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Glam Magazine

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Vem ai “O Boss”…

Pro' Seeds apresenta “O Boss”, o mais recente single da banda nortenha e o primeiro avanço pós “Soft Power Sagrado”. No passado dia 1 de Maio foi revelado o single acompanhado de um vídeo realizado por Vasco Mendes, coincidindo com o dia do trabalhador.

O Boss” é uma visão satírica do mundo do trabalho e da excessiva competitividade que muitas vezes temos de lidar.

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Pro' Seeds é composta pelo rapper Berna, o produtor Serial (Mind Da Gap) e dj Score (Gatos Do Beko). Em 2016 editaram o seu primeiro álbum de longa-metragem “Soft Power Sagrado”. A tenra idade de Pro' Seeds é suportada por uma longa carreira a solo e experiência em palco dos seus intervenientes. Berna edita a solo “Reflexologia” em 2002, uma edição de autor produzida no 2º Piso, um dos marcos da historia do Rap em Portugal, em 2009 edita “O Quebrar Do Gelo" e o EP “Como deve Ser” em 2010.

Colabora com Mundo Segundo (Dealema) e (Barrako27) no projecto 'Real Companhia' e 'Sindicato Sonoro'. A carreira de Serial encontra-se interligada com a dos Mind da Gap, tendo em 1994 gravado a sua primeira maquete. Em 1995 gravam o EP “Flexogravity” com os Blind Zero pela editora NorteSul. Em 1997 fazem a sua estreia com o álbum “Sem Cerimónias” seguido de “A Verdade” e “Suspeitos do Costume”, disco que alcança o galardão de disco de prata. Em 2005 Serial edita “Brilhantes Diamantes” o seu primeiro álbum a solo. 2006 marca o regresso a Mind Da Gap que editam “Edição Ilimitada” e sucessivamente “A Essência” em 2010 e "O regresso ao Futuro" em 2013. Score é um DJ oriundo do Porto que ganhou um lugar de destaque na cena portuense, sendo hoje uma referência. Além de Pro' Seeds é um dos membros da banda Gatos do Beko e colabora frequentemente com inúmeros artistas nacionais.

Celebração do 110º aniversário de Compay Segundo

Negava o estrelato e afirmava estar sempre a começar uma carreira, nunca a terminar. Nasceu em 1907 em Santiago de Cuba e começou a acender os charutos da avó com apenas 5 anos, não mais deixando de os fumar. Como qualquer cubano, aprendeu o ofício de enrolador de charutos mas a música soou mais forte e, aos 22 anos, visitou Havana pela primeira vez, como membro da Banda Municipal de Música, convidada para a inauguração do Capitólio Nacional.

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Autodidacta, foi senhor de múltiplos instrumentos, chegando a criar o armónico, um instrumento de cordas, embora a sua paixão fosse o clarinete. A alcunha Compay Segundo (segundo compadre) acompanhou-o desde 1942, após fazer a dupla Los Compadres com Lorenzo Hierrezuelo.

Artista único, tinha uma voz grave e as suas composições eram marcadas por uma sonoridade reconhecidamente cubana, o que o transformou num legítimo representante da Cubanía. Foi nessa qualidade que participou activamente no projecto Buena Vista Social Club, ao lado de nomes como Ibrahim Ferrer, Rubén González, Omara Portuondo, e tantos outros, registado em documentário por Wim Wenders.

Nos seus 96 anos de vida, Compay Segundo nunca perdeu o sentido de humor e nunca parou de promover a música cubana além-fronteiras. Após a sua morte, Salvador Repilado Labrada, um dos seus 5 filhos e também músico, continuou o seu legado criando o Grupo Compay Segundo que, dia 30 de Maio, estará no Teatro Tivoli BBVA para festejar o 110º aniversário do nascimento de Compay Segundo.

Um concerto de homenagem, uma celebração da arte!

 

Teatro Tivoli BBVA (Lisboa)

30 de Maio 2017 | 21.30

PANOS… palcos novos palavras novas

Depois de um ano de pausa, esta é a décima primeira edição dos PANOS, um projeto que junta a nova escrita para teatro ao teatro que é feito por adolescentes. Mais de trinta grupos escolares e juvenis do país inteiro escolheram encenar uma das três peças propostas, e neste festival da Culturgest mostram-se dois espetáculos de cada texto.

Este ano são três originais, escritos de propósito para os PANOS.

 

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photo: Manuel Vitoriano

 

Aos Poucos” de Tina Satter decorre entre um grupo de personagens interligadas de várias idades, géneros e identidades sexuais a viver numa cidade do Norte do Novo México. Algumas personagens têm ascendência navajo e outras não. A peça pinta a paisagem deste grupo particular de pessoas enquanto tentam perceber quem são nesta altura das suas vidas, e quem poderão vir a ser. Pelos vistos, é impossível fazerem isto umas sem as outras.

 

Em “Atalhos” de Joana Craveiro, cinco jovens empreendem uma viagem. Percorrem a memória de alguns acontecimentos recentes que têm surgido nos jornais ao longo dos últimos meses/anos, para falarem deles próprios e pedirem explicações pelo que não compreendem. O caminho que escolheram é o mais longo, porque demora sempre mais ir ao cerne das coisas do que passar por cima do que não se compreende nem faz sentido só para se chegar mais depressa aonde se pensa que tem de se chegar a horas. A solidão muda-nos? Quem somos perante a ausência dos outros?

 

Ode Inacabada” de Cláudia R. Sampaio é uma odisseia em busca da identidade, em que uma voz singular se multiplica, num aprofundamento de consciência face ao mundo e ao "eu". Trata-se de um intra-diálogo tentando consolidar-se através da alquimia da palavra, que se interroga e problematiza no meio do silêncio redentor de um mundo sem pessoas.

 

Em novembro passado realizou-se um workshop com as autoras destinado aos encenadores dos grupos. As sessões foram orientadas por Tina Satter (Aos Poucos), Joana Craveiro (Atalhos) e Teresa Coutinho (Ode Inacabada). As estreias tiveram lugar até ao fim de abril. Para o festival publica-se um livro com os três textos.

 

19 de Maio 2017 / Palco do Grande Auditório, 21h30

“Aos Poucos” de Tina Satter

Leirena Teatro (Leiria)

 

20 de Maio 2017 / Sala 2, 16h

“Pano para mangas” - Conversa com as autoras

 

20 de Maio 2017 / Pequeno Auditório, 18h30

“Atalhos” de Joana Craveiro

Falsos dEUSES (Ovar) (na foto)

 

20 de Maio 2017 / Palco do Grande Auditório, 21h30

“Ode Inacabada” de Cláudia R. Sampaio

Reticências, ES Leal da Câmara (Rio de Mouro)

 

21 de Maio 2017 / Pequeno Auditório, 16h

“Aos Poucos” de Tina Satter

Lordes do Caos, ES Mem Martins

 

21 de Maio 2017 / Palco do Grande Auditório, 18h30

“Atalhos” de Joana Craveiro

Grupo Cénico do Colégio José Álvaro Vidal – Fundação CEBI (Alverca)

Há Fado no Cais com Carlos Leitão no CCB

Carlos Leitão traz ao palco do CCB o Fado, tal como o sente, inteiro e transparente. Numa viagem entre as composições originais e o fado tradicional, este lisboeta “de sangue e alma alentejanos” visita o seu primeiro disco “Do Quarto” (editado em 2013), mas é no seu mais recente trabalho “Sala de Estar” que se concentra o alinhamento do concerto, interpretando as suas próprias letras, musicadas por nomes como Mário Pacheco ou Jorge Fernando, entre muitos outros.

Carlos Leitão@Interslide Paulo Maria

No dia 20 de maio, o palco do Pequeno Auditório do CCB transforma-se numa “Sala de Estar”, acolhedora, vestida de cumplicidades, ao jeito da tertúlia alentejana, da boa e enriquecedora conversa, um espaço de partilha em que o letrista, músico e compositor se vai revelar, por completo, e pela primeira vez a solo ao público lisboeta.

 

Centro Cultural de Belém / Pequeno Auditório (Lisboa)
20 de Maio 2017 | 21.00h

Festival Para Quem Não Tem Medo do Campo…

Este ano, o último fim-de-semana de Julho está reservado aos corajosos! A Festa é em Ruílhe, Braga no recinto mais rural e destemido do Norte.

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O Rodellus está de regresso com uma mão cheia de novidades e um cartaz que promete muita bravura. As primeiras confirmações são Pé Roto, Atomik Destruktor que vêm ao campo celebrar 10 anos de "Destroy, Disagree and Disrespect!", Ghost Hunt, Ratere, Stone Dead e os italianos Go!Zilla!

Mais novidades em breve!

Indie Songs Don't Lie… Douglas Dare em Coimbra

Na pequena cidade costeira de Bridport, Douglas Dare cresceu sempre rodeado de música. A sua mãe, professora de piano, encorajou o filho a compor desde tenra idade, algo que este começou a levar mais a sério durante a sua formação no Liverpool Institute for Performing Arts. As suas composições elegantes e, ao mesmo tempo, assombrosas, valeram-lhe rasgados elogios e comparações a nomes como James Blake ou Thom Yorke, fazendo com que captasse a atenção da consagrada editora londrina Erased Tapes.

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A partir de 2013, a relação com esta editora traduz-se numa mudança para Londres e em registos editados, primeiramente com o EP "Seven Hours" (2013) logo seguido pelo primeiro álbum "Whelm" (2014). Na sequência da edição e aclamação pela crítica destes primeiros registos, Douglas Dare começa a pisar palcos em nome próprio e na companhia de colegas da Erased Tapes, como Ólafur Arnalds ou Nils Frahm.

O seu segundo álbum, "Aforger" (2016), surge na sequência de uma conturbada fase na vida pessoal de Douglas Dare, em que este se questiona sobre os limites entre a realidade e a ficção, sobre o que significa a identidade e a percepção desta, numa sociedade dominada pela tecnologia. Esta temática atravessa os poemas originais que servem de base às composições deste segundo disco, misturado nos icónicos estúdios Abbey Road, por Fabian Prynn. "Aforger" representa uma evolução também na composição e no som de Douglas Dare, agora mais denso e sombrio, mas ao mesmo tempo vulnerável e íntimo.

 

Pela primeira vez em Portugal, o músico britânico traz todo o seu repertório na bagagem para apresentar, a 13 de Maio, no Centro de Artes Visuais, em Coimbra.

Vibe 2017 apresenta Wem + Grutera em Viana do Castelo

Quais músicas você escolheria para fazer parte do meu novo disco? Foi com esta pergunta aos seus seguidores que Wem começou a preparar o seu último álbum “Conectar”. O público ouvia e assistia semanalmente a uma nova música partilhada nas redes sociais. A partir dessa interacção, artista e público foram fazendo suas escolhas juntos. Agora, chegou o momento de Wem apresentar o disco ao vivo.

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A primeira parte do espectáculo será muito bem assegurada por Grutera. Depois de um primeiro disco na segurança do estúdio e de um segundo abençoado num mosteiro, o músico instalou-se com a sua guitarra no Túnel das Barricas da Herdade do Esporão para gravar o seu último album “Sur lie”.

A entrada é gratuita e trata-se de mais um espectáculo inserido no VIBE 2017, ciclo de concertos da iniciativa da associação juvenil do Núcleo de Apoio às Artes Musicais.

 

Paços do Concelho (Viana do Castelo)

13 de Maio 2017 | 22.00h

John Smith e Tiger Cooke em Fafe…

John Smith é uma das mais promissoras vozes do folk britânico e encarna perfeitamente o conceito que conhecemos de singersongwriter. Escrita madura e segura e sonoridade de viagem, por países e sensações.

É guitarrista de eleição de Lisa Hannigan, Lianne La Havas ou David Gray, e a solo desvenda-se com a certeza de que nos podemos apaixonar desde o primeiro momento. É a primeira passagem de John Smith por Portugal

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Tig, para os amigos, é um cantautor irlandês nascido em Dublin mas criado em Dunboyne. Tem vindo a ganhar espaço no panorama musical do seu país e apresentado o seu trabalho com artistas como Damien Rice.

A descobrir, no primeira parte do concerto.

 

Teatro Cinema de Fafe

13 de Maio 2017 | 21.30h

Exposição “Fikl. Portuguese Storylines” no Palácio Nacional da Ajuda

No âmbito da celebração de 100 anos de relações diplomáticas luso-romenas, a Embaixada da Roménia, o Instituto Cultural Romeno, a Fundação Bonte e a Direção Geral do Património Cultural apresentam a exposição “Fikl. Portuguese Storylines” de Gheorghe Fikl, entre 16 de maio e 31 de agosto, no Palácio Nacional da Ajuda.

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Gheorghe Fikl é um dos mais conceituados artistas romenos contemporâneos. Munido de uma mestria pictórica exemplar, Fikl cria um universo visual sumptuoso e perturbador através de uma série de composições com vários revestimentos simbólicos em que animais angustiantes e de grande porte - touros, pavões, cães e ovelhas - são estranhos ocupantes de espaços surrealistas, com um hedonismo violento e trágico, que proporciona tantos outros contextos de reflexão sobre a condição humana em tempo pessoal e histórico.

 

A justaposição de objetos encontrados, impressões, intervenções de pintura e fotografia despertou em Fikl um interesse particular pelas composições inesperadas e desestabilizadoras, pelo forte contraste associativo. E atualmente, esta é uma marca inconfundível da sua criação, em constante e subtil evolução.

 

Nas palavras de Ileana Pintilie, curadora de Fikl. Portuguese Storylines, “Fikl pinta com facilidade, com o prazer e a naturalidade de quem se entrega, numa paixão contida, dissimulada entre gestos de amor pelos objetos sumptuosos, portadores de identidade espiritual; pelos lugares e paisagens, que na alma lhe ficaram. As suas pinturas aparecem como cortes de um mundo escondido irreal, do além. As fastuosas composições parecem saídas de um sonho que se desenrola repetidamente nos mesmos lugares.”

 

Aberta ao público a partir de 16 de maio, no Palácio Nacional da Ajuda, em Lisboa, e parte integrante do programa ARCO Lisboa, a exposição reúne pinturas de tamanho monumental e obras digitais de importantes coleções privadas (coleção da Fundação Bonte, do Príncipe Carlos de Gales, entre outras), que serão apresentadas em Lisboa graças ao apoio oferecido pelo colecionador Alain Bonte.

 

A exposição estará aberta todos os dias, das 10h00 às 18h00 (última entrada às 17h30). À quarta-feira, o Palácio Nacional da Ajuda encontra-se encerrado.

 

 

 

 

“The Coolest Shoes in the World”

The Coolest Shoes in the World” é o título da primeira campanha de promoção do calçado infantil português lançada pela APICCAPS (Associação Portuguesa dos Industriais de Calçado, Componentes e Artigos de Pele e Seus Sucedâneos).

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Dados da Associação, revelados em comunicado, indicam que Portugal exporta por ano cerca de cinco milhões de pares de sapatos de criança. Mas o setor quer aumentar estes números e por isso decidiu apostar numa campanha de comunicação específica, assinando a primeira edição de “The Coolest Shoes in the World”.

 

Aumentar as exportações, conquistar novos clientes e abordar novos mercados são os três objetivos essenciais desta campanha, inserida na estratégia de internacionalização do setor e que se traduz, por um lado, na presença de empresas em cerca de 70 eventos profissionais em todo o mundo e, por outro, em ações de comunicação inseridas na campanha “Portuguese Shoes: Designed by the Future”, que com conta com o apoio do programa Compete 2020.

Novas Canções da Montanha com Aline Frazão

Aline Frazão é um dos nomes sonantes da nova geração de músicos angolanos. Cantora, compositora, guitarrista e produtora, nasceu e Luanda, em 1988. “Insular”, o seu terceiro disco de originais, foi lançado no final de 2015. No Espaço Miguel Torga, Aline Frazão apresentar-se-à a solo.

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Novas Canções da Montanha é uma iniciativa do Município de Sabrosa para o Espaço Miguel Torga, com o apoio do Município de Vila Real e Teatro de Vila Real. A produção e programação está a cargo da covilhete na mão.

O programa de atividades do Espaço Miguel Torga tem o apoio da Fundação EDP.

 

Espaço Miguel Torga (Sabrosa)

13 de Maio 2017 | 18.00h

IKFEM 2017 celebra a 5ª edição

Criado pela pianista Andrea González em 2013, o IKFEM - International Keyboard Festival & Masterclass realiza-se pelo quinto ano consecutivo na Eurocidade Valença-Tui, entre os dias 21 e 25 de Julho. Composto por concertos mas também masterclasses e workshops, este festival tem como fio condutor os instrumentos da família das teclas como o piano, o fortepiano, o órgão, a concertina, o cravo, o acordeão, a sanfona e o piano electrónico.

Com o intuito de fortalecer as sinergias entre a cultura portuguesa e a espanhola, o IKFEM oferece um programa artístico diversificado que abrange diferentes géneros musicais que vão do barroco ao jazz, do clássico à electrónica, sem esquecer o lírico, pop, folclore e sinfónico. Tal como tem vindo a acontecer, a programação do IKFEM é composta por uma cuidada selecção de artistas nacionais e internacionais. Nos próximos dias daremos a conhecer os músicos confirmados para a 5ª edição do International Keyboard Festival & Masterclass que se realiza nos espaços arquitectónicos mais relevantes da Eurocidade unida pelo Rio Minho.

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Recorde-se que nas edições anteriores, o IKFEM contou com a participação dos pianistas Vincenzo Balzani (Itália), Pedro Burmester (Portugal), Rasa Biveiniene (Lituânia), Albert Mamriev (Israel), Daniel Pereira (Espanha) e Maurizio Moretti (Itália); os organistas Marisol Mendive e Juan de la Rubia (Espanha); os cravistas Ana Mafalda Castro e Julio Galvão (Portugal); a fortepianista Patricia Rejas (Espanha); os pianistas de jazz Abe Rábade e Alberto Conde (Espanha); o sanfoneiro Antón Corral (Espanha); a fadista e pianista Maria Ana Bobone (Portugal); o acordeonista Victor Pireto (Espanha); entre muitos outros.

Em quatro anos, o festival teve ainda a honra de formar 80 estudantes de nove países: Espanha, Portugal, Itália, Bélgica, Holanda, Áustria, Rússia, China e Japão. Alguns deles foram premiados em concursos internacionais e regressaram ao IKFEM como artistas convidados.