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Glam Magazine

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P!nk novo álbum “Beautiful Trauma” é editado hoje…

O ícone pop internacional P!nk edita hoje, 13 de Outubro, o seu sétimo álbum de estúdio, “Beautiful Trauma”, física e digitalmente, em todas as plataformas. O novo trabalho entrou directamente para o primeiro lugar do iTunes (Portugal). Adicionalmente, P!nk lançou um vídeo de dança com o mesmo nome do álbum, realizado e coreografado por Nick Florez & RJ Durell

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P!nk co-escreveu todas as 13 faixas do álbum e trabalhou com uma variedade de letristas e produtores, incluindo Steve Mac, Johnny McDaid, Max Martin, Shellback, Jack Antonoff, Julia Michaels, Greg Kurstin, busbee, Tobias Jesso, Jr. e uma colaboração com Eminem.

O primeiro single, “What About Us”, número 1 de airplay em Portugal esta semana, tem mais de 150 milhões de streams em todo o mundo e alcançou o primeiro lugar do iTunes em 26 mercados, Top 5 em 36 e Top 10 em 48 mercados, no dia do lançamento.

 

A Rolling Stone descreveu a faixa como “…an emotional dance floor anthem packed with pounding drums and a gorgeous array of synths”, enquanto a Variety a caracterizou de “…an aching ballad with a soaring chorus that shows off the singer’s powerful range”. P!nk regressa à estrada a 1 de Março em Phoenix, Arizona, para dar início à Beautiful Trauma World Tour 2018.

Cuca Roseta… Novo single “Balelas” em estreia hoje

Balelas” é o single de apresentação do novo álbum de Cuca Roseta, que tem edição agendada para o mês de Novembro. O tema estreia hoje, 13 de Outubro, nas rádios nacionais e já se encontra disponível digitalmente. A autoria da letra de “Balelas” é partilhada por Cuca e Pedro Silva Martins, também este autor da música. A enorme cumplicidade de ambos é muito evidente naquele que é um dos temas luminosos do álbum.

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O tema foi gravado por Ângelo Freire (guitarra portuguesa), Diogo Clemente (guitarra acústica, programações); Ivo Costa (bateria, percussões); Marino de Freitas (baixo); Valter Rolo (sintetizadores e FXs).

 

Os Expensive Soul juntam-se às comemorações dos 10 Anos de carreira dos HMB

Dez anos depois da sua fundação, os HMB preparam dois grandes concertos de celebração: Dia 17 de Novembro no Coliseu do Porto e dia 24 de Fevereiro no Campo Pequeno em Lisboa. Os Expensive Soul juntam-se às comemorações dos 10 Anos de carreira dos HMB

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Para os HMB é um sonho antigo que chega na melhor altura: "Já que vamos celebrar os nossos 10 anos de existência, temos de celebrar com aqueles que nos inspiraram e que nos acolheram como pares assim que começámos a vida de estrada. A empatia com os Expensive Soul vai para além da música, por isso é que os convidamos para estar no Coliseu do Porto, porque vai ser uma noite de família e eles fazem parte dela. Será uma honra ter em palco o duo que abriu as portas para o Soul em Português. Porque essa é a verdadeira vitória, fazer música Soul em Portugal e em Português.”

 

Formados em 2007, os HMB lançaram até à data 3 álbuns e foram responsáveis por alguns dos maiores sucessos de rádio dos últimos anos. Fizeram tour’s por Portugal, ilhas, Africa e até Asia e este ano venceram o Globo de Ouro para melhor música com “O Amor é assim”. É impossível ficar indiferente a um concerto dos HMB, a energia e boa disposição fazem de cada concerto um momento único de comunhão e alegria partilhada por um publico de todas as idades.

Há adolescentes, jovens adultos, pais e filhos e uma a mensagem de amor transversal a todos. Para estas duas produções tão especiais, os HMB prometem tocar os seus maiores sucessos, "Dia D", "Naptel XUlima", "Feeling", “Peito, "O amor é assim” (e tantos, tantos outros), e muitas e boas surpresas, que a seu tempo irão ser reveladas.

Ana Laíns fala de "Portucalis”… com edição a 3 de Novembro…

Portucalis” é o país dos sonhos de Ana Laíns! E é também o 3º álbum da uma cantora, que dedica integralmente o seu trabalho à Portugalidade que lhe define a identidade há mais de 18 anos. Depois de “Sentidos” (2006) e “Quatro Caminhos” (2010), Portucalis surge no tempo certo, sem atrasos, e com a certeza de uma Missão por cumprir – Passar a Mensagem: “Este disco é dedicado a todos que gostam de Pessoas, que gostam de ser Pessoas do seu País, e compreendem que a Vida é uma Missão. É dedicado a todos que compreendem que desta Missão faz parte o Lugar onde nascemos!”

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Alheio a rótulos, regras e conotações, Portucalis é um disco transversal, que viaja por todo o vasto Universo de cores da Música, Etnografia e Língua Portuguesas.

Do galaico-português ao Mirandês, passando pelo português actual, do Fado à Música de cariz Tradicional das Beiras e Trás-os-Montes, passando, paralelamente, pelas influências dos diferentes géneros que foram a escola no seu início de carreira (Jazz, Bossa Nova, Músicas do Mundo Ocidental e Oriental), este disco é uma viagem entre o Passado e o Futuro, que tem ao leme Ana Laíns, a “Cantora Colorida”.

O álbum conta com palavras de Ana Laíns, Mafalda Arnauth, Sophia de Mello Breyner, Fernando Pessoa, José Afonso, Sebastião Antunes, Carlos Leitão, D. Dinis, D. António de Bragança, e alguns temas populares de recolha. Nas melodias a cantora contou com Ivan Lins, Fernando Alvim (a título póstumo), Paulo Loureiro, Filipe Raposo, Luís Caracol, Helena Del Alfonso e José Lara Gruñeiro. Este álbum conta ainda com as participações especiais de Ivan Lins, Mafalda Arnauth, Luis Represas e Filipe Raposo.

Em Novembro… Banda Sonora do documentário “Chasing Trane: The John Coltrane Documentary”

A 17 de novembro o aclamado documentário “Chasing Trane: The John Coltrane Documentary”, de John Scheinfeld, será lançado em DVD e Blu-ray com material bónus exclusivo. No mesmo dia, será lançada a banda sonora do filme, “Chasing Trane: The John Coltrane Documentary Original Soundtrack”, em CD, duplo vinil de 180 gramas e em formato digital. O percurso de John Coltrane enquanto homem e artista é retratado em “Chasing Trane”, que reflete ainda sobre o contexto social, político e cultural da época. O filme é o olhar definitivo sobre o músico e compositor que destruiu fronteiras e cuja influência continua a sentir-se em todo o mundo.

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Escrito e realizado por John Scheinfeld, “Chasing Trane: The John Coltrane Documentary” é um retrato rico e cativante de um artista único que nos revela os acontecimentos mais importantes, as paixões, experiências e desafios que moldaram a vida de John Coltrane e a sua música revolucionária. Este filme é produzido por Spencer Proffer, John Beug, Scott Pascucci e Dave Harding com o apoio da família Coltrane e das editoras que, coletivamente, gerem o catálogo de Coltrane.

 

Os DVD e Blu-ray de “Chasing Trane” incluem um booklet com um ensaio de Scheinfeld e fotografias raras vistas no filme. O booklet da banda sonora também inclui fotos raras do filme e um ensaio do jornalista Ashley Kahn, que também participa no documentário.

 

Orquestra Jazz de Matosinhos convida acordeonista João Barradas

O acordeonista e compositor João Barradas, considerado uma das maiores revelações do jazz nacional dos últimos anos, é o convidado da Orquestra Jazz de Matosinhos para o sétimo concerto do ciclo dedicado aos Novos Talentos do Jazz, dia 3 de Novembro, às 22h00, no Teatro Municipal de Matosinhos Constantino Nery.

 

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photo: Marcia Sofia Lessa

 

Vencedor de alguns dos mais prestigiados concursos internacionais, dos quais se destacam o Troféu Mundial de Acordeão, que vence por duas vezes, o Coupe Mondale de Acordeão, o Concurso Internacional de Castelfidardo e o Okud Istra International Competition, João Barradas é uma das figuras de maior destaque no acordeão Jazz. Da sua discografia fazem parte gravações para a editora nova-iorquina Inner Circle Music e colaborações com músicos de renome como Greg Osby, Gil Goldstein, Fabrizio Cassol, Mark Colenburg, Jacob Sacks, Rufus Reid, Federico Malaman, Philip Harper, Bobby Sanabria, Tommy Campbell, Sérgio Carolino, Pedro Carneiro, entre muitos outros.

 

A estreia em nome próprio, ao lado de André Fernandes (Guitarra), João Paulo Esteves da Silva (Piano), André Rosinha (Contrabaixo) e Bruno Pedroso (Bateria), aconteceu em 2016 com “Directions”, editado pela Inner Circle Music. Um álbum com produção de Greg Osby que conta com as participações de Gil Goldstein e Sara Serpa.

 

Natural do Porto, João Barradas começou a estudar acórdeão com apenas seis anos, numa pequena escola de música em Samora Correia. Aos sete ingressou no Instituto de Música Vitorino Matono, em Lisboa, e com nove anos entrou directamente no 2º grau do Curso Oficial de Acordeão do Conservatório Nacional, formação que terminou com a nota máxima de 20 valores. A improvisação chega-lhe pela audição de acordeonistas históricos do Jazz como Gil Goldstein, Art Van Damme, Tommy Gumina e Johnny Meijer. Com 10 anos recebeu as primeiras noções de improvisação através do acordeonista João Frade. A sua extrema curiosidade leva-o a estudar com os maiores nomes do Jazz português, como João Paulo Esteves da Silva, Afonso Pais, Filipe Melo, Pedro Madaleno, Paula Sousa, Nelson Cascais, André Sousa Machado, Bernardo Moreira, Bruno Santos, entre outros.

Festival Flamenco Heritage volta a Lisboa e estreia-se em mais cidades portuguesas

O importante legado do flamenco foi reconhecido em 2010 com a atribuição pelas Nações Unidas do título de Património Cultural Imaterial da Humanidade. A sua história confunde-se com a da própria Espanha, das culturas ciganas e mouriscas e das influências árabes e judaicas. A música e a dança flamenca são hoje mais do que nunca um símbolo espanhol e um expoente máximo da sua cultura no mundo.

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O Festival Flamenco Heritage realiza-se este ano pelo primeira vez, de 26 Outubro a 15 Novembro de norte a sul de Portugal e também em Madrid, assumindo a responsabilidade e o orgulho na divulgação desse legado e dessa história, procurando mostrar os melhores intérpretes e compositores da música e dança flamenca sem esquecer a sua fusão com a cultura portuguesa e ibérica.

 

Mais do que um legado o flamenco é parte do sangue que corre nas veias de quem vive e respira esta música, este canto, esta dança, esta cultura.

Espanhol, português, ibérico, do mundo... Flamenco é paixão.

 

Entre Dos Aguas. A Paco de Lucía (Lagoa | Lisboa | Évora | Madrid)

A programação de 2017 abre com o reconhecimento permanente ao maestro, através de um dos melhores guitarristas da actualidade, Gerado Nuñez, com dois artistas convidados: um dos grandes nomes do fado Hélder Moutinho e do brilhante Pedro de Castro na guitarra portuguesa. São eles os responsáveis do tributo ao grande maestro Paco de Lucia. Entre dos Aguas é o nome do álbum do maestro Paco de Lucia, editado em 1975, onde já incluía o fandango “Castro Marim”, dedicado à terra onde a sua mãe nasceu.

 

RAÍCES. Extremadura Flamenca (Aveiro | Lisboa | Campo Maior)

Miguel Vargas, patriarca e criador dos toques da Extremadura, escreve a sua própria história no flamenco quando cria um estilo - “os Jaleos”. Acaba de ganhar o prémio “Tio Luis el de la Juliana 2016” – Colegio Mayor Universitário Isabel de Espanha”, que partilha agora com Paco de Lucía, Serranito el Pele”.

 

FLAMENCO DE SANGRE (Lisboa | Vila do Conde)

Miguel Fernández, El Yiyo, é indiscutivelmente a nova figura do mundo do Flamenco. Ricardo Fernández, El Tete começa a seguir os passos do seu irmão desde os 14 anos. Pela primeira vez os dois irmão juntam-se nas “tablas” com músicos da nova geração flamenca de Barcelona. Propõem um duelo de baile.Duas forças que competem e harmonizam. Físicos parecidos, mas personalidades diferentes.O baile maduro controlado e repousante de “EL YIYO” “versus” a frescura do baile de “El Tete”.

 

 

“Bate, Bate” é novo single das Sopa De Pedra do álbum "Ao longe já se ouvia"

É com o disco recém-lançado que as Sopa de Pedra voltam a dar o ar da sua (calorosa) graça, desta vez com o sumptuoso single “Bate, Bate”, outrora interpretado pela voz atemporal e mítica de Amélia Muge, uma das principais referências das 10 meninas que têm encantado o país.

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Poucos se podem gabar de ser admirados por quem tanto admiram e já depois de terem trabalhado com Amélia Muge, a talentosa cantora teceu algumas palavras sobre as Sopa de Pedra: “Juntas, são sabores diferentes misturados na mesma sopa, numa pertença comum que sabe bem e que se ouve como quem come. Por isto tudo, aqui, o tempo do canto é o espaço de uma viagem de encontros que traz este sabor à sopa da avó à sopa fria das tardes quentes, ao caldo de inverno, à do gosto desconhecido de quem está longe da terra mas também ao agridoce da que se come pela primeira vez e que, sabendo a sopa, não se iguala a mais nenhuma outra.”

O video de “Bate, Bate”, faz-se acompanhar de paisagens propícias e tão únicas como as vozes que as preenchem, num vídeo idealizado por Pedro Santasmarinas.

 

O concerto de apresentação de "Ao Longe Já Se Ouvia", lançado no dia 6, é no Porto, na Casa da Música, no próximo dia 28 de Outubro e o disco já pode ser escutado nas principais plataformas de streaming e comprado em turbina.org.

Grandes nomes do fado unem-se ao jazz no disco “JazzInFado”

As melhores canções do fado, os seus melhores intérpretes e alguns dos mais importantes músicos do jazz latino atual juntam-se agora num disco inovador, “JazzInFado”. Este disco procura alargar as fronteiras do fado, reunindo grandes fadistas, nomeadamente Carlos do Carmo, Hélder Moutinho, Carminho, António Zambujo, Raquel Tavares, Marco Rodrigues, Ana Bacalhau, Cuca Roseta, Maria Berasarte e Joana Almeida, que interpretam temas emblemáticos da história do fado aliados às harmonias do jazz latino.

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A ideia de juntar estes grandes nomes do fado às harmonias do jazz partiu de Óscar Gomez, músico e produtor cubano, a viver atualmente em Espanha, vencedor já de cinco Grammys, membro do Board da Academia dos Grammys Latinos e cujas produções já venderam mais de 20 milhões de discos em todo o mundo. “Sempre gostei de ser transgressor e rebelde”, afirma o produtor. “O que fizemos foi aproximar o fado ao jazz e enriquecê-lo harmonicamente […] e entrar em ritmos das Caraíbas, flamengos, brasileiros, bossa nova, tango. Entrar nos ritmos trabalhados no jazz latino e enriquecer um pouco as harmonias, respeitando sempre, obviamente, as melodias e as letras”.

 

JazzInFado” foi gravado entre Madrid e Lisboa e nas gravações os fadistas foram acompanhados de músicos maioritariamente cubanos, como é o caso de Pepe Rivero ou de Ivan “Melon” Lewis. “JazzInFado” é um objeto único que evidencia a imensa riqueza do fado, mas mostrando como esta música também dialoga de forma inovadora com o jazz. “JazzInFado” chega às lojas no próximo dia 3 de novembro, numa altura em que se celebram os seis anos desde que o fado foi elevado a Património Imaterial da Humanidade pela UNESCO.

 

Novo álbum dos Tribalistas já disponível…

O álbum que assinala o regresso de Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown com o projeto Tribalistas chega hoje finalmente às lojas em formato físico, depois de ter sido lançado inicialmente no final de agosto em formato digital. A notícia do regresso dos Tribalistas, 15 anos após o primeiro disco, foi avançada de surpresa, para espanto de milhares de fãs que acompanharam em direto, na página do Spotify no Facebook, a apresentação deste novo álbum, homónimo. Ao todo, mais de 5,52 milhões de seguidores, em todo o mundo, acompanharam a apresentação deste novo disco.

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Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown gravaram “Tribalistas” com músicos como Dadi, Cézar Mendes e Pedro Baby, sendo que a fadista portuguesa Carminho também colabora, nos temas “Os Peixinhos” e “Trabalivre”. Deste novo disco são ainda conhecidos os singles “Diáspora”, “Um Só”, “Fora da Memória” e “Aliança”.

“Desde que fizemos o primeiro álbum que nunca deixámos de estar próximos nem parámos de compor em parceria. Mas, desta vez, sentimos que tínhamos em mãos uma coleção de canções que soavam mais potentes quando cantadas pelos três em conjunto, daí surgiu o desejo de gravar um novo álbum”, resumiu Marisa Monte.

 

Além do CD, este novo “Tribalistas” será também editado em DVD, que inclui imagens das gravações em estúdio de todas as canções do álbum, registadas por Dora Jobim. Lançado em 2002, o primeiro CD/DVD dos Tribalistas vendeu mais de três milhões de cópias e tornou-se rapidamente um fenómeno de popularidade não apenas no Brasil, mas também em vários países do mundo – nomeadamente em França, Itália, Espanha, Portugal e Argentina

 

Acid Tongue + Aula 11 pelas mãos da Malfeito

A quinta noite com o selo da Malfeito vai contar com os Acid Tongue (USA) e Aula 11 (ES), e vai ter lugar no Café Avenida, em Fafe, esta sexta feira, dia 13 de Outubro.

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Depois de dois EPs muito bem recebidos, valendo-lhes um ávido culto seguido nos Estados Unidos e Reino Unido, os Acid Tongue estreiam-se com Babies, uma abordagem sincera e emocional ao psicadelismo moderno. O álbum fornece-nos um vislumbre da alma americana de colarinho azul, deformada por uma democracia em colapso e por um olhar cor de rosa à cultura pop dos anos 90. Depois de uma passagem pelo Damas na noite de ontem, 12 de Outubro, a tour de apresentação de Babies passa pelo Café Avenida, em Fafe, no dia 13 de Outubro, em mais uma noite promovida pela Malfeito.

 

Os Aula 11 são uma banda galega de garage, punk e surf-rock, com letras que contam histórias, guitarras incendiárias, e ritmos que não deixam ninguém com os pés no chão. Com dois EPs na bagagem, Tarde, mal e traastro e Hoxe de Tranquis, os Aula 11 vão a Fafe verter riffs de guitarra adolescentemente alimentados por um saxofone desregrado. 

Mano a Mano lançam hoje o seu disco "Vol. 2"

Mano a Mano é o duo formado pelos irmãos André e Bruno Santos, dois guitarristas com um vasto percurso musical, maioritariamente no estilo Jazz, onde são considerados dois dos mais importantes músicos a nível nacional.
Neste duo, que resulta de uma forte empatia entre os dois irmãos, a escolha de repertório é baseada em originais escritos ou adaptados especificamente para este o duo, e arranjos de canções de autores como Tom Jobim, Chico Buarque, Max, Jim Hall, Irving Berlin ou Thelonious Monk, que os manos foram descobrindo e partilhando ao longo dos anos.

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O primeiro disco, editado em 2014 de forma independente com o apoio de uma campanha de crowdfunding muito bem sucedida que contou com cerca de uma centena de participantes, foi apresentado em diversas salas do país num total de cerca de 40 concertos, e gerou várias críticas nacionais e internacionais.

Para este segundo disco, “Mano a Mano Vol. 2”, os manos Santos focam-se somente no “duelo” de guitarras, com repertório dinâmico, que incorpora momentos de virtuosismo, elegância e humor, explorando as inúmeras possibilidades deste formato. Dando primazia ao som acústico, André e Bruno exploram várias formas de diversificar os seus arranjos, usando, por exemplo, processamento de som (reverb, wah-wah, distorção, loops, pitch-shifter e outros.) e técnicas percussivas. Outra das novidades é a inclusão do Braguinha/Machete em alguns temas, um instrumento tradicional madeirense, da família dos cavaquinhos, que para além de criar dinâmica no repertório, explora e incita a novas abordagens neste e noutros cordofones tradicionais.

 

Com o objetivo de tornar o duo ainda mais sólido em todas as vertentes, musicais e não-musicais, e com isso cativar novo público, o espetáculo ao vivo aliará a parte musical à visual. À imagem de marca de Mano a Mano, que consiste numa guitarra para cada lado, em formato V, resultado de André ser esquerdino e Bruno ser destro, juntar-se-á um cenário, como se os manos recebessem o público em sua casa, na sua sala-de-estar, onde tudo começou há cerca de 20 anos. A execução dos temas, o diálogo com o público, contextualizando e explicando o conceito do grupo e repertório escolhido, é assim apresentado num ambiente descontraído e familiar, tornando este formato mais acessível para público menos habituado a música sem palavras. Mano a Mano é parte fundamental no percurso artístico de André e Bruno Santos, porque aqui se exprimem de forma orgânica, sem restrições de estilos, onde para além de uma química musical muito forte e bem trabalhada, existe uma empatia pessoal e toda uma história de irmãos que se transmite naturalmente nos concertos.

The Legendary Tigerman apresenta "Fix of Rock N' Roll"… o primeiro single de Misfit

Depois de vários teasers e da estreia ao vivo no Super Bock Super Rock, é hoje lançado o poderoso primeiro single do muito aguardado albúm “Misfit”, o novo disco de The Legendary Tigerman, disponível a partir de Janeiro de 2018. "Fix of Rock N' Roll" já está disponível em todas as plataformas.  O vídeo do novo tema mostra a interacção de um casal no fio da navalha e conta com a participação da actriz Alba Baptista e de Paulo Furtado, que aqui acumula as funções de compositor, intérprete, argumentista e realizador. A produção é assegurada pelo Bando à Parte e Rodrigo Areias, e a cinematografia é do mestre Jorge Quintela.

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Misfit”  tem como premissa inicial a história de um homem que se dirigia de Los Angeles a Death Valley, com o intuito de se perder (ou encontrar) no deserto e transformar-se em nada (viagem que deu origem a Fade Into Nothing, ou, na versão em cine-concerto, How To Become Nothing).

O sucessor de “True” foi gravado no fim de 2016, no mítico estúdio Rancho de La Luna, tendo sido produzido por Paulo Furtado e co-produzido e misturado por Johnny Hostile, que trabalha regularmente com as Savages, enquanto a masterização ficou por conta de John Davis (Nick Cave, Royal Blood, Led Zeppelin).

"Metatronic Love"… Jay Laroye promete incendiar pistas de dança

O mais certo é que quem gosta de passar algum tempo na pista de dança já tenha dançado ao som de um dos hits de Jay Laroye. O seu percurso é carregado de sucessos, desde que iniciou carreira em 2009, à época como elemento integrante dos Flow 212. Em 2012, Jay Laroye começou a apresentar-se em nome próprio e a largar bombas nas maiores compilações de discos nacionais e nos sistemas de som dos clubes: "Feel You" foi um dos sons que mais corpos fez estremecer nessa altura, bem como "Bailando Asi", duas amostras claras de um talento diversificado que sabe trabalhar com diferentes linguagens musicais.

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Em 2016, Jay Laroye vê um dos seus trabalhos reconhecidos, o seu tema “Eu Bem Sei” passa a fazer parte da telenovela nacional e internacional “A Única Mulher” da TVI, em toda a 3ª Temporada da mesma. Tema esse que igualmente o levou aos Top10 de diversas rádios nacionais. Neste momento, Jay Laroye já conta para cima de duas centenas e meia de concertos e outras tantas apresentações em clubes, eventos e festivais. Uma experiência rica apoiada numa formação séria ao nível do canto e em muitas horas passadas em estúdio com alguns dos melhores produtores da sua área, nacionais e internacionais.

 

"Metatronic Love" é o título do seu mais recente trabalho, sucessor de "Desire" e, uma vez mais, uma autêntica coleção de hits, desta vez mais alinhados com sonoridades R&B e hip hop, estilos que acredita serem mais de acordo com a sua personalidade, fruto de uma larga experiência amadurecida. Jay assina as suas próprias letras, resultantes das suas observações da vida, das vivências que vai experimentando, das histórias que se cruzam com os seus olhos e ouvidos: "as minhas letras são sempre muito pessoais, resultam sempre daquilo que eu vivo, daquilo que eu observo e que acredito", conta-nos, antes de concluir com: "gosto de mensagens fortes e da música que vem de dentro".

Fusões no Cinema…

O IV Simpósio Internacional Fusões no Cinema irá decorrer de entre 17 e 18 de novembro de 2017, em São João da Madeira, com o apoio da Câmara Municipal.

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Esta 4.ª edição do Simpósio será co-organizada pelos Caminhos Film Festival e pela Unidade de Desenvolvimento dos Centros Locais de Aprendizagem (UMCLA) da Universidade Aberta, sendo que todas as propostas de trabalhos apresentados passarão por um processo de revisão por pares, realizado sob a forma de análise cega (blind-review), de modo a garantir a isenção e imparcialidade da avaliação. Os trabalhos submetidos e aceites para comunicação serão publicados na Revista de Linguagem do Cinema e do Audiovisual do Latec-UFRJ num número especial de 2017.
O prazo para a recepção de propostas de comunicações decorre até 15 de outubro.

 

Docentes, investigadores, oradores convidados, especialistas e artistas de diferentes áreas analisam, neste IV Simpósio Internacional, as atuais práticas artísticas e educativas, os novos papéis dos diferentes agentes envolvidos na dinâmica criativa e operativa da arte, da educação e da cultura hoje.

Nuno Andrade Blues Drive e Blue Bird Trio no Villa Sessions Warm Up

Depois do sucesso da 1ª edição, o Villa Sessions - Festival Internacional de Blues regressa a Vila do Conde em 2018 nos dias 23, 24 e 25 de fevereiro com concertos, workshops, exposições, tertúlias e diversas atividades ligadas ao género musical. O cartaz será anunciado no próximo sábado, 14 de outubro, num Warm Up com concertos de Nuno Andrade Blues Drive e Blue Bird Trio, às 21:30, no Auditório Municipal de Vila do Conde.

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Guitarrista, vocalista e compositor, Nuno Andrade tem vindo a afirmar-se no panorama do Blues nacional. O seu trabalho procura novas abordagens ao estilo num processo onde as músicas são criadas ou re-interpretadas, tanto num estilo mais clássico, como em algo diferente mantendo sempre a improvisação e o “soul” como parte importante do espetáculo. No Villa Sessions 2018 Warm Up, o músico apresenta-se em formato de trio acompanhado de Diogo Rodrigues no baixo e Nifa Lobo na bateria, ambos músicos experientes e fortemente influenciados por blues, jazz, rock e funk.

 

Os Blue Bird Trio são uma banda de blues-rock, cujas influências passam do puro blues até as mais recentes adaptações feitas a esse estilo. Composta por três jovens talentosos - Ricardo Fonseca (voz/guitarra), Dinis Jesus (baixo) e Francisco Ventura -fazem de cada concerto um marco na estrada que os levará ao sucesso.

 

Em simultâneo, inaugura no Auditório Municipal uma exposição fotográfica que reúne os melhores momentos da primeira edição do Villa Sessions - Festival Internacional de Blues que contou, no cartaz, com Apostrophe, Minnemann Blues Band, Delta Blues Riders e António Mão de Ferro reunindo, durante dois dias, cerca de 500 fãs de blues. O Villa Sessions - Festival Internacional de Blues de Vila do Conde é promovido pela Dream Sessions com o apoio da Câmara Municipal de Vila do Conde e de outros parceiros imprescindíveis à realização do festival

“Antwerpen”… a estreia de Surma em disco

O dia 13 de Outubro de 2017, marca o dia em que Surma lança o seu disco de estreia, “Antwerpen”. Marca também o anúncio oficial da sua presença na edição de 2018 de um dos maiores festivais do mundo - South By Shouthwest (SXSW).

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Em dois anos e meio, Débora Umbelino levou o seu projecto solitário de exploração de sons, Surma, até sete países em mais de 150 concertos. Tinha apenas o single “Maasai” quando começou a gravar o disco de estreia e todo o caminho traçado até aquela altura lhe parecia um período zero que a tinha deixado apenas com vontade de avançar ainda mais numa demanda cada vez mais sua. Enquanto one woman band que domina teclas, voz, cordas, pedais e botões, e não se deixa ficar num ou noutro género musical, Surma preparou o seu registo de estreia “Antwerpen” como se estivesse num laboratório, observando cada reacção sonora de cada nota e de cada instrumento, criando a partir daí. Em colaboração com a Casota Collective, que integra elementos dos First Breath After Coma, construiu uma renovada identidade sonora e visual, da qual “Hemma” foi o primeiro cartão de visita.

 

Antwerpen é hoje lançado em versão CD e digital, pela Omnichord Records. O vinil colorido chega a dia 26 de Outubro.

Time Capsule… A revista Aspen 1965-1971

Em 1965, a editora norte-americana Phyllis Johnson, de férias em Aspen, no Colorado, decidiu iniciar um novo projeto editorial. Tratava-se de uma revista dedicada à atualidade, uma espécie de termómetro do seu tempo, desenhada de uma forma radicalmente original: cada número consistia numa caixa que continha textos, cartazes, postais, discos com gravações sonoras ou mesmo filmes em super 8mm. Cada número da revista (foram publicados dez) tinha um editor e designer diferentes. Nas palavras de Phyllis Johnson, a "Aspen deveria ser uma cápsula do tempo de um certo período, ponto de vista ou pessoa".

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Foi isso mesmo que aconteceu, sobretudo a partir do número 3, editado por Andy Warhol e David Dalton, destacando-se os números dedicados a Marshal MacLuhan, à cena de performance nova-iorquina, ao Minimalismo ou ao movimento Fluxus. As colaborações de George Maciunas, Dan Graham, Brian O'Doherty, William Burroughs, Merce Cunningham, entre muitos outros, fazem da Aspen o fresco de uma época, mas também uma extraordinária aventura editorial.

 

A exposição coloca a revista em contexto, apresentando os 10 números publicados entre 1965 e 1971, para além de muita documentação sobre os diversos colaboradores da publicação a partir da coleção de António Neto Alves. A sua apresentação na Culturgest, beneficiando da possibilidade dada pelo colecionador, é enriquecida por inúmera memorabilia da contracultura norte-americana, desde livros, revistas e cartazes raros ligados às personalidades que colaboraram com a revista, como Gerard Malanga, os Velvet Underground, La Monte Young, entre muitos outros.

 

Galeria da Culturgest (Lisboa)

Inauguração a 13 de Outubro 2017 | 22.00h
Exposição de 14 de Outubro de 2017 a 7 Janeiro 2018