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Glam Magazine

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Samuel Úria e amigos… ao vivo

Samuel Úria vai levar as suas canções e alguns amigos ao Teatro Tivoli BBVA no próximo dia 27 de Maio. Um ano depois da publicação de “Carga de Ombro”, é altura do “trovador das patilhas” regressar a Lisboa para um concerto de celebração com convidados especiais: Ana Moura, Golden Slumbers, Manuela Azevedo e Miguel Ferreira.

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E a celebração justifica-se! A descoberta de um dos mais emblemáticos discos da música produzida em Portugal prossegue. A imprensa escrita enalteceu-o com referências elogiosas e a inclusão na lista dos melhores do ano. A rádio rendeu-se a “Dou-me Corda” ou “Repressão”, entre outros temas que tocou. A televisão relevou-o, destacando-se o episódio para a série “No Ar”. E, no passado sábado, o mundo da animação premiou-o pela parceria com Pedro Serrazina no vídeo “É preciso que eu diminua”, o último single até à data de “Carga de Ombro”.

No palco do Tivoli, as canções vão ganhar nova vida e o carácter festivo da música de Samuel Úria vai intensificar-se com a partilha ao vivo das colaborações que já aconteceram em disco e em eventos especiais:

Com Ana Moura, o tema “Cantiga da Abrigo”, incluído do álbum “Moura”; Com as Golden Slumbers, através do convite para a interpretação do tema “Para Perto” do último Festival da Canção; Com Miguel Ferreira, músico de excepção, produtor e cúmplice de Samuel em “Carga de Ombro”; Com Manuela Azevedo, a voz dos Clã, com quem Samuel teve oportunidade de colaborar enquanto letrista nos temas “Zeitgeist” e “Canção de Água Doce” do último álbum da banda. Deste flirt musical são expectáveis novidades para breve… Uma coisa fica já garantida: A surpresa fará parte deste espectáculo, do início ao fim. Um “Samuel Úria & Amigos” que seguramente se estenderá a toda a plateia.

 

Bing & Ruth atuam amanhã em Braga e pela primeira vez em Portugal

Em 2006, David Moore deu início a Bing & Ruth como forma de trazer as suas composições para além do universo da academia. Pianista com origem no Kansas, a estudar na New School for Jazz and Contemporary Music, Moore escrevia o tipo de música que gostava de ouvir: música de ensemble minimalista e com uma certa sensibilidade cinematográfica.

Dando seguimento aos heróis minimalistas da New School como John Cage e Steve Reich, as composições de Moore olharam para o passado para estudar a repetição de estilos dos percursores mais proeminentes e procuraram uma forma baseada no sentimento. Depois de uma pequena pausa, aproveitada para outros projetos, Moore regressou a Bing & Ruth em 2010 para editar “City Lake”. Agora com onze membros, a ensemble cresceu ao ponto de tornar as digressões e os ensaios em algo difícil de coordenar. Apesar de todos os contratempos e frustrações, Moore continuava a escrever novo material, mesmo que parecesse que o projeto fosse cair na obscuridade.

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Por esta altura, um contacto com editora experimental RVNG INTL abriu portas para que fosse possível a edição de dois novos discos nos anos seguintes. Um desses álbuns, “Tomorrow Was the Golden Age” (2014), acompanha uma redução de elementos de onze para sete, tornando todos os momentos ainda mais minimais e intensos. O disco trouxe a banda à aclamação internacional, recebendo louros da Pitchfork, The Quietus e Resident Advisor, revitalizando o interesse pela pop meditativa de Philip Gass ou Harold Budd, conseguindo levar a tão chamada “classical music” aos limites. Dois anos mais tarde, No Home of the Mind, o novo disco, com selo da 4AD, encontra Moore a trazer para o piano um sentimento ainda mais pesado. Composto em dezassete pianos na América do Norte e Europa, em inúmeras sessões, digressões e viagens, as peças conduzem as idiossincrasias e respetivas limitações de cada instrumento como inspiração.

 

Com um vasto passado no rock e no jazz, Marco Franco é um nome familiar no imaginário pop português e está encarregue da primeira parte. Autodidata nas teclas, expõe uma tensão minimalista com um universo colorido de notas e de progressões maiores, alegres e cheios de um amor universalizado. “Mudra” é o primeiro álbum a solo no piano e mostra que Marco Franco faz música para quem ouve com o coração

 

Gnration / Blackbox (Braga)

24 de Maio 2017 | 22.00h

Imaginarius apresenta… “Ferida”

O Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira chega à sua 17ª edição com foco na sociedade, na criação artística contemporânea e na capacitação criativa.

Num ano único de afirmação internacional de Santa Maria da Feira como a Cidade das Artes de Rua e de Portugal como um país emergente no centro da dinâmica de circulação europeia no setor, o Imaginarius coorganiza e acolhe o FRESH STREET#2, o maior seminário internacional para profissionais das Artes de Rua.

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A FERIDA é um lugar de sombra, oculto, latente, amordaçado. Um latejar contínuo sob a pele, cicatriz por sarar, um profundo poço no espelho. A memória, enquanto espaço fragmentado, contém feridas que o tempo parece não curar, recordações que nos perseguem como fantasmas, que pedem, gritando, que as deixemos emergir e as acolhamos como parte das nossas vidas, para podermos prosseguir. É preciso trazer à luz dos dias a nossa fragilidade, identificar o que nos consome e nos limita. Visar a cura como um ato de amor a si mesmo e aos outros. Curar a memória e libertar a sua carga destrutiva, enfrentar os medos que nos conduzem ao imobilismo, é voltar a encontrar a capacidade de existir de acordo com o próprio ser e a consciência mais profunda.

 

A partir de um conceito inicial de MEMÓRIA, como o eixo temático articulador de um projeto pensado como oportunidade de diálogo entre dois países vizinhos, cinco artistas, portugueses e catalães, um encenador, uma bailarina, uma performer, um acrobata e um clown, coordenados artisticamente por uma encenadora portuguesa, reuniram-se num laboratório de três dias em Tàrrega (Catalunha, Espanha) com o objetivo de se conhecerem, mas essencialmente de traçaren juntos as abordagens ao tema proposto pelos festivais, encontrar uma narrativa comum e desenhar a metodologia criativa, num processo realizado e coordenado à distância, consolidando-se depois em 3 semanas de residência para a sua primeira apresentação ao público e uma última residência em Tàrrega. Neste primeiro encontro, o diálogo surgiu de forma espontânea e sensível, criando um elo íntimo, emocional e raro entre todos os envolvidos. Surgiram “feridas” pessoais, íntimas, memórias invocadas perante o questionamento sobre onde cada um se encontra agora, enquanto indivíduo, e o seu caminho enquanto artista. As “feridas” apareceram como apropriação do conceito que foi estabelecido como ponto de partida. Emergiram depois como título, matéria sensível e espaço simbólico: casa, ilha, isolamento, poço, silêncio, círculo, lugar proibido, esquecimento, farsa, doença, peso, morte e libertação.

 

Os artistas desenvolveram narrativas individuais sobre o tema, debruçando-se num processo criativo baseado essencialmente nas suas próprias histórias pessoais, de profunda densidade emocional e grande generosidade. Estas narrativas cruzar-se-ão nas práticas finais, com o objetivo de criar um corpo único, em residência artística, com todo o grupo reunido. Mais do que nos aspetos formais, procurou-se que os artistas se focassem no processo criativo, desenvolvendo não só um trabalho de investigação e pesquisa, mas identificando a génese da dor, colocando literalmente o “dedo na ferida”.

Um caminho artístico que visa a cicatrização – marca indelével da sua existência – apoiado na crença de que no mais profundo do ser está algo indestrutível, que conserva uma imensa capacidade de regeneração e recomeço.

 

FERIDA

Elenco: Alba Torres [ES] / Catarina Campos [PT] / Quim Giron [ES] / Pau Masaló Llorà [ES] / Rui Paixão [PT]

Direção Artística: Julieta Aurora Santos [PT]

Direção Musical: Tiago Inuit [PT]

Participação: Grupo Coral da Casa da Gaia [PT]

 

Performance Multidisciplinar em Estreia Absoluta / Coprodução FiraTárrega [ES] / [selo apoio à criação Imaginarius] / 45’

 

25 maio | 23h30 | Jardins da Biblioteca Municipal

26 maio | 22h30 | Jardins da Biblioteca Municipal

27 maio | 21h45 | Jardins da Biblioteca Municipal

Novas Quintas… com Luis Severo

Foi debaixo do signo d’ O Cão da Morte que Luís Severo começou um processo de experimentação adolescente enquanto cantautor, tendo vindo a lançar desde 2009 uma montra de registos que concedem ao artista uma identidade única no panorama musical português.

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Em 2015 é o ano em que O Cão da Morte morre de amores pela pop que outrora experimentou e agora consolida, renascendo com o apelido materno seguindo o nome próprio. Produzido pelo próprio, este novo trabalho revela-nos a sua maturidade no ofício da canção e transparece a sua qualidade enquanto letrista e o seu charme na descrição do amor no espaço urbano e suburbano. “Cara d’Anjo” foi gravado no Bairro Alto, numa sala que divide com amigos. Em 2016 uma música de sua autoria, “Alvorada” foi incluída no disco de Cristina Branco. 2017 marca o regresso com o segundo disco intitulado simplesmente “Luis Severo”.

 

Teatro Aveirense

25 de Maio 2017 | 21.30h

Festival Vodafone Paredes de Coura… Alinhamento Diário

Já é conhecido o alinhamento diário da edição de 2017 do Festival Vodafone Paredes de Coura

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photo: Paulo Homem de Melo

 

12 agosto 2017

Festival Sobe à Vila

- The Sunflowers

- Mister Teaser

 

13 agosto 2017

Festival Sobe à Vila

- Nice Weather For Ducks

- Serushio

- DJ Mosca

 

14 agosto 2017

Festival Sobe à Vila

- Stone Dead

- The Twist Connection

- DJ Sininho

 

15 agosto 2017

Festival Sobe à Vila

- Alek Rein

- Conjunto Corona

- DJ Electric Shoes

 

16 agosto 2017

Palco Vodafone

- Escola do Rock (residência artística promovida pela Câmara de Paredes de Coura)

- The Wedding Present (playing George Best)

- Mão Morta

- Beak>

- Future Islands

- Kate Tempest

 

17 agosto 2017

Palco Vodafone

- You Can't Win, Charlie Brown

- Car Seat Headrest

- King Krule

- At The Drive-In

- Nick Murphy

Palco Vodafone FM

- White Haus

- Sunflower Bean

- Timber Timbre

- Nothing

After-hours

- Jambinai

- Marvin & Guy

Jazz na Relva

- Uma Coisa em Forma de Assim

- Captain Boy

 

18 agosto 2017

Palco Vodafone

- Young Fathers

- Badbadnotgood

- Beach House

Palco Vodafone FM

- Cave Story

- Andy Shauf

- Moon Duo

- Octa Push

After-hours

- Formation

- Red Axes

Jazz na Relva

- El Rupe

- Valter Lobo

 

19 agosto 2017

Palco Vodafone

- Manel Cruz

- Foxygen

- Benjamin Clementine

- Ty Segall

- Foals

Palco Vodafone FM

- Toulouse

- Bruno Pernadas

- Alex Cameron

- HO99O9

After-hours

- Throes + The Shine

- Nuno Lopes

Jazz na Relva

- Paulo Barros

- This Penguin Can Fly

Imaginarius apresenta… “Pedaleando Hacia el Cielo”

O Imaginarius – Festival Internacional de Teatro de Rua de Santa Maria da Feira chega à sua 17ª edição com foco na sociedade, na criação artística contemporânea e na capacitação criativa.

Num ano único de afirmação internacional de Santa Maria da Feira como a Cidade das Artes de Rua e de Portugal como um país emergente no centro da dinâmica de circulação europeia no setor, o Imaginarius coorganiza e acolhe o FRESH STREET#2, o maior seminário internacional para profissionais das Artes de Rua.

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Pedaleando Hacia el Cielo dos belgas Theater TOL, é uma história de amor que antagoniza emoções entre um dia de céu cinzento e os momentos em que anjos dos nossos sonhos voam entre o céu e a terra. Pedalar até ao céu é uma metáfora em torno da união das pessoas, uma declaração de amor traduzida em momentos, emoções, suspiros, palavras e música, numa performance aérea única.

O espetáculo combina imagens cinematográficas com luz, música e dança nos céus, contextualizando um poético mundo de sonho.

 

Teatro Aéreo / Música / Multimédia em Estreia Nacional / 40’

 

26 maio | 23h00 | Casa do Moinho

27 maio | 23h30 | Casa do Moinho

Sara Lawrence confirmada no Festival Med

“Tar Road” é o primeiro single lançado pela cantora e compositora Sara Lawrence e já pode ser ouvido em várias plataformas digitais. O concerto de estreia do projecto decorreu a 13 de Maio, no dia da Cidade de Quarteira. A excelente recepção valeu-lhe a inclusão no alinhamento da 14ª edição do Festival Med em Loulé.

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"Tar Road é o tema que achei que melhor representantava o ínicio deste projecto e do meu caminho!" refere a cantora/compositora que tenciona lançar vários temas no ano corrente, baseados nas suas experiências de vida. Actualmente, Sara está também a trabalhar no videoclipe deste primeiro single, que será apresentado brevemente.

Quanto a Sara Lawrence e ao futuro fica a promessa de que iremos conhecer mais de si ao longo do ano.

Sara Lawrence natural de Quarteira e de influências australianas, com a sua sonoridade única e linguagem expressiva, compondo e cantando sempre a sua realidade. Mistura as raízes do Folk, a sonoridade do Indie e a essência alternativa com a linguagem Pop para trazer o mais real e honesto à música da atualidade. Quando ao vivo, actua com a sua banda os "bullets", composta por André Mendes (teclado), David Vistas (guitarra), Rafael Morgado (baixo) e Francisco Santos (bateria), fazendo uma analogia à maneira como dispara as suas emoções nas suas canções sem medo e com determinação!

Joana Rios apresenta "Fado de Cada Um" na Casa da Música

Joana Rios nasceu em Lisboa na freguesia do Campo Grande e desde muito cedo demonstrou um grande interesse pela música; começou por estudar piano com 9 anos mas a sua paixão foi sempre o canto e por influência familiar teve oportunidade de ouvir desde tenra idade cantoras como Amália Rodrigues, Elis Regina, Ella Fitzgerald ou Maria Callas. Talvez estas influências tão diversas quanto importantes tenham sido decisivas para o seu percurso musical que foi também ele diverso e que se iniciou aos 16 anos como vocalista de uma banda de standards de Jazz e Bossa Nova. Aos 19 anos teve o seu primeiro encontro com o Fado, momento que foi proporcionado por Fernando Maurício e que viria a deixar-lhe uma marca indelével com efeitos na sua carreira anos mais tarde. Joana Rios estudou na Academia de Amadores de Música e no Conservatório Nacional, ingressando posteriormente na escola de Jazz Luís Villas-Boas; aos 19 anos iniciou o curso de Ciências Musicais na Universidade Nova, curso esse interrompido por motivos profissionais e que viria a terminar anos mais tarde.

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Em 2005 Joana Rios edita o seu primeiro disco em nome próprio, disco esse que resultou de uma série de concertos nos quais a cantora fez uma homenagem a uma das suas grandes influências - Ella Fitzgerald; o facto deste disco ter esgotado a sua edição de 2000 cópias, fez com que Joana Rios se lançasse artisticamente, no entanto, os discos que lhe seguiram – “Universos Paralelos” (2007) e “3 Desejos” (2011) - já apontavam para um universo musical bastante distinto desse disco de estreia, sendo estes cantados em português contendo maioritariamente música original composta por Joana Rios.

 

Em 2013 deu-se o encontro entre Joana Rios e o mestre da guitarra portuguesa António Parreira, encontro que reavivou uma memória perdida duma relação antiga de Joana Rios com o Fado. Foi o despertar dessa memória, da importância da palavra e da interpretação do fadista que deram origem a uma dedicação intensa e total nos últimos anos, do qual o seu disco de estreia como fadista “Fado de cada um” editado a 24 de Junho de 2016 é testemunho.

 

Ao longo da sua carreira Joana Rios teve oportunidade de cantar nos mais importantes palcos nacionais, pontuada com actuações fora do país. Com os concertos  “Fado de cada um”, que têm acontecido um pouco por todo o país. Joana Rios pisará o palco da Casa da Música no Porto, dia 27 de Maio às 21h30. A acompanhá-la vão estar os músicos Luis Coelho na guitarra portuguesa e Pedro Pinhal na viola de fado. Em Junho, Joana Rios vai estar na Dinamarca nos próximos dias 2, 3 e 5.

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