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Glam Magazine

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VOA 2017… Onze novos nomes adicionados ao cartaz

O VOA – Heavy Rock Festival vai estar uma vez mais de regresso ao Parque Urbano Quinta de Marialva, em Corroios, nos dias 4, 5 e 6 de Agosto, sendo que a edição de 2017 apresenta diversas novidades na programação do festival. Entre as principais conta-se, pela primeira vez e a aproveitar o crescimento do evento para três dias, a inclusão de um segundo palco, que conta com curadoria da revista LOUD!.

Do rock'nroll selvagem dos The Black Wizards ao misterioso híbrido death/black metal dos The Ominous Circle, passando ainda pelo heavy metal com garra dos Cruz De Ferro, pelo peso contemporâneo dos Adamantine, pelo obscurantismo dos Névoa, pelas atmosferas desafiantes dos Earth Drive, pela agressividade cerebral dos Don't Disturb My Circles, pelo death/grind letal dos incontornáveis Grog e também pelo crossover pujante dos Rasgo, a mais antiga e resiliente publicação mensal dedicada aos sons pesados em território nacional promete transformar este espaço numa mostra do que de melhor se tem produzido por cá nos últimos anos.

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Como se isso só não bastasse, às onze bandas já previamente anunciadas para o palco principal, juntam-se agora mais dois nomes de respeito; a saber, The Charm The Fury (na photo) e Process Of Guilt. Se estes últimos são sobejamente conhecidos do público luso, sendo hoje vistos como um dos mais brilhantes porta-estandartes do extremismo nacional mais lento, monolítico e pintado em tons bem negros, os primeiros poderão perfeitamente transformar-se numa das grandes sensações da edição de 2017 do VOA – Heavy Rock Festival.

 

Liderados pela indomável Caroline Westendorp, o quinteto holandês tem vindo a afirmar-se como um nome a ter em conta no espectro do metal ultra-moderno e acaba de editar o segundo longa-duração, com título “The Sick, Dumb & Happy”, que marca a estreia dos The Charm The Fury através da gigantesca Nuclear Blast e promete, desde já, transformá-los numa das propostas mais badaladas do Verão que se avizinha. Quem tem também um portentoso novo álbum na calha e pronto a ser editado são precisamente os Process Of Guilt, sendo que esta passagem dos lisboetas pelo palco do Parque Urbano Quinta de Marialva, em Corroios, será uma ótima oportunidade para conferir todo o poderio sonoro de “Black Earth”, o muito aguardado sucessor do elogiado “FÆMIN”.

 

Quatro anos depois de, em 2013, terem apanhado muito boa gente de surpresa com o lançamento do disco de estreia “A Shade Of My Former Self” através da independente francesa Listenable Records, os holandeses The Charm The Fury aumentaram em muito a qualidade do seu “jogo”. Dominado por um registo agressivo impulsionado pelo desdém que os elementos da banda nutrem pelo estado calamitoso do planeta em que vivemos no Séc. XXI, apoiado numa inteligência feroz e num sincero desejo de libertar as massas do torpor em que vivem, a novidade “The Sick, Dumb & Happy” afirma-se como uma potente declaração de intenções na forma como pretende trazer um novo fôlego ao mundo da música pesada. Temas como os singles “Down On The Ropes” ou “Echoes” surgem assentes numa fórmula de metal ultra-moderno e distinto, carregado de balanço e melodia, redefinindo o som do quinteto à luz do crescimento que sofreu desde que, corria o ano de 2010, se juntaram para fazer música. Revelando um crescimento exponencial, em 2017 os The Charm The Fury mostram-se um coletivo no auge dos seus poderes, impulsionado por uma paixão imensa para fazer música que vai direta à jugular e que exige headbanging furioso por parte da sua audiência. À frente do projeto está a indomável Caroline Westendorp, senhora de um registo vocal ultra-dinâmico, capaz de ir do canto melódico a um forte rugido gutural numa questão de segundos, que se afirma como mais uma prova de que uma vocalista feminina no mundo do metal pode ser muito mais que apenas uma ferramenta do marketing para satisfazer as massas.

 

Tendo aperfeiçoado a sua expressão musical distinta e inimitável ao longo de um caminho que abrange já uma carreira de quinze anos, os Process Of Guilt são atualmente uma das principais forças motrizes no underground português. Entregando riffs massivos e pesados apoiados numa secção rítmica punitivamente precisa, quase-industrial, a banda lisboeta possui uma intensidade única que atrai ouvintes de um amplo espectro de géneros e sub-géneros da música extrema. Amplamente experimentados quando se trata de tocar ao vivo – tendo partilhado palcos com bandas de nomeada como Godflesh, Cult of Luna ou Napalm Death – as suas performances são exibições puras de ferocidade, que não deixam ninguém indiferente. Com o lançamento de seu terceiro longa-duração “FÆMIN”, em 2012, o quarteto formado por Hugo Santos, Nuno David, Custódio Rato e Gonçalo Correia deu finalmente o há muito merecido salto para o reconhecimento internacional – o álbum sucessor de “Erosion” e “Renounce” valeu-lhes duas digressões europeias como cabeças-de-cartaz e um cobiçado slot na edição de 2013 do festival Roadburn, onde atuaram perante uma multidão totalmente rendida à descarga monolítica do quarteto nacional. Já após a edição de um split com os suíços Rorcal, há dois anos, 2017 marca o regresso dos músicos aos discos de longa-duração, com o colossal “Black Earth” a capturar uma vez mais as vibrações orgânicas e industriais já presentes em “FÆMIN” e desenvolvendo-as ainda mais na construção de uma besta hipnótica de proporções gigantescas.

 

O cartaz do VOA – Heavy Rock Festival – que decorre, nos dias 4, 5 e 6 de Agosto – conta também com a participação dos já anunciados Apocalyptica, Trivium, Epica, The Dillinger Escape Plan, Insomnium, Death Angel, Obituary, Killus, Childrain, Colosso E Terror Empire. Os últimos nomes serão anunciados brevemente.

 

Filipe Sambado e Coelho Radioactivo ao vivo no Plano B

A música de Filipe Sambado desbrava o trilho da intimidade de quem se confessa, mas inevitavelmente traz a vulnerabilidade de quem viaja. Em 2016 estreia o álbum “Vida Salgada”, com Sambado na voz, nas canções e nas letras viscerais.

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Este é um som de baterias cavalgantes acompanhadas por percussões tristes. As guitarras entram para formar o meio campo, mas muitas vezes acabam abafadas por teclados rasgadinhos, que preenchem as alas. Filipe Sambado aproveita este trabalho para nos levar às suas origens alentejanas e algarvias.

 

Coelho Radioactivo é cantautor, mas a sua arte não se fica pela exploração de métrica e de progressões de acordes — é um dos principais agitadores da Favela Discos e, por isso mesmo, um experimentado utilizador de linguagens experimentais, passem-se as aliterações. É, de resto, nesse campeonato que as canções ganham dimensão, ultrapassando o binário simplista do papel para algo imersivo, com texturas, um autêntico mutante da fofice, a abir a noite no Plano B

 

Plano B (Porto)

12 de Maio 2017 | 22.30h

Carla Dal Forno e Yan-Gant Y-Tan na ZDB

Carla Dal Forno, dama de um negrume charmoso, foi uma das grandes surpresas de 2016. Fez-se notar numa série de publicações de topo como a Wire ou a Mojo, dominou escolhas em diversos podcasts e, por consequência, tratou de cunhar a sua impressão digital à pop actual. Um feito invejável, muito à conta de uma inspiradíssima película sonora de baixa fidelidade chamada “You Know What It’s Like”. Irónica na escolha conveniente do título, apela no fim de contas a uma dada familiaridade por entre registos enigmáticos e experiências inusitadas – uma receita infalível, como as melhores sabem fazer e nos habituaram a reconhecer.

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A jovem australiana, a residir em Berlim, traz às costas a experiência da sua condição de auto-didacta, sem restrições morais ou constrangimentos artísticos. Apenas como extensão de uma personalidade, ainda e sempre em movimento. Dessa natureza nasce pois uma força intuitiva, impossível de enganar, que norteia os espaços etéreos e as confins sedutores por si descortinados. Uma certa liberdade de caminhos, igualmente aberta ao erro, aos seus detalhes e às suas maravilhas, cujo sentimento leva a destinos não imediatos e por isso tão tremendamente intrigantes. Dal Forno provavelmente tem conhecimento deste efeito, e mesmo que não o tenha, na verdade não poderia usufruir de melhor abordagem para a sua criatividade.

 

Yan-Gant Y-Tan, figura omnipresente no circuito musical de Lisboa, têm sido diversos os espaços e as ocasiões de possível encontro com este jovem guitarrista. Próximo da família Cafetra Records, participou nos arranjos do belíssimo disco “Isula” de Sallim e com 666 MfRas instigou num fértil universo de improvisação livre. Ainda sem um muito desejado disco em formato físico, é na esfera virtual onde encontramos as suas peças sonoras. Autor de uma música de natureza balsâmica, e tão espiritual quanto a condição urbana o permita, ressaltam os elementos minimalistas e impressionistas rumo a uma névoa familiar e confortável.

 

Galeria ZDB (Lisboa)

13 de Maio 2017 | 22.00h

A magia do Novo Circo ganha fôlego em Guimarães

Nos próximos dias 12 e 13 de maio, o Centro Cultural Vila Flor (CCVF), em Guimarães, direciona um forte olhar ao Novo Circo, um universo artístico cada vez mais estimulante e transformador sobre os territórios onde se instala. Este programa, de um fim de semana só, representa uma amostra de alguns dos muitos laureados do CircusNext, projeto europeu de apoio aos jovens autores nesta área, que conta com A Oficina como único parceiro português. Uma experiência tão completa quanto possível que, para além dos espetáculos “Black Regent”, de Iona Kewney, e “Nebula”, da Cie du Chaos, inclui formação (workshop), pensamento sobre o presente e futuro (debate) e o indispensável encontro do público com os artistas (conversa pós-espetáculo).

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O programa do European Season of Circus Arts Weekend arranca no dia 12 de maio, sexta-feira, às 18h30, com um Workshop com Rafael de Paula, criador do espetáculo que sobe ao palco do Grande Auditório do CCVF na noite seguinte. Neste workshop, o objetivo principal será a partilha da condição física com os participantes, foco do trabalho de Rafael de Paula. Através de diferentes estados, como a lentidão ou a velocidade, os participantes e o próprio artista irão criar diferentes estados emocionais. Intitulado “Awakening”, o workshop pretende tornar experiências por vezes contraditórias (como a ternura e a violência) fisicamente experimentáveis. Tentar-se-á acordar os cinco sentidos através de simples movimentos – uma experiência que conecte cada um com o seu corpo, no presente.

 

No sábado, o European Season of Circus Arts Weekend abre, às 16h00, com um debate sobre a realidade atual e futura do circo contemporâneo em Portugal. Um encontro para agregar todas as forças do universo do circo contemporâneo e lançar bases de cooperação nas várias frentes da formação, criação e circulação.

 

Às 18h30, o Pequeno Auditório do CCVF recebe o primeiro espetáculo deste programa, protagonizado pela artista Iona Kewney que apresenta “Black Regent”, um solo visceral e frenético que perpassa vários estados de espírito: o amor, o medo, a histeria, o caos, a urgência do agora. Iona Kewney executa movimentos únicos que emanam uma força e poder tremendos mas que, ao mesmo tempo, expõem as maiores fragilidades do ser humano. A arte não pode ser traduzida ou deslindada e este espetáculo, mais do que uma peça, é uma experiência. Sentimos a intensidade imposta a cada movimento, a cada espasmo, a música barulhenta a servir de paisagem a um universo de caos, em busca de um lugar de pacificação, redenção, a procura de algum controlo no meio da loucura. Iona pega na plateia e arrasta-a com ela às profundezas do ser para tudo sentir a cada contorcer do corpo, a cada batida da música que nos prende. Uma viagem para dentro do que somos.

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Às 21h30, é a vez do Grande Auditório do CCVF acolher uma fabulosa criação da Cie du Chaos, “Nebula”, com assinatura de Rafael de Paula. “Nebula” é uma peça sensorial que cruza o circo e as artes digitais e que testa os limites da gravidade com dois artistas que se digladiam num duelo dançado no mastro chinês. Uma coreografia desenhada em cima das linhas da intimidade, esboço da complexidade de uma relação entre duas pessoas. Os corpos unem-se ou apartam-se, como um impulso magnético que ora atrai ora repele. Embrulham-se um no outro ou fogem, partilham alegrias e receios, sorrisos, vitórias e fracassos. Um cenário de nevoeiro e imagens esculpidas pelo movimento dos acrobatas. Como um organismo vivo que ecoa os sentimentos que nutrem um pelo outro. Criam-se formas abstratas que são o espelho do relacionamento, o eco de uma vida interior. No final do espetáculo, o foyer do Grande Auditório converte-se no espaço ideal para acolher uma conversa indispensável entre o público e os artistas presentes neste programa.

 

Recordamos que A Oficina, em Guimarães, é a única estrutura portuguesa envolvida no projeto CircusNext. Através da participação nesta rede europeia, A Oficina pretende ser um motor impulsionador da criação artística do Novo Circo em Portugal, aproveitando e explorando a dimensão e a troca de experiências num contexto europeu, inserida num projeto ímpar que quer trazer um novo dinamismo a esta disciplina através de um trabalho em rede, facultando formação e promoção num projeto com uma visão de futuro e continuidade, onde artistas e companhias desfrutam da partilha de conhecimento e recursos de todos os intervenientes

John Smith no Laboratório das Artes

Devolvem-se as cordas ao Laboratório das Artes…

John Smith, uma das vozes mais promissoras da música popular britânica, voa de Inglaterra, guitarra no porão, para a apresentação do seu novo disco na Vistaalegre.

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O músico, que acompanha entre outros Lisa Hannigan, Liana La Havas ou David Gray em digressão, parte a solo numa carreira pela música folk, num registo que a crítica já considera “honesto, sem truques, direto ao coração”. Comparado a Nick Drake ou Neil Halstead na doçura dos temas, foi eleito pela imprensa inglesa como “guitarrista dos guitarristas”.

 

Laboratório das Artes / Teatro da Vista Alegre (Ílhavo)

12 de Maio 2017 | 21.30h

Leiria Festival está de volta em 2017...

David Fonseca, Xutos & Pontapés, David Carreira, Amor Electro, Diogo Piçarra e The Gift prometem três noites em grande no Estádio Municipal Dr. Magalhães Pessoa, em Leiria, de 19 a 21 de maio, no Leiria Festival, um evento que antecede a temporada de festivais de verão no país.  À semelhança do ano anterior, o Leiria Festival será também uma montra para as bandas do concelho de Leiria, a quem cabe a responsabilidade de abrir a festa, nos três dias. Este ano, os eleitos foram os Twin Transistors, Les Crazy Coconuts e Quem é o Bob?.

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Também como já é tradição, as noites fecham ao som da música de três DJ’s: Diego Miranda, Nuno Luz e Wilson Honrado, nomes bem conhecidos da Rádio Comercial, que volta a ser a rádio oficial do Leiria Festival, num evento patrocinado pela Associação Mutualista Montepio.

 

"Com o ambicioso cartaz deste ano, o Leiria Festival continuará a afirmar-se como um dos maiores eventos da região Centro e marca o arranque da temporada de festivais em Portugal”, destaca o vereador da Cultura da Câmara Municipal de Leiria, Gonçalo Lopes, realçando a aposta do Município numa agenda que reforça a atratividade de Leiria, do ponto de vista cultural e turístico.

Museu FC Porto estreia fado com a “Voz Inteligente” de Aldina Duarte

Cada vez mais aclamado por um público heterogéneo, a cada mês mais fiel ao “Dar Letra à Música”, o Museu Futebol Clube do Porto, estreia o fado no evento de maio, com Aldina Duarte.

No dia 11, a partir das 21h30, no Auditório Fernando Sardoeira Pinto, a "Voz Inteligente” de Aldina, reconhecida por todas as gerações do fado, apreciada por artistas de diferentes artes e transversal a personalidades da cultura e do conhecimento vai conversar e cantar, provando que é possível ouvir palavras como música, numa arte que se confunde com a vida e se tornou na vida da artista fadista.

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Aldina Duarte estreia o fado nas noites intimistas do “Dar Letra à Música”. Investigadora, letrista e fadista, já percorreu mais de 20 anos de carreira a colocar uma marca muito personalizada e aclamada na história do fado, uma paixão descoberta tardiamente, no Bairro Alto, em Lisboa, a cidade onde nasceu em 22 de julho de 1967. Apaixonada por literatura, a música com que se identificou primeiro foi com a de intervenção, sempre atenta às injustiças e ao que viu e viveu na infância e juventude.

 

Tinha 24 anos quando sentiu o coração ir ao encontro da música, e Aldina foi atrás do destino, ouvindo, conhecendo e investigando até, finalmente, interpretar ela própria o fado e escrever para nomes como Mariza, Carminho, Ana Moura, Camané ou António Zambujo. Em 2004, com o primeiro álbum, “Apenas o Amor”, conquistou a crítica, que lhe elogiou a originalidade e ficou a aguardar por mais. Seguiram-se “Crua” (2006), “Mulheres ao Espelho” (2008), “Contos de Fados” (2011) e “Romance(s)” (2015) numa discografia onde as capacidades de criação e interpretação da fadista se revelam à prova de limites.

 

O percurso da artista é um roteiro de histórias para ouvir no Auditório Fernando Sardoeira Pinto, entre os silêncios (porque o fado também vai ser cantado), as palmas, a boa disposição e as provocações do costume da dupla de apresentadores de serviço.

O evento é uma organização do Museu FC Porto, em parceria artística com a Associação Sótão Paralelo (“Conta-me Histórias”), sujeito à lotação da sala.

Os Rolling Stones estão de volta à Europa com a digressão "NO FILTER"

Os Rolling Stones anunciaram que irão dar 13 concertos em doze salas diferentes, por toda a Europa, entre setembro e outubro, e revelaram o título desta nova digressão. Em "STONES - NO FILTER" Mick Jaeger, Keith Richards, Charlie Watts e Ronnie Wood voltam ao sítio ao qual pertencem: à estrada a tocar em estádios esgotados.

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Esta digressão europeia "STONES - NO FILTER" sucede-se à grandiosa digressão do ano passado pela América do Sul, que culminou com um concerto histórico em Havana, Cuba. Como sempre, os Rolling Stones vão presentear os seus fãs europeus com um alinhamento repleto de canções clássicas, como "Gimme Shelter", "Paint it Black", "Jumpin' Jack Flash", "Tumbling Dance" ou "Brown Sugar", mas em cada noite vão também incluir um par de temas inesperados e muitas outras surpresas do seu leque formidável de canções. Em todas as datas europeias de "No Filter" os Stones vão revelar uma nova produção de palco espetacular.

A digressão, produzida pela Concerts West, arranca no Stadtpark, em Hamburgo, a 9 de setembro, e segue depois para Munique (Alemanha), Spielberg (Áustria), Zurique (Suíça), Lucca (Itália), Barcelona (Espanha), Amesterdão (Holanda), Copenhaga (Dinamarca), Dusseldorf (Alemanha), Estocolmo (Suécia), Arnhem (Holanda) e termina com dois concertos em Paris (França), na nova U Arena, sendo estes os primeiros concertos que esta sala recebe.

 

Keith Richards afirmou:"Hey pessoal, aqui vamos nós. Vemo-nos por aí!!!!" Mick Jagger referiu: "Estou muito entusiasmado por andar em digressão pela Europa durante este outono e por voltar a alguns sítios familiares e a outros onde nunca estivemos antes.". Nos últimos doze meses os Rolling Stones têm estado na boca do mundo com a release do formidável “Blue & Lonesome”, o álbum que os fez regressar às origens e aos tops de todo o Mundo.

A banda produziu ainda ‘Olé Olé Olé!, um documentário realizado por Paul Dugdale sobre a sua digressão pela América do Sul. O filme, aclamado pela crítica, terá edição no dia 26 de maio. Para detalhes quanto aos bilhetes desta digressão consulte o site www.rollingstones.com

Rui Massena apresenta “Solo” e “Ensemble” em Madrid

Na próxima sexta-feira, os dois primeiros discos de Rui Massena serão lançados no nosso país vizinho. Aproveitando este lançamento, está marcado um concerto de apresentação que promete dar a conhecer a música do maestro ao público espanhol.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Depois do sucesso de vendas em Portugal dos dois discos e de vários concertos esgotados em várias salas portuguesas emblemáticas (como os Coliseus do Porto e de Lisboa), Rui Massena irá então actuar em Madrid. Depois do seu tema “Valsa” (do disco “Ensemble”) ter sido escolhido para integrar uma compilação da Deutsche Grammophon dedicada à música modern classic, este é mais um passo na internacionalização da sua música.

 

O concerto, integrado na mostra LaborArte, está agendado para o dia 17 de maio às 20h, no Auditório Conde Duque.

Sete anos depois… Salvador Sobral garante presença de Portugal na final do Festival da Eurovisão

Salvador Sobral, intérprete de "Amar Pelos Dois", canção com letra e música de Luísa Sobral, garantiu na semifinal de ontem à noite, em Kiev, a passagem de Portugal à grande final do Festival Eurovisão da Canção 2017, que se realiza este sábado, 13 de Maio, na capital ucraniana, e, de acordo com as mais recentes sondagens, mantém-se entre os favoritos à vitória.

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Em declarações à RTP, após "Amar Pelos Dois" ter garantido o apuramento para a grande final do concurso, facto que não acontecia desde 2010, Salvador Sobral afirmou: “Confesso que gostava de ganhar. Foi a primeira vez que senti isso, foi hoje quando passamos à final.” Por essa altura, a canção portuguesa disparava para n.º1 no iTunes em Portugal e posicionava-se como a canção eurovisiva mais vendida no iTunes a nível europeu.

Na conferência de imprensa que reuniu os vencedores da primeira semifinal, Salvador Sobral vestiu uma camisola onde se podia ler "S.O.S. Refugees" e, quando questionado sobre o propósito de usar a mesma, explicou que, apesar de estar numa grande festa da música europeia, não podia deixar de aproveitar o momento para falar da actual situação dos refugiados que tentam entrar na Europa pelo Mediterrâneo, apelando à diminuição de burocracia nos campos de refugiados para que estas pessoas possam passar, de forma segura mas mais rápida, aos países de acolhimento.

 

Em Julho, Salvador Sobral actua, respectivamente, no grande auditório do Centro Cultural de Belém, em Lisboa, dia 2; na Casa da Música, no Porto, dia 5; no Convento São Francisco, em Coimbra, dia 6; e no dia 8 é a vez do Theatro Circo, em Braga

We Bless This Mess em digressão na Inglaterra

Depois da atarefada tour primaveril pelo leste da Europa, We Bless This Mess segue rumo a Inglaterra para três datas este mês, desta feita em formato banda.

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Ao lado de Wushta e de Ash Lewis, artistas da mesma label (Oh Lee Music), as actuações são em Londres, Oxford e em Brighton, nos dias 17, 18 e 19. Nesta última data, o projecto partilha palco, ainda, com First Breath After Coma e The Gift, espectáculo promovido pela Exclusiph e pela Oyster Music Consulting no âmbito do festival "The Great Escape" que ocorre entre os dias 18 e 20.

"Black Unicorn" é o single de estreia do novo EP "Dominant Rush" dos Miss Lava

Um ano após o lançamento do álbum “Sonic Debris”, louvado pela crítica nacional (no top dos discos do ano para o Ruído Alternativo, Loud!, Arte Sonora, Wav, The Music Blogspot) e internacional, os stoners lisboetas editam o EP “Dominant Rush” numa edição especial em vinil e digital em parceria com a editora lisboeta Raging Planet que terá como single de estreia "Black Unicorn".

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Segundo as palavras do vocalista Johnny Lee, “Black Unicorn” é uma música capaz de envenenar água benta. É uma cavalgada sónica por um cenário de destruição, repudiando todas as formas de amor ou de prazer.”

Relativamente ao video, o realizador José Dinis avança: “A estética do vídeo adensa a narrativa da música, com um ritmo de edição intenso e a opção pelo preto e branco. Ao longo do vídeo vamos vendo as almas dos elementos dos Miss Lava serem consumidas pelas "sombras" de 2 estranhas personagens que simbolizam o título e contexto da música."

 

Os Miss Lava atuam esta sexta-feira, no Hell Sintra onde já poderá ser ouvido o novo single "Black Unicorn"

Carla Pires prossegue a tour "Aqui"…

No prosseguimento da tour "Aqui", Carla Pires já realizou este ano concertos na Suiça, Alemanha (3), Espanha (3) e Bélgica (2).

Segue-se no próximo sábado, dia 13, um concerto especial no Auditório da Rádio Nacional Polaca, em Varsóvia, que será gravado e disponibilizado para a rede europeia de rádios nacionais (EBU).

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A fadista será acompanhada por Bruno Mira (guitarra portuguesa), André Santos (guitarra clássica) e Paulo Neves (baixo).

Brevemente será dado a conhecer o roteiro das cidades e salas do Japão por onde passará a tour que decorre entre 25 de Outubro e 16 de Novembro.

Steven Wilson em Janeiro no MEO Arena (Sala Tejo)

Hoje visto como a figura de proa e homem dos mil talentos do prog rock, por esta altura Steven Wilson já tem pouco a provar e, ainda assim, cada novo álbum que grava afirma-se como uma aconchegante reafirmação dos valores base que têm dominado a sua carreira desde que, no final dos anos 70, começou a fazer música. Senhor de uma incrível (e muito refinada) habilidade como compositor, produtor e engenheiro de som, ao longo das últimas quatro décadas, o multifacetado guru do som desafiante inglês tem escrito dezenas de canções cheias de alma e carregadas de envolvência, que merecem um público bem mais amplo que aquele que, de há uns anos a esta parte, vê o seu trabalho como uma espécie de equivalente moderno dos Pink Floyd ou dos Genesis. A prová-lo está a novidade “To The Boné” que, com data de edição agendada para Agosto de 2017, serve de mote a um muito ansiado regresso do músico ao nosso país, para um espetáculo único na Sala Tejo, do Meo Arena, em Lisboa, a 31 de Janeiro do próximo ano.

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Nascido em Kingston Upon Thames, em Londres, em 1967, o talentoso Steven Wilson sentiu-se inspirado a perseguir uma carreira na música depois de devorar a vasta coleção de discos que os seus pais tinham em casa e, depois de passagens por diversos projetos, incluindo o duo psicadélico Altamont, os roqueiros prog Karma e a banda new wave Pride Of Passion, decidiu então formar a banda de pop art No Man em conjunto com o vocalista Tim Bowness em 1987. No mesmo ano nascem também os Porcupine Tree, que acabariam por transformar-se na sua mais famosa criação de sempre e catapultá-lo para a fama de que goza hoje. Entretanto, graças à prolífica ética de trabalho que lhe permite rivalizar com Devin Townsend e a sua extensa lista de projetos paralelos, o multi-instrumentista, produtor e engenheiro de som autodidata transformou-se num dos nomes mais aplaudidos e aclamados pela crítica ao longo das últimas décadas e, entre 1991 e 2009, assinou um total de 16 álbuns de originais.

 

Apesar do compromisso a longo prazo com as suas bandas de raiz, o músico nunca deixou de ter tempo para materializar outros projetos e, só durante os anos 90, gravou eletrónica ambiental com os Bass Communion, krautrock revivalista com os Incredible Expanding Mindfuck e criou também os muito aplaudidos Blackfield, numa colaboração com a estrela do rock israelita Aviv Geffen. Demonstrando enorme versatilidade, transformou-se também num requisitado e reputado produtor, trabalhando em registos de músicos tão diversos como a vocalista norueguesa de jazz Anja Garbarek, os metaleiros Opeth e Orphaned Land e até Fish, o ex-vocalista dos Marillion. Como se isso não bastasse, em 2003 encetou uma muito bem sucedida carreira a solo, que deu origem a cinco álbuns de qualidade inequívoca, “Insurgentes” em 2008, “Grace For Drowning” em 2011, “The Raven That Refused To Sing (And Other Stories)” em 2013, “Hand. Cannot. Erase” em 2015 e, com data de edição apontada para Agosto de 2017, a novidade “To The Boné”.

 

Meo Arena / Sala Tejo (Lisboa)

31 de Janeiro 2018 | 21.00h

Filipe Sambado apresenta “Vida Salgada” na Casa do Povo de Ovar

Filipe Sambado, passa a infância e adolescência de um lado para outro dentro da geografia portuguesa e talvez essa errância não seja um mau ponto de partida para entender quem ele é.

Ora, se o seu crescimento é feito a errar dentro de uma fronteira; a sua música desbrava o trilho da intimidade de quem se confessa, mas inevitavelmente traz a vulnerabilidade de quem viaja.

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photo: Paulo Homem de Melo

 

Em 2016 trouxe-nos “Vida Salgada”, a sua grande obra. Aqui, Sambado mais Sambado do que nunca, na voz, nas canções e nas letras viscerais. Este é um disco de baterias cavalgantes acompanhadas por percussões tristes. As guitarras entram para formar o meio campo, mas muitas vezes acabam abafadas por teclados rasgadinhos, que preenchem as alas.

 

Filipe Sambado aproveita este trabalho para nos levar às suas origens alentejanas e algarvias. Um disco nostálgico não tem de ser obrigatoriamente um disco de infância e é isso que “Vida Salgada” nos vem mostrar.

 

Casa do Povo (Ovar)

11 de Maio 2017 | 22.15h

Modalisboa abre candidaturas para Sangue Novo

As candidaturas para a próxima edição do Concurso Sangue Novo da ModaLisboa decorrem de 9 de maio a 30 de junho. O Sangue Novo destina-se a todos os finalistas de cursos superiores de Design de Moda de escolas nacionais e internacionais e a jovens designers em início de carreira. Para participar, os candidatos deverão entregar um projeto original, de Homem e/ou Senhora, para a estação primavera/verão 2018.

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Inovação, irreverência e criatividade são os critérios do júri, que selecionará entre 8 a 10 projetos para serem apresentados no desfile Sangue Novo, na 49ª edição da ModaLisboa, em outubro de 2017.

O autor da melhor coleção receberá um prémio da ModaLisboa no valor de 5000 euros e terá entrada direta no Sangue Novo de março 2018. O vencedor receberá também um summer course oferecido pela prestigiada academia de moda Domus Academy, em Milão. À semelhança do que tem acontecido nas edições passadas, um dos designers será convidado a apresentar o seu trabalho e a representar Portugal no FashionClash, Festival de Moda Holandês que reúne talentos de todo o mundo.

 

A novidade desta edição é a atribuição de um Prémio The Feeting Room. Neste caso, o vencedor é eleito pela direção The Feeting Room e terá a oportunidade de vender a sua coleção nas lojas de Lisboa e Porto.

Para mais informações consultar o regulamento aqui

A soul e o funk têm um novo Palace em Portugal…

“Era juntar 2+2!”, exclama Marta Oliveira, CEO da Royal Events e vocalista dos The Acoustic Foundation (TAF). No dia do sétimo aniversário da empresa e com o álbum de estreia da banda nos últimos detalhes, estava na hora de dar o passo seguinte, há tanto desejado: a criação de uma editora independente, especializada em soul e funk. Nasceu a Palace Records!

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A editora, sediada no Porto, assume o nicho como target: “Nos últimos anos, fomos percebendo que, por cá, não havia quem tivesse um catálogo forte nos estilos que mais nos apaixonam, ao contrário do que acontece noutros países europeus de dimensão aparentada com a nossa. Tínhamos o álbum de TAF para lançar e pouca vontade de andar a bater a portas mais generalistas. Após algumas conversas encorajadoras com amigos do meio, decidimos avançar! Sentimos que a soul e o funk estão a reconquistar público de forma muito interessante. Esse público será também o nosso”, explica Marta Oliveira.

 

“Big Sculpture”, o álbum de The Acoustic Foundation, foi gravado e misturado por Vítor Neves nos estúdios 100 off-Records e masterizado por Mário Barreiros. Será o primeiro registo com o selo Palace Records. “A seu tempo, e com todo o critério, teremos o maior interesse em abrir a porta a outros projectos”, diz a responsável da editora, para quem “os conhecimentos e experiência de booking que a Royal Events cimentou nos últimos 7 anos podem ser o complemento perfeito para a Palace Records”.

 

Filiada na A.M.A.E.I. – Associação de Músicos, Artistas e Editoras Independentes, a nova label nacional pode, desde já, ser visitada em facebook.com/palacerecords.pt.

DJ João Vaz junta-se à família Glam Music

É com imenso orgulho que a Glam Music dá as boas-vindas a João Vaz à sua família. João Vaz é um dos pioneiros na divulgação da música de dança em Portugal.

Em 1999, foi co fundador da MIX FM, do grupo Media Capital Rádios, a primeira rádio portuguesa com programação 100% direcionada para a dance music. Na Rádio Comercial, a rádio mais ouvida em Portugal, enquanto locutor, abraçou o projeto ‘Comercial Sunset’, no ar de segunda a sexta, e nas noites de sábado para domingo.

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Há já seis anos que é autor do ‘Comercial Dance Sessions’, uma hora de rádio em modo DJ set que divulga a melhor música de dança e as mais recentes edições, produzindo alguns edits e mashups próprios que também toca ao vivo, nos seus sets.

Do seu longo currículo, podem destacar-se as atuações na tenda VIP no MEO Sudoeste, no Winter Music Sessions em Guimarães, na Beer Fest em Odemira, na Expofacic, ou no encerramento dos Festivais MEO Marés Vivas e do Crato.

“Para Sassetti”… a homenagem de Rogério Godinho

Rogério Godinho lança hoje a canção “Para Sassetti”, uma homenagem a Bernardo Sassetti, no dia que passam 5 anos da sua morte.
A canção esta agora disponível nas plataformas digitais.
Para Rogério Godinho, Sassetti foi uma das grandes referências enquanto artista.

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“No dia 10/5/2012 fiquei a saber, pela televisão, da morte do grande pianista e compositor Bernardo Sassetti, artista que era uma grande referência para mim. Nessa altura, sentei-me ao piano e compus esta música. Agora, passados 5 anos, entendi que era o momento para gravar este tema em estúdio e editá-lo, dando-o a conhecer ao público. É a minha homenagem”.

 

Dia Internacional dos Museus com entrada e visitas gratuitas…

Tornar audíveis controvérsias que atravessam a História, próxima e distante, é o objectivo do programa de visitas temáticas que o Museu do Oriente organiza no dia 18 de Maio, entre as 11.00 e as 18.00, associando-se às comemorações do Dia Internacional dos Museus. Além das visitas gratuitas, também a entrada no museu é livre neste dia, para que os visitantes possam conhecer as três novas peças que integram a exposição “Presença Portuguesa na Ásia”.

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As flores do mal – tabaco e ópio” tem início às 11.00 e aborda a utilização terapêutica destas drogas, bem como a forma como o seu consumo extrapolou os limites da medicina para outros fins, como viriam a testemunhar poetas e artistas ao longo dos séculos, de Baudelaire a Camilo Pessanha ou Álvaro de Campos. Segue-se, às 12.00, “A Ópera Chinesa durante a Revolução Cultural” que dá a conhecer, pormenorizadamente, um dos núcleos da mais recente exposição temporária de longa duração do Museu do Oriente. Em análise, a instrumentalização política e fortes restrições em torno desta forma de arte milenar preconizados por Mao Tse Tung e sua posterior reabilitação por Deng Xiaoping. 

 

Às 15.00, Kakure kirishitan, uma visita à exposição “Presença Portuguesa na Ásia” foca a história do Cristianismo no Japão, desde a sua introdução por missionários portugueses em meados do século XVI até à sua proibição e perseguição, um século mais tarde. A visita vai focar as práticas dos kakure kirishitan ou “cristãos escondidos”, na tentativa de preservar a sua fé e as suas vidas. O programa termina às 17.00, com a visita guiada à exposição temporária “O Olhar da Sibila – Corporalidade e Transfiguração” e às obras dos 35 artistas representados, entre os quais, Maria Helena Vieira da Silva e Arpad Szenes, Helena Almeida, Julião Sarmento, Noé Sendas, Ângela Ferreira e Fernanda Fragateiro, Susanne Themlitz, Leonor Antunes, Li Yousong, Adriana Molder e Ramiro Guerreiro.

 

Para assinalar este dia, o Museu do Oriente estreia três peças na sua exposição permanente, dedicada à “Presença Portuguesa na Ásia”: o Pano de Armar (China, séc. XIX) representando, ao centro, os “Três Deuses” (Fu Lu Shou) que, de acordo com a tradição chinesa, quando utilizados na decoração das casas, trazem prosperidade, sucesso e longevidade; um Leque chinês da Dinastia Qing (c. 1860), de 16 varetas trabalhadas em filigrana de ouro e prata, representando uma vista da Praia Grande Macau, rodeada de motivos florais, vegetalistas e dois dragões; e a Mitra Episcopal do Bispo de Macau, D. Jerónimo José da Mata, Lazarista português que se tornou Bispo-coadjutor e sucessor de D. Nicolau Borja, em 1843.

 

Museu do Oriente (Lisboa)

18 de Maio 2017 | 10.00 à 18.00h (entrada livre)

NOS Primavera Sound sem Pesos Extra - The Cloakroom

A primeira Luggage Storage do Porto, a “The Biggest Cloakroom in the World”, inaugurada no final de 2016, dá sinais que os seus serviços fazem a diferença no bem estar dos visitantes da cidade. Neste verão a loja já terá o seu primeiro Spot itinerante no NOS Primavera Sound e promete acabar de vez com o problema do excesso de peso e mochilas extra durante os concertos.

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É a primeira vez que uma marca é vinculada aos serviços de bengaleiro de um evento. O que antes era um serviço ocasional, hoje já é considerado essencial devido ao grande numero de turistas que têm chegado a região exclusivamente para o festival. E é um público alargado, mas quem ganha são os bagpackers, couchsurfers ou ainda os que vêm de outras cidades e já podem deixar as bagagens no bengaleiro e aproveitar o festival livremente. E isso inclui os capacetes, skates e computadores.

 

O maior bengaleiro do mundo tem seguro, lacre para as malas e as bagagens só são entregues após serem conferidos os documentos de identificação. “A loja foi criada para que os clientes contem com o serviço antes mesmo de chegarem à cidade”, refere Juliana Torres, idealizadora da marca.

O Cloakroom nos festivais estará disponível uma hora antes de abertura dos portões do evento até 30 minutos após o encerramento.