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Glam Magazine

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Moor Mother estreia-se em Portugal

Lisboa, Porto e Coimbra recebem a estreia nacional do projecto de Camae Ayewa, com a apresentação de “Fetish Bones”, o disco que resgatou a veterana artista de Filadélfia para a atenção do mundo. Um disco profundamente comprometido com uma ética socio-cultural progressista, tão essencial neste tempo e numa América presentemente perdida num nevoeiro chamado Trump, “Fetish Bones” é uma bala na cabeça de muitos – e uma semente na de tantos outros.

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Discípula de uma geração de pensadores revolucionários como W. E. B. Du Bois ou Sun Ra, Moor Mother é frequentemente enquadrada na linha da cultura afrofuturista, comprometida com lo questionamento da posição negra no mundo actual e a análise de eventos que de alguma forma marcaram a cultura negra mundial. Com uma dimensão que vai muito para além da música, Moor Mother é activista, poeta, produtora, figura do underground com uma intensa obra em curso nos últimos cinco anos.Rimas soltas, poemas, leituras, como uma sintonia disfuncional numa frequência pirata ligada à sua adolescência. Uma narrativa de alma aberta. Sampling, rap, beatmaking, spoken word, e tudo o mais, numa matriz black power elevada ao divino.

Os concertos em Portugal a acontecem a 19 de Abril no Porto (Café Au Lait), a 20 de Abril em Lisboa (ZDB) e a 21 de Abril em Coimbra (Salão Brazil).

"Quero o que não vejo"… o novo vídeo de oLUDO

oLUDO irão apresentar o seu novo disco esta quinta-feira, às 22h30m, no Teatro do Bairro em Lisboa. Como cartão de apresentação do concerto, acabam de apresentar um novo vídeo, "Quero o que não vejo"

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"Quero o que não vejo" leva-nos numa viagem ao âmago das relações conturbadas e à dificuldade que temos, por vezes, em dizer o que nos vai na alma por sabermos que vai magoar alguém. Preferimos mentir, esconder e até evitar estar com quem devíamos ter falado. É uma defesa que criamos inconscientemente. Mentiras, decepções, discussões acesas e a dificuldade de manter o afastamento necessário para que a serenidade tome o seu lugar na nossa vida.

O video foi elaborado pelo Nuno Relógio, conta com participação de Daniela Mira e André Gil. As imagens da banda foram captadas nas Sessões Latitude 37º, na Sociedade Recreativa Progresso Olhanense.

A música fará parte das muitas que estão preparadas para as apresentações do disco. Os concertos terão uma vibração diferente do disco, fundamental para que consigamos absorver melhor a mensagem.

Panado lançam "Preguiça"… primeiro single do álbum de estreia

Preguiça” é o primeiro single do álbum de estreia de Panado, “Juventude Coxa”, trabalho que foi realizado ao longo dos últimos meses com a cumplicidade e produção de Claudio Fernandes (PISTA).

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A “Preguiça” vem acompanhada de teledisco realizado por Pedro Tavares e assume-se como canção tour de force do rock mais puro e electrizante, contando com uma ilustração visual que incide no carácter vibrante e enérgico do power trio lisboeta, composto por Diogo Vítor (voz e guitarra), Lourenço Dias (voz e baixo) e Bernardo Moniz Moreira (bateria).

Com este single levanta-se o véu ao álbum de estreia da banda, registo que resulta de um ano de trabalho e que se quer editado para breve. Esta complexa homenagem ao rock & roll viaja numa nuvem de delay e melodias hipnóticas, mas sem nunca perder a energia que caracteriza o tão jovem trio. Durante as oito faixas, ouvimos kraut, viagens mais psicadélicas e decididamente riffs influenciados pelo garage rock, sem em nenhum momento sentirmos a música perder a homogeneidade ou a espontaneidade.

 

Os Panado dão um concerto no próximo dia 22 de Abril, no Musicbox, em Lisboa, na companhia dos nortenhos The Lazy Faithful.

A celebração de "Mutantes S.21" dos Mão Morta

Passados 25 anos sobre a edição de "Mutantes S.21”, os Mão Morta apresentam um concerto de celebração desse álbum que, então, trouxe esta banda apenas conhecida no meio mais underground nacional para o conhecimento por um público mais vasto. Pela primeira vez serão apresentados em concerto todos os temas do álbum, incluindo 3 nunca tocados ao vivo. A estes acrescentam-se outros 6 temas seleccionados pela banda, tendo por base letras que remetem para ambientes urbanos, relatando estórias de cidades.

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Mas porque "Mutantes S.21" também foi um álbum de transição entre o Vinil e o CD, então pensando-se ser o último que a banda editaria naquele suporte, houve lugar a uma edição especial com banda desenhada. Em 2017, a banda opta por realçar esse facto, não optando pela reedição da BD mas sim por criar algo novo, convidando 15 ilustradores nacionais para criarem um trabalho alusivo a cada um dos temas que serão apresentados ao vivo nesta Tour. Sobre essas ilustrações, João Martinho Moura, conhecido artista de Arte Digital, desenvolverá um trabalho de visuais, actuando em tempo real com a banda.

 

São tudo motivos para se esperar que a passagem deste concerto por diversos pontos do país durante 2017, incluindo alguns dos principais Festivais nacionais, não seja mera reposição nostálgica.

Datas já confirmadas:

17 de Junho 2017 - Festival Rock Nordeste

12 de Agosto 2017 - Festival Bons Sons

Agosto - Festival Paredes de Coura (data a anunciar)

29 de Setembro 2017 - Teatro Aveirense;

11 de Novembro 2017 - Festival LUX Interior (Coimbra)

18 de Novembro 2017 – Culturgest (Lisboa)

Capote Fest 2017 leva as novas sonoridades nacionais a Évora…

O Capote Fest é um festival de música portuguesa, organizado pela Capote Música, com raízes na terra que celebra uma vasta planície de sonoridades, promove bandas emergentes e dá visibilidade a algumas já mais estabelecidas. Acima de tudo é um festival que pretende elevar Évora no roteiro nacional da nova Música Portuguesa.

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São 9 bandas que durante três dias vão animar 2 espaços míticos da cidade alentejana, a Sociedade Harmonia Erborense (SHE) e SOIR – Joaquim António de Aguiar. O Capote Fest estende-se no final da noite ao Praxis Club, parceiro Capote, para duas noites que prometem ser de excelência com o som dos djs Altamont

O programa arranca no dia 4 de Maio na Sociedade Harmonia Eborense com o concerto dos Cassete Pirata pelas 23.00h. No dia 5 de Maio os concertos acontecem no SOIR – Joaquim António de Aguiar com os Cassete Riscada a abrir a noite pelas 22.30h. Pelas 23.15h sobem ao palco os Bom Marido seguidos pelos Bicho do Mato pouco depois da meia noite. A fechar o palco pela 01.20h os Riding Pânico apresentam o seu mais recente trabalho, “Rabo de Cavalo”.

No dia 6 Maio a musica volta a ocupar o espaço SOIR – Joaquim António de Aguiar com os Surreal Prisma a abrir a noite pelas 22.30h. Pelas 23.15h os Baleia Piloto fazem a sua estreia seguindo-se os Madrepaz. A fechar o último dia em palco, a jogar em casa, Ana Miró com o seu projeto Sequin pelas 01.20h

Uma aposta para este verão… novo single de Riic Wolf "Turns Black"

Turns Black” marca o início de Riic Wolf no seu próprio projeto a solo, um tema hoje lançado e que promete ser uma das músicas deste verão. Riic Wolf é o projecto que dá nome à nova aventura do músico Ricardo Lobo. Depois de 4 anos de sucessos com os The Stonewolf Band, o compositor português e que viveu grande parte da sua vida em Singapura abraça-se agora a um novo desafio profissional a solo.

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Turns Black” é um tema de apresentação que conta com a intíma voz de Riic Wolf e com uma sonoridade pop bastante dançável. O artista garante que "este tema é um recomeço perfeito (...) É diferente de tudo aquilo a que eu estava habituado - o folk rock. É também uma espécie de soslaio para os temas que se seguem." Um tema que promete ser bastante relacionável, uma "música que fala em algo que nos acontece a todos quando temos atitudes e opções erradas e que mais tarde resultam num profundo arrependimento."

Cruzou-se agora com o produtor Mikkel Solnado e a paixão comum por fazer música e pela sua busca incessante levou-os a reunirem-se em estúdio para realizarem um conjunto de canções que sintetizasse o distinto universo artístico de ambos. Nas palavras de Riic Wolf esta colaboração surgiu de um desafio de Solnado para escrever um refrão para outro DJ, mas admite que "uns dias depois comecei a sentir a música como minha e acabámos por decidir que fazia sentido que fosse eu a editá-la. Tive apenas de a adaptar à minha identidade".

 

Desta união nasceu “Turns Black”, um tema fresco e desempoeirado que promete ser um dos sucessos deste ano.

Somma ao vivo no Plano B

Os Somma surgiram em 2011 juntando músicos dos Human cycle e Oxygen, com uma grande vontade de criar a nível musical assim como na parte lírica, algo bem diferente na música contemporânea escrita na “língua de Camões”.

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Lançaram recentemente o seu primeiro disco intitulado de "Onde escapam Medos e Segredos ..." que vai ser apresentado, esta sexta, no Plano B. Todas as canções que fazem parte, deste primeiro trabalho são escritas em português, e as histórias em cada um dos temas tem sempre uma mensagem implícita, sendo os Poetas e Escritores Clássicos e Contemporâneos Nacionais, a sua grande fonte de inspiração no campo da escrita.

 

Musicalmente os somma têm como principais influências o rock alternativo internacional e nacional e a electrónica.

A 1ª parte do concerto será assegurada pelo talentoso Tiago A. Cardoso em registo acústico.

 

Plano B (Porto)

14 de Abril 2017 | 22.30h

Rufus Wainwright, Douglas Dare, Wim Mertens, Dakota Suite & Quentin Sirjacq na 1º edição do RESPIRA!

Durante o mês de maio o Theatro Circo abre as portas ao primeiro RESPIRA! – O piano como pulmão. Para o efeito, foram escolhidos 4 pulmões e 4 pianos: Douglas Dare (dia 12), Wim Mertens (dia 13), Dakota Suite & Quentin Sirjacq (dia 20) e Rufus Wainwright (dia 31).

Rufus Wainwright - RESPIRA!

Respirar é um processo humano vital. Para alguns, o piano é quase idêntico aos pulmões. Basta pensarmos em Glenn Gould, olhar para as suas gravações e sentir a cada tecla o ar a entrar e a sair da sua boca. É provável que, para um pianista, do ponto de vista bioquímico, o piano seja o seu 101º órgão e ainda maior que os pulmões. Na linguagem vulgar, respirar também é viver, conhecer, arriscar, ouvir lufadas de ar fresco. Neste sentido, RESPIRA! é uma ordem universal, uma forma de um ser vivo animar um monstro chamado piano. E a cada pulmão cabe uma lufada diferente.

 

A 1ª edição do RESPIRA! conta com quatro presenças internacionais - três das quais com data exclusiva em Portugal e espetáculos únicos a solo – tendo início com a jovem coqueluche da Erased Tapes, o londrino Douglas Dare, que terá a sua estreia absoluta em Portugal com data exclusiva e a solo no dia 12, seguindo-se no dia seguinte o consagrado pianista Wim Mertens também num espetáculo a solo. No dia 20 passarão por Braga os Dakota Suite, liderado pelo talentoso Chris Hooson e acompanhado do pianista Quentin Sirjacq, e para terminar com chave de ouro estará entre nós o compositor nova iorquino Rufus Wainwright, que se apresentará a solo e em exclusivo em Portugal no dia 31 (quarta).

 

 A verdade é que o Theatro Circo se torna no principal pulmão da cidade com a cadência rítmica do piano. Sendo assim. os trilhos e as caminhadas pela floresta podem muito bem ficar para junho. O ar puro aqui é garantido.

"Monte da Lua"… junta Berlau & AM Ramos

"Monte da Lua" é, de certa forma, um sucessor natural e espiritual de "Red Railbus Sessions", onde às linguagens já conhecidas do duo se juntam novos elementos como a percussão, as vozes ou os longos drones que permeiam algumas das faixas do disco. Acima de tudo, ouve-se um duo mais maduro e cada vez mais conhecedor de si mesmo, como se estivessem ambos mais conscientes do seu espaço e do que podem oferecer a este encontro, num exercício de simbiose, honestidade e complementaridade raro.

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Gravado em Sintra, na sala feita estúdio de Jorge Nunes e Mariana Marques, "Monte da Lua" é também uma espécie de retrato íntimo e orgânico do duo Berlau & AM Ramos, um sentimento ainda mais premente neste segundo capítulo.

 

Para ouvir e fazer o download (gratuito) aqui

Joana Rios… Há Fado no Cais

“Fugindo ao fado fugia de mim”. Esta frase do célebre “Que Deus me perdoe” resume o percurso artístico de Joana Rios que nasceu em Lisboa e começou a cantar profissionalmente aos 16 anos.

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Muito cedo Fernando Maurício desafiou-a a seguir um caminho como fadista. Os estudos musicais levaram-na a percorrer vários géneros que fizeram parte da sua formação: da música clássica ao Jazz, passando pela composição, Joana Rios teve um percurso eclético até regressar ao fado. Foi pela mão do mestre da guitarra portuguesa António Parreira, que finalmente se deu esse reencontro que marcou definitivamente a sua carreira.

 

Museu do Fado (Lisboa)

20 de Abril 2017 | 21.00h

You Can't Win, Charlie Brown no palco NOS do NOS Alive’17

O NOS Alive’17 continua a fortalecer o seu cartaz com a confirmação de um dos maiores nomes da cena musical nacional. You Can't Win, Charlie Brown são a nova confirmação para o Palco NOS, no dia 6 de junho que marca o arranque da 11.ª edição do NOS Alive.

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Afonso Cabral, Salvador Menezes, Tomás Sousa, David Santos, Guilherme Canhão e João Gil levam ao Passeio Marítimo de Algés “Marrow”, o terceiro álbum de originais de onde foram extraídos os temas “Above the Wall” e “Pro Procrastinator”. Os novos temas apontam para uma direção musical distinta onde as tendências folk e as guitarras acústicas passaram para segundo plano, dando lugar a uma sonoridade mais eléctrica e, por vezes, até mais dançável. O disco foi gravado no estúdio HAUS, por Fábio Jevelim, Makoto Yagyu e Miguel Abelaira e misturado por Luís Nunes, também conhecido por Benjamim, colaborador de longa data da banda.

 

You Can't Win, Charlie Brown nasceram em 2009 e um ano depois editaram o EP homónimo, com a Optimus Discos, que abriu caminho para a estreia em disco com “Chromatic. Já em 2014 lançam “Diffraction/Refraction” e em outubro de 2016 regressaram com “Marrow”, o disco que veio reforçar que os You Can't Win, Charlie Brown são uma das bandas mais talentosas da atualidade.

April Ivy e Matias Damásio... As novas confirmações do MEO Sudoeste

Em agosto, o MEO Sudoeste é a semana mais aguardada do verão para milhares de festivaleiros. Hoje anunciam-se dois nomes que cantam em português e que são presença assídua no airplay da atualidade: o angolano Matias Damásio e a portuguesa April Ivy

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Apesar da idade, o mundo artístico não é propriamente uma novidade para April Ivy. Com apenas 9 anos, começou as primeiras experiências na área da representação, nomeadamente ao dar voz a personagens da Disney, nos filmes “Toy Story 3”, “Entrelaçados”, “Minnie & You”, entre outros. Desde muito cedo teve também aulas de piano e voz, formando a sua primeira banda logo de seguida.

Em 2015 lançou o primeiro single, “Unstoppable”. Depois disso seguiu-se o convite para a gravação do primeiro EP e, em fevereiro de 2016, lançou "Be Ok", música que rapidamente conquistou o público português, com presença forte nas rádios nacionais. Em julho de 2016 assinou pela Universal Music France / MCA e no final desse mesmo verão voltou à carga com o single "Shut Up", mais uma prova de que estamos diante de um dos mais promissores talentos da cena pop nacional. Um ano depois de se estrear no MEO Sudoeste, no palco dedicado aos valores nacionais emergentes, prepara-se agora para pisar o palco maior do Festival, dia 5 de agosto, no Palco MEO.

 

Matias Damásio é um autêntico fenómeno de popularidade da música de expressão portuguesa. Em Angola já ganhou quase tudo o que havia para ganhar, desde o Festival da Canção de Luanda até ao Festival de Música Popular Angolana. Em Portugal, também já ninguém lhe fica indiferente. O seu quarto disco, “Por Amor”, editado em 2016, é um sucesso de vendas, com o single “Loucos” (com Héber Marques dos HMB) a ser das músicas mais tocadas nos últimos meses, contando com mais de vinte milhões de visualizações no YouTube.

Exposição “Debaixo dos Nossos Pés – Pavimentos Históricos de Lisboa”

Estudar e analisar os pavimentos de uma cidade tão antiga como Lisboa significa conhecer a própria cidade. Nesta exposição, o Museu de Lisboa aborda um tema raras vezes explorado: as técnicas, materiais, formas, composições e cores que revestiram o chão que pisamos, desde a Pré-História até aos inícios do século XX.

Porque um tipo de revestimento do solo não surge do nada, porque as necessidades do homem aguçaram a sua capacidade inventiva e porque as soluções adotadas traduzem experiências, fórmulas, ensaios e erros, pode afirmar-se que, ao examinar os pavimentos que o homem criou e pisou, se entende melhor a história de um local e a história das pessoas que o habitaram. As soluções de pavimentação da cidade foram-se modificando ao longo do tempo. Na análise diacrónica promovida por esta exposição, é evidente que muitas propostas foram ensaiadas, testadas e aferidas, enquanto outras foram adotadas de forma visivelmente casual.

Mosaico romano da Rua Cais de Santarém©Neoépica, Lda.

A visão ampla que esta exposição pretende fornecer quanto ao tipo de revestimento que terá existido em tempos tão recuados como a Pré-História, naturalmente só pode ser reconhecida arqueologicamente. E a arqueologia é o grande mote deste trabalho, pensado com o intuito de dar a conhecer algumas das muitas intervenções arqueológicas que têm sido realizadas em Lisboa nos últimos anos.

 

Chamar a atenção para o chão que todos os dias pisamos, deter os olhos nos padrões da calçada portuguesa que mãos hábeis fizeram, constitui um tributo a todos os que possibilitaram que percorrêssemos Lisboa ao longo de tantos e tantos séculos.

 

Comissários: Lídia Fernandes, Jacinta Bugalhão e Paulo Almeida Fernandes

De 19 de abril a 24 de setembro de 2017, de terça a domingo, das 10h às 18h (última entrada às 17h30)