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Glam Magazine

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Festival Entremuralhas 2017… Front Line Assembly

A Fade In - Associação de Acção Cultural leva ao Castelo de Leiria um cardápio sonoro absolutamente luxuoso para a 8ª edição do Festival Entremuralhas.

Quatro bandas iconográficas com mais de 30 anos de carreira e uma série de novos valores emergentes na cena alternativa mundial, criteriosamente seleccionados e prontos para surpreender, como é sempre apanágio deste evento "único no mundo e aqui tão perto!"

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Os canadianos Front Line Assembly são uma das maiores e mais influentes bandas electro-industrial de todos os tempos e é, por isso, com redobrado regozijo chegam pela primeira vez ao nosso país para terem as honras de encerramento do Entremuralhas. Formados em 1986 pelo ex-Skinny Puppy, Bill Leeb (também mentor de Delerium e de Noise Unit) e por Rhys Fulber (mentor de Conjure One, Delerium, e músico dos Fear Factory), os FRONT LINE ASSEMBLY cedo revelaram uma extraordinária apetência para criar arquétipos de uma estética musical em que, manifestamente, ditaram regras. Os seus quase 30 álbuns editados até à data foram (e são!) verdadeiros compêndios de como a música electrónica de reminiscências industriais poderia evoluir e transformar-se. Álbuns como “Caustic Grip” (1990), “Millenium” (1994), “Hard Wired” (1995), “Flavour Of The Week” (1997), “Implode” (1999) ou “Epitaph” (2001) delinearam tendências e foram responsáveis pelo aparecimento de centenas de bandas em todo o mundo que assumindo influências suas acabaram por, praticamente, replicá-los, repetindo até à exaustão, as novas fórmulas e métodos que a banda de Vancouver ia criando em cada etapa da sua existência. Mas os Front Line Assembly, ao contrário de muitos dos seus discípulos que ficaram reféns de uma certa ditadura estética da qual nunca conseguiram sair, sempre foram um organismo vivo de experimentação tecnológica e por isso sempre desbravaram novos caminhos. Ouça-se por exemplo, o irrepreensível álbum de 2013 (“Echogenetic”) para se perceber como é que uma banda com uma longevidade tão grande consegue ainda manter-se à frente do nosso tempo. Paradoxalmente, e não obstante os anos que separam os primeiros dos mais recentes discos, há um elemento que ainda os une e que, indubitavelmente, confere identidade aos Front Line Assembly: a voz (processada/distorcida electronicamente, raramente límpida).

Ao vivo a banda transforma-se num quarteto de potência “avassaladora” e de atitude “rock” que a todos contagia e faz render. Mais uma vez se fará história no Castelo de Leiria!

 

Festival Entremuralhas 2017 / Leiria (Palco Corpo)

26 de Agosto 2017 | 01.30h

Roger Sanchez anima noite no Porto a 24 de Abril…

Com o objetivo de dar à cidade do Porto um evento de culto para os apreciadores de house music, surge o Baixa Clubbing. O Baixa Clubbing é um conceito pensado de raiz para acolher a house music na sua essência. Nas palavras de Hugo Barros, mentor deste projeto, “a house music original, que se tornou um fenómeno global nos anos 80 e 90, desapareceu do mercado atual, dando lugar a um conjunto de derivados estilos e ritmos, mais alternativos e “agressivos” que já pouco se assemelham ao conceito inicial. Neste sentido, o Baixa Clubbing vem dar resposta a um público que deixou de se identificar com a oferta que atualmente predomina.”

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Com um ambiente selecionado, o Baixa Clubbing irá ocupar, uma vez por mês, o piso inferior do Baixa Bar, espaço de referência da noite portuense localizado no epicentro da conhecida movida das galerias. Nessas noites, o Baixa Bar transforma-se num micro club para receber uma noite memorável em ambiente clubbing, convidando nomes nacionais e internacionais incontornáveis no panorama da música eletrónica para assumir o comando da pista de dança.

A primeira edição do Baixa Clubbing está marcada para o próximo dia 24 de abril, véspera de feriado. Caberá ao norte-americano Roger Sanchez, ícone da house music mundialmente conhecido, inaugurar a pista do Baixa Clubbing.

“Pela sua larga experiência e pelo tipo de percurso que tem feito na área da música eletrónica, este é um nome de referência que se adapta ao conceito que pretendemos desenvolver com este novo projeto”, explica Hugo Barros.

Rui Horta regressa aos palcos após 30 anos de ausência

Rui Horta é um veterano selvagem. Só essa condição lhe permite, hoje, a ousadia e a obstinação de voltar ao palco após 30 anos de ausência. Ou é, ou não é. Então, que seja. Que haja luz, fogo, dor e, sobretudo, corpo. Que haja um raio que ilumina e destrói. Mas que haja. Que seja. “Vespa” é uma peça sobre uma cabeça a explodir, sobre o que nem sequer falhámos porque nos coibimos de cumprir. Na dupla condição de voyeur, a do outro e a de si próprio, o público compõe o tétris do personagem em cena, desafiando a sua própria conceção do registo público e privado. 

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“Há coisas que temos dentro da cabeça. Como um zumbido a roer o pensamento”. Estas são as primeiras palavras de “Vespa” e aquelas que, nem sempre sendo ditas, transportam o mundo interior da criação: um parênteses, um tempo parado onde cristalizamos e cuspimos o que nos transcende e atormenta. Uma redenção feita júbilo, onde se expande o instante para um tempo mais vasto.

 

“Quando olho para os últimos meses, nem sei bem porque decidi fazer esta obra...”, confessa Rui Horta. “Provavelmente porque as coisas mais importantes são também as mais inexplicáveis e as menos racionais. Há quem lhes chame  ‘parar, por momentos, no caminho’. Tal como um serial killer que se esconde atrás dos seus crimes, também o criador se protege do olhar do público, escondido atrás das suas obras e dos seus intérpretes. A diferença é que este solo é uma possibilidade, uma fractal, marca fugaz, apenas isso. Um lugar desprotegido e, pelo menos no meu caso, por muito pessoal que seja, não é autobiográfico, não conta o homem e fala de futuro”.

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Rui Horta é um dos mais conceituados bailarinos e coreógrafos do nosso tempo. Começou a dançar com 17 anos nos cursos do Ballet Gulbenkian e viveu em Nova Iorque onde completou e desenvolveu a sua formação. Foi professor e intérprete e, no regresso a Lisboa, prossegue a sua atividade tanto na formação de novos artistas como na condição de intérprete. Na década de 90 muda-se para a Alemanha e o seu trabalho ganha uma grande projeção, sendo considerado uma referência na dança europeia. Quando volta para Portugal funda O Espaço do Tempo, um centro multidisciplinar de residência e experimentação artística. Nas artes performativas, o seu trabalho estende-se ao teatro, à ópera e à música experimental, sendo igualmente desenhador de luz e investigador multimédia, universo que utiliza frequentemente nas suas obras.

 

Com “Vespa”, Rui Horta rompe assim uma longa ausência dos palcos e fá-lo, simbolicamente, na data em que celebra o seu 60º aniversário. No próximo dia 20 de abril, todos os caminhos vão dar ao Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães. Para quem não conseguir assistir à estreia, a peça sobe novamente ao palco do CCVF no dia 22, sessão em que o público poderá conversar com Rui Horta após o espetáculo.

 

Centro Cultural Vila Flor (Guimarães)

20 e 22 de Abril 2017

Espontâneo 2017… Festival Internacional de Teatro de Improviso

Portugal, Brasil, Colômbia, Estados Unidos, Espanha, França e Reino Unido, são os países representados nesta 6ª edição de Espontâneo, o único festival internacional em Portugal, dedicado em exclusivo à arte da improvisação teatral, que acontece de 20 a 23 de Abril, no Centro Cultural Olga Cadaval, em Sintra.

De entre os convidados internacionais de luxo, destacam-se Gustavo Miranda e André Giraldo do elenco do famoso espetáculo PORTÁTIL, do grupo de comédia brasileiro PORTA DOS FUNDOS; e a lendária improvisadora norte-americana Susan Messing.

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Todas as noites, para além do espetáculo principal, o público terá ainda a oportunidade de assistir a ensembles improvisados com a participação de todos improvisadores que participam no festival, e de frequentar diversos workshops de improvisação, lecionados pelos convidados internacionais. O Espontâneo abre também as portas aos novos valores da improvisação, com o espetáculo Mistr Impro, um campeonato improvisadamente cómico, no qual o público elegerá o melhor improvisador da noite.

 

De 20 a 23 de Abril, no Centro Cultural Olga Cadaval, o melhor improviso do universo, acontece aqui.

 

20 Abril - Quinta-Feira

21h30 Maria Peters & Rhiannon Vivian (UK) – WARM LEGGERS

22h45 – Mr. Impro

 

21 Abril - Sexta-Feira

21h30 – Impro Ensemble (Elenco Internacional)

22h30 – Susan Messing (USA) - MESSING WITH A FRIEND

 

22 Abril - Sábado

21h30 – Impro Ensemble (Elenco Internacional)

22h30 - Gustavo Miranda (COL), César Gouvea (BR) e Andrés Giraldo (BR) - PASSAGEIRO

 

23 Abril - Domingo

21h30 - Franck Buzz, Thomas Ury (FR) e elenco internacional – IMPROLIGHT BOX

 

Espontâneo é uma co-produção Instantâneos e Câmara Municipal de Sintra.

 

Festival Entremuralhas 2017… Pop Dell’arte

A Fade In - Associação de Acção Cultural leva ao Castelo de Leiria um cardápio sonoro absolutamente luxuoso para a 8ª edição do Festival Entremuralhas.

Quatro bandas iconográficas com mais de 30 anos de carreira e uma série de novos valores emergentes na cena alternativa mundial, criteriosamente seleccionados e prontos para surpreender, como é sempre apanágio deste evento "único no mundo e aqui tão perto!"

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Formados em 1985 os Pop Dell’arte mostraram, desde cedo, que a sua música tinha uma linguagem feita de várias linguagens. “Free Pop”, o álbum de estreia editado em 1987 foi uma autêntica pedrada no charco, em grande parte incompreendido à época (sobretudo pelos mais conservadores estéticos) mas elevado a obra prima, anos mais tarde, observado à distância e comparado com a vigência musical de então. Temas como “Berlioz”, “Rio Line”, “Loane & Lyane Noah”, “Turin Welisa Strada”, “Bladin” ou “Juramento Sem Bandeira (este com Adolfo Luxúria Canibal)” eram tão admiráveis quanto provocatórios e grangeram, desde logo, uma horda de fãs fieis que, ávidos de novas derivas e diatribes musicais, encontraram na banda um porto seguro até aos dias de hoje. “Contra Mundum”, o álbum mais recente, é outra obra de grande categoria que voltou a “passar ao lado” dos mais incautos, mas não dos mais atentos. Os Pop Dell’arte nunca se poderiam dissociar do talento e da inteligência do seu vocalista e fundador João Peste (o outro membro original é José Pedro Moura). Peste, é uma figura histórica e iconográfica do circuito alternativo português sendo, igualmente, um dos responsáveis pela visibilidade seminal desse mesmo circuito, sobretudo quando em 1986 fundou a editora Ama Romanta (etiqueta por onde passaram nomes incontornáveis como Mão Morta, Telectu, Anamar, Mler Ife Dada, Santa Maria Gasolina Em Teu Ventre, Pascal Comelade, Sei Miguel, Nuno Canavarro ou Essa Entente, para além, claro, dos próprios Pop Dell’arte …). João Peste sempre assumiu que os seus projectos musicais eram uma espécie de prolongamento da sua personalidade (inventiva, artisticamente disruptiva e experimentalista quanto baste, acrescentamos nós). Mas o território único e incomparável da banda foi erigido também através da fusão de personalidades de todos os músicos implicados no processo criativo dos Pop Dell’arte.

E foram muitos os que por lá deixaram marcas: Ondina Pires, Rafael Toral, Sapo, Luis San Payo, JP Simões, João Paulo Feliciano ou Nuno Rebelo, só para citar alguns… A forte e vincada configuração estética da banda nunca se perdeu. 26 anos separam o marcante e industrial “Illogik Plastik” de “Anominous” (tema de 2015 – e o mais recente que se conhece da banda) mas a transgressão artística e a insurreição poética continuam tão presentes hoje como no passado.

E é isso que destingue os Pop Dell’arte e que os torna tão especiais.

 

Festival Entremuralhas 2017 / Leiria (Palco Corpo)

24 de Agosto 2017 | 00.00h

Surma + Norberto Lobo na Festa dos Museus

Débora Umbelino é original de Leiria mas o que nos traz vem de locais bem mais exóticos. Surma, é o seu projeto one-woman- band, onde domina teclas, samplers, cordas, vozes e loop stations em sonoridades que fogem do jazz para o post-rock, da eletrónica para o noise e nos levam para paragens mais ou menos incertas, com paisagens desconhecidas e muito prazer na viagem.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

O primeiro single “Maasai”, produzido por Emanuel Botelho (Ex-Sensible Soccers) e misturado e masterizado por Paulo Mouta Pereira, com um video de Eduardo Brito,  filmado na cidade fantasma de Doel já a levou a correr o país de norte a sul, passando por festivais como o Super Bock Super Rock, Milhões de Festa e Lisb On. Fora de portas já levou este concerto a países como Espanha, França, Alemanha, Reino Unido e Suécia. Está prestes a finalizar a gravação do primeiro disco que sairá ainda em 2017.

 

Norberto Lobo, uma das figuras principais da música portuguesa do nosso tempo, tem novo álbum de originais. “Muxama”, de seu nome, estará disponível em CD, Vinil LP e digital, distribuído nacional e internacionalmente a partir de 26 de Setembro. Trata-se do seu sexto disco de estúdio em nome próprio e o seu segundo lançado no selo editorial suíço Three: Four Records, sucedendo a “Fornalha” de 2014.

 

Muxama” é o mais fresco capítulo realizado pela expressão artística do Norberto à guitarra, como sempre fruto do seu rico mundo interior, pujante curiosidade pela vida e pelas pessoas – músicos, seus pares, e público, outras pátrias e línguas e culturas – e uma particular inquietude estética perante a linguagem musical que vem oferecendo com a sua seis cordas. O estilo e o espírito que habitam os 9 temas de “Muxama”, composições afinadas entre o escrito e o acaso abraçado no momento da interpretação, sugerem as vias de acesso a uma harmonia e uma musicalidade próprias de outras paragens, espaços impossíveis de situar onde o sonho e o mito fazem ouvir, em cada breve narrativa, a sua estranha e obsessiva voz. Revelando-se o seu álbum ‘mais elétrico’ até à data, Norberto emprega agora pedais de efeitos e filtros em tempo real para com a sua técnica prodigiosa dar forma às suas ideias musicais, o que confere uma inspirada dimensão prismática à obra produzida, moldando noções de tempo, timbre e frases de maneira brilhante, simultaneamente clássica e póstera. Norberto continua a impulsionar a inovação no seu trabalho com uma subtileza tal que o parece revestir de uma espécie de liberdade fantástica, qualidade também presente nos Oba Loba, o sexteto de música criativa expandido a partir da parceria nuclear estabelecida com o baterista João Lobo, e que tem mantido uma preenchida agenda ao vivo pelo continente europeu nos últimos tempos.

 

Museu de Leiria

18 de Abril 2017 | 21.30h

"1908" estreia dia 21 de Abril

O Cluedo Teatral é um formato interactivo em que os espectadores se tornam investigadores e, em equipa, terão de interrogar suspeitos (actores) e analisar provas de forma a desvendar o mistério e descobrir o culpado. Pela primeira vez em regime de coprodução, a Don’Adelaide juntou-se à Byfurcação Teatro e à Câmara Municipal de Sintra para juntos apresentarem o primeiro Cluedo Teatral histórico, que vai transportar o público até às vésperas do Regicídio do Rei D. Carlos I.

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A 30 de Janeiro de 1908 os planos da Carbonária para assassinar o Rei D. Carlos I estão já numa fase em que há demasiado em jogo para voltar atrás, mas um assassinato de um dos conspiradores na sua sede secreta ameaça deitar tudo a perder. Com o Grão-Mestre preso e a ordem mergulhada em cisões internas e jogos de interesses, a queda da monarquia parece cada vez mais uma miragem.. este é o mote de “1908”.

 

1908” estreia dia 21 de Abril e estará em cena todas as 6ªs e Sábados, às 21h30 até final de Maio, na Quinta Nova da Assunção, em Belas. A lotação é de 40 espetadores por sessão, que serão divididos por equipas de investigação com um máximo de oito elementos.

Festival Entremuralhas 2017… Position Parallèle

A Fade In - Associação de Acção Cultural leva ao Castelo de Leiria um cardápio sonoro absolutamente luxuoso para a 8ª edição do Festival Entremuralhas.

Quatro bandas iconográficas com mais de 30 anos de carreira e uma série de novos valores emergentes na cena alternativa mundial, criteriosamente seleccionados e prontos para surpreender, como é sempre apanágio deste evento "único no mundo e aqui tão perto!"

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Os franceses Position Parallèle são líderados por Geoffroy Delacroix, o mentor e senhor todo poderoso dos Dernière Volonté – banda que se estreou em Portugal no Entremuralhas 2012. O projecto, que assegura uma empolgante prestação ao vivo sobretudo devido à estilizada e contagiante presença em palco de Delacroix, apresentará no Entremuralhas algumas das pérolas sonoras mais viciantes dos seus três álbuns (“Position Parallèle” de 2008; “Neons Blancs” de 2013; “Un Garde à Vue” de 2017). A música electrónica minimalista dos Position Parallèle tem uma vincada componente pop e apresenta-se em formato canção de refrões orelhudos, onde se destaca uma voz apelativa, que se exprime em exclusivo na língua nativa. É neste particular que a banda se distingue entre as demais, ao povoar o seu território musical com uma certa aura neo-romântica onde uma poesia de reminiscências surrealistas emerge, facultando-nos aquele “je ne c’est quoi” que nos prende logo aos primeiros segundos…

 

Festival Entremuralhas 2017 / Leiria (Palco Corpo)

24 de Agosto 2017 | 23.00h

“T(h)ree” sai a 28 de Abril…

“T(h)ree”… A caixa que inclui os três discos é lançada a 28 de Abril e conta com a coordenação de David Valentim. É uma edição Omnichord Records com produção parcialmente apoiada pela Fundação Oriente.

A totalidade das receitas reverte para a instituição “Make a Wish Portugal.”

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Gravado entre os Himalaias e a cidade do Porto, o vídeo do galardoado realizador indiano Romi Meitei para a colaboração dos Clã com Mangka será lançado no próximo dia 28 de Abril. 28 é também a data em que serão disponibilizados os três últimos volumes da colectânea “T(h)ree”, recheados de canções feitas entre músicos nacionais e do Oriente. 

 

T(h)ree vol.4 - Portugal - Bahrain - United Arab Emirates

  1. Caixa de Pandora (pt) + Hassan Haddad (bh) - A prayer not for him - intro & outro by Sturqen (pt)+ Malak Latif (bh)
  2. Mola Dudle (pt) + Majaz (bh) - Airpoetry
  3. Azevedo Silva (pt) + Geaorge Saliba (ae) - Raiva Serena
  4. Pedro Magina (pt) + Mohammed Alhasan (bh) + Hind Dito (bh) - Sing
  5. Duarte (pt) + Aalaat (bh) - Saudade
  6. André Viamonte (pt) + Mohammed Haddad (bh) - Dreams Hostler
  7. First Breath After Coma (pt) + Noush Like Sploosh (ae) - Broken Lines
  8. Surma (pt) + WYWY (ae) - Alaala
  9. Holy Nothing (pt) + Muhaisnah Four (ae) - Home
  10. Coclea (pt) + Flamingods (uk/bh) - Idylic Living
  11. Peixe (pt) + Sherine Tohamy (ae) - Encontro improvável
  12. Caixa de Pandora (pt) + Amélia Muge (pt) + Hassan Haddad (bh) – Andaluziando

 

 T(h)ree vol.5 - Portugal - Kazakhstan - Uzbekistan

  1. Imploding Stars (pt) + Neo - Ethno Folk Group Arkaiym (kz) - Treeless prairie
  2. Cave Story (pt) + Sharapat (kz) - Bas, Bayrlar, Alga!
  3. Basset Hounds (pt) + Origami Wings (uz) - Perfect silence
  4. Noz (pt) + Abdunazar Poyonov (uz) - As the eye to the brow
  5. Oficina Salobra de Bruno Broa (pt) + Gulzoda (uz) - Azul
  6. Loosers (pt) + Mohichehra (uz) - Condor
  7. Albatre (pt) + Aldaspan (kz) - Men Edim
  8. Maria Radich (pt) + O Quarto Fantasma (pt) + United Taklif Band (uz) - Okrasheno
  9. Joana Gama (pt) + Luis Fernandes (pt) + Melissa Veras (pt) + Magic Of Nomads (kz) - Torga
  10. Old Jerusalém (pt) + Agybay (kz) - Magna
  11. Indignu (pt) + Oxus (uz) - Falak Eden

 

 T(h)ree vol.6 - Portugal - India - Sri Lanka

  1. Clã (pt) + Mangka (in) - Nura Pakhang (Eu e Tu)
  2. Nice Weather For Ducks (pt) + Mihindu Ariyarante (lk) - Susumak Se
  3. The Lazy Faithfull (pt) + Indus Creed (in) - Wide
  4. Few Fingers (pt) + Circus Cult (lk) - From Beijing to Tokyo
  5. Savanna (pt) + Kumail (in) - Break It / Fix it
  6. Jibóia (pt) + Disco Puppet (in) - Bobadela Bangalore
  7. Knock Knock (pt) + Your Chin (in) - How We Leave
  8. Birds Are Indie (pt) + Taba Chake (in) - Kids in the playground
  9. Pista (pt) + Tritha Electric (in) - Mono Mor Meghero Shongi
  10. Pedro Salvador (pt) + Joana Guerra (pt) + Baiju Dharmajan (in) - Moon as an above person
  11. André Barros (pt) + Dinesh Subasinghe (lk) - En pointe

"Speed of Sound" é o primeiro single do novo disco dos Holy Nothing

Depois de em 2015 terem alcançado reconhecimento nacional com o lançamento de "Hyertext" e de em 2016 e início de 2017, terem visto esse reconhecimento ultrapassar fronteiras com as presenças nos incontornáveis SXSW e Eurosonic, os Holy Nothing estão agora de volta com "Speed of Sound", primeiro avanço do tão aguardado segundo álbum com saída prevista para este ano.

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Speed of Sound” é novamente momento dos Holy Nothing desconstruírem bases para criar “chão” novo. Balada dançante simultaneamente introspectiva e frenética, que nos transporta para uma territorialidade por explorar.

Mas está lá tudo, o groove marcado das linhas de baixo, os ambientes freak ditados pela batuta dos sintetizadores ou ainda as vozes que nos ficam a martelar a memória. Exercício de desconstrução que desafia o ouvinte a um jogo de referenciação com o passado e o presente.

 

Urban Tales lançam novo vídeo “The Start”

Realizado pela mesma equipa que orquestrou o vídeo para o single "The Name of Love", Tadeusz Januszewski, porém, foi mais longe na história desta curta metragem, abordando de forma crua e misteriosa a violência doméstica. “The Start “conta com as participações do rapper canadiano Loren Dayle e da vocalista Sofia Pires.

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Sonia Latka foi a escolhida para o papel principal o que poderá se revelar ainda mais curioso, sendo a mesma a atriz principal do Video anterior: " Queríamos que as pessoas pudessem talvez, pensar que este novo vídeo fosse uma sequela do “The Name of Love"... Que houvesse uma história interligada entre os dois vídeos", revela o vocalista e mentor do projeto Marcos César.

Este é o segundo single dos Urban Tales depois de um interregno de 5 anos.

Luar na Lubre celebram 30 anos de carreira no Tivoli BBVA

No dia 27 de Setembro, Luar na Lubre celebram no Teatro Tivoli BBVA trinta anos de carreira com o espectáculo "XXX Aniversário". Fiéis a si próprios, poderemos contar com versões únicas de músicas tradicionais galegas e com os seus clássicos que, apropriando-se das raízes da sua região, as levam por novos caminhos.

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Formados em 1986, com o objectivo de desenvolver e dar a conhecer a música e a cultura galegas, Luar na Lubre tocaram nos principais festivais de música do mundo e venderam perto de meio milhão de discos, tornando-se a banda mais internacional da Galiza.

No concerto de Lisboa, a banda admirada por Mike Oldfield (que fez inclusivamente uma versão de "O Son do Ar") apresentar-se-á com Belém Tajes na voz, Bieito Romero na Gaita e Acordeão, Antía Ameixeiras no violino, Patxi Bermúdez e Xavier Ferreiro nas percussões, Pedro Valero na guitarra acústica e Xan Cerqueiro nas Flautas.

 

Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

27 de Setembro 2017 | 21.30h

Rogério Charraz estreia novo vídeo “ Sempre que o amor nos acontece” com Luanda Cozetti

Sempre que o amor nos acontece" é o novo single de Rogério Charraz, que estreia agora o vídeo oficial. O tema interpretado em dueto com a luso-brasileira Luanda Cozetti (voz dos Couple Coffee), faz parte da banda sonora da série RTP ´O Sábio`, em exibição bi-diária, e integra a Edição Especial de “Não tenhas medo do escuro”, editada no mês passado.

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Para a gravação e edição deste novo vídeo, rodado no original cenário do Restaurante Beatus, Rogério Charraz manteve a colaboração com a We Do Movies Too, produtora responsável pelos três vídeos anteriores do Cantautor: “Submarino Irrevogável”, “Se me perguntas a mim” e “Medo do Escuro”.

O músico continua na estrada a mostrar as canções do mais recente disco, com próximas paragens no Pinhal Novo (24 de Abril), Albufeira (30 de Abril) e Lisboa (6 de Maio).

Dia Internacional dos Monumentos e Sítios em Elvas…

A Câmara Municipal de Elvas associa-se às comemorações do Dia Internacional dos Monumentos e Sítios (DIMS), no dia 18 de abril, com entradas gratuitas nos museus da cidade. Assim, no Museu Militar do Forte de Santa Luzia e no Museu Municipal de Fotografia “João Carpinteiro”, as entradas vão ser gratuitas ao longo do dia.

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Nuno Mocinha, presidente da CME, convida a população a associar-se a estas iniciativas que promovem os monumentos e sítios históricos e valorizam o património português, ao mesmo tempo que alertam para a necessidade da sua conservação e proteção.

 

O DIMS este ano é dedicado ao tema “Património Cultural e Turismo Sustentável”. O Dia Internacional dos Monumentos e Sítios, foi criado pelo Conselho Internacional dos Monumentos e Sítios a 18 de abril de 1982, e aprovado pela UNESCO no ano seguinte, com o objetivo de sensibilizar os cidadãos para a diversidade e vulnerabilidade do património, bem como para a necessidade da sua proteção e valorização. Celebrando o património nacional, comemora também a solidariedade internacional em torno do conhecimento, da salvaguarda e da valorização do património em todo o mundo

“BruceGrove” com mistura de Roger Plexico

“BruceGrove” é uma das grandes canções que compõem “KSX2016”, um dos melhores discos do ano passado que, agora, a Meifumado fez questão de reeditar. “BruceGrove” é a canção intensa que marcou a estreia de Keso no universo dos videoclips, com uma peça altamente cinematográfica, filmada em Londres, nos locais que estão na génese destas rimas.

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“BruceGrove” é agora o motivo para um dos mais estimulantes projectos de arquitectura sonora do Hip Hop nacional, a dupla de Leça – Roger Plexico – nos brindar com mais uma remistura, que reflecte, mais uma vez, a sua profunda modernidade, o talento inquestionável de Keso e o peso imenso desta canção.

Depois da "Caga Nela" e do "Olá"… PZ aparece "No Meu Lugar"

“No Meu Lugar" representa o 3º video a sair da linha de produção do "Império Auto-Mano", o novo álbum de PZ lançado em Fevereiro deste ano.

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O caos moderno é reorganizado em pacotes de géneros musicais que vão do techno ao hip-hop, uma espécie de electrónica “taylorizada” à medida dos temas que compõem este objecto meio Pop, meio estranho, e totalmente Português.

O video foi mais uma vez criado por Paulo Zé Pimenta, que é o mesmo que dizer PZ, esse bicho estranho que continua a criar o seu próprio habitat natural.