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Glam Magazine

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O Semibreve está de volta em 2017…

O Festival Semibreve tem regresso confirmado. A sua sétima edição decorrerá em Braga, de 27 a 29 de Outubro de 2017, repartindo-se entre o Theatro Circo, o gnration e a Casa Rolão. Deathprod, Valgeir Sigurðsson, Fis e Kyoka são os primeiros artistas confirmados para o programa de concertos.

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Sediado em Oslo, na Noruega, o compositor Helge Sten tem vindo a trabalhar como Deathprod desde o início da década de 90, um minimalismo granular e profundamente atmosférico que atrasa o tempo e explora as mais ínfimas partículas do som. Sten é membro fundador do grupo de improvisação norueguês Supersilent e produziu discos de Motorpsycho, Susanna, Jenny Hval, Arve Henriksen, entre outros. As suas atuações ao vivo são raras, o que reforça a importância da estreia em Portugal com uma performance audiovisual no Semibreve.

 

Valgeir Sigurðsson é um compositor e produtor islandês. Enquanto editor e curador da Bedroom Community, editora que fundou em 2006, o seu trabalho com Nico Muhly, Ben Frost, Paul Corley, Sam Amidon e Daniel Bjarnason, revela uma apreciação constantemente evolutiva da diversidade da música no mundo. Os três trabalhos a solo, “Ekvílibríum” (2007), “Draumalandið” (2010) e “Architecture of Loss” (2013), serão seguidos em 2017 pelo intensamente reflexivo “Dissonance”. Com um diligente sentido de onde procurar e saber para onde se move a música moderna de género liquefeito, as suas colaborações incluem Björk, Bonnie ‘Prince’ Billy, Feist, Damon Albarn, CocoRosie, Sigur Rós, Jóhann Jóhannsson, Brian Eno, Tim Hecker, Anohni, Oneohtrix Point Never e Alarm Will Sound. No Semibreve terá a colaboração de Yannick Jacquet, do coletico antivj, na componente visual.

 

Vindo da Nova Zelândia, Fis, uma estreia em território nacional, produz música eletrónica física, vibrante e exploratória, fortemente influenciada pelos contextos onde se insere e pela sua relação com o mundo natural. Em 2016 lançou o segundo álbum, “From Patterns to Details”, pela Subtext. O poeta inglês Rick Holland, que colaborou com Brian Eno e Jon Hopkins, ficou tão comovido pelo trabalho de Fis que escreveu um poema para cada uma das faixas.

 

Música e compositora, Kyoka trabalha entre Berlim e Tóquio. Conhecida por uma abordagem musical caótica e direta e por um som bruto e pesado, a sua música resulta num pop-beat quebrado, com ritmos experimentais mas dançáveis. Em 2012 assistimos ao lançamento do primeiro EP em 12’’ “iSH” pela raster-noton, seguido de “is (is superpowered)”, o seu primeiro álbum de longa duração, em maio de 2014.

 

O Festival Semibreve, organizado pela AUAUFEIOMAU com o apoio da Câmara Municipal de Braga, afirmou-se como um evento incontornável no panorama da música eletrónica nacional e internacional, proporcionando espetáculos de alguns dos artistas mais relevantes da atualidade no domínio da música eletrónica e contribuindo para a divulgação de produção científica no campo das artes digitais produzida por instituições de referência, tais como a Universidade do Minho, Universidade do Porto, Universidade Católica, Fundação Bienal de Cerveira e Digitópia/Casa da Música.

Uma noite com os Melhores do Ano…

Uma noite de gala com a entrega dos prémios “Melhores do Ano” da Rádio Nova Era foi o que viveu na noite de 1 de Abril. Uma noite de festa, de sucessos e sobretudo de muita animação, aquela que aconteceu mais uma vez no pavilhão Rosa Mota no Porto.

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Uma noite em que destacou e premiou os melhores nas mais variadas vertentes musicais, e que o auditório da Rádio Nova Era ajudou igualmente a premiar. Uma noite de festa e animação com um after party com 3 nomes que dispensam qualquer apresentação, desde o inicio da noite com Kura, prosseguindo com o Tsunami canadiano DVBBS e terminando já de manhã ao som de DJ BL3ND.

A noite começava com a subida ao palco de April Ivy, a jovem cantora nacional que mostrou porque foi a escolhida como a revelação do ano, prémio que recebeu logo de seguida pelas mãos de Diana Bouça Nova e Pete Tha Zouk. Dj Oder animou o ambiente logo de seguida e serviu de aperitivo para a entrega do Melhor Single a “Closer” dos The Chainsmokers, entregue a Miguel Oliveira, representante da Sony Music.

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Valas surgia no alinhamento e provocava uma onde de euforia junto do público ao som de “As coisas”. Mas se Valas tinha incendiado o Pavilhão, Bispo juntava mais calor ao ambiente que se vivia.

Ao ritmo frenético das atuações, seguia-se o visualmente atrativo Virgul a apresentar os seus ritmos dançaveis acompanhado de um grupo que imprimiu um ritmo dançavel e groovie. Mas se Valas e Bispo tinham incendiado o Pavilhão, Pikuta deitou literalmente o edifício ao chão. Um dos artistas mais “seguido” da atualidade, Piruka confirmou em palco o sucesso que conquistou nas redes sociais.

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Seguia-se mais um prémio, o melhor Act nacional que acabaria nas mãos de Mundo segundo, entregue por Carla Caldeira e pelo estilista Júlio Torcato.

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A noite prosseguia com os campeões Beatbombers a anteceder o prémio de melhor DJ nacional, atribuído a Kura e entregue pela equipa da Nova Era.

Jimmy P já não é novo nos Melhores do Ano e como fez questão de afirmar em palco, “é sempre bom regressar”. Mais uma atuação que conquistou o publico a anteceder a primeira dose de “loucura” da noite.

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Ninja Kore com o seu estilo único e a sua loucura constante em palco estremeceu por completo o Pavilhão Rosa Mota, não sem antes ter sido atribuído por Luis Montez, o prémio de carreira de DJ Vibe, que ao longo de mais de 30 anos tem levado a música de dança a todo o mundo.

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Diogo Piçarra era um dos artistas mais esperados da noite, e a sua subida ao palco foi prova disso. O jovem cantor mostrou igualmente em palco porque seria ele, o vencedor de Melhor single do ano, “Dialecto”, galardão que lhe foi entregue no final da sua atuação pela outra premiada, April Ivy e por Diogo Dias.

Os D.A.M.A. foram os “senhores que se seguiram”, e serviram de aperitivo para um dos momentos igualmente aguardados da noite. Pela “voz” do Vice Presidente da Câmara Municipal de Matosinhos, foram divulgados os 2 headliners para a edição de 2017 do Nova Era Beach Party, Martin Garrix e KSHMR.

Depois da “loucura” dos Ninja Kore, os Karetus não ficaram atrás e mais uma vez o Pavilhão “estremeceu”…

A fechar a gala de entrega de prémios, os Força Suprema trouxeram mais hip hop ao palco seguindo-se a entrega do prémio de Melhor DJ Internacional, em que a escolha recaiu em Hardwell.

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A melhor, aquele que foi considerado o melhor act nacional, Mundo Segundo, em palco acompanhado pelos seus músicos e Bezegol, igualmente acompanhado pela sua Rude Bwoy Banda, a aquecer a noite para um after party até ao amanhecer.

 

Reportagem: Sandra Pinho
Fotografias: Paulo Homem de Melo

James Arthur de regresso à Queima das Fitas em Coimbra

James Arthur é a mais recente confirmação para as noites do Parque da Queima das Fitas de Coimbra 2017. O cantor britânico sobe ao palco no dia 5 de Maio.

DSC_0093 (Cópia).jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

James Arthur, cantor e músico britânico de Middlesbrough, venceu a nona temporada do The X Factor (Reino Unido) em 2012. O seu single de estreia, "Impossible", foi lançado após o final do programa e estreou em primeiro lugar no UK Singles Chart em sua primeira semana de lançamento.

Desde então, vendeu mais de 1,2 milhões de cópias no Reino Unido e 2,5 milhões de cópias em geral, tornando-se o primeiro vencedor ‘best-seller’ do The X Factor.

O regresso da “Avenida Q” em Setembro

Avenida Q despede-se do Trindade no próximo dia 2, mas regressa a Lisboa já em Setembro e anuncia temporada no Porto para Janeiro de 2018. A Força de Produção vem por este meio anunciar que continuará a “traumatizar” espectadores já a partir de Setembro, no Auditório dos Oceanos, Casino Lisboa. Depois de causar danos permanentes a 17.535 pessoas ao longo de 2 meses (17527 espectadores com traumas leves, mas permanentes ao nível do sentido de humor e 8 actores com tendinites), o espectáculo do ano anuncia ainda uma temporada no Porto em Janeiro de 2018.

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Irreverente, emocionante e genial, Avenida Q, considerado pelos espectadores como uma "lufada de ar fresco na cena teatral nacional” e aclamado como a “voz de uma geração que, ironicamente, nem sequer ia ao teatro” continuará a contar com Ana Cloe, Diogo Valsassina, Samuel Alves, Gabriela Barros, Inês Aires Pereira, Rui Maria Pêgo, Rodrigo Saraiva e Manuel Marques.

 

O espectáculo que pode ser visto ser como “uma rua sésamo para adultos”, é vencedor de 3 Tonys e contou com salas esgotadas desde o primeiro dia. A encenação de Rui Melo e adaptação e Henrique Dias arrisca-se a ser considerada como opção para dar o nome ao novo aeroporto do Montijo.