazoo, uma formação de sopros de 10 elementos com quem Zappa andou em digressão em 1972.

 

Lista completa de lançamentos da Universal Music para o Record Store Day 2017:

 

Aqua - “Barbie Girl” (7’ Pink Disc)

Aqua - “Aquarium” (LP)

Blackstreet - “No Diggity Remixes” (12” EP)

Carlos do Carmo - “Nove Fados e Uma Canção de Amor” (LP)

Cocteau Twins - “Milk and Kisses” (2LP)

Cocteau Twins - “Four Calendar Café” (2LP)

Count Five - “Psychotic Reaction – mono” (LP)

Def Leppard - “Bludgeon Riffola EP” (12” Single)

Diana Rossa - “Diana – The Alternative Diana (Original Chic Mixes)” (2LP)

Emeli Sandé - “Live at the Royal Albert Hall” (2LP)

Frank Zappa - “Rollo” (10” single)

Laura Marling - “A Creature I Don't Know - Live From York Minster” (2LP)

Linda Martini - “Dez Tostões/Era Uma Vez O Corpo Humano” (Single 7’)

Placebo - “Without You I’m Nothing” (12” EP Picture Disc)

Rush - “Cygnus X-1” (LP)

Sex Pistols - “God Save Sex Pistols” (LP)

Small Faces - “At The BBC” (2LP)

Sublime - “Badfish EP” (12”)

Sunny Day Real Estate - “The Rising Tide” (2LP)

The Buggles - “Video Killed The Radio Star” (12” Picture Disc)

The Cure - “Greatest Hits” (2LP Picture Disc)

The Cure - “Acoustic Hits” (2LP Picture Disc)

The Music Machine - “(Turn On) The Music Machine (mono)” (LP)

The Offspring - “The Offspring” (LP)

The Who - “Quadrophenia OST” (2LP)

T-Rex - “Electric Warrior” (LP)

Vários - “Motown Funk” (2LP)

Vários - “Northern Soul” (2LP)

Vários - “Moana” (10” Picture Disc)

The Lazy Faithful com novo singles… "There Was a Light"

Depois de "Nukin In The Cookin", primeiro avanço para o tão aguardado segundo registo dos The Lazy Faithful, a banda lança hoje "There Was a Light" cujo vídeo foi realizado por Vasco Mendes.

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O disco "Easy Target" de 2014 obteve uma forte reacção por parte da crítica e as actuações ao vivo não deixam ninguém indiferente. A banda leva já na carteira uma primeira tour que passou por diversos palcos incluindo o Vodafone Mexefest, Festival Meo Marés Vivas, Festival Vilar de Mouros, Festival Mêda + e Festival Monte Verde.

Bringer of a Good Time", o novo álbum chega às lojas esta sexta-feira dia 31 de Março e os concertos de apresentação acontecem a 13 de Abril no Maus Hábitos – Porto e a 22 no Music Box em Lisboa

Minta & The Brook Trout editam "Slow" em vinil e desvendam temas inéditos

Slow”, o terceiro disco de Minta & The Brook Trout e o primeiro com o selo da NorteSul, vai ter reedição em vinil, acompanhada por uma série de novidades. Depois de um ano bem preenchido, marcado por canções como “I Can’t Handle The Summer” ou “Bangles”, uma série de concertos em Portugal e uma digressão pela Califórnia, na sequência da edição americana, com o selo da Gaylord’s Party Music, de Oakland, “Slow” vai agora ao encontro dos amantes de vinil e colecionadores.

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Dia 12 de Maio, a rodela preta de “Slow” vem acompanhada pelas ilustrações originais de José Feitor, que neste formato ganham novo sentido.

Para celebrar a reedição especial, a NorteSul disponibiliza dois temas inéditos de Minta & The Brook Trout, em formato digital, a partir de 17 de Abril. Canções a meio caminho entre “Slow” e o próximo disco da banda, escritas por Francisca Cortesão (voz e guitarra) e produzidas em parceria com Mariana Ricardo (voz e baixo), a dupla criativa no centro das operações, e arranjadas em conjunto com o restante elenco de luxo que completa a banda – Bruno Pernadas (guitarra), Margarida Campelo (voz e teclados) e Tomás Sousa (bateria e voz).

 

A primavera marca também um novo arranque na digressão de “Slow” à qual serão acrescentadas novas datas muito em breve.

 

19 de Maio 2017 - Festival de Telheiras (Lisboa)

22 de Junho 2017 - Teatro Aveirense

8 de Julho 2017 - Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra)

1ª Edição do Oliva Beer Mind arranca já na próxima sexta-feira

A Oliva Creative Factory, em S. João da Madeira, organiza entre 31 de Março e 2 de Abril, o Oliva Beer Mind, um festival apelativo, lúdico, cultural e de entretenimento dedicado à cerveja artesanal. Com um modelo único e diferenciado, o evento, organizado pela Câmara Municipal de S. João da Madeira, Oliva Creative Factory e OG&Associados, posiciona-se  ainda como uma iniciativa centrada  no empreendedorismo cervejeiro e no mundo da "craft beer revolution".

Na primeira edição deste festival da cerveja estarão presentes cerca de duas dezenas marcas de cerveja artesanal, a maioria nacionais, duas espanholas e ainda uma representação do Movimento Cervejeiro Canadiano. O evento é uma verdadeira homenagem aos sabores da cerveja artesanal e inclui um atrativo programa cultural e de entretenimento, capaz de reunir diferentes públicos, com  streetfood, música, animação permanente, workshops de culinária e uma área pensada exclusivamente para os mais pequenos.

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O evento tem também uma importante vertente dedicada a profissionais, com a realização de workshops e  ABFtalks, onde se debaterão temas ligados  à economia deste nicho de mercado. Segundo a organização, o objetivo do Oliva Beer Mind é o de promover um evento dinamizador de oportunidades, entre cervejeiros, criativos e o tecido empresarial tradicional. “A partir de um território com ADN criativo, como é o de S. João da Madeira, pretendemos criar valor e expertise industrial  num nicho de mercado que tem assistido  a um multiplicar de projetos que se tem consolidado economicamente no mercado e, em alguns casos, em movimentos de exportação” referem.  Trata-se de uma área de negócio em crescimento, com a maioria dos projetos a nasceram de situações de desemprego e até de novos rumos que os empreendedores decidem imprimir às respectivas vidas profissionais, e que tem desenvolvido em necessidades de mercado e ativado a sua própria cadeia de valor, criando novas oportunidades e o surgimento de novos players.

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A primeira edição do Oliva Beer Mind arranca, no dia 31, com a realização do workshop “Comunicar: meios e estratégias”, seguindo-se às 18h30 a abertura ao público, que terá a possibilidade de conhecer, experimentar e provar as marcas de cerveja artesanal presentes no certame, numa noite com animação garantida pelos Simply Rockers Sound System e pelo DJ Rodrigo da Matta.

No sábado, após o ABFtalks “Maturação/Disrtribuição”, está prevista a atuação de Dj Chico Ferrão, Les Crazy Coconuts, Vurro e Dj A Boy Named Sue, assim como vários workshops e show cookings.

 

O último dia do evento abre portas às 15 horas e conta no cartaz de animação com Dobro Sound System e DJ Guilherme Barros, enquanto decorrem atividades na Kids Zone e workshops de cookies. A primeira edição do Oliva Beer Mind encerra às 20 horas.

Regresso do Encontros de Fado de Almada… Inscrições abertas

Em Abril abrem novamente as inscrições para os 11º Encontros de Fado de Almada. Ao longo da última década vários foram os fadistas que se estrearam nos Encontros de Fado de Almada e aí iniciaram a sua carreira profissional. As candidaturas estão abertas a pessoas de todas as idades que gostem de cantar o Fado.

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Os Encontros de Fado de Almada são constituídos por duas eliminatórias (27 de Maio e 9 de Junho), das quais são apurados 4 fadistas em cada uma delas que irão à final no dia 16 de Junho. Cada uma das noites terá uma pequena apresentação de um Fadista consagrado de forma a possibilitar que todos os participantes tenham um contacto directo com uma voz experimente do Fado.

 

Este ano os fadistas convidados são: Duarte, Maria Amélia Proença e José da Câmara prometendo assim noites de muita qualidade. Todos os espectáculos terão lugar no Auditório Fernando Lopes-Graça em Almada. O Júri será constituído pelos músicos residentes e o Fadista convidado de cada noite. Todos os concorrentes serão acompanhados pelos músicos residentes e terão assim a possibilidade de se apresentar em palco, num auditório profissional com uma casa repleta de amantes de Fado e acompanhados por músicos profissionais com vários anos de experiência.

 

Como prémios os 3 primeiros classificados darão um concerto em nome próprio no mesmo auditório no mês de Outubro e o primeiro classificado terá direito à gravação de um EP com 5 Fados, gravado em estúdio profissional e acompanhado pelos músicos residentes do festival.

 

Músicos do Algarve dão voz pela Serra de Monchique…

Em Setembro de 2016 um violento incêndio devastou a Serra de Monchique. Uma tragédia ecológica, económica e social que assolou a região algarvia e que chocou o País. Com vontade de ajudar, nasceu um projeto de esperança. Unidos por uma causa nobre, músicos algarvios ofereceram-se para contribuir para a recuperação florestal da serra com um tema original ou previamente gravado, para um disco intitulado "Terra".

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Mauro Amaral, Azinhaga, Viviane, OrBlua, Flor de Sal, Helena Madeira, Migna Mala, Argonautus Ensemble, Storm & the Sun, João Lum e Os Cantores de Monchique, emprestam o seu talento para esta compilação, produzida pela Fungo Azul e com o apoio da Câmara Municipal de Monchique que estará à venda pelo preço simbólico de 4 euros e cujos lucros revertem na totalidade para as ações de reflorestação.

"Terra" são 45 minutos do melhor da música algarvia, onde podemos encontrar temas compostos e gravados especialmente para esta compilação por Azinhaga, Orblua, Helena Madeira e Argonautus Ensemble. Os músicos Mauro Amaral, Migna Mala e Storm & the Sun libertaram temas em avanço dos seus trabalhos que serão brevemente editados. Viviane regravou o tema "A vida não chega". E por sua vez, os grupos Flor de Sal e João Lum cederam músicas previamente editadas e os Cantores de Monchique cederam um tema gravado mas nunca editado.

 

Uma forma de mostrar que a comunidade artística em conjunto com todos os cidadãos poderem contribuir para ajudar uma causa que é um bem essencial a todos nós: a Floresta! Sob o lema "Música pela Floresta", esta obra promete ajudar a impulsionar um impacto verde sobre a serra de Monchique.

A apresentação do projeto tem lugar no dia 1 de Abril pelas 18:30 na Feira do Medronho em Monchique e conta com atuação de Helena Madeira e dos OrBlua.

 

Alinhamento de “Terra

Mauro Amaral – O Nosso Amor

Azinhaga - Vida Dura

Viviane - A vida não chega

OrBlua - Terra Ardente

Flor de Sal – Quero ver sempre as Estrelas

Helena Madeira - Algarve

Migna Mala – Emareom

Argonautus Ensemble - Fogo

Storm & the Sun – Brethe Me

João Lum – Podemos Mudar

Cantores de Monchique – Vou tantas vezes à Bruxa

Rui Torres fala sobre Poesia Experimental Portuguesa esta quinta na ZDB

A Galeria Zé dos Bois recebe, esta Quinta-feira, uma conferência especial de Rui Torres em torno da poesia experimental portuguesa. Inserida na programação complementar da exposição Verbivocovisual: Poesia Experimental Portuguesa, a sessão apresentará a meta-estrutura do arquivo digital po-ex.net. Recorde-se que Rui Torres é um dos expecialistas na Poesia de Invensção em território nacional. Na conferência, marcada para as 19h00, o autor falará sobre a representação textual, simulação contextual e interacção interpretativa da po-ex, abordando as ligações entre as práticas históricas da Literatura Experimental (poesia visual, sonora, espacial, performativa, digital, concreta e vídeo) e as possibilidades abertas pelas novas tecnologias de informação.

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A sessão, que se estenderá até às 20h00, contará ainda com as performances de António Poppe, Tomás Cunha Ferreira e Anabela Duarte.

O acesso é livre.