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Glam Magazine

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O regresso das Putas Bêbadas com “Orgulho de Ex-Buds”

4 anos após o opus Jovem Excelso Happy (anunciado como clássico instantâneo por sommeliers certificados como Julian Cope, Doug Mosurock ou Brian Turner), concertos escassos mas intensos e azares de estúdio, os portadores da tocha que alumia e desvenda o caminho do novo rock estão de volta. Gravado em Lisboa ao longo de três anos, "Orgulho de Ex-Buds" explode em tons de vontade, glória e proficiência, e apresenta aos ouvintes uma imagem clara das forças necessárias para corrigir os erros dos anos 00 e empurrando-as para a frente, ofuscando, como um temível clarão que estoura na bruma nocturna.

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Embora haja uma sensação de familiaridade ao longo do disco, esse perpassa-a através dum instinto pynchonesco. Passando de Chrome para Crom e acelerando pelos Sightings e Brainbombs ao mesmo tempo que canta melodias que poderiam igualmente ser tiradas do cancioneiro punk / hardcore português ou mixtapes de Trap de Atlanta (sem esquecer o lirismo arquetípico Cafetra Records), com uma entrega assente na frescura excêntrica que da banda se conhece. Coros de auto-tune desbravando um mato feroz de insanidade tarola-pratos, guitarras construindo paredes para as derrubar e linhas de baixo que sabem exatamente o caminho a seguir. Tudo isso, mantendo a tradição do álbum anterior em narrar o diário doce, ébrio e azedo, às vezes esperançoso, às vezes sem esperança, do ser mais subversivo a habitar numa qualquer mente.

 

A voz ocupa agora um papel mais central; a cada tema a letra mede o ritmo orgânico e retorcido da mistura. Enquanto à superfície os temas e maneirismos podem lembrar as tradições de Råberg, Lifeless ou até Putnam, “Orgulho de Ex-Buds” está mais próximo dos pilares literários da língua em que cantam, erguidos por Luiz Pacheco ou Alberto Pimenta; expressam uma generosa dose de controlo confiante, sagazmente derramada na lascívia menos oportuna, com um fundo humanista.

 

Todo o álbum é cheio de ação, rápido e libertador, com destaque para todas as músicas: O LP abre escaldante com a "Geme" definindo o tom; o conto anabolizante e cerebral não-pc, mas dançante da "Proteina"; a gratificante estrutura temporal da "Gorduchinha"; O hino "Fada deste lar" com uma das introduções mais catchy deste lado da interseção de ruído x rock; o ladrão de jóias perdido em cantos de amor na "Jóia"; ode aos oásis perdidos e encontrados de Lisboa em "Cruzeiro de Velhos"; o existencialismo ginecológico hipnotizante de "Cona da Mãe"; e o final, onde a unicidade etílica e os enigmas e sortes do universo se encontram, "Camões".

A edição de “Orgulho de Ex-Buds” está agendada para 1 de Novembro

Sensible Soccers nas Novas Quintas

“Villa Soledade” é o mais recente disco dos Sensible Soccers, o segundo longa duração na discografia da banda portuguesa. O álbum resulta, em parte, do trabalho feito para o projeto Paulo, no âmbito do qual o grupo criou um espetáculo único em colaboração com a artista visual Laetitia Morais. 

ss_2_print (Daniel José).jpgPhoto: Daniel José

 

Villa Soledade” é composto por sete músicas originais e foi gravado entre o Verão e o Outono de 2015 nos estúdios do GNRation em Braga e no Centro de Estágio dos Sensible Soccers em Fornelo. 

Contou com a coprodução de Filipe Azevedo e João Moreira e masterização de Bo Kondren do Calyx Mastering Studios de Berlim.

Dia 19 de Outubro inserido na programação Novas Quintas sobem ao palco do Teatro Aveirense a partir das 21.30h

Cows Caos apresentam EP de estreia...

Os Cows Caos trazem o Rock n Roll Tropical inspirado nos ritmos da Cumbia e Salsa e na batida energética do Surf Rock. Uma viagem de sonoridade psicadélica e dançável, onde a formação de Saxofone,Guitarra Bateria e Baixo, assegura o suporte perfeito para a provocante dança preformática.

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photo: João Duarte

 

Esta quarta feira, 18 de Outubro de 2017, os Cows Caos lançam o seu primeiro EP intitulado "Sunrise Bang" para a Internet.

Gravado na SMUP, em Fevereiro de 2017 por Filipe Karlsson e Ricardo Pereira, misturado e masterizado por Paulo Lourenço e editado pela Exotic Underground, Os Cows Caos decidiram rebocar o sol, uns quantos quilómetros a estibordo, prolongando o verão mais uns meses.

Assim, aproveitando o levante, entre Outubro, Novembro e Dezembro vão andar por aí em tour, de Norte a Sul a aproveitar o Summer Never Dies. A primeira data é nas Cartaxo Sessions no sábado, dia 21 de Outubro.

XV Edição Jazz ao Centro… Encontros internacionais de Jazz de Coimbra

Com o desígnio de “um festival para uma região”, a 15ª edição dos Encontros Internacionais de Jazz de Coimbra abraçam um território alargado, abrangendo 5 municípios: Coimbra, Figueira da Foz, Miranda do Corvo, Penela e Vila Nova de Poiares.  O Jazz ao Centro Clube e os municípios parceiros na organização do festival assumem a necessidade de um trabalho em rede, afirmando a importância e capacidade de executar projectos sem fronteiras concelhias, destacando a arte e a cultura enquanto espaços de consolidação e afirmação do intermunicipalismo. O festival tem lugar em 3 semanas consecutivas, de 13 a 28 de Outubro, com mais de 20 iniciativas, entre concertos, workshops, uma exposição e uma masterclass, dirigidas a jovens estudantes de música e não só, famílias e ao público em geral.

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No cartaz, mais de 50 artistas provenientes de países como os Estados Unidos da América, o Brasil, a Alemanha, a Suíça, a Suécia e a França, além de um número significativo de músicos portugueses, incluindo jovens estudantes de música. Comum a todas as propostas musicais do Festival Jazz ao Centro é a ideia de que a riqueza deste género musical reside na sua espantosa diversidade. Nestes Encontros Internacionais de Jazz é possível confirmar que esta música está viva (e bem viva) e que continua a ser capaz de surpreender. A partir deste programa é possível mapear territórios híbridos forjados a partir dos diálogos com o hip hop, a música eletrónica, a música africana e a dimensão exploratória característica do Jazz desde o seu início

 

Ambiq ou Nils Berg Cinemascope (21 de Outubro, Convento São Francisco) são uma das propostas desconcertantes deste festival, que merecem ser referidas. Se os primeiros trazem um jazz electrónico que navega em territórios ainda por cartografar, cujas derivas atravessam tanto o techno experimental como o jazz criativo, os segundos oferecem um jazz intermediático inovador, decorrente da pesquisa de talentos anónimos em todo o mundo baseada nas ferramentas do ciberespaço. O jazz enquanto música universal mas diferenciadora dos lugares em que se pratica é a marca da releitura singular e atrevida do património musical do Brasil que os Quartabê reivindicam, um quarteto em que 3 elementos são mulheres, desafiando os preconceitos anti-LGBTQ.

 

Ainda do Brasil, chega o projecto que resulta do encontro entre um rapper, Marcelo D2 (26 Outubro, Convento São Francisco), que na sua música foi sempre espalhando o samba-jazz e de um grupo, SambaDrive, que, precisamente, pratica este estilo

 

Nomes consagrados que vão do trio Azul de Carlos Bica (21 Outubro, Convento São Francisco), virtuosos embaixadores do jazz que atravessam gerações de ouvintes sem nunca fazerem concessões para nos cativar e conduzir numa experiência auditiva exigente e curiosa, a Peter Evans (28 Outubro, Conservatório de Música de Coimbra), um dos mais completos e audazes trompetistas da actualidade que regressa aos Encontros Internacionais de Coimbra (onde já esteve, a solo) acompanhado pelo seu Ensemble, o qual integra alguns nomes-chave da actualidade como Sam Pluta, Tom Blancarte ou Jim Black.

 

A estes nomes internacionalmente (re)conhecidos juntam-se ainda alguns nomes dos mais altos expoentes de uma nova geração de músicos portugueses que têm no jazz o seu ponto de partida para abordagens musicais feita de influências e cruzamentos surpreendentes: Sei Miguel Quarteto, PeterGabriel, Alforjs, Fail Better! (27 Outubro, Baixa de Coimbra, vários locais), o trio do português João Camões com os franceses Gabriel Lemaire e Yves Arques (21 Outubro, Convento São Francisco) e, para encerrar o festival com a qualidade habitual, Norberto Lobo com o grupo que o tem vindo a acompanhar na residência artística que há uns meses mantém na ZDB, em Lisboa: Yaw Tembe, Ricardo Jacinto e Marco Franco.

 

Blind Zero… Concerto de apresentação do novo álbum na Casa da Música

Os Blind Zero preparam-se para apresentar, pela primeira vez, o seu mais recente álbum, "Often Trees". Este concerto acontece já no próximo dia 20 de outubro, pelas 23h00, na Casa da Música, Porto. A banda composta por Miguel Guedes, Nuxo Espinheira, Pedro Guedes, Vasco Espinheira e Bruno Macedo apresenta neste espectáculo os 10 temas que compõem "Often Trees", editado no passado dia 6 de outubro, incluíndo o single "You Have Won".

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Com 23 anos de percurso, os Blind Zero revelam, uma vez mais, a sua capacidade de reinvenção sem perder a identidade que os distingue e os tem projetado ao longo destas duas décadas. Um percurso ímpar que será celebrado em palco onde conseguem demonstrar a força que os anos têm solidificado. O novo trabalho da banda já está nas lojas em vários formatos: CD, Cassete e Vinil. Produzido por Nuxo Espinheira, "Often Trees", foi misturado por Nelson Carvalho e masterizado em Nova Iorque por Andy VanDette (David Bowie, The Dear Hunter, Beastie Boys, Tim Burton e Danny Elfman).

 

Ao já conhecido single “You Have Won”, tema de avanço, juntam-se “Our Place by The Lake”, “Tormentor”, “Lost in Another Mental Escape”, “Queen : Someone”, “Palm”, “The Siren”, “It’s a Bright Bright Night”, “Chromosphere“ e a participação em “War is Over" de Jo Hamilton (compositora e multi-instrumentista de Birmingham, autora do muito aclamado “Gown”).

 

Três Tristes Tigres revisitam pop mágico no “Dar Letra a Música”

Mais fácil do que chamar pelo nome Três Tristes Tigres, sem tropeçar na língua, será ouvi-los no próximo “Dar Letra à Música” (DLAM), agendado para dia 19 de outubro, no Auditório do Museu Futebol Clube do Porto. Ana Deus e Alexandre Soares são os elementos intactos da banda que fez diferença no pop nacional na década de 1990, estando agora de regresso aos palcos num formato onde quaisquer evoluções não ferem uma célebre assinatura de criatividade. Os Tigres são autores de temas resistentes à passagem do tempo, como “Mundo a meus pés” ou “Zap Canal”.

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O mundo continua aos pés deste grupo portuense responsável por uma fase muito generosa do pop nacional, quando a música atravessava a fronteira dos sons rústicos do vinil e das bandas magnéticas para a limpeza, e maior profundidade, da era digital. Três Tristes Tigres é um trava-língua que libertou, na década de 1990, uma inventiva linguagem de processos de composição que ficaram no ouvido e são imunes ao desgaste da máquina do tempo.

 

A competência explica esse sucesso e justifica, sem reservas, o regresso do projeto à cena e aos palcos, com Ana Deus e Alexandre Soares intocáveis no papel destes saudosos tigres devoradores de plateias e tops musicais graças a temas eternos como “Mundo a meus pés” ou “Zap Canal”. O peso da banda – onde também se sublinha, com inevitabilidade, os nomes de Regina Guimarães e Paula Sousa – mede-se pelos álbuns editados: “Partes Sensíveis” (1993), “Guia Espiritual (1996, Prémio Blitz - Melhor Álbum Nacional do Ano), “Comum” (1998) e “Visita De Estudo” (2001, compilação).

 

Num regresso de garras bem afiadas, os Três Tristes Tigres estão mesmo no ponto para as noites de informalidade e humor do DLAM, cuja terceira temporada arrancou em Setembro com David Fonseca – seguem-se Marta Ren (23 novembro) e Mundo Segundo (14 dezembro). O evento é uma organização do Museu FC Porto, em parceria com a Associação Sótão Paralelo (“Conta-me Histórias”), sujeito à lotação da sala

Bardino em estreia… com “Bardino”

Colectivo nortenho,  surgido das cinzas de saudosas formações há muito admiradas, os Bardino são Diogo Silva no baixo, Rui Martins nos teclados, Pedro Cardoso na guitarra e Nuno Fulgêncio na bateria. Alicerçados na herança do rock progressivo e suas variantes tingidas a funk e jazz-fusão, pautam o seu caminho pela busca de um psicadelismo antigo e que parece escassear: aquele que prefere a introspecção escapista ao uso do riff pelo riff.

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Gravado em plena Serra das Meadas, envolto no silêncio palpável das terras altas, “Bardino” exsuda uma serenidade rara e particularmente bem-vinda.

 

Prova Periquita com António Zambujo… termina em ‘estado de graça’

Decorreu na passada quinta-feira, 12 de Outubro, a 2ª edição da “Prova Periquita com António Zambujo”, este ano na Casa Museu José Maria da Fonseca, em Azeitão. Apenas 100 pessoas, entre as quais fãs do artista que participaram no passatempo da Rádio Comercial, tiveram acesso ao evento que começou pela prova do vinho Periquita Edição Especial António Zambujo, a que se seguiu um jantar servido nas caves e culminou num concerto intimista, no mesmo palco onde, há um ano, o músico foi entronizado Confrade da Confraria do Periquita.

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Nomeado para um Grammy Latino, na categoria de melhor álbum de MPB, e a dias de retomar a digressão internacional, António Zambujo reforça a sua associação à José Maria da Fonseca e à marca Periquita, celebrando ambos um estilo de vida verdadeiramente português nesta segunda edição da “Prova Periquita com António Zambujo” e no trabalho que têm vindo a desenvolver junto do público e consumidores.

 

Para António Maria Soares Franco, Vice-Presidente da José Maria da Fonseca: “a parceria entre Periquita e  António Zambujo é a simbiose perfeita dos valores da marca e do artista e eventos como este surgem para reforçar isto mesmo”. Durante a prova, também António Zambujo disse algumas palavras: “Não tenho por hábito fazer estas parcerias mas quando surgiu esta hipótese fiquei muito feliz em associar-me a esta casa, a José Maria da Fonseca, este é um vinho de que eu gosto. Espero, acima de tudo, que todos vocês gostem do vinho!”.

 

Periquita é um vinho com a alma de um povo único que se soube reinventar e modernizar, sem esquecer como e onde nasceu, tal como a música de António Zambujo. Em 2016 uniram-se na criação de um novo vinho – Periquita Edição Especial António Zambujo. O músico e o enólogo Domingos Soares Franco inspiraram-se na Portugalidade e suas raízes para criarem este tinto da colheita de 2014, resultado de um blend de Castelão, Touriga Nacional e Touriga Francesa, de paladar frutado e aromas de baunilha, violetas, frutos azuis, menta e carvalho. Esta edição especial inclui ainda a oferta do download do álbum “Rua da Emenda”. Com uma forte ligação ao fado, à amizade e aos momentos mais importantes da vida, Periquita e António Zambujo orgulham-se das suas origens e são dois dos ícones que melhor representam Portugal, dentro e além-fronteiras.

Sendo o primeiro vinho tinto engarrafado em Portugal, há mais de 160 anos, Periquita é presença habitual na mesa dos portugueses. O arrojo e a inovação desde sempre marcaram o espírito de Periquita, que agora, com António Zambujo como rosto e voz deste mote, reforçam uma parceria que tem como base uma série de iniciativas, como esta, a que se junta a Rádio Comercial.

 

Maria Bethânia apresenta os grandes sucessos nos coliseus

Maria Bethânia traz a Portugal no próximo mês de Outubro os seus maisores sucessos. Dia 25 a cantora brasileira atuará no Coliseu do Porto mas antes a 21 e 22 no Coliseu dos Recreios em Lisboa. Há 50 anos, com a companhia de Zé Keti e João do Vale em palco, Maria Bethânia marcaria para sempre o cenário musical brasileiro. A sua voz, presença, criação e amor, atravessaram meio século e conquistaram para sempre um lugar como uma das maiores e mais produtivas intérpretes brasileiras.

maria_bethania1.jpgMaria Bethânia irá cantar músicas de todos os tempos e outras, compostas especialmente para ela nesta comemoração dos seus 50 anos de carreira por Paulo Cesar Pinheiro, Dori Caymmi e Chico Cesar, serão apresentadas pela primeira vez. A artista narrará textos de Wally Salomão, Clarice Lispector e Carmem Oliveira, além de apresentar compositores novos e uma versão inédita feita especialmente para ela por Nelson Motta. Não ficarão de fora músicas do repertório do seu último disco “Meus Quintais”, como “Dindi” (Tom Jobim e Aloysio de Oliveira), “Xavante” (Chico César), “Casa de Caboclo” (Paulo Dafilim e Roque Ferreira) e "Uma Iara" (Adriana Calcanhotto e Cid Gomes), além de canções inesquecíveis de compositores que marcaram a sua carreira como Caetano Veloso, Chico Buarque, Caymmi, Gonzaguinha, Roque Ferreira e Paulo César Pinheiro.

 


Coliseu dos Recreios (Lisboa)

21 e 22 de Outubro 2017

 

Coliseu (Porto)

25 de Outubro 2017

 

ZINKO lança novo EP… "Uanabi"

ZINKO é neste momento um dos nomes ascendentes mais fortes da musica electrónica em Portugal, já referenciado inúmeras vezes por plataformas da dance music por todo o mundo e com inúmeras actuações de norte a sul e ilhas. "Uanabi" é o novo EP de ZINKO e já se encontra disponível para Free Download, um trabalho realizado como forma de agradecimento aos fãs para comemorar os 20.000 likes na página de Facebook do artista.

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Este EP, conta com 4 faixas exclusivas de estilos completamente diferentes e é dedicado aos amantes de Big Room, Bounce, Electro House, Future house e de EDM. São 4 temas compilados pelo DJ/Produtor, de forma a revelar aos fãs, algumas peças “escondidas”, produzidas ao longo deste ano.

“Desta vez quis simplesmente fazer música, sem olhar a mercados e a estilos, apesar de ser o meu estilo predominante, acho que estão 4 faixas bem distantes em identidades e todas elas para "Free Download".

 

Para descarregar aqui

Ana Bacalhau… “Leve Como uma Pena” é o segundo single de “Nome Próprio”

Escrita e composta por Jorge Cruz, a nova canção retirada do álbum de estreia a solo de Ana Bacalhau, “Nome Próprio”, revela-se no video com realização de André Tentúgal, gravado no Aeródromo de Manobra N.º1 da Força Aérea Portuguesa, e tem estreia marcada para a manhã da próxima sexta-feira

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É também dia 20 que chega às lojas e a todas as plataformas digitais, “Nome Próprio”, o muito aguardado álbum de estreia de Ana Bacalhau. Masterizado nos estúdios de Abbey Road, “Nome Próprio” teve produção de João Bessa e Ana Bacalhau e, para além dos já conhecidos singles “Ciúme”, de Miguel Araújo, e “Leve Como Uma Pena” de Jorge Cruz, conta ainda com canções de Samuel Úria, Nuno Prata, Afonso Cruz, Nuno Figueiredo, Capicua, Márcia, Carlos Guerreiro, Janeiro e Francisca Cortesão assim como da própria Ana Bacalhau.

A digressão de “Nome Próprio” arranca com o praticamente concerto esgotado a 3 de novembro em Loulé, passando em Janeiro pelo por Lisboa e Porto, dias 26 no Teatro Tivoli BBVA e 31, na Casa da Música.

“Antropocenas” de Rita Natálio e João dos Santos Martins atinge Guimarães

“Antropocenas” chega à Black Box da Plataforma das Artes e da Criatividade, em Guimarães, no dia 20 de outubro, às 21h30, fruto de uma colaboração entre Rita Natálio e João dos Santos Martins, que trazem a palco um debate absolutamente imperativo nos nossos dias. Esta peça, para a qual convocam agentes de outras áreas do conhecimento, debate a questão do “Antropoceno”, terminologia utilizada por alguns cientistas para descrever as alterações provocadas pela ocupação humana do território e a exploração dos recursos do planeta Terra. Uma peça de enorme atualidade, centrada num dos assuntos que maior preocupação gera a nível global num período em que se questiona o alarmante tema das alterações climáticas.

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A peça que agora chega a Guimarães parte do conceito ”Antropoceno”, a propósito do debate da ocupação humana do território e das condições de sobrevivência, a somar a uma chamada de atenção para uma mudança drástica dos nossos modos de vida. Esta noção vem subverter alguns aspetos que, até aqui, pareciam bem seguros e até positivos, como a ideia de natureza e cultura, humano e não humano, ciências sociais e ciências naturais. É daqui que parte esta conferência dançada, onde modelos (e não-modelos) de natureza e humanidade estão em conflito ou são colocados em confronto. É neste campo de disputa, de arena de negociação política, que a peça se lança, sendo um desafio a repensar o nosso modo de viver e de existir.

 

Textualmente, ideias da história de arte e da antropologia contemporânea misturam-se, opõem-se, matam-se e esfolam-se para destituir certos ideais de natureza. Parte-se da discussão em torno do “Antropoceno” e da atual crise climática, mas também das cosmologias ameríndias, das etnografias multi-espécie, do racismo estrutural, do blues dos robots e de um tronco de sumaúma cortado para que os humanos pudessem dançar sobre ele. “Sabemos que ecocídio=genocídio e que não vamos mudar o mundo porque este já acabou. O meio ambiente é um ambiente partido ao meio. O capitalismo é um eterno garimpo do ou(t)ro. Ecoologia não desce a temperatura.”, afirma Rita Natálio.

 

A mesma, partindo de um exercício de inverter ou suspender alguns lugares comuns, faz-nos refletir nas seguintes questões: “e se em vez de pensarmos a natureza como mãe, pensássemos a natureza como amante ou paciente em estado terminal? E se tentássemos pensar ecologia sem natureza? E se abandonássemos o conceito de humano e nos assumíssemos como máquinas de compostar? E se nos deixarmos levar pela empatia com o não-humano, um submundo onde convivem simultaneamente a ideia que temos de mundo natural mas também certos corpos humanos desumanizados, escravizados?”.

 

Christopher Paul Stelling no Theatro Circo em concerto único em Portugal

O artista nomeado este ano pela Rolling Stone Magazine como um dos 10 melhores artistas country do presente atuará no dia 17 de outubro em Braga para apresentação do disco “Itinerant Arias”. Christopher Paul Stelling é uma estrela em ascensão. Ao quarto álbum de originais, o artista nascido no estado da Flórida, regressa à Europa para apresentar ao vivo o seu novo trabalho.

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Entre o folk puro de um Woodie Guthrie, a lírica de um Bob Dylan e a tremenda honestidade de um Bruce Springsteen, Christopher Paul Stelling enfrenta o público com uma guitarra na mão, percussão nos pés e uma voz capaz de cativar tudo e todos que a ouvem. Dono de uma música quente e apaixonada, com lascas de um eterno viajante de espírito inquieto Christopher Paul Stelling, escreve confissões, deixa-nos a pairar nas linhas da sua guitarra, onde somos arrebatados por histórias, ideias, locais, pessoas.

 

“Itinerant Arias” é um álbum profético escrito durante o ano de 2015 fruto das centenas de concertos e locais por onde Christopher Paul Stelling passou. Acima de tudo este é um disco influenciado pela crise humana no planeta Terra, como por exemplo o tema “Sleep Baby Sleep”, inspirado na crise de refugiados sírios após ter estado no campo de refugiados de Calais em França. Um trovador dos nossos tempos que, para quem o conhece ao vivo, mostrará um dos espetáculos ao vivo mais intensos que o público poderá presenciar.

Terminará esta digressão em Braga, no grande palco do Theatro Circo, já esta próxima terça-feira, dia 17 de outubro, às 21h30.

Ana Moura esgota Coliseu de Lisboa e ruma ao Coliseu do Porto

Mais de 150 concertos depois em salas emblemáticas de 3 continentes, incluindo as maiores salas de Portugal, Ana Moura regressou este sábado a casa para um concerto único e completamente esgotado no Coliseu dos Recreios, em Lisboa. O espectáculo foi o primeiro de uma nova fase da digressão de “Moura” que passará por um conjunto de cidades, nomeadamente o Porto, a 28 de Outubro, onde actua no Coliseu, Coimbra, que já anunciou uma data extra, a 3 de Novembro, após esgotar o concerto de dia 4, no Convento São Francisco e, ainda, a 18 de Novembro, na Arena D'Évora. Os últimos bilhetes estão à venda nos locais habituais.

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photo: Joana Linda

 

Ana Moura desenvolveu um novo conceito de espectáculo para esta nova fase da tour de “Moura", revisitando temas do seu repertório que não foram interpretados na anterior fase da digressão, e uma cenografia criada de raiz. Rui Francisco, membro da direcção artística da companhia de teatro “O Bando”, assina o cenário que transmite uma sensação de proximidade, de chegada a casa, de retorno à intimidade, após viajar pelo mundo, com uma estrutura de elementos que se dividem entre o opaco e as transparências, e dispõem um percurso que Ana Moura percorre logo no início do concerto, até ao centro do palco.

 

O espectáculo teve a participação de dois convidados especiais: o artista israelita Idan Raichel, com quem Ana Moura fez um dueto, e Romeu Runa que protagonizou em “Maldição”, uma emocionante coreografia.

A noite de sábado foi ainda marcada pela presença de Madonna na plateia do Coliseu de Lisboa. Após os Rolling Stones, Prince, Herbie Hancock, Andrea Bocelli, Buena Vista Social Club, Caetano Veloso e Gilberto Gil, foi a vez de Madonna se render a Ana Moura. “Moura” é o seu 6º disco de originais e já é tripla platina. “Desfado”, o seu antecessor, já atingiu o galardão da 6ª platina, afirmando-a como a maior artista portuguesa da actualidade.

KIT editam EP “Só Metade”… e apresentam-se ao vivo nas Fnac

Os KIT continuam a dar passos seguros rumo à afirmação na cena musical nacional. Depois de um single de estreia surpreendente, “Só Metade”, foi tempo de arrebatar corações indiscretos com o recente “Tempo É Frágil”, um mid-tempo que fica no ouvido e que soa a Rock, do início ao fim.

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E agora surgem mais duas etapas fulcrais no processo de crescimento do trio português. Primeiro, o lançamento do EP de estreia através do selo da Music For All intitulado precisamente “Só Metade”, registo que conta com cinco faixas revestidas do melhor Rock cantado em português da atualidade. Este registo estará à venda em formato físico na próxima sexta-feira e já está disponível nas principais plataformas digitais.

 

E em segundo, um showcase especial e intimista, com entrada gratuita, em Lisboa. É que depois de conquistarem tudo e todos na FNAC Alfragide impunha-se um novo showcase na capital. Assim no próximo dia 20 de outubro, pelas 21h30, os KIT atuarão na FNAC Vasco da Gama!

Pedro Vicente apresenta o álbum “Espera”

Pedro Vicente é Psicomotricista, mas desde sempre teve a música na sua vida. Encontrou no privilegiado contacto com crianças, jovens e adultos com necessidades e capacidades muito especiais a chave para aceder ao mecanismo que transforma emoções em canções. Tem na música um poderoso aliado terapêutico.

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Espera” revela-se um tradutor de emoções de que Pedro Vicente se serve para abrir ao mundo o seu coração. A diversidade cénica revelada nos 11 temas originais que integram o álbum, reflete a multiplicidade de vivências que o inspiram, tendo sempre o amor como fio condutor. “O fim da “Esperaconduz ao começo de um novo caminho, com muitas histórias para cantar e afetos para musicar.”

 

“Mais um Segundo” é o single de apresentação.