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Glam Magazine

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A Queima das Fitas de Coimbra apresenta… Nicky Romero

A nova confirmação para as Noites do Parque da Queima das Fitas de Coimbra é Nicky Romero. O DJ holandês, nascido a 6 de Janeiro de 1989 está no ativo desde 2007. Atualmente é um dos grandes nomes da EDM, apesar do seu estilo também passar pelo electro house e progressive house. Ocupa atualmente o rank #29 no Top 100 DJ’s Poll da DJ’s Magg.

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Apesar de ter ficar conhecido pela sua música “Toulouse” que à data de saída se tornou viral. O DJ tem também hits como o seu single “I could be the one” que conta com a parceria de Avicii. Além deste último, Nicky Romero já trabalhou também com nomes gigantes da EDM, como Tiësto, David Guetta e Calvin Harris.

Dia 10 de Maio promete uma noite cheia de energia no Parque da Canção.

The Paperhead ao Vivo em Portugal em data única

The Paperhead (anteriormente conhecidos como The Looking Glass) têm sido um dos segredos mais bem guardados de Nashville, o trio lançou desde 2010 três álbuns que definem na perfeição o conceito Psych-Pop.

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Regressam em grande forma com “CHEW”, o quarto registo lançado pela Trouble in Mind Rec será apresentado ao vivo em data única em Portugal

 

Sabotage Club (Lisboa)

4 de Abril 2017 | 22.00h

Woods terminam a tour no Musicbox…

Woods, a banda de Brooklin passa pelo palco do Musicbox dia 8 de Abril. A banda acaba de lançar o single “Love is Love”, enquanto andam em Tour pela Europa. Terminam a digressão em Lisboa, no Musicbox, antes de regressarem a casa

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Na bagagem contam com o trabalho mais recente, “City Sun Eater in the River of Light”. Um disco que mantém a estética Folk-Rock americana, mantendo a frescura necessária em cada música. Com um novo disco já à espreita, e com novas músicas a serem tocada nesta tour europeia.

A ex banda de Kevin Morby já conta com 9 discos lançados desde 2005.

Atualmente a banda é composta por Jeremy Earl, Jarvis Taveniere, Aaron Neveu, Chuck Van Dyck e Kyle Forester. Em 2015 fora um das sensações da programação do Vodafone Paredes de Coura.

 

Musicbox (Lisboa)

8 de Abril 2017 | 22.00h

O Regresso do Party Sleep Repeat…

Depois de 4 anos a celebrar, o Party Sleep Repeat está de volta para mais uma edição memorável. A 5ª edição do Festival acontece no dia 22 abril de 2017, na Oliva Creative Factory em S. João da Madeira.

O Palco da Sala dos Fornos e o Palco da Alameda na Oliva Creative Factory preparam-se para receber o seguinte alinhamento de artistas:

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Palco da Alameda | 17H00

The Sunflowers

Toulouse

Baywaves

Adão (DJ set)

 

Palco da Sala dos Fornos | 22H00

Prana

Marvel Lima

Riding Pânico

The Legendary Tigerman

A Boy Named Sue (DJ set)

La Flama Blanca (DJ set)

We Bless This Mess a correr o sul e o leste da Europa

Março e Abril, dois meses preenchidos para We Bless This Mess, sob o comando do músico e tatuador Nelson Graf Reis. Depois do regresso do festival South by Southwest (SXSW), que decorre anualmente no estado do Texas - EUA, o projecto continua a todo o vapor rumo ao sul e ao leste da Europa.

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Itália, Eslovénia, Croácia, Sérvia e Hungria são, para já, os países que constam no roteiro. Em parceria com a agência sérvia, Rocksvirke, We Bless This Mess encontra-se na estrada para uma digressão de exactamente um mês.

 

Pink Turns Blue ao vivo no Hard Club

Pink Turns Blue é uma das bandas mais influente e lendária de Colónia, Alemanha. Formados em 1985, rapidamente lançaram o seu primeiro LP, “If two worlds kiss”, exprimindo uma sonoridade que faz lembrar a new wave, com a utilização de apontamentos dark e de sintetizadores, tornando-se assim uma das bandas pioneiras no desenvolvimento do sub-género dark wave.  Originalmente um duo composto por Thomas Elbern (voz e guitarra), Mic Jogwer (voz, baixo, teclados) e uma caixa de ritmos. Tinham como inspiração as clássicas bandas de new wave, tais como os The Cure e The Sound nos seus primeiros tempos. Em outubro de 1987, os Pink Turns Blue lançaram o álbum de estreia “Two worlds kiss” pouco depois de Thomas Elbern ter deixado a banda para formar os Escape with Romeo.

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Após o lançamento dos dois álbuns seguintes, “Eremite’ and ‘Aerdt”, que levou a banda por novos caminhos com canções mais experimentais e atonais, e a mudança para Londres, o muito popular chamado movimento de Manchester, inspirou a banda a enveredar por uma mudança radical de sonoridade. Em 1995 a banda terminou.

No início de 2003, o organizador do Wave-Gotik-Treffen de Leipzig pediu um concerto por “encomendaˮ e a banda atuou no evento em junho desse ano. A resposta do público foi de tal forma entusiástica que decidiram seriamente reavivar a banda. Um novo álbum de estúdio, “Phoenix”, foi lançado em abril de 2005, seguido de outros dois álbums de estúdio, “Ghost” e “Storm”, em 2007 e 2009. As músicas sombrias e melancólicas marcaram um regresso ao conceito e sonoridade originais da banda, tendo sido recebidas positivamente, e de forma unânime, pela imprensa musical e pelos fãs. O seu último álbum, lançado o ano passado, chama-se “The AERDT – Untold Stories”.

Como no princípio, 3 elementos (voz/guitarra, baixo/teclados, bateria), reduzidos assim ao claro, intenso e emocionante post punk no seu melhor. Sempre registado de forma intensa, íntima, real e vibrante. Realização, produção e acabamento, tudo feito pela banda, como nos primeiros tempos. Simultaneamente, mantiveram-se fiéis aos seus pontos fortes e às suas originalidades: vozes comoventes e sentidas, guitarras atmosféricas, baixos e bateria, essenciais e fundamentais na roupagem das músicas.

 

A abrir a noite os She Pleasures HerSelf , trio lisboeta formado em 2016. A banda é constituída por David Wolf (Uni_form/ When The Angels Breathe/ Sweet Nico), produdor, sintetizadores e guitarras, Nuno Francisco (Uni_form/Alma Mater Society), na bateria e programação, e Nuno Varudo (Persona Project/The Paper Road), como vocalista e baixista.

 

Hard Club (Porto)

1 de Abril 2017 | 21.30h

BoCA – Biennial of Contemporary Arts… VHILS e Salomé Lamas

A BoCA – Biennial of Contemporary Arts é uma nova bienal de artes contemporâneas, cuja sua primeira edição começou a 17 de março e continua até 30 de abril de 2017, nas cidades de Lisboa e Porto, com expansão das suas atividades a outras cidades do país ao longo do ano.

A BoCA propõe um conceito colaborativo entre instituições artísticas nacionais e internacionais (museus, galerias, teatros), integrando ações no espaço público e incidindo numa programação transversal que propõe uma sinergia entre instituições, campos artísticos e respetivos públicos.

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Alexandre Farto / VHILS concebe a sua primeira criação de palco, num assumido desvio conceptual do seu trabalho: cria uma obra que não está afeta a um lugar específico mas à universalidade do palco, cujas qualidades se concentram de modo a viajarem pelo espaço e pelo tempo.

 

Periférico” é uma criação performativa que apresenta uma reflexão sobre a evolução urbanística, a emergência das subculturas urbanas e o impacto de ambas no panorama de Portugal ao longo das décadas de 1980, 1990 e 2000. Esta criação de palco tem por base a experiência pessoal do artista, que dialoga com as gerações crescidas no nosso país, no período que se seguiu à Revolução de Abril e à adesão à Comunidade Europeia.

 

Centro Cultural de Belém / Pequeno Auditório (Lisboa)

7 e 8 de Abril 2017 | 21.00h

 

Fatamorgana” é a primeira criação para palco da realizadora de cinema Salomé Lamas, artista residente da bienal de artes contemporâneas BoCA. Uma paródia política onde uma mulher dá por si, não sabe bem como, num museu de cera, após a hora do fecho, e de onde emergem figuras históricas. Tal como Molly Bloom e, mais virtuosa, Penélope, Haman espera pelo marido. Parece ter marcado encontro com ele. Mas ele não chega. Por onde andará? O tempo dilata.

 

Centro Cultural de Belém / Pequeno Auditório (Lisboa)

12 e 13 de Abril 2017 | 21.00h

Apresentação de “O Futuro do Passado” dos Ohxalá

É já este sábado o lançamento do EP “O Futuro do Passado”, da dupla Ohxalá, projecto de Luis e Maria, um casal português que se dedica, entre outros projectos, à criação de sonoridades afro-ancestrais com influências latinas e africanas.

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Ritmos de outros tempos com fortes ligações às gentes desta e de outras terras. O projeto Ohxalá nasceu na Alemanha em 2016, onde tiveram contato com vários artistas da cena downtempo e a vertente mais étnica sobretudo as sonoridades vindas de África e Brasil.

De volta ao Porto começaram a investigar e a absorver a cultura musical de povos de outros tempos.

 

Musicbox (Lisboa)

1 de Abril 2017 | 02.00h

The Traveler”… o novo single de Mazgani

The Traveler” é o novo single de Mazgani, que antecipa o próximo álbum de originais que chegará às lojas em Setembro. Depois do álbum de versões, “Lifeboat”, editado em 2015, em que nos trouxe a sua versão pessoal de temas de Chavela Vargas, Elvis Presley, PJ Harvey ou Leonard Cohen “gente que nos impede que o céu nos caia em cima”, como acertadamente se escreveu na imprensa portuguesa, é com “The Traveler”, que Mazgani regressa à escrita das suas próprias canções: "Julgo que a canção fala daquilo que não há e daquilo que não pode haver. Talvez seja a história de um viajante que se dirige para uma terra que se vai afastando", descreve o luso-iraniano.

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photo: Rita Carmo

 

Sobre o disco aqui ficam as palavras de Mazgani "Entre a feitura dos arranjos e a gravação, todo o processo foi muito célere. Permitimo-nos uma abordagem orgânica e espontânea aos temas no estúdio, procurando não nos afastar do ímpeto inicial que as canções suscitaram na sala de ensaio. Muitas das primeiras soluções que encontrámos para as músicas são as que aparecem no disco. Esta abordagem só foi possível graças à singular capacidade de leitura das canções que o Nelson tem, ajustando imediatamente o leme de acordo com a direcção que queríamos seguir e a geografia que queríamos explorar".

 

De Abril a Julho… a agenda Cultural de Santa Maria da Feira

É com quatro meses de programação cultural (Abril a Julho) que o Município de Santa Maria da Feira lança a edição primavera/verão da Agenda Cultural do concelho.

Aqui deixamos alguns dos principais destaques dos eventos a decorrer nos próximos 4 meses.

GLAM - Vertico.jpgphoto: Paulo Homem de Melo 

 

A 18ª edição do Louroteatro, os XVII Cursos de Aperfeiçoamento Musical de Paços de Brandão, a 20ª Semana Santa, as Invasões Francesas em Arrifana, a Queima das Fitas de Santa Maria da Feira e o Jazz 24 – Ciclo de Jazz António Lamoso são destaques no mês de abril, que reserva ainda no calendário a exposição “Animismo Urgente de Futuro”, de Mário Vitória, na Biblioteca Municipal, e diversas ações nos museus do concelho.

 

Em maio, o destaque vai para o FIMUV – Festival Internacional de Música de Verão de Paços de Brandão, o Cortejo Etnográfico da Federação das Coletividades e o Turno da Noite no Museu no Museu do Papel. Este é um mês tradicionalmente dedicado às artes de rua, com a realização do 17º Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua, que este ano será antecedido do Fresh Street#2 – International Seminar for the Develpment of Street Arts.

 

Junho é o mês do Festival Doce na vila termal das Caldas de S. Jorge e do 1º Festival de Música Urbana “O Basqueiral”, em Santa Maria de Lamas. O Museu do Papel acolhe o XII Congresso Internacional do Papel na Península Ibérica, que traz consigo a singular exposição “Filigranas las Huelas del Agua”, e Santa Maria da Feira celebra o ensino da música com o III Concurso Nacional Gilberta Paiva.

 

A música é também destaque do mês de julho, com os concertos Paços’Premium e Paços’Summer, e a multiculturalidade é reforçada com o festival Danças do Mundo. A programação de verão encerra com um concerto de Ruben Bettencourt e Orquestra de Jovens do Concelho de Santa Maria da Feira, ao ar livre, no Castelo.

 

A prioridade dada à dimensão cultural da política do Município funda-se na nossa convicção de que o desenvolvimento não se circunscreve à dimensão política e económica, mas sim alarga-se à dimensão social e cultural, colocando a diversidade cultural e criativa como fontes de capacitação dos indivíduos e das comunidades, fundamental para o aprofundamento da democracia participativa e da intensificação da cidadania”, reitera Gil Ferreira, vereador da Cultura, Turismo, Bibliotecas e Museus.

A Everything Is New e a Alto e Bom Som levam o Festival do Fado a Marrocos

Festival do Fado, que nasceu em 2011 em Madrid e já se realiza este ano em sete metrópoles da Europa e da América Latina, chega finalmente a Marrocos. A primeira edição do Festival de Fado Marrocos vai ter lugar no emblemático Teatro Nacional Mohammed V em Rabat de 19 a 21 de Abril. Carminho, Luís Guerreiro e os convidados, Maura e Rodrigo Costa Félix, são as estrelas do Festival em terras Marroquinas.

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photo: Isabel Pinto


O festival vai contar ainda com a projeção de filmes portugueses, um ciclo de conferências e uma exposição representativa do Fado, com o selo de qualidade do Museu do Fado de Lisboa. O tema do Festival esta edição, A Historia do Fado, irá ajudar a entender a origem a evolução e os mistérios deste género de Musica.

 

A presença de artistas de primeira grandeza como Carminho, Luís Guerreiro, Maura e Rodrigo Costa Félix, prometem encantar e surpreender o público de Rabat. O evento, pela ambição e por apresentar ao mesmo tempo a história e a atualidade do Fado, tornou-se um marco no calendário de artistas e conferencistas. A sua estreia precedeu a consagração pela UNESCO do Fado como Património Imaterial da Humanidade. Desde então, o festival acompanha os triunfos dos fadistas nos maiores palcos do mundo e a evolução do estudo da história do género. O Festival do Fado, que já conquistou o mundo, com edições em Madrid, Sevilha, Buenos Aires, Bogotá, Santiago do Chile, Rio de Janeiro e São Paulo, chega agora a Marrocos, ao Teatro Nacional Mohammed V.

 

Teatro Nacional Mohammed V (Rabat) Marrocos

19 a 21 de Abril 2017

 

20 Abril 2017 - Luís Guerreiro e convidados, Maura e Rodrigo Costa Felix

21 Abril 2017 - Carminho

Márcia revela mais um super convidado…

Márcia revela mais um super convidado para o concerto do próximo dia 20 de Abril, no Tivoli BBVA… David Fonseca

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"Tenho muita vontade de dar um concerto meu. Em Abril fará quase um ano que toquei em concerto com os "meus rapazes". Por causa da gravidez tive de cancelar concertos e esperar por uma altura em que pudesse voltar, em forma.

Agora o momento chegou. Foi esta vontade que me fez decidir marcar este concerto numa sala emblemática da minha cidade, para começar a despedir-me do meu ‘Quarto Crescente’ na companhia do meu público, e começar a vislumbrar um novo disco.

Vamos fazer uma celebração bonita, entre discos e entre amigos.” Márcia

 

 

É assim que Márcia anuncia o regresso aos palcos, com o concerto do próximo dia 20 de Abril no Teatro Tivoli BBVA, onde conta com a participação de Tiago Bettencourt e David Fonseca, como convidados especiais.

Um regresso que será, simultaneamente, um início de despedida do seu terceiro e último álbum de originais “Quarto Crescente” (editado a 15 de Junho de 2015) e, como Márcia refere, um vislumbre dum novo disco.

 

Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

20 de Abril 2017 | 21.30h

Maggie Rogers anuncia “Alaska” como novo single do EP de estreia

Maggie Rogers acaba de anunciar o tema “Alaska” como o seu mais recente single. O tema será lançado com o selo da Polydor Records e faz parte do seu EP de estreia, “Now That the Light Is Fading”, já disponível.

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Tem sido um ano verdadeiramente incrível para a jovem cantora nascida em Maryland, que se viu surpreendentemente do meio de uma grande atenção mediática. Foi com uma maquete do tema “Alaska” que Maggie Rogers começou a dar que falar, tendo recebido vários elogios depois de um primeiro encontro com Pharrell Williams quando estudava no The Clive Davis Institute of Recorded Musc, na NYU Tisch School of the Arts. O encontro entre os dois durante uma masterclass transformou-se num vídeo vídeo e o tema ultrapassou os 40 milhões de streams em todo o mundo com aclamação crítica.

Desde então, Maggie já se estreou televisão norte-americana, esgotou a sua primeira digressão entre os EUA e Europa, viu o seu EP a atingir o top 10 de vendas do Reino Unido e agora vai começar a segunda série de datas pelos EUA, todas já esgotadas.

Em poucos meses, Maggie passou de ter um sonho a vivê-lo.

A segunda edição do festival The Timers está de regresso em Junho…

O The Timers, evento produzido em parceria entre o Plano B e a Ton Up Garage está de regresso para a sua segunda edição, com meeting point no Quartel da Serra do Pilar. O festival promete entretenimento durante os dias 16, 17 e 18 de junho aos amantes das máquinas do passado. Yamaha, Harley Davison, Triumph, Indian, Morgan, Catheram e Moto Guzzi são algumas das marcas conceituadas que vão estar presentes, exibindo os seus neoclássicos, submetendo-os aos desafios do festival e disponíveis para demonstrações e serem testados no City Sprint.

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Da programação destaca-se:

- 17 junho: a The Ride, um passeio de máquinas na marginal do Rio Douro, o City Sprint, seguido de um jantar revivalista dentro do espaço da Art Gallery no Quartel da Serra do Pilar.

- 18 junho: o Dusty Track, e os novos desafios City Sprint e Head to Head, que vão pôr à prova garagens e preparadores de carros e motos de todo o país.

 

O recinto contará ainda com uma Art Gallery, onde serão expostas as viaturas de colecionadores particulares, par a par com obras de fotografia e de ilustração de vários artistas nacionais. Existirão também espaços com lojas revivalistas, onde todos poderemos encontrar artigos para vestir a rigor, cortar o cabelo e até mesmo fazer tatuagens e espaços com Boxes das equipas que participarão nos vários desafios (Dusty Track, City Sprin e Head to Head) e o Builders Exhibition onde os construtores irão exibir os seus trabalhos de construção de motos e carros para que todos possamos ver ao detalhe.

 

Como não poderia deixar de ser num festival, a música assumirá um lugar de destaque durante todo o fim de semana, com concertos e DJ sets que vão trazer de volta êxitos do passado, assim como a comida e bebida, com a presença de excelentes street food trucks de todo o país.

Tiago Machado edita “Soundlapse” já esta sexta feira

Tiago Machado, é um jovem pianista e compositor que efectuou e concluiu os seus estudos de piano no Conservatório de Música Nacional com a professora Carla Seixas. Em simultâneo aos estudos clássicos, sempre demonstrou uma grande paixão pelo jazz, que foi aperfeiçoando como autodidata, estudando solos de pianistas como Keith Jarret, Herbie Hancock ou Michell Petrucciani a quem dedica um tema.

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Em paralelo ao estudo do piano, Tiago Machado tem efetuado inúmeras composições para artistas consagrados, de onde se destaca o tema "Ó gente da minha terra", interpretado por Mariza, que lhe valeu um Urso de Prata no Festival de Cinema de Berlim. Além desta obra, Tiago Machado já efetuou composições como "Melhor de Mim", também interpretado por Mariza, "O Homem do Saldanha" interpretado por Carlos do Carmo e Marco Rodrigues (recentemente nomeado para um Grammy Latino), "Alguém me ouviu" interpretado pelo rapper Boss AC, entre muitas outras obras conhecidas do grande público. Agora, o músico parte numa nova aventura, o seu primeiro projeto a solo, intitulado Soundlapse.

 

Segundo o autor a sonoridade de “Soundlapse” é: "Uma fusão de tudo aquilo que eu sou: tem a dimensão do cinema, o dramatismo do fado, a técnica da música clássica e o frenesi do jazz “. Tiago escolhe este título para o seu primeiro álbum, apoiado na retrospetiva da sua vida e na condensação das suas obras ao longo dos anos, todas num só disco. A própria composição que nomeia o disco, "Soundlapse", foi feita em cinco minutos, num movimento contrário de mãos "…como uma viagem de ida e volta…", que compara à técnica de imagem "timelapse", mas associada ao som.

O compositor classifica este disco como uma viagem emocional, onde se passa por vários estados de espírito, e convida os ouvintes a perceber como a música se revela, através dos sentimentos de cada um.

 

Neste primeiro disco, Tiago Machado conta com a participação dos músicos Vicky Marques na bateria e percussão, Hugo Aly no baixo eléctrico e um ensemble de cordas. Mariza é a convidada especial neste “Soundlapse”, interpretando um poema de Florbela Espanca intitulado "Meu Portugal". Para Tiago Machado, este disco é um sonho concretizado, que espera ser o primeiro de muitos, sempre partilhando a sua visão musical e emocional com os ouvintes, dando vida através da música.

Museu do Oriente apresenta "O Olhar da Sibila - Corporalidade e Transfiguração"

A metamorfose do corpo, interpretada por artistas portugueses e estrangeiros em sessenta obras, mostra-se em “O Olhar da Sibila – Corporalidade e Transfiguração”, a nova exposição temporária do Museu do Oriente, que se inaugura a 5 de Abril.

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Entre os 35 artistas representados contam-se Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes, Helena Almeida, Julião Sarmento, Noé Sendas, Ângela Ferreira e Fernanda Fragateiro, Susanne Themlitz, Leonor Antunes, Li Yousong, Adriana Molder, ou ainda, Ramiro Guerreiro, entre outros. São da sua autoria os trabalhos expostos, em fotografia, vídeo, desenho, pintura, escultura e instalações, a par de um conjunto de livros de artistas. Trata-se de uma iniciativa pioneira em Portugal, ao reunir obras de seis colecções institucionais: Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva, Colecção Caixa Geral de Depósitos, Fundação EDP, Fundação Millennium bcp, Fundação PLMJ e Fundação Oriente.

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O Olhar da Sibila – Corporalidade e Transfiguração” propõe um olhar transversal sobre a mutação do corpo, mas também sobre uma ideia de corporalidade enquanto objecto, por vezes abstracto, mas central na reflexão e criação dos artistas dos séculos XX e XXI, conforme ilustrado nas obras expostas. Desta selecção, destaque para um conjunto de dezoito desenhos e pinturas de Arpad Szenes e Vieira da Silva, nunca antes expostos em conjunto fora da fundação homónima, e que constituem um núcleo singular dedicado a esta influente dupla de artistas, cuja obra mantém uma permanente actualidade. Ou ainda, a revisitação da obra, "Madame Récamier Segundo David", de 1989, da autoria de Rui Sanches, ou os desenhos de Joana Villaverde.

 

Sob a metáfora do olhar, as obras expostas apresentam as vastas possibilidades da transfiguração corpórea e metafísica, em que a presença autorreferencial se cruza, por vezes, na alteridade. “Essa corporalidade é também nomeação, através da palavra escrita, como imagem e narrativa, ou como título de algumas das obras, desvelando uma visão poética, mas também crítica, à qual não escapa a História da Arte e as estórias, quase íntimas, na relação entre artistas ou entre estes e o contexto em que estas obras foram criadas”, descreve João Silvério, curador desta exposição.

 

“O Olhar da Sibila – corporalidade e transfiguração” é a forma actual de um projecto lançado no contexto da conferência que teve lugar em Novembro de 2015 na Fundação Oriente, promovida pela Fundação PLMJ e subordinada ao tema Corporate Art Collections e que visou uma abordagem abrangente sobre este fenómeno empresarial de pendor cultural.

 

A exposição está patente até 18 de Junho. Inauguração a 5 de Abril pelas 18.30 e com entrada livre.

Férias da Páscoa em Serralves…

O programa de férias escolares destina-se a crianças e jovens dos 4 aos 12 anos de idade e procura motivar aprendizagens que valorizam a curiosidade e a criatividade, tendo como ponto de partida o contato com a arte e a natureza.

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As oficinas têm um caráter lúdico e pretendem estimular a experimentação e a vivência em grupo.

 

Dias das oficinas: 05-07 Abril e 10-13 Abril

Horário das oficinas: 09h30-12h30; 14h00-17h00

Acolhimento (gratuito): 08h30-09h30; 17h00-18h00

 

Serralves espera-vos de 5 a 13 de Abril 2017

Tuxedo, TaxiWars e Slow J no Super Bock Super Rock…

Novas confirmações no Super Bock Super Rock. No Palco EDP Slow J é o nome para o dia 14 de julho e os TaxiWars no dia 15. A primeira confirmação para o Palco Carlsberg são os Tuxedo, com atuação marcada para dia 13.

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Slow J é o nome do momento na música portuguesa. Nasceu em Setúbal, passou por sítios como Cascais, Carcavelos e Alenquer, e acabou em Londres a fazer música. Em 2013 regressa a Portugal para se dedicar inteiramente à sua arte, começando por estagiar na Bigbit Estúdios (Lisboa) onde teve a oportunidade de trabalhar com algumas das estrelas do hip hop nacional, como NBC e Valete.

Chega agora o grande momento para Slow J, o momento da edição do seu primeiro disco. "The Art of Slowing Down" tem muita coisa lá dentro: fado, rock, samba, jazz… Com uma poesia visceral, inspirada por nomes como Sam The Kid ou Manuel Cruz, este primeiro álbum de Slow J já é um dos discos do ano, como prova o primeiro single “Arte”, seguramente um dos temas para ouvir dia 14 de Julho, no Palco EDP.

Tom Barman, o líder daquela que talvez seja a mais mediática banda de rock da Bélgica, os dEUS, decidiu explorar outros territórios musicais e materializar a sua paixão pelo jazz. Este desejo fez nascer os TaxiWars, com o saxofonista Rubin Verheyen, o baixista Nicolas Thys e o baterista Antoinne Pierre.

Em dois anos, dois discos. Primeiro um homónimo e depois o irresistível “Fever”. Dois registos com a virtude de juntar o melhor jazz tradicional com uma linguagem indie rock, algo punky, proeza musical que já conquistou o público português aquando das anteriores passagens pelo nosso país.

Os Tuxedo são outro nome para o 23º Super Bock Super Rock. Fruto da colaboração entre os músicos Mayer Hawthorne e Jake One, é inegável que este projeto tem acrescentado mais funk ao mundo da música. Mayer, também conhecido por DJ Haircut, está mais ligado à soul e Jake ao hip hop, mas os dois partilham a mesma paixão: os clássicos funk dos anos 80.

A música de bandas como The Gap Band, Cameo ou Zapp & Roger é convocada para o som dos Tuxedo de forma muito feliz. Sempre com muita soul e R&B à mistura, este projeto já apresentou dois EPs e dois álbuns: o primeiro homónimo foi editado em 2015 e o segundo chegou já em 2017. “Tuxedo II” segue a mesma linha (e ainda bem), como prova o primeiro e irresistível single "2nd Time Around".

Luísa Sobral na edição 2017 do EDPCOOLJAZZ

Luísa Sobral é a mais recente confirmação para a edição de 2017 do EDPCOOLJAZZ com atuação agendada para o dia 26 de julho, na mesma noite da atuação do britânico Jamie Lidell com a banda “Jamie Lidell & the Royal Pharaohs”.

Luísa Sobral é umas das compositoras e cantoras mais importantes da nova geração de músicos portugueses, e representa um desses raros casos de “amor à primeira canção”. A sua voz doce e jovem transmite às suas canções um blues e folk tão característico e revelador de uma maturidade criativa, muito à frente da sua idade.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Ao EDPCOOLJAZZ, Luísa vai trazer os seus temas mais emblemáticos e, como não poderia deixar de ser, o seu quarto álbum intitulado “Luísa”, lançado no final de 2016. Um disco onde o piano cede o seu protagonismo à guitarra.“My Man” foi o single de lançamento deste novo álbum que transborda não só o cru do blues mas também o quente do folk, e demonstra bem o ambiente deste novo disco.  O disco foi gravado em Los Angeles, no mítico United Recording Studios, por onde já passaram nomes históricos como Frank Sinatra, RayCharles, Ella Fitzgerald, Jay-Z, Radiohead ou U2. Ao leme da produção esteve Joe Henry, vencedor de 3 Grammy Awards, que para além de uma sólida carreira em nome próprio assina trabalhos de músicos como Elvis Costello, Solomon Burke, Beck ou Madonna.

 

Nesta mesma noite…. Jamie Lidell é uma mistura singular de soul, funk e eletrónica, com grandes influências de Marvin Gaye e James Brown, e por vezes apelidado de ser uma espécie de Otis Redding mais tecnológico, pois é um mestre do improviso com a tecnologia, fazendo sons percussivos com a voz, reproduzindo-os e alterando-os eletronicamente em tempo real.  Nesta grande noite de dois concertos, Jamie Lidell vai trazer toda esta mestria musical e, juntamente com a sua banda, vai reproduzir os seus melhores hits e temas do seu mais recente álbum “Building a Beginning”, editado em finais de 2016, com o lançamento prévio do single “Walk Right Back”. Uma noite inesquecível com “Jamie Lidell & the Royal Pharaohs”.