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Glam Magazine

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This Penguin Can Fly apresentam “Caged Birds Think Flying is a Disease” em Braga

Os This Penguin Can Fly regressam com novo trabalho, o primeiro longa-duração “Caged Birds Think Flying is a Disease” será apresentado, ao vivo, já amanha, sexta feira 28 de abril, no Sé La Vie (Braga), em mais uma Noite Bazuuca.

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Gravado e produzido nos Estúdios Lobo Mau, em Guimarães, por José Pedro Caldas, “Caged Birds Think Flying is a Disease” é um trabalho pujante, sujo, ritmado e orgânico, onde o trio reinventa o rock instrumental patente no primeiro EP, e trazem vários elementos e novas sonoridades como floreados orientais de guitarra ou ritmos sul-americanos, sempre acompanhados por um baixo groovesco e presente.

O concerto começa às 22h30 e, logo depois, a festa continua com as escolhas musicais do Soundsystem da Bazuuca,

Céu, Richard Bona & Mandekan Cubano no Mimo Amarante

Presente nos festivais mais importantes do mundo, Montreal Jazz Festival, North Sea Jazz,  Coachella, Roskilde, Rock in Rio, SF Jazz, JVC Jazz, entre outros, Céu regressa em 2017 a Portugal a convite do MIMO para apresentar o aclamado "Tropix", no dia 23 de Julho. "Tropix" valeu a Céu o Grammy Latino de Melhor Álbum de Pop Contemporâneo em Língua Portuguesa, e ainda Melhor Álbum de Engenharia de Gravação.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Reconhecida pela sua originalidade, Céu é uma das principais vozes da música actual no Brasil, conquistando com a sua mistura de dub, afro-beat e trip-hop. A estreia da cantora aconteceu há 15 anos com o álbum homónimo que fez adivinhar o que se seguiria. Influenciado pelo samba de raiz e música   urbana, "Céu" foi nomeado para três Grammy. Em 2005 foi editado nos EUA (onde vendeu mais de 200 mil discos) e na Europa, levando a que a revista francesa Les Inrockuptibles a apontasse como uma das cinco revelações do ano. Em 2009 editou o seu segundo álbum, “Vagarosa”, inspirado na música jamaicana, e conquistou novamente a crítica ocupando o  segundo lugar na Billboard de World Music. A revista Época incluiu-a entre os 100 brasileiros mais influentes do ano.

O baixista camaronês Richard Bona apresenta-se no MIMO dia 22 de Julho com a sua nova formação afro-cubana, os Mandekan Cubano. O mais recente "Heritage", lançado pela editora de Quincy Jones, será o ponto de partida para uma viagem pela música deste virtuoso instrumentista, compositor e vocalista que se mantém fiel às suas origens africanas. Desde a sua estreia a solo, em 1999, que Richard Bona usa a sua música para abordar questões internacionais como forma de marcar uma posição sobre o que afecta os oprimidos, mostrando uma habilidade única para contar histórias através de sons.

Ao longo de 18 anos de carreira são ainda várias as colaborações de Richard Bona, com destaque para Pat Metheny, Bobby McFerrin, Mike Stern, e, mais recentemente, John Legend. Distinguido como Melhor Artista Internacional de 2004 no Victoires du Jazz Awards, e nomeado para o Grammy de Melhor Álbum Mundial de Música do Mundo com "Tiki", em 2007, Richard Bona é a mais recente confirmação do festival que se realiza entre 21 e 23 de Julho.

Estas são as mais recentes confirmação da segunda edição do MIMO Festival Amarante que conta já com: Tinariwen e Nação Zumbi, dia 21; Herbie Hancock (concerto exclusivo em Portugal) e Richard Bona & Mandekan Cubano, dia 22; Manel Cruz e Céu, dia 23.

Mirror People em concerto…

Foi no passado dia 31 de março que Mirror People, projecto paralelo de Rui Maia dos portuenses X-Wife, editou o seu segundo trabalho de longa duração, “Bring the Light”, sucessor de “Voyager” lançado em 2015.

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Composto e gravado durante o ano passado, o novo trabalho é descrito por Rui Maia como sendo "mais urbano, pessoal e diferente do anterior. Neste disco quis abordar uma sonoridade mais sintética e forte que remete para o lado mais alternativo dos anos 80, sem perder o sentido pop das canções.”

A edição de “Bring The Light” está disponível em CD e em todas as plataformas digitais.

 

Próximas datas ao vivo:

27 de Abril 2017 - Soir Jaa (Évora)

28 de Abril 2017 - Carmo 81 (Viseu)

29 de Abril 2017 - Maus Hábitos (Porto)

1 e 2 de junho 2017 – Festival MIL (Lisboa)

16 de Junho 2017 – Vira Pop (Braga)

Sofia Ribeiro apresenta "Mar Sonoro" ao vivo

Não surpreende que, com pouco mais de uma década de carreira, Sofia Ribeiro se tenha consolidado já como uma das cantoras portuguesas com maior projeção internacional. Conhecida pelo seu belíssimo timbre, pela voz profunda, pela enorme versatilidade e capacidade de expressão e pelas fortes atuações ao vivo, a cantora que nasceu com ‘o talento de provocar uma mistura de emoções em apenas alguns minutos’ (OJO) cativa de imediato cada ouvinte para o seu universo musical único. Percorreu já meio mundo, tendo atuado em inúmeros prestigiosos palcos na Europa, Estados Unidos e América do Sul e ganhou vários prémios internacionais, tais como: o primeiro lugar na ‘Crest Jazz Vocal’ (França) e no ‘Voicingers’ (Polónia), e o segundo lugar no ‘Young Jazz Singers’ (Bélgica).

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Vive atualmente em Nova Iorque e foi recentemente convidada para ser artista residente no famoso Carnegie Hall. “Mar sonoro” é mais um brilhante resultado da colaboração da cantora portuguesa com o reconhecido pianista e compositor colombiano Juan Andrés Ospina. Neste novo álbum, Sofia Ribeiro revela, mais uma vez, e com excelência, o seu imenso potencial como cantora e compositora, e reúne harmoniosamente diversas influências - do jazz à world music - com 8 temas originais cantados em português e duas versões de fados da Amália, assim como adaptações de poemas de autores portugueses, como Sophia de Mello Breyner e Fernando Pessoa.

O disco foi gravado em Nova Iorque e conta com a participação do mesmo grupo com quem gravou o anterior disco “Ar”, e com quem colabora já há mais de quatro anos; para além de Juan Andrés Ospina no piano, o grego Petros Klampanis no contrabaixo e o argentino Marcelo Woloski na percussão.

Sofia Ribeiro apresenta agora "Mar Sonoro" em Portugal

 

18 Maio 2017 – Auditório Liceu Camões (Lisboa)

27 Maio 2017 – Coimbra

28 Maio 2017 – Casa da Música (Porto)

“Falar de Amor” de Carolina já disponível…

Falar de Amor” é o nome do novo single de Carolina, que serve de apresentação ao novo trabalho “enCantado”, a ser editado no dia 26 de Maio. O novo tema da cantora/fadista transmontana, da autoria de Carolina Deslandes e Diogo Clemente, chegou às rádios nacionais e já se encontra disponível digitalmente.

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Também o vídeo de “Falar de Amor” estreia hoje e já pode ser visualizado...

Carolina editou o seu álbum de estreia a 7 de Abril de 2014 e tem feito um percurso de prestígio, actuando em vários festivais e palcos de referência nacional e internacional.

O registo homónimo foi igualmente um dos discos de fado mais aclamados de 2014. Temas como “Um fado Nasce” (de Alberto Janes), “Dança” (um original de Ricardo Cruz) e “Balada dos Desejos Impossíveis” (melodia original de António Zambujo num poema de Fernando Pinto do Amaral), este último com música de António Zambujo, são apenas algumas das pérolas que fazem parte do primeiro trabalho de Carolina, que contou com a produção do músico e compositor Ricardo Cruz (António Zambujo, Ana Moura).

Golden Slumbers… O fim do “The New Messiah” e o início de novas coisas

Em finais de 2013, as irmãs Catarina e Margarida Falcão começaram no seu quarto o projecto de folk Golden Slumbers, fazendo uso de harmonias de vozes e de guitarras para compor músicas que evocam uma sonoridade com ecos de Simon & Garfunkel, Fleetwood Mac e Laura Marling.

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No ano seguinte, apresentaram-se ao público nacional com o EP “I Found The Key”, de onde saiu o tema “My Love is Drunk”, e no início de 2016 as Golden Slumbers lançaram o bem recebido “The New Messiah” (NOS Discos), o álbum de estreia, onde é perceptível a evolução e apuro da mesma sonoridade que lhes valeu uma nomeação para Artista Revelação na edição de 2015 dos Portugal Festival Awards. O ano de 2016 ficou também marcado pela passagem por festivais como NOS Alive, BONS SONS, Festas do Mar, Festival para Gente Sentada, NOS em D'Bandada e Vodafone Mexefest.

No dia 6 de maio pretendem fechar um ciclo com um concerto com várias surpresas.

 

CCBeat / Centro Cultural de Belém (Lisboa)

6 de Maio 2017 | 21.00h

Emir Kusturica e Os Tubarões em concertos no “Beja na Rua”

O realizador e músico sérvio Emir Kusturica e a banda cabo-verdiana Os Tubarões são dois dos nomes de craveira internacional que este ano marcam presença no Festival Beja na Rua.

Emir Kusturica & The No Smoking Orchestra são um fenómeno significativo do movimento anti-globalização e um paradoxo único do ambiente em que surgiram. Emir Kusturica, apesar do grande êxito internacional que tem obtido como cineasta - repetidamente premiado nos festivais de Berlim, Veneza, Cannes e muitos outros -, tem mantido a carreira paralela como músico da No Smoking Orchestra, cuja música tem utilizado como banda sonora dos seus filmes.

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Os Tubarões, um dos grupos mais emblemáticos da história da música cabo-verdiana tornaram-se famosos pela suas mornas, coladeiras e funaná.

Outra das novidades desta edição do Festival é a participação do artista português Bordalo II, conhecido por criar “imagens com o que destrói o mundo”. Olhos de mocho, a obra que construiu no Wool – Festival de Arte Urbana da Covilhã - está entre as melhores do mundo segundo a página Street Art News, que elegeu em 2014 as 25 obras de arte urbana espalhadas por todo o mundo (desde 2009).

Beja passará a integrar o roteiro do artista que já expôs em várias capitais europeias e nos Estados Unidos da América em Las Vegas. Em Beja, as artes estarão na rua, de 16 de junho a 15 de julho. Para todos.

Cavalos de Corrida Parte 2 no Plano B

Dia 28 de Abril no Plano B, Porto, os Ola La Meta (Madrid) fazem a sua estreia em Portugal sobre tutoria da Pointlist e com o apoio Indieota. Banda de Madrid toca um Garage Rock à moda de Allah-Las ou Holy Wave. A rubrica "Capitán Demo" na Radio 3 da TVE, a maior e mais importante televisão espanhola, considerou os Ola La Meta uma das suas bandas espanholas emergentes preferidas de 2016 e com o trabalho de estreia "Guerra de Miradas", aguarda-se um álbum de estreia e uma tour ainda mais mais extensa. A eles juntam-se Fugly, Veenho e Genes.

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Fugly é rock, é feedbacks, é proto-pizza e banana-punk, rock-lobster e tartarugas ninja. Vinda da cidade do Porto, é garage dum miúdo da escola secundária, misturado com psicadelismos e a complexidade de quem passou da vida a ouvir tudo o que foi feito nos anos 60 e 70. Em 2016, o disco “Morning After” ficou disponível em formato digital e em formato físico k7. O tema do disco é muito presente no seu nome: a ressaca. A manhã seguinte em que acordamos e não sabemos bem para onde ir, o momento de reflexão e as recordações de toda a destruição causada a nós próprios e aos que nos rodeiam. Fugly é a destruição, é aquilo que nos vamos arrepender amanhã (ou não), mas que durante foi bom demais para se esquecer.

 

Influenciado desde muito cedo pelo movimento no wave, usa essa incomum perspicácia auditiva para conquistar um novo género apenas baseando-se nessas influências. Enquanto todos ouvem Genes fazer rap ele apenas ouve spoken words como manifestos de expressão, ora subtis, ora estridentes. Esta modesta tentativa de re-inveintar um género valeu-lhe o título de promessa nacional para 2017, segundo a revista Time Out Lisboa e o seu disco de estreia verá a luz do dia ainda este ano.

 

Veenho, influenciados pelo Indie Rock americano de anos 90 e pelo efervescente movimento underground lisboeta atual, editaram pela Xita Records um EP homónimo de estreia e desde então têm tocado nalgumas das salas mais respeitadas da cidade, da Galeria Zé Dos Bois ao Sabotage.

Mário Mata está de "Regresso"

Mário Mata está de "Regresso". O disco do músico e compositor, conta com produção de José Cid e chega às lojas a 12 de Maio, sob a chancela da Sony Music Portugal.

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Sobre o músico e o disco deixamos aqui as palavras de Armando Carvalhêda

"Andar sozinho a lutar contra o sistema, é um grande problema " escreveu e canta Mário Mata a dada altura do seu mais recente disco, curiosamente de título Regresso. E se uso este advérbio de modo, não é por ficar sempre bem num texto…, é antes por ter a firme convicção que em cada regresso este cantautor, de certa maneira, continua, solitário, a lutar contra o sistema. Que sistema?

Aquele que o (nos) envolve sem sufocar, nos vários planos que enchem a sua vida de quase quatro décadas de música. Há rebeldia, há sarcasmo, há esperança, há sonho, há inquietação e, acima de tudo, há uma imensa vontade de gerar cumplicidades neste Regresso de Mário Mata.

Percorrendo com os sentidos bem despertos as quinze canções deste novo álbum, há um leque de emoções que se desvenda a cada instante, porque nas marés da vida "o amor é como o mar, umas vezes a partir, outras a chegar".

Há um triângulo mágico que ilumina a vida deste criador, deste homem bom e atento, cujos vértices se situam na África de todos os sonhos, no Algarve de todas as revelações e na capital de todas as ilusões. E depois há a vontade e a coragem de virar as costas a tudo o que já sentiu e viveu e voltar a partir para longe do bulício da cidade grande e continuar a observar, escrever e cantar as realidades doces e amargas que a povoam.

O Regresso de Mário Mata é qualquer coisa que se espera sempre com a ansiedade dos momentos que se adivinham de celebração e este disco novo, revisitando memórias e acrescentando novidades, confirma afinal que, ouvindo-o, na vida como na música "sonhar é fixe".

Tori Amos anuncia novo álbum… “Native Invader”

Tori Amos acaba de revelar o lançamento do seu muito aguardado novo álbum, “Native Invader”, com data de edição prevista para 8 de setembro pela Decca Records. A cantora vai também dar início a uma digressão mundial, que inclui datas na Europa e Reino Unido, entre setembro e outubro, e nos EUA e Canadá, em novembro e dezembro.

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“As músicas de 'Native Invader' estão a ser impulsionadas pelas Musas para encontrarem maneiras diferentes de enfrentar desafios imprevistos e, em alguns casos, conflitos perigosos. O disco olha para a Natureza e como ela, através da resiliência, se cura a si própria. As canções também lidam com a questão: qual é a nossa parte na destruição da nossa terra, bem como de nós mesmos, e nas nossas relações uns com os outros?

“Na vida podemos ser surpreendidos com fogos inesperados, cheias, terramotos ou qualquer cataclismo – tanto dentro como fora das nossas mentes. Sonicamente e visualmente, quis analisar a forma como a Natureza cria com as suas forças opostas, tornando-se a última regeneradora através dos seus ciclos de morte e renascimento. Uma e outra vez ela consegue renovar-se. Poderemos encontrar esta renovação em nós mesmos?”

 

Native Invader” é o 15.º álbum de estúdio de Tori Amos, sucedendo-se a “Unrepentant Geraldines”, de 2014, tendo sido o seu 8.º disco a alcançar o top 10 da Billboard. Este será o seu primeiro lançamento através da Decca Records.

 

João Afonso celebra 20 anos de "Missangas" em palco…

João Afonso veio dar marca a uma assinatura única na música portuguesa com o seu primeiro CD "Missangas", com o qual afirmou a sua criatividade e confirmou ter uma voz ímpar na música da lusofonia, tendo sido distinguido com o prémio de Melhor Voz Masculina Nacional, atribuído pelo jornal Blitz.

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Mantendo um estilo distintivo, marcado pela inovação e riqueza de composições, João Afonso apresenta um espectáculo comemorativo das duas décadas de música, com um coral de canções criadas ao longo da sua carreira, de "Missangas" a "Sangue Bom".

 

Este concerto promete ser um espectáculo único, cheio de cumplicidades e histórias musicais, reunindo em palco um grupo de excelentes músicos, com destaque para a participação especial de Júlio Pereira e António Afonso, que também marcaram a sonoridade de "Missangas", que está de volta ao mercado numa edição especial, desde o dia 21 de Abril, contendo o alinhamento original e algum material fotográfico que não constava da edição de 1997, bem como alguma cobertura jornalística da época, com várias críticas entusiásticas e a menção a vários concertos da digressão do disco.

 

Centro Cultural Olga Cadaval (Sintra)

12 de Maio 2017 | 21.30h

Arranca hoje o Festival DDD - Dias da Dança!

O Festival DDD — Dias da Dança arranca esta quinta 27 de abril e prolonga-se até dia 13 de maio, numa maratona de espetáculos que liga as três cidades da Frente Atlântica – Porto, Matosinhos e Gaia.

Organizado pelo Teatro Municipal do Porto/Câmara Municipal do Porto, numa coorganização com as Câmaras Municipais de Matosinhos e Gaia, o festival internacional de dança contemporânea tem a direção artística de Tiago Guedes e implica uma rede de coprodutores que compõem a intensa programação - o Teatro Nacional São João, o Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery, o Coliseu Porto, a Fundação de Serralves, o balleteatro, o Armazém 22 e a mala voadora - e os parceiros de apresentação com a novidade este ano do Teatro do Bolhão.

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No primeiro dos Dias da Dança, a coreógrafa portuense Né Barros estreia “Muros” no Teatro Nacional São João, focado na ideia de fronteira e zona de perigo e na figura do refugiado, do exilado, do deslocado. Num momento em que a Europa atravessa a maior crise dos refugiados da História moderna, Né Barros propõe-se falar sobre os vários tipos de muros, barreiras visíveis e invisíveis, que separam os corpos: de pedra, de arame, transparentes, de água, psicológicos. Para isso, contou com a colaboração de João Mendes Ribeiro para criar um dispositivo cénico divide os bailarinos (Bruno Senune, Elisabete Magalhães, Flávio Rodrigues, Gonçalo Cabral e Joana Castro) durante a coreografia e com textos de Eugénia Vilela e dos poetas Paul Celan e Robert Desnos ditos por Ana Deus. “Muros” é uma coprodução balleteatro e TNSJ integrado no no programa internacional Non-Lieux de L’Exil (Paris) e, segundo a coreógrafa, convoca “imagens e zonas de conflito e resistência”, no qual o som e a voz parecem ser o único veículo capaz de passar “mensagens de amor ou ódio, resiliência ou desistência”.

O incontornável ciclo literário Quintas de Leitura vai “Dar corda à palavra” numa sessão especial que promete fazer dançar ao som das palavras com Catarina Santiago Costa e Daniel Jonas, como poetas convidados, Ana Dora Borges e Júlio Cerdeira, como bailarinos convidados, Ana Paiva e Valdemar Santos nas leituras, Manuela Pimente na ilustração e António Olaio & João Taborda, acompanhados por Afonso Almeida na música.

 

De sexta a sábado, o Caravane, projeto itinerante concebido pelo Centre National de la Danse (França), inicia a sua primeira paragem no Porto. Imaginada com o Teatro Municipal do Porto, um ciclo de atividades desenvolve-se no Rivoli e no Teatro do Bolhão, revelando o trabalho patrimonial, pedagógico e artístico da CN D num “fora de portas” da instituição que depois partirá para Buenos Aires. Durante dois dias, realiza-se um workshop sobre o “Repertório de Alain Buffard” e as memórias autobiográficas do corpo, por Mathieu Doze; um workshop com Noé Soulier a céu aberto, na Praça D. João I; um encontro com Aymar Crosnier; a conferência “Making Bodies” de Noé Soulier; duas sessões de cinema; uma exposição comissariada por Marc Domage e a mediateca; e uma noite com o DJ Bem Dover para ocupar o Rivoli. Já no Teatro do Bolhão, novo parceiro de apresentação do Festival, Noé Soulier apresenta sexta “Faits et Gestes”, um espetáculo que exercita descolar o gesto do seu contexto habitual e significação para se focar na qualidade do movimento. Os bailarinos concentram-se no modo como um gesto pode sugerir outro, referindo-se a algo que está além de si, mesmo quando não identificável: ações orientadas para um objetivo prático, sequências coreográficas abstratas e gestos comunicativos. A música do compositor barroco Jakob Froberger estabelece um paralelismo entre figuras de movimento e figuras musicais que exigem significado, embora não tenham uma significação definida.

É no salão ático do Coliseu Porto que Marianne Baillot estreia “Paper Less Paper Dress”, um solo que concebe e interpreta sob imperativos poéticos, com um estilo desconstrutivista e burlesco, onde corpos-figuras ou fundidos na paisagem devem realizar tarefas impossíveis.

O Dia Mundial da Dança reserva um dia cheio e com surpresas. Ricardo Machado & Anna Réti trazem “Point of You” ao espaço da mala voadora no Porto, um jogo pessoal e filosófico sobre a verdade, a coexistência, os encontros, os possíveis conflitos resultantes de pontos de vista distintos em realidades paralelas. Na primeira colaboração artística entre os dois criadores, o espetáculo é um debate lúdico onde os pontos de vista vão sendo revelados em cena numa cadeia de reações espontâneas perante a audiência. O DDD chega também neste dia a Matosinhos, ao Teatro Constantino-Nery para o segundo espetáculo do projeto “Sete Anos Sete Peças” de Cláudia Dias. Depois de “Segunda-feira: Atenção à Direita”, a criadora colabora desta vez com Luca Bellezze para “Terça-feira: Tudo o que é sólido dissolve-se no ar” que mostra o mundo preso por um fio, um ponto traçado como uma espécie de cartoon ao vivo num fio urdido entre dois corpos. A frase do título é retirada do Manifesto Comunista e “a principal decisão política passou por não se fechar no presente e nos acontecimentos mais recentes, e recuar até chegar à (questão central da) Palestina”, in Público. Aguardada por muitos, a companhia da referência incontornável da dança contemporânea Maguy Marin regressa ao Porto 24 anos depois. “BiT” é o seu 49º espetáculo em mais de 40 anos de carreira, centrado no ritmo para questionar as responsabilidades individuais na agitação coletiva dos dias.

A celebração estende-se noite dentro, para conviver, comer, beber e partilhar ideias e um pé de dança ao som da dupla de Dj’s D.M.A. (Disco My Ass) no Ponto de Encontro do DDD que inaugura oficialmente do renovado Café Rivoli.

No culminar do primeiro fim-de-semana de dança, a jovem coreógrafa Ana Renata Polónia estreia a sua nova criação “Yeborath” no Teatro Campo Alegre, um solo em que interpreta uma personagem feminina em busca de um estado “líquido” que flutua entre o real e o imaginário íntimo.

 

"Há uma festa aqui ao lado"… single de estreia d' O Gajo

"Há uma festa aqui ao lado" é o primeiro single do novo álbum d'O Gajo, "Longe do Chão" que é editado no dia 20 de maio. Este trabalho de estreia do músico João Morais será apresentado, ao vivo, em Lisboa no Teatro da Barraca no mesmo dia do lançamento.

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Este single é um tema mexido, com uma sonoridade muito característica do universo nostálgico mas ao mesmo tempo eufórico da cidade de Lisboa. As referências e homenagens a esta cidade estão espelhadas em todo este novo álbum d'O Gajo, "Longe do Chão", e "Há uma festa aqui ao lado" é o primeiro tema que vai desvendando toda esta atmosfera.

Segundo João Morais, “onde há uma viola há uma festa” e esta é a perspetiva do vizinho que a escuta. Este é também o tema que serviu de teste ao casamento de ideias antigas com o novo som da Viola Campaniça, instrumento que orienta todo o trabalho d'O Gajo. "A fusão correu bem e o casamento está para durar", admite o artista. "Longe do Chão” é um trabalho de sombras vagas de final de tarde que povoam o universo o artista, e nos contam histórias da cidade oculta. “Longe do Chão” é um voo sobre nós próprios embalados por uma Viola Campaniça que nos enche como a maré e nos inunda com sentimentos de naufrágio.

OWAN apresentam o álbum “Sweet Symphony”

"Sweet Symphony" é o nome do segundo álbum de originais dos OWAN, sucessor de "And Now You" produzido por Quico Serrano e vai estar disponível dia  5 de Maio.

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Nas palavras de Danniel Boone (vocalista, autor e compositor): "É um álbum que assinala o regresso da formação original dos OWAN, com mais maturidade, mais musicalidade e mais "Happy" ... não deixando de ter mensagens para refletirmos... as mensagens para os meus filhos continuam a estar presentes... e todos estes fatores juntos são sem dúvida nenhuma uma doce sinfonia e que nos deixam a todos, muito satisfeitos com este novo trabalho“.

“A escolha do Rei” de Erik Poppe estreia em Maio

“A escolha do Rei” foi candidato da Noruega para Óscar de Melhor Filme Estrangeiro e seleccionado na secção Panorama do Festival de Berlim. O filme baseia-se na história verídica sobre os três dias dramáticos de Abril de 1940, quando as forças do exército alemão confrontaram o Rei da Noruega com um ultimato imaginável: render-se ou morrer.

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Com a Força Aérea e os soldados alemães no seu encalce, a família real é forçada a fugir da capital. Decidem tomar caminhos separados, sem saber se alguma vez se vão voltar a ver. Märtha, a princesa real, deixa a Noruega com os filhos, procurando refúgio na Suécia, enquanto que o rei Haakon e o príncipe herdeiro Olav ficam, para combater os alemães. Após três dias de tentativas desesperadas de se esquivarem aos alemães, o rei Haakon toma a sua decisão final: recusa a capitulação, ainda que isso possa custar a vida a si, à sua família e a muitos noruegueses.

“A escolha do Rei” tem estreia a 4 de Maio nos cinemas.