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Glam Magazine

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Simple Minds Acoustic… em Portugal

Os Simple Minds anunciaram uma digressão europeia onde apresentam pela primeira vez alguns dos maiores êxitos da carreira da banda tocados em formato acústico. Esta tournée leva a palco a colectânea “Simple Minds Acoustic”, editada a 11 de novembro 2016. Portugal vai contar com dois concertos nos Coliseus, dia 3 de maio em Lisboa e dia 4 do mesmo mês no Porto.

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Após atingirem um patamar inimaginável em 2014, onde viram o seu 16.º álbum de estúdio “Big Music” ser considerado pela crítica, como foi o caso da publicação Mojo, o melhor álbum da banda em 30 anos, o grupo decidiu continuar a sua busca artística e reeinventar-se com o lançamento de um álbum com canções despojadas e reinventadas que representam a eclética e ilustre carreira dos Simple Minds.

 

Com este álbum os Simple Minds encontraram uma forma de apresentarem em formato acústico alguns dos temas mais admirados por milhões de fãs, sem perderem a sua essência, de forma mais orgânica e ainda mais propensa a deixar uma marca duradora.

Os sintetizadores já não se ouvem, mas a alma celta permanece.

A primeira parte de ambos os concertos está a cargo de KT Tunstall

 

Coliseu dos Recreios (Lisboa)

3 de Maio 2017 | 20.30h

 

Coliseu (Porto)

4 de Maio 2017 | 20.30h

 

Miguel Araújo apresenta novo álbum no Centro Cultural Vila Flor

No próximo sábado 6 de maio, às 22h00, o Grande Auditório do Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, recebe Miguel Araújo que acaba de lançar o seu mais recente trabalho a solo, “Giesta”. Cantor, músico e compositor, Miguel Araújo é um dos mais completos artistas da nova geração da música portuguesa. Depois de um retumbante êxito como vocalista da banda Os Azeitonas, Miguel Araújo continua a palmilhar um percurso fulgurante em nome próprio, imprimindo nas suas músicas uma naturalidade que está na génese do seu sucesso. Autor de canções de uma simplicidade arrebatadora, promete trazer para o palco do CCVF os seus maiores êxitos e as suas novas criações.

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photo: Paulo Bico

 

Além da mestria com que escreve e compõe, Miguel Araújo afirma que a parte vocal se foi aprimorando com a experiência e é hoje dono de uma voz inconfundível, segura mas cheia de candura. Em palco, Miguel Araújo canta com uma franqueza de quem conta ao mundo as suas verdades e, mesmo para audiências alargadas, parece estar a confidenciar as histórias da sua vida ao melhor amigo ou a declarar-se à sua amada.

 

Para abrir o concerto, Miguel Araújo convida Via, artista autodidata na guitarra e no ukulele que promete dar que falar na música portuguesa. Neste momento, encontra-se a trabalhar em novos temas, que serão incluídos no primeiro álbum, a ser lançado no final de 2017.

 

"Ciranda" junta Gileno Santana e Inês Vaz…

Ciranda é o nome do novo projecto do trompetista Gileno Santana juntamente com a acordeonista Inês Vaz. Uma união entre o popular e o erudito, em que a melodia do som puro do trompete se encontra com a riqueza harmónica e rítmica do acordeão.

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O resultado é uma sonoridade única e alegre, que para além da música nos passa uma sensação de paz de espirito, revelando o valor de um povo. Um som que evoca e entoa a alma da cultura portuguesa, com toda a sua essência. O primeiro vídeo, realizado por Tiago Pereira (A Música Portuguesa a Gostar Dela Própria), acaba de ser apresentado

No próximo sábado dia 6 sobem ao palco da Sala 2 da Casa da Música, para um concerto integrado no ciclo Rito da Primavera | Spring On!/Novas tendências do jazz

A estreia de Conan Castro and the Moonshine Piñatas

Formados em 2014, os Conan Castro and the Moonshine Piñatas emergiram na cena musical barreirense com o único e humilde objectivo de gravar um tema para integrar a compilação anual do blogue garage-punk-rock “Baixa Isso, Olha os Vizinhos”.

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Compostos por membros de bandas pré-existentes e também por algumas estreias absolutas nestas lides, os Conan Castro atingiram o seu objetivo logo no primeiro ensaio com a música “Cancún”. A química que ali fluiu entre os seus elementos acabou por os aliciar, no entanto, a prosseguir com o projeto sem traçar quaisquer outros objetivos para além da indómita vontade de compor canções e de inebriar audiências pelo mundo fora com o seu rock’n’roll febril e tropical.

Assumindo-se como a primeira banda do género Vomit-Mexican-American-Garage-Punk-Rock, os Conan Castro and the Moonshine Piñatas são compostos por cinco destemidos Castros que vos prometem conduzir até um imaginário de sons hipnotizantes e de elementos musicais cujas raízes nos remetem para a fronteira México/Estados Unidos. A bateria, as guitarras, o baixo e a voz revoltada dão o corpo a uma banda sonora perfeita para todos os que ambicionam um dia cruzar ilegalmente uma fronteira.

O seu álbum de estreia, “Cataplana América”, editado pela Hey! Pachuco Records, constitui o pretexto ideal para assistir ao vivo à atuação de uma banda que promete oferecer um espetáculo de pura adrenalina e de celebração do espírito do rock’n’roll

Indian Rubber lançam EP “Pelsúun”

Os Indian Rubber são um dos representantes do rock alternativo e psicadélico, mergulhando em influências de contemporâneos como Pond, Real Estate ou Deerhunter. E depois do single “Dazed” chegou o momento de revelarem as restantes cinco faixas que dão corpo ao seu novo EP “Pelsúun”.

Indian Rubber-Pelsúun

Novembro de 2015 marca o nascimento dos Indian Rubber, um projecto nado em Vila do Conde, composto por Júlio Macedo (guitarra), Hugo Raposo (teclados), Tiago Paulino (baixo), Mário Ventura (voz e guitarra) e João Pinho (bateria) que navega entre o rock psicadélico e rock alternativo.

A primeira amostra do seu potencial surgiria em Fevereiro de 2016 com o lançamento de “Illusions”, o single de estreia. O primeiro EP dos Indian Rubber, “Le Voyage”, foi editado digitalmente nesse mesmo mês, confirmando assim as melhores suspeitas.

Depois de passagens por palcos como Cave 45, Plano B (Porto), Espaço A (Freamunde), Urban Social Club (Vila do Conde) ou o sempre marcante Popular Alvalade (Lisboa) os Indian Rubber estão prontos para inaugurar uma nova fase da sua carreira.

Katia Guerreiro canta com Plácido Domingo

Os 80 anos da Rádio Renascença trazem Plácido Domingo, de novo, a Lisboa. Neste seu regresso, o tenor convidou Katia Guerreiro para o acompanhar, numa participação especial que encheu a fadista de orgulho.

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Em entrevista à Renascença, Plácido Domingo desvendou: “Nos concertos que faço hoje em dia obviamente que, por ser um cantor de ópera, a primeira parte é quase toda ópera. Na segunda parte, já canto zarzuela, um género musical espanhol, mas também opereta, musicais e, talvez, haja algum fado como presente. (...) Espero que uma cantora que admiro muito, Katia Guerreiro, possa acompanhar-me, como surpresa.”. Justificando, acrescenta: "O fado cantado da maneira como os portugueses o sentem é fantástico. Há um jeito na voz, uma elegância... A verdade é que é um género muito especial.”

 

Katia Guerreiro é uma das mais importantes representantes do Fado em todo o mundo. É uma intérprete consagrada e reconhecida como notável embaixadora da música portuguesa. É membro do Parlamento Europeu da Cultura, desde 2005, e em 2015 foi condecorada pela Presidência da República com a Comenda da Ordem do Infante D. Henrique, pelo seu inestimável contributo na divulgação da cultura portuguesa e projeção de Portugal no mundo. O seu percurso valeu-lhe, em dezembro de 2013, a Ordem de Artes e Letras do Goveno Francês, no Grau Chevalier, que a reconheceu como uma das mais notáveis representantes da cultura portuguesa em todo o mundo e uma das mais brilhantes cantoras da sua geração. Katia Guerreiro iniciou a sua carreira em 2000 e editou 9 discos. O mais recente, “Até ao Fim”, foi editado em 2014 e contou com a produção musical de Tiago Bettencourt.

O concerto de Plácido Domingo em Portugal integra as comemorações dos 80 anos da Renascença. O espetáculo será acompanhado pela Orquestra Sinfonietta de Lisboa, fundada em 1995, e conta com as participações da soprano Micaëla Oeste, elogiada pela sua voz cristalina e muitas vezes comparada a Grace Kelly pela elegância do seu porte, e por Rita Marques, uma jovem soprano do Centre de Perfeccionament Plácido Domingo (Valência), uma das muitas iniciativas do tenor na sua contribuição à Música.

 

MEO Arena (Lisboa)

22 de Maio 2017

Sara Lawrence estreia "Tar Road" na Praça do Mar

Vinda da cidade de Quarteira e de influências australianas, Sara Lawrence chega até nós com a sua sonoridade única e linguagem expressiva, compondo e cantando sempre a sua realidade.

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Mistura as raízes do Folk, a sonoridade do Indie e a essência alternativa com a linguagem Pop para trazer o mais real e honesto à música da atualidade. Quando ao vivo, actua com a sua banda os "bullets", fazendo uma analogia à maneira como dispara as suas emoções em suas canções sem medo e com determinação.

"Tar Road" está presente na banda sonora de "Crime Perfeito", uma curta-metragem que teve Sara Lawrence nos créditos da música. "Crime Perfeito" esteve nomeado para os prémios Sophia Estudante, e conta com Hugo Costa Ramos no elenco e na realização com Sérgio Bernardo Costa, Joana Alves e Susana Semedo. O concerto de apresentação acontece já no próximo dia 13, às 21h30 na Praça do Mar (Quarteira). Antes disso, a partir do dia 8, "Tar Road", o single, tem edição mundial via distribuição digital

Fall Out Boy estão de volta com novo single "Young and Menace"

Depois de uma semana de posts misteriosos pelas redes sociais, os Fall Out Boy acabam de lançar uma nova canção, “Young and Menace”, já disponível em todas as plataformas digitais. “Young and Menace”, escrito e produzido pelos próprios Fall Out Boy, é o primeiro tema retirado do próximo álbum de estúdio da banda, “M A N I A”, a ser editado a 15 de setembro.

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A banda vai iniciar uma digressão de 20 datas nos EUA, sendo que parte das receitas reverte para o fundo recentemente criado Fall Out Boy Fund, que se destina a apoiar associações de caridade na área de Chicago.

M A N I A” é o sucessor do platinado sexto álbum de estúdio da banda, “American Beauty/American Psycho”, que entrou diretamente para o n.º 1 do Billboard Top 200, em janeiro de 2015. Já nomeados para prémios Grammy, os Fall Out Boy, constituídos por Patrick Stump, Pete Weitz, Joe Trohman e Andy Hurley já foram capa da Rolling Stone e de outras publicações de prestígio. Atuaram também em programas televisivos como Saturday Night Live, The Today Show, America’s Got Talent, The Voice, Late Night with Jimmy Fallon, The Tonight Show with Jay Leno, Conan, The Late Show with David Letterman, Jimmy Kimmel Live!, entre outros.

"My Summer"… chegou o verão de George Marvinson…

George Marvinson é o pseudónimo criado por Tiago Vilhena (baixista dos Savanna) para nos mostrar a sua visão do mundo em forma de canções. Depois do primeiro single do álbum de estreia, “Beni” , que mostrou uma faceta sedutora e romântica do músico, “My Summer”, mostra-nos um espírito lutador e insistente, agressivo mas ao mesmo tempo divertido, que até agora, George Marvinson ainda não tinha desvendado.

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"Chill Wild Life" será o nome do álbum de estreia e permitir-nos-á acompanhar George nos seus dilemas, paixões e devaneios sob a forma de letras simples e honestas acompanhadas de uma musicalidade ora divertida ora nostálgica, sempre com um descomprometimento fora do vulgar.

O disco foi gravado em família no estúdio da pontiaq pela mão do irmão Miguel Vilhena no final de 2016 e será lançado em 2017 também pela pontiaq.

Esperanza Fernández, diva flamenca, canta José Saramago em Serpa

Serpa será a próxima localidade do Baixo Alentejo a receber o Terras sem Sombra, após Almodôvar, Odemira, Santiago do Cacém e Castro Verde. O festival defende um programa de excelência na área da música sacra e desvela as histórias de palácios, igrejas e outros monumentos das povoações, estabelecendo pontes entre o património imaterial e material. A realização de acções de voluntariado para a salvaguarda da biodiversidade é outra das suas marcas.

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O flamenco na sua dimensão pura chega ao Alentejo por uma das mais belas e expressivas vozes da actualidade, a da cantaora Esperanza Fernández, acompanhada pelo grande guitarrista Miguel Ángel Cortés e, na percussão, por outras referências da música andaluza: Jorge Pérez «El Cubano», Dani Bonilla e Miguel Junior. Temas profundamente religiosos, como o Agnus Dei, o Kyrie ou o Cordero de Dios, vertidos na liturgia popular em ritmos de soleá, petenera ou siguriya, alternam com outros inspirados por José Saramago, a quem a cantaora sevilhana do bairro de Triana dedicou um disco, intitulado “Mi voz en tu palabra”.

 

Pouco conhecida entre nós, a não ser no aspecto folclórico, a devoção andaluza estabelece notáveis pontes entre a espiritualidade e a arte. Revisitando a herança espiritual de Sevilha a partir do cante jondo, Esperanza evoca a religiosidade do povo cigano, a que pertence, e aproxima-a com encanto da poesia de José Saramago. A realização deste espectáculo em plena Praça da República de Serpa, a poucos metros da antiga Porta de Sevilha, outrora rasgada nas muralhas desta cidade, é um sinal bem expressivo da abrangência, em clave ibérica, com que o Terras sem Sombra encara as relações entre a música religiosa e a sociedade dos nossos dias. Na verdade, ajusta-se à 13.ª edição do festival, que tem como fio condutor “Da Espiritualidade na Arte”.

 

A tarde de sábado é consagrada a uma visita ao centro histórico de Serpa, que se inicia às 14h30, junto à Câmara Municipal, e terá por fulcro o palácio dos Marqueses de Ficalho. Este notável edifício, residência particular da família Ficalho e classificado como Monumento Nacional, abre ao público as portas, excepcionalmente, nesta ocasião. Sito na zona alta de Serpa, o palácio insere-se no conjunto das muralhas. Trata-se de um exemplar erudito da arquitectura civil maneirista, fiel aos princípios da tratadística italiana de Quinhentos, e que chegou quase inalterado à actualidade.

 

Na manhã de domingo, com partida de Serpa às 10h00, a Serra de Ficalho será o alvo de uma acção de salvaguarda da biodiversidade que tem por centro o olival tradicional. Atingindo 518 m de altura, é a elevação mais relevante da vasta mancha de terrenos metamórficos que se estende desde a fronteira até Montemor-o-Novo, constituindo um relevo de rochas carbonatadas no seio de uma matriz xistosa. A existência de matagais densos e fechados permite o abrigo de muitas espécies de mamíferos, nomeadamente o lince ibérico.

A diferenciação do património natural desta zona verifica-se também ao nível do uso do solo e, especialmente, da vocação da serra para a cultura do olival, de cariz tradicional, com muitas variedades locais (Cordovil de Serpa, Galega, Verdeal Alentejana, Carrasquenha, Bico de Corvo, Cornicabra, Gama e Maçanilha). Partindo de Vila Verde de Ficalho, será realizado um percurso de descoberta do território raiano nas componentes geológicas, biológicas e da sua riquíssima tradição olivícola.

 

6 Maio 2017

Património

14:30 – 17:30 – Visita ao Centro Histórico

Local em destaque – Palácio dos Marqueses de Ficalho / Ponto de encontro – Praça da República

 

Música

21:30 – A Minha Voz na Tua Palavra: Da Devoção Popular à Poesia de Saramago

Local: Praça da República / Cantora: Esperanza Fernández, Guitarra: Miguel Ángel Cortés, Palmas e percussão: Jorge Pérez “El Cubano”, Dani Bonilla, Miguel Junior

 

7 Maio 2017

Biodiversidade

Engenho humano e olival tradicional em torno da Serra de Ficalho

10:00 – Partida: Cineteatro Municipal

"Coffee and Toast" é o primeiro single de Tomara… obra a solo de Filipe C. Monteiro

De exercícios filosóficos que se transformam em tratados lançados para o barulho dos nossos dias está o mundo empacotado e a rebentar por todas as costuras que o cosem. Porém, vestimo-nos, se de sapiência formos ricos, do que vale a pena. O Filipe C. Monteiro é todo assim e a sua história é feita dos destinos que considerou, a galope da sua gentileza e temperança individuais, cuidar e tomar com devoção e empenho.

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Sempre com a música nos dias, veio o Curso de Design de Comunicação na Faculdade de Belas Artes. A imagem (vídeo) implanta-se nos gostos maiores de Monteiro, passando daí em diante e até hoje a trabalhar com nomes como Da Weasel (já extintos), Paulo Furtado, David Fonseca, Rita Redshoes, António Zambujo e Márcia, realizando videoclipes, Dvd, documentários e desenhando a parte visual de alguns concertos dos artistas supracitados. Concomitantemente, trabalhou como músico (de estúdio e ao vivo), arranjador e produtor de discos de Redshoes – “Golden Era” em 2007 e “Lights & Darks” em 2010 - e de Márcia – “Casulo” (2013) e “Quarto Crescente” (2015), este em co-produção com Dadi Carvalho (Marisa Monte, Tribalistas, Carminho, A Cor do Som, Caetano Veloso...).

A primeira obra a solo aventura-se sob alter-ego Tomara e chamar-se-á "Favourite Ghost". Este “novo eu” de Filipe C. Monteiro não serve trocadilhos, antes balanceamentos pessoais viscerais, oferecidos limpos e a promoverem uma edificação imagética que se desenha com imediatez no nosso corpo. "Coffee And Toast", a primeira canção revelada, marca de forma segura o ritmo e a pulsação de "Favourite Ghost". Pontuada por pianos, guitarras lânguidas, uma percussão firme e pausada, a canção narra de forma bela e redentora dias em que a felicidade foi, circunstancialmente, mergulhada num qualquer nevoeiro desordenado e difícil: quase penumbroso. A música salva, esta fá-lo docemente. O amor emerge ressoante.

 

O videoclipe, realizado pelo próprio, é um primeiro auto-retrato que, servindo a canção, serve simultaneamente para nos apresentar a esta nova fase na carreira de Filipe C. Monteiro.

"Favourite Ghost" tem edição prevista para Setembro.

Dan Riverman… o novo single "Singing King" estreia em Maio

Foi uma casa bem composta aquela que recebeu Dan Riverman no Centro Cultural Municipal de Vila das Aves, no passado sábado 22 de Abril, no âmbito do "Sonoridades", evento que é uma aposta do município nos novos valores da música nacional. O grupo presenteou o público, em primeira mão, com "Singing King" que tem lançamento agora previsto para inícios de Maio.

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Com a produção a cargo de Nuxo Espinheira (Blind Zero), este tema é o primeiro single a integrar o próximo álbum, a ser editado ainda durante este ano.

Dan Riverman conta já com uma carreira recheada. A inclusão de três temas em duas telenovelas da TVI - "Anjo Meu" e "Mulheres" - e a viagem até Londres para produzir com Saul Davies (guitarrista dos icónicos James), são momentos de um projecto que se caracteriza pela versatilidade e que funciona tanto em ambientes intimistas, assim como em palcos de grandes festivais. Actuações em espaços como a Casa da Música e o festival Noites Ritual, no Porto, o Music Box em Lisboa ou o Centro Cultural Vila Flor, em Guimarães, são exemplos palpáveis desta constatação.

Destaca-se ainda a colaboração com o músico e compositor Davey Ray Moor (Costeau) para a produção do EP "Hers".