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Glam Magazine

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Ill Niño… 15 Years Of Revolution live

Quinze anos passaram desde o lançamento daquele que foi o seu primeiro album, e os Ill Niño, a banda de “What Comes Around”, continua na estrada. Estrada essa que vai agora trazê-los ao nosso país, numa digressão que celebra precisamente o décimo quinto aniversário de “Revolution Revolución”, para dois concertos únicos com interpretação na integra deste mesmo disco.

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Uma oportunidade única de ouvir alguns dos temas que marcaram a carreira desta banda e de disfrutar de uma noite especial onde o metal e os ritmos latinos vão marcar presença.

A acontecer já no próximo dia 19 de Abril, no RCA Club em Lisboa e dia 20 no Hard Club no Porto.

 

Primeira parte estará a cargo dos Ektomorf (Hungary), dos Xtortya (Australia). e dos Incite (liderada pelo filho do Max Cavalera) e dos Portugueses The Royal Blasphemy

Mísia canta Nápoles de Elena Ferrante e Spaghetti Fusion Project interpretam bandas sonoras intemporais

A Festa do Cinema Italiano apresenta dois momentos musicais nos dias 8 e 9 de abril, no Cinema São Jorge. No domingo, 9 de abril, Mísia apresenta um espetáculo inédito e original criado especialmente para a 10ª Festa do Cinema Italiano, no âmbito do Focus Napolitana, secção do festival que destaca esta cidade do sul de Itália.

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O concerto Napoli Sentimental tem como base o trabalho que Mísia tem desenvolvido ao longo dos últimos anos sobre a tradição musical napolitana, estabelecendo um diálogo artístico original com a música portuguesa. A cantora – que comemora, em 2017, 25 anos de carreira - será acompanhada pelo pianista napolitano Fabrizio Romano e pelas atrizes Carmen Santos, Joana Brandão, Lara Matos e Io Apolloni, que irão ler textos da também napolitana Elena Ferrante, fenómeno da literatura mundial e autora da conhecida trilogia A Amiga Genial, entre outros.

 

No dia anterior, sábado, 8 de abril, a 10ª Festa do Cinema Italino propõe uma viagem pelas bandas sonoras e imagens de clássicos do cinema italiano, com um concerto de Spaghetti Fusion Project. A par com a ópera, a música composta para filmes é, com certeza, o género musical italiano mais conhecido no mundo. Isso deve-se a compositores como Ennio Morricone (vencedor de um Óscar e Globo de Ouro em 2016) e Nino Rota (autor das bandas sonoras dos filmes de Fellini, Visconti, Coppola e Zeffirelli), entre outros.

SPAGHETTI PICTURE

A música tem um papel cada vez mais preponderante tanto no cinema como nas nossas vidas. Cada um de nós tem a sua própria banda sonora, aquela música que nos acompanhou em determinadas alturas e que a elas ficou ligada como um perfume.

 

O Spaghetti Fusion Project surge da vontade de viajar neste universo sonoro que, numa montanha russa de emoções, nos leva dos anos 50 à atualidade. Assim, das atmosferas sinistras de Profondo Rosso, evocadas nos anos 70 pela música progressiva dos Goblin, viajamos até aos anos 60 com os Spaghetti Westerns de Sergio Leone, magistralmente acompanhados pelas partituras de Ennio Morricone. A viagem continua até aos anos 50, pelas tintas cruas do Neorrealismo de Fellini e as composições de Nino Rota em La Strada. Fazemos uma paragem para sentir o peso do drama de Il Padrino e logo de seguida chegamos aos nossos dias, com os hologramas sonoros de Ludovico Einaudi, autor das bandas sonoras de filmes consagrados como Untouchables e Mommy. Fundado por Ercole De Conca e Diana Tzonkova, ambos membros do Duo Contrasti e da Orquestra Metropolitana de Lisboa, o Spaghetti Fusion Project é um projeto dedicado exclusivamente às obras dos maiores compositores de bandas sonoras. Contando, por vezes, com a participação de músicos convidados, este projeto tem vindo a ganhar cada vez mais popularidade, garantido a sua presença em festivais de cinema nacionais e estrangeiros

“Eu sou uma rapariga fácil de agradar”… Gisela João no Coliseu

Foi a fechar o mês de Março que Gisela João se apresentou no Coliseu do Porto pela segunda vez. De branco, Gisela irrompe pelo palco qual luz da Primavera, ao som das ondas do mar. Gisela é ‘nua’, livre, despida de ideais e conceitos.

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A música ecoa pelo Coliseu, que se enche de poemas e de amor, uma das mensagens que Gisela quer, e fez questão de transmitir ao longo de uma noite de nervos como fez igualmente questão de dizer. Os poemas de “Quando os outros te batem”, as palavras de “Maldição”, dão lugar ao romantismo com pinceladas de boa disposição ao som do intemporal “Sr. Extraterrestre”.

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As palavras são marcantes na vida de Gisela, e são as palavras que a conquistam. As canções, essas, são de simplicidade única de quem cultiva o gosto pela música, de quem ouve vários tipos de música, desde que seja boa. O “Canto do rio” proporciona uma viagem ao som dos seus músicos, onde Gisela apela a todos para imaginar uma poesia ao som das guitarras em palco.

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Dizem que eu tenho poucos originais, até me gozam com isso mas é para o lado que durmo melhor’, ironiza e prossegue com um original “Sombras do passado”. 

 

Uma sala ovacionada do princípio ao fim, sempre ao ritmo das palavras. “Palavras” que dão título à canção, palavras que levam à festa, a festa da “Noite de São João”, descalça traz o fado canção retratando as tradições da noite mais longa do Porto, sendo o ponto alto do concerto. Na hora da despedida está ‘nua’ como as flores, com sorrisos e lágrimas e deixa-nos com o seu ir e que a vida seja sempre assim… ‘nua’.

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A vida, o amor é a base da nossa vida, e sob uma chuva de flores, em que “As Rosas não falam”, o palco é coberto de pétalas.

Emocionada fecha o concerto agradecendo aos amigos pois é assim que os quer chamar, e não de fãs, com o tema mexicano “Llorona”.

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O inevitável primeiro encore acontece, ao som de “Naquela noite em Janeiro” que se estende até à Casa da “Mariquinhas”, prolongando-se por mais uma mão cheia da canções terminando em festa com um autentico “Bailarico Saloio”. Rendido, o Coliseu quer mais, e o segundo encore acaba naturalmente por surgir pelo amor que o próprio Coliseu emana junto da fadista como “Antigamente”.

 

Alinhamento

- Quando eu era pequenina

- Quando os outros te batem

- Libirinto

- Maldição

- Sr. Extraterrestre

- O mundo é um moinho

- Fado para este noite

- Fado da Saudade

- Lá na minha aldeia

- Naufrágio

- Canto do Rio

- Sombras do Passado

- Palavras

- Noite de São João

- As Rosas não falam

- Llorona

 

1º encore

- Naquela noite em Janeiro

- Mariquinhas

- Vieste do fim do Mundo

- Voltaste

- Bailarico Saloio

 

2º encore

- Canto da Rua

- Meu amigo está longe

- Madrugada sem Sono

- Antigamente

 

Galeria completa do concerto aqui

 

Reportagem e Fotografias; Paulo Homem de Melo

ICONIC evoca vitalidade da joalharia nacional no Convento do Beato

A joalharia nacional atravessa um momento de grande pujança que será evocado entre os dias 7 e 9 de Abril, no lisboeta Convento do Beato, num grande evento que junta moda e lifestyle. Centrado nos fabricantes, criadores e lojas, o ICONIC, que contará com mais de meia centena de expositores a mostrarem as suas criações, técnicas e tendências, vai também focar-se no cliente final, que cada vez mais vê na joalharia um acessório diferenciador para o look quotidiano.

Romeu Betencourt «Design Revelação»

A grande novidade deste evento assenta no conceito "Jewellery, Fashion and Lifestyle", o que traduz a vontade de conjugar a joalharia e a moda num formato apelativo, tanto para profissionais como para o público em geral, e que pretende assumir-se como farol de tendências para um estilo de vida sofisticado e de bom gosto.

 

A organização desta primeira edição do ICONIC, a cargo da Exponor, escolheu, para mote do evento, o Girl Power, onde a mulher aparece a reforçar o seu papel de musa inspiradora para joalheiros e criadores em geral. Uma série de iniciativas vão assim corporizar este Girl Power, como as FAST TALKS, que abordarão temas atuais e fraturantes, procurando assim fomentar uma reflexão sobre a sociedade, moda, cultura e sobre o que é ser mulher. Entre as convidadas já confirmadas está Joana Barrios, autora do blogue ‘Trashédia’, também reconhecida como atriz, apresentadora e encenadora, e cuja conversa terá como ponto de partida a pergunta: “O que é uma Power Girl na atualidade?”. Faz também parte deste painel, Fátima Santos, secretária-geral da AORP, que irá partilhar a sua experiência enquanto mulher num setor tradicionalmente dominado por homens. A moderação destas FAST TALKS estará a cargo da jornalista Catarina Rito.

 

Demonstrações ao vivo da arte da filigrana, no ICONIC LIVE, é outra das iniciativas que irá permitir aos visitantes tomarem contacto direto com uma arte secular, cujas peças são muito apreciadas e valorizadas tanto por cá, como pelo estrangeiro. Outras manifestações artísticas terão também o seu espaço, nomeadamente o ICONIC ART, onde a street art Lara Luís será desafiada a pintar vários painéis, subordinados ao tema Girl Power.

 

O ICONIC SELECTION será o Espaço Tendências, onde os criadores irão apresentar as jóias que melhor projetam o seu conceito de vida ideal. E como joalharia e moda andam de mãos dadas, o PORTUGAL FASHION SHOW ROOM vai dar espaço e palco à criatividade de estilistas portugueses. Hugo Costa, Alexandra Moura, Katty Xiomara e David Catalan serão os criadores presentes. Durante os três dias, num espaço com uma acústica muito especial, a música também terá o seu lugar, com o ICONIC HOUR, onde Mary B será a dj convidada.

 

Assumidamente trendy, este evento pretende ir ao encontro das empresas que estão cientes do facto de que “quem não tiver a mente aberta para a mudança, terá mais dificuldades em acompanhar o mercado e aproveitar as novas oportunidades", afirma Amélia Monteiro, directora do ICONIC e da Portojóia, que todos os anos acontece na Exponor. Esta responsável acrescenta que o ICONIC é um evento inovador também na forma de expor, já que "as empresas têm acesso a um projecto chave-na-mão, com a organização a assumir todo o layout e montagem do espaço".

 

Elida Almeida apresenta “Djunta Kudjer” ao vivo

Após “Ora Doci Ora Margos”, o seu primeiro álbum editado no final de 2015, que lhe valeu reconhecimento tanto a nível nacional como internacional, Elida Almeida surge agora com o seu novo EP “Djunta Kudjer”.

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O EP inclui ritmos da tradição musical que vivenciou desde sempre, imbuídos por tonalidades pop, e pelo espírito latino, no tema “Di Mi Ku Di Bo”, gravado em Havana no final de 2016 e lançado como single no início deste ano. A tabanka, manifestação cultural que simboliza a luta pela independência em sátira, um ritmo menos divulgado fora de Cabo Verde, agora uma afirmação exuberante e colorida da identidade africana, é mais um ritmo que Elida Almeida elegeu para integrar “Djunta Kudjer”.

 

Hard Club (Porto)

1 de Abril 2017 | 21.30h

‘FNAC Shaper Talks’… Jovens talentosos portugueses debatem o futuro do país

A comunidade portuguesa dos Global Shapers, jovens talentosos portugueses dedicados a contribuir para a solução de problemas atuais e futuros do país nas suas áreas de atuação, associa-se à FNAC para trazer ao espaço público um debate de ideias sobre diferentes temas essenciais para a sociedade portuguesa.

A parceria ganha forma através da realização de debates mensais, as “FNAC Shaper Talks”, que, durante um ano, vão abordar e discutir temas centrais para a construção do futuro do país: da Economia ao Desporto, da Saúde à Política, da Tecnologia à Cultura. As “FNAC Shaper Talks” decorrerão nas terceiras terças-feiras de cada mês, pelas 18h30, na FNAC Chiado, espaço simultaneamente central e agregador da cultura na capital. A primeira “FNAC Shaper Talk” será realizada no dia 18 de abril e será dedicada à Educação.

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Entre os jovens participantes, que já hoje intervêm decisivamente nestas áreas, contam-se o atual líder dos Global Shapers portugueses, Francisco Goiana da Silva (médico, docente universitário e gestor de saúde), Afonso Reis Cabral (escritor), Alexandre Farto (escultor conhecido por Vhils), Rui Maria Pêgo (apresentador), Inês Relvas (vice-curadora e consultora na Boston Consulting Group), Stephan Morais (fundador do Global Shapers Lisbon Hub e diretor executivo da Caixa Capital), Cristina Fonseca (co-fundadora da Talkdesk), Miguel Santo Amaro (co-fundador da Uniplaces) ou Miguel Nunes (Ator).

Cada debate será realizado sob a forma de uma mesa redonda moderada por figuras relevantes em cada uma das áreas abordadas, reforçando a ideia de que este é um debate dirigido ao público em geral, multigeracional e diversificado, sobre temas transversais à sociedade portuguesa.

 

A promoção desta geração de jovens que integram os Global Shapers, e as áreas que representam, articulam-se com a FNAC no seguimento do papel preponderante que a mesma tem assumido enquanto plataforma de divulgação de talentos em Portugal, bem como na democratização do acesso à cultura e na promoção de debates e temas relevantes.

“Estamos muito entusiasmados em poder dar continuidade ao nosso trabalho e com a possibilidade de partilhar a nossa visão sobre temas que são importantes para as novas gerações, levando o debate de ideias para o espaço da FNAC no centro de Lisboa, onde qualquer pessoa pode juntar-se e discutir connosco”, afirmou Francisco Goiana da Silva, líder do Global Shapers Lisbon Hub.

 

Esta iniciativa prossegue a estratégia de participação na orientação das políticas nacionais, quer através da promoção do debate, quer da participação direta em grandes processos decisórios, por parte dos jovens talentosos que integram o Global Shapers Lisbon Hub. Esta comunidade, criada a partir do Fórum Económico Mundial, é composta por 27 jovens portugueses dedicados a contribuir para a solução de problemas dentro da sua comunidade.

 

Das mais variadas áreas, estes indivíduos talentosos com menos de 30 anos e selecionados com base no seu percurso e compromisso em fazer a diferença, colocam o seu potencial de liderança ao serviço da comunidade e da sociedade, implementando projetos locais com impacto social.

Deste modo, as “FNAC Shaper Talks” procuram evidenciar as ideias e métodos que hoje permitem novas formas de cidadania ativa e de liderança ao serviço da comunidade, centradas em projetos locais com impacto social e empreendimentos de interesse público que permitam a construção colaborativa de um mundo mais pacífico, próspero e inclusivo.