Saltar para: Posts [1], Pesquisa [2]

Glam Magazine

Glam Magazine

The Legendary Tigerman apresenta cine-concerto em Lisboa esta sexta-feira

No dia 19 de Maio, The Legendary Tigerman apresenta o cine-concerto “How To Become Nothing” em duas sessões exclusivas no Cinema Nimas, em Lisboa, às 21h30 e às 24h. A estreia da longa-metragem, designada “Fade Into Nothing”, sem a interpretação da banda-sonora ao vivo, decorreu durante a edição de 2017 do Indie Lisboa.

1491313931.jpg

Esta sexta-feira, The Legendary Tigerman apresenta um projecto único, inédito na sua carreira, fruto do material recolhido em fotografia, filme e Super 8mm, durante a viagem feita entre Los Angeles e Death Valley, pelo deserto californiano de Joshua Tree, com o intuito de criar o suporte visual para o novo disco do artista. Paulo Furtado foi acompanhado ao longo dos 12 dias de viagem pelo realizador Pedro Maia e pela fotógrafa Rita Lino. O material recolhido durante esta road-trip tornou-se numa obra viva, com diversas formas. “How To Become Nothing”, o cine-concerto, é uma das maiores expressões deste projecto. Lisboa é a penúltima cidade a receber a digressão, com as duas sessões em Lisboa, no Nimas, em que The Legendary Tigerman irá interpretar a banda-sonora ao vivo e Pedro Maia fará manipulação de imagens em tempo real.

 

Paulo Furtado (The Legendary Tigerman) descreve o projecto da seguinte forma: “Não se trata de desaparecer ou de camuflar a realidade, mas sim de procurar uma transformação mais profunda, recorrendo à reflexão sobre o vazio da própria existência, à procura do conhecimento pela experiência e constatação, para depois tudo questionar e anular.”

 

Alexander Search… projeto de Júlio Resende e Salvador Sobral em estreia no Super Bock Super Rock

Alexander Search é o nome do mais relevante heterónimo inglês de Fernando Pessoa, que empresta também o nome a este novo projeto, que rompe com tudo o que Júlio Resende já fez artisticamente. O pianista e compositor, natural de Faro, parte de letras da autoria de Alexander Search para compor canções com o intuito de trazer o universo de Fernando Pessoa às novas gerações, contribuindo para a sua transversalidade e universalidade.

logo_marca_cores.png

Todos os elementos que compõem a banda são personagens criadas a partir de heterónimos ingleses de Fernando Pessoa e o texto que narra a história de Alexander Search é pura ficção: “Alexander Search é uma banda de língua inglesa que cresceu na África do Sul, mas que está radicada na Europa, mais concretamente em Portugal, "paraíso à beira mar plantado" como dizia o seu maior poeta, Fernando Pessoa. A sua música mistura influências de indie-pop, música eletrónica e rock. As letras foram escritas maioritariamente por Alexander Search, membro da banda que morreu tragicamente ainda jovem, mas que granjeia o respeito e admiração dos seus pares como "the greatest conquerer of the beauty of words", o maior conquistador da beleza das palavras. Augustus Search é o compositor de serviço da banda, toca piano e sintetizadores e faz a direção musical. Benjamin Cymbra é um cantor extraordinário e traz na sua voz a garra rock n'roll do passado e as angústias e esperanças do presente. O futuro "é a possibilidade de tudo", dizia também Pessoa. Sgt. William Byng comanda a vertente computacional e eletrónica. Marvel K. tem uma guitarrada cortante e espacial. E Mr. Tagus, ex-baterista de jazz, ainda tem na música e 'groove' de África uma das suas maiores riquezas.

Alexander Search é uma banda que gosta de ousar, impaciente, à procura, sempre à procura, da quintessência. Nunca o conseguiu. Este é o disco de mais uma tentativa falhada”.

 

O album “Alexander Search” tem lançamento marcado para junho. O single de apresentação, “A Day of Sun”, fica já disponível esta sexta-feira, dia 19 de maio. Para o Super Bock Super Rock, fica prometida a estreia da apresentação ao vivo de Alexander Search.

No Palco EDP estarão Júlio Resende, Salvador Sobral e os restantes indispensáveis heterónimos, que dão forma ao novo projeto mais procurado da música nacional.

Waking Life… em Agosto no Crato

De 17 a 20 de Agosto irá decorrer a primeira edição do Waking Life, um festival de artes e música a realizar-se a alguns quilómetros da vila do Crato, no Alentejo. Durante quatro dias, um conjunto de pessoas reunir-se-á neste local com vontade de viver uma experiência vibrante e envolvente, assente na cooperação, liberdade e expressão criativa.  O lago e a floresta que lhe dão palco serão o cenário ideal para imergir no amplo espectro de arte e som que o cartaz apresenta, livre de qualquer preconceito, composto por elementos em harmonia. A ideia fundamental para o Waking Life é criar um espaço onde a música, a criatividade e a co-criação se reúnam num só lugar e onde todos aqueles que nele participem sejam livres de se (des)ligar. Para que tal aconteça, o Waking Life propõe que a sua história seja escrita com base na inclusividade e sustentabilidade.

plant-3.png

Desde aqueles a quem este tipo de experiências estão geralmente vedadas, quer por motivos económicos ou por dificuldades motoras, aos que queiram partilhar os seus projectos criativos, todos são convidados a ajudar a construir este palco aberto. Assim, seja através de uma performance, uma instalação artística ou um projecto ecológico, todos os que gostariam de colaborar nesta aventura poderão encontrar no site do festival uma secção para propor as suas ideias. Da mesma forma que o Waking Life procura ser um espaço acessível e aberto a todos, o mesmo quer também frisar a importância de minimizar o seu impacto no ecossistema envolvente.

De casas de banho secas a uma oferta alimentar que se abastece numa lógica de proximidade, passando por cinzeiros portáteis, copos reutilizáveis ou sabão e protetor solar biodegradáveis, são várias as soluções pensadas para deixar intocado o espaço que dá vida ao festival. O Waking Life oferece ainda um programa diversificado e de elevada qualidade trazido por músicos, artistas e performers cuidadosamente selecionados.

 

O programa musical proposto desta primeira edição estará disperso entre os três palcos que compõem o festival. Um dos palcos será curado pela incontornável editora Giegling, um colectivo de Veimar que se fez conhecer na Alemanha, e os dois restantes pelo Waking Life em colaboração com a Return, a âncora das festas da promotora berlinense Solid AM, que ficará encarregue de um dos palcos num dos quatro dias do festival. Sebastian Mullaert, Steve O’Sullivan, Stimming ou Fennesz são alguns dos nomes sonantes que compõem o seu cartaz.

 

Embora a paisagem musical do festival incida maioritariamente sobre a música eletrónica, este será o local indicado para embarcar numa viagem de sonoridades diversas, não se cingindo a um só estilo de música. Para consultar o programa do Waking Life e obter mais informações acerca do mesmo, pode visitar a página do festival em www.wakinglife.pt.

Marvel Lima… Novo single chama-se "Strange Perceptions"

Entre vozes, percussões, sintetizadores, guitarras, baixo e bateria, este projecto recria a ambiência distorcida de uma viagem temporal entre os anos originais do rock psicadélico e a música contemporânea de hoje, com um forte tempero mediterrâneo e assumida influência latina. Uma mistura de géneros, onde rock psicadélico, congas e groove são hashtags para o álbum que saiu a 14 de Outubro de 2016. Depois de "Mi Vida", "Fever" e "Primavera", a banda lança agora "Strange Perceptions", o quarto single retirado do álbum de estreia.

a888878f-8689-4f46-a578-2ab4571f9a3f.jpg

Com "Strange Perceptions" o grupo volta ao bilinngue que nos habituaram com o single de estreia "Mi Vida". Com um tom melancólico mas sem nunca esquecendo o ritmo latino a que já nos habituaram, "Strange Perceptions" tem tudo para ser um tema que celebra as noites quentes de Verão que estão mesmo à porta.

 

Os Marvel Lima, quinteto oriundo de Beja, é a prova que existe uma aura diferente na região do Alentejo. O seu single de apresentação "Mi Vida", um groove synth-prog-pop-rock, serviu de cartão-de-visita para o primeiro álbum da banda, levando os primeiros concertos a diversos pontos do pais e com "Fever", o seu segundo single embebido em martini, a banda tornou-se uma aposta para o futuro dentro da música alternativa portuguesa. "Marvel Lima", álbum homónimo da banda de Beja foi considerado como uma das boas surpresas de 2016 pela crítica.

Os Bong….

Os Bong são um trio de Newcastle que, entre discos gravados em estúdio e ao vivo, é dono de uma discografia tão robusta quanto coerente. Para que não haja dúvidas, David Terry (baixo), Mike Smith (bateria) e Mike Vest (guitarra) habitam os domínios do drone-rock e do doom-metal.

É daí que vêm, é aí que trabalham: riffs graves e longos, gosto pela repetição e o transe que esta provoca, ritmos claustrofóbicos e ruminantes, menorização das palavras em favor do silêncio que a aparição dos instrumentos tem o privilégio de quebrar. Rock em câmara lenta, desacelerado, quase estático.

bc91ee95-d357-46c5-b791-b8b7b1cab71e.jpg

Mana-Yood-Sushai” (2012), “We are, we were and we will have been” (2015), “Stoner-Rock” (2014) ou “Beyond Ancient Space” (2011), são discos que guardam tudo o que acima se descreveu, mas sem qualquer redundância ou aborrecimento. Os Bong não se fecham num círculo de meras referências, oferecem música que se escuta renascida na fantasia do psicadelismo e na leveza efémera das melodias. Embora ligados à história em que participaram os Black Sabbath, os Pentagram e os Electric Lizard, os Bong, viajam por outros trilhos: aqueles percorridos pelos Pink Floyd, Can, Hawkwind, Loop, por certas bandas japonesas, pelo minimalismo americano. Há um apreço dos Bong por paisagens sonoras, pela liberdade na composição, pela música como arte capaz de oferecer sentido ao mundo.

Sem categorias, sem identidades fixas ou definições, abrindo-se todos os dias.

 

Galeria ZDB (Lisboa)

18 de Maio 2017 | 22.00h

 

Teatro Municipal Rivoli / Understage (Porto)

20 de Maio 2017 | 23.00h

MIL - Lisbon International Music Network… Já são conhecidos os Conferencistas

A 1ª edição do MIL - Lisbon International Music Network toma conta do Cais do Sodré nos dias 1 e 2 de Junho. Focado na música criada nos países de língua portuguesa, este festival e convenção internacional tem por objectivo criar pontes para a exportação, potenciando encontros profissionais e proporcionando um vasto programa de debates e concertos.

Image1.jpg

O talento e a criatividade da produção musical nos territórios da língua portuguesa vai ser dado a conhecer aos agentes culturais, jornalistas, editoras e publishers de várias nacionalidades que vão marcar presença em Lisboa. Nomes como Fruzsina Szep (Lollapalooza festival), Martin Elbourne (The Great Escape festival), Virginia Dias Caron (SACEM - França) ou Clementine Bunel (ATC Artists) estão já confirmados numa delegação internacional que reúne algumas dezenas de profissionais interessados no mercado da língua portuguesa.

 

Ao longo de dois dias, o festival acolhe 54 concertos, 12 debates e inúmeros encontros profissionais, proporcionando também ao público não profissional um desafiante programa cultural. Toda a informação sobre o MIL aqui

Pássaro Vadio prepara lançamento do disco "Caosmos"

Pássaro Vadio foi fundado em 2015 pelo músico e compositor Ramiro (voz, guitarra e violão) e conta com Jojô (baixo, guitarra e teclado) e Davi Neves (bateria e percussão). Trata-se de um projeto autoral que não se fecha em um gênero - passeia por ritmos folclóricos da música brasileira, combinado com texturas etéreas do dream-pop e do folk psicodélico. As suas composições misturam sonoridades de tempos e lugares distintos e evocam referências a Caetano Veloso, Devendra Banhart, Tame Impala e Tom Jobim.

7ee21504-893e-4556-abc7-7ba098c756b9

Caosmos” é o disco de estreia do Pássaro Vadio e tem produção de Alê Siqueira, que assinou álbuns para: Arnaldo Antunes, Elza Soares, Tom Zé, entre outros.

Gravado ao vivo durante uma semana no estúdio da Gargolândia, o disco é um universo de som e ruído por onde o personagem principal vai abrindo uma trilha. Por trás das texturas e camadas das guitarras, sintetizadores e percussão está o cancioneiro popular – sua força e simplicidade. As 10 faixas autorais do disco tratam de temas contemporâneos e são pontuadas por arranjos e melodias originais.

Birds Are Indie e Wem em Maio no Praça 16

Em Maio, os dois lados do Atlântico unem-se no Praça 16, em Bragança, com dois concertos com um denominador comum: canções simples, inspiradas e encantadoras. Na quinta-feira, 18 de Maio, o palco é dos portugueses Birds Are Indie e no dia 24 é a vez do brasileiro Wem.

Birds Are Indie.jpg

Os Birds Are Indie nasceram entre um rapaz e uma rapariga, de Coimbra, que se apaixonaram há mais de 18 anos e aos quais se juntou depois um amigo de longa data. Começaram a fazer músicas no início de 2010, editaram 4 EPs, dois pela Mimi Records e dois em nome próprio. Em 2012 lançam o primeiro longa-duração “How Music Fits Our Silence”, em 2014 “Love Is Not Enough” e, finalmente, "Let's pretend the world has stopped" em 2016, pela Murmúrio Records. Já tocaram por todo o país e um pouco por Espanha, mas continuam a ser um projeto absolutamente descomprometido e nada virtuoso, onde o mais importante persiste, ainda: o amor e uma pop íntima e sincera, baseada em canções que umas vezes nascem alegres e outras vezes tristes, consoante ditam os dias.

Wem.jpg

Wem é Leonardo Wem Mason, vem de São Paulo e faz parte de uma vaga de talento conhecida como nova mpb, ao lado de nomes como Cícero, Silva, Marcelo Jeneci, Rubel ou Phill Veras. Depois de em 2014 ter lançado o seu primeiro álbum, “Começo”, o cantor e compositor iniciou um processo colaborativo com o público que deu origem ao segundo álbum, “Conectar”. As 11 músicas que compõem o disco foram escolhidas pelos fãs a partir de mais de 20 vídeos caseiros e o projeto acabou por ver a luz do dia com a ajuda de uma campanha de crowdfunding.

Celina da Piedade com novo videoclip "A linha e o linho"

Após a sua participação e excelente classificação no Festival da Canção deste ano, Celina da Piedade volta a marcar a actualidade da música portuguesa com a apresentação do novo videoclip do tema "A linha e o linho", retirado do álbum “Sol”, o mais recente trabalho da cantora, sob a chancela da editora Sons Vadios, que tem sido muito bem acolhido pela imprensa nacional e internacional.

IMG_9978 copy.jpgphoto: Catarina Miranda

 

Este vídeo marca a estreia de Rita Carmo na realização de um videoclip, sendo uma das fotógrafas portuguesas mais reconhecidas e destacadas pelo trabalho desenvolvido no registo fotográfico de músicos e de concertos.

A canção é uma composição do músico brasileiro Gilberto Gil, aqui transportada para um universo mais feminino, de igual delicadeza, onde vai crescendo ponto a ponto um bordado musical, em que a linha é a voz doce de Celina da Piedade. Uma canção grata e luminosa.

 

Snail apresenta novo single/ vídeo… "Não há espiga"

A música dos Snail é uma mescla de várias influências que resulta num som dançante com boas vibrações e, por vezes até, musculado. Os ritmos animados aliados a letras cómicas e, por vezes, sarcásticas esperam trazer algo de novo e fresco ao panorama musical português. Editado inicialmente em formato digital, “Snail” vai ser reeditado em breve, incluindo extras como temas gravados ao vivo e um pequeno livro da BD SNAIL.

7e4819bb-d84f-4e03-8642-425853ccf44a.png

Não há espiga” é o terceiro single do álbum de estreia, banda oriunda do Porto que, depois de alguns anos a escrever em inglês, decidiu expressar-se na língua de Camões. Tema da autoria de Vítor Peixeiro (voz), “Não há espiga” aborda a eterna imunidade política no nosso país e pelo mundo fora. Qualquer semelhança com a realidade não é coincidência. “Não há espiga” aplica-se aos frequentes crimes cometidos pelos nossos líderes, dos quais toda a gente tem conhecimento e, apesar disso, a justiça nunca consegue castigar os criminosos.

O vídeo de “Não há espiga” é a sequela do tema ”Carro Azul” que iniciou a utilização da mascote da banda e que deu asas à criação de um mundo paralelo à nossa realidade, baseando-se em estereótipos da sociedade de forma divertida e satírica. Desta feita, há a inserção de novas personagens, o candidato político/ dirigente e a sua equipa. Juntamente com ele, aparecem os “Gorilas” (guarda-costas), a secretária, a amante e o Juiz. O vídeo demonstra a falta de escrúpulos do “Patrão” à qual nem a personagem principal se safa. O final é trágico pois, ao contrário da realidade o mal vence sobre o bem quase sempre...

 

Sting… “The Complete Studio Collection” editada a 9 de Junho

Acaba de ser anunciado o lançamento de “The Complete Studio Collection”, caixa de inclui todos os álbuns a solo de Sting em vinil de 180 gramas, marcado para 9 de junho. Indo desde o álbum de estreia, “The Dream of the Blue Turtles”, de 1985, ao último “57th & 9th”, “The Complete Studio Collection” é a primeira antologia completa da carreira a solo incomparável de Sting.

Após a edição da já esgotada “The Studio Collection”, “The Complete Studio Collection” inclui todos os álbuns de Sting editados pela A&M/Interscope Records, mais os discos editados na Deutsche Grammophon – “Songs from the Labyrinth” (2006), “If On A Winter’s Night…” (2009) e “Symphonicities” (2010), bem como o novo álbum “57th & 9th”, reunindo todos os 12 álbuns de estúdio a solo pela primeira vez.

stingcover.jpg

Para os fãs que já adquiriam a caixa “The Studio Collection”, foi criado um segundo volume, intitulado “The Studio Collection: Volume II”, que contém os 4 novos álbuns agora acrescentados - “Songs from the Labyrinth”, “If On A Winter’s Night…”, “Symphonicities” e “57th & 9th” – com espaço dentro da caixa para incluir os restantes álbuns e assim criar este “The Complete Studio Collection”.

Todos os LPs apresentam reproduções meticulosas do artwork original, sendo que as novas masterizações foram feitas nos célebres estúdios de Abbey Road, de forma a garantir a melhor qualidade áudio possível.

A digressão de Sting57th & 9th World Tour”, que conta com os convidados especiais The Last Bandoleros e Joe Sumner, está a receber os mais rasgados elogios dos fãs e da crítica especializada. A digressão passará por Portugal este verão, já que Sting atuará a 16 de julho no festival MEO Marés Vivas, em Vila Nova de Gaia.

Sting vai ainda ser distinguido com o Polaris Music Prize, que destaca o poder e a importância da música, sendo um prémio entregue a personalidades, grupos ou instituições com reconhecimento internacional pela sua excelência no mundo da música. A cerimónia do Polaris Music Prize realiza-se a 5 de junho, em Estocolmo, na Suécia, na presença da Família Real Sueca.

Reverence Santarém 2017… 8 e 9 de Setembro

A 4ª edição do Reverence, vai realizar-se nos dias 8 e 9 de Setembro, na idílica zona do Parque da Ribeira de Santarém, localizado nas margens do Rio Tejo, no Ribatejo, e pretende ser novamente uma enormíssima celebração do melhor que a música underground tem para oferecer.

82110c14-095f-4fde-a305-e4dc152fff4c.jpg

Subindo 10km ao longo do rio para o Parque da Ribeira de Santarém, o recinto situa-se a cinco minutos a pé da estação de comboios, no coração do charme rústico da cidade velha, entre o rio e os campos de cultivo, acrescendo em 2017 a excelente oferta hoteleira e gastronómica da cidade e, também, um parque de campismo gratuito.

 

As três primeiras edições do Reverence consagraram o festival como um evento de peregrinação obrigatória para os fãs de psych, stoner, heavy e indie de todo o mundo, afirmando-se como um ponto de paragem obrigatória para todos os melómanos que querem desfrutar de algo um pouco diferente. Em apenas três anos, este certame com uma identidade muito própria trouxe mais de 200 artistas ao Ribatejo, incluindo mais de 70 bandas internacionais estreantes em Portugal, algo único no panorama musical deste canto à beira-mar plantado. Este ano, o Reverence conta, pela primeira vez, com o apoio da Câmara Municipal de Santarém e contará novamente com um manancial impressionante de rock underground.

 

Os primeiros nomes em cartaz serão anunciados a 31 de Maio.

Barry White Gone Wrong lançam “Tornado”

Quase tudo se pode esperar de uma banda que foi concebida a 12 quilómetros de altitude, numa ponte aérea entre Lisboa e Oslo. O percurso de Barry White Gone Wrong tem sido construído à base de persistência e muito trabalho não deixando indiferente quem o segue. A densidade vocal do belga Peter de Cuyper, o nível técnico-musical dos restantes membros da banda, Mário Moral, Miguel Décio, Pedro Frazão e Ivo Xavier e o ambiente sexy/glamoroso que os seus concertos transmitem têm seduzido o público.

BWGW_2.jpg

Os Barry White Gone Wrong lançaram agora “Tornado”, o primeiro single do há muito aguardado álbum homónimo. Gravado no Black Sheep Studios e produzido por Tatanka dos Black Mamba, a estreia do single e do videoclip têm selo Antena 3.

O single está disponível para venda online e o álbum pode ser adquirido via online ou na Books & Records MegaStore, no Intendente, em Lisboa. Depois do lançamento do álbum, no Sabotage Clube, em Lisboa, a 21 de Abril, a banda conta já com inúmeros concertos agendados em Portugal e uma digressão na Bélgica e na Holanda que prevê um mês de Julho bem quente além-fronteiras. Os concertos prometem ser memoráveis, num desfile pelas músicas que compõem o seu álbum, na companhia de músicos convidados

 

5 Julho 2017 - Fortaleza de Santiago (Sesimbra)

8 Julho 2017 - Praia da Tocha (Cantanhede)

14 Julho 2017 - Riemst / Bélgica

15 Julho 2017 - Willebroek / Bélgica

16 Julho 2017 - Private BBQ Party, Willebroek / Bélgica

21 Julho 2017 - Lisboa

22 Julho 2017 (tarde) - Porto

22 Julho 2017 (noite) – CRU (Famalicão)

 

"How Did We Get So Dark?"… o arranque da digressão dos Royal Blood

O segundo álbum de estúdio dos Royal Blood já tem data de edição marcada e irá contar com uma digressão europeia de apresentação, com pontapé de saída em Portugal, em outubro deste ano. "How Did We Get So Dark?”, o novo registo de originais da banda será apresentado em Lisboa no próximo dia 28 de outubro, no Campo Pequeno.

royalblood-poonehghana2

Depois de uma jornada de concertos em alguns dos festivais do mundo, entre os quais NOS Alive'17, Glastonbury e Lollapalooza, os Royal Blood embarcam numa digressão europeia com 17 espetáculos de apresentação do novo trabalho.

Após o sucesso da estreia da dupla de Brighton, com o lançamento do disco homónimo em 2014, que conquistou os tops das tabelas mundiais, os Royal Blood aguçaram a curiosidade de todos e as apostas sobre o segundo registo de originais estão altas. “Lights Out” foi o primeiro single a ser revelado e prevê-se mais um grande sucesso para a banda.

 

Campo Pequeno (Lisboa)

28 de outubro 2017 | 20.00h

Álbum dos MGDRV já disponível…

Depois do EP de apresentação, a procura do machado dourado por viagens sonoras continua, e os MGDRV querem decifrar a história através da magia estelar do seu projeto galáctico, "DRAIVE" que já está disponível em todas as plataformas digitais.

IcBJPZv.png

Para além de singles tornados Hits já conhecidos do público como "Abana a Cabeça", "Salta Só" e "Tu Não Tens", este álbum vem revelar a identidade do projeto. "Variedade é Riqueza" é um mote que Pité, YoCliché e Apache levam muito a sério e isso está presente na música que fazem. Amor, festa, política e viagens espirituais são alguns dos temas abordados pelo grupo que se recusa a criar de forma linear um qualquer rótulo.

 

“Queridos Pais, Odeio-vos” de Renato Paiva… uma ajuda para compreender os nossos filhos adolescentes

Que chatos! Não me deixam fazer nada! Como é que falo com os meus amigos se me tiram o telemóvel?! Hoje chego tarde. Vou à discoteca com as minhas amigas. Pai, o meu namorado pode vir connosco de férias...?” - Estas frases soam-lhe familiares? Costumam vir acompanhadas por um revirar de olhos, uma expressão de desdém ou, por vezes, total ausência de contacto visual? Isso significa que a adolescência está oficialmente instalada em sua casa e não há nada que possa fazer para alterar esse estado de coisas.

untitled

O que pode alterar é a maneira como lida com o seu filho adolescente – porque se esta etapa é um mundo novo para si, acredite que ainda o é mais para ele. Sendo a adolescência uma fase de muitas contradições, em que a relação com os pais passa frequentemente por sentimentos de amor/ódio, é preciso perceber como falar abertamente sobre os mais diversos assuntos, mesmos aqueles mais sensíveis que, muitas vezes, preferimos evitar. Ajude o seu filho a trilhar este caminho, mas sem impor códigos de conduta. Tudo passa por saber negociar, orientar e, sobretudo, mostrar que sempre o amou e amará. Queridos Pais, Odeio-vos não pretende ser um manual exaustivo sobre a adolescência, mas sim um livro prático que aborda situações do dia a dia de modo descomplicado e com o intuito de as resolver. Temas como a relação dos adolescentes com os pais, com a escola, a sexualidade, os amigos e as saídas, os vícios e o consumismo são analisados neste livro que o vai ajudar a compreender o seu filho adolescente e a tirar o melhor da sua relação com ele.

 

Uma edição A Esfera dos Livros à venda a 19 de Maio 2017

DJ Ride assina a banda sonora da nova campanha da NOS

Depois de participar na concepção da música e vídeo do espectáculo de Vhils, "Periférico", que esgotou duas noites no CCB a 7 e 8 de Abril, DJ Ride assina agora a banda sonora da nova campanha da NOS, com uma remistura do tema dos Queen "Don't Stop Me Now".

1494946536.jpg

No início do mês de Abril, lançou ainda o seu primeiro single de 2017. "One Way Trip", música composta em parceria com o produtor francês SKAN e com voz do rapper canadiano M.I.M.E.

Depois de DJ Ride ter estado em digressão internacional, com passagem pela Polónia, Holanda, Espanha, Nova Iorque e Suíça, estão reservadas mais novidades de Beatbombers, projecto com o qual se sagrou bicampeão mundial de Dj, em conjunto com Stereossauro. O álbum de estreia da dupla, que já está finalizado, será apresentado em breve.

 

17 de Maio 2017 - Semana Académica (Lisboa)

18 de Maio 2017 - Enterro da Gata (Beatbombers) (Braga)

23 de Maio 2017 - ENNE (Mira)

31 de Maio 2017 - Arraial FCT (Beatbombers) (Almada)

2 de Junho 2017 - Expomiranda (Miranda do Douro)

9 de Junho 2017 - Festas de St. António (Reg. Monsaraz)

17 de Junho 2017 - Rock Nordeste (Beatbombers) (Vila Real)

1 de Julho 2017 - Fest Horizontes (Cadaval)

14 de Julho 2017 - Super Bock Super Rock (Beatbombers) (Lisboa)

15 de Julho 2017 - Live Tejo (Abrantes)

12 de Agosto 2017 - Sziget (Budapest)

 

Livros com RUM leva poesia portuense à Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva

Daniel Maia-Pinto Rodrigues, poeta da Invicta e um dos mais ativos dizedores e divulgadores da poesia na cena literária portuense dos anos 80 e 90, é o convidado do programa 'Livros com RUM', que se realiza no próximo dia 20 de Maio, às 15h30, em Braga. A decorrer pela primeira vez na Biblioteca Lúcio Craveiro da Silva (BLCS), a iniciativa pretende levar 'A Literatura e os Autores' à conversa, através de um programa radiofónico gravado ao vivo que proporciona aos interessados e amantes da Literatura um contacto direto com os autores, numa experiência verdadeiramente enriquecedora. A entrada é livre.

Livros com RUM

Daniel Maia-Pinto Rodrigues leva para esta conversa a antologia poética 'Dióspiro', que reúne textos de 1977 a 2007. "Dificilmente se encontraria título mais feliz do que "Dióspiro" para baptizar a poesia reunida de Daniel Maia-Pinto Rodrigues. Não se pode descascá-lo com faca, como se faz às vulgaríssimas pêra ou maçã, e comê-lo num restaurante à colherada. Nem convirá comê-lo com os olhos, pois, a não ser em contra-luz, não é um fruto que se possa dizer bonito.

 

O Ciclo Livros com RUM - a Literatura e os Autores ao Vivo é uma iniciativa conjunta da Rádio Universitária do Minho e do Conselho Cultural da Universidade do Minho, com o apoio do grupo dst e agora também com a colaboração da BLCS

 

“Corpo&Alma” de António Olé em exposição na Galeria SALA 117

Corpo&Alma é a exposição do mestre António Ole que a Galeria SALA 117, no Porto, inaugura já no próximo dia 26 de maio. Passadas cerca de três décadas da última mostra nesta cidade, o artista angolano regressa ao Porto com obras inéditas.

IMG_9538 (5)

Após uma retrospetiva, em 2016, no Museu Calouste Gulbenkian, esta exposição, que estará patente até 15 de julho, surge no ano em que se assinalam os 50 anos de trabalho artístico de António Ole (1967-2017), com destaque especial para o caráter ecléctico da sua obra.

 

É no desenho, a sua disciplina precursora, que assenta o conceito principal da exposição de Ole. A série de dez desenhos, “Alma&Circunstância”, resulta de um “resgate” ao acervo íntimo do artista, reunindo esquissos e textos poéticos. A estrutura do desenho propaga-se para as pinturas - conversa acabada, conversa interrompida e Rakung -, onde a linguagem do corpo exerce preponderância, com soluções recorrentes à cultura africana. Assim, ao falar-se de eclectismo na obra de António Ole, manifestado na escolha dos materiais, no ensaio das aderências e inclusão de outras disciplinas, como a fotografia e o vídeo, há todo um caudal híbrido na matriz poética do artista que distingue a sua prática.

 

Na instalação “Corpo Fechado”, regista-se uma breve incursão no domínio do profano e do sagrado, como se um nkisi se tratasse, protetor de muitos males que afligem o mundo.

A consciência social que atravessa parte substancial da sua obra, reflecte-se nas temáticas que tem vindo a abordar, sem receio de tocar assuntos incómodos, como a escravatura ou o colonialismo, concedendo-lhes a necessária perenidade para não serem esquecidos.

António Ole, nos seus 50 anos de percurso no mundo das artes, presenteia  Portugal com uma exposição a não perder.