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Glam Magazine

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indignu [lat.] + Laudo no Auditório Municipal de Vila do Conde

Os indignu [lat.] são uma banda de post-rock de Barcelos e os cabeças de cartaz da noite. No seu percurso, contam já com três álbuns editados. Depois de “Fetus in Fetu” (2010), que contou com a colaboração de Valter Hugo Mãe; “Odyssea” (2013), áudio livro com ilustrações de Mário Vitória, e considerado “uma obra de arte” pela Time Out Porto, os indignu [lat.] vêm à cidade de Vila do Conde, pela primeira vez, apresentar o seu último trabalho de originais, “Ophelia” (2016).

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Assente numa bipolaridade consciente, “Ophelia” é um disco com dois lados: Se o A/Norte/Oeste é delicado, planante, emocional, sensorial, contemplativo, o outro, o B/Sul/Este é agitado, negro, sofrido e excêntrico.

Afonso Dorido (guitarra, baixo), Graça Carvalho (violino e sintetizadores), Helena Silva (violino), Jimmy Moom (guitarra, metalofone, baixo), Paulo Miranda (bateria) e Mateus Nogueira (baixo, piano, guitarra) prometem uma noite inesquecível e, seguramente, o conseguirão.

 

A primeira parte da noite estará a cargo dos Laudo, projecto recém-criado por um duo com raízes locais, que nos proporciona um som experimental, de fusão entre um cordofone dedilhado antigo (tiorba) e um contemporâneo (guitarra lap steel).

Uma novidade no panorama cultural português, seguramente a não perder..

 

Auditório Municipal de Vila do Conde

29 de Abril 2017 | 22.00h

Há noite no estúdio… com os The Sunflowers

São uma banda que toca mais ou menos punk. Garage rock descreve melhor o som cheio de guitarras sujas carregadas de distorção vindas do além e melodias fixes para andar de skate e fazer moches. São um duo com influências da nova cena indie e garage rock. Além disso, têm duas coisas a seu favor: uma rapariga na bateria e um vocalista que foi eleito o sexto mais bonito da escola.

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Lançaram em meados de 2014 o primeiro registo musical, gravado n’O Cão da Garagem, coletivo de artistas que os próprios lançaram, repleto de espirito DIY. 2015 foi o ano da digressão de apresentação do EP “Ghosts, Witches and PB&J’s”, pelo pais inteiro, com especial destaque para a presença no Indie Music Fest 2015, onde fizeram a primeira parte do The Parrots. Em 2016 estiveram no Palco Vodafone do Rock in Rio Lisboa.

Em setembro saiu o primeiro álbum “The Intergalactic Guide to Find the Red Cowboy”….

 

Teatro Aveirense

20 de Abril 2017 | 21.30h

“Clonado”… o novo espetáculo de Miguel 7 Estacas

Miguel 7 Estacas é um dos maiores comediantes portugueses saído da geração de ouro que brilhou no programa televisivo "Levanta-te e Ri" (Sic), programa esse, que foi um dos grandes responsáveis pela aproximação do grande público ao "Stand Up Comedy".

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Depois de uma paragem forçada, Miguel 7 Estacas regressou aos palcos em Fevereiro com o espetáculo "Fugir à Retina" que de uma forma divertida faz o exorcismo desse período conturbado na vida do comediante. O espetáculo é um sucesso e enche as duas mais míticas salas de espetáculos de Portugal, os Coliseus do Porto e Lisboa. Nomes como: António Raminhos, Quim Roscas e Zeca Estacionâncio, Eduardo Madeira, Hugo Sousa, Luís Filipe Borges, Carlos Moura, Nilton, Fernando Rocha, Aldo Lima, João Seabra, Francisco Menezes e Óscar Branco, fizeram parte do elenco desta reentre de luxo.

 

Mestre na arte de fazer rir, Miguel 7 Estacas apresenta no Casino do Estoril, do dia 21 ao dia 24 de Abril o seu novo espetáculo intitulado de "CLONADO" onde irá passar em revista mais de 25 anos de carreia, relembrando os seus mais icónicos personagens como o Mágico Urini e o Sr. Limpinho.

 

Casino do Estoril

21 a 24 de Abril 2017

Ramriddlz estreia-se em Portugal dia 20 de Abril na Gin & Juice no Musicbox

Ramriddlz tem estreia marcada em Portugal para trazer até nós o seu sedutor vibe de dancehall. O cantor mais doce vai esquentar o Musicbox Lisboa a dia 20 de Abril em mais uma noite G&J. Mike El Nite toma conta do resto da noite num inédito ALL NITE DJ SET onde ele é que dita as regras desta festa abrasadora.

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A primeira música que Ramriddlz escreveu, "Sweeterman", foi faísca para um remix de Drake, marcando assim também a entrada de influências caribenhas no som da lenda pop. Ramriddlz vem dos subúrbios de Toronto, os pais são imigrantes egípcios e ele canta despreocupadamente sobre produções de dancehall. O Canada tem-nos apresentado cada vez misturas imprevisíveis sonoras que, no caso de Ramriddlz, resultam no som doce e tropical com uma exuberância sempre descontraída.

“O Cinema” de Annie Baker na Culturgest

Num cinema esquecido de província, três empregados mal pagos varrem pipocas nas coxias vazias e cuidam de um dos últimos projetores de 35mm. Um tributo ao cinema e um comovente retrato de três pessoas que talvez não tenham futuro.

O cinema acabou? E o trabalho? O que ficou de um mundo que pensámos ia durar muito mais tempo? Lixo, vassouras, bilhetes rasgados, bobines por devolver? E no entanto, o desejo, talvez o amor. Insistindo num realismo a que chamamos americano, rarefeito e dilatado até parecer outra coisa, Annie Baker escreve aqui uma elegia. Um teatro singular, este que agora apresentamos: melancólico, finamente observado, duro e generoso, cómico quase sempre.

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photo: Jorge Gonçalves

 

Com esta peça Annie Baker recebeu um Obie Award e o Prémio Pulitzer em 2014. Escreveu também, entre outras, The Aliens, Body Awareness, Circle Mirror Transformation (que o Teatro Oficina apresentou em 2014), John e uma adaptação do Tio Vânia de Tchékhov. Cinema e teatro dançam ao som de Jeanne Moreau em Jules et Jim: "No turbilhão da vida/Continuámos a rodar/Os dois enlaçados". Uma Coprodução Artistas Unidos e Culturgest

 

Culturgest (Lisboa)

19 a 23 de Abril 2017 | 21.30h

Casa da Memória comemora 1º aniversário

Um ano volvido sobre a abertura da Casa da Memória de Guimarães (CDMG), a efeméride é assinalada com um programa desenhado para o propósito. Visitas especiais e temáticas, conversas e oficinas, fazem parte de um programa que o convida a visitar a Casa e conhecer e reconhecer  a cidade e o concelho de Guimarães.

CDMG (1) © Paulo Pacheco

Inaugurada a 25 de abril de 2016, a Casa da Memória de Guimarães é um centro de interpretação e conhecimento que dá a conhecer, através da exposição “Território e Comunidade”, a memória de um lugar e vários dos seus prismas. Situada na antiga fábrica de plásticos Pátria, na Av. Conde Margaride, é um local de encontro, acolhimento, partilha e reflexão sobre Guimarães: no espaço expositivo da Casa da Memória poderá encontrar imagens, histórias, documentos e objetos que permitem conhecer diferentes aspetos da comunidade vimaranense através de um largo arco temporal: da Pré-História à Fundação da Nacionalidade, passando pelas Sociedades Rurais e Festividades e Industrialização do Vale do Ave, até à Contemporaneidade. Mais do que uma visita, a Casa da Memória oferece aos visitantes uma experiência, através de uma viagem por memórias coletivas e individuais.

O programa especialmente desenhado para a comemoração do 1º aniversário da CDMG começa no sábado, dia 22 de abril, às 16h30, com a inauguração do Repositório da Casa da Memória: um espaço de construção, reflexão e investigação de acervos digitais – o primeiro deles a Colecção de Fotografia da Muralha, Associação de Guimarães para a Defesa do Património que, depois do projeto Reimaginar Guimarães, na Capital Europeia da Cultura, encontra agora novo abrigo.

CDMG (8) © Paulo Pacheco

Após um breve momento inaugural, o Repositório acolhe, às 17h00, a primeira sessão de “Memórias da Memória”: um ciclo de conversas com especialistas – do arquivo à psicanálise, da história à ficção – que nos dão a conhecer e a compreender os vários lados e formas da memória. Maria Matos Graça inaugura este ciclo de conversas abordando experiências de pensamento para pensar a nossa experiência consciente. Questões clássicas sobre a relação entre mente e cérebro serão o tema central de uma conversa que procurará desafiar as intuições mais imediatas que temos sobre o que é a mente e a identidade individual. Ao mesmo tempo da conversa com Maria Matos Graça, a Casa da Memória desafia os mais novos a reinterpretar lugares da cidade de Guimarães, através de jogos e exercícios de memória que resultam na construção de fanzines. Este será o tema central da oficina “MnemoZine”, orientada por Carina Oliveira.

No domingo, dia 23, às 11h00, como tem sido habitual, realiza-se mais uma edição dos Domingos em Casa, desta vez sob o mote “Memórias do Chão”. Uma oficina orientada por Vera Santos que se centra no corpo, no espaço e no movimento. Andar, parar, correr, saltar, sentar, acenar, olhar, dançar, são formas de (re)conhecer um espaço, de comemorá-lo, e de guardar memórias. O Largo do Toural surge como chão dessas memórias que se vão relacionar com os elementos da exposição da CDMG.

CDMG (15) © Paulo Pacheco

Na tarde de domingo, às 17h00, a Casa da Memória inaugura o ciclo de exposições temporárias “Memento (Lembra-te)”. Com objetos e imagens provenientes de coleções de instituições ou de particulares, a CDMG irá concretizar sucessivos momentos expositivos, de modo a aprofundar as referências dadas pela exposição nuclear, “Território e Comunidade”. A primeira mostra deste ciclo de exposições temporárias tem como título “Jantar de Domingo à tarde” e apresenta um conjunto de objetos e imagens provenientes das coleções particulares de António Oliveira (pai), António Oliveira (filho), Jorge Correia e da Delegação de Guimarães do Sindicato dos Trabalhadores do Comércio, Escritórios e Serviços. Fotografia, cerâmica, mobiliário e documentos permitem-nos recuar às primeiras décadas do século XX em Guimarães — a um tempo em que o mundo de trabalho estava em profunda transformação e o papel reivindicativo do operariado já se fazia sentir.

Entre 1901 e 1931, a Associação de Classe dos Empregados do Comércio de Guimarães convencionou o descanso semanal aos domingos, da parte da tarde. Como 'memento' deste decreto, passou a organizar um jantar comemorativo por ano. Naquela época, foi essencial lembrar a necessidade do descanso, numa sociedade que trabalhava de sol a sol. Com a realidade e dinâmica contemporânea do mercado de trabalho global, estaremos assim tão longe deste passado? E que reflexões poderemos fazer a partir dele para preparar o nosso futuro Descansaremos mais, ou menos, agora que vamos sendo paulatinamente substituídos pela inteligência artificial e pela robótica? A exposição poderá ser visitada até 15 de outubro. A entrada é livre.

CDMG (24) © Paulo Pacheco

Para assinalar a inauguração da exposição “Jantar de Domingo à tarde” será criado um jantar temático a partir das 18h30, onde se espera que sejam lembradas histórias estimuladas pelo que ali se expõe, e que as mesmas sejam contadas ao sabor do que se vai provando à mesa. Na noite de segunda-feira, às 22h00, a Casa da Memória propõe uma conversa sobre o Dia da Liberdade. “Onde estava no 25 de abril de 1974?”: a pergunta ficou célebre na caricatura de Herman José a Baptista Bastos e agora é tempo de lhe dar resposta, derivando do plano do humor para o vasto campo da memória. O que fazíamos? O que lembramos? Este é um encontro coletivo na sala do Repositório da CDMG, onde se ouvirão as memórias de um dia inesquecível.

 

No dia 25 de abril, um ano volvido desde a sua inauguração, a Casa da Memória será um espaço habitável por todos quantos queiram conhecer os cantos da Casa. Com atividades em modo contínuo de manhã e de tarde, todos terão a oportunidade de visitar e de experimentar, à medida dos seus interesses, um programa que estimula a descoberta, a pertença e a participação, partindo das referências dos visitantes para a fruição e conhecimento dos conteúdos presentes no discurso expositivo da Casa da Memória.

Entre as 10h00 e as 13h00, os participantes poderão criar uma “cidade de pernas para o ar” e fazer doces ou biscoitos. Entre as 15h30 e as 18h30, poderão contar contos e acrescentar pontos, mexer o corpo e inventar instrumentos. Ao longo de todo o dia, poderão também bordar como em Guimarães se faz, sentar numa roda de oleiro para sentir o barro e visitar as exposições permanente e temporária. Todas as atividades têm entrada livre.

 

Para encerrar o programa de celebração do primeiro ano de existência da CDMG, o “Espalha Memórias” revela-se pela primeira vez ao público. Numa sessão “zero” especial, o ponto de encontro será no Largo do Toural, às 16h00, para um percurso cheio de novidades e reminiscências que marcarão a memória de todos. O final será na Casa da Memória para uma conversa junto a um objeto da exposição, numa celebração coletiva do aniversário e da Liberdade. “Espalha Memórias” é um programa de visitas a partir da Casa da Memória de Guimarães. Da Casa para a memória ou da memória para a Casa, os participantes serão convidados a conhecer diferentes percursos, com histórias, tradições, novidades e gente de cá e lá. De maio a setembro, uma vez por mês, Guimarães descobre-se ou redescobre-se através deste programa: do Património Industrial ao Mundial, das Gualterianas a D. Afonso Henriques, por trás das portas, para beber um copo ou para folhear um álbum de retratos. Sempre em boa companhia e muita partilha.

 

Fotografias: Paulo Pacheco

Festival do Vinho do Douro Superior 2017 celebra-se em Foz Côa

Se é amante de vinho e das emblemáticas paisagens do Douro, com o seu altaneiro rio, assinale já na agenda estas datas: 19, 20 e 21 de Maio. Vila Nova de Foz Côa, na sub-região do Douro Superior, vai receber pelo sexto ano consecutivo o Festival do Vinho do Douro Superior (FVDS). O “palco principal”, no que toca aos vinhos, sabores e à música, vai estar montado no EXPOCÔA - Centro de Exposições de Vila Nova de Foz Côa, mas a animação, essa, estende-se à cidade.

FVDS - Feira 1

A inauguração oficial do FVDS 2017 está marcada para sexta-feira, dia 19, às 18h00, e contará com a presença de um representante do Governo e do Presidente da Câmara de Foz Côa, Gustavo de Sousa Duarte, o grande mentor desta iniciativa, que ao longo dos últimos anos tem ajudado a dinamizar esta sub-região e a potenciar a cidade como a “Capital do Douro Superior”.  Celebrar o carácter e singularidade dos vinhos do Douro Superior é o objectivo deste evento, que contará com a presença dos melhores produtores desta sub-região e inúmeras actividades ao longo dos três dias. O programa oficial do evento contempla o habitual ‘Concurso de Vinhos do Douro Superior’ e o anúncio dos respectivos resultados, assim como um Colóquio, subordinado este ano ao tema “Um Rio de Patrimónios, da Foz à Nascente”. A coordenação é João Paulo Martins, crítico de vinhos do Expresso e da VINHO - Grandes Escolhas, e estão já garantidas três presenças de peso: o jornalista Francisco José Viegas, o Professor Bianchi de Aguiar e o enólogo João Nicolau de Almeida.

FVDS - Feira 2

Ao vinho juntam-se os sabores, que estarão presentes nos stands e espaços de restauração do evento, a representar iguarias de Vila Nova de Foz Côa, mas também dos concelhos circundantes: Carrazeda de Ansiães, Figueira de Castelo Rodrigo, Freixo de Espada à Cinta, Mêda, São João da Pesqueira, Torre de Moncorvo e Vila Flor.

 

São 3 dias de entrada livre completamente dedicados ao melhor da sub-região mais a montante do Douro. Além da mostra de vinhos, o festival contará com as habituais provas comentadas por especialistas: três no que toca aos vinhos (brancos, tintos e do Porto); e uma de azeites. A animação musical está igualmente garantida.