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Glam Magazine

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Timber Timbre, Formation, Jambinai e Toulouse no Vodafone Paredes de Coura

Timber Timbre, Formation, Jambinai e Toulouse têm presença marcada na celebração dos 25 anos do Vodafone Paredes de Coura. De 16 a 19 de Agosto, as novas confirmações juntam-se a Foals, At the Drive-In, Nick Murphy (Chet Faker), Beach House, Future Islands, King Krule, Benjamin Clementine, BadBadNotGood, Foxygen, !!! (Chk Chk Chk), Ty Segall, Car Seat Headrest, Beak>, Ho99o9, Sunflower Bean, Manel Cruz, Moon Duo, Young Fathers, Andy Shauf, Mão Morta e You Can’t Win Charlie Brown.

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O folk e os blues chegam ao Vodafone Paredes de Coura envoltos em mistério e escuridão pela mão dos canadianos Timber Timbre. O trio, que tem tanto de gótico como de indie, chegou a lançar dois álbuns sem editora, antes do trabalho homónimo (2009) e de “Creep on Creepin' On” (2011) lhes garantirem o nome nas listas do Polaris Prize. O ano seguinte foi marcado por inúmeras datas ao vivo, antes de regressarem a estúdio para preparar "Hot Dreams", o álbum de 2014 que incluiu influências de soul vintage e lhes garantiu uma nomeação para os JUNO Awards. Este ano, a sonoridade assombrada – e assombrosa – dos canadianos está de volta em "Sincerely, Future Pollution." O álbum, que será lançado a 7 de Abril, passeia por paisagens sombrias e distópicas inspiradas no caos e agitação política dos dias de hoje.


Igualmente reflexo do mundo actual é “Look at the Powerful People”, o álbum de estreia de Formation. A banda inglesa saiu da cabeça dos gémeos Will e Matt Ritson que, rapidamente, recrutaram Jonny Tams, Sasha Lewis e Kai Akinde-Hummel. O grupo juntou-se em 2013, no sul de Londres e, depois de dois EPs e de actuações ao vivo, que incluíram uma tour europeia com Foals, chegou “Under the Tracks”, o EP que lhes permitiu terminar 2015 com uma nomeação para Best New Artist dos prémios NME. Ao Vodafone Paredes de Coura trazem o antecipado “Look at the Powerful People” e a sua mensagem de medo e esperança.

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Da Coreia do Sul os Jambinai trazem criações melódicas únicas e inauditas no cenário musical de um país inundado pelo K-pop. A banda combina instrumentos tradicionais, com séculos de história, com elementos de metal e música electrónica, numa estética alternativa e contemporânea que lhes valeu o reconhecimento da crítica especializada um pouco por todo o mundo. Depois de se conhecerem, em 2009, e do lançamento de um EP homónimo em 2010, o primeiro álbum “Différance” (2012) foi aclamado pela sua intensidade. Os anos seguintes incluíram algumas nomeações para prémios e os primeiros passos fora na Coreia antes de, em 2016, chegarem com “A Hermitage”. O registo aborda temas mais sombrios e actuais numa mistura complexa de sons que se reflecte em actuações intensas como a que a banda-fenómeno faz prever para o Vodafone Paredes de Coura.


Os portugueses Toulouse estrearam-se em cassete em 2015, antes de, no final do ano passado, terem editado o álbum “Yuhng”. O registo é uma evolução natural da banda e comprova o talento para o pop melódico do quarteto de Guimarães. Pelo meio, conta-se a passagem por vários festivais nacionais e a possibilidade de tocarem com artistas de renome, como os TOY. A espontaneidade das primeiras melodias deu lugar a escolhas mais planeadas e, com o desejo expresso de continuar a tocar o máximo possível, o grupo chega ao Vodafone Paredes de Coura pronto a fazer sonhar.

Voca People… Uma comédia musical do outro mundo!

Reza a História que Portugal foi o primeiro país a ser conquistado pela contagiante energia musical dos Voca People, lá para o ido ano de 2010. Aliados desde então, os Voca People estão de regresso em Abril com mais de 50 novos temas e um medley totalmente dedicado a Michael Jackson.

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Nesta celebração da música, Sem Instrumentos, as vozes dos oito simpáticos extra-terrestres multiplicam-se pelas canções de Black Eyed Peas, Mojo, Justin Bieber, Rihanna e tantos outros.

No Teatro Tivoli BBVA, Voca People, mais divertidos que nunca, em estreia já no dia 12 de Abril... Uma comédia musical do outro mundo!

Os Voca People chegam de Israel, formados em 2009, e é composto por 5 homens e 3 mulheres. O gênero do grupo parte de uma fusão simples de acapella (canções sem acompanhamento instrumental) e Beat-Box (sintetização vocal de instrumentos). Antes da estreia a 12 de Abril, deixaram uma mensagem a todo o público nacional...

 

A Glam Magazine em parceria com a UAU esta a realizar um passatempo com oferta de 2 convites duplos para o Concerto do dia 12 de Abril no Teatro Tivoli BBVA.

Para concorrer basta aceder aqui ao passatempo e seguir os seguintes passos:

1. Clicar em Gosto nas páginas da Glam Magazine e dos Voca People
2. Resposta à pergunta; Qual é o país de origem dos Voca People? (responder nos comentários)
3. Juntamente com a resposta identificar 5 amigos nos comentários
4. Partilhar de uma forma pública e visível este passatempo até às 23.59h do dia 10 de Abril 2017..

 

Teatro Tivoli BBVA

12 a 16 Abril de 2017

Galgo ao vivo na World Academy

A World Academy recebe a 6 de Abril os Galgo, que apresentam o seu álbum "Pensar Faz Emagrecer".

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O quarteto de Oeiras, constituído por Joana Batista (baterista), Alexandre Sousa (guitarrista), João Figueiras (baixista) e Miguel Figueiredo (guitarrista), apresenta um estilo musical dentro do post-rock e também math-rock com um toque de afrobeat, que nos remete ao psicadelismo. No último ano pisaram vários palcos, desde NOS Alive, Reverence Valada, Mexefest, até o Sziget, na Hungria. Com este percurso maturaram a sua música, permanecendo no entanto a urgência do rock, o seu espírito jovem, selvagem e indomável.

A entrada é livre!

 

World Academy (Lisboa)

6 de Abril 2017 | 22.00h

Daily Misconceptions + Vatsun no Popular Alvalade

Daily Misconceptions é o alter ego de João Santos, um projecto de música electrónica sediado em Lisboa. O conceito é simples e passa por criar pedaços de som que, vivendo de momentos mais ambientais ou experimentais, se aproximam da canção quase perfeita, com melodias que remetem para a música pop e que nos alertam para futuros estados de inconsciência. Prova disso mesmo são os vários temas editados em compilações e as remisturas assinadas para nomes como Mirror People, Norton, Stereoboy, Charanga, BlacKoyote, entre outros. Mas há mais: em 2014, junta-se ao duo holandês Fickle Ghost numa residência artística, para compor e apresentar ao vivo um concerto único no festival Westway Lab Festival 1.0. Em 2015, a convite da Digitópia Casa da Música, apresentou no NOS Club a sua recriação da peça “Oraison” do compositor Olivier Messiaen.

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Depois da edição de dois EP’s (“True Project” e “If i hug your sweaters will they get their colour back?”) e dois SPLITS (“Puget Sound” e “LOP”), na primavera de 2016 é lançado o primeiro LP de Daily Misconceptions pela ZigurArtists - “Our Little Sequence of Dreams”. Em Setembro de 2016, o segundo single, “Insomnia Trap” é editado pela mítica e incontornável FatCat Records.

Ao vivo é acompanhado pela artista visual Sara Esteves, transformando-se o concerto num espectáculo de cinema expandido. Daily Misconceptions torna-se assim num duo, de onde nasce uma relação simbiótica entre música e imagens - as falsas ideias quotidianas, de texturas orgânicas e coloração indefinida, são a matéria prima para a criação de um mapa sincero mas imprevisível.

 

Vatsun pode significar “palavra” ou "discurso" em sânscrito, e designa um estilo poético. Como nome desta viagem, Vatsun homenageia a origem, que agora é tomada agora pela vida das suas canções. Na música, as delicadas melodias de piano são recortadas por batidas pesadas e ameaçadoras. Nas palavras, uma homenagem à vida. Vatsun tenta criar originalidade quando é quase impossível, porque o que importa mesmo é só cantar outra vez. Vatsun é um projecto independente de música electrónica com canções em português. É formado por Sérgio Deuchande que canta, escreve e produz as batidas eletrónicas, e por Bruno Garcez que toca Microkorg e assiste na composição e produção musical.

 

Popular Alvalade (Lisboa)

6 de Abril 2017 | 21.00h

CJ Ramone ao vivo em Lisboa

O antigo baixista dos Ramones, banda em que esteve entre 1989 e 1996, substituiu Dee Dee Ramone e gravou os últimos três discos de estúdio com os históricos nova-iorquinos. CJ Ramone foi considerado responsável pela energia renovada do mítico e influente grupo na fase final da sua carreira.

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Após o final da sua aventura em Ramones, CJ esteve envolvido em diversos projectos mais “pequenos”, até regressar em nome próprio. Em 2012 lança o primeiro disco em nome próprio. Seguiu-se um segundo álbum em 2014, que o levou para extensas digressões um pouco por todo o mundo, transportando com ele o legado dos Ramones e o som inconfundível que só um “Ramone” consegue fazer.

 

No próximo dia 25 de Junho, pisa o palco do Popular Alvalade, em Lisboa, numa data inserida na digressão europeia de promoção ao novo disco “American Beauty”, o terceiro álbum de originais do músico norte-americano, que nasceu no dia 17 de Março, com edição Fat Wreck Chords. Os temas escritos por CJ Ramone vão juntar-se a alguns clássicos de Ramones. A primeira parte está a cargo dos punk-rockers Artigo 21, que regressam aos concertos em Lisboa e prometem aquecer bem as hostes.

 

Popular Alvalade (Lisboa)

25 de Junho 2017 | 21.00h

Father John Misty… O regresso a Portugal em Novembro

Father John Misty, o projeto do norte-americano Josh Tillman, apresenta dia 20 de novembro em Lisboa o novo álbum de originais, “Pure Comedy”, que chega às lojas já na próxima sexta-feira, dia 7 de abril. O tão aguardado sucessor do internacionalmente aclamado “I Love You, Honeybear”, vai ser revelado aos fãs num concerto intimista no emblemático Coliseu de Lisboa.

Pure Comedy”, o terceiro disco de estúdio do músico conta com 13 temas, entre eles a já revelada faixa-título e os novos singles “Total Entertainment Forever” e “Ballad of the Dying Man”. O álbum aborda temas de progresso, tecnologia, fama, meio ambiente, política, envelhecimento, comunicação social, natureza e conexão humana, sempre com a sua habitual sinceridade, em termos tão oportunos quanto intemporais.

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Tillman escreveu grande parte de "Pure Comedy" durante 2015 e gravou os instrumentais básicos e os vocais (em não mais de dois takes cada um) nos Unites Studios (os antigos  e legendários estúdios Ocean Way, utilizados por Frank Sinatra e The Beach Boys) em Los Angeles em março de 2016.

O novo trabalho foi co-produzido mais uma vez por Josh Tillman e o produtor de longa data Jonathan Wilson, editado por Tillman, Wilson e Trevor Spencer, e masterizado por Bob Ludwig no Gateway Mastering Studios. O álbum traz cordas, sopro e arranjos corais do clássico iconoclasta Gavin Bryars, com contribuições adicionais de Nico Muhly e Thomas Bartlett.

 

Os bilhetes serão colocados à venda dia 12 de abril nos locais habituais.

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

20 de Novembro 2017 | 20.30h

Em Maio o Porto recebe a 1ª edição do Porto Blues Fest

A primeira edição do Porto Blues Fest, que decorrerá nos dias 26 e 27 de Maio, nos Jardins do Palácio de Cristal, vai homenagear o maior Bluesman de todos os tempos, B.B. King e o maior Bluesman português, Rui Veloso.

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Delta Blues Riders, uma viagem pelo universo dos blues, numa estrada de confissões, como quem se encosta ao balcão a desabafar com o barman. Revelam-se histórias de quem percorreu o delta do Mississipi, a Interstate 55 de New Orleans a Chicago. Pelo caminho reviveu amores, perdeu-se em paixões, desgraçou-se no jogo, afundando-se em dívidas … Culmina na procura da rendição através do gospel ao som do órgão hammond, nos blues de uma harmónica perdida no deserto ecoando com os latidos dos coiotes errantes e ao som de uma guitarra slide.

 

Julian Burdock, dez vezes nomeado para os British Blues Awards, vencedor do Blues & Soul Show Award for innovation 2016 e do New Brunswick Battle of the Blues 2011. O concerto de Julian Burdock e Danny del Toro é um caldeirão de diversidade musical, cheio de influências e estilos, desde os bottleneck Blues ao funk, incluindo algumas composições originais.

A experiência Burdock/Danny Toro, conta com a incrível guitarra e a voz, forte e sincera, de Julian Burdock, misturadas com a fantástica harmónica de Danny do Toro. Bardana & del Toro é um duo surpreendente, cuja capacidade de electrificar o público é única e imparável, mantendo a música pura.

 

Shirley King "The Daughter of the Blues” convida Rui Veloso a participar nesta homenagem a seu pai B.B. King. Os dois vão dividir o palco naquele que vai ser o ponto alto do festival. B.B. King chamava a Rui VelosoMy Portuguese Son”. Rui Veloso foi o único músico português, que alguma vez, dividiu o palco com o maior Bluesman de todos os tempos.

 

Este evento conta com o apoio da Câmara do Porto através da Porto Lazer

“O Fim” de S. Pedro ao vivo…

S. Pedro é o alter-ego de Pedro Pode, ex-homem forte dos doismileoito, que faz a sua estreia a solo com o álbum “O Fim” e o apresenta ao vivo nos dias 7 de Abril nos Maus Hábitos (Porto) e 22 do mesmo mês no Teatro do Bairro (Lisboa).

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Havia muitas ideias soltas que tinham de ser concretizadas. Que tinham de ser registadas. Então, para se “livrar” destas melodias, que já mais pareciam um grilhão que o impedia de seguir em frente, Pedro montou um estúdio na Maia e durante uns meses ninguém o viu.

Gravou 10 temas aos quais chamou "O Fim", um conjunto de canções de recorte clássico, pop delicada e ambiciosa, que formam este seu primeiro registo discográfico.

Katak estreia-se com o single/vídeo "It's all in the rhythm"

Katak é Vitor Peixeiro, um artista multifacetado. Desde a música, passando pela fotografia, vídeo e teatro, em todas as áreas se entrega com paixão, tentando sempre inovar qualquer que seja a área a que se dedique. Multi-instrumentista, tenta expressar-se e criar sons diferentes, ora simplesmente utilizando a voz, ora tocando uma guitarra ou uma flauta. O seu cunho pessoal está patente em qualquer projecto que se envolva dado que não assume exclusivamente um único estilo musical. É o cruzamento das suas raízes multiculturais e pluriartísticas que resulta numa personagem abrangente e imprevisível.

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Katak fez parte de projectos musicais como Snail, Fábrica de Sonhos, Lf Cool, Canto Nono, entre outros. Compôs a banda sonora para o documentário “Irmãos” de Pedro Magano, assim como o de “A Um Mar de Distância” do mesmo realizador. Uma colaboração que segue dando frutos. Neste momento, com Katak, Vitor Peixeiro inicia uma etapa a solo na qual deseja quebrar barreiras musicais e visuais com o trabalho “A Cappela” que será lançado em breve.

"It's all in the rhythm" é a primeira amostra de “A Capella” que, como o nome indica, foi totalmente gravado com a utilização exclusiva da voz para a criação e gravação dos temas. Com produção e gravação de Vitor Peixeiro, “It's All in The Rhythm” surge da experimentação com loopstation e a “colagem” de camadas sonoras sobrepostas com o fim de criar um tema e não apenas improvisações sem rumo.

O vídeo foi gravado na baixa do Porto na sua maioria. A edição esteve a cargo de Vitor Peixeiro.

Virgem Suta com novo single… “Gente Bestial”

Gente Bestial”, a canção que arrecadou um dos lugares cimeiros na final do Festival da Canção 2017, tem agora nova forma de se dar a conhecer, num divertido lyric vídeo, onde as palavras adquirem ainda mais preponderância.

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photo: Inês Lopes da Costa

 

Depois de uma eufórica passagem por Lisboa (CCB) (ver fotos aqui), na passada sexta feira, e por Moura, no sábado, os Virgem Suta preparam já as próximas apresentações ao vivo no CAE de Portalegre (dia 8 de abril) e na Casa da Música do Porto (dia 13 de abril).

 

Peter Wood em concerto…

Peter Wood vem do Cacém e usa técnicas do blues rural, e da guitarra primitiva, para exprimir a experiência suburbana. Depois de uma longa e excitante viagem às Margens do Volga e ao brejo do Hudson, fixou-se no Alto do Pina, onde está a gravar o seu segundo disco, em que as águas do Jardas se misturam com as do Mississippi John. Entretanto, o novíssimo ep “Férias em Casa” já circula nos meios iluminados de Lisboa.

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Para celebrar o regresso ao Salão Ideal, Peter Wood preparou uma selecção de velhos blues que recolheu nas suas viagens.

 

Salão Ideal (Lisboa)

5 de Abril 2017 | 19.00h

"Reasons"… O novo single de Urbanvibsz

Reasons” é o novo e primeiro single de Urbanvibsz, do ano de 2017. O grupo português, que nos tem presenteado com trabalhos quentes e firmes ligados a realidade mais crua do “reggae music”, apresenta agora, com um ritmo doce e uma melodia envolvente, o primeiro single do 2º álbum de originais “Good Morning Babylon”..

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“Good Morning Babylon” promete ser um álbum “out of the box”, englobando várias vertentes musicais convergentes num sentido roots que é característico ao grupo. Este trabalho foi produzido pela editora independente Spot Fyah Records e está disponível em formato físico e nas plataformas digitais a partir deste mês de Abril de 2017

Este tema vem aguçar as espectativas sobre o que podemos esperar deste próximo album

Ararur apresentam novo álbum ao vivo…

Depois de dois singles, “Abril” e “Novelo de Lã”, e um novo álbum, “Mielikki”, chegou finalmente a vez de transpor o universo dos Ararur para o palco. No próximo dia 8 de Abril, pelas 17h, um dos mais singulares e interessantes projetos do panorama musical português subirá ao palco da FNAC Vasco da Gama para um mágico showcase!

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Quanto a “Mielikki” podemos dizer que é uma encantatória coleção de oito canções em que o intimismo do jazz se cruza com temas marcados por laivos de música portuguesa e world music, numa pacífica comunhão com as raízes e o universo. O showcase do próximo Sábado é a oportunidade perfeita para adquirir este álbum, já disponível em formato físico, sob o selo da Music For All.

Cat Soup apresentam EP e álbum de estreia

Os Cat Soup são uma jovem banda de rock instrumental e pós-rock do Porto.

Formada no início de 2015, é composta por Rui Santos (guitarra), João Ribeiro (guitarra), Afonso Faria (baixo) e Marco Faria (bateria).

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Este mês lançaram de forma independente o seu álbum de estreia, homónimo, e um EP, intitulado “Cosmic Sans”. Ambos foram gravados em 2016, ao vivo em estúdio. A banda já se apresentou em concertos no norte do país. “Sunshower” é o vídeo que os Cat Soup já apresentaram.

 

Mauro Amaral prepara lançamento de álbum de estreia…

Mauro Amaral lançou o seu primeiro EP de originais "Somos" a 15 de Dezembro do ano passado, em Faro, no espaço centenário do Club Farense e cuja Tour Nacional começou dia 18 Janeiro no mítico Bleza em Lisboa. O disco já foi entretanto apresentado nas FNACS do Algarve onde se encontra disponível para compra bem como em outros locais da região.

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"Somos" é música do mundo, neste caso um Mundo que começa em Faro, mas que não desenha fronteiras, um Mundo que pretende abertura e descoberta. Este novo ciclo será um momento único na vida do músico, uma viagem ao seu universo interior, numa partilha de visões transformadas em abraço musical.

Mauro Amaral lança em Maio o álbum de estreia

 

Próximas apresentações:

8 Abril 2017 - Associação dos Músicos (Faro)

15 Abril 2017 - Popular Alvalade (Lisboa)

B.leza Doc's… filmes e concertos todas as quartas-feiras durante o mês de Abril

Em Abril, o cinema documental voltará a ocupar a sala de concertos do B.leza. B.leza Doc’s é uma iniciativa da associação B.leza, em colaboração com a cooperativa cultural Zebra (responsável pela organização da Mostra de Cinema e Culturas Africanas - África Mostra-se), que conjuga, no mesmo espaço, música e cinema, no sentido de oferecer ao público um experiência cultural diferente.

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A programação do ciclo foi pensada de forma integrada, tendo como foco central temáticas sociais, culturais e históricas relevantes sobre os países africanos representados bem como as suas comunidades. O objectivo é reeditar a experiência anterior de exibição de filmes no B.leza, ainda na sua anterior morada, e que nos anos 90 foi marcante para os/as lisboetas.

Mais tarde voltou a repetir-se mas desta vez através do África Mostra-se, já no atual espaço do B.leza. Todas as quartas-feiras, pelas 19h00, ao pôr-do-sol, iremos mostrar ao público novas imagens e sons, num ambiente intimista e privilegiado pela paisagem sobre o Tejo.

“iAgora? Liberte os seus Filhos da Dependência dos Ecrãs” o livro de Rosário Carmona e Costa

As férias da Páscoa dos mais novos começam já esta semana. Muitas crianças pouco mais farão, durantes esses 15 dias, do que entreter-se com dispositivos com ecrã. Embora essas formas de comunicação possam ser uma poderosa ferramenta de educação, o que ocorre muitas vezes é que nos deixamos dominar por elas, a começar nos pais.

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Por isso, estas perguntas são para si:

- Deve ou não deve ser amigo do seu filho no Facebook?

- Sabia que o vídeo na hora da sopa pode vir a tornar-se o seu pior inimigo?

- Imagina o que pode estar a acontecer quando um professor lhe diz que o seu filho tem sono nas aulas?

- Quando é que deve ligar ecrãs nas viagens de carro?

- Por que é que é tão errado encostar telefones a copos de água diante dos miúdos nos restaurantes?

- Será mesmo uma boa ideia conceder mais meia hora de computador como prémio de bom comportamento?

- Qual a grande diferença entre ser alvo de troça na escola, com umas «bocas» e encontrões, ou ser vítima de cyberbullying?

- Já alguma vez parou para pensar no conceito de «aplicações didáticas»?

- Então e a televisão: se virmos todos em família não faz mal, não é?

- Acredita no seu filho adolescente quando ele diz que está acompanhado porque está a jogar online?

 

Dificilmente haverá um tema da atualidade que interfira tanto no nosso dia-a-dia como o consumo desenfreado de videojogos, redes sociais e ecrãs de um modo geral, sejam computadores, tablets ou telemóveis. Um universo de investigação, fascínio e preocupação gira em torno deste fenómeno, abordando desde a forma como nos relacionamos com os outros ao modo como nos isolamos deles, passando pela maneira como as notícias se propagam, a cultura se manifesta ou conceitos como «amigos» e «mensagens» se modificam.

 

É esse o objetivo de “i-Agora?” – um livro de leitura fácil e fundamental para as famílias do século XXI - em que a psicóloga Rosário Carmona e Costa, estudiosa desta temática há vários anos, fornece respostas simples e diretas para um problema tão complexo e tão atual

 

Uma edição: A Esfera dos Livros

À venda a 7 de Abril 2017

Rendez-Vous … de Victor Hugo Pontes

No mundo em que vivemos, falar de desencontros é um lugar-comum. Rendez-Vous enterra o cliché e fala de epifanias: de que modo é que chegamos à pessoa ou às coisas que encontramos. Rendez-Vous é um trabalho composto por dois intérpretes muito distintos, que procurarão exponenciar essas mesmas diferenças, tentando encontrar pontos de conflito para desencadear a ação.

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Direção: Victor Hugo Pontes

Cocriação: Hélder Seabra e Victor Hugo Pontes

Música: Rui Lima, Sérgio Martins

Desenho de luz: Wilma Moutinho

Aconselhamento artístico: José Capela

Apoio dramatúrgico: Madalena Alfaia

Interpretação: Marco da Silva Ferreira e Victor Hugo Pontes

Figurinos: Osvaldo Martins

Adereços: Sandra Neves

Registo fotográfico: Susana Neves

Registo vídeo: Eva Ângelo

Produção: Nome Próprio

Produção executiva: Joana Ventura

Coprodução: Projeto Looping Uzès Danse CDC \ TansWerkstatt Berlin e Centro Cultural Vila Flor

Apoio: Ao Cabo Teatro

 

Teatro Aveirense

7 de Abril 2017 | 21.30h

Exposição de Philippe Parreno em Serralves destacada pela Bloomberg

As exposições de Philippe Parreno exploram ideias complexas sobre o tempo, memória e fronteiras entre realidade e ficção. Com a sua atual exposição no Museu de Serralves "A Time Coloured Space", Parreno está em destaque na reconhecida rubrica "Brilliant Ideas" da Bloomberg, que explora a sua recente obra na Turbine Hall da Tate Modern em Londres.

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A exposição é estruturada segundo o modelo matemático da fuga e concebida em torno da ideia de contraponto, ou ritournelle, um princípio segundo o qual uma determinada passagem é repetida em intervalos regulares numa peça ou arranjo musical, para dar significado à composição. Regendo-se por um método semelhante, A “Time Coloured Space” é determinada não pelos seus "objetos”, mas pela cadência e o ritmo do aparecimento destes. A exposição inclui alguns dos trabalhos mais emblemáticos de Parreno, criados desde os anos 1990 até aos nossos dias, assim como obras recentes concebidas especificamente para este contexto.

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Através da sua prática artística, Parreno tem redefinido a experiência da exposição, explorando as possibilidades desta como um "objeto” coerente e um meio em si próprio, e não uma mera coleção de obras individuais. Para isso, Parreno concebe as suas exposições como um espaço com um guião, no qual se desenrolam eventos. Enquadrando-se no conceito filosófico de Gilles Deleuze expresso em Différence et répétition [Diferença e repetição] (1968), cada uma das treze salas da exposição é uma recorrência da anterior, diferenciando-se apenas pelas variações de cor e de disposição. Ao introduzir estas variáveis recorrentes, Parreno leva o princípio do ritournelle para além do seu entendimento musical, transportando-o para aquilo que Deleuze descreveu como "uma repetição da diferença”. Como o passado e o futuro estão inscritos no presente, a exposição torna-se um autómato, uma fábrica onde são projetadas estas variáveis, uma forma de imitação que se transforma numa nova invenção. 

 

Até 7 de Maio a exposição está patente no Museu de Serralves.