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Glam Magazine

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“Atman” é o single de avanço do novo álbum de SEASE

A banda de eletrónica de Oeiras lançou na passada segunda-feira, dia 17 de Abril, o single “Atman”, primeiro do álbum de estreia que se chamará "The Way The Waves Hit The Beach", estará disponível nas plataformas digitais a partir do próximo dia 8 de Maio.

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Com uma sonoridade despida, fazendo uso do silêncio e de elementos orgânicos aliando­se a melodias simples, mas pujantes. Assim como ATM“Atman”AN o álbum está repleto de trabalho minucioso no campo do sound design viajando também por sonoridades africanas e latinas. O single conta também com um vídeo dirigido pela Harakiri que conta uma história da dualidade na existência humana.

"The Way The Waves Hit The Beach" está mergulhado em sound design, ritmos afrolatinos, guitarras espaçosas e harmonias vocais, como conta aliás a faixa de abertura, “The Ax”. O álbum junta a electrónica mais que assumida com os sons orgânicos e escolhidos a dedo, e tranquiliza e acorda com a subida constante do balançar da percussão.

Se em “Atman” se fecha os olhos para alinhar na viagem inesperada, em “Wick” já balançamos os ombros apoderados por um ritmo mais marcado. À vista fica a bipolaridade na composição e a forma volátil como fazem sentir.

“Dona Chica”… o novo single dos Quinta-Feira 12

Os Quinta-Feira 12 lançam novo single - a primeira composição da banda enquanto quinteto - onde mostram a sua costela assumidamente mais pop, num tema que mantém a mesma temática e registo dos Quinta-Feira 12 e mistura uma sonoridade diferente com influências no disco dos anos 80.

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Na mesma altura em que nos surge uma nova voracidade e sonoridade da banda, ganha-se um novo sentido no universo felino dos Quinta-Feira 12. Se no primeiro álbum vimos “Fiasco”, um gato lunático e misterioso - como alter-ego da banda - é com as garras de fora que em “Dona Chica” nos surge uma figura feminina: uma gata que nos guia pela cidade até ao seu refúgio.

O Single “Dona Chica” está inserido na 1ª Compilação Planalto Records, que conta com a participação de vários artistas em 8 temas originais. O vídeo conta com a participação da bailarina Carlota Bastos Carreira, realizado por Wrong Planet, produzido por Guilherme Carvalho e com caracterização de Catarina Santiago.

Dona Chica” foi produzido produzido por Paulo Mouta Pereira e Quinta-Feira 12. O single conta com gravação e mistura de Paulo Mouta Pereira (First Breath After Coma, Vaarwell) e masterização de Nélson Carvalho (David Fonseca, Deolinda).

"Dream About The Things You Never Do"… apresentação na Casa das Artes

"Dream About The Things you Never Do" é, assumidamente, o registo mais pop dos Paraguaii. São oito temas que propõem um jogo constante entre os universos mais dançantes da música eletrónica, nascida ou devedora dos anos 80, e a genética rock do coletivo.

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Composto, gravado e produzido pela própria banda, o segundo registo de originais desconstrói a rotina dos dias, atacando o carácter mortífero do comodismo e do hábito ao mesmo tempo que se fala de mulheres fatais, sonhos e virgindades espirituais.

 

Casa das Artes (Famalicão)

28 de Abril 2017 | 21.30h

Casa do Design mostra capas de LP que marcaram a cultura portuguesa

É provável que escute por estes dias a “Grandola Vila Morena” do José Afonso, seja nas comemorações do 25 de Abril, seja na festa do 1 de maio que se avizinha. Se, todavia, não se lembra como era, ou se nunca viu a capa do disco original da icónica canção, e gostava, a solução é ‘correr’ para a Casa do Design de Matosinhos, onde, a partir de 4 de maio, estará patente uma exposição dedicada à mítica editora discográfica Orfeu.

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Discos Orfeu — Imagens, Palavras, Sons (1956-1983)” tem inauguração marcada para as 17 horas de 4 de maio e estará patente até 12 de junho, mostrando a história da editora discográfica criada no Porto, em 1956, por Arnaldo Trindade, responsável também por um dos mais singulares percursos de uma instituição cultural portuguesa.

Tendo iniciado a sua atividade com a edição fonográfica em disco de vinil de grandes vultos da literatura portuguesa, como Miguel Torga, José Régio, Eugénio de Andrade, José Rodrigues Miguéis ou Sophia de Mello Breyner, em discos cujas capas o pintor Moreira Azevedo marcou pela sua modernidade, a Orfeu cedo começou a afirmar uma identidade diferenciada também ao nível do seu catálogo musical, inovador e diversificado, justificando a divisa que durante muito tempo ostentou: “Disco é Cultura”.

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Com curadoria de José Bártolo, a exposição dá continuidade à aposta da Casa do Design de Matosinhos na investigação e divulgação da história do design português. “Discos Orfeu — Imagens, Palavras, Sons (1956-1983)” é, assim, a primeira grande exposição dedicada à emblemática editora, que, refira-se, chegou a gravar um disco por semana, tendo sido responsável pelo lançamento de um grande número de novos músicos. Foi na Orfeu que Adriano Correia de Oliveira editou toda a sua obra e que José Afonso gravou alguns dos seus melhores trabalhos, como “Traz Outro Amigo também” (1970) ou “Cantigas do Maio” (1971). Os incontornáveis discos “Pano-Cru” (1978) e “Campolide” (1979), de Sérgio Godinho, ou “10.000 anos depois entre Vénus e Marte” (1978), de José Cid, têm selo Orfeu, tal como discos marcantes de artistas tão distintos como Fausto, Conjunto António Mafra, Luís Cília, Titãs, Janita Salomé, Pop Five Music Incorporated ou Conjunto Maria Albertina, numa inquestionável demonstração de uma enorme diversidade cultural.

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A exposição estrutura-se em cinco núcleos principais: No início era o verbo (1956-1959); Trovas do Vento que passa (1960-1967); Vozes da Revolução (1968-1975); Entre Vénus e Marte (1976-1979); O fim da aventura (1980-1983).

O trabalho de investigação coordenado por José Bártolo – em articulação com Arnaldo Trindade e Noly Trindade e a colaboração técnica de João Carlos Callixto, Carlos Paes, João Pedro Rocha e Heitor Vasconcelos – permitiu reunir e apresentar as principais capas de discos da Orfeu e inúmero material documental (gráfico, fonográfico e vídeo), algum dele inédito. Do primeiro contrato de José Afonso com a Orfeu aos originais da arte final da capa do seu disco “Coro dos Tribunais”, muitos serão os documentos presentes na exposição.

 

Discos Orfeu — Imagens, Palavras, Sons (1956-1983)” concederá natural destaque ao trabalho gráfico das capas de discos, nas quais se destacam designers como José Santa-Bárbara, Fernando Aroso, José Brandão, José Luís Tinoco ou Alberto Lopes, e à importância de fotógrafos como Fernando Aroso, Eduardo Gageiro, Álvaro João, Nick Boothman, João Paulo Sotto Mayor ou Patrick Ullmann. A par da exposição decorrerá ainda uma programação paralela, com datas a anunciar, que juntará diversos artistas Orfeu, colecionadores e musicólogos.

 

Casa do Design de Matosinhos

4 de Maio a 12 de Junho

Rão Kyao e "Aventuras da Alma" em Maio

Algures no Verão, em Portugal, numa aldeia – uma festa e uma banda com a sua típica sonoridade melódica e rítmica, baile com mandador e tudo... Algo insólito acontece: Gnomos e duendes da floresta decidem penetrar na celebração. Abrem-se as portas para uma nova realidade e entramos no mundo das "Aventuras da Alma", com a visão que só a mesma nos pode proporcionar. Aí, voamos!

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photo: Luisa Rebordão

 

Ouvimos, surpreendidos, o canto do Lele, que segundo a tradição romena encarna o espírito feminino da Natureza - Por onde andávamos para nunca o termos ouvido?; Observamos a "Dança das Árvores" de uma maneira nova; Estivemos com Dáfnea - que a Alma grega antiga via como sendo a ninfa do Loureiro; Ouvimos as passadas do gigante mítico do Hindoísmo, Daítia e a sua coreografia; Entramos na "Floresta da Atlântida" (Afinal sempre existe!); Vimos Emére - criança que segundo o povo Iorubá consegue atravessar livremente deste mundo chamado real para o "outro" - embalada por uma canção; Escutamos os Bambus - que transformados em Flautas ganharam Alma - entoarem o seu cântico...

Muito passamos a ver quando abrimos os olhos da Alma – tudo graças ao insólito, aos Gnomos e aos Duendes e ao magnetismo de nos transportar para uma outra dimensão. O Mundo nunca mais foi o mesmo. - É o que vos queremos transmitir com as "Aventuras da Alma", para que possam ver o que nós vemos.

Onde é que nós andávamos e como é que tudo isto acontecia debaixo dos nossos olhos?

Dia Internacional do Jazz em Ponte de Lima…

Nas Comemorações do Dia Internacional do Jazz, a 30 de Abril às 22h00, o Teatro Diogo Bernardes, em Ponte de Lima, apresenta o Coreto Porta-Jazz, um ensemble de 12 músicos da cena jazzística portuguesa, criado no seio da Associação Porta-Jazz com o intuito de interpretar música original escrita essencialmente pela nova geração de músicos e compositores.

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O Coreto é formado por 12 elementos da nova geração de músicos sediados no Porto, cujas actividades individuais são reconhecidas na cena jazzística nacional. O grupo surge no coração da Associação Porta-Jazz com o objectivo de criar um “espaço” para a exploração e concretização de um repertório original e experimental, proveniente das mais variadas fontes criativas que emergem no Jazz em Portugal.

Os seus 3 álbuns, todos lançados pelo Carimbo Porta-Jazz, foram aclamados pela crítica nacional. “Aljamia” (2012) e “Mergulho” (2014) foram considerados melhores do ano e “Sem Chão” (2015), para além de melhor disco do ano pela Jazzlogical, valeu à banda o prémio de Grupo do Ano na comemoração dos 50 anos do programa 5 minutos de Jazz de José Duarte.

O primeiro disco de Kika Cardoso editado hoje…

Kika Cardoso é o nome artístico de Ana Paula Cardoso, que encantou Portugal, graças à sua participação no programa televisivo “Factor X”, de onde saiu vencedora. Mais recentemente, Kika participou no Festival da canção, com o tema "Nova Glória" - Viva La Diva [composição de Nuno Gonçalves]: foi o tema mais votado pelo Público.

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Com um espírito lutador, uma voz extraordinária e um dom natural para a música, Kika Cardoso, para além dos espetáculos que tem efetuado de norte a sul do país, terminou as gravações do seu primeiro disco, com lançamento a 28 de Abril. A cantora destaca-se pela sua voz doce e melodiosa, bem como pelo alcance vocal e excelente presença em palco. As suas atuações contagiam, não só pelo seu brilhantismo e profissionalismo, como pela capacidade de Kika em emocionar uma plateia.

 As suas influências vão da Pop ao Rock passando, obrigatoriamente, pela Soul music, onde artistas como Tina Turner e Whitney Houston são uma referência e fazem parte do seu ADN musical.

Dos 11 temas que compõem este álbum "Kika Cardoso", destaque para o single de apresentação "I Knew", um tema composto por Mimicat, e novo single "I Will Love Him",  uma parceria de Mikkel Solnado que escreveu a letra e compôs a música com Daniel Lima.

Este álbum, vem confirmar Kika Cardoso como uma das grandes vozes do panorama musical português da atualidade.

This Penguin Can Fly apresentam “Caged Birds Think Flying is a Disease” em Braga

Os This Penguin Can Fly regressam com novo trabalho, o primeiro longa-duração “Caged Birds Think Flying is a Disease” será apresentado, ao vivo, já amanha, sexta feira 28 de abril, no Sé La Vie (Braga), em mais uma Noite Bazuuca.

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Gravado e produzido nos Estúdios Lobo Mau, em Guimarães, por José Pedro Caldas, “Caged Birds Think Flying is a Disease” é um trabalho pujante, sujo, ritmado e orgânico, onde o trio reinventa o rock instrumental patente no primeiro EP, e trazem vários elementos e novas sonoridades como floreados orientais de guitarra ou ritmos sul-americanos, sempre acompanhados por um baixo groovesco e presente.

O concerto começa às 22h30 e, logo depois, a festa continua com as escolhas musicais do Soundsystem da Bazuuca,

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