Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

Lisboa Electronica – Musiculture (LEM)

Foi hoje apresentado em Lisboa, no LX Factory um novo festival dedicada à música electrónica. Nos dias 12 e 13 de Maio, nasce assim um novo conceito de Festival, o Lisboa Electronica – Musiculture (LEM), centrado sobretudo no trabalho desenvolvido pelas labels (editoras) e na força colectiva da criação.

LEM_16Fev

A forte ligação às editoras de música electrónica, permitirá ao LEM unir o talento nacional e internacional e traçar uma missão para se afirmar e celebrar a cultura da música electrónica em Lisboa, uma cidade cada vez mais virada para o mundo.

LEM_27_02_Mar

O Lisboa Electronica - Musiculture assume assim um formato assente em showcases em que o trabalho das editoras é apresentado em actuações individuais de cada um dos seus artistas, permitindo-lhes que apresentem o cunho próprio da label que edita os seus temas.

O festival apresentará, igualmente um programa cultural com um conjunto de talks e workshops dedicados às várias temáticas do sector, com o objetivo de desenvolver a partilha de conhecimento e responder às necessidades da indústria.

LEM_16Fev

No LEM vai ser ainda possível encontrar um mercado de venda directa em que estarão presentes editoras e lojas de discos, fomentando desta forma a proximidade entre os artistas e os seus seguidores.

 

Dystopian, Rodhad, Vril (live), Drumcell, Tresor, Mike Huckaby, Daniel Bell, TR-101 live – Sleeparchive & Substance aka Dj Pete, Half Baked, Margaret Dygas, Robin Ordell, Discobar, Lamache, Bloop Recordings, Magazino, Kaesar, Cruz, Groovement, Titonton, Jorge Caiado, Artivista, Madluv Records, Nery (live), Lewis M., Ostra Discos, De Los Miedos, Paraíso, José Acid b2b Dj Zé MigL, Silvestre, Príncipe Discos, Dj Marfox, Dj Niggafox, Tink! Records, Kaspar, Hélder Russo e Daino (live), são os nomes, entre artistas, editores, produtores, que marcam presença no dia 12 de Maio.


No dia 13 o alinhamento conta com a participação de Blueprint, James Ruskin, DVS1, Sigha, Perlon, Melchior Productions Ltd (live), Sammy Dee, Zip, Assemble Music, Steevio (live), Joao Maria, Diogo Lacerda & Joe Delon, Carpet & Snares Records, Zé Salvador, André Leiria, Con+ainer, MVRIA, Jeans, Dead Motion Records, Alex FX, menosdois (live), Temudo b2b Dj Luigy, Extended Records, Sabre (live), Lieben (live), Terzi, Frenzy, Pedro Goya, Serginho, Ostinato, Helena, Aleks, Gonçalo, Interzona 13, Black, Dj Dealy, Labareda, Sonja, EDND (live), Desflorestação (live), Ministerium Records, Michael Melchner, Patrick Klein, Piston Recordings, Rogério Martins, Accatone e Joal (live).

 

Cate Le Bon & Tim Presley actuam na ZDB em Abril

Sob o nome Drinks, Cate Le Bon e Tim Presley fundem as suas sensibilidades pop numa afirmação que os posiciona como outsiders num universo que se tem divorciado da espontaneidade e liberdade criativa. A 10 de Abril passam por Lisboa para mostrar, pela primeira vez, “Hermits on Holiday”, o disco que materializou a sua colaboração, editado em Agosto de 2015

16406717_10154406060037831_5803018047864668931_n

São uma autêntica, não uma mera novidade, estes Drinks. Fazem música dura, com osso, mas que também sabe ser sinuosa, delgada. Feita de canções pequenas, portáteis, quase tangíveis, mas, também, aberta a desvios, a fugas, a metamorfoses. Formados por Tim Presley (White Fence) e a galesa Cathy Le Bon, lançaram há quase dois anos esse discretíssimo Hermits on Holiday. Aqueles mais atentos perceberam o que tinham diante dos ouvidos: um disco consciente de um legado, de uma herança. Que legado, que herança? Falamos de uma série plural de nomes: os Byrds, os Captain Beefheart, os X, os Tall Dwarfs, e mais recentemente os Yo La Tengo ou os Deerhoof. São todas (sem dúvidas) bandas irredutíveis a categorias e classificações, mas ouse-se dizer que há qualquer coisa que as liga. Um gosto comum pela beleza das canções irregulares ou imperfeitas (basta pôr a tocar a “Laying Down Rock”), por acordes que falam com outras melodias, por um desempenho cujo fim é o puro prazer de tocar (ouçam a frenética e borbulhante “Cannon Mouth”).

Não se cometa a injustiça de falar aqui de indie-pop ou de música de guitarras. Os Drinks estão carregados de história, não para nela se enredarem, mas a fim de continuar. São uma banda deste tempo. E há, a propósito, dois traços em Hermits on Holiday muito reveladores dessa condição. Um apreço pelas canções que não os impede de virá-las do avesso, de as animar de modo imprevisto, como em “Cannon Mouth (que se desdora em vários ritmos) ou mesmo de as transfigurar em “Time Between” (que avança num crescendo de gravidade); e uma capacidade de irmanar os sons das guitarras, da percussão e dos teclados em nome da composição. De alguma forma, é como se retomassem as possibilidades deixadas em suspenso pelos nomes acima mencionados e daí fizessem o seu caminho, espontâneo, livre. Portanto, indiferentes aos que vêem a história da música pop e do rock como um processo determinado pela tecnologia ou as inovações técnicas.

 

Galeria ZDB (Lisboa)

10 de Abril 2017 | 22.00h

Macy Gray ao vivo em Portugal…

Vozes como as de Macy Gray surgem muito raramente e normalmente marcam gerações, pelo poder que carregam, pelo carácter distinto que apresentam. A de Macy, que já inspirou cinco nomeações para Grammys e atraiu efusivos aplausos de público, imprensa e pares, já foi comparada a Billie Holiday, mas na verdade é um património singular, precioso e raro que já se espraiou por seis álbuns que são do melhor que a soul e o R&B deste tempo ofereceram ao mundo.

landscape-1438032087-image1

Macy Gray vem a Portugal para se apresentar em dois raros e imperdíveis concertos: a 5 de Abril a sua voz encherá a Casa da Música, no Porto, e no dia seguinte, 6 de Abril, ressoará de forma igualmente plena no CCB, em Lisboa. Consigo, Macy trará não só uma longa tradição de música negra, como a sua bagagem pessoal que arrancou em 1999 com o álbum “On How Life Is” e se estende até ao novíssimo “Stripped”, um disco que mereceu os mais rasgados elogios do site de referência All About Jazz por numa época de alta tecnologia regressar à essência: um palco, uma voz cheia de alma, canções perfeitas.

O paraíso pode estar mais perto do que por vezes se pensa..

Live road movie com The Legendary Tigerman no Porto e Lisboa em Maio

How To Become Nothing” será apresentado no Porto, dia 6 de Maio, no Passos Manuel, com sessões às 19h e às 22h30, e em Lisboa, dia 19 de Maio, no Cinema Nimas, com sessões às 21h30 e às 00h. O cine-concerto tem percorrido o país e entra agora na sua recta final com apresentações no Fundão, Coimbra, Guimarães, Viana do Castelo, Porto, Lisboa e Seixal. A 31 de Maio decorre uma apresentação única em Paris, no Centro Cultural Le 104.

1491313931

Sem contar com a banda sonora tocada ao vivo no decorrer da projecção, a longa-metragem ganha o nome de "Fade Into Nothing" e estreia a 7 de Maio no âmbito da competição nacional da 14.ª edição do IndieLisboa. Mais tarde irá passar por outros festivais de cinema ainda por anunciar.

Com o intuito de criar o suporte visual do seu novo álbum, The Legendary Tigerman viajou durante 12 dias entre Los Angeles e Death Valley, pelo deserto californiano de Joshua Tree, na companhia da fotógrafa Rita Lino e do realizador Pedro Maia. O material recolhido entre fotografia, filme e Super 8mm, tornou-se num projecto mais abrangente, de onde surge o cine-concerto do road-movie “How To Become Nothing”.

 

Ao vivo The Legendary Tigerman executa a banda-sonora do filme, enquanto Pedro Maia faz manipulação em tempo real das imagens. “How To Become Nothing” é um falso diário de um homem que, mais do que desaparecer, procura chegar a nada, ser nada e abraçar a vacuidade como forma de encontrar o todo. O projecto terá em Maio apresentações nas maiores cidades do país.

 

14 Abril 2017 - Sons à Sexta / A Moagem (Fundão)

18 Abril 2017 - Ciclo Formas 2017 / Conservatório de Música de Coimbra

21 Abril 2017 - CAE S.Mamede (Guimarães)

4 Maio 2017 - XVII Encontros de Cinema de Viana / Teatro Municipal Sá de Miranda (Viana do Castelo)

6 Maio 2017 - Passos Manuel (Porto)

19 Maio 2017 - Cinema Nimas (Lisboa)

20 Maio 2017 - Auditório Municipal do Forum Cultural do Seixal

31 Maio 2017 - Centro Cultural Le 104 (Paris)

A 4 dias do concerto em Lisboa… Conversa inédita com Woods…

A banda de Brooklin passa pelo palco do Musicbox já no dia 8 de Abril. Não são conhecidos por dar muitas entrevistas, mas esta semana estiveram à conversa com o Musicbox e falaram sobre o novo disco e de que como a a panorama politico influenciou este novo trabalho. O resultado está nestes videos, material inédito sobre o que podemos esperar deste novo trabalho de Woods e como estão a lidar com toda a atualidade

WoodsPromosFullBand-13

Com novo single já cá fora, e com data de lançamento do novo disco Woods preparam um concerto no Musicbox já com músicas novas.

O Cais do Sodré é última paragem da banda antes de regressar aos USA, com uma tour europeia às costas Woods falam sobre o processo de "Love is Love”

 

A Planalto Records no Record Store Day… Compilação e Showcases

A edição 007 da Planalto Records é uma edição que celebra o Record Store Day, que por sua vez celebra as lojas de discos, que por sua vez celebram a música. E este PLA: 007 trata precisamente disso: de música.

untitled1

O disco junta 6 bandas da Planalto (Ana, Criatura Azul, ​​​Davide Lobão, Gobi Bear, O Doido e a Morte e Quinta-Feira 12) e anuncia duas novas entradas na editora, que se estreiam precisamente nesta compilação: Fosco e Salmão.

untitled2

O disco será lançado no Record Store Day a 22 de Abril, acompanhando o lançamento, alguns concertos gratuitos no centro do Porto. O Davide Lobão e o Gobi Bear vão juntar forças para estrear temas novos dos dois a duas vozes e duas guitarras na Louie Louie (na Rua do Almada). No final deste concerto, basta subir até à Praça de Carlos Alberto, onde o Mercado Porto Belo terá palco montado para três actuações: Homem em Catarse (que é também um dos elementos da nova banda Salmão), Criatura Azul e Ana.

Flying Cages + Moda Americana ao vivo no Plano B

A banda Flying Cages iniciou o seu percurso na Primavera de 2011, onde os quatro jovens de Coimbra começaram a criar o seu som de Indie Pop/Rock. Este rapidamente se colou aos ouvidos da juventude conimbricense e tornou-se numa das apostas da RUC (Rádio Universidade de Coimbra).

e2405e6c-7219-4d82-af95-df785b0336e8

Depois do sucesso no Tradiio, os Flying Cages têm neste momento o seu primeiro álbum, “Lalochezia”, e contam com a ajuda das salas e festivais do país para darem a conhecer as suas músicas veranis e contagiantes. Tendo tido desde cedo um lugar em festivais de grande visibilidade, como o NOS Alive. A banda venceu o Vodafone Band Scouting 2015, tocando num dos palcos do Mexefest nesse mesmo ano.

No Verão de 2016, gravaram o seu segundo longa-duração nos estúdios da Pontiaq (Savanna; Marvel Lima; Ditch Days; etc..), que editou o álbum em Março de 2017.

 

Os Moda Americana são uma banda de rock alternativo de Lisboa com uma sonoridade psicadélica moderna e expansiva. A lírica de Nuno Fernandes explora o quotidiano de forma fantasiosa e alegórica. A interação entre personagens surreais inspiradas no íntimo contacto com a natureza e o imaginário geográfico demarcado no seu single de lançamento, “Singapura”, resultam numa viagem descomprometida pelo som da banda. Oriundos de diversas esferas musicais, Afonso, Guilherme, Vítor (membros de Alice) e Hugo (Them Flying Monkeys) juntam-se a Nuno Fernandes para criar Moda Americana

 

Plano B (Porto)

7 de Abril 2017 | 22.00h

Drake volta a dominar top da “Billboard”

“More Life”, o mais recente projeto de Drake, uma playlist repleta de temas inéditos, encontra-se pela segunda semana consecutiva em n.º 1 do top Billboard 200, dos EUA, perfazendo um total de 225 mil cópias vendidas no mercado norte-americano. Destes 225 mil, 169 mil são derivados das plataformas de streaming em que “More Life” se encontra disponível.

drake_morelife

Drake já tinha quebrado vários recordes com “More Life” logo quando lançou ao mundo este projeto, nomeadamente no Spotify, tendo gerado no dia de lançamento mais de 61,3 milhões de streams, o maior volume até hoje de streams de um álbum no primeiro dia. No segundo dia em que a playlist esteve disponível no Spotify, Drake ultrapassou outro recorde, com 76,4 milhões de streams, o maior volume de streams por um artista num só dia. A playlist quebrou o mesmo recorde na Apple Music, tendo ultrapassado os 89,9 milhões de streams em apenas 24 horas.

 

More Life” sucede-se a uma série de colaborações de Drake com Nicki Minaj, Lil Wayne, Future e Gucci Mane, mas também depois de ter começado a revelar em outubro passado alguns temas que agora fazem parte da playlist, nomeadamente “Fake Love” (que já atingiu o top Billboard Hot 100), “Sneakin’” (com a colaboração de 21 Savage) ou “Two Birds, One Stone”.

Ao todo, esta playlist, como o próprio Drake define, inclui 22 temas, contando com participações de alguns dos rappers e produtores mais mediáticos da atualidade, de Kanye West a Young Thug, passando por PartyNextDoor, 2 Chainz, Quavo (do trio Migos) ou Travis Scott.

Les Plages Electroniques Lisboa anuncia 2ª edição

Depois do sucesso da 1ª edição, uma das melhores beach parties europeias está cada vez mais com os pés bem assentes em areias nacionais. Dias 2 e 3 de Junho, alguns dos melhores DJs, MCs e produtores nacionais e estrangeiros vão transformar o Waikiki, na Praia da Sereia na Costa de Caparica, na mais apetecível pista de dança, a mesma que inaugura os festivais de Verão em 2017.

meta-lisboa-twitter

Seguindo o seu historial de grandes line ups, este ano estão já confirmadas as presenças de Gramatik, um dos maiores nomes da cena Hip Hop mundial, produtor com um impressionante rol de hits no currículo, o mesmo que lhe garante uma enorme legião de seguidores. O retorno do pai do French Touch, o lendário Etienne de Crécy, que depois do extraordinário set na edição do ano passado regressa quase que em jeito de padrinho do evento.

 

Ainda Moullinex, nome maior da cena nu-disco nacional e internacional; Møme, o mais recente prodígio do movimento French Touch; os quatro vezes campeões do mundo do DMC, Pfel&Greem; Matias Aguayo, DJ sensação que colecciona hits e tem sido uma das presenças mais assíduas nas pistas de dança dos melhores clubs; Romare, um dos DJ da realeza actual, um dos nomes que melhor cozinha o House com os sons de influência afro; dOP, os gigantes do House dos últimos anos e, por último, iZem o novo talento da electrónica francesa.

 

Seguindo a filosofia da sua congénere francesa, Les Plages Electroniques Lisboa volta assim a assumir-se como o evento em que a música electrónica é mostrada nas suas mais variadas vertentes, assegurando a reunião dos mais diversos públicos tendo como cenário o Atlântico e a beleza da Arriba Fóssil.Tudo a postos para, mais uma vez, viajar com os pés na areia por estilos tão diversos como o nu-disco, House, Techno, French Touch ou Hip Hop.

 

Após 10 anos de enorme sucesso na praia de La Croisette, em Cannes - uma das mais belas da Côte d'Azur - o prestigiado evento francês de música electrónica Les Plages Electroniques escolhe, em 2016, a capital portuguesa como primeiro destino fora de portas.

Momo… Concertos de apresentação de “Voá” no Porto e em Lisboa

Depois da estrondosa recepção pela crítica em Portugal, Momo anuncia dois concertos de lançamento de “Voá” em Lisboa e Porto, dias 27 de maio no Maus Hábitos, no Porto e dia 2 de junho, na Casa Independente em Lisboa.

17807690_10154699325653918_3925542787700335423_o

O cantor e compositor Momo, alcunha musical de Marcelo Frota, tem no seu grupo de seguidores nomes como Patti Smith e David Byrne e mais recentemente Camané, que participa no disco no tema “Alfama” e sobre Momo diz: “Para além de amigo do Marcelo, fiquei fã da música do Momo.”

 

Maus Hábitos (Porto)

27 de Maio 2017 | 21.30h

 

Casa Independente (Lisboa(

2 de Junho 2017 | 21.30h

Sábado a festa acontece no Porto…. Ash Is A Robot, Miss Lava e Ana Paris

É já este sábado que a Copilot Bookings celebra o seu segundo aniversário no Porto, na Cave mais acolhedora da cidade. A festa faz-se com Ash Is A Robot, Miss Lava e Ana Paris (banda local). Os motivos são mais que especiais para a festa ser inesquecível. Ash Is A Robot traz temas na bagagem que serão apresentados em primeira mão juntamente com o single, já lançado, "Schrödinger Whale". Já se conhece o nome do novo álbum, a sair muito em breve: "Panegyric".

17239822_1930830053817608_8535346491111679767_o

Por outro lado, os experientes Miss Lava, voltam a pisar solo portuense passado quatro anos, desta feita para apresentar "Sonic Debris", disco lançado em Maio do ano passado.

“Hoje é assim, amanhã não sei” no Teatro José Lúcio da Silva

Ricardo Ribeiro leva o novo álbum “Hoje é assim, amanhã não sei” a vários auditórios nacionais, editado em Abril de 2016 pela Warner e apresentado na íntegra e pela primeira vez, no dia 30 de Abril no Coliseu de Lisboa.

17758444_1432207540134761_3395282982728948976_o

Hoje é assim, amanhã não sei.” recebeu por parte da crítica a cotação máxima (5 estrelas) no jornal Expresso, 4 estrelas no Ipsílon, na revista Blitz, na revista Time Out e mais recentemente, na revista britânica Songlines – 4 estrelas em 5 – que nomeia Ricardo Ribeiro como a melhor voz masculina do Fado da sua geração. O sucessor de “Largo da Memória” tem como primeiro single “Nos Dias de Hoje”, um original com letra e música de Tozé Brito e já teve edição em território internacional, nomeadamente em França, em fevereiro deste.

 

Ao Teatro José Lúcio da Silva Ricardo Ribeiro chega com o tradicional trio de fado.

 

Teatro José Lúcio da Silva (Leiria)

6 de Abril 2017 | 21.30h

Gal Costa… 50 anos de carreira em Portugal…

Espelho D’Água” é o nome da digressão que Gal Costa traz a Portugal em Novembro, no seguimento da comemoração dos seus 50 anos de carreira.  Acompanhada pelo violinista e guitarrista Guilherme Monteiro, a diva da música brasileira estreia o seu mais recente espetáculo dia 11 de Novembro, no Campo Pequeno, em Lisboa e dia 12 no Coliseu Porto. 

“Baby”, “Meu bem, meu mal”, “Modinha para Gabriela” ou “O meu nome é Gal”, são alguns dos temas que compõem o alinhamento de “Espelho D’Água”, escolhido a quatro mãos pela cantora e pelo jornalista Marcus Preto, que também divide com Gal a direção do espetáculo. Dois concertos memoráveis, onde Gal Costa revisitará um reportório infindável de canções, que se tornaram clássicos na sua voz, e fazem parte da memória de todos nós.

ed399dad-f734-4749-9aed-5d55fcdabd1e

 A tour “Espelho D’Água”, tem sido aclamada pelo público e crítica brasileira e inclui algumas canções inéditas de “Estratosférica”, o seu último disco de originais editado em 2015. Com produção de Moreno Veloso e Alexandre Kassin, este álbum conta com músicas de Antonio Cicero, Milton Nacimento e de alguns dos grandes compositores da nova geração como Céu, Mallu Magalhães ou Marcelo Camelo, que assina o tema “Espelho D’ Água” juntamente com Thiago Camelo. Apesar das características intimistas do espetáculo, Gal Costa encontra uma sofisticação única na guitarra e no violão de Guilherme Monteiro, conciliando sempre delicadeza com intensidade. Músico que bebe nas fontes profundas do jazz, Guilherme vive em Nova Iorque desde 2000, e tocou e gravou com alguns dos grandes nomes deste gênero musical, como Kenny Werner, Grady Tate ou Ron Carter, entre outros. Guilherme Monteiro integrou, ainda, as bandas Duduka Da Fonseca’s Quintet e Forró in the Dark, além de acompanhar Bebel Gilberto nas suas digressões internacionais.

 

O regresso da cantora baiana a Portugal acontece no ano em que completa 72 anos de idade. Uma oportunidade única para cantar e celebrar a vida, ao lado daquela que é considerada uma das intérpretes mais carismáticas, de sempre, da MPB.

 

Campo Pequeno (Lisboa)

11 de Novembro 2017 | 22.00h

 

Coliseu (Porto)

12 de Novembro 2017 | 21.00h

A música eletrónica fala crioulo… Zé Ninguém

Encontra-se disponível desde passado dia 1 de Abril, o video de estreia de Zé Ninguém, "Fusk", projecto a solo de José Rui Rosário, vocalista dos Dixit. Este novo trabalho é um retorno às raízes africanas do cantor, onde a batida ganha um contorno mais contemporâneo.

4f90901e-57c9-4917-924f-ef8223013609

O single estará disponível a 25 de Abril em todas as plataformas digitais, mas o vídeo já pode ser visto aqui em baixo…

 

Fujifilm Festival Internacional de Fotografia de Viseu…

O Fujifilm FIF Viseu é o festival internacional de fotografia da cidade de Viseu e a sua primeira edição realiza-se entre 5 de Maio e 4 de Junho, 2017. De alinhamento referencial, tem como fio condutor a qualidade e intemporalidade dos trabalhos exibidos. Fotógrafos aclamados mundialmente trazem a Portugal e a Viseu series fotográficas excecionais – uma oportunidade única para contemplar ao vivo fotografia de carater ímpar. O Fujifilm FIF Viseu reunirá em torno de temas atuais fotógrafos, opinion makers, cientistas, políticos, jornalistas e a sociedade civil, abrindo à discussão em workshops, palestras e masterclasses temas críticos para o desenvolvimento e sustentabilidade da sociedade contemporânea.

ffifv-img1-alt

O Festival comissiona, em todas as edições, trabalhos subordinados ao tema central de cada edição, promovendo ainda uma residência internacional aberta a concurso e promove de forma inequívoca o talento de fotógrafos locais e nacionais emergentes e consagrados.

 

O Festival terá extensões noutras cidades, afirmando-se como um dos expoentes mais importantes na divulgação da fotografia enquanto forma de comunicação universal, que une povos, causas e vontades, enquanto regista de forma única e irrepetível a diversidade, por vezes caótica, que nos rodeia

Elza Soares eleita Personalidade Cultural de 2016 nos prémios Bravo!

A cantora brasileira continua a ser notícia com o seu 34.º álbum que teremos oportunidade de ouvir ao vivo no Coliseu dos Recreios dia 3 de Junho, concerto que marca o regresso de Elza Soares a Portugal. Depois de ter vencido o Grammy Latino de Música Popular Brasileira e o Prémio da Música Brasileira para Melhor Álbum, "A Mulher do Fim do Mundo" valeu agora à cantora a distinção para Personalidade Cultural de 2016, nos Prémios Bravo!.

elza

photo: Paulo Homem de Melo

 

Agraciada pela "sua obra e também pela coragem com que leva a sua arte adiante", na cerimónia que decorreu no Teatro Paulo Autran, no Sesc Pinheiros, em São Paulo, Elza Soares respondeu: “Eu quero dizer da minha alegria, mais uma vez. O significado da 'Mulher do Fim do Mundo' é a mulher que tem coragem, que enfrenta tudo. É isso, é força, é garra, é coragem, é lutar pelas mulheres, buscar o direito das mulheres, pelos gays, pela pele preta, enfim, por tudo isso.”

Composto exclusivamente por temas inéditos escritos para Elza Soares, do samba ao rock, sem esquecer o rap e a electrónica, este 34.º disco é a consagração da cantora que, com quase 80 anos, tem vindo a conquistar o Mundo.

Maria Gadú confirmada no EDPCOOLJAZZ a 23 de Julho

Maria Gadú já dispensa apresentações, pois ela é uma artista que se consagrou rapidamente como um grande nome da música popular brasileira (MPB). A cantora brasileira desde sempre despertou a atenção de gigantes da música brasileira, como Milton Nascimento ou Caetano Veloso, tendo mesmo ingressado numa digressão com este último, da qual resultou o álbum Maria Gadú e Caetano Veloso - Multishow Ao Vivo (2011), e que a catapultou para a ribalta.

gadu3.jpgphoto: Paulo Homem de Melo

 

A cantora com a sua voz rouca e eclética junta influências de Samba, Afro-Beat e Funk a um talento inegável para a escrita de canções. Nesta grande noite no EDPCOOLJAZZ, Gadú vai trazer as suas canções cheias de sentimentos e que transmitem uma maturidade musical inequívoca.

 

“Guelã ao Vivo” é prova disso, um show gravado em São Paulo e editado no ano passado para marcar o fim da longa digressão que se seguiu ao lançamento do disco de originais, e que Maria Gadú traz na mala para apresentar no EDPCOOLJAZZ. Um concerto diferente, escuro, “como voar à noite”, em que Gadú decide pegar na guitarra elétrica e surpreender com uma nova sonoridade o público português.

 

Língua Franca (Capicua, Emicida, Rael, Valete) no 23º Super Bock Super Rock

Língua Franca. Língua verdadeira. Língua partilhada. Língua dividida. Língua herdada. Língua legada. Língua viva. Língua futura. Língua presente. Língua Franca é Brasil e Portugal, é Valete e Capicua, Emicida e Rael.

Língua franca é rap. E tanto mais. Dia 14 de Julho no Palco EDP do 23º Super Bock Super Rock

Lingua Franca - Foto Promo 1

O rapper de São Paulo Emicida tem sido um dos mais activos construtores de pontes entre as realidades urbanas dos dois lados do Atlântico. Em Portugal assinou vários concertos intensos, recrutando aliados a cada novo palco que foi pisando. O hip hop, o rap, a língua provaram serem cordões umbilicais capazes de ligar duas culturas distintas, dois países longínquos unidos e desunidos pela história, dois sabores singulares que se sentem no ouvido. Daí à Língua Franca foi um passo. No microfone: Emicida e Rael, do lado de lá; Valete e Capicua, do lado de cá. E no estúdio: uma equipa de luxo, com Fred Ferreira (Orelha Negra, 5:30) e ainda Kassin e Nave, elementos-chave de uma importante modernidade brasileira, cúmplices neste plano transatlântico de destravar a língua, produtores que arquitetaram os grooves que tudo parecem unir – sentidos e sensibilidades, experiências e paisagens.

 

Fred Ferreira trabalhou em São Paulo com Kassin e Nave desenhando uma paisagem sonora de grooves modernos, fluídos, tropicais e atlânticos, com funk e batidas gordas, capazes de elasticamente suportarem qualquer salto da língua. E depois, juntos em Lisboa, Valete e Emicida, Rael e Capicua trocaram ideias e sotaques, palavras que são só de cá ou de lá, amassos e pixinguinhas, fado da Carminho e saia rodada, como se rima em “Ideal”.

Faz pleno sentido: rappers e DJs há muito que cruzam o Atlântico em ambos os sentidos, carregando nos ombros uma linguagem universal que não reconhece diferenças antes estimula semelhanças e alianças. Emicida a pisar palcos em Lisboa, Capicua a falar nos morros do Rio de Janeiro, Valete e Rael a descobrirem que a internet carrega palavras mais facilmente do que o vento e que tudo faz sentido nos ouvidos das duas margens do Atlântico.

 

Capicua e Valete são dois expoentes da cena hip hop nacional: cruzaram-se ambos em “Medusa”, tema de abertura do projecto com o mesmo título que Capicua lançou em 2015, o terceiro numa discografia oficial (há um passado de mixtapes) que já se expandiu em 2016 com Mão Verde, disco feito com Pedro Geraldes e pensado para um público ainda mais jovem. Valete, por outro lado, tem pisado palcos de norte a sul do país enquanto prepara o seu futuro: as suas rimas acutilantes fazem parte da história do rap em Portugal que não se pode contar sem paragens demoradas em Educação Visual e Serviço Público. E depois temos Emicida e Rael, dois mestres do Brasil, ambos oriundos de São Paulo: Emicida ergueu o nome nas ruas, em círculos de improviso, e lançou trabalhos aplaudidos pela crítica, incluindo “Sobre Crianças, Quadris, Pesadelos e Lições de Casa”, de 2015; e Rael começou por se impor como parte do Pentágono antes de se lançar para uma vibrante carreira a solo que o ano passado acolheu mais um importante trabalho, Coisas do Meu Imaginário.

 

O single de apresentação de Língua Franca é “Ela” – como “Ella”, como “Fela” – um atmosférico filme de palavras, com drama e acção, rimas honestas de palavras funestas, com os quatro MCs a trocarem ideias e rimas como se o Terreiro do Paço fosse ali mesmo, ao fundo da Avenida Paulista, como se o Corcovado estivesse do lado de lá da Ponte, a olhar Lisboa a partir de Almada.

 

Língua Franca é isto tudo: amizades e oceanos, continentes e palavras comunicantes, balanços universais. Tudo na nossa língua, esta que só diz verdades, que é franca, que não custa nada, que todos conhecemos. Que todos falamos. Que todos podemos cantar.

Mark Lanegan e Tyler Bryant & The Shakedown na primeira parte de Guns n' Roses

Mark Lanegan e Tyler Bryant & the Shakedown são as duas bandas convidadas pelos Guns n' Roses para atuarem na primeira parte dos concertos da digressão europeia “Not In This Lifetime Tour 2017”, que arranca já no próximo dia 27 de maio, em Dublin, e que passa por Portugal dia 2 de junho, no Passeio Marítimo de Algés.

marklanegan

Os ressurgentes Guns n' Roses e a sua massivamente bem-sucedida digressão “Not In This Lifetime Tour” continuam a não mostrar sinais de abrandamento uma vez que a lendária banda entra em 2017 com mais de 30 espetáculos agendados pela Europa e América do Norte. Com data de arranque agendada para dia 27 de maio de 2017, em Slane Castle, Dublin, a digressão produzida pela Live Nation vai passar por 18 cidades no Reino Unido e Europa, que abrange espetáculos em Lisboa, Londres, Paris, Madrid, Viena, Copenhaga, entre outras cidades. Depois da jornada pela Europa, a digressão da aclamada banda vai retornar uma vez mais à América do Norte para realizar mais uma ronda de concertos de estádio com início dia 30 de julho no U.S B ank Stadium, em Minneapolis, Minnesota, e daí continuar para mais 15 cidades nos Estados Unidos e Canadá, incluindo Denver, Vancouver, Edmonton, Montreal, St. Louis, Miami entre outras.