Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

“Fátima - O Dia Em Que O Sol Bailou”… em estreia

Encomenda do Santuário de Fátima à internacionalmente reconhecida Vortice Dance Company, sediada em Fátima, “Fátima - O Dia Em Que O Sol Bailou” é o espectáculo multi-disciplinar que marca o início das celebrações do Centenário das Aparições.

A partir dos eventos de 1917, e pela combinação de diferentes artes, faz-se um retrato deste acontecimento que da Cova da Iria marcou o século XX e toda a História Mundial Contemporânea.

F+üTIMA6.jpg

Assinado por Claudia Martins e Rafael Carriço, o espectáculo evoca a presença de Nossa Senhora “vestida toda de branco, mais brilhante que o sol” diante das três crianças, Lúcia, Jacinta e Francisco. O paralelismo entre o momento da aparição e o tempo presente é estabelecido pela fusão de disciplinas artísticas como dança, vídeo, video mapping e cenografia 3D.

F+üTIMA4.jpg

A universalidade da mensagem de Fátima é marcada pela participação de artistas de diferentes nacionalidades, acentuando a sua relevância e necessidade de transmissão de geração em geração, unindo todos na Fé, Esperança e Caridade.

Já em 2007 a Vortice Dance Company havia coreografado e produzido um outro espetáculo para o Santuário de Fátima: “A solo com os Anjos”. O bailado integrou o programa cultural comemorativo dos 90 anos das Aparições de Fátima

Vamos oferecer 3 convites duplos para a estreia deste espectaculo em parceria com a UAU, no dia 27 de Abril 2017,
Para concorrer basta indicar a origem da companhia Vortice Dance Company e partilhar o Passatempo.

 

Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

27 a 30 de Abril 2017  

Um ao molhe chega à Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré

Se a tradução for literal, chamamos-lhe bandas de um homem só…

Filipe, Hugo e João são artistas a solo que parecem orquestras ambulantes. São três dos nomes que aceitaram o desafio do “Um ao Molhe”, festival que reúne em si um respeitável número de one-man-bands, de sair por aí de guitarras e sintetizadores às costas. Seja em resposta ao tempo que vive, que é o da portabilidade da tecnologia e da necessidade da procura de uma identidade individual, seja porque os projetos que reúne precisam de se multiplicar em palcos, a palavra é dos senhores e o “Um ao Molhe” quer pregar por todo o país.

17498403_1614820485199252_8986830388328467088_n_1_

No Convés da Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré apresentam.se… The Partisan Seed, O Lendário Homem do Trigo e Daily Misconceptions.

 

The Partisan Seed… Chama-se Filipe e estreou-se a solo em 2005. A semente da oposição que o nome pressupõe é, diz, simbólico da “luta, resistência, insubmissão e independência artística” que defende e procura. De guitarra instropetiva nos braços, a sua música viaja entre o amor e a melancolia, que tantas vezes se encontram. Meia dúzia de discos depois, 2017 é o ano de “And we’re finally here” e ele finalmente aqui.

 

O Lendário Homem do Trigo… O seu estilo é “agro sexual”, chamam-lhe o “Alberto Caeiro da música rural portuguesa” e ainda “multi instrumentista de rock ecológico”. Diz que o seu som é amigo do ambiente porque colabora na “despoluição cultural dos tempos contemporâneos”. Fora das aspas, o transmontano combina música popular com jazz, interpreta canções que não são suas mas até parecem e faz duetos extemporâneos com poetas mortos. Venceu o concurso da Restart com o trabalho “Verdes Anos - Carlos Paredes Revisitado” e também samplou Piazolla e Rostropovich. Trigo limpo, o lendário Hugo Correia está a preparar um novo disco.

 

Our little sequence of dreams” é o sonho atual de Daily Misconceptions, que também responde pelo nome de João Santos. O projeto nasceu num quarto pequenino, em Lisboa, mas mudou-se para a Invicta. Porto seguro, não se mudou a premissa musical: eletrónica caseira, mas não de trazer por casa, melodias a ralhar em pop e brinquedos que até servem de instrumentos.

 

21.30 - The Partisan Seed

22.15 - O lendário homem do trigo

23.00 - Daily Misconceptions

 

Fábrica das Ideias da Gafanha da Nazaré (Ílhavo)

24 de Abril 2017

Lado Esquerdo... o maior concerto de sempre da banda

O Lado Esquerdo apresenta-se na Casa da Música com o seu primeiro disco de originais, para um espetáculo ao qual ninguém ficará indiferente. Um ambiente único e energético, numa viagem a um conjunto de músicas em português, para todos cantarem entre o rock, o pop e o acústico.  Dez canções originais compõem uma sonoridade pop, rock, e por vezes acústica, mas sempre cantado em português. O disco contará com os convidados Zé Pedro (Xutos & Pontapés) e Marco Nunes (ex-guitarrista Blind Zero, Jorge Palma, Pedro Abrunhosa).

4e7bce68-3f70-4960-b1b2-e76369e31eab.jpg

Ao longo dos últimos meses a banda deu já a conhecer ao público algumas das canções que farão parte do álbum de originais: “Futuro Sem Subsídio”, “Julho”, “Destino Cretino” e “Blues do Corredor”.

Alex, vocalista da banda, afirma: “existe ansiedade, e acima de tudo, muita vontade de passar por todos os desafios a que o Lado Esquerdo se propôs. Tenho a certeza de que quem ouvir qualquer uma das músicas do disco vai adorar ou detestar, mas uma coisa é certa... não vai ser indiferente a nenhum português. Estou muito satisfeito com a sonoridade e a maneira como o disco concentra dez músicas com estilos e mensagens distintas, mas que funcionam e se completam umas às outras”.

O músico acrescenta ainda: “estamos a preparar o nosso maior espectáculo de sempre no Porto, e logo a seguir vamos partilhar e cantar as músicas com Portugal inteiro”.

 

Casa da Música (Porto)

29 de Abril 2017 | 23.00h

Filho da Mãe + Jibóia na Festa dos Museus…

Queda livre. Um mergulho na terra, na pedra que se faz mar, lá no fundo onde se preparam cristais. Foi com o centro do planeta, com a força de atracção de cada pedra a contrastar com a sua frieza e a procurar quebrar separações físicas que Filho da Mãe se fechou no coro alto do Mosteiro de Rendufe, em Amares, dedicado à feitura de um longa-duração em comunhão com o Minho. Em “Mergulho”, também Rui Carvalho se diluiu no tempo e no espaço, tornando permeável o registo que até então cunhava como algo só dele — o que partilhou retornou-lhe maduro, melodioso e doce, em contraste com as incursões mais intempestivas e desenfreadas de outros tempos. Mergulho é permeável à pedra, à terra e à gente que o rodeia, é um disco de Filho da Mãe que transpira espaço e transcende dimensões, imergindo-se no bucólico para o desconstruir num exercício de cubismo sónico, impregnado de efeitos e das reverberações naturais do cenário improvisado pelos Estúdios Sá da Bandeira.

Filho-da-mãe-por-Renato-Cruz-Santos_3_web-e14891

Mergulho” foi produzido por João Brandão e é fruto de uma residência artística proporcionada pela associação Encontrarte-Amares.

 

Há muito a brincar com a ideia de cruzamentos, de culturas e inspirações, JIBÓIA nunca procurou disfarçar o lado mais diáspora de Lisboa que se respira em cada acorde e cada progressão. “Masala”, no embalo índico de mistura de especiarias, eleva a técnica gastronómica numa viagem a quatro braços e a tantas outras vozes pelas cidades mais aromatizadas e tropicais do mundo, em que a dança cultural constraste com o negrume civilizacional. O novo álbum da serpente, adolador de divindades caídas, cruza sabores, influências, coordenadas geográficas e até, em contraste, a orgânica da bateria de Ricardo Martins com toda a maquinaria processada por JIBÓIA.

A JIBÓIA trocou de pele, mas não largou as escamas: estão garridas, saturadas, mas muito mais negras e pesadas, e são elas que nos guiam pela viagem a cada ingrediente geográfico trazidos para a sua “Masala”.

 

Mimo Museu da Imagem em Movimento (Leiria)

22 de Abril 2017 | 21.30h

Erick Morillo… mais uma confirmação para o North Music Festival

Erick Morillo, considerado por muitos como o melhor DJ de House Music do mundo, toma conta da cabine do North Music Festival, dia 2 de Junho

b282c772-5fc1-4871-96e5-5bc828001fc6.jpg

Para os amantes da dance music, Erick Morillo, dispensa apresentações. Este Columbiano criado em New Jersey, já tocou nos mais importantes clubes do mundo, já remisturou êxitos dos maiores artistas internacionais, colaborou com outros tantos e até têm uma editora própria, agora baseada em L.A. No seu álbum de estreia em nome individual teve participações de nomes como P. Diddy e Boy George, apenas para nomear alguns.

 

É o produtor por detrás do estrondoso sucesso do tema "I like to move it, move it" (Reel 2 Real) da banda sonora do filme de animação Madagascar, e ao comando da cabine do North Music Festival vai mesmo pôr toda a gente a mexer!

1ª edição do Lisbon International Music Network acontece nos dias 1 e 2 de Junho

A partir de Junho de 2017, Lisboa será a anfitriã do MIL – Lisbon International Music Network, um festival e uma convenção internacional de música que tem por missão a valorização e a divulgação da música popular contemporânea com origem nos países de língua portuguesa, tendo em vista a sua internacionalização.

Com um foco especial no mercado musical de origem lusófona, o MIL assume-se como uma plataforma de intercâmbio internacional constituída por dois tipos de programa. O programa pro é reservado aos profissionais de todos os sectores da indústria musical, nacional e internacional, e apresenta um programa de apresentações, debates e palestras que lançam a discussão e a reflexão sobre os principais tópicos que afectam hoje os diferentes sectores da indústria musical. Este é um espaço de oportunidade para agentes, artistas, promotores, jornalistas e formadores de opinião apresentarem o seu trabalho e estabelecerem contactos em reuniões e encontros de networking. O programa artístico é aberto ao grande público e consolida a componente ao vivo do festival. Durante os dois dias do festival, mais de cinquenta showcases vão invadir vários palcos da capital, num cruzamento contínuo entre artistas de língua portuguesa e os seus homólogos internacionais.

152d10c5-b518-4c09-a9f9-fb422b4df0e6.jpg

Na sua primeira edição o MIL apresenta uma parceria com França e a cidade de Paris. Uma delegação de artistas, profissionais e jornalistas estará em Lisboa para promover o intercâmbio de artistas, o encontro entre profissionais do sector e incentivar a criação de parcerias que promovam a produção e circulação de criações conjuntas.

 

Locais Conferências:

Fundação Arpad Szenes - Vieira da Silva (FASVS), ETIC - Espaço Atmosferas, Pensão Amor, CML - Sala do Arquivo

 

Locais Espectáculos

Musicbox, Sabotage, Lounge, B.Leza, Tokyo, Roterdão

 

Debates e Conferências

Debate: Mercado Português: O Estado Da Arte

Debate: A Arte De Programar

Debate: A Cidade Feliz

Debate: Política E Música Popular Contemporânea: Uma Relação Possível?

Debate: Construir Uma Banda

Debate: Os Direitos Dos Artistas Na Era Digital

Debate: Artistas E Managers: A Reinvenção De Uma Colaboração Em Desenvolvimento

Debate: A Força Criativa Das Editoras Independentes No Mercado Musical

Debate: Música: História E Tendências No Espaço Da Língua Portuguesa

Apresentação | Mercado Lusófono 2030

Apresentação: Brasil: 210 Milhões De Pessoas Que Não Conheces, Mas Devias Conhecer

 

Artistas Confirmados

A Cigarra & Birdzzie (Br/Pt), Aamar (Lux), Adam Naas (Fr), B Fachada (Pt), Banda B.Leza (Pt), Benjamim (Pt), Bispo (Pt),  Cachupa Psicadélica (Pt), Capitão Fausto (Pt), Cave Story (Pt), Da Chick (Pt), Diron Animal (Ang), DJ Firmeza (Pt), Duquesa (Pt), Éme (Pt), Faon Faon (Ch), First Breath After Coma (Pt), The French Beat (Fr), Galgo (Pt), Golden Slumbers (Pt), Izem (Live) (Fr/Mar), Jiboia + Ricardo Martins (Pt), Lavoisier (Pt), Lawrence & The Hearts (Fr), Linda Martini (Pt), Luca Argel (Br), Maboku (Pt), Marvel Lima (Pt), Mazgani (Pt/Ir), Medeiros / Lucas (Pt), Midnight Ravers (Fr/Mali), Mirror People (Pt), Momo (Br), Motta (It), Paus (Pt), Quelle Dead Gazelle (Pt), Riding Panico (Pt), Rocky Marsiano (Pt), Scuru Fitchadu (Pt), Selma Uamusse (Pt), Sensible Soccers (Pt), Sonars (It/Uk), Stone Dead (Pt), Sun Glitters (Lux), Surma (Pt),  The Sunflowers (Pt), White Haus (Pt), Xinobi (Live) (Pt), You Cant Win Charlie Brown (Pt)

 

Vai estar disponível já no início de Maio a app do Lisbon Internacional Music Network. Terá toda toda a informação sobre o festival, horários, programação, salas e conteúdo exclusivo do que vai acontecer no MIL. Os portadores de bilhete Pro terão acesso à base de dados de todos os participantes Pro

 

The Oafs apresentam “My Scars and Stories” ao vivo...

Surgem em 2013 em Vila Franca, Viana do Castelo, como resultado de uma combinação de diversos gostos musicais entre os vários membros da banda. Assumem-se claramente como uma banda que assenta a sua música no Indie/Folk, numa fusão única de 4 vozes e instrumentos como o clarinete, percussão, baixo e guitarra.

14610983_991529320975216_42343289622998971_n.jpg

Oaf” caracteriza uma pessoa desajeitada. Assumindo esta descrição o grupo pretende apelar à face mais descontraída de cada pessoa, a face que permite que esta se liberte e aproveite a sua música que apresentam. E tem sido longa a aventura de levar a sua música com passagens marcantes no Festival Folk Celta em Ponte da Barca ou no Agitágueda onde conquistaram um publico de uma forma descontraída.

Em finais de 2016 surgiu o álbum “My Scars and Stories”, onde, segundo os elementos dos The Oafs revelam, “contamos histórias e expomos as marcas, boas e más, que nos constroem como pessoas. Contamos desabafos que nos saem da alma, nos acordam de noite e nos obrigam a escrever”.

 

Eva Gomes (voz, guitarra e percussão), João Dias (guitarra e vozes), Afonso Carvalho (clarinete, percussão, vozes) e Raul Carvalho (baixo e vozes) são os elementos de uma banda que já conquistou o seu lugar no espaço folk nacional.

 

21 Março 2017 - Mercado Negro (Aveiro)

10 Maio 2017 - Semana Académica de Viana do Castelo

 

Sérgio Godinho… A celebração da "Liberdade" pela estrada fora

É frequentemente referido com um dos seus livros favoritos, “Pela estrada fora” de Jack Kerouac, e sem sombra de dúvida é também uma expressão que define bem a vida e obra, inquietas, de Sérgio Godinho. Em Abril é já habitual ter a agenda sobrecarregada com a participação em eventos relacionado com as comemorações do 25 de Abril de 1974 mas este ano os motivos são os mais variados.  

Captura_de_ecra_2017_04_20_a_s_13_25_59.png

Nos dias 22 e 23 de Abril, Sérgio Godinho levará o espectáculo “Liberdade” até ao Norte do país, mais concretamente ao Auditório Municipal de Gondomar e ao Teatro Municipal de Vila do Conde, para apresentação do concerto estreado quando da passagem do 40º aniversário da revolução de Abril.

Dia 24, o destino é a freguesia de Alhos Vedros, Moita, na companhia de Jorge Palma para o concerto “Juntos” em que fazem um percurso pelos temas que há muito são a banda sonora das nossas vidas. Dia 25, a vila alentejana de Mora receberá “Liberdade” para uma comemoração ao final da tarde, numa autêntica matinée revolucionária;

 

No dia 28, é “Coração Mais Que Perfeito”, a sua mais recente publicação literária, que justifica a viagem até ao Algarve, mais concretamente até à Biblioteca Municipal Vicente Campinas, em Vila Real de Santo António, para uma conversa/apresentação integrada no ciclo “Sinónimos de Leitura”, já a 29 serão os “Dias da Música” que levarão Sérgio Godinho até ao Centro Cultural de Belém para duas acções no âmbito do evento deste ano que tem o subtítulo “As Letras da Música” – a primeira, às 18H00, uma conversa com o jornalista Nuno Galopim; a segunda, às 22H00, um concerto, já esgotado, na companhia do pianista Filipe Raposo, músico com quem Sérgio tem colaborado ao longo do último ano e cuja parceria foi recentemente distinguida com o “Sophia 2017” para Melhor Canção Original atribuído pela Academia Portuguesa de Cinema;

 

Finalmente a 30, no final do mês, a inauguração da exposição “Sérgio Godinho – Escritor de Canções” promovida C.M de Grândola e que estará patente nos Antigos Paços dos Concelho até 29 de Outubro. Uma ideia da Divisão de Cultura e Desenvolvimento Social local e que mobilizou em seu torno nomes como Anabela Mota Ribeiro, Jorge Palma, Nuno Galopim, Capicua, Nuno Artur Silva, Viriato Teles ou João Carlos Callixto que contribuíram para a brochura de 120 que será publicada e que incluirá, para além de notas biográficas, texto originais e imagens inéditas. Para assinalar a abertura, será ainda promovido um espectáculo musical com artistas locais com o título “O Elixir da Eterna Juventude – Canções de Sérgio Godinho revisitadas por artista de cá”. Uma forma dinâmica de homenagear o “escritor de canções”.

Ciclo Planalto… One Man Band Night

A Casa da Cultura inicia uma parceria com a Planalto Records com o objectivo de dar a conhecer artistas portugueses e seus trabalhos. O Ciclo Planalto leva à sala José Afonso da Casa da Cultura dois projetos emergentes da Planalto, Criatura Azul e Ana.

a0080330211_10

Criatura Azul é um projeto one man band de Vasco Bicker (guitarra, stompboxes e teclado) com sonoridades ambient/soundscape/psychedelic, nascido na era da música eletrónica.

a1466974531_10

Ana, one man band, é a repetição e a inversão; a mudança e a evolução, onde desafia as potencialidades de uma só guitarra na forma audaz como manipula as dinâmicas acústica. Apresenta canções do seu primeiro disco "Abril" lançado em 2017 pela Planalto Records.

 

Casa da Cultura (Setúbal)

28 de Abril 2017 | 21.30h

Lana Del Rey lança novo single… “Lust For Life” feat. The Weeknd

A cantora e superestrela global Lana Del Rey acaba de revelar o seu mais recente single e que dá título ao seu próximo álbum, “Lust for Life”. O single conta com a colaboração de The Weeknd e já está disponível em todas as plataformas digitais e serviços de streaming.

1A24CFE0_7112_4E6D_B021_2AC95A41FEBC.png

Lust For Life” é o segundo single retirado do novo álbum de Lana Del Rey, que será editado ainda este ano. O álbum resulta de um trabalho criativo desenvolvido entre Lana Del Rey e o produtor e colaborador de longa data Rick Nowels. Lana Del Rey disse sobre este novo disco: “Fiz os meus primeiros quatro álbuns para mim, mas este é para os meus fãs e sobre o caminho que espero que estejamos todos a seguir.” 

Em breve serão revelados mais detalhes quanto ao próximo álbum de Lana Del Rey

Marta Dias apresenta… "Esse Meu Amor”

Vinte anos depois do lançamento de “Yué”, o primeiro disco de Marta Dias, a Farol Música edita agora a compilação digital “Esse Meu Amor – Best Of”, que reúne os temas mais emblemáticos dos discos da cantora. De “Yué” a “Quantas Tribos” (este último lançado no ano passado), Marta Dias iniciou e concluiu um ciclo de pesquisa da sua identidade e raízes, que a levou desde sempre a criar canções em nome próprio que interrogam precisamente essa identidade, feita de múltiplas origens (Portugal, São Tomé e Príncipe e Goa).

image001.jpg

A compilação abre com uma canção inédita, “Esse Meu Amor”, que marca o regresso à escrita de canções por Marta Dias e é uma parceria da cantora e letrista e do músico Carlos Barreto Xavier. Este músico tem acompanhado o percurso de Marta Dias desde o seu início, quer como compositor, quer como intérprete ou ainda produtor.

 

Nestes vinte anos, Marta Dias percorreu e fundiu géneros musicais diversos, tendo encontrado uma expressão própria, particularmente bem ilustrada na canção inédita que dá nome à antologia e abre um novo ciclo.

“Silva Canta Marisa”… a 5 de Maio

Silva Canta Marisa” é o nome do novo trabalho de Silva, que será editado em Portugal a 5 de Maio e tem como single de apresentação o tema “Beija Eu”. Cantor, compositor e produtor, Silva representa o futuro e a evolução da música brasileira, tal como a conhecemos.

Neste novo álbum, Silva apresenta releituras de músicas originalmente interpretadas por uma das vozes mais icónicas da música popular brasileira: Marisa Monte. O projecto ganhou vida após o mesmo ter sido convidado pelo programa “Versões”, do canal BIS, para interpretar canções do repertório da artista.

Silva_Capa Silva Canta Marisa.jpg

Com uma estética essencialmente electrónica, explorando novos timbres e sonoridades, Silva oferece novas cores a clássicos como “Ainda lembro”, “Beija Eu”, “Não vá embora” e “O Bonde do Dom”. O repertório é composto por 12 temas e inclui a inédita “Noturna, nada de novo na noite”, escrita em parceria com a própria Marisa Monte. “Silva Canta Marisa” é um álbum que reúne o clássico e o novo, numa parceria surpreendente.

Multinstrumentista, Silva venceu em 2013 o Prémio Multishow, na categoria “Nova Canção” e tem-se revelado, em cada lançamento “Claridão” (2012) e “Vista Pro Mar” (2014), um artista completo mas que surpreende a cada edição e audição.

40 anos de “Exodus” de Bob Marley & The Wailers

Em 2017 assinala-se, assim, o 40.º aniversário de “Exodus”, um dos álbuns mais icónicos de Bob Marley e que a revista “Time” proclamou como o “Álbum do Século”. A propósito deste aniversário, Ziggy Marley voltou às gravações originais deste álbum, descobrindo gravações de vozes até hoje nunca ouvidas nem utilizadas, diferentes frases líricas e instrumentação dos temas, incorporando e transformando estes vários elementos em novas sessões de gravação.

Captura_de_ecra_2017_04_13_a_s_17_00_30.png

Ziggy abordou o projeto com o maior respeito pela música e mensagem do seu pai. “Exodus 40” é a sua visão de como o seu pai iria abordar estas canções hoje em dia. Estas são assim as canções que todos conhecem e amam, mas a abordagem singular de Ziggy dá-lhes um novo contexto, o que quase resulta numa experiência próxima de ouvir o álbum como se fosse pela primeira vez.

 

Por exemplo, enquanto pesquisava as gravações originais, Ziggy descobriu 10 maquetes vocais diferentes de “One Love”. A partir dessas maquetes conseguiu dar-nos uma visão bem diferente e surpreendente deste tema icónico. Além disso, Ziggy reuniu um conjunto de músicos de primeira linha para gravar nova música para “Turn Your Lights Down Low”, levando o tema para terrenos próximos do r&b, estilo que muito influenciou Bob Marley.

 

A reedição de “Exodus” estará disponível em vários formatos a partir de 2 junho, altura em que se celebra o 40.º aniversário do álbum.

Três Tristes Tigres ao vivo em Lisboa…

Depois da reunião a convite do Teatro Rivoli, no Porto em Março de 2017, o Lux Frágil convida os Três Tristes Tigres a regressar ao palco de Sta. Apolónia… 17 anos depois.  Os Três Tristes Tigres fizeram alguma da música mais intemporal que conhecemos. Poder vê-los juntos e de volta a um palco, para revisitarem a sua obra e revelarem arranjos que aproximam a sua interpretação à visão actual dos músicos, é uma ocasião única.

18033515_10155375565101664_8847081223831842149_n.j

Os Três Tristes Tigres nasceram nos idos de 1990, à volta de um gravador de cassetes rasca. Ana Deus vinda dos BAN e Regina Guimarães fabricavam informalmente colagens e canções. Antes da formação que dará origem ao primeiro CD. Os primeiros concertos, no bar Aniki-Bobó (Ana Deus e Paula Sousa ao vivo, Regina Guimarães ao morto) assemelhavam-se a um cabaret pop, entre o poético e o corrosivo. “Partes Sensíveis”, de 1993, será o rasto da primeira configuração dos Três Tristes Tigres.

Aprofunda-se então a colaboração entre Ana Deus e Alexandre Soares um ex-GNR que entretanto se juntara à banda. Com a alteração do som dessa aventura artística nascerão 2 discos de originais – “Guia Espiritual” (1996) e “Comum” (1998) – e uma compilação, “Visita de Estudo”, que contém revisitações, algumas distanciadas, de composições anteriores. Além das digressões ligadas à divulgação dos discos, o pequeno planeta Três Tristes Tigres produziu objectos de formatos variados, nomeadamente o concerto “Ferida Consentida” (1999, em torno do livro «Um beijo dado mais tarde» de Maria Gabriela Llansol), canções para filmes de Saguenail e de João Canijo, os espectáculos Kitchnet (2000) e Rhumor (2002), ou o CD de canções perdidas intitulado “Roupa Anterio”r (2013, em colaboração com o artista e companheiro de sempre Paulo Ansiães Monteiro), para não falar da turbo-criação das actuações que, desde 2007, servem de fecho festivo à Leitura Furiosa.

Ana Deus e Alexandre Soares mantêm também até hoje, uma relação de trabalho com projectos ligados ao Cinema Teatro e Dança, e no colectivo “Osso Vaidoso” com 2 álbuns editados em 2011 e fim de 2016, com uma forte componente ligada à poesia e a instrumentação minimal, no essencial baseada em trabalho de guitarra e electrónica.

 

Lux Fragil (Lisboa)

19 de Maio 2017 | 23.00h

 

Milhares de pessoas percorreram os Caminhos do Médio Tejo…

Caminhos, o novo projecto de programação em rede, colocou o Médio Tejo na rota do turismo cultural. De 11 a 16 de Abril de 2017, os cinco dos municípios associados ao primeiro Caminhos do Ferro, Abrantes, Entroncamento, Mação, Tomar e Vila Nova da Barquinha, receberam milhares de pessoas para usufruírem dos espectáculos e percursos pedestres programados. Idealizada para ligar pessoas, cultura e património, esta iniciativa confirmou a sua importância com o crescente envolvimento da população ao longo da semana. Uma nova forma de vivenciar esta região e repensar os seus espaços, a titulo de exemplo, o antigo bairro ferroviário do Entroncamento, Bairro Camões, foi palco para o Teatro do Ferro, a zona ribeirinha de Vila Nova Barquinha cruzou as memórias dos Plátanos e o “Baile dos Candeeiros” iluminou o Castelo de Almourol.

RicardoRibeiro_FotoArlindoHomem1.JPG

photo: Arlindo Homem

 

Os concertos realizaram-se na estação do Entroncamento com os Xaral´s Dixie e na Praça Raimundo José Soares Mendes em Abrantes com o grupo de música tradicional portuguesa Galandum Galundaina. Este ciclo fechou com um grande concerto do fadista Ricardo Ribeiro, na Praça da República em Tomar.

RicardoRibeiro_FotoArlindoHomem2.JPG

photo: Arlindo Homem 

 

As marcas deste projecto não se extinguem nas novas abordagens aos espaços. Realizaram-se várias residências artísticas para a elaboração de percursos pedestres únicos que foram vivenciados nestes dias e agora vão tornar-se num ativo para o turismo da região. São os "projetos criadores de percursos" que proporcionam a habitantes e visitantes novos modos de caminhar pelo Médio Tejo. Caminhos foi concebido a pensar nos turistas e visitantes da região, mas também nos seus habitantes, onde os projetos comunitários de criação assumem particular relevância. O espetáculo “Andar”, da coreógrafa Aldara Bizarro, envolveu bailarinos amadores dos cinco municípios; juntos, criaram um espectáculo que reúne a poesia de Ana Hatherly e o movimento de andar pelas ruas, que fica de herança para o próximo Caminhos, o da Água.

Galandum Abrantess (5).JPG

A filosofia do projeto assenta em três grandes momentos de programação anual que procuram divulgar e afirmar um Médio Tejo rico em património e acessível por diversas vias, que se entrecruzam e se desmultiplicam em inúmeras possibilidades de percurso e de experiências. E em julho, para refrescar a região, surgem os Caminhos da Água onde estão em destaque os municípios que se situam nas margens dos rios Zêzere e Tejo, com novos percursos e espectáculos multidisciplinares em Abrantes, Alcanena, Mação, Constância, Ferreira do Zêzere, Sertã e Vila de Rei

 

A estreia da Rua Direita com "Mariana"

Rua Direita era, por excelência, a rua principal de um lugar, epicentro de pontos de encontro idos. Em 2017, Rua Direita é o nome da banda que se quer encontrar no epicentro do que está para vir. Da densidade musical e da experiência de Donato Rosa e Paulo Ladeiras, surge um novo projecto na categoria para toda a gente e ao qual vem atrelada a maturidade de quem tem muitas histórias para contar e os laivos certeiros de quem não chegou por brincadeira. Num abrir e piscar de olhos, tornou-se na mais recente vencedora do Festival de Música Moderna e assim começou a fazer correr tinta.

Rua_Direita_3.jpg

A canção escolhida para dar início à demanda chama-se “Mariana” e integrou a colectânea “Estou Bem Aqui Em Portugal”, em 2016. Contudo, é agora com o teledisco realizado por Gonçalo Portugal Guerra que a canção assume o protagonismo que lhe é devido e dispara os alarmes para o disco que está para chegar, disco que vai ditar a carreira de uma banda que está para ficar.

Mariana” é um nome comum mas não é uma canção qualquer.
Produzida por Pedro de Tróia, gravada e misturada por Bruno Pedro Simões no Black Sheep Studios, esta canção simboliza a força viva que nunca há-de acabar no seio da banda. A fusão entre a entrega declarada e a simplicidade daquilo que se canta chega totalmente desprovida de poses ou pretensões. Aqui nada é o que não é. Aqui há sim uma banda de canções inteiras e refrões que colam.

O disco de estreia da Rua Direita será libertado a 19 de Maio pela editora Azul de Tróia, com distribuição Fnac, e estará disponível nas principais plataformas digitais.

Júlio Pereira na Festa dos Museus…

Neste concerto Júlio Pereira revisitará, “Cavaquinho.pt” o seu último CD e o cavaquinho que, ainda na década de 1980, tinha deixado no ouvido em todo o país e estrangeiro (Cavaquinho, Sasseti, 1981). Agora, um novo trabalho discográfico já gravado, mas ainda sem título definitivo, a apresentar em Março de 2017, o som da pequena viola de quatro cordas alia-se aos seus parentes madeirense e americano, numa criação de contemporânea mestiçagem.

Julio-e1489075074135-1600x675.jpg

Em palco, resulta numa diversificada viagem por múltiplas paisagens sonoras, que não dispensa até um outro olhar sobre o fado.

 

Moinho de Papel (Leiria)

21 de Abril 2017 | 21.30h

Cláudia Leal… Primeiras datas de digressão “ Quarto Crescente “

Cláudia Leal, dona de uma voz e de uma presença que encanta, marca a diferença no panorama do fado por ser a única mulher que toca e canta o fado. “Quarto Crescente” é seu disco de estreia editado em 2016 e possui uma particularidade inovadora. Em vez de um produtor comum, cada tema teve uma produção própria: ou do compositor ou do músico executante.

2ln9m58mpc7e.jpg

Para além de contar com a participação de grandes músicos como: Pedro Jóia, Rão Kyao, José Manuel Neto, Carlos Manuel Proença, Rogério Ferreira, Rodolfo Godinho, Pedro Henriques, Daniel Pinto e Vicky Marques. Contou também com os grandes Poetas: António Botto, Mario Rainho, Guilherme Pereira da Rosa, António Calém, José António Sabrosa, Rui Manuel, Fernando Girão, António Laranjeira e Ricardo Maria Louro. A qualidade deste trabalho deve-se também a excelentes compositores tais como, Francisco Carvalhinho, Pedro Joia, Maria Teresa de Noronha, Fernando Girão, António Sabrosa, Rão Kyao, Rogério Ferreira Rodolfo Godinho e Ricardo Ribeiro.

Em "Quarto Crescente", Cláudia Leal apresenta-se pela primeira vez não só como autora e compositora com o tema "O Sal Vem da Saudade" mas também como executante de guitarra clássica no fado "Fado e Lisboa".

 

2 de Junho 2017 - Auditório Zona Livre (Vila Real)

3 de Junho 2017 - Teatro Ribeiro Conceição (Lamego)

10 de Junho 2017 - Festas de Proença a Nova

12 de Julho 2017 - Festas da Charneca de Caparica

6 de Outubro 2017 – Casa das Artes (Arcos de Valdevez)

Imaginarius PRO Marketplace esgotado…

Os principais players nacionais do setor das Artes de Rua vão juntar-se numa feira artística em pleno seminário internacional para profissionais do setor FRESH STREET#2, a realizar de 24 a 26 de maio, em Santa Maria da Feira. O Imaginarius PRO Marketplace fechou as inscrições com uma taxa de ocupação de 100%, garantindo a presença de 30 projetos artísticos de 12 países nos 30 stands disponíveis.

Imaginarius PRO_arquivo.JPG

Este mercado artístico integra o programa complementar do segundo dia do maior seminário internacional para profissionais do setor das artes de rua – FRESH STREET#2 – e acompanha a dinâmica de envolvimento profissional do Imaginarius PRO, assumindo-se como uma plataforma de comunicação única para os projetos artísticos nacionais. Dos 30 projetos artísticos selecionados para o Imaginarius PRO Marketplace, 70% são portugueses e destes 30% são originários de Santa Maria da Feira – números que reforçam o foco deste encontro na criação artística contemporânea portuguesa para o espaço público e o posicionamento do Município de Santa Maria da Feira no apoio à criação artística local.

 

Alemanha, Argentina, Bélgica, Brasil, Canadá, Colômbia, Espanha, Holanda, Itália, Portugal, Reino Unido e Suécia são os 12 países representados no Imaginarius PRO Marketplace, a realizar no dia 25 de maio, das 9h30 às 18h00, no Europarque.

 

Desde 2015 que o festival Imaginarius promove um espaço de contacto entre profissionais das Artes de Rua, através do Imaginarius PRO. Com esta dinâmica, pretende-se reforçar as parcerias entre artistas e programadores presentes e Santa Maria da Feira nos dias do festival.