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Glam Magazine

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Carviçais... O regresso da aldeia do rock!

Tara Perdida, Grandfather´s House, Stereossauro e Ninja Kore Live Band são os últimos nomes apresentados para a edição de 2017 do Carviçais Rock. A locomotiva do rock estaciona na aldeia dia 11 de Agosto e traz com ela energia para dar e vender!

É Tara Perdida na aldeia do rock a 11 de Agosto!

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Um projeto a caminhar a passos largos para o sucesso, marcado por uma viagem entre o rock e o blues, Grandfather´s House convida a uma escuta atenta. Nesta casa mora talento, autenticidade e entrega! Possível comprovar a 12 de Agosto na aldeia do rock!

Stereossauro dispensa apresentações! O bi-campeão mundial de Scratch e turntablism juntamente com Dj Ride, com quem forma a dupla Beatbombers, atua na aldeia do rock a 12 de Agosto! Apresenta-se em palco munido de um giradiscos e de um sampler, manipulados de uma maneira única e muito pessoal, num formato que gosta de apelidar de “Two Hands Band”.

Os míticos Ninja Kore vão voltar a atacar a aldeia, num espetáculo Live! Caracterizados por produzirem um mix de audácia, dando tudo o que tem nas pistas de dança transmitindo uma mensagem energética! Depois de terem marcado presença no ano de 2015, com um espetáculo em live band cativando todo o público presente, os Ninjas estão de volta à aldeia para surpreender!

 

Está assim fechado o Cartaz do palco principal do Carviçais Rock, que vai contar com atuações de The Legendary Tigerman, Blasted Mechanism, Sean Riley & The Slowriders, The Poppers, Tara Perdida, Grandfather´s House, Stereossauro e Ninja Kore.

 

O ano de 2017 marca a 15ª edição do Carviçais Rock, um dos mais antigos Festivais de Verão do nordeste transmontano, que tem datas marcadas para os dias 11 e 12 de Agosto, com um cartaz totalmente nacional e com elevado destaque para o género musical rock/alternativo.

O cartaz do Milhões de Festa aproxima-se do fecho…

É o consumar de dez anos a derreter fronteiras, com o cartaz para a edição de 2017 do Milhões de Festa a caminhar para o seu alinhamento definitivo. Para a décima viajem pelo mundo em Barcelos, África, América Latina, rock, pop, metal, ou música experimental dos quatros cantos do mundo são apenas conceitos que assumem a forma de triângulo durante os dias 20, 21, 22 e 23 de Julho, para os quais já temos festa montada e confirmadas as presenças de Graveyard, The Gaslamp Killer, Powell, Meatbodies, Hieroglyphic Being e tantos outros.

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Para derreter mais fronteiras, e vindas do Reino Unido, as Sacred Paws trazem até às margens do Cávado uma pop de ascendente quente, de harmonias alegres e arranjos típicos de terras mais a sul (também elas mais quentes), boa onda que os conterrâneos Bad Breeding vão contrariar com a sua torrente de punk hardcore bem negra e fedorenta. Partidos de Newcastle, os Blown Out inspiram-se em terra nenhuma para fazer riffs de intenções psicadélicas, encontrando no vazio do espaço coordenadas a que chamam casa.

Cruzando o oceano, Yves Tumor expressa-se em disco com pop delicada, mas prepara-se para explodir ao vivo com uma síntese de electrónica como ponto de partida para performance extravagante, algo que, por outro lado, a sua compatriota e norte-americana Moor Mother consegue através de spoken word cru, a discorrer sobre a condição humana, sobre um tapete noise.

Desafiando limitações artísticas, e a convite da Lovers & Lollypops, os rockers revitalizadores do pós punk Cave Story, o delicado, mas refinado Duquesa e o doce e veranista Ra-Fa-El cruzam linguagens, cancioneiros e formações para um concerto de repertórios partilhados. Já os belgas Cocaine Piss juntam a urgência desmedida do seu punk aos urros do saxofone da dinamarquesa Mette Rasmussen e preparam-se para derreter um palco.

E porque o esbater de fronteiras não se queda em conceitos, trazer para o Milhões de Festa contribuições de outros programadores e festivais: da parte do irmão galego (com quem partilhamos bilhetes) Sinsal vêm o produtor de hip-hop Mweslee e a produtora e intérprete BFlecha; da parte do também minhoto SWR Barroselas Metalfest vêm os decanos da podridão e grinders Vai-Te Foder, os punks mais má onda do país Systemik Viølence e o DJ das guitarras mergulhadas em glamour Nightman; com o cunho Dedos Biónicos e Mundo Quesadilla, que se combinam como Mundo Dedos Quesadilla Biónicos, vêm os galegos Diola e o seu rock sem regras, o camaleão pop de nome Iguana Garcia, os krauters tropicais Galgo e os hooligans mais punk de Londres Italia 90.

Para aquecer mais (e melhor derreter), haverá ainda actuações do eixo Tunísia-França de sonoridades tropicais, industriais e ritualísticas Ifriqiyya Électrique, o rock abrilhantado dos barcelenses RATERE, e as miúdas de pelo na venta BALA com os seus riffs distorcidos.

O Milhões de Festa regressa a Barcelos de 20 a 23 de Julho e já tem confirmados faUSt & GNOD, Sarathy Korwar, Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs Pigs, Sex Swing e Pixvae, entre outros…

sPiLL apresentam disco de estreia…

Os sPiLL são uma banda de rock.

O percurso peculiar dos seus membros, alguns deles com carreiras reconhecidas no jazz, outros no rock, outros em ambas, aliado a influências que vão dos QOTSA, PJ Harvey, Radiohead, Deerhoof, a Hendrix e Van Halen, cria o som do grupo.

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A formação de voz, guitarra, teclas, baixo e duas baterias assume a música pelo que é, sem recusar todas as referências que fazem dos músicos que a integram, músicos únicos e plenos de personalidade.

Os sPiLL abrem aqui todo o seu amor pelo rock despretensioso no qual energia, som, e canção são a palavra de ordem.

 

“What Would You Say?” é o título do disco editado em Maio 2017 pela Blitz Records/Sony Music, que vai ser apresentado ao vivo, esta sexta, 2 de junho, no Plano B

Jessie Reyez no 23º Super Bock Super Rock

Canadianos a fazer boa música não é propriamente uma novidade, desde o eterno Leonard Cohen até aos mais recentes e alternativos Caribou ou Grimes. E há mais um nome para acrescentar a esta talentosa lista: Jessie Reyes.

Esta cantora e compositora de Toronto é um dos nomes que vale mesmo a pena seguir este ano de  2017.

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Reyez começou a dar nas vistas em 2016 com o single "Figures", uma canção em que a sua voz cheia de personalidade parece flutuar sobre uma guitarra acústica, criando um tema tão despojado como pungente. A música rapidamente explodiu na internet, com milhares de visualizações no YouTube.

 

Um sucesso que lhe garantiu elogios de grandes nomes como Zane Lowe ou Elton John – e também a possibilidade de gravar o seu primeiro EP, “Kiddo”, editado este ano, um registo inspirado nas suas experiências mais emocionais, sejam tristes ou triunfantes. Uma música que vale por si só, sem precisar de maquilhagem.

“Portalegre” e o regresso do Homem em Catarse...

“Portalegre” é um local de luz, a sul de onde o Tejo é selvagem e porta de entrada de uma região icónica e símbolo primordial do interior e da ruralidade de Portugal, o Alentejo. Paradoxalmente é também a única capital de distrito que não tem uma autoestrada adjacente, resta-lhe o IP2, e as rectas despidas de tudo e repletas de paisagem. Se as discrepâncias face ao litoral turbulento aqui ainda são maiores, sentindo-se ainda mais o nosso interior, Portalegre é também um local sereno, tranquilo onde a vida se vive mais lenta, mas vive-se melhor. Portalegre desta viagem interior, aborda precisamente isso - um casal que larga a cidade no litoral, a correria, a azáfama e decide viver mais calmamente às portas de Portalegre numa casa típica e com espaço para as crianças que aí virão, poderem brincar. Uma mudança de vida, o início de algo, a busca reflexiva de que viver mais, é viver melhor.

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Portalegre é um Porto Alegre. Um porto é sempre bússola de partida e chegada. “um porto quando é alegre, é o certo mesmo longe do mar”. Faz todo o sentido ser o cartão-de-visita da Viagem Interior.

É o início de uma mudança de vida, de uma viagem; e uma viagem, bem ao nosso interior, transforma-nos sempre, dá-nos sempre um sentido àquela ” viagem-mãe” que andamos a ter desde que nascemos. “um porto quando é alegre, é o certo para atracar”.

É Portalegre que marca o regresso do Homem em Catarse

Ricardo Ribeiro… Um artista do mundo!

Ricardo Ribeiro continua a conquistar territórios internacionais e nos próximos meses de verão vai estar em digressão em diversos países. O seu mais recente disco “Hoje é assim, amanhã não sei.”, editado em França no inicio do ano, acaba de conquistar neste mês de Maio o mercado do Reino Unido. O fadista lisboeta tem datas marcadas em Inglaterra, na Rússia, na Noruega, na Áustria, em França e Holanda, além dos vários concertos marcados em território nacional.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

No próximo dia 1 de Junho apresentar-se-á no Kings Place em Londres, a sua estreia em nome próprio na capital inglesa. Ainda este ano Ricardo Ribeiro foi nomeado pela segunda vez consecutiva pela prestigiada revista Songlines para o prémio Best Artist 2017;

 

Para além dos concertos de Fado, Ricardo Ribeiro mostra a sua versatilidade musical: participação especial nos concertos do famoso cantor brasileiro Ivan Lins na Casa da Música e no CCB em maio; em Junho cantará acompanhado pelo génio do violão de 7 cordas Yamandu Costa e ainda fará um concerto totalmente dedicado ao Tango “El gordo Triste”, inserido no ciclo “Fado e outras musicas”

 

1 de junho - Kings Place (Londres)

6 de junho - Moscovo / Rússia

7 de junho - São Petersburgo / Rússia

10 de junho - Festas de Lisboa - Fados & Outras Músicas “El Gordo Triste” (Castelo de São Jorge – Lisboa)

24 de junho - Participação especial no concerto do Yamandu Costa (Teatro da Trindade – Lisboa)

30 de junho - Centro Cultural e Congressos Caldas da Rainha

5 de julho - Førde Festival / Noruega

6 de julho - Førde Festival / Noruega

12 de julho - Tom de Festa - Acert (Tondela)

14 de julho - Theater am Spittelberg (Viena / Aústria)

16 de julho - CookSound Festival (Forcalquier / França)

15 de setembro - Cine Teatro António Lamoso (Santa Maria da Feira)

30 de setembro - Tilburg / Holanda

1 de outubro - Roterdão / Holanda

26 de outubro - Carta Branca / CCB (Lisboa)

Green Week… Festa do Ambiente marca o arranque da semana verde de Guimarães

É já amanhã, quinta-feira, 1 de junho, que arranca o Green Week – festival ambiental que sublinha o trabalho que culmina no processo de candidatura de Guimarães a Capital Verde Europeia. A semana, totalmente dedicada à sustentabilidade ambiental, inicia-se com a promoção da Festa do Ambiente, agendada para 1 de junho, Dia Mundial da Criança. O evento, que visa sensibilizar e consciencializar a população para a sustentabilidade ambiental, tendo presente os objetivos do desenvolvimento sustentável 2030 das Nações Unidas, inicia-se precisamente com uma ação dedicada exclusivamente aos mais novos, que terá lugar no Multiusos de Guimarães, às 10h00. Neste dia, mais de três mil crianças com idades dos 4 aos 9 anos reúnem-se para participar num conjunto de atividades lúdicas e pedagógicas, que irão decorrer entre as 10h00 e as 12h00 e entre as 14h00 e as 16h00.

Os dois momentos fecham com uma atividade musical que terá uma mensagem dedicada ao ambiente.

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Refira-se que este dia conta com a organização dos pelouros da Ação Social, da Educação e do Ambiente do Município, bem como com o apoio de um conjunto de associações. O festival Green Week decorre até 8 de junho, contando com um vasto programa, que se destaca pelas ações de entretenimento, pela atividade física, pela gastronomia e, ainda, pela expressão cultural e artística.

Mônica Salmaso e José Pedro Gil celebram Vinicius e José Afonso

“Estrada Branca” nasceu de um processo de vários meses de partilha de partituras dos dois lados do oceano Atlântico. Em Portugal, José Pedro Gil explorava o mundo de José Afonso, enquanto que, no Brasil, Mônica Salmaso decifrava a obra de Vinicius Moraes. Com 16 anos de distância e ambientes sociopolíticos completamente diferentes, interessava perceber o que poderia unir estes dois compositores aparentemente incompatíveis, mas que viveram sob a égide da mesma língua.  

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O conceito de “Estrada Branca”, espetáculo que conta com Carlos Tê na dramaturgia e tem colaboração de Ricardo Pais, é o de juntar as músicas menos conhecidas do poetinha Vinicius de Moraes e do bicho-cantor José Afonso, extraindo do repertório aquelas melodias que os “fecham” num determinado tempo e espaço: no caso do compositor brasileiro, a bossa-nova; no caso do poeta português, as canções meramente de intervenção. O espetáculo homenageia assim toda a obra de dois dos mais importantes artistas de uma geração, apresentando 25 músicas com novos arranjos e cantado a duas vozes.

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O legado de José Afonso e Vinicius de Moraes tinha já sido explorado em outros projetos dos dois cantores que agora dão voz a Estrada Branca. Em 2015, José Pedro Gil lançava, em conjunto com Emanuel de Andrade, Outro Tempo, José Afonso, um trabalho que contou com a participação de Mônica Salmado e Teco Cardoso. Os artistas brasileiros deixaram o seu contributo em três das músicas do álbum: “Bairro Negro”, “Canção de Embalar” e “Redondo Vocábulo”. Já um ano antes, a cantora brasileira – uma das vozes mais vibrantes da Música Popular Brasileira – tinha arrebatado a Culturgest com o seu concerto de homenagem a Vinicius de Moraes na celebração dos cem anos do seu nascimento.

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No dispositivo cénico de Estrada Branca, desenhado por Manuel Aires Mateus, estão José Pedro Gil e Mônica Salmaso (vozes), acompanhados de um quarteto de cordas (Ana Pereira, Ana Filipa Serrão, Joana Cipriano e Nuno Abreu) e dos três diretores musicais do espetáculo: Nelson Ayres (piano e acordeão), Teco Cardoso (flauta e saxofone) e Emanuel de Andrade (piano). Estrada Branca vai estar ainda em cena no São Luiz Teatro Municipal no sábado, dia 3 de junho, às 21h00.

 

Fotografias: João Tuna

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